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Cavalo Branco

O documento explora a importância das narrativas orais como veículos de expressão cultural e transmissão de sabedoria entre gerações. Destaca como contadores de histórias, muitas vezes pessoas simples, compartilham experiências de vida e sentimentos através da oralidade. A voz é apresentada como um elemento essencial na preservação de tradições e valores, que são passados de geração em geração.
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O documento explora a importância das narrativas orais como veículos de expressão cultural e transmissão de sabedoria entre gerações. Destaca como contadores de histórias, muitas vezes pessoas simples, compartilham experiências de vida e sentimentos através da oralidade. A voz é apresentada como um elemento essencial na preservação de tradições e valores, que são passados de geração em geração.
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Cavalo branco

Carroça?/meia noite/ olhou pela brecha/

“..a língua serve como veículo de expressão do imaginário”

Narrativas orais:

A voz que ecoa de geração em geração

Contar história nem sempre foi prática cotidiana

Era ofício comum do qual muitos se encarregaram e através do qual foram repassados ensinamentos
e lições

As narrativas orais não são apenas o relato de um fato, onde aparecem personagens enigmáticos,
seres que habitam lugares como os rios e as matas. Também são histórias de vida. São tesouros
semeados na mente e cantados pelas vozes poética de homens e mulheres simples, pescadores,
lavradores, seringueiros etc.

Através da narrativa oral, pessoas simples como pescadores, ribeirinhos, da mesma maneira que
tecem suas malhadeiras, tecem suas estórias, contos e causos da mesma maneira. É nesse instante
que fazem questão de dizer “ACONTECEU COMIGO!”, por isso – também – são personagens.

O tecer das experiências de vida: idas e vindas dos rios

Contar história “parece” uma prática tão banal

O homem, desde os seus primórdios até hoje – tece a teia de sabedoria, repete as histórias que se
tornaram mais importantes de sua vida, mesmo que tenham acontecido com outros.

Quem foram os contadores de outros tempos? Como cada povo os chamava?

“o ato de contar histórias requer não apenas o saber contar, mas o como contar”.

O contar alia uma vocalidade a uma performance. Ao contar uma história, o contador, mobiliza
recursos capazes de explicar o inexplicável e descrever o indescritível, para dar sentido ao que se
conta: os gestos, as expressões faciais, o olhar em várias direções, o franzir do rosto, os murmúrios, o
silêncio.

A vida humana é a matéria sobre a qual se debruça o narrador.

“Ao contar, o homem extravasa seus sentimentos e permite que seus ouvintes compartilhem de
momentos tão particulares da escuta. Contar é momento da sedução, em que contador e ouvinte
partilham situações únicas, seja através do olhar, seja pelo sorriso ou até mesmo por meio do
silêncio” (p.12).

Da ao ouvido, do ouvido à letra


Está aí uma atividade da qual o homem não poderia se privar: a de falar, de se expressar

Parece ser uma obrigação de qualquer ser humano que fala: contar sobre o cotidiano, relatar os
acontecimentos que se sucederam no decorrer do dia.

Através do simples “Olá” ao “Como vai?” ou até mesmo das longas declarações de afeto, o homem
busca provar a necessidade de socialização, expressar-se oralmente para ser entendido.

Nos gêneros orais, como provérbio, cantigas, orações e histórias, a voz é o presente, é uma criação
momentânea que está encarregada de transmitir valores de geração para geração. Ela representa
uma tradição, e como tal, preserva traços específicos próprios desta mesma tradição.

“Antes da escrita vem a voz”

Através da voz chegou o que hoje conhecemos como gêneros de tradição oral

- Colhidas de geração para geração;

- acolhidas na memória;

Contadas de pai para filho.

https://culturanf.com.br/preservando-nossa-historia-valorize-a-tradicao-oral/

Engeração

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