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Anos 50

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Anos 50

Por causa do lançamento do "New Look"


de Christian Dior no final da década de 40,
os anos 50 foram marcados pela
feminilidade. Os “Anos Dourados”
simbolizaram muito luxo e sofisticação.
Além das roupas sofisticadas e femininas,
o culto à beleza estava em alta, e por isso
muitos cosméticos foram usados para
valorizar a beleza. É nos anos 50 que
surgiram as grandes empresas de
cosméticos, como a Revlon, Elizabeth
Arden, Helena Rubinstein, e Estée Lauder.
Com o fim da escassez dos cosméticos da
pós-guerra, a maquiagem tornou-se
essencial, e os cuidados com a beleza
ganharam muita importância. Um dos
objetivos da maquiagem era valorizar o
olhar, por isso vários cosméticos para os
olhos foram lançados, como sombras,
máscara para cílios, lápis para os olhos e
sobrancelhas, e o produto "queridinho" da
época (e até nos dias atuais), o delineador.
As sobrancelhas eram mais arqueadas e
tornaram-se mais escuras. Outro objetivo
da maquiagem era realçar a intensidade
dos lábios (delineando-os) com a palidez
da pele, que deveria sempre estar
impecável.
Os símbolos da beleza feminina eram
Marilyn Monroe e Rita Hayworth.
Ainda falando de beleza, as mulheres
geralmente usavam os cabelos em forma
de coquetes ou rabo de cavalo. Destaque
também para as franjas, que começaram a
aparecer. As tintas começaram a fazer
parte da vida das mulheres, além das
loções fixadoras e alisadoras.
Em relação aos trajes, as saias rodadas e a
cintura bem marcada continuaram em
destaque, pois a moda era completamente
feminina. Para complementar os trajes, as
mulheres ainda usavam luvas, chapéus de
aba larga, scarpins e bijuterias que
imitavam joias.
Foram muitos nomes da moda que se
destacaram nesta década, e alguns já
haviam aparecido na década passada,
como Dior, Givenchy, Balenciaga,
Givenchy, Nina Ricci, Chanel, etc.
A Inglaterra e os EUA estavam em boa
ascensão, mas Paris manteve-se como o
centro lançador de moda.
Diferentes propostas de volume foram
criadas para as peças de roupas. Surgiram
as linhas:
A - que abria os vestidos da cintura para
baixo.
H - tubinho.
Y - que evidenciava golas.
Apareceram ainda os chemisier, inspirados
nas camisas.
Já o traje masculino era sóbrio, composto
por ternos e gravata, sem coletes.
A década de 50 foi o ápice ds "pin-ups",
devido a seu estilo ligado à atmosfera da
sensualidade feminina. As pin-ups são as
modelos que eram ilustradas com um leve
toque de sensualidade, em calendários
para serem pendurados nas paredes,
desenhos e outras artes em geral.
O termo "pin-up" (verbo em inglês que
significa pregar) nasceu durante a Primeira
Guerra Mundial. Betty Boop, Marilyn
Monroe, Brigitte Bardot e Jane Fonda são
ótimos exemplos de ícones de
sensualidade e beleza até os dias atuais.
Uma fotografia da princesa Grace Kelly de
Mônaco, em 1956, com uma bolsa Hermès
apareceu na revista LIFE. Após isso, a
bolsa do modelo “Kelly” tem sido um dos
itens mais desejáveis e colecionáveis de
todos os tempos. As versões
vintagechegam a valer uma fortuna.
A bolsa virou febre e foi rebatizada com o
nome da princesa, Kelly.
A cultura juvenil foi um fator determinante
no mundo da moda e no mercado. Foi
ainda nos anos 50 que se começa a
perceber uma certa rebelião e revolta da
juventude contra a geração mais velha.
Os jovens começam a buscar sua
identidade e uma moda diferenciada para
eles. Para as mulheres jovens, saias
rodadas, cardigãs de malha, sapatos
baixos, meias soquete e rabo de cavalo
nos cabelos, compondo assim a linha
batizada de College. Além disso,
apareceram também as calças compridas
cigarrete, que eram usadas com
sapatilhas.
Para os meninos jovens, apareceu o estilo
rebelde, por influência de Marlon Brando e
James Dean no cinema, e Elvis Presley na
música. O "look" era composto por calça
jeans com a barra virada, camiseta branca
e jaqueta de couro. Era um estilo
despojado.

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