Artigo 2
Artigo 2
Santa Catarina.
Resumo: Esta pesquisa tem como objetivo a análise da geoecologia da paisagem de modo
a conhecer a dinâmica e as características próprias da fitofisionomia da Floresta Ombrófila
Mista, pertencente ao bioma Mata Atlântica, que se desenvolve no Parque Nacional de São
Joaquim a partir de formações de sucessão vegetal secundária. A revisão bibliográfica
enfatizou, além da geoecologia da paisagem, as características da Floresta Ombrófila Mista,
também conhecida popularmente como Mata com Araucária e sobre as características e
outros levantamentos já realizados no Parque Nacional de São Joaquim. As unidades da
paisagem foram segmentadas a partir da geoecologia da paisagem, utilizando características
físicas e dados sobre o uso do solo para delimitar as áreas, resultando em um mapa com seis
unidades geoecológicas na área de estudo. Estes resultados fornecem subsídios científicos
para a gestão da unidade de conservação e comprovam a aplicação da geoecologia da
paisagem para a caracterização de áreas.
Palavras-chave: Mata com Araucárias; Áreas Protegidas; Paisagem.
Abstract: This research seeks to analyze the landscape geoecology to understand the
dynamics and singular characteristics of the mixed ombrophilous forest’s phytophysiognomy,
that belongs to the Atlantic Forest biome, which develops in São Joaquim National Park
through secondary succession. The literature review emphasized both landscape geoecology
concepts and mixed ombrophilous forest traits, popularly known as Araucaria Forest, while
also reviewing the National Park’s characteristics and other surveys performed in it. The
landscape units were segmented in line with landscape geoecology methods, utilizing physical
characteristics and data over the land use to enclose different areas, resulting in a map with
six geoecological units in the study area. These results provide scientific support for the
protected area’s management decisions and prove that landscape geoecology may be
successfully used for area characterization.
Keywords: Araucaria Forest; Protected Areas; Landscape.
INTRODUÇÃO
Nas últimas décadas os esforços para conservação da biodiversidade têm
aumentado, conforme avança também a extração de benefícios dos ecossistemas
naturais em prol da produção econômica. Apesar do interesse e da tomada de
decisões sobre a conservação serem baseados em demandas sociais (Whittaker et
al, 2005; Cox; Moore; Silva, 2019), o embasamento das ações que buscam preservar
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Mestre em Geografia pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
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Professor Associado no Departamento de Geociências da Universidade Federal de Santa Catarina
(UFSC).
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REFERENCIAL TEÓRICO
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3 Conforme a Portaria MMA 148/2022, estão ameaçadas, dentre as espécies citadas: Cedrela
fissilis, Ocotea porosa, Dicksonia sellowiana, Araucaria angustifolia.
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ÁREA DE ESTUDO
As paisagens antropo-naturais para Rodriguez, Silva e Cavalcanti (2022), que
contém elementos naturais, mas que já passam por processos de modificação com
intensidades variadas, descrevem bem a Serra Catarinense. De fato, todo o domínio
paisagístico do Planalto das Araucárias, conforme descrito por Ab’Saber (2003), foi
amplamente modificado através da extração da madeira, restando, conforme
estimativa de Leite e Klein (1990), 20.000 km² dos 175.000 km² (11%) de FOM original.
Esta compõe diversas áreas protegidas, visto que os principais fragmentos de
remanescentes são encontrados dentro delas, como é o caso do Parque Nacional de
São Joaquim.
Antes da criação do PNSJ, de maneira geral para todo o planalto, a presença
das madeireiras como a Southern Brazil Lumber & Colonization Company expandiu o
uso que se fazia das áreas do Planalto das Araucárias. Após a extração da madeira
como atividade econômica, acentuava-se o povoamento da região (Carvalho, 2010),
que passava a ter muito mais uso para os campos do que para as florestas, que
serviam para a subsistência como combustível e construção.
Atualmente o PNSJ abrange o território de cinco municípios: Urubici e Bom
Jardim da Serra em sua porção serrana, onde há ocorrência da Floresta Ombrófila
Mista e dos Campos de Altitude, portanto a área de estudo desta pesquisa (Figura 2).
Ao passo que em Lauro Müller, Orleans e Grão-Pará na porção das encostas e das
terras abaixo da Serra Geral, onde se encontra a Floresta Ombrófila Densa.
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Conforme Leite e Klein (1990, p.120), a Mata Nebular é uma vegetação arbórea densa com dossel
baixo e uniforme, com indivíduos geralmente recobertos por musgos e epífitas. Trata-se de uma
floresta nuvígena, que se desenvolve em áreas onde há uma umidade do ar muito alta geralmente
por conta do efeito orográfico, que é o caso da Serra Geral em Santa Catarina.
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METODOLOGIA
As imagens utilizadas nessa pesquisa são dos satélites Landsat 8, com o
sensor OLI (Operational Land Imager) trazendo 30m de resolução espacial (15m na
banda pancromática) e o Sentinel-2 com o sensor MSI (Multi-spectral instrument) com
as bandas Azul, Verde, Vermelho e Infravermelho-próximo tendo 10 m de resolução
espacial.
Outros dados, de mapeamentos temáticos, utilizados em SIG provém do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, com informações sobre relevo, solos,
geologia e vegetação disponíveis na escala 1:250.000, que coincide com a escala da
pesquisa. O IBGE disponibiliza esses no Banco de Dados de Informações Ambientais
– BDIA, concentrando informações próprias e de outros, como os mapas de pedologia
da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA.
Todas as atividades relacionadas ao SIG foram realizadas no software QGis
versão 3.22 e na plataforma Google Earth Engine - GEE, que permite rodar scripts em
linguagem java diretamente nos servidores Google, permitindo o download dos
resultados.
A observação e pesquisa em campo se deu por meio de parceria com o ICMBio,
que através do cadastro no Sistema de Autorização e Informação em Biodiversidade
– SISBIO dá acesso e auxílio aos pesquisadores nas UC Federais. No PNSJ há
disponibilidade de alojamento na Fazenda Santa Bárbara, na divisa entre Urubici e
Bom Jardim da Serra, que possibilita o acesso às áreas de Campos de Altitude no
interior do parque e às áreas com Mata com Araucária, em diversos estados de
preservação.
Para a realização do campo foram utilizados equipamentos de localização:
bússola e dispositivo GPS; altímetro calibrado no nível do mar para verificar a altitude
exata; clinômetro digital para mensurar alturas.
Cartografia de Paisagens
Para a análise da paisagem com a perspectiva geoecológica, a partir de um
levantamento semi-detalhado (Cavalcanti, 2018), foram utilizados fatores qualitativos
baseados nos utilizados por Oliveira (2019) e indicados por Rodriguez, Silva e
Cavalcanti (2022) como forma de diferenciar as diferentes unidades geoecológicas da
área de estudo.
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suficiente para uso na pesquisa, uma vez que havia grosseiras imperfeições nas áreas
de floresta e, novamente, não havia uma indicação das áreas de plantio de exóticas,
algo observado como significativo já nas composições coloridas do imageamento por
satélite. Optou-se, em última instância, por gerar as divisões entre campo, floresta e
silvicultura por meio da análise de imagens, propiciando os aspectos de vegetação da
camada VEGCAR.
RESULTADOS
Para a análise da paisagem com a perspectiva geoecológica, foram utilizados
fatores qualitativos como forma de diferenciar as diferentes unidades geoecológicas
da área de estudo. Isto se deve à importância atribuída ao processo histórico de
ocupação da paisagem do PNSJ, que condicionou os aspectos naturais às atividades
antropogênicas.
Áreas hoje fartamente ocupadas pela vegetação secundária não seriam
devidamente identificadas por índices de vegetação, por exemplo, pois a diferença se
trata muito mais da pobreza de espécies do que da área coberta pelas folhas, uma
vez que os índices não atestam a qualidade da biodiversidade presente.
Naturalmente, também é necessário considerar a dinâmica dos ambientes, que
apresentam grandes variações devido aos extremos que chegam as características
morfológicas do terreno. Além do mais, em um contexto que leva em conta a
importância da fauna, em especial para a dispersão das espécies características da
FOM. A diferenciação das áreas com presença de atividades antroponaturais e das
áreas que são exclusivamente destinadas para a proteção da biodiversidade é a
chave para a interpretação dessa paisagem.
A primeira subdivisão compreende as características geológicas e morfológicas
do terreno. No PNSJ predomina o embasamento basáltico da Formação Serra Geral,
encontrando sua zona limítrofe dentro do parque, uma vez que a UC se estende
abaixo da escarpa. Também se encontram na área arenitos da Formação Botucatu,
resultado da completa intemperização da camada basáltica por alguns dos fluxos
hídricos. Junto à topografia e hidrografia, caracterizadas por alternâncias de vales e
topos de morro, definem-se três compartimentos: A, B e C (Apêndice B).
No Compartimento A estão os basaltos da Formação Serra Geral, que
ocupam a maior extensão da área de estudo. O compartimento apresenta uma
sequência de vales dissecados pelos fluxos d’água provenientes da constante recarga
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antrópico, mesmo que regulado pela UC. Ela é complementada pela Feição 2,
composta pelos outros fragmentos da FOM, onde já se possibilita a Recuperação da
Mata. Nestes fragmentos de vegetação, o contexto de proteção integral permite
considerar a floresta tanto mais conservada quanto com possibilidades de
desenvolver sua sucessão vegetal.
As demais Feições também compreendem áreas com atividades
antroponaturais. Na Feição 3 estão os Campos de Altitude, considerados num todo
como de Uso Extensivo. Neles se localizam diversas estradas, incluindo uma rodovia
intermunicipal, que interligam propriedades e os municípios de Urubici e Bom Jardim
da Serra. Em geral também há presença da pecuária extensiva, intercalando áreas
que são de pasto com as de estepe. Além disso, a maior parte das áreas de Campo
estão inclusas no CAR como áreas consolidadas.
Por fim, na Feição 4 estão contidas áreas completamente antropizadas, as
áreas de Silvicultura, onde há plantio de exóticas como os Pinus e Eucalyptus,
descaracterizando em um todo a mata original. Com exceção desta Feição, as demais
todas compreendem áreas de maior ou menor grau de conservação e características
naturais. Como os usos antroponaturais não podem ser identificados individualmente
nesta escala, só se pode considerar que há algum grau de alteração.
Assim, com a identificação das Feições 1 e 3 não significa que não há um
processo de conservação, que abrange todo PNSJ, mas sim que é na Feição 2 onde
ele encontra maior potencial, em outras palavras, é nela que se concentram as
menores intervenções e se desenvolve o potencial de restauração da mata. Dessa
forma, não é impossível que áreas da Feição 1 apresentem matas com maior
preservação de espécies, mas serão as da Feição 2 que detêm as melhores
possibilidades.
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Dos 300 km² que compreendem a área de estudo, há uma semelhança de área
entre os Campos, a Floresta Conservada e a Floresta em Alteração, conforme a
Tabela 1. Entretanto, é importante destacar que a menor dentre estas três é
justamente a de Floresta Conservada, onde há maior condição de regeneração da
vegetação.
Se forem consideradas todas as áreas com maior influência da atividade
antrópica, há um desequilíbrio incompatível com os objetivos de conservação da UC,
sendo somente cerca de 26% da área de fato voltada para a proteção integral. Isso
se deve ao fato de o PNSJ ainda não ter efetivado em sua extensão total a
regularização fundiária, aspecto constatado em seu Plano de Manejo, publicado em
2018.
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perenidade das bacias hidrográficas como as do Rio Canoas, do seu afluente Rio
Urubici (que abastece a cidade de Urubici) e do Rio Pelotas.
Oposta a essa situação, a área de Silvicultura no sul do PNSJ promove a
fragilidade tanto dos campos quanto dos fragmentos de mata, devido à facilidade de
dispersão das espécies exóticas e a interrupção dos fluxos normais de matéria e
energia, afetando também à fauna. A competição das espécies exóticas com os
pinheiros nativos (Araucaria angustifolia), que têm uma característica colonizadora
dentro da sucessão vegetal (Hueck, 1953), pode cercear o avanço natural da FOM
sobre as formações campestres, gerando efeitos contrários à conservação das
principais espécies presentes no PNSJ.
Assim, constata-se que no Parque Nacional de São Joaquim há margem para
uma proteção mais efetiva dos aspectos naturais ligados à presença da Floresta
Ombrófila Mista. A paisagem se encontra permeada pelos processos antrópicos,
apesar de apresentar um núcleo consistente de fragmentos de vegetação onde se
limita essa presença ao máximo permitido pela própria UC.
A diferenciação entre as áreas mais conservadas, ou, com potencial de
conservação e as com atividades antroponaturais é importante para a identificação e
localização de serviços ecossistêmicos. A manutenção e/ou o uso de funções
ecossistêmicas estão ligados diretamente à presença e ação antrópica nos ambientes
em questão.
As unidades geoecológicas com essas características antrópicas são as
predominantes neste levantamento, mas é importante considerar que elas estão
inseridas em um processo de desapropriação e mesmo sendo de posse particular já
estão atadas à legislação do PNSJ. Logo, a heterogeneidade dos usos não permitiu,
no atual nível de detalhamento, segmentar de maneira mais precisas as áreas que já
teriam mais semelhança com a UG de Florestas em Conservação, ou, até mesmo,
com alteração total dos aspectos naturais igual ou semelhante à Silvicultura.
Nesse sentido, a definição das UG pode delimitar as áreas prioritárias para
desapropriação, a depender da estratégia da gestão do PNSJ. As áreas com maior
contato com a UG de Florestas em Conservação podem ser progressivamente
integradas à posse pública, aumentando de maneira contínua as áreas sob manejo
com objetivo de conservação. Também podem ser priorizadas as áreas com maior
alteração, a exemplo da UG Silvicultura, um obstáculo para os objetivos do parque,
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por representar uma população de espécies exóticas cuja dispersão para áreas
vizinhas dificultaria a recuperação das formações vegetais nativas.
CONCLUSÕES
O Parque Nacional de São Joaquim possui uma diversidade de paisagens,
dentre Campos de Altitude, Matas com Araucárias e áreas antropizadas, distribuídas
em um arranjo complexo. Quanto à Floresta Ombrófila Mista, o recorte desta pesquisa
é preciso levar em conta os Campos de Altitude e a Mata Nebular, necessitando uma
análise criteriosa, mas que dê abrangência aos ambientes que se associam à Mata
com Araucárias.
A geoecologia da paisagem demonstrou a distribuição de um fenômeno no
meio natural fundamental, as atividades antroponaturais. É a partir das interações
entre o ser humano e natureza que podem ser identificados muitas das alterações nos
ambientes naturais.
Por outro lado, também há um foco dedicado à FOM, que pode ser mais bem
identificada em seu estágio sucessional através de um estudo fitopaisagístico,
importante diagnóstico para basear a presença de um conjunto de serviços ligados à
permanência da floresta em vez de seu uso com viés mais exploratório.
A pesquisa demonstra a viabilidade do uso da geoecologia da paisagem como
fundamental para a descrição de uma determinada área com o fim de classificação de
serviços ecossistêmicos; além de enfatizar a importância da deliberação entre fatores
quantitativos e qualitativos que serão usados para tal análise.
Esse diagnóstico pode ser útil à gestão do PNSJ, que tem seu zoneamento
mapeado no plano de manejo, possibilitando o cruzamento de informações e o
entendimento de características da UC que podem se tornar prioritárias nos esforços
de conservação.
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