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O Chapéu Mágico

Esta história narra a história de um garoto que é abandonado pelos pais e encontra um idoso que lhe presenteia com um chapéu mágico. O chapéu permite que ele realize três desejos. Dois criminosos atacam o garoto, mas ele deseja que uma laranja o liberte, realizando seu desejo. Depois, deseja uma casa e a dá a ele e à laranja. Os criminosos os atacam novamente, mas uma bruxa os transforma em animais. A bruxa tenta levar o garoto, mas ele de
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O Chapéu Mágico

Esta história narra a história de um garoto que é abandonado pelos pais e encontra um idoso que lhe presenteia com um chapéu mágico. O chapéu permite que ele realize três desejos. Dois criminosos atacam o garoto, mas ele deseja que uma laranja o liberte, realizando seu desejo. Depois, deseja uma casa e a dá a ele e à laranja. Os criminosos os atacam novamente, mas uma bruxa os transforma em animais. A bruxa tenta levar o garoto, mas ele de
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O chapéu mágico

José Luis García


Eu cena
(Entram: pai, mãe e rapaz. O rapaz tem uma bolsa.)
Pai: Filho, a vida está muito difícil, não temos trabalho. E você já é maior.
temos dinheiro para continuar cuidando de você.

Mamãe: Mas ainda é uma criança.


Chico: Mamãe, não se preocupe, eu conseguirei seguir em frente sozinho.

Pai: É verdade, ele já é quase um homem.


(O menino se despede de sua mãe e pai com um beijo, depois lhes diz adeus com a)
mano e sai de cena)
Mamãe: Ele ainda é uma criança travessa.

Papá: Mas é uma pessoa muito boa.


(Papai e mamãe se seguram pela mão e saem de cena)

II Cena

(Árvores e arbustos entram em cena formando uma paisagem)


(O garoto entra por um canto do palco, anda e anda pela paisagem, e
sai pela outra esquina)
(As árvores e arbustos mudam de lugar e formam outra paisagem)
(Um velhinho entra em cena, caminha cambaleando e tropeçando com os pés,
até que cai no chão junto com sua bolsa)
(O garoto entra em cena bem na hora em que o velhinho cai no chão)
(O menino corre muito rápido até chegar ao lado do velhinho e o ajuda a se sentar)

Viejito: Obrigado, menino, estou muito fraco porque não consegui comer há muitos dias.
O que consegui comer foram apenas ervas que encontro pelo caminho.
(O garoto se senta ao lado do idoso e tira de sua bolsa alguns alimentos)
Chico: Tome senhor, não tenho muitos alimentos, mas podemos compartilhar.
Viejito: Você é uma pessoa muito boa, filho. Sem alimento, a vida é um pesadelo.
Chico: Nunca passei fome, embora não tivéssemos muito meus pais sempre
me deram o que puderam.
(os dois personagens comem em silêncio)
Chico: eu tenho que ir agora, mas deixarei a metade da minha comida.

(Enquanto o filho divide a comida que lhe resta, o velhinho tira de sua bolsa um
chapéu
Viejito: Eu também te presentearei com algo.

(O garoto vê o chapéu)
Chico: talvez você precise disso mais tarde
Viejito: Este não é um simples chapéu. Este é um chapéu mágico, este
o chapéu tem o poder de realizar três desejos que você pedir. Só obedece a
pessoas que têm um bom coração, pense bem no que você pedirá.
(O velhinho coloca o chapéu na cabeça do filho)
(Depois de servir a comida, os personagens se despedem com um aperto de mão
manos. Cada um vai em direções opostas)

III Cena:

(Os arbustos e árvores configuram uma paisagem diferente)


(Os criminosos entram em cena)
Delinquente 1: Esse tem cara de bobo
Delinquente 2: É uma presa fácil
(Ambos se escondem entre os arbustos)
(O garoto entra em cena, e quando está perto do esconderijo dos criminosos,
eles saem e lhe dão um forte golpe na cabeça. Imediatamente o filho fica
tirado no chão)
Delinquente 1: Além de burro, é surdo como um burro.
Delinquente 2: É uma presa fácil com orelhas de burro.
(Com rapidez, os criminosos tiram a bolsa do garoto e o amarram a uma árvore.
Quando tiraram a bolsa do garoto, uma laranja caiu e ficou jogada perto.
de ele)
Delinquente 1: Este tonto não poderá se mover daqui.
Delincuente 2: é um burro amarrado a uma árvore.

Delinquente 1: Vamos levar também o chapéu?


Delincuente2: E para que queremos um chapéu tão feio?
(Com grandes risadas, eles se afastam do lugar. Pouco tempo depois de terem ido, os
delinquents, the boy wakes up and uselessly tries to free himself from the tree

IV Cena:
(O garoto continua tentando se soltar de suas amarras, até que descobre a
laranja jogada ao seu lado)
Chico: Tomara que essa laranja pudesse se mover e me soltasse dessa árvore.

(Depois de dizer essas palavras, a laranja explode e se transforma em uma garota, de


a idade do filho
Chico: O chapéu!
Chica: Sim, é bonito, mas é melhor que você se solte da árvore.

(A menina solta o filho da árvore. Quando o filho se sente livre, salta por todo o
lugar de alegria
Chico: O chapéu funciona!
Chica: Não sei do que você está falando. Você não está amarrado porque é louco?

Chico: Você não entende? Este chapéu é mágico.


Chica: Se você continuar falando como um louco, vou te amarrar de novo à árvore.

Chico: Você não se lembra? Você era uma laranja

Chica: Claro e você uma pera.


(O menino continua pulando de alegria. A menina o observa e ri)
Chica: Pareces um louco bom. Vamos sair daqui, se os delinquentes voltarem que
te ataron, podem fazê-lo outra vez. E nós, as laranjas, odiamos ver a
pessoas amarradas. Vamos...
Chico: Você não vai se arrepender de vir comigo.
Chica: Você está enganado. Você é quem vem comigo. Venha, ande.
(Ambos se olham e sorriem)
Chico: As peras somos mais doces que as laranjas.
Chica: Sim, mas as laranjas rolam melhor. Vamos, anda rápido que eu sei
ouvi ruídos de pessoas se aproximando.
(Ambos saem de cena)

V Cena:
(As árvores e arbustos desaparecem e em seu lugar estão uns matagais com
flores e algumas árvores frutíferas. O filho e a garota entram em cena e ficam
contemplando o lugar
Chica: Este lugar é muito bonito.
Chico: Eu gostaria de ter uma casa aqui
(Apenas termine de dizer essas palavras, houve uma explosão e apareceu uma casa
no lugar, rodeada de árvores frutais e flores, com um terraço com dois
colunas de madeira
(Com o susto da explosão e a aparição da casa, a garota se senta e olha para o
sucedido
Chico: Não te surpreende que aquela casa tenha aparecido?

Chica: O que mais me surpreende é que você possa estar certo e eu seja uma
laranja.
(Eles ficam olhando para o lugar por um tempo e logo o filho e a menina bocejam)
Chica: Está uma noite preciosa, eu gostaria de ficar a dormir na varanda
rodeada pelos aromas das árvores frutais.
Chico: (Deita-se no chão) É uma ótima ideia.
(A menina também se deita no chão, não muito longe de seu companheiro)
Chica: Boa noite pera.
Chico: Boa noite laranja.
(Ambos se quedam dormindo e nesse momento aparecem os dois criminosos)
Delinquente 1: O burro e a jumenta adormeceram.
(Ambos saem de seu esconderijo e se aproximam dos dorminhocos)
Delincuente 2: Bruto, você já tinha visto esta casa antes?

Delinquente 1: Está muito perto da nossa casa e nunca tinha visto


Delincuente 2: É um presente que nos fazem dom jumento e dona jumenta

(Os criminosos amarram o rapaz e a moça, sem acordá-los, às colunas.


de madeira da varanda)
Delincuente 1: Esses dois têm um sonho muito profundo.
Delinquente 2: E seu burro continua com aquele chapéu tão feio.

(O delinquente 2 tira o chapéu do garoto e o lança muito longe do lugar)


Delincuente 1: Dormimos fora ou dentro?
Delinquente 2: Dormir fora quando se tem uma casa é coisa de burros.
Delincuente 1: Agora somos uns senhores.
Delincuente 2: Vamos dormir e amanhã vemos o que fazemos com esses dois.
(Ambos entram na casa)
(A cena fica parada por alguns segundos, até que aparece uma bruxa muito
fea na casa e fica olhando para os criminosos e para a casa)
Bruxa: Que idiota construiu esta casa nas minhas terras?
(Disse a bruxa com voz monstruosa)
Despertem todos os que estão dormindo.
(Os dois rapazes acordam e ficam muito surpresos por estarem amarrados. E se
surpreendem mais quando veem a bruxa
(Os dois criminosos saem de casa e veem a bruxa)
Delinquente 1: Que senhora tão feia!
Delinquente 2: É uma bruxa!
Delinquente 1: Não importa, é uma bruxa muito feia!
Bruxa: Feia?
(Ele os aponta com o dedo a ambos)
Tu rato serás e tu em coelho te transformarás.
(Há um monte de explosões e os criminosos se transformam um em rato e o
outro em coelho)
Assim aprenderão a me tratar com respeito e a não construir uma casa em minhas terras.
Rato: Vou construir tua casa
Bruxa: O que você diz? Não entendo a linguagem dos ratos
Coelho: nós não construímos nesta casa
Bruja: Também não entendo a língua dos coelhos, saiam daqui antes que
os converta em cocô de cabra.
Rato: resto tes rinjusto
Coelho: cesta não é justa
Bruja: Contar até três, e se não forem popo de cabra serão… Um, dois…
(O rato e o coelho saem correndo muito rápido do lugar)
Bruja:(Observa o garoto e a garota ainda amarrados)
E vocês? Com certeza os tinham aqui para comê-los no café da manhã. Não é
mau ideia, embora a garota pareça ter um sabor muito azedo. O garoto parece
que tem um sabor muito doce. Amarrado e em silêncio você me seguirá para casa!

(Com uma explosão, o garoto fica solto da árvore, mas fica amarrado de
mãos e pés. Assim vai saltando em direção à bruxa)
Chica: Não o leve assim
Bruxa: O que você quer dizer?

Chica: Não o leve sem o chapéu, é aquele que está ali jogado, sem ele ele ficará
gripe enseguida. E com gripe não vai estar tão delicioso para comê-lo.
Bruxa: Você será ácida, mas não é boba
(A bruxa vai pegar o chapéu e o coloca na cabeça do menino)
(quando a bruxa colocou o chapéu disse)
Quero que esta bruxa desapareça para sempre
Chica: Um pouco sim, mas acho que é algo normal nas peras
Chico: Menos mal que tenho uma laranja ao meu lado
(Saem ambos com o chapéu)
Fim.

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