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Problem A 03

Junior, um estudante de 28 anos, desenvolveu sintomas de ansiedade e evitou atividades sociais após uma crise de pânico no carro. Ele buscou ajuda psicológica e psiquiátrica, sendo diagnosticado com agorafobia e tratado com medicação e psicoterapia. Atualmente, Junior apresenta melhorias significativas, conseguindo sair de casa sozinho e retomar algumas atividades da sua vida anterior.

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Dênisson Lima
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Problem A 03

Junior, um estudante de 28 anos, desenvolveu sintomas de ansiedade e evitou atividades sociais após uma crise de pânico no carro. Ele buscou ajuda psicológica e psiquiátrica, sendo diagnosticado com agorafobia e tratado com medicação e psicoterapia. Atualmente, Junior apresenta melhorias significativas, conseguindo sair de casa sozinho e retomar algumas atividades da sua vida anterior.

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MÓDULO 01

PROBLEMA 3 – SENSAÇÃO QUE VOU SUMIR!

Junior, 28 anos, solteiro, estudante universitário, mora com os pais e há 8 meses deixou de ir para universidade,
andar de ônibus, sair sozinho e dirigir.
Relata que há um ano estava no carro com a mãe, no centro da cidade, quando começou a “passar mal”, sentido
falta de ar e formigamento no corpo. A mãe atribuiu ao calor, pois estavam em um trânsito congestionado.
Muito impaciente abriu a porta do carro e saiu, ficando na calçada extremamente ansioso. Não conseguindo
retornar para o carro resolveu ir andando para casa. Após este episódio passou a evitar locais congestionados,
multidões, shopping ou mesmo locais em que apresentasse alguma dificuldade de “escapar”. Este fato passou
a tomar grandes proporções em sua vida, a ponto de abandonar a faculdade e evitar os amigos. Familiares
pensaram em síndrome do pânico; uma amiga psicóloga disse que poderia estar sofrendo de agorafobia.
Resolveu então procurar ajuda psicológica por perceber intensa ansiedade, piora do mal-estar, o qual vinha
acompanhado de palpitações repentinas, suores nas mãos, tremores, dores musculares no pescoço e ombros,
sensação de tontura; achava que tinha um problema cardíaco, ficava muito angustiado, temendo que fosse
morrer. Passou a viver constantemente com temor de ter uma nova crise. Ele evitava permanecer sozinho e a
frequentar locais onde não pudesse ser socorrido imediatamente. O psicólogo encaminhou para avaliação
psiquiátrica. Foi submetido a vários exames – todos com resultados normais (EEC, ECG, testes ergométricos,
ecocardiograma, hemograma, exame de função tireoidiana, renal e hepática).
Iniciou acompanhamento no CAPS de referência de sua região. Durante a primeira avaliação, informou ao
psiquiatra que nos últimos três meses começou a apresentar tristeza, angustia, vontade de chorar, desmotivação
e “sensação de vazio”. Foi medicado com Fluoxetina 20mg e Alprazolan 1mg associados à psicoterapia e
apresentou boa resposta ao tratamento.
Atualmente Junior está com os ataques bloqueados, tem saído de casa sozinho e vai a lugares próximos. Voltou
a andar de ônibus, retornou algumas atividades anteriores à doença e relata esses avanços com grande
satisfação.

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