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Trabalho de Bioestatística

O documento aborda a epidemiologia como uma ciência fundamental na saúde pública, estudando a frequência e distribuição de doenças em populações. Destaca sua evolução histórica, importância, objetivos, princípios e relações com outras disciplinas, além de descrever termos técnicos utilizados na área. A epidemiologia é essencial para entender e controlar problemas de saúde, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e a redução da mortalidade.
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Trabalho de Bioestatística

O documento aborda a epidemiologia como uma ciência fundamental na saúde pública, estudando a frequência e distribuição de doenças em populações. Destaca sua evolução histórica, importância, objetivos, princípios e relações com outras disciplinas, além de descrever termos técnicos utilizados na área. A epidemiologia é essencial para entender e controlar problemas de saúde, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e a redução da mortalidade.
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República Bolivariana da Venezuela

Ministério do Poder Popular para a Defesa

Universidade Nacional Experimental da Força Armada (UNEFA)

2º Semestre - Seção: D02

Bioestatística

A EPIDEMIOLOGIA

Caracas, Novembro 2021

ÍNDICE

PÁG
Introdução 1
A epidemiologia e sua evolução 2
Importância, objetivos e princípios fundamentais da epidemiologia 4
Características e relacionamento com outras ciências 5
Usos da epidemiologia 6
Termos técnicos utilizados na epidemiologia 7
Conclusão 10
Bibliografia 11
INTRODUÇÃO

A epidemiologia, que também poderia ser chamada de epidemiologia humana,


compõe uma parte fundamental dentro da saúde pública e ocupa um lugar especial
na interseção entre as ciências biomédicas e as ciências sociais, e integra os
métodos e princípios dessas ciências para estudar a saúde e controlar as
enfermidades em grupos humanos bem definidos.

Na epidemiologia, estudam-se e descrevem-se as doenças que se apresentam em


uma determinada população, para a qual se têm em conta uma série de padrões
de doença, que se reduzem a três aspectos: tempo, lugar e pessoa: o tempo
que tarda em surgir, a temporada do ano em que surge e os tempos em que
é mais frequente; o lugar (a cidade, a população, o país, o tipo de zona) onde
foram apresentados os casos, e as pessoas mais propensas a padecer dela (crianças,
idosos, entre outros, dependendo do caso).

A epidemiologia surgiu do estudo das epidemias de doenças infecciosas;


daí seu nome. Já no século XX, os estudos epidemiológicos se expandiram
também às doenças não infecciosas. Para a análise adequada de
informação epidemiológica é cada vez mais frequentemente necessária uma equipe
multidisciplinar que preveja a participação de profissionais de outras áreas
científicos, entre os quais a demografia e a estatística são especialmente
importantes.

No presente trabalho, estudaremos diferentes âmbitos da epidemiologia,


passeando desde sua definição até os termos técnicos utilizados na área.

1
A EPIDEMIOLOGIA

Segundo (Goldberg, 199035), a epidemiologia é a ciência que estuda a


frequência e distribuição das doenças no tempo e no espaço, o papel de
os diferentes fatores que determinam essa frequência e distribuição, e tudo isso em
determinada população humana.

A epidemiologia é um ramo da saúde pública que tem como propósito descrever


e explicar a dinâmica da saúde populacional, permitindo intervir em seu curso
natural.

A palavra epidemiologia deriva de três vocábulos gregos, estes são: EPI: sobre;
DEMIOS (ou DEMO): povo; LOGIA: conhecimento, estudo. Agora bem, em um
Sentido prático, poderíamos definir a epidemiologia como a "aplicação do método
científico para obter respostas sobre a saúde, a doença e os
determinantes de ambos; ao realizar estudos nas populações.

Em termos gerais, para a epidemiologia, uma população é constituída por um


conjunto de unidades e, nesse sentido, poderão identificar-se populações de diferentes
tipos e formas. Assim teremos a população de pacientes internados, os trabalhadores
de uma indústria, os condutores de automóveis, os fumantes e os não fumantes,
etc. Mas como parâmetros gerais das populações epidemiológicas, devemos
dizer que sempre estão referidas a uma zona geográfica e um tempo determinados.

Nesse sentido, a definição completa de uma população epidemiológica estaria dada


pela conjunção de três componentes: pessoa (fatos ou objetos), lugar e tempo.
Suponhamos como exemplo o estudo dos nascimentos ocorridos no lapso de
dois anos em uma cidade concreta.

EVOLUÇÃO

Na evolução histórica das ideias que desembocaram no conceito atual de


A higiene e a epidemiologia podem ser identificadas em cinco etapas ou períodos
fundamentais: primitiva, clínico individualista, das grandes epidemias, etiológico-
unicista e ecológico-multicausal ou atual.

Primitivo:A antiguidade da epidemiologia remonta-se às origens da


sociedade humana, desde que o homem teve seus primeiros contatos com as
doenças e elaborou métodos rudimentares de combate a elas. A história
antiga nos fala de Empédocles (504-443) que em sua cidade natal, Agrigento,
combatió uma epidemia aparentemente de paludismo secando os pântanos e fumigando
as casas. Demócrito (460-360) o mais alto representante do materialismo na
Grécia antiga, apontava que da matéria-prima havia surgido tudo o que existe e
em comunicação a Hipócrates (460-355), célebre médico de Cos, deixou sentado que
os homens em suas orações pediam saúde aos deuses e desconheciam que os
meios para obtê-la os possuíam eles mesmos.

2
Etapa clínico-individualista: Na evolução histórica das ideias que
desembocaram no conceito atual de epidemiologia, pode-se distinguir esta
etapa que se corresponde com a sociedade escravista. Todo o esforço foi dedicado ao
estudo dos quadros clínicos, os sinais e sintomas que apareciam em cada
processo ou doença; caracterizá-los, tentar diferenciar uns dos outros e definir
a qual doença correspondia. Os médicos da época pretendiam identificar
enfermos em forma individual. Etapa das grandes epidemias Com a chegada
do regime feudal, o interesse médico principal centrou-se na afetção de grandes
grupos humanos. Isso se deveu às pavorosas epidemias que assolaram a Ásia na
Idade Média e que se propagavam, fundamentalmente, seguindo as rotas do
comércio. Neste período, foram descritas grandes epidemias de peste bubônica,
smallpox, yellow fever, leprosy, malaria, epidemic typhus and others.

Etapa etiológico-unicista: G. Fracastorius (1483-1553) com seu esboço da teoria


do contágio, seus trabalhos na epidemia de sífilis do século XVI e suas obras sobre as
causas das doenças. Paracelso (1493-1541) quem descobriu o mal
venéreo, publicou um livro sobre a epidemia de peste. Juan Fernel (1497-1558)
escreveu um livro sobre as doenças venéreas, rejeitou em sua etiologia as explicações
sobrenaturais e astrológicas, e destacou rotundamente que só se adquire pelo
intercâmbio sexual e algum outro contato "impuro".

G. Cardano (1501-1576) desenvolveu a teoria das "sementes com vida" ou "sementes


esenciais da contaminação", antecedente histórico dos micróbios como agentes
causais das doenças infecciosas. N. Smith //1762-1829) com seus trabalhos
sobre febre tifóide.

P. A. Lois (1789-1827) que desenvolveu o método numérico ao introduzir a


utilização das estatísticas na epidemiologia. R. Virchow (1821-1902) como
fundador da higiene social, assim como dezenas de outros grandes pesquisadores e
cientistas.

Etapa ecológico-multicausal: Corresponde a esta etapa, o descobrimento dos


causas determinantes no sistema de forças em interação para a produção do
efeito doença. A doença concebida à luz dos conhecimentos mais
modernos, resulta de um processo muito complexo e intrincado, que se produz entre o
homem e os elementos do ambiente, no qual alguns atuam como causa
determinante e outros como condições.

Milton Terris, médico de saúde pública e epidemiologista americano, destacou que


estamos vivendo na geração de uma segunda grande revolução da
epidemiologia. Além disso, apontou que estamos contemplando quão longe eles chegaram
os conhecimentos na epidemiologia das doenças não transmissíveis e isso,
sem dúvida alguma, pode ter um impacto comparável àquele que ocorreu com o
descobrimento dos agentes causadores do cólera e da tuberculose no final do século
XIX.

3
IMPORTÂNCIA

Detectar os problemas de saúde e poder modificá-los são duas das ações mais
importantes da epidemiologia. Portanto, esta ciência é capaz de melhorar a
qualidade de vida das pessoas, assim como alcançar a diminuição de seus riscos de mortalidade.
Através desta disciplina, é possível entender o que acontece nas populações.

A importância da epidemiologia reside no fato de que, por meio dessa ciência, é possível
determinar a frequência e a tendência das doenças, entender quais são as
intervenções de prevenção mais eficazes, assim como caracterizar as prestações
sanitárias. Esta também se aplica na medicina clínica e permite completar quadros
clínicos através da tipificação de doenças.

Além disso, esta carreira contribui para o ensino por meio do treinamento de
profissionais em áreas como a leitura de literatura biomédica e a síntese empírica
e quantitativa. Além disso, contribui para a pesquisa clínica ao formalizar desenhos
epidemiológicos, permitir o estudo de métodos diagnósticos e fatores prognósticos.

OBJETIVOS DA EPIDEMIOLOGIA (GERAIS E ESPECÍFICOS).

Analisar o processo Saúde-Enfermidade de acordo com sua evolução histórica


como fenômeno social.

Específicos: Os principais objetivos da pesquisa epidemiológica são, por


um lado, descrever a distribuição das doenças e eventos de saúde em
populações humanas e, por outro, contribuir para a descoberta e caracterização de
as leis que governam ou influenciam estas condições.

PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA EPIDEMIOLOGIA.

Multicausalidade: Na epidemiologia, este princípio reconhece que as doenças


não têm causa única, mas causas múltiplas. Intervêm três fatores da tríade:
hóspede

Huésped. É a pessoa ou animal que contrai a doença.

Agente. É o causador da doença.

Ambiente. Enlaza ao agente e ao hóspede.

Vulnerabilidade: Designa-se pessoa vulnerável aquela que tem a máxima


probabilidade de extrair uma doença que não seja infecciosa.

Susceptibilidade. É empregada em doenças transmissíveis. Um indivíduo


susceptível é aquele que por não ter estado exposto a um determinado agente
patógeno, não possui defesas específicas para resistir ao agente de suas doses
infectante, e se entrar em contato com este mesmo agente, tem a probabilidade de

4
enfermar-se. A exposição ao agente pode ser por: doença ou por vacinação.
A susceptibilidade está relacionada com: idade, sexo, estado nutricional e outros fatores.
biológicos.

Imunidade: Este termo é utilizado em doenças transmissíveis. Uma pessoa


imune é aquela que por já ter sido exposta a um determinado agente
patógeno é capaz de dar resposta suficiente para se proteger contra a
doença que provoca dicho agente. No entanto, a imunidade é relativa e
pode ser anulada por:

a) Uma dose excessiva do agente infectado.

b) Porque é muito virulento ou tóxico.

CARACTERÍSTICAS DA EPIDEMIOLOGIA.

Não estuda apenas doenças, mas todo tipo de fenômenos relacionados com
a saúde
Defina os problemas de saúde importantes para a comunidade
Descreva a história natural da doença
Prediga as tendências de uma doença

RELAÇÃO DA MESMA COM OUTRAS DISCIPLINAS.

Segundo Jhovan Salomón Ayala, licenciatura em psicologia sexto semestre:

Saúde pública: É a disciplina encarregada da proteção da saúde em nível


poblacional. Nesse sentido, busca melhorar as condições de saúde de
comunidades por meio da promoção de estilos de vida saudáveis, as campanhas de
conscientização, a educação e a pesquisa.

Estatística: É uma ciência que estuda a coleta, análise e interpretação de


dados, seja para ajudar na tomada de decisões ou para explicar condições
regulares ou irregulares de algum fenômeno ou estudo aplicado, de ocorrência em
forma aleatória o condicional, pelo qual a relação que tem com a epidemiologia
é reconhecer quais são as possíveis explicações da etiologia de um surto
epidemiológicos, obtendo um prognóstico da evolução da patologia em
determinada população.

Sociologia: É a disciplina social que estuda os fenômenos coletivos produzidos


pela atividade social dos seres humanos dentro do contexto histórico-cultural em
com o que estão imersos, por isso a epidemiologia se relaciona com isso
disciplina em ver a fenomenologia de distintas doenças ao longo da história
em distintos assentamentos de grupos humanos.

Demografia: É conhecida como a ciência que tem como objetivo o estudo da


populações humanas, trata de sua dimensão, estrutura, evolução assim como suas
características gerais. Por consequência, relaciona-se com a medicina clínica

5
fazendo o cálculo dos doentes que poderiam aparecer conforme o passar dos
anos.

Economia: ciência social que estuda o comportamento econômico de agentes


individuais: produção, intercâmbio, distribuição, consumo de bens e serviços,
entendidos estes como meios de satisfazer necessidades humanas e resultado
indivíduo ou coletivo da sociedade, tendo especial relação com a epidemiologia
para conhecer o custo de programas de prevenção.

USOS DA EPIDEMIOLOGIA.

1. Medição do nível de saúde das populações: para estabelecer a frequência e


distribuição dos eventos relacionados à saúde e à doença.

• Determinação do estado de saúde, a magnitude da capacidade ou da deficiência.

• Identificação de grupos de risco na população.

• Detecção de mudanças na incidência ou prevalência e nos padrões de


doenças e suas consequências.

Priorização dos problemas de saúde.

Planejamento da oferta de serviços e alocação de recursos.

2. Descrição da doença: para identificar as associações com outras


variáveis, que podem ser de fatores de risco ou protetores.

História natural.

• Definição de faixas de normalidade e/ou valores esperados.

• Completar o quadro clínico de uma doença e identificar condições


predisponentes.

Identificar a duração da etapa anterior ao aparecimento dos sintomas.

• Ajudar na previsão do curso clínico com e sem tratamento.

3. Identificação dos determinantes das doenças:

• Estabelecer relações entre fatores e condições relacionadas com o surgimento e


distribuição das doenças.

• Distinguir entre: associações de dependência estatística - entre dois ou mais


eventos, características ou variáveis. Essas associações podem ou não estar em
relação causal e, determinantes, fatores que podem produzir mudanças nas
condições de saúde.

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4. Controle e prevenção da doença:

Remover ou eliminar agentes primários, dependendo do reservatório natural, modo


de disseminação e local de ação.

Proteger a população melhorando as condições do ambiente.

Aumentar a resistência do hospedeiro (imunização, incremento da resistência


biológica).

• Modificar o comportamento humano para impedir riscos ou promover ações


saudáveis.

5. Seleção de métodos de controle e prevenção:

• Identificar grupos de risco.

• Identificar fatores quantificadamente importantes.

• Estabelecer a efetividade de métodos para o controle e prevenção.

6. Planejamento e avaliação de serviços de saúde:

• Estimar necessidades e demandas da população.

• Identificar principais riscos para a saúde da comunidade.

Estabelecer a eficácia das intervenções.

• Avaliação da efetividade das intervenções propostas

7. Outros:

Leitura crítica de informação científica.

Predição de cenários de saúde.

Estudar a distribuição dos recursos de acordo com as necessidades da população.

Aplicar resultados ao cenário clínico.

TERMINOS TÉCNICOS UTILIZADOS NA EPIDEMIOLOGIA.

Agente etiológico: Entidade biológica, física ou química capaz de causar doença.

Agente infeccioso: Micro-organismos (vírus, rickettsia, bactéria, fungo,


protozoário), os parasitas (helminto e outros) capazes de produzir uma infecção ou uma
doença infecciosa.

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Aislamiento: É a separação de pessoas ou animais infectados, durante o
período de transmissibilidade da doença, em lugares e condições tais, que
evitem ou limitem a transmissão direta ou indireta do agente infeccioso para pessoas
susceptíveis ou que possam transmitir a doença a outras.

Ambiente: Conjunto de elementos físicos, químicos, psicosociais e biológicos,


(altitude, clima, vegetação, fauna, qualidade do ar, da água, do solo, etc.) que
constituem o contexto de vida dos indivíduos e podem influenciar seu estado de
saúde.

Anatoxina (Toxoide): Toxina tratada com formal ou outras substâncias que perde seu
capacidade toxigênica, mas conserva sua imunogenicidade.

Anticorpo: Globulina encontrada em fluidos teciduais ou no soro, produzida em


resposta a um estímulo de antígenos específicos sendo capaz de combinar-se com
os mesmos, neutralizando-os ou destruindo-os.

Antígeno: Porção ou produto de um agente biológico capaz de estimular a


formação de anticorpos específicos.

Antitoxina: Anticorpos protetores que inativam proteínas solúveis tóxicas de


bactérias
ao número de pessoas que apresentam uma doença, relacionando-o com o
número de pessoas expostas ao risco de sofrer a doença em um
período limitado de tempo e em condições especiais, como em uma epidemia. Se
expresse em porcentagem (casos por cem).

Bioética: É o estudo sistemático da conduta humana no âmbito do


ciência, da vida e do cuidado da saúde, examinada à luz dos valores
morais e seus princípios.

Brote: Episódio no qual dois ou mais casos da mesma doença têm alguma
relação entre si: pelo momento de início dos sintomas, pelo lugar onde
ocorreram, pelas características das pessoas doentes, por exemplo: idade
(crianças da mesma escola), grupo étnico, ocupação (trabalhadores do mesmo
fábrica), passageiros em um mesmo meio de transporte, etc. É a busca de casos
através de visitas sistemáticas e periódicas ou eventuais a serviços de saúde,
domicílios ou áreas determinadas.

Caso autóctono: Caso contraído pelo enfermo na zona habitual de seu


residência.

Caso confirmado: Pessoa da qual foi isolado e identificado o agente etiológico


o da qual foram obtidas outras evidências clínicas, epidemiológicas e/ou
laboratoriais que seguem os critérios e definições para cada doença
específica.

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Estudos caso-controle: Tipo de estudo epidemiológico no qual se busca
inferir uma associação entre um determinado fator de risco e a ocorrência de uma
determinada doença em grupos selecionados, a partir da presença da
doença em questão no grupo de estudo e sua ausência no grupo.

Caso esporádico ou isolado: Caso que, de acordo com as informações disponíveis, não se
apresenta relacionado epidemiologicamente a outros casos.

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CONCLUSÃO

Podemos concluir dizendo que a Epidemiologia tem sido tradicionalmente a


disciplina que assume o estudo das relações entre as condições de vida e a
situação de saúde em diferentes grupos populacionais, sua vocação básica é a de
fundamentar os esforços sociais para melhorar a saúde em função de
transformação daquelas condições objetivas de existência, com impacto sobre
os perfis de morbimortalidade de a população.

A epidemiologia estuda a distribuição, a frequência, a gravidade dos problemas.


de saúde e o que os causa. Além disso, faz parte da área da saúde pública, a qual
se encarrega de estudar as doenças na população, os fatores de risco e
os danos à saúde.

Também tem a função de vigiar o surgimento de novas doenças ou o


aumento de alguma doença. Esta informação é útil porque através de um
análise dos dados pode-se identificar os problemas prioritários de atenção e
prevenção no país em matéria de saúde pública, aplicar normas e políticas
públicas.

10
BIBLIOGRAFIA

(Goldberg, 199035)

Ciência UNAM, Direção Geral de Divulgação da Ciência

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Jhovan Salomón Ayala, licenciatura em psicologia sexto semestre

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