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Resumo Endodontia

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O QUE É INFLAMAÇÃO?

#
Resposta do corpo a algum organismo ou agressão

OQUE É INFECÇÃO? #
Resposta do organismo a invasão de bactérias no organismo

PULPITE REVERSIVEL - Tecido pulpar inflamado, normalizado após retirado


o agenteetiologico

PULPITE IRREVERSSIVEL - Inflamação severa da polpa, tratamento


pulpectomia ou pulpotomia

PULPITE CRONICA HIPERPLASICA – alteração pulpar, podendo ultrapassar


os limites da câmera pulpar tratamento endodôntico

NECROSE PULPAR – ultimo estagio de inflamação da polpa, dente não


apresenta mais vitalidade tratamento endodôntico

PERIODONTITE APICAL CRONICA – lesão crônica resultante de um agente


de baixa intensidade como traumas leves, teste vitalidade negativo tratamento
endo, cirúrgico ou retratamento

CISTO PERIODONTAL APICAL – persistência do processo inflamatório, são


cavidades revestidas por epitélio estratificado, tratamento endo e cirúrgico

ABSCESSO PERIAPICAL CRONICO – processo inflamatório crônico com foco


na região apical, tratamento endo, cirúrgico ou retratemento.

PERIODONTITE APICAL – inflamação na região periodontal apical

ABSCESSO DENTOALVEOLAR AGUDO – processo inflamatório agudo


caracterizado pela formação de PUS, podendo ser intra óssea, subperiostal,
submucosa, tratamento fazer a drenagem.

PROVA – CANAL ATRESICO, um canal mais estreito

DENS IN DENTE é uma anomalia de desenvolvimento dentário caracterizada


pela presença de tecidos calcificados, como esmalte e dentina, no espaço da
cavidade pulpar
FUSÃO DENTAL, em algum momento no período da sua formação
(odontogênese), acontece a união de dois germes dentários adjacentes.
encontram-se aderidos pela dentina, possuindo duas coroas e duas raízes.

GERMINAÇÃO DENTAL, em algum momento da odontogênese ocorreu a


tentativa de um germe dentário em dividir-se, resultando em um dente com
coroa bífida, ou seja, apenas uma raiz e um canal radicular em comum.

CAMARA PULPAR – coroa, estreita no sentido V-L -larga no sentido M-D


CANAL RADICULAR – parte raiz, reta, curva ou sinuosa

PAREDES DA CAMERA PULPAR c câmera, t teto e p polpa

FATORES QUE ALTERAM A CAVIDADE PULPAR


• DEPOSIÇÃO DE DENTINA SECUNDÁRIA
• DEPOSIÇÃO DE DENTINA TERCIÁRIA OU REPARATIVA
• CALCIFICAÇÕES QUE OCORREM NO TECIDO PULPAR
• REABSORÇÃO DENTINÁRIA INTERNA
• ANOMALIAS DE FORMAÇÃO

FATORES ETIOLOGICO DA DOENÇA PULPAR


BIOLOGICO - necrose e lesões
FISICOS - traumas
QUIMICOS - ácidos

TESTE VITALIDADE PULPAR


- DOI E PARA - dente ok
- DOI E CONTINUA DOENDO – endodontia
- NÃO DOI - necrose pulpar

JOVEM – maior câmera pulpar e canal


VELHO – menor câmera pulpar vai diminuindo canal e câmara

INCLINAÇÃO DO DENTE NO ARCO


- EIXO CORONARIO com brocas
- EIXO RADICULAR com limas
CONDIÇÃO ANATOMICA DO DENTE- separadas, parcialmente fusionadas,
fusionadas

FROM ADA RAIZ, circular, elíptica, oitóide, riniforme

CONDIÇÃO ANATOMICA DA RAIZ

DELTA APICAL é uma morfologia do canal radicular na qual o canal principal é


dividido em múltiplas ramificações no terço apical
FORAMINAS- são o vários forames da delta apical
______________________________________________________________
INCISIVO CENTRAL SUPERIOR – INCLINAÇÃO ANGULO
Sentido mesiodistal e vestibulopalatino

DIREÇÃO DA RAIZ
Reta: 75%
Curvatura apical vestibular: 9,3%
Curvatura apical distal: 7,8%
Curvatura apical mesial: 4,3%
Curvatura apical palatina: 3,6%

IRROMPIMENTO entre 7 e 8 anos e término da rizogênese entre 9 e 10 anos

COMPRIMENTOS dos incisivos centrais superiores, Máximo (28mm), médio (22mm) e


mínimo (18mm)

TERÇO APICAL – forma circular


TERÇO NÉDIO – forma ovalada, com lado maior para vestibular

TERÇO CEVIVCAL – forma cônica triangular, com base para vestibular

____________________________________________________________

INCISIVO SUPERIOR LATERAL - – INCLINAÇÃO ANGULO


Sentido mesiodistal e vestibulopalatino

DIREÇÃO DA RAIZ
Reta: 29,7%
Curvatura distal: 49,2%
Ligeira angulação: 4,7%
Curvatura palatina: 3,9%
Curvatura vestibular: 3,9%
Curvatura mesial: 3,1%
Baioneta: 1,6%

IRROMPIMENTO entre 8 e 9 anos e término da rizogênese entre 10 e 11 anos

COMPRIMENTOS dos incisivos laterais superiores, Máximo (29mm), médio


(23mm) e mínimo (18,5mm), respectivamente
TERÇO APICAL forma circular

TERÇO MÉDIO forma ovalada, com discreto


achatamento
TERÇO CERVICAL forma cônica triangular,
com base vestibular

Raiz única, forma cônica triangular com base


voltada para vestibular e com ligeiro achatamento proximal

CANINO SUPERIOR – INCLINAÇÃO E ANGULO


Mesiodistal (6º) e vestibulopalatino (17º)

DIREÇÃO DA RAIZ
Reta: 38,5%
Curvatura distal: 19,5%
Curvatura vestibular: 12,8%
Curvatura mesial: 12%
Curvatura palatina: 6,5%
Pseudo-baioneta: 4,6%
Acotovelamento: 3,5%
Dilaceração: 2,6%

IRROMPIMENTO, entre 11 e 12 anos e término da rizogênese entre 13 e 15 anos


COMPRIMENTOS, Máximo (33,6mm), Médio (26,4mm) , Mínimo (20mm)
TERÇO APICAL, forma circular

TERÇO MEDIO, forma ovolada com


discreto achatamento proximal

TERÇO CERVICAL, forma cônica


triangular base vestibular e
achatamento para amesio/distal

RAIZ UNICA, forma cônica triangular de base para vestibular e achatamento


mésiodistal

INCISIVO CENTRAL INFERIOR – INCLINAÇÃO E ÂNGULO


Sentido mesiodistal e vestibulopalatino

DIREÇÃO DA RAIZ
Reta: 65%
Curvatura vestibular: 18%
Curvatura distal: 15%
Pseudo-baioneta: 2%

IRROMPIMENTO entre 6 e 7 anos e término da rizogênese entre 9 e 10 anos


COMPRIMENTOS dos incisivos centrais inferiores, máximo (27mm), médio
(21mm) e mínimo (17mm), Trata-se do menor dente da arcada.

TERÇO CERVICAL, MEDI E APICAL: forma


elipsóide com achatamento proximal

RAIZ UNICA, forma elipsóide com achatamento


proximal, podendo determinar a presença de dois
canais: vestibular e lingual

INCISIVO LATERAL INFERIOR – INCLINAÇÃO E ÂNGULO


Sentido mesiodistal e vestibulopalatino

DIREÇÃO DA RAIZ
Reta: 54%
Curvatura distal: 33%
Curvatura vestibular: 11%
Baioneta: 1%
Angulação: 1%

IRROMPIMENTO entre 7 e 8 anos e término da rizogênese entre 10 e 11 anos

COMPRIMENTOS incisivos laterais inferiores, máximo (29mm), médio (22mm) e


mínimo (17mm), respectivamente
TERÇO CERVICAL, MÉDIO E APICAL: forma
elipsóide com achatamento proximal

RAIZ UNICA, forma elipsóide com achatamento


proximal, podendo determinar a presença de dois
canais: vestibular e lingual
---------------------------------------------------------------------------------------------------------

CANINO INFERIOR – INCLINAÇÃO E ÂNGULO


Sentido mesiodistal e vestibulopalatino

DIREÇÃO DA RAIZ
Reta: 68%
Curvatura distal: 13%
Curvatura vestibular: 7%
Curvatura mesial: 1%
Pseudo-baioneta: 1%

IRROMPIMENTO entre 9 e 10 anos e término da rizogênese entre 12 e 14 anos

COMPRIMENTO dos caninos inferiores, podemos citar, máximo (32mm),


médio (25mm) e mínimo (19mm)
Terço cervical: Forma ovalada com base para vestibular e
achatamento proximal

Terço médio: Forma ovalada com base para vestibular e


achatamento proximal, porém de menor calibre que o
cervical

Terço apical: Forma circular

ACESSO EDODONTICO – inicia –se o processo com anestesia

PRINCÍPIOS DE ABERTURA E PREPARO DA CAMARA PULPAR


- REMOÇÃO DO TECIDO CARIADO
- ACESSO E CONTORNO
- FORMA DE CONVENIÊNCIA
- TRATAMENTO DAS PAREDES DE ESMALTE
- LIMPEZA DA CAVIDADE

PONTO DE ELEIÇÃO: É o ponto onde iniciamos a abertura, sendo especifico


para cada grupo dental.
DIREÇÃO DE TREPANAÇÃO: É uma linha imaginária que partindo do ponto
de eleição, alcançamos a parte mais volumosa da câmara pulpar

FORMA DE CONTORNO: Tem como objetivo eliminar qualquer interferência


que venha impedir que os instrumentos endodônticos atuem em todas as
paredes do canal radicular
ABERTURA CORONÁRIA INCISIVO SUPERIOR
Área de eleição: 2-3 mm da borda incisal e 2mm do cíngulo;
Direção de trepanação: 45º em relação ao longo eixo do dente
Forma de contorno: Triangular regular, com base voltada para incisa

ABERTURA CORONÁRIA INCISIVOS INFERIORES


Área de eleição: 2-3 mm do bordo incisal e entre 1 e 2mm do cíngulo, mais
achatada no sentido inciso-lingual.
Direção de trepanação: 45º em relação ao longo eixo do dente
Forma de contorno: Triangular regular, com base voltada para incisal.

ABERTURA CORONÁRIA CANINO SUPERIOR E INFERIOR


Área de eleição: 2-3 mm da cúspide e 2mm do cíngulo.
Direção de trepanação: 45º em relação ao longo eixo do dente.
Forma de contorno: Lanceolada, chama de vela ou ovalada.

ABERTURA CORONÁRIA PRÉ MOLAR SUPERIOR


Área de eleição: Fossa central
Direção de trepanação: Paralela ao longo eixo do dente.
Forma de contorno: Elíptica Paredes expulsivas e divergentes para oclusal

ABERTURA CORONÁRIA 1º PRÉ MOLAR INFERIOR


Área de eleição: Fossa central deslocada para mesial
Direção de trepanação: Ligeiramente inclinada para vestibular.
Forma de contorno: Circular ou ovalada
Importante: No 2º PMI, a direção de trepanação será paralela ao longo eixo do
dente.

ABERTURA CORONÁRIA DENTES ANTERIORES


2. Inicia-se o desgaste do esmalte próximo ao cíngulo,aprofundando
ligeiramente a broca na dentina, inclinando-ana correta direção de trepanação.
3. Estende-se a cavidade de acordo com a forma de contorno, aprofundando e
buscando trepanar a câmara pulpar.
4. A persistência de pontos deretenção na porção incisal e dodepósito de
dentina na parede lingual devem ser verificados por meio daextremidade
angulada daSondaexploradora oitavada nº5.
5. Os remanescentes de teto da câmara pulpar precisam ser eliminados com
brocas troncocônicas diamantadas sem ponta ativa, 3082.
6. Uma vez removido totalmente o teto, localiza-se a entrada do canal com
auxílio de uma Sonda Exploradora Endodôntica N°16.

BROCA 3082 – CONTORNO

Anteriores 1. Brocas esféricas diamantadas (1011; 1012; 1012 HL)

ISOLAMENTO ABSOLUTO EM ENDODONTIA É um conjunto de


procedimentos que tem por finalidade eliminar a umidade para realizar os
tratamentos dentais em condições assépticas.

VANTAGENS DO ISOLAMENTO
Campo operatório seco
Melhora visualização
Elimina interferências de língua, lábios, bochechas e gengiva
Previne embaçamento do espelho
Diminui perda de tempo Relaxa o paciente
Efetiva barreira mecânica
Reduz contaminação por aerossóis
Manutenção da cadeia asséptica
Diminui a infecção cruzada
Padrão mínimo de atendimento

ASPECTOS ÉTICO-LEGAIS
Proteção ao paciente
Proteção dos tecidos gengivais adjacentes à ação cáustica das SQA
Proteção contra instrumentos rotatórios e manuais
Proteção ao profissional

PERFURADOR
1-Incisivos Inferiores
2- Incisivos Superiores
3- Caninos e Pré-Molares
4- Molares
5- Grampos

INSTRUMENTAL ACESSÓRIO• FIO DENTAL • SUGADOR • TIRA DE LIXA


METÁLICA• MATERIAIS VEDANTES • ALCOOL IODADO ou GEL
CLOREXIDINA• TESOURA • LUBRIFICANTE • CANETA PONTA POROSA

GRAMPOS SUGESTÃO
INCISIVOS: 211, 212.
PRÉ-MOLARES: 206, 207, 208, 209, W2A, 22, 27.
MOLARES: 200, 201, 202, 205, 14, 14-A, W8A, 26, 29.

TIRA DE LIXA • Tem por função regularizar arestas dentárias cortantes


situadas nas faces interproximais em situações que impedem a passagem
correta do lençol.

PREPARO PARA O SIOLAMENTO ABSOLUTO


•Avaliação do Remanescente Dental.
•Tecido cariado
•Restaurações antigas
•Espaço inter-dental livre
•Espaço biológico
•Estrutura dental onde será adaptado o grampo

ISOLA GRANDES DESTRUIÇÕES CORONÁRIAS Reconstrução em resina


antes de isolar
ISOLAR CASOS COM HIPERPLASIA GENGIVAL-

INSTRUMENTAL ACESSORIO
- fio dental
- sugador
- tira de lixa metálica
- matriz vedantes
- álcool iodado ou gel clorexidina
- tesoura
- lubrificante
- caneta porosa

ESPAÇO BIOLOGICO é a distância compreendida entre a crista óssea


alveolar e a margem gengival livre, se divide em três partes EPTERIO
JUNCIONAL, SULCO GENGIVAL E INSERÇÃO CONJUNTIVA

ESPAÇO INTERDENTAL LIVRE E ESPAÇO BIOLÓGICO • Eletrocirurgia – Gengivectomia aumentar


coroa clinica

RADIOGRAFIA EM ODONTOLOGIA para que serve?


Diagnostico, Tratamento, Planejamento, Estudo, Odontometria, Preparo,
Seleção de cone, Obturação e Controle pôs operatório

QUAIS RADIOGRAFIAS
1 –Radiografia Inicial
2 – Radiografia transoperatório, odontometria
3 - Radiografia transoperatório, odontometria
4 – Prova do cone
5 – Radiografia de qualidade de obturação
6 – Radiografia final

TECNICA PERIAPICAL DE PARALELISMO posicionamento paralelo entre o


receptor e o dente, e o feixe de raios X perpendicular a ambos

forame mentual é uma aberturaexterna do canal mandibular, próximo às raízes


dos pré-molares inferiores, por onde emerge o feixe vasculonervosomentual.

FÓVEA É uma área côncava, resultante de um adelgaçamento do corpo da


mandíbula, situada na sua face lingual, abaixo dos dentes molares, a qual aloja
a glândula submandibular.

Linha milo-hióidea é uma estrutura anatômica localizada na porção interna da


mandíbula, próxima à língula e ao forame da mandíbula.

Linha oblíqua é uma estrutura anatômica localizada na porção mais inferior do


processo coronóide, bem próxima à distal dos terceiros molares. Nela se
inserem alguns músculos da expressão facial.

TURBECULO GENI São saliências ósseas localizadas na porçãomediana da


mandíbula, as quais dão inserçãoaos músculos milo-hióide e genioglosso,
aparecendo nas radiografias periapicais comoum anel radiopaco.

TECNICA PERIAPICAL DA BISSETRIZ, longo eixo do dente e o longo eixo


do filme resultará em uma bissetriz, na qual o feixe de raios-x deverá incidir
perpendicularmente
Dentes superiores, plano de camper (tragus ate a asa do nariz)
Dentes inferiores, 5 a 10mm do bordo inferior do corpo da mandíbula
RADIOGRAFIA OCUSAL Esta técnica está indicada para:
*avaliação em maior extensão da presença e posicionamento de dentes
inclusos;
*avaliação em maior extensão de áreas patológicas;
*controle de expansão palatina.
• Filme posicionado sobre as superfícies oclusais dos dentes.

Indicações:
o Estudo de grandes áreas patológicas não observadas inteiramente no
exame periapical;
o Observação de dentes supranumerários, raízes residuais e corpos estranhos
em paciente edêntulos;
o Observação de sialólitos (litíase salivar) das glândulas sublinguais e
submandibulares;
o Observação de dentes não irrompidos;
o Estudo de anomalias maxilares – fissura palatina, toro palatino e mandibular
o Estudo de fraturas maxilomandibulares;
o Controle radiográfico do crescimento dos maxilares (expansão do palato
duro);
o Detectar abaulamento ósseo em áreas patológicas no sentido
vestibulolingual.

• Posicionamento da cabeça do paciente:


o Maxila: PSM perpendicular ao plano horizontal e linha de orientação tragus-
asa do nariz paralelo ao plano horizontal;
o Mandíbula: PSM perpendicular ao plano horizontal e plano oclusal dos dentes
superiores em 90° com o plano horizontal (inclinação da cabeça para trás).
RADIOGRAFIA INTERPROXIMAL, Nesta técnica observa-se simultaneamente
as coroas dentais dos dentes superiores e inferiores de uma região.

Está indicada principalmente para pesquisa de cárie nas superfícies


proximais, adaptação de coroas e restaurações, identificação de excessos
marginais.

Filme paralelo aos dentes com o auxílio de uma aleta de mordida.

TECNICAS RADIOGRAFICAS ALTERNATIVAS, são utilizados para contornar


as limitações de profundidade enfrentadas quando se obtém uma imagem
bidimensional a partir de um objeto tridimensional

 Métodos conhecidos:
1. Método de Miller-Winter
2. Método de Parma
3. Método de Le Master
4. Método de Clark

Método de MILLER WINTER: Definir a posição vestíbulo-lingual de dentes


inclusos, corpos estranhos e processos patológicos presentes na região
posterior da mandíbula.

 É também denominada de técnica de ângulo reto ou de dupla incidência


 A partir da interpretação da radiografia obtida por essa técnica é possível
definir a posição vestíbulo-lingual de achados presentes na mandíbula
 Indicações:
o Localizar alterações no interior do osso mandibular ou nos tecidos
moles
o Localizar alterações, principalmente, na região de canino e de 3°molar
inferior
 Nesse caso, o filme é estabilizado pela mordida do paciente

MÉTODO DE PARMA:

 Corresponde a uma modificação da técnica periapical no intuito


de visualizar completamente terceiros molares angulados

 Indicações:
o Localização de terceiros molares inferiores angulados, não
visualizados inteiramente por outras técnicas
o Impossibilidade de realizar uma panorâmica
 Nesse caso, o filme é estabilizado pelo indicador do paciente

TECNICA DE LE MASTER é necessário realizar a diminuição do ângulo vertical dos


raios-X e um aumento no paralelismo entre o filme e o dente com uso de ROLETES.
ODONTOMETRIA ELETRONICA, PRINCIPIOS
*Dentina é isolante elétrico
• Sinaliza o ápice quando atinge o Forame Maior
• Funciona em polpa viva ou necrótica
• Não precisa tocar o ligamento
• Canal pode estar úmido

PASSO A PASSO
• Um polo em contato com a mucosa (alça labial)
• Outro polo conectado ao instrumento endodôntico
• Circuito fecha quando atinge o forame maior
• Precisão entre 50 a 97%
• Realiza-se o acesso cirúrgico e preparo cervical e médio dos canais;
• Eliminação de qualquer interferência metálica ou contato com saliva;
• Ligar o aparelho e teste do circuito encostando a alça labial na presilha porta
lima;
• Posicionamento da alça no lábio do paciente;
INDICAÇÃO: Eliminar a sobreposição do processo zigomático da maxila sobre
as raízes dos molares superiores

TECNICA DE CLAKER o técnico precisa fazer três tomadas radiográficas.


Primeiramente, é feito um raio-X na posição central. Em seguida, o serão feitas
radiografias com variações angulares, para a esquerda e para a direita.

 Indicações:
o Determinar a posição vestíbulo-lingual de corpos estranhos, dentes retidos,
processos patológicos e anomalias
o Dissociar raízes e canais radiculares
o Localização de dentes não irrompidos.
o Na dissociação de canais radiculares sobrepostos.
o Localização de anomalias e processos patológicos em relação às estruturas
anatômicas.
o Localização de fraturas.

CAD – COMPRIMENTO APARENTE DO DENTE


CPT – COMPRIMENTO PROVISORIO DE TRABALHO
CRD – COMPRIMENTO REAL DO DENTE
CRT – COMPRIMENTO REAL DE TRABALHO
LAI – LIMA ANATOMICA INICIAL
LAF – LIMA ANATOMICA FINAL

LIMA SERIE ESPECIAL

LIMA 1 SERIE 15 A 40
15 – BRANCA
20 – AMARELA
25 – VERMELHA
30 – AZUL
35 – VERDE
40 – PRETA

LIMA 2 SERIE 45 A 80
45 – BRANCA
50 – AMARELA
55 – VERMELHA
60 – AZUL
70 – VERDE
80 – PRETA
LIMAS M TAPER 05 CANAIS AMPLOS – CURVATURA LEVE

LIMAS M TAPER 03 CANAIS ATRESICOS, CURVATURA MODERADA /


SEVERA

AS LIMAS M TAPER 5 e TAPER 3, AS LIMAS SAÕ CONICIVIDADE COMEÇA MENOR E TERMINA


MAIOR
TIP – DIAMETRO DO FINAL DA PONTA
TAPER 15.05 BRANCA
TAPER 20.05 AMARELA
TAPER 25.05 VERMELHA
TAPER 30.05 AZUL
TAPER 35.05 VERDE
TAPER 40.05 PRETA

TAPER 15.03 BRANCA


TAPER 20.03 AMARELA
TAPER 25.03 VERMELHA
TAPER 30.03 AZUL
TAPER 35.03 VERDE
TAPER 40.03 PRETA

Lima tipo K  Material: aço  Possui um quadrado no cabo  São fabricadas


torcidas (aço)  Secção transversal: quadrangular  Indicação: exploração
inicial  Instrumentação de canais retos  Corte: bom  Flexibilidade: ruim 
Poder de penetração -> Ponta ativa

Lima tipo K flex ou Flexofile  São limas com liga de titânio e possuem
memória elástica.  Possui um Quadrado (Metade Branco e Metade sem
Preencher) no cabo Secção transversal: em forma triangular  Indicação:
instrumentação de canais acentuadamente curvos Corte: ruim Flexibilidade:
muito boa
Lima tipo Headstrom  Possui um círculo no cabo  São fabricadas de forma
usinada  Secção transversal: em forma de vírgula/circular  Indicação:
pulpectomia e desobturação, retratamento, retificar curvatura Corte: muito
bom Flexibilidade: boa  Altamente cortante -> ponta inativa

COMPRIMENTO DA PARTE ATIVA 16 MM de qualquer lima o que aumenta é


a aste

Movimentos – Lima K
CATETERISMO

PATENCIA ¼ de volta apical e retirada da lima sem rotacionar


ROTAÇÃO vai dando giro sentido horário retira, IRRIGA com clorexidina gel, e
IRRIGA com soro fisiológico segue o procedimento por três vezes

SUBSTANCIAS QUIMICAS AUXILIARES • Promover a dissolução de tecidos


orgânicos vivos ou necrosados; • Eliminação ou máxima redução possível de
micro-organismos; • Promover lubrificação;

REQUISITO QUIMICOS
• Biocompativel
• Viscosidade ideal
• Solvente de tecido;
• Atividade antimicrobiana;
• Lubrificante
• Suspensão de detritos.

Tipos quimicos
* CLOREXIDINA Gel (Endogel)
1. Segurança;
2. Propriedade reológica;
3. Substantividade;
4. Medicação intracanal;
5. Maior vida de prateleira;
6. Evita pite de corrosão;
7. Amplo espectro antimicrobiano.

PROTOCOLO -A clorexidina em gel deve ser colocada em seringa


descartável de 3mL e agulha 20x5,5mm: Preencher o canal radicular e câmara
pulpar com o gel e em seguida iniciar a instrumentação-Fazer a irrigação dos
canais radiculares com soro fisiológico em seringas plásticas descartáveis de
5mL.

* HIPOCLORITO DE SÓDIO
• Líquido de Dakin NaOCl a 0,5% neutralizado por ácido bórico
• Liquor de Labarraque NaOCl a 2,5 %
• Solução de Milton NaOCl a 1,0 % estabilizada por cloreto de sódio
• Soda clorada NaOCl de 4 a 6%

Propriedades • Solvente de matéria orgânica Volume x Concentração X


Tempo •Hemostasia de polpa

Acidentes Sinais e sintomas • Gosto de cloro • Sensação de queimadura, dor


severa, edema, hemorragias,hematomas, áreas de necrose, úlceras,
parestesia, alteraçõesoculares, trismo, infecções secundárias e abscesso.

COMO PREVINIR ACIDENTES


- isolamento absoluto
- olhos EPI
- roupa babador ou lenço
- ingestão, bochecho abundante com agua
- alergia perguntar antes
- extravasamento do canal

* EDTA agente quelante orgânico, que sequestra íons metálicos, como o cálcio,
magnésio, cobre, ferro, Ação antimicrobiana; Remoção de smear layer; Remoção de
medicação intracanal - Não deve ser extravasado , sem pressão.
RETRATAMENTO ENDODONTICO uma técnica de intervenção que visa
extrair uma obturação do canal radicular, comumente defeituosa, que é seguida
da execução de uma nova terapia.

QUAIS OS OBJETIVOS DA OBTURAÇÃO?


Impedir a migração de bactérias, Do canal ao periápice do periápice ao canal
Impedir a penetração de exsudato, Do periápice ao canal
Evitar a liberação de toxinas, Do canal para o periápice

ETIOLOGIA DA RETRATAÇÃO
1- micro organismo radicular
2- infecção extraradicular
3- reação a corpo estranho, cone resto de papel
4- cisto verdadeiros

P – PATOGENICIDADE: determina se uma bactéria é ou não capaz de causar


doença em um hospedeiro
N – NUMERO: de casos fatais em proporção ao número total de casos
aparentes
V - VIRULENCIA: é a capacidade do agente infeccioso de produzir casos
graves e fatais.
R - RESISTENCIA: é o conjunto de mecanismos corporais que servem de
defesa contra a invasão ou multiplicação de agentes infecciosos,

CIMENTO ÓXIDO DE ZINCO EUGENOL possuem atividade antibacteriana,


efeito anestésico e efeito anti-inflamatório. possuem citotoxicidade e
neurotoxicidade. tempo de presa longo e sofrem contração ao tomar presa.

CIMENTO HIDROXIDO DE CALCIO • Biocompatível; • Bom reparo apical; •


Tempo de presa de 48 a 60 horas (Sealer)

CIMENTO RESINOSO Adesão, radiopacidade, tempo de presa longo, bom


escoamento e bem tolerado pelos tecidos

CIMENTO A BASE MTA Não contém eugenol Estimula formação de tecido


duro Tempo de presa de 120 min

HIPOCLORITO DE SÓDIO Vantagens Excelente ação antimicrobiana


Equilíbrio dinâmico Desvantagens Reações alérgicas Toxicidade
Instabilidade de armazenamento

CLOREXIDINA EM GEL Vantagens Biocompatíve Medicação intracanal


Associado com o soro fisiológico Substantividade Desvantagens Reações
alérgicas
Guta Percha CONES PARA ABTURAÇAO ENDODONTICA Plasticidade
Fácil manipulação Não irritante aos tecidos perirradicularesInibe o
crescimento bacterianoFácil remoção, caso necessário

SOLVENTES
CLOROFÓRMIO (TRICLOMETANO) • INCOLOR • CHEIRO
CARACTERÍSTICO • SOLÚVEL EM ÁLCOOL • POTENCIAL CANCERÍGENO
XILOL(DIMETILFENOL)• INCOLOR• CHEIRO SEMELHANTE AO BENZENO •
SOLÚVEL EM ÁLCOOL E BENZENO • MUITO TÓXICO
EUCALIPTOL (1 METIL, 4 ISOPROPIL CICLOHEXANO, 1-4 ÓXIDO) •
INCOLOR • CHEIRO SEMELHANTE AO DA CÂNFORA. • SOLÚVEL EM
ÁLCOOL • EFEITO ANTIMICROBIANO E ANTIINFLAMATÓRIO
ÓLEO DE LARANJA• SOLÚVEL EM ÁLCOOL• ODOR AGRADÁVEL• NÃO
APRESENTA EFEITOS NOCIVOS A SAÚDE

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