ESTÁNDAR DE INSTALAÇÃO para:
Equipamentos GUL – BBU8200 + RRU 8882.
Versão Data Autor Aprovado Por Observações
V1.0 20150601 Alex Oliveros Primeiro rascunho usando este modelo
ESTÁNDAR DE INSTALAÇÃO para:
Nodos GUL – BBU8200 + RRU8882.
Conceitos Básicos:
3GPP (Projeto de Parceria de Terceira Geração - 3ª Geração):
uma colaboração de grupos de associações de telecomunicações, conhecidos como Membros
Organizativos. O objetivo inicial do 3GPP era estabelecer as especificações de um sistema global
de comunicações de terceira geração 3G para móveis com base nas especificações do
sistema evolucionado "Sistema Global para Comunicações Móveis" GSM dentro do quadro do
projeto internacional de telecomunicações móveis 2000 da União Internacional de
Telecomunicações ITU.
ALCAP (Protocolo de Aplicação de Controle de Acesso ao Link)
de Acesso): É o protocolo de controle para a camada de transporte. Sua função básica é a
multiplexação de diferentes usuários em uma única transmissão AAL2 utilizando uma série de IDs
(CIDs). ALCAP é implementado nas interfaces Iub e Iu-CS.
Antena:Uma antena é um dispositivo (conductor metálico) projetado com o objetivo de emitir ou
receber ondas eletromagnéticas para o espaço livre. Uma antena transmissora é interface na
transformação de energia elétrica em ondas eletromagnéticas, e um receptor realiza a
função inversa.
Aterramiento: É uma união de todos os elementos metálicos que, por meio de cabos de seção
suficiente entre as partes de uma instalação e um conjunto de eletrodos, permite a desvio
de correntes de falta ou das descargas de tipo atmosférico, e consegue que não se possa dar
uma diferença de potencial perigosa nos edifícios, instalações e superfícies próximas ao
land.
ATM: O Modo de Transferência Assíncrona ou Asynchronous Transfer Mode (ATM) é uma
tecnologia de telecomunicação desenvolvida para enfrentar a grande demanda de capacidade
de transmissão para serviços e aplicativos. Com essa tecnologia, a fim de aproveitar ao máximo
a capacidade dos sistemas de transmissão, sejam eles de cabo ou rádio-elétricos, a
informação não é transmitida e comutada através de canais atribuídos em permanência, mas sim
em forma de pacotes curtos (células ATM) de comprimento constante e que podem ser roteados
individualmente mediante o uso dos denominados canais virtuais e trajetos virtuais.
Banda Base: Banda de frequências produzida por um transdutor, como um microfone, um
reconstrua o sinal de banda base original. Portanto, podemos dizer que a banda base descreve a
estado do sinal antes da modulação e da multiplexação e depois da
demultiplexação e demodulação. As frequências de banda base se caracterizam por serem
geralmente muito mais baixas do que as resultantes quando elas são utilizadas para modular uma
portadora ou sub portadora. Por exemplo, é sinal de banda base o obtido da saída de
vídeo composto de dispositivos como gravadores/reprodutores de vídeo e consoles de jogo,
diferente dos sinais de televisão que devem ser modulados para poderem transportá-los via
aérea (por sinal livre ou satélite) ou por cabo.
BBU (Unidade de Banda Base – Unidade de Banda Base): Unidade que processa sinais de banda base,
sendo responsável pela comunicação do site através da interface física da rede de
transporte.
BTS: Uma estação base é uma instalação fixa ou moderada de rádio para a comunicação média,
baja o alta bidirecional. Se usa para comunicar com uma ou mais rádios móveis ou telefones
celulares. Uma estação base (em inglês: Base Transceiver Station (BTS)) possui equipamentos
transmissores/receptores de rádio, na banda de frequências de uso (850 / 900 / 1800 / 1900
MHz) Em GSM e (850/900/1900/2100Mhz) em UMTS que são quem realizam o enlace com o
usuário que efetua ou recebe a chamada (ou a mensagem) com um telefone móvel. As antenas
geralmente localizadas no topo da torre (se existir), de edifícios ou colinas para dar uma
melhor cobertura e são do tipo dipolo. Normalmente, é composta por um mastro ao qual estão
unidas três grupos de uma ou várias antenas equidistantes. O uso de várias antenas produz uma
diversidade de caminhos radioelétricos que permite melhorar a recepção da informação.
Celula: Elemento de uma rede de Comunicações, caracterizado com seu próprio transmissor,
conhecidas como estação base. Essas células são usadas com o objetivo de cobrir diferentes áreas para
prover cobertura de rádio sobre uma área geográfica específica. As redes de células são
inherentemente assimétricas com um conjunto fixo de transceptores principais, cada um
servindo uma célula e um conjunto de transceptores distribuídos (geralmente, mas nem sempre,
móveis).
Clúster:Eé um conjunto de duas ou mais células que se caracterizam por manter uma série de
serviços compartilhados e por estarem constantemente monitorando uns aos outros. Aplica-se a os
conjuntos ou conglomerados de elementos de rede construídos mediante a utilização de
elementos comuns e que se comportam como se fossem uma única célula.
CS (Comutação de Circuitos): A comutação de circuitos é uma técnica
utilizada em Redes de Telecomunicações, onde dois nós estabelecem um canal de
comunicação dedicada através da rede antes que possam trocar informações entre
Sim. O circuito garante o uso da largura de banda completa, assim como a continuidade do serviço.
CS Fallback (Fallback de Comutação de Circuito): Esta é uma opção atraente que permite a
operadores aproveitar suas redes GSM / UMTS / HSPA legadas para a transmissão de voz. Com
CSFB, enquanto faz ou recebe uma chamada de voz, o terminal LTE suspende a conexão de
dados com a rede LTE e estabelece a conexão de voz por meio da rede legada. CSFB
completamente descarrega o tráfego de voz para as redes 2G/3G, o que, claro, obriga os
operadores a manter suas redes básicas de CS. CS FallBack é uma opção atraente a curto e
médio prazo, já que permite aos operadores otimizar ainda mais sua infraestrutura legada
existente, mas a longo prazo, outras opções serão mais atraentes para colher plenamente
os benefícios da convergência de EPC.
DDF: Uma Interface de Distribuição Digital (DDF: Digital Distribution Frame) é um dispositivo
passivo que se encarrega da terminação de cabos de dados, permitindo assim o estabelecimento
de conexões arbitrárias através dele.
Downlink (Enlace de bajada): Termo utilizado para representar o enlace entre um BTS/Nodo
B/ENB e a equipe de Usuário.
E-UTRA (Acesso de Rádio Terrestre UMTS Evoluído)
Evolucionado): Versão melhorada da interface aérea de UMTS, referida para a tecnologia LTE.
Não se relaciona com WCDMA. Utiliza SC-FDMA para uplink e OFDMA para downlink. Oferece picos
de 299,6 Mbps em downlink e 75,4 Mbps em uplink.
E1: É o formato europeu básico de transmissão digital; seu nome foi dado por
administração da (CEPT). É uma implementação da portadora-E. O protocolo E1 foi criado
faz muitos anos para interconectar troncos entre centrais telefônicas e depois foi-lhe
foi dando outras aplicações até as mais variadas que vemos hoje em dia. A trama E1 consta
em 32 divisões (slots de tempo) PCM (Modulação por Código de Pulso) de 64k cada uma, o que totaliza
de 30 linhas de telefone normais mais 2 canais de sinalização, em relação à comutação.
Sinalização é o que as centrais usam para se comunicar entre si e dizer o que está acontecendo.
o E1.
ENB (E – Node B, Evolved Node B – Nodo B Evolucionado): Elemento da E-UTRA de LTE; que
consiste na evolução do Nodo B UMTS. É o elemento de rede que se interconecta aos
dispositivos móveis. Não possui conexão alguma com elementos de Controle de Rede, o que facilita
e diminui os tempos de resposta.
EPC (Núcleo de Pacotes Evoluído – Evolved Packet Core): Rede de Núcleo (Core Network) dos
Sistemas LTE. É a última evolução da Arquitetura da Rede Central baseada em 3GPP.
Durante a fase de design da evolução do sistema 3G, a comunidade 3GPP decidiu usar IP
como protocolo de transporte chave para todos os serviços. Consequentemente, foi acordado que o
serviços. O uso tradicional dos circuitos para transmitir mensagens de voz e curtas necessárias seria
substituído por soluções baseadas em IP a longo prazo.
FE (Fast Ethernet): É o nome de uma série de padrões do IEEE para redes Ethernet de 100
Mbps (megabits por segundo). O nome Ethernet vem do conceito físico de éter. Em sua
o prefixo fast foi adicionado para diferenciá-la da versão original do Ethernet de 10
Mbps.
GE (Giga Ethernet): Também conhecida como GigaE, é uma ampliação do padrão Ethernet
(concretamente a versão 802.3ab e 802.3z do IEEE) que consegue uma capacidade de
transmissão de 1 gigabit por segundo, correspondentes a cerca de 1000 megabits por segundo de
rendimiento contra uns 100 de Fast Ethernet (Também chamado 100BASE-TX).
GERAN (Rede de Acesso de Rádio GSM EDGE): É o
conjunto de especificações de rádio para as tecnologias GSM e EDGE. Os padrões para
GERAN foram desenvolvidos pela 3GPP (Projeto de Associação de Terceira Geração). Embora
GERAN foi concebida inicialmente para sistemas GSM, atualmente também é combinada em
redes GSM/UMTS. GERAN é baseada nas técnicas de transmissão de velocidade EDGE,
combinada com melhorias na interface do link de rádio GPRS.
GSM (Sistema Global para Comunicações Móveis - Sistema Global para as Comunicações)
Móveis): Originariamente do francês Groupe Spécial Mobile, é um sistema padrão, livre de
regalías, de telefonia móvel digital. Um cliente GSM pode se conectar através de seu telefone com
seu computador e enviar e receber mensagens por e-mail, faxes, navegar na Internet,
acessar com segurança à rede informática de uma empresa (rede local/intranet), assim como
utilizar outras funções digitais de transmissão de dados, incluindo o serviço de mensagens
cortos (SMS) ou mensagens de texto. GSM é considerado, pela sua velocidade de transmissão e outras
características, um padrão de segunda geração (2G).
Entrega: Também conhecido como entrega ou transferência, é a metodologia utilizada em
comunicações móveis celulares com o objetivo de transferir o serviço de uma estação base para
outra quando a qualidade do link é insuficiente em uma das estações. Este mecanismo
garante a realização do serviço quando um móvel se desloca ao longo de sua zona de
cobertura.
HLR (Home Location Register – Registro de Localização do Lar): Banco de dados que armazena a
posição do usuário dentro da rede, se está conectado ou não e as características de sua assinatura
(serviços que pode e não pode usar, tipo de terminal, etc.). É de caráter mais bem
permanente; cada número de telefone móvel está associado a um HLR determinado e único, que
administra seu operador móvel.
capacidade de transporte de tráfego, nos casos em que utilizar uma linha de alta capacidade
(usando fibra óptica, por exemplo) não é possível. Um grupo IMA pode ser constituído por um
máximo de 32 cabos, o que permite uma largura de banda máxima de aproximadamente 64
Mbit/s.
Interface A (GSM): A interface A interconecta a BSC com o Core de Voz (MSC) GSM. A interface A
fornece 2 tipos distintos de informações, sinalização e tráfego, entre BSC e MSC. A voz é
codificada no TRC (Controlador de Transcodificação) e o sistema de
sinalização (geralmente SS7) é conectado de forma transparente através do TRC ou bem em um
enlace separado à BSC.
Interface ABIS (GSM): Interface utilizada no sistema GSM de telefonia móvel que funciona a
velocidade de 2 Mbit/s, de acordo com a recomendação G.703 da ITU-T, anteriormente CCITT, e através
do qual se comunicam as estações transceptoras (BTS) com as estações controladoras (BSC).
Interfície GB (GSM): A interface GB conecta a BSC com o GGSN (Gateway GPRS Support Node -
Nodo de Suporte ao Gateway GPRS). Permite a troca de sinalização e dados. Diversos
usuários são multiplexados no mesmo recurso físico, que geralmente são associados aos usuários
com tráfego em andamento. Depois desse período de uso, os recursos são imediatamente
liberados e reasignados para outros usuários; ao contrário da interface A, na qual um único
o usuário possui o uso dedicado do recurso físico durante a latência da chamada. A
a sinalização não requer a alocação de recursos físicos dedicados. Os dados do usuário e
a sinalização é roteada no mesmo plano de transmissão.
Interface IuB (UMTS): A interface IuB interconecta o Nodo B com a RNC. Até 3gpp R4, todos os
interfaces de rede são implementadas utilizando o Modo de Transferência Assíncrona (ATM)
exceto a interface Uu que utiliza tecnologia WCDMA. A partir da R5, em seu lugar podem ser
utilizar portadoras IP sobre circuitos Ethernet.
Interface IuCS (UMTS): Interface entre a RNC e a rede de núcleo de comutação de circuitos (CS-
CN). Serve de enlace entre UTRAN e o MSC.
Interface IuPS (UMTS): Interface entre a RNC e a rede de núcleo de comutação de circuitos (PS-
CN). Serve como enlace entre UTRAN e o SGSN (Serving GPRS Support Node – Nodo de Suporte ao
Serviço GPRS).
Interface IuR (UMTS): A interface IuB interconecta dois RNC distintos com uma fronteira comum. Sua
a principal função reside no estabelecimento da transferência entre 2 Nós B que compartilham a
fronteira em questão.
Interface S1 (LTE): Interface entre o ENB, o MME e o SGW. No plano do usuário (S1-UP), utiliza
Interface Um (GSM): Interface de Ar para a tecnologia GSM, responsável pela interconexão
entre um Equipamento Móvel GSM e a BTS. A interface de ar (Interface de RF) utiliza tecnologia TDMA.
(Acesso Múltiplo por Divisão de Tempo) para transmitir e receber tráfego e sinalização. A técnica TDMA
permite dividir cada portadora em 8 slots de tempo, capazes de manejar 8
chamadas de voz ou dados simultaneamente pela mesma portadora.
Interface Uu (UMTS): Interface de Aérea para a tecnologia UMTS, responsável pela interconexão
entre um Equipamento Móvel UMTS (UE: Equipamento do Usuário) e o Nodo B. A mesma conta com uma largura
de banda de 2Mbps mediante a técnica de acesso múltiplo W-CDMA.
Interfaz X2 (LTE): Interfaz que utiliza o protocolo X2-AP LTE para a interconexão de 2 ENB. Sua
a principal função reside no estabelecimento do handover baseado em IP entre 2 ENB.
Interferência: Fenômeno em que duas ou mais ondas se sobrepõem para formar uma onda
resultante de maior ou menor amplitude. O efeito de interferência pode ser observado em
qualquer tipo de ondas, como luz, rádio, som, ondas na superfície da água, etc. Pode
produzir aleatoriamente aumento, diminuição ou neutralização do movimento.
LTE (Evolução de Longo Prazo): Padrão da norma 3GPP definido por alguns como uma evolução
da norma 3GPP UMTS (3G), e por outros como um novo conceito de arquitetura evolutiva
(4G). LTE se destaca por sua interface radioelétrica baseada em OFDMA para o enlace descendente
(DL) e SC-FDMA para o enlace ascendente (UL). A modulação escolhida pelo padrão 3GPP
faz com que as diferentes tecnologias de antenas (MIMO) tenham uma maior facilidade de
implementação.
MIMO (Entrada Múltipla, Saída Múltipla): Refere-se
especificamente a forma como são manejadas as ondas de transmissão e recepção em
antenas para dispositivos sem fio como roteadores. No formato de transmissão
na transmissão sem fio tradicional, o sinal é afetado por reflexões, o que causa degradação ou
corrupção do mesmo e, portanto, perda de dados. MIMO aproveita fenômenos físicos
como a propagação multicamadas de amino para incrementar a taxa de transmissão e reduzir a taxa de
erro. Em poucas palavras, MIMO aumenta a eficiência espectral de um sistema de comunicação
inalámbrica por meio da utilização do domínio espacial.
MGW (Gateway de Medios – Media Gateway): Equipamento ou Serviço de tradução entre redes de
telecomunicações de diversos gêneros (PSTN, SS7, NGN, GERAN, UTRAN) sobre diversos
protocolos, tais como ATM ou IP. Dado que o Media Gateway conecta redes díspares, sobre
as mesmas destacam funções de codificação e transmissão, assim como funções de Torrente de
Meios como DTMF, cancelamento de eco e envio de tom.
MME (Entidade de Gestão de Mobilidade): Nodo de Controle chave
4.2.3 Garantir as roscas de fixação do Conector PWR RRU.
Figura 39: Garantia do Conector PWR RRU
4.2.4 Testar continuidade entre ambos os condutores.
4.2.5 Repetir para os outros cabos do setor, considerando que se começam os trabalhos
por RRU do S1.
4.2.6 Identificar cables de RRU em ambas extremidades no seguinte formato:
GSM850 S1 GSGMSM85S02S2 GSM850 S3 GSM1900 S1 GSM1900 S2 GSM1900 S3
UMTS S1 UGMSMTSSS2 UMTS S3 LTE S1 LTE S2 LTE S3
Figura 40: Identificação de cabos PWR RRU/CPRI
Figura 41: Fixação do cabo PWR RRU no suporte.
4.2.9 Conectar cabo na porta DC do RRU8882 em questão.
Figura 42: Conexão do cabo PWR RRU na porta DC do RRU8882.
4.2.10 Puxar cabos PWR RRUs UMTS/LTE. Não levante os mesmos pelo conector.
4.2.11 Repetir procedimento com PWR RRUs UMTS/LTE.
4.2.12 Repetir procedimento com outros setores. Considerar que o arranjo de grampas deve
obedecer o seguinte critério:
Figura 44: Disposição de cabeamento de RRUs para grampos em escadarias
4.2.13 O cabo mais próximo da escada, para todos os setores e grampos, é o GSM850;
depois vem o GSM 1900 e por último o UMTS. Tanto PWR RRU quanto CPRI.
4.2.14 O grapeado se estenderá desde o topo da escada vertical até o gabinete
(caso outdoor) o acometida do abrigo (caso indoor).
4.2.15 Verificar que se cumplan las especificações de qualidade da ZTE da Venezuela:
O cabo de PWR RRU do RRU8882 está intacto; sem cortes nem
B.5.1
dobramentos críticos
O percurso do cabo PWR RRU do RRU8882 não afeta
B.5.2
outras tecnologias
Os conectores do cabo de PWR RRU do RRU8882 estão
B.5.3
intacto; na extremidade do RRU
Depois de instalados, os conectores PWR RRU no RRU
B.5.4
devem ser vulcanizados.
O conector do cabo PWR RRU do RRU8882, extremo
B.5.5
A RRU possui sua rosca ajustável em bom estado
Os cabos de PWR RRU de cada RRU8882 não estão cruzados
B.5.6
entre si, ou com outros cabos
Os cabos PWR RRU de cada setor são fixados desde o RRU
B.5.7
ao 1º suporte da escada vertical com abraçadeiras
Os cabos de PWR RRU são colocados em 1 clamp por setor;
B.5.8 do GSM850 para o UMTS, sendo o GSM850 o mais próximo ao
escalerilla.
Os 3 cabos de PWR RRU para LTE vão em um suporte separado.
B.5.9
S1 é o mais próximo da escada.
No trecho horizontal, os cabos PWR RRU serão fixados com
B.5.10
grampos, ou em forma de camadas, com abraçadeiras
Dentro do , os cabos PWR são roteados pelo lado
Os cabos PWR RRU são identificados com código de cor
B.5.13
do lado do RRU e DCPD6
Os RRU8882 do S1, 2 e 3 possuem suas respectivas etiquetas
B.5.14
em baquelite plástico azul
Em caso de requerir caixas de emenda, as mesmas se
B.5.15
distribuirão na escada vertical em ângulo
B.5.16 As caixas de emenda serão fixadas com grampos
Os terminais a serem usados nas caixas de empalme são
B.5.17
feitos conforme critério
B.5.18 Distância máxima entre 2 grampos = 1m
Tabela 5: Lista de Verificação de Qualidade para Instalação de cabos PWR RRU GUL
5. Instalação de Cabeamento de Fibra Óptica (CPRI) para RRUs:
Cores de fibra óptica multimodo de 2 núcleos, interconectados a SFP existentes tanto em BBU
(Tarjeta FS) como en RRU8882. Son la interface de banda base a RF.
Antes de efetuar a Instalação:
5.1.1 Verificar se a metragem e a quantidade de cabos CPRI coincidem com o especificado no
Reporte de Engenharia de Detalhe.
5.1.2 Verificar que se conta com a quantidade necessária de grampas (1 grampa por metro; 1
grapa contém 3 cabos CPRI).
5.1.3 Identificar ambos extremos do cabo; a fim de evitar setores cruzados.
5.1.4 Recomenda-se içar os cabos CPRI por setor.
5.1.5 Recomenda-se começar pelo Setor 1.
Além disso:
5.1.11 Verificar se os elementos de içamento (polia, corda) estão em boas condições
estado. Certifique-se de que a polia esteja firmemente ancorada à estrutura; e
que o percurso de içamento seja o que menos obstáculos apresente.
5.1.12 Verificar se a zona de içamento está livre de pessoal no momento de
elevar os equipamentos à torre.
5.1.13 Verificar alturas de instalação de RRU de acordo com o Relatório de Engenharia de Detalhe.
5.1.14 Verificar que existe uma zona de resguardo para vento de equipamentos (área livre de
obstáculos para que um membro do grupo de instalação, puxe uma corda de vento
para manter os equipamentos de içamento afastados dos já instalados na torre)
5.2.2 Localizar a extremidade mais curta do pigtail do cabo CPRI. A mesma será conectada ao
RRU.
5.2.3 Içar cabos GSM 850/1900. Não levantá-los pelo conector.
5.2.4 Apresentar os cabos em RRU. Fixar os cabos por baixo da estrutura/suporte.
Utilizar braçadeiras pretas para tal fim. Considerar queda de 0,5 m do lado do RRU.
Figura 45: Fixação do cabo CPRI no suporte
5.2.5 Conectar cabo na porta CPRI do RRU8882 em questão.
Figura 46: Conexão de cabo Fibra Óptica no porto CPRI do RRU8882.
6.2.10 Peinar cabeamento RRU como ilustra a figura 51. Utilizar fitas de amarrar pretas para
tais fins.
Figura 51: Peinado de Cables GND
6.2.10 Conectar cabos de GND na barra de aterramento. Usar parafusos M4 ou ¼” com
doble arandela plana para tal fin.
6.2.11 Em caso de conexão ao dreno de terra através do CTAP, o mesmo deve ser
pressionado com ferramenta detalhada na figura 49. O CTAP deve abraçar
completamente o cabo do BUS de aterramento e o cabo de aterramento. Aplicar 2
pontos de pressão ao CTAP.
6.2.12 Ambos extremos do cabeamento de terra devem estar firmes e suportar teste de
tensão (esticada) ao concluir a mecanização.
6.2.13 Verificar que se cumplan las especificações de qualidade da ZTE da Venezuela:
O cabo PGND do RRU/PIMDC é de 16mm^2 verde
B.6.1
amarelo
O cabo PGND do RRU/PIMDC está intacto; sem cortes nem
B.6.2
dobramentos críticos
O percurso do cabo de PGND do RRU/PIMDC não afeta
B.6.3
outras tecnologias
Os cabos de PGND de cada RRU/PIMDC não estão cruzados
B.6.4
entre si, ou com outros cabos
Os cabos PGND de cada setor são fixados desde o RRU a
B.6.5
barra de aterramento com abraçadeiras
O terminal de PGND do RRU8882 extremo RRU/PIMDC é
B.6.6
tipo lug crimpeable AWG2 de 1 olho
O terminal de PGND do RRU8882 extremo barra é do tipo
B.6.7
lug crimpeable de AWG2 de 2 olhos
Ambos os terminais devem ser pressionados com prensa
Ambos terminais devem ser cobertos em seu barril com
B.6.10
termo contráctil de 16mm²
Tabela 8: Checklist de Qualidade para Instalação de cabos GND GUL
7. Instalação de Cabeamento do Sistema de Ajuste de Inclinação Elétrica Remota (RET) para RRUs:
Atuador Commscope/Andrew com cabo de monitoramento AISG.
Antes de efetuar a Instalação:
7.1.1 Verificar que se conta com a quantidade de Atuadores e cabos AISG suficientes para
a instalação (1 Atuador por RRU = 12 Atuadores e 12 cabos AISG)
7.1.2 Identificar ambos extremos do cabo com código de cores; para evitar
cruzamentos entre os mesmos.
Além disso:
7.1.3 Verificar recorridos de cabeamento AISG, de acordo com o Relatório de Engenharia de Detalhe.
7.1.4 Tomar nota dos Seriais dos Atuadores. Documentar em uma tabela os mesmos.
7.1.5 Verificar se os conectores dos cabos AISG estão em boas condições.
7.1.6 Verificar se a jaqueta do cabo não possui cortes.
7.1.7 Verificar que o cabo AISG não possua dobras críticas.
Durante a montagem:
7.2.1 Tomar nota de Números de Serial de Fabricante vs Sector e Tecnologia para cada
Atuador.
Item S/N Setor Tecnologia
Tabela 9: Relação de Atuadores
7.2.2 Montar cabos AISG do setor 1 com seus respectivos Atuadores.
7.2.3 Instalar Actuador na Antena
7.2.4 Instalar o Cabo AISG conforme mostrado na ilustração a seguir:
Caso exista
Cabo AISG trançado pela
redundância o
estrutura. Evitar trechos
excedente de cabo
de cabo maiores que 0,5 m
AISG, a mesma deverá
pecadosustentação em
colocar-se em o
estrutura
extremo contrário ao
braço do suporte
Minilink.
Figura 53: Instalação de cabeamento AISG entre Antena e RRU8882.
7.2.5 Utilizar fitas plásticas pretas para o emaranhamento do cabo AISG.
7.2.6 Vulcanizar ambas terminaciones do atuador (lado antena e lado cabo AISG); assim
como o porto AISG do RRU.
7.2.7 Verificar que se cumplan las especificaciones de calidad de ZTE de Venezuela:
B.8.1 O cabo RET a ser instalado é de uma única peça.
B.8.2 Cada RRU maneja um Atuador.
O Atuador é fixado firmemente ao porto AISG de
B.8.3
Antena em questão.
O cabo AISG do RRU8882 está intacto; sem cortes nem
B.8.3
dobras críticas
O percurso do cabo AISG do RRU8882 não afeta outros
B.8.4
tecnologias
Os cabos AISG de cada setor são fixados desde o RRU até a
B.8.5
antena em questão com abraçadeiras
Os cabos AISG são organizados pela estrutura; sem deixar
B.8.6
tramos do mesmo no ar
A proteção contra água de cada conector AISG é feita
B.8.7 de acordo com o critério
Os cabos AISG do RRU8882 do S1, 2 e 3 possuem seus
B.8.10
respectivas etiquetas em baquelite plástico azul
Tabela 9: Checklist de Qualidade para Instalação de cabos AISG – RET RRU8882
8. Instalação de jumpers RF RRUs:
Cabo Coaxial de ½”, super flexível, com conectores DIN 7/16 Macho. Prefabricados e certificados.
de longitudes de 3m e 7m.
Antes de efetuar a instalação:
8.1.1 Verificar que se conta com a quantidade suficiente de cabos jumper RF para a
instalação (2 jumper RF por RRU = 8 jumper por setor; 24 no total.)
8.1.2 Verificar que se conta com o material para vulcanização suficiente.
8.1.3 Identificar ambos extremos do cabo com código de cores; a fim de evitar
cruzamentos entre os mesmos. Utilizar tinta à base de óleo.
8.1.4 Verificar que a capa do cabo está em boas condições. Sem cortes.
8.1.5 Verificar se os conectores DIN estão em bom estado (ambas as extremidades).
Além disso:
8.1.7 Verificar percursos de cabeamento jumper RF, conforme Relatório de Engenharia de Detalhe.
8.1.8 Pintar jumpers RF ao começar trabalhos em uma determinada estação.
8.1.9 Recomenda-se usar pistola de calor em conectores DIN, com a finalidade de
contrabalançar qualquer umidade que possa persistir no mesmo.
Durante a montagem:
8.2.1 Identificar cada jumper RF com o código de cores descrito a seguir
RX TX RX TX RX TX RX TX RX TX RX TX
GSM850 GSM850 GSM850 GSM1900 GSM1900 GSM1900
RX TX RX TX RX TX RX TX RX TX RX TX
8.2.2 Aplicar 2 vezes pintura nos jumpers.
8.2.3 Arear cabos RF. Permitir que a tinta seque completamente antes de
manipulá-los.
8.2.4 Ao concluir a instalação de RRUs, transportar cabos RF. Recomenda-se começar por
RRUs instalados no S1; especificamente GSM850.
8.2.5 Remover tapones metálicos de puertos ANT1 e ANT4 do RRU8882. Verificar que os
mismos não possuem umidade.
8.2.6 Instalar cabo jumper RF. O mesmo deve ser ajustado com a mão; com facilidade.
Apertar posteriormente com chave fixa de ½”.
Figura 55: Instalação de cabo jumper RF no RRU8882
8.2.7 Vulcanizar portas ANT do RRU (Ver Tabela 6)
8.2.8 Repetir procedimento para o resto dos RRU instalados em S1.
8.2.9 Peinar cabos jumper RF. Os mesmos devem ter um seno de 1m do lado do RRU e
0,5 m do lado da antena. Canalizá-los pelo perfil superior do suporte Minilink.
Figura 57: Peinado de cabos RF RRU8882.
8.2.10 Utilizar abraçadeiras pretas para organizar os cabos RF.
8.2.11 Os cabos devem ser penteados pela estrutura. Nenhum trecho de cabo maior que
0,5m deve ser esticado no ar sem nenhum suporte.
8.2.12 Em caso de apresentar excesso de cabo RF, o mesmo será arrumado em forma de 8
no tubo de fixação da antena.
Figura 58: Peinado de redundância de cabo RF na figura 8
8.2.13 A porta ANT1 se interconecta com a Transmissão (-45) da antena. A porta
ANT4 se conecta com a Recepção (+45) da antena.
Cada extremo de liquid tight possuirá um bushing ou
A.4.4
conector reto para líquido apertado.
A colocação de Caixas de passagem dependerá das
A.4.5
condições pré-existentes no local.
Para Energia, coloca-se uma caixa de passagem na extremidade
A.4.6 Quadro de Força, e outro no Extremo
Equipe/Gabinete.
Para Dados, coloca-se uma caixa de passagem na extremidade
A.4.7 Equipamento/Gabinete de Rádio, e outro no Extremo
Equipo/Gabinete de Acesso.
A.4.8 As caixas de Passo devem estar niveladas.
A.4.9 As caixas de Passo devem estar firmemente presas.
A canalização entre caixas de passagem será efetuada a
A.4.10
através de tubulações conduit IMC de 2"
As tubulações conduit serão fixadas ao piso/estrutura
A.4.11
mediante o uso de trilhos unistrut e grampos.
As abraçadeiras do trilho unistrut são fixadas com parafuso e
A.4.12
tuerca M6.
As braçadeiras do trilho unistrut estão fixas
A.4.13
firmemente.
Os tubos conduítes devem ser revestidos com tinta base
A.4.14
aceite Negra.
A canalização de Energia deve ser denotada com Faixa
A.4.15
Roja. Canalização de Dados com Faixa Amarela
As tiras de circuitos das caixas de passagem estão
A.4.16
firmemente sujetadas.
Todas as tiras de circuitos possuem seus parafusos,
A.4.17
arruelas planas e de pressão completas.
As caixas de passagem encontram-se devidamente
A.4.18
aterrorizadas.
Os cabos CPRI (Fibras Ópticas) devem ser canalizados por
A.4.19 um trecho de tubo resistente à umidade de 2" em locais ao ar livre.
A canalização de cabos CPRI será executada a partir de
A.4.20 escalerilla horizontal, 1m antes de acometer a vertical
posterior ao gabinete.
A.4.21 Até 12 FO serão canalizados por cada liquid tight.
O liquid tight de FO será fixado à escada com um duplo laço.
A.4.23
embrulho negro. Amarre em 8.
A.4.24 O selamento com espuma deve ser cuidadoso.
Ambos extremos do líquido apertado serão identificados com
A.4.25
anel de cor amarelo.
Tabela 12: Checklist de Qualidade para Canalização de energia e dados.
11. Instalação do DCPD6, DCPD7A, DPM12.
Unidades de distribuição de CC para equipamentos de Acesso e Micro-ondas.
Antes de efetuar a Instalação:
11.1.1 Verificar que a posição de instalação do DCPD6 coincide com a especificada no
Relatório de Engenharia de Detalhe, para o caso de estantes existentes.
11.1.2 Verificar que no Distribuidor de Potência Cliente, existe disponibilidade física para
colocação de breakers.
11.1.3 Verificar que no Distribuidor de Potência do Cliente, existe capacidade de retificação
para os equipamentos ZTE.
11.1.4 Verificar que o gabinete não possui sinais de mau trato (socos, arranhões,
abolladuras).
11.1.5 Verificar que se conta com os acessórios de instalação necessários.
Além disso:
11.1.7 Verificar localização de caixas de passagem para energia e dados.
11.1.8 Verificar status de caixas de passagem.
11.1.9 Verificar status do cabeamento existente nas caixas de passagem.
Durante a montagem:
11.2.1 Desembalar cuidadosamente o equipamento. Verificar seu estado físico. Em caso de
apresentar defeitos, notificar imediatamente a equipe de projetos ZTE.
11.2.3 Fixar firmemente a unidade de distribuição DC.
11.2.4 Canalizar cabeamento DC de ambos LLVD pelo extremo esquerdo do gabinete. Utilizar
fita de amarração branca para tais fins. Identificar ambas as extremidades do cabo em questão.
11.2.5 Realizar terminações de energia, utilizando terminais de compressão de 1 olho.
Mecanizá-los com a ferramenta apropriada (Prensa de terminais).
11.2.6 Recobrir estas terminações com termorretrátil.
11.2.7 Conectar firmemente o cabeamento DC em cada terminal LLVD.
11.2.8 Verificar que se cumpre com as especificações de qualidade da ZTE da Venezuela:
O DCPD/DPM está em bom estado, sem arranhões, danos ou
A.5.1
outras sinalizações que evidenciem possível defeito
Os cabos a utilizar são 16mm^2 Vermelho/Azul para a
A.5.2
alimentação DC do DCPD/DPM até as caixas de passagem.
Os cabos a serem utilizados entre caixas de transição serão de
A.5.3 25mm² até 10m de separação; 35mm² até 15m de
separação
RTN
A.5.3
-48V
Ambos cabos se constituem em uma só peça; sem
A.5.4
empalmes; do gabinete até cada caixa de passagem.
Ambos cabos estão em excelente estado, sem cortes
A.5.5
na jaqueta ou em outros sinais de mau uso.
1 tramo de tubo hermético conterá os 4 cabos de cada
A.5.7
DCPD7A/DPM12. Total, 8 cabos 16mm^2.
Em locais internos, ambos os cabos são presos com braçadeiras.
A.5.8
branco, nas escadas para roteamento de cabos DC.
O uso de tais tie wraps aplica-se desde o breaker do PDU
A.5.9
até a entrada do DCPD/DPM
Ambos cabos estão pelo menos a 15 cm de distância do
A.5.10
resto dos cabos nas escadas de locais internos
Os terminais dos cabos -48V e RTN do DCPD são do tipo
A.5.11
lug crimpeable de 25mm^2 de 1 ojo
Ambos terminais devem ser pressionados com prensa
A.5.12
terminales; não com outro tipo de ferramenta
O cabo de aterramento não deve sobressair do barril de
A.5.13
prensado do terminal em questão
Os disjuntores para alimentar o DCPD7A são: 1 de 63Amps
A.5.15
para porto 1 de 100Amps para porto 2.
Os disjuntores para alimentar o DPM12 são: 2 de 100Amps
A.5.16
para porto 1 e 2.
Antes de acender cada disjuntor DC, foram realizados
A.5.17 provas de continuidade e tensão; águas acima e abaixo, em
o cabeamento.
Tabela 13: Checklist de Qualidade para instalação de unidades de distribuição DC.