Capítulo 3 (Parte 2)
Capítulo 3 (Parte 2)
Capítulo 3 (parte 2)
1. Perfil em longo
No caso das autoestradas, cujas duas faixas unidirecionais são separadas por um
terre-plein central, o perfil longitudinal determinante é um corte pelo meio do terre-plein (eixo
de referência). O nível da autoestrada neste local é a média entre os níveis dos
bordas internas das pistas. Se as duas pistas não forem simétricas, consideraremos
cada uma delas de forma independente com seu próprio perfil longo, colocado no meio de cada uma
estrada.
Uma outra concepção consiste em considerar o perfil longitudinal teórico ao longo das bordas.
interiores das vias unidireccionais.
A escala das distâncias (em abscissa) é geralmente a do plano de situação, enquanto que
a escala das alturas (em ordenadas) é 10 vezes maior para acentuar as declividades que
sem isso seriam quase imperceptíveis. O perfil em longo é, portanto, uma representação
deformada.
Mudança de inclinação: m = diferença entre duas inclinações sucessivas com seus sinais.
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Nível: L3 TP Matéria: RODOVIAS 1
O traçado da linha vermelha que constitui a linha do projeto escolhido não é arbitrário, mas ela
deve atender a certas condições relacionadas ao conforto, visibilidade, segurança e
a evacuação das águas pluviais. Entre essas condições, é necessário:
Adaptar ao terreno natural para minimizar os trabalhos de terraplanagem que podem
ser caro.
De buscar o equilíbrio adequado entre o volume de aterro e de desvio.
Não exceder uma inclinação máxima recomendada pelos regulamentos.
De evitar manter uma forte declividade por uma longa distância.
Evitar alturas excessivas de aterros.
Prever a ligação com as redes existentes.
Na mudança de declividade (morro ou depressão) uniremos os alinhamentos retos por
curvas parabólicas.
Garantir uma boa coordenação entre o traçado em planta e o perfil longitudinal.
2. Declividade vertical
Os trechos de estrada absolutamente horizontais, chamados de "em patamar", devem ser evitados sempre que possível, para
a razão do escoamento das águas pluviais. A inclinação transversal apenas da pista não
não é suficiente, ainda é necessário que a água acumulada lateralmente seja evacuada longitudinalmente com
facilitado por valas ou canais com uma inclinação suficiente.
2.2.Máxima declividade
O esforço de frenagem dos caminhões pesados é muito importante, o que causa o desgaste dos pneus.
pente max.).
Portanto, a inclinação máxima depende de:
Condição de aderência.
Velocidade mínima de PL.
Condição econômica.
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Nível: L3 TP Matéria: ROTAS 1
Vias unidirecionais
Com: MN = d1
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Nível: L3 TP Matéria: ROTAS 1
Os valores retidos para os raios mínimos absolutos asseguram para um olho colocado a 1,10 m
de altura a visibilidade de um veículo de 1,20 m de altura à distância de manobra de
visibilidade de ultrapassagem (Raio mínimo absoluto em ângulo saliente para uma via)
bidirecional).
( ) √
1,10 m
1,20 m Gato 1 e 2
RVm2 = 0,09 dMd)² Gato 3, 4 e 5
Os raios mínimos normais são obtidos pela aplicação das mesmas fórmulas em
substituindo Vr em absoluto por (Vr + 20) em normal com um limite de 120 km/h:
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Nível: L3 TP Matéria: ROTAS 1
Aqui não há problema de conforto e não há condição de visibilidade durante o dia; por outro lado:
problema de visibilidade à noite para estradas não iluminadas.
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Nível: L3 TP Matéria: ROTAS 1
daí a relação:
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Nível: L3 TP Matéria: ROTAS 1
Tableau: Valores dos raios em ângulo interno do perfil em longo segundo B40
O cume
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Nível: L3 TP Matéria: ROTAS 1
O ponto J está localizado em relação a O do lado da inclinação mais baixa em valor absoluto.
A coordenação do traçado em planta e do perfil longitudinal deve ser objeto de um estudo global,
a fim de garantir uma boa inserção no site, respeitar as regras de visibilidade e tanto quanto
possível, um certo conforto visual; esses objetivos incentivam a:
a. Geralidades
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Nível: L3 TP Matéria: ROTAS 1
Em um estudo de um projeto de estrada, o engenheiro deve desenhar dois tipos de perfil transversal:
Ele contém todos os elementos construtivos da futura estrada em todas as situações (em
remblai, em deblai, em alinhamento e em curva).
Apresentação
Nos perfis transversais, o terreno natural não está figurado de forma arbitrária e
como elemento auxiliar de vinculação
O perfil transversal definido:
• Os taludes ;
• Os comprimentos e as espessuras de cada camada de pavimento;
• A posição das diferentes obras de saneamento e drenagem;
• A localização das plantações eventuais, das barreiras de segurança;
Apresentação
Os perfis transversais contêm as seguintes indicações:
ol'horizontal de referência (plano de comparação)
as cotas (altitudes) do terreno natural;
os custos do projeto;
distâncias parciais, ou seja, entre dois pontos sucessivos;
Distâncias acumuladas.
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Nível : L3 TP Matéria: ROTAS 1
A estrada
O canteiro central
O T.P.C garante a separação dos dois sentidos de circulação, estendendo-se entre os limites.
geometria interna das pavimentações. Inclui:
As largas de via (faixa de orientação).
Uma parte central gramada, estabilizada ou revestida.
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Nível: L3 TP Matéria: ROTAS 1
A vala
O talude
O talude é a inclinação do terreno que depende da coesão dos solos que o constituem. Esta
inclinação expressa por uma fração (A/B) tal que :
A : a distância na base do talude.
B : a altura do talude
Em terreno de média coesão, a inclinação de taludes é de (3/2) para os aterros e (1/1)
para os escavados.
c. Dimensionamento
Nas estradas com tráfego intenso e rápido, é necessário pelo menos 3,00 m e melhor 3,50 m para que
os veículos de todos os tamanhos possam se cruzar e se ultrapassar com segurança. A experiência dos
rotas de 3 vias largas de 9,00 m é conclusiva: incômodo certo que não encontramos nas
rotas largas de 10,50 m. Os americanos adotam 3,60 m por pista.
Em aglomeração, as larguras das vias a adotar são de 3,50 m. Para o estacionamento, a
surlargeur deve ser fixada em 2,50 m, essas larguras podem ser reduzidas para 3,00 m e 2,0 m.
d. Pente transversale
As inclinações devem permanecer constantes ao longo da parte circular das curvas, pois 1/R é
constante.
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