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Plano Municipal de Saúde - Maranguape

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MARANGUAPE

Secretaria da Saúde

PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE


2022 – 2025
Prefeito Municipal
Átila Cordeiro Câmara

Vice- Prefeito
José Gurgel Neto

Secretária de Saúde
Maria Cleonice dos Santos Caldas

Subsecretária de Saúde
Sheila Cirino Câmara

Janeiro/2022
ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE 2022 A 2025
FRANCISCO RUBENS BARBOSA BATISTA
REVISORES DO PLANO
VALDERI FERREIRA DE ANDRADE NETO
ELIANE LIMA PIRES DE CARVALHO

EQUIPE TÉCNICA DO SISTEMA MUNICIPAL DE SAÚDE DE MARANGUAPE


MARCELA CHRISTINA DIÓGENES BASTOS NOGUEIRA PEREIRA
LIANA FERNANDES SILVA CIDRACK
ADRIANA FILGUEIRAS
NILZA CARLA BARROS CORDEIRO DE ABREU
4
ANDERSON SILVA DO NASCIMENTO
MAILA MOREIRA OLIVEIRA
FRANCISCO TADEU BRASILEIRO CAMPOS
MICHELINE ARAÚJO ALENCAR SANTANA
LARA SUYANNE DE PAULA NUNES
PAULO VICTOR DAMASCENO GADELHA
AMANDA LORENA SANTOS DE FREITAS
LEONILDE CABRAL DE MEDEIROS
ANTONIO LEONARDO BATISTA DA COSTA
FRANCISCO ELHO GOMES NEPOMUCENO
PAULO VICTOR DAMASCENO GADELHA
SUELLANE SOUSA
RITA BELARMINO DE ARAÚJO
ANTONIO ARACILDO SILVA DE OLIVEIRA
ERICO SILVA MACIEL
FRANCISCA JAQUELINE HERBSTER BARRETO
VARLIANE DE ABREU BARRETO
PALAVRA DA SECRETÁRIA

No momento em que elaboramos este Plano vivenciamos um cenário no Ceará e em


Maranguape, uma terceira onda de casos da Covid-19. A situação é preocupante e os casos da
doença podem aumentar de forma súbita.

A pandemia de COVID-19 tornou ainda mais evidente a necessidade de um sistema público


de saúde ativo e reativo, que garanta o bem-estar dos munícipes. O Sistema Único de Saúde
- SUS vem desempenhando papel fundamental no combate à doença causada pelo SARS-
CoV-2, tornando possíveis as respostas rápidas que se fazem necessárias. Aqui em
Maranguape trabalhamos incansavelmente para salvar o maior número de vidas e dar
assistência a todos que as nossas unidades, sejam básicas, UPA ou de internação
hospitalar, guiando-nos pelos princípios da universalização, da equidade e da integralidade.
Estamos tendo êxito sim, reconhecido pela população e mostra que o SUS é um excelente
modelo de assistência à saúde, assim como fica evidente a importância do planejamento em
saúde, ainda que nas situações mais adversas possíveis.

Mesmo diante das dificuldades atuais que a pandemia nos impele é necessário pensarmos
nas políticas de saúde para os próximos quatro (4) anos, elencando diretrizes, prioridades
orçamentárias para as diferentes redes do cuidado, tão necessárias à população. É nesse 5
contexto que apresentamos aos Conselheiros de Saúde e a população de Maranguape o
Plano Municipal de Saúde de Maranguape 2022-2025.

O PMS é tecnicamente denso do ponto de vista conceitual, de proposituras e desafiador.


Contem ensinamentos obtidos por conta da pandemia, mas pretende avançar e modelar a
assistência na atenção primária e garantir a integralidade com exames, consultas
especializadas, pronto atendimento, atenção ao parto, cirurgias e internação. Usa linguagem
simples e com a máxima transparência, aponta as diretrizes, os objetivos estratégicos e as
metas que balizarão nossas políticas de saúde nos próximos quatro (4) anos.

Agradeço a participação do controle social, que cumpre papel importantíssimo na formulação


e fiscalização das políticas de saúde. E, finalmente faço menção especial a todos os
trabalhadores e trabalhadoras da saúde, de diferentes áreas da assistência e promoção,
essenciais para Maranguape e imprescindíveis para o atingimento do fortalecimento do SUS
municipal.

Maria Cleonice dos Santos Caldas


Secretária de Saúde de Maranguape
SUMÁRIO

INTRODUÇÃO 7

ESTRUTURA DA SECRETARIA DE SAÚDE 8

MARANGUAPE- DIAGNÓSTICO SISTUACIONAL 10

MARANGUAPE E A ÁREA DESCENTRALIZADA DE SAÚDE – ADS III 23

PERFIL EPIDEMIOLÓGICO 24

COVID - 19 38
DADOS DE PRODUÇÃO E INDICADORES DO SISTEMA MUNICIPAL DE SAÚDE EM
46
2021
HOSPITAL MUNICIPAL ARGEU BRAGA HERBSTER – DESEMPENHO 2021 59

UNIDADE DE PROTO ATENDIMENTO – UPA 24 H DR. ALFREDO MARQUES 60


COMBATER A FOME E A DESIGUALDADE – O MAIOR DESAFIO
66
ANÁLISE SOBRE A POBREZA EXTREMA NA AMÉRICA LATIBA
A MUDANÇA – BUSCAR UM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL 69 6

O SUS DE TODOS OS DIAS 69


DEFICIÊNCIAS INTERNAS QUE INFLUENCIAM A QUALIDADE DA GESTÃO DO
SISTEMA MUNICIPAL DE SAÚDE

DEFICIÊNCIAS DA GESTÃO EM OUTROS SETORES, QUE INFLUENCIAM NA


QUALIDADE DE VIDA 74

DIRETRIZES, OBJETIVOS , METAS E INDICADORES PARA OS ANOS DE 2022 A


76
2025
PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE 83
1. INTRODUÇÃO

A Prefeitura do Município de Maranguape apresenta após análise do Conselho Municipal de


Saúde, a versão final do Plano Municipal de Saúde - PMS 2022-2025. O PMS é o
instrumento básico de planejamento que apresenta as diretrizes e os objetivos que norteiam
as políticas de saúde no município, tendo como base o perfil demográfico, epidemiológico e
sanitário da população maranguapense.

Este instrumento de planejamento expressa o compromisso da gestão com a efetivação e o


fortalecimento do Sistema Único de Saúde – SUS municipal; reitera os princípios da
universalidade, equidade e integralidade, objetivando a melhoria da atenção à saúde e da
qualidade de vida da população.

Salienta-se que na sua construção o PMS 2022-2025 observou os princípios legais


basilares do SUS, como: As Leis 8.080 e 8.142 de 1990, e a Lei Complementar
141/2012. Respeitou igualmente o Decreto 7.508/11, que aprimorou processos e práticas
no ciclo de gestão no SUS, ao regulamentar aspectos da Lei 8.080/90 no tocante ao
planejamento da saúde, assistência à saúde, articulação interfederativa e regionalização,
dentre outros.
7
Ficam evidente as marcas e cicatrizes da pandemia da COVID-19 na gestão e na população,
mas é uma oportunidade para pensarmos sobre as questões macro, sobretudo as sociais do
município e do setor da saúde, em um momento crítico de enfrentamento as crises sanitárias
e redefinição da retomada de ações prioritárias.

As metas que acompanham as diretrizes propostas nesse PMS são factíveis, que dependem
diretamente do compromisso não só do município, mas, sobretudo do financiamento das
três esferas de governo: federal, estadual e municipal. Por ser dinâmico este PMS é um
instrumento que pode ser alterado anualmente na Programação Anual de Saúde - PAS, a
partir das necessidades indicadas no Relatório Anual de Gestão - RAG.

Desta feita, reforça-se o compromisso com o uso eficiente dos recursos públicos e com o
atendimento das demandas pactuadas com a população, sem perder de vista o
estabelecimento de novas diretrizes, objetivos, metas e projetos inovadores capazes de gerar
benefícios significativos à sociedade.
2. ESTRUTURA DA SECRETARIA DE SAÚDE DE MARANGUAPE

A Rede de Serviços que compõe o Sistema Municipal de Saúde caracteriza-se pela


assistência através da atenção primária e secundária de média complexidade. Maranguape
integra a rede regionalizada e hierarquizada do SUS, sendo referência para os municípios da
Área Descentralizada de Saúde – ADS III.

O Município de Maranguape conta hoje, na Atenção Primária, com a seguinte estrutura: 39


Equipes de Saúde da Família, 26 Equipes de Saúde Bucal, 04 Núcleos Ampliados de Saúde
da Família e Atenção Básica – NASF-AB; 1 Núcleo de Zoonoses. Atenção Secundária: 1
Núcleo Integral de Saúde-NIS, 03 Centros de Atenção Psicossocial – CAPS,1 Policlínica com
17 especialidades, 1 Unidade de Pronto Atendimento – UPA Tipo II 1 Hospital de Média
Complexidade.

2.1. Unidades de Saúde e Inscrições no Sistema de Cadastro Nacional de


Estabelecimentos de Saúde – SCNES

N° CNES NOME N° CNES NOME


SEQ SEQ
PÚBLICO MUNICIPAL
UBS JOSUE MONTEIRO 8
01 7704526 24 2664437
UBS LADEIRA GRANDE DE ABREU

02 25 2664585 UBS MARIA LIDIA DE


7704542 UBS FORQUILHA MOURA
UBS PROFESSOR
UBS MATEUS
03 7616376 ELIAS CAVALCANTE DE 26 2726181
FERNANDES OLIVEIRA
ANDRADE

04 7616473 UBS RATO 27 2373912 UBS JOSEFA BEZERRA


BATISTA
UBS NUBIA FERREIRA
05 2373742 28 2373920 UBS CENTRO
RAMOS

UBS JOSE EVALDO


06 7902700 29 2664410 UBS JOSE IVAN PONTES
BARBOSA DA SILVA

UBS AURELIETA UBS DIANA BOTELHO


07 2373904 30 2373769
TORRES DE OLIVEIRA MORAIS

UBS ANTONIO
UBS VER FRANCISCO
08 2373947 ANSELMO CIPRIANO 31 2373793
HUGO DE ALENCAR
DA SILVA
UBS MARIA ZELIA DE UBS PROURB ANTONIO
09 2664399 32 7052502
CASTRO MAIA GONCALVES MOREIRA

UBS MARIA
10 2664402 33 9936769 UBS THIAGO LIMA BRAGA
LUCINEIDE COSTA

UBS MARIA EUZIR UBS TEREZINHA


11 6117309 PONTES GADELHA 34 9955003 FERREIRA DA SILVA

UBS MARIA FRANCINA CEO SIMONE MATOS DE


12 2373750 35 0373605
DE ARAUJO OLIVEIRA

UBS DR NAPOLEAO CENTRAL MUNICIPAL


13 2373785 36 0471860
LIMA LOPES REDE DE FRIO

UBS GUIOMAR CAF CENTRAL DE


14 3631095 37 0951846 ABASTECIMENTO
PESSOA CAMARA
FARMACEUTICO
NUCLEO DE CONTROLE
15 2373939 38 7407149
UBS ANTONIO VIEIRA DE ZOONOSES
9
NUCLEO DE SAUDE 3292096 CENTRO DE ATENCAO
16 3535150 INTEGRAL DE 39 PSICOSSOCIAL DE
MARANGUAPE MARANGUAPE CAPS II

CENTRO DE ATENCAO
UBS NOSSA SENHORA
17 6425763 40 3762815 PSICOSSOCIAL DE
DO CARMO
MARANGUAPE CAPS AD

CENTRO DE ATENCAO
NUCLEO DE
PISICOSSOCIAL DE
18 7407149 CONTROLE DE 41 3762807
MARANGUAPE CAPS
ZOONOSES
INFANTIL

POLICLINICA MUNICIPAL
19 7447752 UBS DE LAGES 42 3423255 DE MARANGUAPE DR
ALMIR PINTO

LACEMA LABORATORIO
UBS DRA ALRIGELY
20 6425755 43 5019990 CENTRAL DE
EUGENIO DE SOUSA
MARANGUAPE

NUCLEO DE SAUDE
UBS MARIA DAS
21 2664429 44 3535150 INTEGRAL DE
GRACAS F DE LIMA
MARANGUAPE

UBS LUIZ EVERARDO


22 2664445 45 6893295 UPA 24HS MARANGUAPE
DE ABREU CORDEIRO
UBS ANTONIO IVAN HOSPITAL MUNICIPAL DR
23 2664593 46 2554798 ARGEU BRAGA
MARQUES
HERBSTER
PRIVADOS COMPLEMENTARES AO SUS

INSTITUTO DE
47 7015224 BIOCLINICA 48 7286481 OFTALMOLOGIA DE
MARANGUAPE

3. MARANGUAPE – DIAGNÓSTICO SITUACIONAL

3.1. CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO

3.1.1. ETIMOLOGIA DO TOPÔNIMO

Quaisquer intervenções que se queira praticar numa gestão


pública, que impactem diretamente no povo, mesmo na busca
de melhorias é necessário conhecer bem a sua população alvo. 10
Para o orador romano Cícero, a história era a ―magistra vitae‖
(mestra da vida) Com essa expressão, Cícero queria dizer que
por meio dos exemplos do passado, dos sofrimentos e sucessos,
das tragédias e dos grandes feitos das gerações anteriores,
podemos extrair lições para nos orientarmos no presente, diante
dos problemas que se apresentam.

―Arvore que de nenhuma maneira de come‖; de mara, árvore, angai, de nenhuma maneira,
e guabe, comer; talvez ―guerreiro sabedor da guerra‖, tradução de maramonhang, fazer
guerra, ou o substantivo simples guerrear, de que se fez o verbo composto, e coaub,
sabedor. José de Alencar, ―Iracema‖.

Em data de antigas sesmarias encontra-se escrito Maranguaba, de que Maranguape já deve


ser corruptela e que significa - "árvore― de comer, ou de fruto que se come (Paulino
Nogueira, ―Vocabulário Indígena‖, Revista do Instituto do Ceará, vol. 1°, pág. 345).

O nome Maranguape, como hoje é escrito exprime a palavra Tupi: marãgoa (―Vale da
Batalha‖, ou ―Baixa da Peleja‖) e maraguape ( ―No Vale da Batalha‖). O Barão de Studart
aceita essa explicação etimológica ( ‖Revista do Instituto do Ceará‖, vol. 16, pág. 217).
Muito já se discutiu sobre a etimologia do topônimo designativo do nosso município. Tem
prevalecido, enfim, a aceitação de que deriva do tupi, com o significado de ―Vale de
Batalha‖. Reservou-se para o lendário cacique da tribo de índios que dominava o Vale, o
nome de Maranguab, com epíteto de Sabedor da Guerra.
Os Ancestrais

Habitavam as terras do Vale de Batalha os índios ―Potiguaras‖, guerreiros indóceis,


impiedosos, os mais impetuosos da raça tupi. Em dado momento histórico da presença dos
índios, foi cacique da tribo o sabedor da guerra Maranguab. As incursões às suas terras
eram sempre rechaçadas, o que deu origem, face aos embates no sítio onde se acha
assentada a cidade de Maranguape de Vale De Batalha. Os inimigos tradicionais dos
potiguaras eram os tapuias. Perseguidos por tapuias ou mesmo pelos conquistadores, a serra
era reduto fortificado.

As origens civilizadoras do município datam do século XVII, quando a frota de Matias Beck,
composta de três grandes embarcações e outras menores chegou ao Ceará, conduzindo 298
homens, entre soldados, índios e negros escravos. O capitão holandês fundou na baía de
Mucuripe o povoado que mais tarde seria a vila de Fortaleza de Nova Bragança, construindo
o forte ―Schoenenborch‖, na foz do rio Pajeú, em cujo derredor se desenvolveu a vila.

A serra de Maranguape era visível para os conquistadores do Ceará. Os holandeses tiveram


notícia da existência de minas de prata no Monte Itarema – Serra da Aratanha, próximo ao
lugar onde acampavam e não muito distante da serra de Maranguape. Por meio de
promessas e dádivas, conseguiram dos chefes indígenas algumas indicações sobre o local
exato onde se encontravam as cobiçadas jazidas. 11
A expedição holandesa ao Monte Itarema constitui a primeira penetração do homem branco
nas terras do atual município de Maranguape, àquela época, habitadas por índios
potiguaras, que dilatavam seus domínios na faixa litorânea, desde o Rio Grande do Norte até
a barra do Ceará e daí ao Piauí.

As primeiras sesmarias concedidas no início do Século XVIII tiveram como donatários o


tenente Pedro da Silva e Amaro Morais, em 12 de julho de 1707; Jorge Silva, em 29 de
dezembro de 1711; capitão Soares de Oliveira, em 17 de julho de 1717; José Gonçalves
Ferreira Ramos e Felipe Loureço, em 1790.

Foi à margem esquerda do Riacho Pirapora, que drena as águas da vertente oriental da serra
de Maranguape, que se estabeleceram os primeiros habitantes. O local ficou conhecido
como Alto da Vila. Por se constituir refúgio seguro aos que tentavam escapar dos estios
decorrentes das secas cíclicas, Maranguape absorveu grandes contingentes desses retirantes
que buscavam os socorros oficiais na capital. Não só a serra vizinha era motivo de atração, a
fertilidade do solo no vale respondia aos anseios dos que queriam radicar-se.

O povoamento, entretanto, veio a tornar-se efetivo nos primórdios do Século XIX com a
decidida atuação do português Joaquim Lopes de Abreu que, por doação do governo na
metrópole, entrou no domínio de algumas sesmarias, incorporando-as a outras anteriormente
compradas. com a chegada do português Joaquim Lopes de Abreu nasceu o núcleo original
da atual cidade de Maranguape, um arruado à margem esquerda do riacho Pirapora, ao lado
de uma capelinha a Nossa Senhora da Penha, erguida pelo colonizador lusitano para que os
moradores, que se ocupavam nas atividades agrícolas, especialmente na cultura do café
pudessem rezar. Em 1851-1852 a produção de café da província era obtida quase toda nas
serras de Maranguape.
O aglomerado recebeu o nome de Alto da Vila, hoje denominado Outra Banda. Em 1760 foi
rebatizado como Maranguape.

Logo que se estabeleceram à margem esquerda do Riacho Pirapora, os primeiros moradores,


após os índios trataram de edificar uma capela para a prática dos ofícios religiosos. No
entanto, os religiosos ficavam a mercê da vinda de um padre de Messejana. Essa
circunstância determinou o início de um movimento com o propósito de estabelecer na
cidade uma freguesia, inclusive como forma de atender o vasto interior do município, que se
instalava. A solução foi mais radical. Em 04 de agosto de 1849, a Lei Provincial n° 485
extinguiu a freguesia de Messejana e a transferiu para o povoado de Maranguape. A Matriz
atual foi construída à margem direita do Riacho Pirapora com a invocação de Nossa Senhora
da Penha, a nossa padroeira. No entanto, a cada 20 de janeiro, homenagens semelhantes
às dispensadas a padroeira são prestadas a São Sebastião. A Matriz de Maranguape conta
hoje com 173 anos.

Em 1944 foi fundada na sede do município a Igreja Evangélica Assembleia de Deus. A partir
de então vários outros cultos têm se instalado em todo o município.

12
3.1.2. CARACTERIZAÇÃO GEOGRÁFICA

Município: Maranguape
Área territorial (km²): 590,87
Bioma: Caatinga
Gentílico: Maranguapense

COORDENADAS MUNICÍPIOS LIMÍTROFES


GEOGRÁFICAS LOCALIZAÇÃO
NORTE SUL LESTE OESTE

Latitude Longitude
Caridade, Guaiuba,
(S) (WGR) Maracanaú, Pentecoste,
Nordeste Palmácia, Pacatuba,
Caucaia Caridade
Guaiuba Maracanaú
3º 53´27‖ 34º 41´08‖
FONTE: IBGE/IPECE
3.1.3. DIVISÃO POLÍTICO-ADMINISTRATIVA

O município de Maranguape é constituído por dezessete (17) distritos, incluindo a sede,


nominados a seguir:

ANO DE INSTRUMENTO LEGAL


DISTRITO
CRIAÇÃO DE CRIAÇÃO
MARANGUAPE (SEDE) 1851 Lei 553
AMANARI 1938 Dec. 448
ITAPEBUSSU 1938 Dec. 448
SAPUPARA 1938 Dec. 448
TANQUES 1938 Dec. 448
JUBAIA 1961 Lei 998
ANTONIO MARQUES 1964 Lei 7148
VERTENTES DO LAGEDO 1964 Lei 7148
UMARIZEIRAS 1988 Resolução 14
LAGOA DO JUVENAL 1990 Lei 1045
CACHOEIRA 1991 Lei 1074
LAGES 1991 Lei 1074
MANOEL GUEDES 1991 Lei 1074
PAPARA 1991 Lei 1074 13
PENEDO 1991 Lei 1074
SÃO JOÃO DO AMANARI 1991 Lei 1074
LADEIRA GRANDE 1991 Lei 1074
FONTE: IBGE /IPLANCE
São Benedito MARACANAÚ
Pau Serrado
MAPA DE MARANGUAPE
DISTRITOS E DISTÂNCIAS DA SEDE
MARANGUAPE
SEDE

rb

rb Tito
Santa Luzia 0 PENEDO
02 F az .
BR Açude São Luiz 15 KM SAPUPARA
Faz. Boticário J aramataia CE 3
Faz. 5 4 8 KM
J aramataia

LADEIRA
Faz. Taubaté
GRANDE
AMANARI 10 KM
LAGOA DO 30 KM
F az . Mass apê ITAPEBUSSU
JUVENAL 40 KM UMARIZEIRAS
45 KM 16 KM

4
S. JOÃO DO PAPARA LAGES
AMANARI 19 KM 19 KM

CE 35
33 KM
CE 354
5
06

JUBAIA
0 C ruel
CE

02 21 KM

CE
BR MANOEL

35
4
Faz. Água Brava CACHOEIRA
GUEDES
rb TANQUES 22 KM
40 KM
27 KM
Pedra Vermelha
S er
ro
Santo te d
os Dourado
Antonio do Melão Tan
que rb
s
ANTONIO MARQUES
47 KM

VERTENTES
DO LAGEDO
Jandaira
Pilões 49 KM
J apão

ARTE GRÁFICA
RUBENS BARBOSA
14
3.1.4. MARANGUAPE E A REGIÃO METROPOLITANA DE FORTALEZA - RMF

A RMF foi formada inicial por 5 municípios: Fortaleza, Caucaia, Maranguape, Pacatuba e
Aquiraz. A região metropolitana aglomerava uma massa populacional de aproximadamente 1
milhão de habitantes. Em 1983, Maracanaú, também por lei federal, passou a fazer parte
da RMF. Em 1987 foi adicionado mais um município, Eusébio. Em
1992 Itaitinga e Guaiúba. A partir de 1999, mais quatro cidades passaram a integrar a
região metropolitana: Chorozinho, Pacajus, Horizonte e São Gonçalo do Amarante.
Em 2009 o governo estadual incluiu mais duas cidades a
RMF, Pindoretama e Cascavel. Em 2014, o governador Cid Gomes incluiu as cidades
de Paracuru, Paraipaba, Trairi e São Luís do Curú.

3.1.4.1. MAPA DA REGIÃO METROPOLITANA DE FORTALEZA

TRAIRI

PARAIPABA

PARACURU 15

SÃO GONÇALO
SÃO LUIS DO AMARANTE
DO CURÚ

CAUCAIA
FORTALEZA
MARACANAÚ
EUSÉBIO

PACATUBA
AQUIRAZ
ITAITINGA
MARANGUAPE
PINDORETAMA

GUAIÚBA HORIZONTE

PACAJÚS
CASCAVEL

CHOROZINHO
3.1.5. DEMOGRAFIA

População Recenseada, Segundo os Grupos de Idade/2010 e estimativa/2021


TOTAL
GRUPOS DE IDADE
2010 % MASCULINO FEMININO 2021

Total 113.561 100,00 65.626 66.051 131.677


0a4 9.036 7,95 5.338 5.130 10.468
5 a9 9.480 8,34 5.600 5.382 10.982
10 a 14 11.841 10,42 7.272 6.449 13.721
15 a 19 11.891 10,47 7.169 6.618 13.787
20 a 29 22.811 20,07 13.478 12.951 26.427
30 a 39 16.245 14,31 9.044 9.799 18.843
40 a 49 13.927 12,25 7.903 8.227 16.130
50 a 59 7.739 6,81 4.125 4.842 8.967
60 a 69 5.672 5,00 3.160 3.424 6.584
70 anos ou mais 4.919 4,38 2.537 3.229 5.766
FONTE: Instituto Brasileiro De Geografia E Estatística (IBGE) – CENSOS DEMOGRÁFICOS 2010.

16
3.1.6. EDUCAÇÃO
3.1.6.1. Matrícula Inicial – Censo Escolar/2020

Especificação Número
Educação Infantil
Creche -
Berçário 56
Infantil II 161
Infantil III 934
Sub total 1151
Pré-Escola
Infantil IV 1090
Infantil V 1200
Sub total 2290
Ensino Fundamental
1° Ano 1092
2° Ano 1196
3° Ano 1295
4° Ano 1223
5° Ano 1291
Sub total 6097
Anos Finais
6° Ano 1380
7° Ano 1293
8° Ano 1296
9° Ano 1183
Sub total 5152
EJA
EJA I I e II (unificados) 114
EJA II -
EJA III III E IV (unificados) 156
EJA IV -
EJA Semipresencial e Médio Semifundamental 356 +médio 1207= 1563
Sub total 2087
TOTAL 16523
Total de Matrículas no Censo
14960
Município
Fonte: Secretaria De Educação De Maranguape

Número de Escolas Públicas Municipais: 81


Número Escola Urbana: 56
Número Escola Rural: 25 17
Docentes com atuação no município:
Vínculo Municipal: 1.174
Vínculo Estadual: 177

3.1.6.2. Indicadores educacionais no ensino fundamental e médio – 2020

Indicadores Educacionais
Discriminação Ensino fundamental Ensino médio
Município Estado Município Estado
Taxas (%)
Escolarização 11.252 - - 3.113
Aprovação
líquida 99,9% - - 98,4%
Reprovação 0,0% - - 0,0%
Abandono 0,1% - - 1,6%
Alunos por sala de - - - -
aula
Fonte: Secretaria da Educação Básica (SEDUC)
3.1.7. Emprego e Renda

As últimas informações conseguidas nos dão conta de dados de 2016.

3.1.7.1. Número de Empregos Formais

NÚMERO DE EMPREGOS FORMAIS


DISCRIMINAÇÃO Município Estado
Total Masculino Feminino Total Masculino Feminino
Total de 13.111 7.144 5.967 1.443.365 798.560 644.805
Atividades
Extrativa Mineral - - - 2.999 2.723 276
Indústria de 4.614 2.105 2.509 232.501 146.558 85.943
Transformação
Serviços
Industriais de 16 16 - 8.556 7.099 1.457
Utilidade Pública
Construção Civil 381 358 23 61.516 56.173 5.343

Comércio 1.765 985 780 260.979 153.633 107.346

Serviços 2.799 2.073 726 483.741 267.388 216.353 18


Administração 2.876 1.002 1.874 369.758 144.443 225.315
Pública
Agropecuária 660 605 55 23.315 20.543 2.772
FONTE: MINISTÉRIO DO TRABALHO (MTb) - RAIS

Maranguape registrou saldo positivo de 97 novos postos de trabalho (Emprego Formal) de


Janeiro de 2021 a Maio de 2021.

GRANDE VR. RELATIVA


ADMITIDOS DESLIGADOS SALDO ESTOQUE
GRUPAMENTO (%)
Construção 86 127 -41 531 -7,17
Agropecuária 35 33 2 737 0,27
Comércio 241 228 13 1.910 0,69
Serviços 280 243 37 2.725 1,38
Indústria 719 633 86 4.749 1,84
TOTAL 1.361 1.264 97 10.652 0,92

FONTE: MINISTÉRIO DA ECONOMIA/NOVO CAGEDE

Como não foi possível analisar especificamente o município de Maranguape, neste trabalho
é apresentado a evolução do saldo mensal, trimestral e acumulado de janeiro até novembro
2020; janeiro até novembro de 2021 dos empregos formais cearenses fazendo uma análise
comparativa com o Brasil e também com os demais estados brasileiros a partir dos dados
divulgados no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) disponíveis no site
do Ministério do Trabalho. Essa informação dos empregos formais cearenses trás apenas o
reflexo, que pode se assemelhar com os dados sobre Maranguape.
3.1.7.2. Evolução do Saldo de Empregos Formais

Pela análise do Gráfico seguinte é possível perceber que o Brasil gerou vagas formais de
emprego em todos os meses do ano de 2021. O maior saldo de empregos formais foi
observado no mês de fevereiro (389.679 vagas) e o menor saldo em abril (84.441 vagas).

3.1.7.3. Evolução do saldo mensal de empregos formais - Brasil e Ceará – janeiro a


novembro de 2020 e 2021

19

FONTE: NOVO CAGED – STRAB/MTP. ELABORAÇÃO: IPECE. *SÉRIE COM AJUSTE.

3.1.7.4. Evolução do Saldo de Empregos Formais por Regiões e Estados


Na sequência, no segundo trimestre de 2021, todos os estados apresentaram saldos
positivos de empregos formais. Os três maiores saldos positivos foram observados nos
estados de São Paulo (+209.756 vagas); Minas Gerais (+75.773 vagas) e Paraná
(+38.621 vagas).

O Ceará registrou o décimo quinto maior saldo de empregos formais neste período
(+12.553 vagas).
Evolução do saldo trimestral de empregos formais – Brasil e Estados – Períodos
Selecionados de 2021
Acum. Até
Acum. Out. e
Região e UF 1º 2º 3º Novembro
Nov. 2021
Trim./2021 Trim./2021 Trim./2021
Norte 29.136 50.643 60.558 24.526 164.863
Rondônia 2.474 4.609 5.379 2.379 14.841
Acre 1.232 3.208 1.926 1.930 8.296
Amazonas 1.947 11.363 17.598 6.783 37.691
Roraima 1.038 1.429 1.672 82 4.968
9
Pará 16.236 24.371 26.933 8.890 76.430
Amapá 1.225 1.106 2.269 78 5.387
7
Tocantins 4.984 4.557 4.781 2.928 17.250
Nordeste 59.644 95.131 226.943 107.501 489.219
Maranhão 7.015 13.920 12.784 7.848 41.567
Piauí 4.243 7.055 8.116 3.009 22.423
Ceará 11.495 12.553 40.566 19.505 84.119
Rio Grande do Norte 4.553 5.029 17.272 6.759 33.613
Paraíba -214 6.413 17.973 8.641 32.813
Pernambuco 1.553 17.826 52.577 22.169 94.125
Alagoas -10.129 4.279 26.987 7.181 28.318
20
Sergipe -561 1.341 9.634 4.125 14.539
Bahia 41.689 26.715 41.034 28.264 137.702
Sudeste 381.750 335.735 475.042 293.817 1.486.344
Minas Gerais 101.640 75.773 106.011 44.446 327.870
Espírito Santo 15.675 13.419 16.060 11.873 57.027
Rio de Janeiro 26.570 36.787 61.773 55.109 180.239
São Paulo 237.865 209.756 291.198 182.389 921.208
Sul 222.135 90.545 142.299 105.726 560.705
Paraná 71.957 38.621 52.840 32.725 196.143
Santa Catarina 83.268 36.626 50.288 35.298 205.480
Rio Grande do Sul 66.910 15.298 39.171 37.703 159.082
Centro-Oeste 89.714 78.951 83.732 33.101 285.498
Mato Grosso do Sul 14.562 11.254 9.096 5.475 40.387
Mato Grosso 25.446 18.615 21.577 6.246 71.884
Goiás 37.275 36.344 31.226 8.266 113.111
Distrito Federal 12.431 12.738 21.833 13.114 60.116
Não identificado 1.691 1.780 1.591 1.207 6.269
Brasil 784.070 652.785 990.165 565.878 2.992.898
3.1.7.5. Evolução do Saldo de Empregos Formais Cearense por Atividades

Por fim, pela análise da Tabela seguinte abaixo é possível observar a dinâmica trimestral dos
empregos formais por grandes atividades no mercado de trabalho cearense.

No primeiro trimestre de 2021, das treze atividades analisadas, um total de quatro elas
apresentaram destruição de vagas, Alojamento e alimentação (-2.171 vagas); Agropecuária
(-1.178 vagas); Outros Serviços (-249 vagas); e Serviços Domésticos (-2 vagas). As três
atividades que mais geraram empregos formais no mercado de trabalho cearense neste
período foram: Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e
serviços sociais (+4.972 vagas); Indústrias de Transformação (+4.414 vagas); e
Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e
administrativas (+2.046 vagas).

3.1.7.6. Evolução do saldo trimestral de empregos formais por atividades - Ceará –


Períodos Selecionados de 2021

Acum. Até
Grande Grupamento Acum.
1º Trim./2021 2º Trim./2021 3º Trim./2021 Novembro
Out. e Nov. 2021
Agropecuária -1.187 872 1.420 376 1.481
Indústrias Extrativas 80 -7 118 67 258 21
Indústrias de Transformação 4.414 -1.776 9.728 2.037 14.403
Eletricidade e Gás 18 29 -11 -10 26
Água, Esgoto, Atividades de Gestão
de Resíduos e Descontaminação 692 184 153 147 1.176
Construção 1.801 2.201 5.121 944 10.067
Comércio 1.047 2.439 7.775 6.606 17.867
Transporte, armazenagem e correio 34 598 654 951 2.237
Alojamento e alimentação -2.171 -388 4.264 2.483 4.188
Informação, comunicação e
atividades financeiras, 2.046 5.151 8.104 3.669 18.970
imoboliárias, profissionais e
administrativas
Administração pública, defesa,
seguridade social, educação, 4.972 1.882 1.480 969 9.303
saúde humana e serviços
sociais
Outros serviços -249 1.362 1.766 1.267 4.146
Serviços domésticos -2 6 -6 -1 -3
Ceará 11.495 12.553 40.566 19.505 84.119
FONTE: NOVO CAGED – STRAB/MTP. ELABORAÇÃO: IPECE. *SÉRIE COM AJUSTE.
3.1.8. Saneamento de Maranguape
3.1.8.1. Abastecimento de Água 2016
Abastecimento de Água
Discriminação
Município Estado % sobre o total do
Estado
Ligações reais 30.676 1.809.105 1,70
Ligações ativas 27.002 1.640.545 1,65
Volume produzido (m³) 4.751.248 350.556.490 1,36
Taxa de cobertura dágua 98,88 91,76 -
urbana (%)
FONTE: COMPANHIA DE ÁGUA E ESGOTO DO CEARÁ (CAGECE)

3.1.8.2. Esgotamento Sanitário - 2016


Abastecimento de Água
Discriminação
Município Estado % sobre o total do
Estado
Ligações reais 3.778 629.089 0,60
Ligações ativas 3.681 571.608 0,64
Taxa de cobertura dágua (%) 36,33 38,57 - 22
FONTE: COMPANHIA DE ÁGUA E ESGOTO DO CEARÁ (CAGECE)

3.1.9. Energia Elétrica e Coleta de Lixo

3.1.9.1. Consumo e Consumidores de Energia Elétrica / 2016

Classes de consumo Consumo (MWH) Consumidores

Total 93.864 36.381


Residencial 43.161 31.722
Industrial 12.703 32
Comercial 12.638 1.601
Rural 14.064 2.539
Público 11.254 484
Próprio 45 3
FONTE: COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ (COELCE)
3.1.10. Domicílios particulares permanentes segundo energia elétrica e lixo coletado -
2000/2010
Município Estado
Discriminação
2000 % 2010 % 2000 % 2010 %
Total 19.808 100,00
28.984 100,00
1.757.888 100,00
2.365.276
100,00

Com energia elétrica 18.840 92,91


28.709
99,05
1.568.648 89,23
2.340.224
98,94

Com lixo coletado 13.699


68,95
24.370
84,08
1.081.790
61,54
1.781.993
75,34

FONTE: INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE) – CENSOS DEMOGRÁFICOS


2000/2010

4. MARANGUAPE E A ÁREA DESCENTRALIZADA DE SAÚDE – ADS III


As regiões de saúde são espaços territoriais compostos por um conjunto de municípios, formadas
em conformidade com um processo espontâneo e natural de integração e interdependência, com
vontade política unificada e capacidade de gerar soluções na área da saúde.

23
De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado do Ceará – SESA, Maranguape integra a
Macrorregião de Fortaleza e a Área Descentralizada de Saúde – ADS III, que se constitui em
um conjunto de 8 municípios, com vontade política e pactuações para a solução de
problemas comuns.
Integram a ADS III os municípios de Acarape, Barreira, Redenção, Guaiuba, Maracanaú,
MARANGUAPE, Pacatuba e Palmácia.

4.1. POPULAÇÃO ESTIMADA DA ADS-III/ 2021

MUNICÍPIO POPULAÇÃO

MARACANAÚ 229.458
MARANGUAPE 130.346
PACATUBA 84.554
REDENÇÃO 29.146
GUAIÚBA 26.290
BARREIRA 22.573
ACARAPE 15.036
PALMÁCIA 13.439
TOTAL 550.842
FONTE: IBGE CIDADES
3.2. 4.2. Mapa da ADS III

MARACANAÚ

PACATUBA

MARANGUAPE

GUAIÚBA
PALMACIA

ACARAPE
REDENÇÃO

BARREIRA

5. PERFIL EPIDEMIOLÓGICO
24

5.1. Indicadores de Natalidade

5.1.1. Série histórica de nascimentos ocorridos segundo ano e sexo


Ano do Nascimento Sexo Total
Masculino Feminino Ignorado

2017 767 759 00 1.527


2018 773 758 01 1.532
2019 772 736 01 1.509
2020 661 676 00 1.337
2021 520 429 00 949
Total 3493 3358 02 6.854
Fonte: Anos de 2017 a 2019: MS/SVS/DASIS - Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos – SINASC.
Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?sinasc/cnv/nvce.def.
Ano de 2020 e 2021: Secretaria da Saúde do Estado do Ceará/COVEP - CEREM - Sistema de Informações
sobre Nascidos Vivos - SINASC. Nota: Dados tabulados em 14/01/2022, sujeitos à revisão. Disponível em:
http://extranet.saude.ce.gov.br/tabulacao/tabnet?sim/nascido.def
5.1.2. Série histórica de nascimentos ocorridos segundo ano e tipo de parto

Ano do Nascimento Tipo de Parto Total


Vaginal Cesáreo Ignorado

2017 647 880 00 1.527


2018 595 936 01 1.532
2019 575 932 02 1.509
2020 511 824 00 1.337
2021 404 545 00 949
Total 2732 4117 03 6.854
Fonte: Anos de 2017 a 2019: MS/SVS/DASIS - Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos – SINASC.
Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?sinasc/cnv/nvce.def.
Ano de 2020 e 2021: Secretaria da Saúde do Estado do Ceará/COVEP - CEREM - Sistema de Informações
sobre Nascidos Vivos - SINASC. Nota: Dados tabulados em 14/01/2022, sujeitos à revisão. Disponível em:
http://extranet.saude.ce.gov.br/tabulacao/tabnet?sim/nascido.def

5.1.3. Número de Nascimentos Segundo Município e Ano de Ocorrência – Mães Residentes


em Maranguape
ANO
Município de Total 25
Ocorrência 2017 2018 2019 2020 2021
Maranguape 655 649 450 473 333 2.560

Canindé 02 00 00 00 00 02
Caucaia 04 01 00 01 01 07
Eusebio 02 06 06 10 00 24
Fortaleza 324 337 327 351 234 1.573
Horizonte 00 01 00 00 01 02
Maracanau 539 537 725 500 379 2.680
Quixeramobim 00 00 00 01 00 01
Redenção 00 01 00 00 00 01
São Benedito 00 00 00 00 01 01
São Gonçalo do 00 00 01 00 00 01
Amarante
Sobral 01 00 00 01 00 02
Total 1.527 1.532 1.509 1.337 949 6.854
Fonte: Anos de 2017 a 2019: MS/SVS/DASIS - Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos – SINASC.
Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?sinasc/cnv/nvce.def.
Ano de 2020 e 2021: Secretaria da Saúde do Estado do Ceará/COVEP - CEREM - Sistema de Informações
sobre Nascidos Vivos - SINASC. Nota: Dados tabulados em 14/01/2022, sujeitos à revisão. Disponível em:
http://extranet.saude.ce.gov.br/tabulacao/tabnet?sim/nascido.def
5.1.4. Série Histórica de Nascimentos Segundo ano e número de Consultas de Pré-Natal
Número de Consultas de Ano
Total
Pré-Natal
2017 2018 2019 2020 2021
Nenhuma 22 28 20 22 14 106
1-3 vezes 37 33 32 36 18 156
4-6 vezes 249 201 163 144 133 890
7e+ 1.217 1.267 1.288 1.130 783 5685
Ignorado 02 03 06 05 01 17
Total 1.527 1.532 1.509 1.337 949 6854
Fonte: Anos de 2017 a 2019: MS/SVS/DASIS - Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos – SINASC.
Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?sinasc/cnv/nvce.def.
Ano de 2020 e 2021: Secretaria da Saúde do Estado do Ceará/COVEP - CEREM - Sistema de Informações
sobre Nascidos Vivos - SINASC. Nota: Dados tabulados em 14/01/2022, sujeitos à revisão. Disponível
em: http://extranet.saude.ce.gov.br/tabulacao/tabnet?sim/nascido.def

5.2. Indicadores de Mortalidade

5.2.1. Série da Mortalidade Infantil em menores (<)1 Ano


Número de Óbitos
Total 26
Ano 2017 2018 2019 2020 2021

Óbitos em < 1 Ano 26 18 18 16 08 86


Fonte: Anos de 2017 a 2019MS/SVS/CGIAE - Sistema de Informações sobre Mortalidade – SIM.
Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sim/cnv/obt10ce.def.
Anos de 2020 e 2021: Secretaria da Saúde do Estado do Ceará/COVEP - CEREM - Sistema de
Informações sobre Mortalidade - SIM.Nota: Dados tabulados em 14/01/2022, sujeitos à revisão.
Disponível em: http://extranet.saude.ce.gov.br/tabulacao/tabnet?sim/obito.def.

5.2.2. Mortalidade Infantil Número de Óbitos em < 1 Ano/Faixa Etária dos Óbitos
Mês do Óbito
Faixa Etária do Óbito Infantil Total
2017 2018 2019 2020 2021
< 7 Dias 16 11 13 09 04 53
De 07 a 27 Dias 03 03 00 01 02 09
De 28 Dias a < 1 Ano 07 04 05 06 02 24
Total 26 18 18 16 08 86
Fonte: Anos de 2017 a 2019MS/SVS/CGIAE - Sistema de Informações sobre Mortalidade – SIM.
Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sim/cnv/obt10ce.def.
Anos de 2020 e 2021: Secretaria da Saúde do Estado do Ceará/COVEP - CEREM - Sistema de
Informações sobre Mortalidade - SIM.Nota: Dados tabulados em 14/01/2022, sujeitos à revisão.
Disponível em: http://extranet.saude.ce.gov.br/tabulacao/tabnet?sim/obito.def.
5.3. Mortalidade Geral

5.3.1. Número de Óbitos Ocorridos Segundo Ano de Ocorrência


Mês do Óbito
Ano do Óbito Total
2017 2018 2019 2020 2021
Total 733 758 662 879 774 3.806
Fonte: Anos de 2017 a 2019MS/SVS/CGIAE - Sistema de Informações sobre Mortalidade – SIM.
Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sim/cnv/obt10ce.def.
Anos de 2020 e 2021: Secretaria da Saúde do Estado do Ceará/COVEP - CEREM - Sistema de
Informações sobre Mortalidade - SIM.Nota: Dados tabulados em 14/01/2022, sujeitos à revisão.
Disponível em: http://extranet.saude.ce.gov.br/tabulacao/tabnet?sim/obito.def.

5.3.2. Principais Causas de Óbitos no Município de Maranguape, por ano de


ocorrência
Ano
CAUSA Total
2017 2018 2019 2020 2021
Doenças infecciosas e parasitárias 20 25 25 144 128 342
Neoplasias 99 113 109 117 78 516
Doenças Sangue e Órgãos Hemat e Transt Imunitár 03 04 03 03 07 20
Doenças Endócrinas Nutricionais e Metabólicas 44 39 36 43 21 183
Transtornos Mentais e Comportamentais 08 09 07 09 12 45 27
Doenças do Sistema Nervoso 27 30 18 19 30 124
Doenças do Ouvido e da Apófise Mastóide 00 00 00 01 00 01
Doenças do Aparelho Circulatório 191 173 163 198 191 916
Doenças do Aparelho Respiratório 94 91 97 88 85 455
Doenças do Aparelho Digestivo 26 36 32 25 24 143
Doenças da Pele e do Tecido Subcutaneo 04 03 08 03 04 22
Doenças Sist Osteomuscular e Tecido Conjuntivo 01 01 04 04 02 12
Doenças do Aparelho Genito-Urinário 15 19 15 23 12 84
Gravidez, Parto e Puerpério 02 01 02 01 02 08
Algumas afec originadas no período perinatal 27 28 25 24 21 125
Mal Formaç. Congên., Deform. e Anomal. Cromos. 10 05 04 06 05 30
Mal definidas / Outras causas 29 09 06 23 10 77
Causas Externas de Morbidade e Mortalidade 133 172 108 147 83 643
TOTAL 733 758 662 878 715 3.746
Fonte: Anos de 2017 a 2019MS/SVS/CGIAE - Sistema de Informações sobre Mortalidade – SIM. Disponível
em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sim/cnv/obt10ce.def.
Anos de 2020 e 2021: Secretaria da Saúde do Estado do Ceará/COVEP - CEREM - Sistema de Informações
sobre Mortalidade - SIM. Nota: Dados tabulados em 14/01/2022, sujeitos à revisão. Disponível em:
http://extranet.saude.ce.gov.br/tabulacao/tabnet?sim/obito.def.
5.3.3. Número de Óbitos Ocorridos Segundo Sexo e Ano de Ocorrência

Sexo Ano Total


2017 2018 2019 2020 2021
Masculino 419 427 370 498 418 2132
Feminino 314 329 292 381 352 1668
Ignorado 00 02 00 00 00 02
Total 733 758 662 879 774 3.806
Fonte: Anos de 2017 a 2019MS/SVS/CGIAE - Sistema de Informações sobre Mortalidade – SIM.
Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sim/cnv/obt10ce.def.
Anos de 2020 e 2021: Secretaria da Saúde do Estado do Ceará/COVEP - CEREM - Sistema de
Informações sobre Mortalidade - SIM. Nota: Dados tabulados em 14/01/2022, sujeitos à revisão.
Disponível em: http://extranet.saude.ce.gov.br/tabulacao/tabnet?sim/obito.def.

5.3.4. Número de Óbitos Ocorridos Segundo Faixa Etária e Ano de Ocorrência


Ano
Faixa Etária Total
2017 2018 2019 2020 2021

<01a 26 18 18 16 08 86
01-04a 02 01 05 01 02 11 28
05-09a 02 02 00 01 02 07
10-14a 02 04 03 03 02 14
15-19a 31 33 17 22 07 110
20-29a 53 76 32 80 29 270
30-39a 38 43 41 52 42 216
40-49a 40 58 54 61 69 282
50-59a 73 76 83 80 90 402
60-69a 89 89 80 114 116 488
70-79a 129 123 122 170 143 687
80 e+ 237 220 194 264 247 1.162
Natimorto 11 15 13 15 17 71
Total 733 758 662 879 774 3.806

Fonte: Anos de 2017 a 2019MS/SVS/CGIAE - Sistema de Informações sobre Mortalidade – SIM.


Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sim/cnv/obt10ce.def.
Anos de 2020 e 2021: Secretaria da Saúde do Estado do Ceará/COVEP - CEREM - Sistema de
Informações sobre Mortalidade - SIM. Nota: Dados tabulados em 14/01/2022, sujeitos à revisão.
Disponível em: http://extranet.saude.ce.gov.br/tabulacao/tabnet?sim/obito.def.
5.3.5. Mortalidade Materna Número de Óbitos Maternos por ano de ocorrência

Ano de Ocorrência
Ano do Óbito Total
2017 2018 2019 2020 2021
Total 02 01 01 01 02 07
Fonte: Anos de 2017 a 2019MS/SVS/CGIAE - Sistema de Informações sobre Mortalidade – SIM. Disponível
em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sim/cnv/obt10ce.def.
Anos de 2020 e 2021: Secretaria da Saúde do Estado do Ceará/COVEP - CEREM - Sistema de Informações
sobre Mortalidade - SIM. Nota: Dados tabulados em 14/01/2022, sujeitos à revisão. Disponível em:
http://extranet.saude.ce.gov.br/tabulacao/tabnet?sim/obito.def.

5.4. Doenças Infecciosas e Transmissíveis de Maior Interesse Para a Saúde Pública


Municipal

5.4.1. Dengue

5.4.1.1. Evolução epidemiológica da dengue em Maranguape – Casos segundo ano do


início dos Primeiros Sintomas e Residentes de Maranguape.

Ano do Início dos Sintomas 29


Variáveis
2017 2018 2019 2020 2021 Total
Casos Confirmados 97 10 127 50 1077 1.361
Confirmação Laboratorial 97 10 124 42 889 1.162
Confirmação Clínica Epidemiológica 00 00 03 08 188 199
Óbitos 00 00 01 00 00 01
Sorotipo Isolado Deng-1 ----- Deng-1 ----- Deng-2

Fonte: Anos de 2017 a 2020:Datasus / Ministério da Saúde/SVS - Sistema de Informação de Agravos de


Notificação - Sinan Net. Nota: Dados Tabulados em 15/01/2022 – Sujeitos a Revisão. Disponível em:
TabNet Win32 3.0: DENGUE - Notificações registradas no Sistema de Informação de Agravos de
Notificação - Ceará (datasus.gov.br)
Ano de 2021: Ministério da Saúde / SVS - Sistema de Informação de Agravos de Notificação - Sinan Net.
Dados tabulados em 15/01/2022.
5.4.2. Zika Vírus - Notificações Registradas no Sistema de Informação de Agravos de
Notificação

5.4.2.1. Casos por Ano Primeiros Sintomas segundo Classificação, 2017-2021

Ano
Classificação Total
2017 2018 2019 2020 2021
Confirmado 0 0 0 1 1
Descartado 43 122 18 5 188
Total 43 122 18 6 189
Fonte: Anos de 2017 a 2020: Datasus / Ministério da Saúde/SVS - Sistema de Informação de Agravos
de Notificação - Sinan Net. Nota: Dados Tabulados em 16/01/2022 – Sujeitos a Revisão. Disponível
em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?sinannet/cnv/denguebce.def

5.4.3. Febre de Chikungunya - Notificações Registradas no Sistema de Informação de


Agravos De Notificação

5.4.3.1. Casos por Ano Primeiros Sintomas segundo Classificação

Ano
30
Classificação Total
2017 2018 2019 2020 2021

Descartado 661 235 109 75 161 1241


Chikungunya 1833 18 16 6 22 1895
Total 2494 253 125 81 183 3136
Fonte: Anos de 2017 a 2020: Datasus / Ministério da Saúde/SVS - Sistema de Informação de Agravos
de Notificação - Sinan Net. Nota: Dados Tabulados em 16/01/2022 – Sujeitos a Revisão. Disponível
em: TabNet Win32 3.0: Febre de Chikungunya - Notificações registradas no Sistema de Informação de
Agravos de Notificação - Ceará (datasus.gov.br)

5.4.4. Hepatites Virais - Casos Confirmados/Notificados no Sistema de Informação de


Agravos de Notificação, por ano e segundo Classificação Etiológica

Ano
Classificação
Total
Etiológica
2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020

Vírus B 01 01 00 02 03 02 02 11

Vírus C 00 00 00 02 00 03 04 09

Total 01 01 00 04 03 05 06 20
Fonte: Anos de 2014 a 2020: Datasus / Ministério da Saúde/SVS - Sistema de Informação de Agravos
de Notificação - Sinan Net. Nota: Dados Tabulados em 18/01/2022 – Nota: Sujeitos a Revisão.
Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sinannet/cnv/ltace.def
5.4.5. Tuberculose - Casos Confirmados/Notificados, por ano, Diagnóstico e segundo Tipo
de entrada no sistema.

Ano
Tipo de entrada Total
2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020

Caso Novo 40 43 22 33 42 34 27 241

Recidiva 01 02 02 04 04 00 02 15

Reingresso Após Abandono 00 01 02 02 02 04 02 13

Transferência 01 00 01 00 03 02 03 10

Pós Óbito 00 00 01 01 03 01 01 7

Total 42 46 28 40 54 41 35 286
Fonte: Anos de 2014 a 2020: Datasus / Ministério da Saúde/SVS - Sistema de Informação de Agravos de
Notificação - Sinan Net. Nota: Dados Tabulados em 16/01/2022 – Sujeitos a Revisão. Disponível em:
TabNet Win32 3.0: TUBERCULOSE - Casos confirmados notificados no Sistema de Informação de
Agravos de Notificação - Ceará (datasus.gov.br)

5.4.5.1. Tuberculose - Casos confirmados, Diagnóstico segundo situação de 31


Encerramento e Ano

Ano
Situação
Total
Encerramento
2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020
Ign/Branco 0 0 0 1 0 0 1 2
Cura 37 33 16 33 38 25 20 202
Abandono 1 7 5 1 5 5 3 27
Óbito por tuberculose 1 5 4 2 4 2 1 19
Óbito por outras causas 0 1 1 1 4 2 4 13
Transferência 1 0 2 2 3 5 4 17
TB-DR 2 0 0 0 0 2 1 5
Abandono Primário 0 0 0 0 0 0 1 1
Total 42 46 28 40 54 41 35 286
Fonte: Anos de 2014 a 2020: Datasus / Ministério da Saúde/SVS - Sistema de Informação de Agravos de
Notificação - Sinan Net. Nota: Dados Tabulados em 18/01/2022 – Sujeitos a Revisão. Disponível em:
TabNet Win32 3.0: TUBERCULOSE - Casos confirmados notificados no Sistema de Informação de
Agravos de Notificação - Ceará (datasus.gov.br)
5.4.5.2. Tuberculose - Casos confirmados por ano e Diagnóstico segundo a Forma

Ano
Forma Total
2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020

Pulmonar 38 38 25 34 49 34 26 244

Extrapulmonar 4 7 3 6 5 7 7 39

Pulmonar + Extrapulmonar 0 1 0 0 0 0 2 3

Total 42 46 28 40 54 41 35 286
Fonte: Anos de 2014 a 2020: Datasus / Ministério da Saúde/SVS - Sistema de Informação de Agravos de
Notificação - Sinan Net. Nota: Dados Tabulados em 18/01/2022 – Sujeitos a Revisão. Disponível em:
TabNet Win32 3.0: TUBERCULOSE - Casos confirmados notificados no Sistema de Informação de Agravos
de Notificação - Ceará (datasus.gov.br)

5.4.5.3. Tuberculose - Casos confirmados por ano, Diagnóstico e segundo Faixa Etária

Ano
Faixa Etária Total
2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020
32
5 a 9 anos 0 1 0 0 0 1 1 3
10 a 14 anos 0 2 0 1 1 0 0 4
15 a 19 anos 5 1 1 4 0 3 2 16
20 a 29 anos 9 10 5 10 9 6 13 62
30 a 39 anos 9 13 7 5 13 11 8 66
40 a 49 anos 10 6 2 3 7 5 6 39
50 a 59 anos 5 7 7 8 7 8 3 45
60 a 69 anos 4 1 2 3 9 3 1 23
70 a 79 anos 0 4 2 6 6 3 0 21
80 anos e mais 0 1 2 0 2 1 1 7
Total 42 46 28 40 54 41 35 286
Fonte: Anos de 2014 a 2020: Datasus / Ministério da Saúde/SVS - Sistema de Informação de Agravos de
Notificação - Sinan Net. Nota: Dados Tabulados em 18/01/2022 – Sujeitos a Revisão. Disponível em: TabNet
Win32 3.0: TUBERCULOSE - Casos confirmados notificados no Sistema de Informação de Agravos de
Notificação - Ceará (datasus.gov.br)
5.4.6. Hanseníase

5.4.6.1. Total de casos de Hanseníase quanto ao tipo de ingresso no sistema de


informação, residentes em Maranguape e por ano de Notificação

Ano
Modo Entrada Total
2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021
Ign/Branco 0 0 0 0 0 0 0 1 1
Caso Novo 15 26 21 20 18 21 16 10 147
Transferência de outro município 0 3 4 0 0 2 0 0 9
(mesma UF) de outro estado
Transferência 0 0 0 1 0 0 0 0 1
Recidiva 2 1 1 2 1 - - 2 9
Outros ingressos 2 0 4 0 1 1 1 0 9
Total 19 30 30 23 20 24 17 13 176
Fonte: Datasus / Ministério da Saúde/SVS - Sistema de Informação de Agravos de Notificação - Sinan Net.
Nota: Dados Tabulados em 17/01/2022 – Sujeitos a Revisão. Disponível em:
http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?sinannet/cnv/hanswce.def

5.4.6.2. Hanseníase, Frequência, por Ano do Diagnóstico segundo Avaliação de


Incapacidade na Notificação 33

Avaliação Ano
Incapacidade Total
Notificada 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021

Em Branco 0 0 0 0 0 2 0 3 5
Grau Zero 11 11 17 13 15 14 6 2 89
Grau I 4 11 8 5 3 3 5 1 40
Grau II 3 3 4 3 1 5 2 - 21
Não Avaliado 1 5 1 2 1 - 4 7 21
Total 19 30 30 23 20 24 17 13 176
Fonte: Datasus / Ministério da Saúde/SVS - Sistema de Informação de Agravos de Notificação - Sinan Net.
Nota: Dados Tabulados em 17/01/2022 – Sujeitos a Revisão. Disponível em:
http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?sinannet/cnv/hanswce.def
5.4.6.3. Hanseníase, Frequência por Ano, Diagnóstico segundo Classificação Operacional
no Diagnóstico

Ano
Classificação Operacional
Total
Diagnóstico
2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021

PAUCIBACILAR 7 6 7 4 10 7 3 3 47

MULTIBACILAR 12 24 23 19 10 17 14 10 129

Total 19 30 30 23 20 24 17 13 176
Fonte: Datasus / Ministério da Saúde/SVS - Sistema de Informação de Agravos de Notificação - Sinan Net.
Nota: Dados Tabulados em 17/01/2022 – Sujeitos a Revisão. Disponível em:
http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?sinannet/cnv/hanswce.def

5.4.6.4. Hanseníase - Frequência por Ano e Diagnóstico segundo Tipo de Saída

Ano
Tipo de Saída Total
2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021
34
Não preenchido 0 0 0 0 1 0 9 12 22
Cura 18 25 25 21 18 20 7 0 134
Transf. para o mesmo município 0 0 2 0 0 0 0 0 2
Transf. para outro município 1 3 1 0 1 4 1 0 11
Transf. para o outro estado 0 1 1 1 0 0 0 0 3
Óbito 0 0 1 1 0 0 0 0 2
Abandono 0 1 0 0 0 0 0 0 1
Erro diagnóstico 0 0 0 0 0 0 0 1 1

Total 19 30 30 23 20 24 17 13 176
Fonte: Datasus / Ministério da Saúde/SVS - Sistema de Informação de Agravos de Notificação - Sinan Net.
Nota: Dados Tabulados em 17/01/2022 – Sujeitos a Revisão. Disponível em:
http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?sinannet/cnv/hanswce.def
5.4.7. Leishmaniose Visceral - Casos Confirmados, por Ano dos Primeiros Sintomas e
segundo Evolução

Ano
Evolução Total
2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020

Ign/Branco 1 0 0 1 0 0 0 2
Cura 5 7 5 5 1 2 3 28
Óbito por LV 1 0 0 2 0 0 0 3
Transferência 0 0 0 0 0 0 1 1

Total 7 7 5 8 1 2 4 34
Fonte: Anos de 2014 a 2020: Datasus / Ministério da Saúde/SVS - Sistema de Informação de Agravos de
Notificação - Sinan Net. Nota: Dados Tabulados em 19/01/2022 – Nota: Sujeitos a Revisão. Disponível em:
http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sinannet/cnv/leishvce.def

5.4.8. Leishmaniose Tegumentar Americana - Casos Confirmados/Notificados No


Sistema de Informação de Agravos de Notificação, por Ano Diagnóstico segundo
Critério de confirmação
35
Ano
Critério confirmação Total
2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020

Clínico-Laboratorial 6 4 1 1 0 1 2 15

Clínico-epidemiológico 3 2 0 2 1 2 1 11

Total 9 6 1 3 1 3 3 26
Fonte: Anos de 2014 a 2020: Datasus / Ministério da Saúde/SVS - Sistema de Informação de Agravos de
Notificação - Sinan Net. Nota: Dados Tabulados em 18/01/2022 – Nota: Sujeitos a Revisão. Disponível em:
http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sinannet/cnv/ltace.def

5.4.9. Meningite - Casos Confirmados/, por Ano dos primeiros Sintomas e


Etiologia

Ano
Etiologia Total
2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020
Meningite Meningocócica 1 1 0 0 0 1 0 3
Meningite Não Especificada 0 0 0 2 3 3 0 8
Meningite Viral 0 0 1 2 0 6 0 9
Meningite de Outra Etiologia 0 0 0 0 2 0 0 2
Meningite por Pneumococos 1 0 0 0 0 0 3 4

Total 2 1 1 4 5 10 3 26
Fonte: Anos de 2014 a 2020: Datasus / Ministério da Saúde/SVS - Sistema de Informação de Agravos de
Notificação - Sinan Net. Nota: Dados Tabulados em 18/01/2022 – Nota: Sujeitos a Revisão. Disponível em:
http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sinannet/cnv/menince.def

5.4.9.1. Meningite, Casos confirmados por Ano dos Primeiros Sintomas e segundo
Evolução

Ano
Evolução Total
2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020

Ign/Branco 0 0 0 0 0 1 0 1

Alta 2 1 1 3 4 8 3 22

Óbito por meningite 0 0 0 0 1 1 0 2

Óbito por outra causa 0 0 0 1 0 0 0 1

Total 2 1 1 4 5 10 3 26
Fonte: Anos de 2014 a 2020: Datasus / Ministério da Saúde/SVS - Sistema de Informação de Agravos de
Notificação - Sinan Net. Nota: Dados Tabulados em 18/01/2022 – Nota: Sujeitos a Revisão. Disponível em:
http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sinannet/cnv/menince.def
36
5.4.10. Sífilis Congênita - Casos Confirmados, por Ano , Diagnóstico e segundo
Realização do Pré-Natal

Ano
Realizou Pré-Natal Total
2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021
Ign/Branco 0 0 0 0 0 0 0 2 2
Sim 4 9 5 10 6 9 6 9 58
Não 0 1 1 0 0 0 0 0 2
Total 4 10 6 10 6 9 6 11 62
Fonte: Datasus / Ministério da Saúde/SVS - Sistema de Informação de Agravos de Notificação - Sinan Net.
Nota: Dados Tabulados em 19/01/2022 – Nota: Sujeitos a Revisão. Disponível em:
http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sinannet/cnv/sifilisce.def
5.4.10.1. Sífilis em Gestante - Casos Confirmados/Notificados, por Ano de Diagnóstico e
segundo Faixa Etária

Ano
Faixa Etária Total
2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021
10 - 14 1 0 0 1 0 0 0 1 3
15 - 19 2 1 3 7 4 7 9 3 36
20 - 39 5 8 13 18 23 26 24 12 129
40 - 59 0 0 0 0 0 0 0 1 1
Total 8 9 16 26 27 33 33 17 169
Fonte: Datasus / Ministério da Saúde/SVS - Sistema de Informação de Agravos de Notificação - Sinan Net.
Nota: Dados Tabulados em 19/01/2022 – Nota: Sujeitos a Revisão. Disponível em:
http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sinannet/cnv/sifilisgestantece.def

5.4.11. Violência Interpessoal/Autoprovocada, Frequência por Ano da Notificação segundo


Sexo

Ano
Sexo Total 37
2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021

Masculino 4 7 12 20 19 18 26 20 126
Feminino 39 67 77 79 64 60 65 69 520

Total 43 74 89 99 83 78 91 89 646
Fonte: Datasus / Ministério da Saúde/SVS - Sistema de Informação de Agravos de Notificação - Sinan Net.
Nota: Dados Tabulados em 19/01/2022 – Nota: Sujeitos a Revisão. Disponível em:
http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sinannet/cnv/violece.def

5.4.12. Registro de Eventos em Saúde Pública (Resp-Microcefalia), por Ano da notificação


e segundo Classificação final do caso

Classificação final
2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 Total
do caso
Confirmado 1 0 0 1 0 0 0 2
Provável 0 1 0 0 0 0 0 1
Em investigação 0 0 0 0 5 0 0 5
Descartado 5 12 1 0 0 0 0 18
Excluído 1 0 0 0 1 0 0 2
Total 7 13 1 1 6 0 0 28
Fonte: Datasus / Ministério da Saúde/SVS - Sistema de Informação de Agravos de Notificação - Sinan Net.
Nota: Dados Tabulados em 19/01/2022 – Nota: Sujeitos a Revisão. Disponível em:
http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?resp/cnv/respce.def
5.4.13. Número de Casos de Diarreias Notificados Distribuição dos Casos
Segundo Ano e quadrimestre da Notificação -2021

Período
total
1° Quadrimestre 2° Quadrimestre 3° Quadrimestre

738 599 1.118 2.455

FONTE: Secretaria da Saúde de Maranguape / Núcleo de Vigilância Epidemiológica / Sistema de Informação


das Doenças Diarreicas Agudas – SIVEP - MDDA.

5.5. COVID-19 - DOENÇA CAUSADA PELO NOVO CORONAVÍRUS SARS-COV-2

5.5.1. Histórico Epidemiológico e Medidas Sanitárias Adotadas pela Municipalidade Desde o


Aparecimento do Agravo Sanitário

O Novo Coronavírus foi identificado como a causa do surto de doença respiratória detectado
pela primeira vez em Wuhan, China. No início, muitos dos pacientes do surto na China,
teriam algum vínculo com um grande mercado de frutos do mar e animais, sugerindo a
disseminação de animais para pessoas. No entanto, um número crescente de pacientes não
teve exposição ao mercado de animais, indicando a ocorrência de disseminação de pessoa 38
para pessoa.

As infecções por Coronavírus causaram doenças respiratórias leves a moderadas,


semelhantes a um resfriado comum e evoluíram ao óbito em alguns casos. Historicamente
alguns Coronavírus causaram doenças graves com impacto importante em termos de saúde
pública, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS-CoV), identificada em 2002 e a
Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS-CoV), identificada em 2012. Os sintomas
mais comuns dessas infecções incluíam sintomas respiratórios (tosse, dificuldade para
respirar, batimento das asas nasais, entre outros) 1, 3, 4 e febre (a febre pode não estar
presente em alguns pacientes, como crianças, idosos, Imunossuprimidos ou que fizeram uso
de medicamentos para diminuir a febre)4,5. Alguns casos de infecções pelo 2019-nCoV
apresentam sintomas gastrointestinais.

O 2019-nCoV se dissemina através de gotículas respiratórias quando os pacientes tossem,


falam alto ou espirram. O contato próximo também é uma fonte de transmissão (por
exemplo, contato com a conjuntiva da boca, nariz ou olhos através da mão contaminada).
Ainda não foi estabelecido se a transmissão pode ocorrer através da mãe-bebê verticalmente
ou através o leite materno.

O período de incubação acredita-se ser de até 14 dias após a exposição e a suscetibilidade


geral, por se tratar de um vírus novo. Sobre a imunidade não se sabe se a infecção em
humanos que não evoluíram para o óbito irá gerar imunidade contra novas infecções e se
essa imunidade é duradoura por toda a vida4. O que sabemos é que a projeção em relação
aos números de casos está intimamente ligada à transmissibilidade e suscetibilidade. Ainda
não existe vacina para prevenir a infecção por 2019-nCoV.

Devido à susceptibilidade da contaminação expressiva de pessoas ao Novo Coronavírus e


uma maior probabilidade de propagação viral, a Secretaria Municipal de Saúde de
Maranguape elaborou em março de 2020 o Plano Municipal de Contingência para Resposta
às Emergências em Saúde Pública - Novo Coronavírus (2019-nCoV) no sentido de controlar
a disseminação do vírus, incluindo estratégias de vigilância epidemiológica, sanitária,
laboratorial, dentre outros.

O referido Plano fez recomendações técnicas para o desenvolvimento e a estruturação de


uma vigilância que objetivava atualizar, informar e orientar profissionais de saúde e de
outros setores quanto aos aspectos epidemiológicos e medidas de prevenção e controle do
Novo Coronavírus (2019- nCoV), com vistas a alertar a possível ocorrência de casos
confirmados da doença no município de Maranguape.
Assim como o Plano Estadual, o Plano Municipal abrangeu diferentes áreas que deveriam
atuar de forma articulada. Dentre estas: a vigilância epidemiológica, imunização, vigilância
sanitária, vigilância laboratorial, atenção primária à saúde e atenção secundária (Upa 24
Horas Dr. Alfredo Marques e Hospital Dr Argeu Braga Herbster), além das ações de
comunicação e divulgação.

A vigilância do município não prescindiu da notificação, com investigação imediata de todos 39


os casos suspeitos de Novo Coronavírus (2019-nCoV) para que as medidas de prevenção e
controle fossem desencadeadas oportunamente.

Um ano da confirmação do primeiro caso do novo Coronavírus, e um ano após a elaboração


do Plano Municipal de Contingência para Resposta às Emergências em Saúde Pública -
Novo Coronavírus (2019-nCoV) , em março de 2021 o Brasil se viu numa situação de
gravidade sanitária. Ao olhar para os números com recordes negativos de mortes e casos da
segunda onda da doença via-se de longe algum descanso da luta contra o Sars-CoV-2. A
situação não estava pior aqui no Ceará e em Maranguape face ao empenho diuturno do
Governador e Prefeito, que trabalharam dentro de suas possibilidades. Há de se ressaltar que
as autoridades sanitárias já contavam com mais conhecimento sobre o vírus, os protocolos
clínicos mais ajustados, equipes de saúde treinadas, mas o Brasil ainda repetia os mesmos
erros para deter a transmissão do vírus no país um ano depois.

A escalada no número de mortes por Covid-19 no Brasil foi desde o início marcado por falta
de coordenação nacional e sucessão de polêmicas com o Ministério da Saúde. O órgão que
deveria coordenar o enfrentamento à pandemia foi palco de trocas de ministros,
interferências políticas e tentativa de manipulação de dados.

O Ministério da Saúde indicou tratamento precoce para a covid-19, como cloroquina,


ivermectina, que não tinham e não têm eficiência comprovada contra a doença e que podem
provocar efeitos colaterais graves. Tudo isso contribuiu para ―o estado coisas‖ que nos
deparamos agora.
Já no início de 2021, o município elaborou seu Plano de Operacionalização para Vacinação
Contra Covid-19 e deu inicio a vacinação, com os seguintes OBJETIVOS:
 Vacinar os grupos prioritários com maior risco de desenvolver complicações e óbitos
pela Covid-19, identificadas de acordo com a situação epidemiológica;
 Contribuir para a redução de morbidade e mortalidade pela Covid-19, bem como a
transmissão da doença;
 Proteger a integridade do sistema de saúde e a infraestrutura para continuidade dos
serviços essenciais.

A realização da campanha de vacinação contra COVID-19 foi um grande desafio para o SUS,
particularmente para gestores e equipes técnicas municipais. Sem dúvida, uma experiência
sem precedentes. No entanto, as estratégias do Programa Nacional de Imunização - PNI
adotadas até os dias atuais subsidiaram os preparativos para esta vacinação, por sua longa
expertise, que incluem a articulação com outros setores do poder público, como também
com diferentes segmentos da sociedade, propiciando um ambiente de trabalho integrado, de
parcerias, de transparência com o objetivo principal de assegurar uma vacinação segura e
eficiente.

Desta maneira, a partir das definições do Ministério da Saúde/PNI, a Secretaria Estadual de


Saúde do Ceará – SESA apresentou o como orientador do plano municipal, como medida
adicional de resposta ao enfrentamento da doença, tida como Emergência de Saúde Pública 40
de Importância Internacional (ESPII).

Grupos prioritários para Vacinação contra Covid-19. Maranguape, 2021.

Fonte: Plano Nacional de Operacional da Vacinação Contra Covid 19. Publicado em 16/12/2020

Em 17 de Janeiro de 2021 o Boletim Epidemiológico da Covid-19 em Maranguape apresentava


os seguintes números:
Casos Quantidade

Confirmados 5.935
Em Isolamento (Domiciliar/Hospitalar) 92
Óbitos 125
Recuperados 5.718

Em Junho de 2021 a gestão de Maranguape editou o Plano Municipal de Retomada das


Atividades Econômicas. O município se pautou nas decisões da Secretaria de Saúde do
Estado do Ceará – SESA e no decreto nº 33.617, de 06 de junho de 2020, que prorrogou o
isolamento social no estado do Ceará, renovou a política de regionalização das medidas de
isolamento social, e deu outras providências.

5.5.2. Proposta do Governo Municipal para Retomada das Atividades Econômicas

A preocupação do Governo Municipal aferiu como inquestionável os efeitos negativos da


pandemia em relação à economia, em especial à manutenção dos empregos e sobrevivência
da população mais vulnerável, o que já tinha ensejado providências do poder público
municipal para mitigar esses danos.
41
A retomada das atividades econômicas prescindiu da observância por parte do comércio, da
indústria e de outros setores das medidas sanitárias definidas pelo Comitê Municipal de
Combate a Covid 19, como necessárias para evitar qualquer retrocesso no trabalho
desenvolvido até então pelo município no combate COVID-19, o qual sempre se baseou na
ciência e pautado em ações responsáveis e, sobretudo, seguras para a vida da população.

Também não se desejou impor prejuízo à capacidade de atendimento da rede municipal de


saúde por conta da rápida disseminação do novo CORONAVÍRUS. Então a única alternativa
responsável que se apresentou para as autoridades públicas municipais, segundo sólido
suporte técnico e científico foi a continuidade, em âmbito municipal, das medidas de
restrição à circulação de pessoas, por meio do isolamento social.

Para o monitoramento da trajetória da pandemia em Maranguape propôs-se um modelo de


análise do risco sanitário que deveriam orientar o planejamento de retomada gradual das
atividades econômicas e flexibilização do distanciamento social.
ESTRATÉGIA DA FLEXIBILIZAÇÃO
DO RETORNO DAS ATIVIDADES

F A S E S

1ª FASE 2ª FASE 3ª FASE 3ª FASE


CONDICIONANTE CONDICIONANTE CONDICIONANTE CONDICIONANTE
PARA PARA PARA PARA
O INÍCIO DA FASE O INÍCIO DA FASE O INÍCIO DA FASE O INÍCIO DA FASE
1º Grupo 2º Grupo 3º Grupo 4º Grupo
de Atividades de Atividades de Atividades de Atividades

P R O T O C O L O S

CRITÉRIO BASEADO CRITÉRIO BASEADO CRITÉRIO BASEADO CRITÉRIO BASEADO


NOS LEITOS NOS LEITOS NOS LEITOS NOS LEITOS
Tendência decrescente
de ocupação dos leitos Tendência decrescente Tendência decrescente Autoridade de Saúde do
de UTI destinadas ao do número de do número de óbitos Estado irá arbitrar sobre
atendimento da COVID- internações relacionadas relacionados a COVID- as condições específicas
19 no período de 14 à COVID-19 no período 19no período de 14 dias. de uma região e/ou
dias. de 14 dias. município.

42
Lista de Atividades Liberadas a Partir de 21 de Junho de 2020

TRABALHO
FASE 1 DETALHAMENTO
PRESENCIAL
Indústria de químicos inorgânicos, plástico, borracha,
INDÚSTRIA QUÍMICA E CORRELATOS 40% solventes, celulose e papel

ARTIGOS DE COUROS E CALÇADOS 40% Indústria e Comércio

Fabricação de ferramentas, máquinas, tubos de aço,


CADEIA METALMECÂNICA E AFINS 40% usinagem, tornearia e solda e comércio atacadista

SANEAMENTO E RECICLAGEM 40% Recuperação de materiais

Construção para barragens e estações de energia elétrica,


CADEIA ENERGIA ELÉTRICA 40% geradores.

CADEIA DA CONSTRUÇÃO 40% até 100 operários obra, escritório e cadeia produtiva com
40%
TÊXTEIS E ROUPAS 40% Indústria e comércio

COMUNICAÇÃO, PUBLICIDADE E
Comércio de livros e revistas
EDITORAÇÃO 40%

Comércio de artigos de escritório, armas e serviços de


INDÚSTRIAS E SERVIÇOS DE APOIO 40% manutenção. Contabilidade, auditoria e direito (máximo de
03 trabalhadores por escritório).

ARTIGOS DO LAR 40% Indústria e comércio

CADEIA AGROPECUÁRIA 40% Comercialização de flores e plantas, couros


CADEIA MOVELEIRA 40% Indústria e comércio

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 40% Indústria e comércio

LOGÍSTICA E TRANSPORTE 40% Comércio de bicicletas

CADEIA AUTOMOTIVA 40% Indústria, comércio e serviços


COMÉRCIO DE OUTROS PRODUTOS 40% Comércio de saneantes, livraria, brechós, papelarias, doces e
caixões
COMÉRCIO E SERVIÇOS DE HIGIENE
40% Comércio de higiene e cosméticos
E LIMPEZA

ESPORTE, CULTURA E LAZER Fabricação e comércio de aparelhos esportivos, instrumentos


40% e brinquedos

Em janeiro de 2022 aconteceu a terceira atualização do Plano Municipal de Contingência


Para Resposta Às Emergências Em Saúde Pública - Novo Coronavírus (2019- Ncov)/2022

Diante do novo cenário da pandemia, os números de síndrome gripal e o aumento no


atendimento nas Unidades Básicas de Saúde- UBS, UPA e Hospital Municipal o Governo
Municipal atualizou plano de contingência, com o fulcro precípuo de:

 Reforçar o monitoramento dos casos de Covid-19; 43


 Aumentar a fiscalização dos protocolos sanitários estabelecidos;
 Ampliar a vacinação (D1, D2 E D3), incluindo novas faixas etárias, anteriormente
não imunizadas, como é o caso de crianças acima de 05 anos de idade;
 Reforçar o monitoramento nas casas de cuidados aos idosos e moradores de rua.

O sentimento da gestão municipal continua de ter mais cuidados com as pessoas da melhor
idade, com as grávidas, puérperas, crianças e portadores de comorbidades, principalmente
as respiratórias.

Um dado importante apresentado pela Secretaria de Saúde do Estado do Ceará/SESA para a


atualização do Plano é o novo panorama de internações e casos graves de Covid: ―Para a
grande maioria das pessoas que contraem a Covid que estão vacinadas, os sintomas são
mais leves. Ninguém está imune ao vírus, mas quem se vacinou tem sintomas leves,
geralmente não precisa de internação. Quem se interna ou está na UTI, não se vacinou, ou
não completou o esquema vacinal.
5.5.3. Situação Atual da Covid-19 em Maranguape – Série de 01/01/2020 a 29/01/2022

BOLETIM EPIDEMIOLOGICO – COVID–19 MARANGUAPE–CE

CASOS TOTAL
NOTIFICADOS 30.995
CONFIRMADOS 14.383
TOTAL DE OBITOS 281
RECUPERADOS 12.004
CASOS EM INVESTIGAÇÃO 781
NUMERO DE EXAMES 35.886
LETALIDADE 2
FONTE: integrasus

5.5.3. Gráfico: Número de casos confirmados, segundo sexo e faixa etária. *Número de
casos confirmados com sexo ou faixa etária não informados: 11

44

Fonte: Integrasus 01.01.2020 A 29.01.2022


5.5.4. Gráfico: Número de casos confirmados segundo raça/cor.*Número de casos
confirmados com raça/cor não informada: 715

Fonte: Integrasus 01.01.2020 A 29.01.2022

5.5.5. Gráfico: Taxa de letalidade, por COVID-19, segundo sexo e faixa etária
45

Fonte: Integrasus 01.01.2020 A 29.01.2022

5.5.6. Hospital Dr. Argeu Braga Herbster – Âncora na assistência hospitalar para os
pacientes de Covid-19, em Maranguape.

Segundo a plataforma IntegraSus, em 29 de Maio de 2020 o município ocupava a 8ª


posição do Estado do Ceará em casos da doença . Na mesma data Maranguape recebia um
Centro Intensivo com leitos de UTI e enfermaria para pacientes com Covid-19.

O espaço, montado no Hospital Municipal Dr. Argeu Braga Herbster contava com 10 (dez)
leitos UTI e 18 leitos (dezoito) leitos de enfermaria exclusivos para pacientes com o novo
Coronavírus.
À época segundo a plataforma IntegraSus, administrada pela Secretaria da Saúde - SESA do
Ceará, Maranguape contabilizou 401 casos confirmados da doença, sendo 42 óbitos e 303
pessoas já haviam se recuperado da doença no município.
Com a instalação da segunda cepa e com níveis altíssimos em todas as regiões do estado do
Ceará com taxa de ocupação dos leitos de UTI acima de 90%, o colapso do sistema da
saúde não aconteceu em face da organização do setor de saúde e da liderança do
governador Camilo Santana. Mesmo assim, em alguns momentos o hospital municipal ficou
com suas reservas de oxigênio bem comprometidas.

A Resolução da Comissão Intergestores Bipartite – CIB/CE de n° 30/2021 atualizou a rede


assistencial das unidades hospitalares com leitos clínicos e de UTI, no estado do Ceará para
atendimento exclusivo aos pacientes com Covid-19. Conforme a Resolução o Hospital ficou
com o seguinte desenho:
Leitos Clínicos Leitos Clínicos Leitos UTI
Município Unidade CNES Adulto Covid- Pediátrico Adulto
19 Covid-19 Covid-19
Hospital Dr. Argeu Braga
Maranguape 2554798 12 03 10
Herbster
46

Em 23 de junho de 2021 foi instalada no Hospital Dr. Argeu Braga Herbster a 1ª Usina de produção
de oxigênio de Maranguape, com o objetivo de garantir autonomia para a unidade e salvar vidas de
pacientes graves de Covid-19. Além de ser importante no tratamento dos pacientes, a usina
representa uma economia de quase 50% nos custos de aquisição de oxigênio.

6. DADOS DE PRODUÇÃO E INDICADORES DO SISTEMA MUNICIPAL DE


SAÚDE EM 2021

6.1. Atenção Primária de Saúde – APS

A Atenção Primária à Saúde - APS é o primeiro nível de atenção em saúde e se caracteriza


por um conjunto de ações de saúde, no âmbito individual e coletivo, que abrange a
promoção e a proteção da saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a
reabilitação, a redução de danos e a manutenção da saúde com o objetivo de desenvolver
uma atenção integral que impacte positivamente na situação de saúde das coletividades.
Trata-se da principal porta de entrada do SUS e do centro de comunicação com toda a Rede
de Atenção dos SUS, devendo se orientar pelos princípios da universalidade, da
acessibilidade, da continuidade do cuidado, da integralidade da atenção, da
responsabilização, da humanização e da equidade. Isso significa dizer que a APS funciona
como um filtro capaz de organizar o fluxo dos serviços nas redes de saúde, dos mais simples
aos mais complexos.
Os Programas de Responsabilidade da Atenção Parimária de Saúde
desenvolvidos em Maranguape
 Programa Saúde na Escola (PSE),
 Programa de Melhoria da Avaliação da Qualidade (PMAQ)
 Estratégias de Saúde da Família (ESF)
 E-sus Atenção Básica
 NASF
 NUTRISUS
 Programa Mais Médicos
 Programa Bolsa Família
 Programa Suplemento de Vitamina A
 Rede Cegonha e Vigilância Alimentar e Nutricional.
 Qualifica APSUS
 Prevenção e Controle Agravos Nutricionais

6.1.1. Indicadores de Produção – Médicos – Por Quadrimestre e Ano-2021


TIPO DE ATENDIMENTO 1° Quadrimestre 2° Quadrimestre 3° Quadrimestre Total

Atendimento na UBS 32.709 33.889 29.212 95.810


Atendimento em Domicilio 195 365 735 1.295
47
6.1.2. Indicadores de Produção – Enfermeiros –Por Quadrimestre e Ano-2021
TIPO DE ATENDIMENTO 1° Quadrimestre 2° Quadrimestre 3° Quadrimestre Total

Atendimento na UBS 24.172 27.216 26.169 77.557


Atendimento em Domicílio 596 540 658 1.794

6.1.3. Indicadores De Produção – Odontólogos -Por Quadrimestre e Ano-2021


1° Quadrimestre 2° Quadrimestre 3° Quadrimestre Total
TIPO DE ATENDIMENTO

N° de Pacientes 6.947 9.183 10.172 26.302


N° de procedimentos 20.391 9.185 10.246 39.822

6.1.4. Indicadores de Produção – Agentes Comunitários de Saúde – Por Quadrimestre e


Ano-2021
O agente comunitário de saúde - ACS tem um papel muito importante na Atenção Primária
de Saúde - APS, pois é membro da equipe que faz parte da comunidade, o que permite a
criação de vínculos mais facilmente, propiciando o contato direto com a equipe. O ACS
transita por ambos os espaços – governo e comunidade – e intermediam essa interlocução.

1° Quadrimestre 2° Quadrimestre 3° Quadrimestre Total


TIPO DE ATENDIMENTO

N° de Visitas Domiciliares 147.367 92.990 60.945 301.302

6.1.5. Número de Indivíduos Cadastrados no E-Sus – Por Quadrimestre e Ano-2021


O e-SUS Atenção Primária (e-SUS APS) é uma estratégia para reestruturar as informações da
Atenção Primária em nível nacional. Esta ação está alinhada com a proposta mais geral de
reestruturação dos Sistemas de Informação em Saúde do Ministério da Saúde, entendendo
que a qualificação da gestão da informação é fundamental para ampliar a qualidade no
atendimento à população.
TIPO DE ATENDIMENTO 1° Quadrimestre 2° Quadrimestre 3° Quadrimestre Total
N ° de Indivíduos cadastrados 102.563 664 108.319 211.546

6.1.6. Número de Atendimentos no SAD – Por Quadrimestre e Ano-2021


O Serviço de Atenção Domiciliar (SAD) é a modalidade de atenção à saúde, substitutiva ou
complementar à internação hospitalar ou ao atendimento ambulatorial , caracterizada por
um conjunto de ações de promoção à saúde, prevenção e tratamento de doenças e
reabilitação prestadas em domicílio, com garantia de continuidade de cuidados e integrada
às redes de atenção à saúde.
TIPO DE ATENDIMENTO 1° Quadrimestre 2° Quadrimestre 3° Quadrimestre Total

Atendimento Médico/Visita 871


323 365 183
Domiciliar
Atendimento 1.316
527 540 249
Enfermeiro/Visita
Atendimento Nutricionista 275 464 253 992 48
Atendimento Fisioterapeuta 746 481 249 1.476

6.1.7. Prevenção - Câncer Do Colo Do Útero – Por Quadrimestre e Ano-2021


TIPO DE 2° Quadrimestre 3° Quadrimestre Total
1° Quadrimestre
ATENDIMENTO
N° Exames Citopatologicos 1.314 1.967
212 441
do Colo Uterino

6.1.8. Testes Rápidos – Por Quadrimestre e Ano-2021


Tipo De Condição 1° Quadrimestre 2° Quadrimestre 3° Quadrimestre Total
Avaliada
HIV 388 354 595 1.337
Hepatite C 382 365 607 1.354
Sífilis 387 363 592 1.342
6.1.9. Acompanhamento /Condições Avaliadas
Tipo De Condição 1° Quadrimestre 2° Quadrimestre 3° Quadrimestre Total
Avaliada
Pré-Natal 597 2.673 2.793 6.063
Puericultura 78 861 1.844 2.783
Puerperio (Até 42 Dias) 42 218 206 466
Saúde Sexual e
701 3.816 6.147 10.664
Reprodutiva

6.1.10. Desempenho dos Indicadores do Previne Brasil, em 2021

O programa Previne Brasil é o modelo de financiamento da Atenção Primária à


Saúde -APS, e foi instituído pela Portaria de Consolidação GM/MS nº 6, de 28 de
setembro de 2017. O Previne considera quatro componentes para fazer a
transferência financeira federal a municípios e ao Distrito Federal: incentivo com
base em critério populacional; capitação ponderada (cadastro de pessoas);
pagamento por desempenho (indicadores de saúde) e incentivo para ações
estratégicas. A proposta tem como princípio aumentar o acesso das pessoas aos
serviços da APS e o fortalecimento de vínculos entre população e equipe, com 49
base em mecanismos que induzem à responsabilização dos gestores e dos
profissionais pelas pessoas atendidas e acompanhadas nos serviços da APS.

Indicadores
6 consultas (%)

Gestantes Saúde

Hipertensão (PA
Cobertura Polio

(Hemoglobina
Citopatológico
(Sífilis e HIV)

Glicada) (%)
Aferida) (%)
e Penta (%)
Pré-Natal

Bucal (%)

Cobertura
Pré-Natal

Diabetes
Período
(%)

(%)


42 55 36 20 31 14 19
Quadrimestre

42 60 45 18 24 13 20
Quadrimestre


37 43 41 18 22 11 21
Quadrimestre

Média
Ponderada/ 40,33 52,66 40,66 18,66 25,66 12,66 20
Ano
Fonte: Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica - SISAB

6.2. Núcleo Integral de Saúde – NIS, Atendimentos por especialidade, mês-2021


Unidade especializada em reabilitação atende a demanda proveniente da APS,
Policlínica e Hospital, disponibiliza atendimento em fisioterapia, fonoaudiologia e
terapia ocupacional.
Especialidades Atendimento
Total
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
105 92 156 138 150 129 143 83 1.317
Fonoaudiólogo 45 122 73 81
1.130 1.314 1.460 1.685 1.430 1.420 1.329 976 14.457
Fisioterapia 843 1.248 801 821

Terapia 61 99 230 228 184 176 155 93 1.501


55 92 33 95
Ocupacional
943 1462 907 997 1.206 1.505 1.846 2.051 1.764 1.725 1.627 1.152 17.185
Total

6.3. Saúde Mental


Os Centros de Atenção Psicossocial-Caps são unidades especializadas em saúde
mental para tratamento e reinserção social de pessoas com transtorno mental grave e
persistente. Os centros oferecem um atendimento interdisciplinar, composto por uma
equipe multiprofissional que reúne médicos, assistentes sociais, psicólogos,
psiquiatras, entre outros especialistas.
6.3.1. Caps Geral
Caps Geral Tipo II atende prioritariamente pessoas em intenso sofrimento psíquico
decorrente de transtornos mentais graves e persistentes, incluindo aqueles relacionados ao 50
uso de substâncias psicoativas, e outras situações clínicas que impossibilitem estabelecer
laços sociais e realizar projetos de vida.
6.3.1.1. Atendimentos, Especialidades, Mês-2021

Especialidade Atendimento/mês
Total
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
Médico Psiquiatra
157 173 205 161 243 253 151 226 265 272 289 248 2.643

Especialidade Atendimento/mês
Total
Psicólogo(a):
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
Atendimentos de
Avaliação,
Acolhimento,
Psicoterapia 54 62 106 96 134 152 187 072 125 153 134 181 1.456
Individual
Especialidade Atendimento/mês

Total
Terapia Ocupacional: Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
Avaliação, Atendimento
Individual
051 033 069 058 058 029 078 114 89 73 82 79 813

Especialidade Atendimento/mês
Total
Enfermagem:
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
Avaliação, Acolhimento,
Consultas de
Enfermagem, Crises 634 481 718 612 243 253 151 226 413 636 610 594 4.841

Especialidade Atendimento/mês
TOTAL
Serviço Social: Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
Avaliação, Acolhimento, 51
Atendimento Individual 066 055 076 075 055 059 082 088 089 065 58 71 839

Especialidade Atendimento/mês
TOTAL
Atividades em
Grupos : Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
Atendimentos
em Grupos
terapêuticos,
Visitas
360(**)

420(**)

465(**)

502(**)

577(**)

607(**)

597(**)

634(**)

475(**)

523(**)
05 (*)

03 (*)
03(*)

16(*)

10(*)

07(*)

09(*)

08(*)

domiciliares, 5.221
- (*)

- (*)

Oficinas,
Palestras
Atividades
extramuros.
Legenda: Visitas (*) Sala de espera (**)

6.3.2. Caps Ad
O CAPS AD, de acordo com as premissas da reforma psiquiátrica é um serviço público
voltado não só para o tratamento dos usuários em relação ao uso de drogas mas, também,
para sua reinserção familiar, social e comunitária.
6.3.2.1. Atendimentos, Especialidades, Mês-2021

Especialidade Atendimento/mês
TOTAL
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
Médico
Psiquiatra
+ Clínica 083 071 070 081 086 091 073 080 085 055 063 059 897

Especialidade Atendimento/mês
TOTAL
Psicólogo(a):
Atendimentos Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
de Avaliação,
Acolhimento,
Psicoterapia 025 022 026 022 028 037 021 025 022 009 011 013 261
Individual

Especialidade Atendimento/mês
Total
Terapia Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 52
Ocupacional:
Atendimentos
De Avaliação, 025 023 044 037 017 041 036 062 048 051 57 441
Atendimento
Individual

Especialidade Atendimento/mês
TOTAL
Enfermagem:
Avaliação, Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
Acolhimento,
Consultas De
Enfermagem, 175 143 301 146 211 200 213 218 210 105 142 097 2.161
Crises

Especialidade Atendimento/mês
TOTAL
Serviço Social:
Avaliação, Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
Acolhimento,
Atendimento 055 073 088 044 060 110 020 015 18* 30 24 - 537
Individual
Especialidade Atendimento/mês
TOTAL
Atividades em
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
Grupos:
Atendimentos em
Grupos

serviços sociais
terapêuticos,

24 Palestras
04 (visitas)

05- visitas
02 (**)
Visitas

grupos
60 (*)

80 (*)
87 (*)

72(*)

38(*)
397

25
domiciliares,

-
Oficinas, Palestras
Atividades
extramuros.
Legenda: Visitas (*) Sala de espera (**)

6.3.3. Caps Infantil


O Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Infantil compõe a rede de atenção à saúde mental
de município. É voltado ao atendimento de crianças e adolescentes portadores de transtornos
mentais severos e persistentes e, ou, dependentes de álcool ou outras drogas.
6.3.3.1. Atendimentos, Especialidades, Mês-2021
53
Especialidade Atendimento/mês
Total
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
Médico
Psiquiatra
147 93 89 127 147 158 194 103 153 141 145 82 1.579
+ Clínica

Especialidade Atendimento/mês
TOTAL
Psicólogo (a):
Avaliação, Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
Acolhimento,
Psicoterapia 139 135 134 115 1.355
Individual 62 139 62 59 62 132 158 158

Especialidade Atendimento/mês
TOTAL
Terapia Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
Ocupacional:
Atendimentos
de Avaliação,
Atendimento 58 135 77 26 31 134 73 110 51 95 37 80 907
Individual
Especialidade Atendimento/mês
TOTAL
Enfermagem:
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
Atendimentos
De Avaliação,
Acolhimento,
Consultas De 120 138 099 119 85 134 059 107 156 174 153 135 1.479
Enfermagem,
Crises

Especialidade Atendimento/mês
TOTAL
Serviço Social:
Atendimentos Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
de Avaliação,
Acolhimento,
Atendimento 022 025 027 027 044 028 019 021 25 24 30 49 341
Individual

Especialidade Atendimento/mês
Total 54
Fonoaudiologi
a: Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
Atendimentos
de Avaliação,
Acolhimento, 42 59 29 28 286
55 44 19 10
Atendimento
Individual

6.4. Policlínica Municipal Dr. Almir Pinto


A Policlínica municipal na sua concepção está definida como uma unidade
ambulatorial especializada e orientação terapêutica para diferentes especialidades
médicas, através de consultas médicas e exames especializados. É totalmente
custeada com recursos municipais.
6.5. 6.4.1. Atendimentos na Policlínica Municipal Dr. Almir Pinto (consultas e exames),
por especialidade e mês – 2021
Mês
Especialidade Total
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez

Cardiologia 58 82 48 83 78 69 133 137 70 35 114 907

Oftalmologia 179 55 40 106 97 143 131 133 114 74 1.072

Ginecologia 117 22 59 12 123 131 48 132 89 80 813

Cirurgia Obstetra 27 31 29 28 38 33 29 31 58

Urologia 45 37 35 43 26 32 34 49 36 34 51 422

Mastologia 24 27 56 20 34 42 28 42 42 35 350

Pnar 4 59 46 41 57 63 55 88 51 67 54 585

Ortopedia 98 61 46 37 77 113 116 116 50 129 109 952

Mapeamento 23 9 10 20 15 14 17 11 10 32

Audiometria 9 19 16 44
55
Fono Teste Ore/Ling 30 36 24 37 24 30

Gastroenterologia 4 15 15 17 10 20 81

Endoscopia 25 53 31 32 37 42 37 257

Otorrino 81 54 79 69 73 72 42 87 557

Laringoscopia 7 15 14 10 13 166 14 239

Nasofibroscopia 9 10 3 7 12 8 5 54

Ultrassonografias 68 218 205 201 285 318 315 209 169 230 260 2.478

Dermatologia 26 22 28 24 25 125

Nutricionista 39 23 22 19 18 121

Glaucoma 142 80 92 41 69 424

Cirurgião Vascular 30 26 36 92

Neuropediatra 1089 21 16 1.126

Total 693 721 407 569 671 1.059 1.351 1.156 1.089 1.235 1.185 10.136
6.6. Assistência Farmacêutica

6.5.1. Teto Financeiro Assistência Farmacêutica Básica, por ente federativo em 2021
Teto Financeiro Por Contrapartida De Esfera Governamental
População (B) Valor Anual (C )
Contrapartida Recurso Pactuado (A)
Geral AXB

Municipal 4,00 515.912

Estadual 3,00 386.934

Federal 5,95 767.419

Total
12,95 1.670.265,10
(Teto Financeiro) 128.978

Valor Mensal Para Transferência

Valor Da Transferência Mensal = População Multiplicada Pelo Valor Da Contrapartida Municipal


Dividida Por 12 (Meses)

Valor Mensal R$ 42.992,67


56

6.5.2. Teto Financeiro Assistência Farmacêutica Secundária, por ente federativo em


2021
Teto Financeiro Por Contrapartida De Esfera Governamental

População (B) Valor Anual ©


Recurso Pactuado (A)-
Contrapartida Informe O Valor Pactuado
Para O Município Geral AXB

Municipal 2,00 257.956,00

Estadual 1,00 125.058,00

Total (Teto Financeiro) 3,00 386.934,00

Valor Mensal R$
21.496,33

6.5.3. Entrada e Saída de medicamentos em 2021 (R$)


Total de entrada Total de saída
3.055.882,20 1.930.074,34
6.5.4. Aquisição de remédios para pacientes de ordem judicial (Unidade)
2021 Quantidade de pacientes atendido
Total 09

6.5.5. Número de Supervisões realizadas nas unidades básicas de saúde


2021 Quantidade de supervisão

Total 47

6.5.6. Balanços realizados na Central de Abastecimento Farmacêutico-CAF


2021 Quantidade
Total 06

6.5.7. Número Atendimentos de pacientes atendidos do CEAF-Componente


Especializado da Assistência Farmacêutica
2021 Quantidade 57
Total 4.681

6.5.8. Número de atendimento na farmácia da atenção secundária


2021 Total

Total 37.924

6.5.9. Número atendimento realizados na farmácia comunitária/doação


2021 Total
Total 4.520

6.5.10. Treinamentos Realizados para servidores da CAF no Hórus (Sistema De Gestão


Da Assistência Farmacêutica)
2021 Total
Total 03
6.5.11. Núcleo Ampliado de Saúde da Família e Atenção Básica (NASF-AB)
O Nasf AB é uma equipe da Atenção Básica. Tem responsabilidade junto com a
Estratégia de Saúde da Família, pelo território e usuários, produzindo
responsabilidade mútua pelo cuidado.
O Nasf AB aumentou a diversidade de atividades da APS a partir dos diferentes
núcleos profissionais. O objetivo é produzir o máximo de soluções às
necessidades locais, evitando encaminhamentos e qualificando os que forem
necessários.

Atividades Realizadas em 2021

Local de Atendimentos Individuais por Equipe - NASF


Atendimento Outra- Stênio Tabatinga Itapebuçu Total
Banda Gomes
UBS 334 132 214 254 934

Domicilio 03 02 04 1.315 1324

Outros 13 12 06 - 31

Total 350 146 224 1569 2.289

Fonte: Coordenação NASF-AB/SMS de Maranguape 58

Atendimentos Coletivos por Equipe - NASF


Local de Atendimento Outra- Stênio Tabatinga Itapebuçu Total
Banda Gomes
Educação em Saúde 210 03 32 18 263

Atendimento em Grupo 46 05 08 01 60

Avaliação/Procedimento 41
37 - 04 -
Coletivo
Mobilização Social 32 1 - - 33

Total 325 9 44 19 397

Fonte: Coordenação NASF-AB/SMS de Maranguape


6.6. HOSPITAL MUNICIPAL DR. ARGEU GURGEL B HERBSTER – DESEMPENHO EM
2021
6.6.1. Desempenho Ambulatorial por Especialidade E Mês-2021 - HMABH

Mês

Setembro
Fevereiro

Novembro

Dezembro
Outubro
Janeiro

Agosto
Total

Junho

Julho
Consultas

Março

Maio
Abril
Clin. Médica 2842 2685 2230 2296 2792 2542 2878 2978 3042 3740 3518 4103 35.646

Clin. Pediatrica 465 421 251 353 543 506 448 504 590 678 609 984 6.352

Obstetricia E 314 242 242 305 287 278 298 318 311 300 303 381 3.579
Ginecologia
Clin Traumatologica 478 276 272 312 437 457 568 629 571 556 614 592 5.762

Cirurgião Geral 38 20 26 35 116 145 102 46 0 0 48 145 721

Total 4137 3644 3021 3301 4175 3928 4294 4475 4514 5274 5092 6205 52.060

6.6.2. Procedimentos Obstétricos Realizados em 2021- HMABH


Mês 59
Setembro
Fevereiro

Outubr

Novembr

Dezembr
Janeiro

Agosto
Junho
Março

Tipo de Parto Total


Julho
Maio
Abril

o
Parto Normal 17 15 28 20 13 24 23 16 21 15 16 25 233

Parto Abdominal 7 10 10 14 9 14 18 18 24 32 18 35 209

Total 24 25 38 34 22 38 41 34 45 47 34 60 442

6.6.3. Desempenho nas Internações em 2021- HMABH


Mês
Setembro
Fevereiro

Outubro

Novembro

Dezembro
Janeiro

Agosto
Junho
Março

Internamentos Total
Julho
Maio
Abril

Clin. Médica 55 20 70 48 67 54 79 80 68 75 73 84 773

Clin. Pediatrica 5 7 3 2 12 8 6 4 4 0 1 2 54

Clin. Traumatologica 14 4 7 10 8 19 20 29 20 21 27 25 204

Clin. Obstétrica 29 26 39 34 22 38 41 40 45 54 34 60 462

Clin. Cirurgica 6 7 14 24 14 24 24 19 23 18 34 39 246

CICC 9 66 74 108 51 19 0 0 0 0 0 0 327

UTI 9 26 33 23 24 21 1 0 1 0 0 1 139
2.187
Total 109 156 240 249 198 183 171 172 161 168 169 211
6.6.4. Atendimentos Covid em 2021 - HMABH

Mês

Números da

Fevereiro

Outubro
Janeiro

Setembro

Novembro

Dezembro
Total

Agosto
Março

Junho

Julho
Abril

Maio
Covid - 19

Suspeita Covid 106 189 548 466 415 139 48 37 33 38 2.088


33 36
56
Altas Covid 36 18 1 0 0 0 0 1
21
Óbitos Covid 18 3 0 0 0 0 0 0
39
Transferências Covid 19 19 0 0 1 0 0 0

2 0 0 0 0 0 2
Alta A Pedido Covid 0 0

Raio X 16.143
1173 1001 1104 1342 1400 1401 1.397 1386 1304 1558 1489 1588
Exames Laboratório 255.799
16006 21924 21173 26252 22844 20662 23378 25755 24517 26647 26641
ECG 1.769
179 105 43 25 63 88 46 215 230 199 328 248
4 6 8 18
Hemodiálise 0 0 0 0 0 0 0

Fonte: Same, 2021/HMABH

60
6.7. UNIDADE DE PRONTO ATENDIMENTO – UPA 24H DR. ALFREDO MARQUES

6.7.1. Número De Atendimentos, faixa etária, mês e ano-2021


Mês
Grupo Etário Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Total

Adulto 3652 574 2424 2907 3406 3139 3176 3204 3377 3840 3874 4985 38558

Pediátrico 603 3.692 325 526 834 680 548 578 730 908 775 1143 11342
4255 4266 2749 3433 4240 3819 3724 3782 4107 4748 4649 6128 49.900
Total

6.7.2. Atendimento por Classificação de Risco, mês e ano-2021

Mês Total
Classificação
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Total
25
Vermelho 0 0 0 0 0 0 0 7 02 07 05 04
8.524
Amarelo 782 514 557 781 780 742 573 621 584 795 648 1147
23.661
Verde 1681 1904 1000 1635 2084 1774 1977 1887 2000 2448 2265 3006
17.365
Azul 1792 1848 861 1017 1376 1310 1173 1267 1521 1498 1731 1971
6.7.3. Outros Atendimentos, mês e ano-2021

Mês
Serviços Total
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
48603
Coleta 2598 3041 4003 6292 4736 3722 3639 3651 3706 4127 3781 5307
4942
Rx 221 404 205 352 367 353 369 494 486 494 539 658
1938
Aerossol 152 166 54 07 68 97 225 200 191 277 232 269
792
Sutura 71 72 87 51 56 57 69 67 47 71 67 77
6765
Serviço Social 422 496 844 1017 480 572 313 730 414 532 346 599
Medicação 4291
377 251 224 280 335 331 334 385 372 387 423 592
Via Oral
2604
ECG 155 129 73 136 154 201 558 226 243 266 254 209
10865
Soro 791 757 469 783 929 806 717 900 912 1009 1239 1553
Medicação
Endovenosa,
4205 3790 2462 3541 4116 3865 4328 4528 4809 5486 5404 7462
Medicação 53996
Intramuscular
1467
Curativo 154 123 96 66 99 106 133 134 126 141 146 143 61

6.8. Vigilância Sanitária e Ambiental


A Vigilância Sanitária Municipal-VISA, na estruturação vigente está subordinada a Diretoria de
vigilância à Saúde, juntamente com a Unidade de Zoonoses e Endemias e a Vigilância
Epidemiológica. A efetivação das práticas sanitárias em nosso município vem sendo desenvolvida
das com algumas limitações, todavia não temos medido esforços no cumprimento das ações da
VISA que tem como missão: A promoção e proteção da saúde da população.

6.8.1. Estabelecimentos cadastrados do SINAVISA, Ação, Mês e Ano-2021

Ano
Ação Total
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
Cadastros Novos 11 08 06 15 17 18 14 04 124
06 14 06 05
Inspeção 89 92 112 101 984
71 92 34 34 102 105 114 38

Apuração de Denúncias 09 09 06 06 05 04 05 05 64
02 03 05 05

Receituários controlados (B1) 29 10 09 26 22 21 23 20 270


31 27 30 22
Alvarás Sanitários 23 32 38 47 30 06 22 09 441
70 97 33 34
Recebimento de Denúncias 11 11 08 10 91
04 04 07 10 08 05 08 05
Estabelecimentos Protocolados 17 16 14 22 157
06 14 06 05 21 18 14 04
Instauração de Processo
01 03 02 01 - 01 01 01 15
Administrativo Sanitário 01 01 01 02

Atividade Educativa para setor 12 16 23 25 10 07 05 03 141


regulado 10 12 08 10
Exclusão de estabelecimento 06 05 06 06 03 13 10 15 76
01 03 04 04
Atividades Educativas para 16 25 15 18 05 03 02 04 168
população 15 20 25 20
Fonte: VISA/SMS

6.8.2. Vigiágua
O monitoramento da qualidade da água é um dos instrumentos de verificação de sua
potabilidade e avaliações dos riscos que os sistemas e soluções alternativas de
abastecimento possam representar para a saúde humana.

Parâmetros cadastrados no sistema, mês, e ano - 2021.


Mês
Parâmetros Meta
Mensal Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
Turbidez 53 53 53 53 53 53 53 53 62
53 53 53 53 53
Coliformes Totais/E. coli 53 53 53 53 53 53 53 53
53 53 53 53 53
Fluoreto 18 18 18 18 18 18 18 18
18 18 18 18 18
Cloro Residual 53 53 53 53 53 53 53 53
53 53 53 53 53

6.8.3. Caracterização De Resíduos Do Grupo B


Estudos de diversos países tem demonstrado a presença de produtos farmacêuticos na água,
o ciclo de vida dos produtos farmacêuticos foi analisado e foi determinado que a maior
contribuição para a presença dessas substâncias no ambiente não são as operações de
fabricação, mas o uso e ações dos consumidores, tais como descarte incorreto. Pelo
princípio da precaução, devem ser tomadas medidas para que a situação não piore. Com
esse acompanhamento garantimos a destinação adequada destes resíduos para minimizar os
problemas ambientais gerados por eles.
Medicamentos Caracterizados, por mês e ano - 2021

Mês Medicamentos Caracterizados (Em KG)


Jan 299,305
Fev 42,785
Mar 21,204
Abr 20,243
Mai 86,233
Jun 97,500
Jul 181,825
Ago 44,240
Set 132,74
Out 185,40
Nov 166,45
Dez 93,00
TOTAL 1.370,92

6.8.4. Laboratório Central de Maranguape – LACEMA –Exames Realizados em 2021


63
Ano Total de Exames
2021 283.942

6.8.5. Núcleo de Controle de Zoonoses e Endemias


6.8.5.1. Controle das arboviroses - Ações Realizadas através dos Agentes de Controle de
Endemias – ACE em 2021

Controle ao Aedes aegypti através dos ACE’s visitando as residências e


estabelecimentos comerciais e outros imóveis, para evitar os focos do mosquito e
consequentemente as arboviroses, na população de Maranguape. Realização de
campanhas educativas junto ás escolas e empresas.

Ação Quantidade
Imóveis Visitados 266.413

Imóveis Positivos 294

Imóveis Pendentes 22.873

Ciclos Realizados 06

Depósitos telados ( A1 e A2) 163

UBV / Com maquina Costal Motorizadas bloqueios realizados 114


UBV / Pesado / Localidades trabalhadas Ciclos Realizados (03) 26
Tratamento Biológico (Peixe) Localidades Trabalhadas 0
Nº PE`s existentes 76

6.8.5.2. Programa de Controle de Leishmaniose Visceral atividades realizadas


em 2021

Amostra de Resultado do Elisa


Exames de DPP Exames Cães
Sangue Coletada
Realizados Reagentes Positivos Negativos Eutanasiados
para Elisa
1.748 213 214 34 180 79

6.8.5.3. Programa de Controle da Raiva Animal - Atividades Realizadas em 2021

Nº ANIMAIS VACINADOS (ROTINA) Cães 380 Gatos 121


64
Nº ANIMAIS VACINADOS (ÁREA FOCAL) Cães 99 Gatos 46

Nº ANIMAIS VACINADOS (CAMP. NACIONAL) Cães 18.191 Gatos 6.241


Nº CÃES RECOLHIDOS (DOENTES) 392
Nº DE CÃES RESGATADOS 0
Nº DE EUTANASIAS 392
Nº DE MEDULAS ENVIADAS AO LABOLÁTORIO 04
AMOSTRAS POSITIVAS (Morcego) 01
BLOQUEIOS (Localidade De Guabiraba) 01

6.8.5.4. Atividades Realizadas no Controle da Dengue, Chikungunya e Zika Virus


em 2021.

Números de imóveis a serem trabalhados 57.514


Número de localidades a serem trabalhadas: 55
6.8.5.5. Quadro de Pessoal para o Controle das Endemias e Zoonoses em Maranguape

Programa Número de ACE


45 ACE’s para o focal 43
01 ACE’s para Educação e Saúde 01
01 ACE para Estatística 02
01 ACE no Laboratório 01
02 ACE’s para Borrifação Costal 04
06 ACE’s na Supervisão de Campo 07
01 ACE`s na Leishmaniose 01
01 ACE`s na Raiva 01
01 ACE`s Coordenador 01
57 ACE’s Concursados Existentes 57
01 ACE’s Contratados Existentes 04
01 ACE do Ministério 02

Total de Agentes de Endemias 59

Necessidade de Agentes para Trabalhar todos os Programas no Município

ACE’s Necessários para realização das atividades 97

ACE’s Existentes atualmente 63 65


Necessidade de Contratação 34

6.8.5.6. Programa de Controle das Arboviroses para 2021

Programado

Nº de localidades Nº de Imóveis Nº de
Nº de LIRA’s
A ciclos a a
Município A A trabalhar Inspecionar Inspecionar
trabalhar realizar realizar
Existentes trabalhar por ano por ciclo por ano
por ciclo

Maranguape 55 55 57.514 345.084 57.514 345.084 06 04


7. COMBATER A FOME E A DESIGUALDADE SOCIAL - O MAIOR DESAFIO

7.1. Análise sobre a pobreza extrema na América Latina e seu aguçamento provocado pela
Pandemia

―A maioria dos países latino-americanos enfrentará forte


deterioração distributiva, um flanco sempre sensível na
região: os que mais sofreram estão sofrendo ou sofrerão
as devastações da Pandemia serão os que partiram de
uma situação pior. Como sempre, os grandes
perdedores são os pobres‖.

Alicia Bárcena- Comissão Econômica para a América


Latina e o Caribe - CEPAL

Um em cada três latino-americanos vive em situação de pobreza e 80% são vulneráveis,


segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe - CEPAL. A covid-19
agrava as históricas desigualdades estruturais da região

A pandemia da covid-19 aprofundou as já enormes desigualdades estruturais da América 66


Latina e do Caribe. Num momento de ―elevada incerteza, em que ainda não estão
delineadas nem a forma nem a velocidade de saída da crise‖, a CEPAL calcula que
a pobreza extrema, a forma mais intensa de escassez, na qual nem as necessidades básicas
são cobertas, terá chegado ao nível mais alto desde 2000. Um em cada oito latino-
americanos (12,5%) vive agora nessa situação, mais de um ponto percentual a mais que há
um ano, quando a crise de saúde era uma opção remota, e quase cinco pontos a mais que
em 2014, quando a cifra atingiu seu ponto histórico mais baixo (7,8% da população). Antes
da covid-19, a porcentagem de pessoas nessa situação já vinha crescendo de forma
contínua havia cinco anos. O vírus, no entanto, foi a gota d’água para desatar essa
preocupante tendência.

As medidas de proteção social de emergência adotadas em praticamente toda a região


contribuíram para aliviar o duríssimo golpe do Coronavírus sobre as sempre voláteis
estruturas econômicas e sociais latino-americanas. Mas não impediu um aumento
igualmente notável da pobreza moderada, que no final de 2020 afetava um em cada três
habitantes da região (33,7%), mais de três pontos percentuais a mais que um ano antes. É
preciso voltar a 2006, auge do ―superciclo‖ das matérias-primas, que permitiu que vários
Governos latino-americanos implementassem uma inédita série de medidas sociais,
possibilitando uma drástica melhora na qualidade de vida para milhões de pessoas, que
ampliaram a base da classe média.

A região da América Latina e Caribe é uma das mais afetadas pelo Coronavírus, tanto em
número de casos como de mortes. Com pouco mais de 8% da população mundial,
contabilizava até dezembro de 2020 quase 20% dos contágios e mais de 25% de mortes
em escala global.

A Pandemia levou a uma crise econômica e social sem precedentes, agravada por problemas
históricos como a inequidade (a região continua sendo a mais desigual do mundo),
a informalidade no trabalho (indicador em que também é líder global), a desproteção social e
a vulnerabilidade. Um terreno fértil que amplifica qualquer choque e seus efeitos negativos
sobre as camadas menos favorecidas da sociedade.

Segundo a CEPAL, o número total de pessoas pobres chegou a 209 milhões no final de
2020, 22 milhões a mais que no final do ano anterior. Desse total, 78 milhões estavam em
situação de extrema pobreza, oito milhões a mais que em 2019.

Oito em cada 10 latino-americanos vivem hoje em situação de vulnerabilidade, com renda


equivalente a três ou menos de três salários mínimos. Todas essas tendências se
intensificam nas zonas rurais e nas de maior prevalência de população indígena.

A CEPAL estima que, entre 2019 e 2020, as camadas de baixa renda aumentaram 4,5
pontos percentuais (cerca de 28 milhões de pessoas a mais) e as de renda média se
contraíram numa proporção similar (-4,1 pontos percentuais, ou seja, 25 milhões de
pessoas a menos).
67

7.2. Covid -19 - Fortunas de bilionários aumentaram mais durante a pandemia do que na
última década

Segundo a ONG britânica, a fortuna acumulada dos bilionários aumentou em 5.000 bilhões
de dólares, atingindo seu nível mais alto até hoje, 13.800 bilhões. Desde o início da
pandemia Covid 19, 160 milhões de pessoas caíram na pobreza. Os ricos estão ainda mais
ricos dois anos após o início da pandemia de Covid-19. Segundo a ONG Oxfam, a riqueza
dos dez homens mais ricos do mundo dobrou desde o início de 2020. ―O aumento das
desigualdades econômicas, de gênero e raciais e as desigualdades entre os países estão
destruindo nosso mundo‖, denuncia a ONG que luta contra a pobreza, em um relatório
intitulado ―As desigualdades matam‖, publicado em janeiro/2022, poucos dias antes da
abertura do Fórum Econômico Mundial em Davos.

A riqueza acumulada de todos os bilionários experimentou ―seu maior aumento já registrado‖


desde o início da pandemia de Covid-19, em 5 trilhões de dólares, para atingir seu nível
mais alto até o momento, 13.800, bilhões. O mundo agora tem um novo bilionário a cada
vinte e seis horas, enquanto 160 milhões de pessoas caíram na pobreza no mesmo período,
calcula a ONG.

―A desigualdade contribui para a morte de pelo menos 21.000 pessoas por dia ‖, diz a
Oxfam, com base em mortes por falta de acesso à saúde, fome e crise climática. ―Os
bilionários tiveram uma tremenda pandemia. Os bancos centrais injetaram trilhões de
dólares nos mercados financeiros para salvar a economia, muitos dos quais acabaram nos
bolsos de bilionários‖.

7.3. Dados mostram que Brasil nunca foi tão desigual

Apesar do crescimento acima do esperado do PIB, no primeiro trimestre de 2021 dados


mostram que nunca o país teve tantos desempregados e que os índices de pobreza
aumentam. Inflação elevada agrava o problema.
O crescimento de 1,2% no Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre de 2021,
divulgado recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ficou
acima das expectativas do mercado, em torno de 0,7%, mas o dado aparentemente positivo
mascara um problema estrutural do país: a desigualdade social crescente. Em meio à
Pandemia que já matou mais de 621 mil brasileiros, o aumento da pobreza é agravado
pelo desemprego recorde e pela inflação que não dá trégua e encolhe o poder de compra da
população do Brasil — que, para piorar, está de volta ao mapa da fome.

Tal cenário vai à contramão das estimativas mais otimistas do mercado, que passou a prever
expansão do PIB de 5% a 5,5%, logo após os dados do IBGE. Essas taxas, porém, revelam
a baixa capacidade de crescimento do país, pois uma fatia de 4,9% é atribuída ao novo
cálculo do carregamento estatístico do PIB de 2020, ou seja, pura inércia. 68

Analistas ainda destacam que a recuperação é heterogênea, com o principal motor do


crescimento, o consumo, ainda no campo negativo — o que ajudou a produção industrial a
encolher 1,3%, em abril, e ficar 1% abaixo do nível pré-crise, de fevereiro de 2020. Além
disso, o setor de serviços, o que mais emprega, continua distante do patamar pré-pandemia
e só vai conseguir ter uma retomada mais forte no último trimestre do ano, se a promessa do
governo de vacinar toda a população for cumprida.

O auxílio emergencial de R$ 600 por mês aos mais vulneráveis e de R$ 1,2 mil para as
famílias chefiadas por mulheres acabou mascarando essa realidade e reduzindo,
temporariamente, o número de pobres no país — que já voltou a crescer no final de 2021.
Estudo publicado em abril pelo Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades
da Universidade de São Paulo (Made/USP/2021), denominado "Gênero e raça em evidência
durante a pandemia no Brasil: o impacto do auxílio emergencial na pobreza e na extrema
pobreza‖, estima aumento de 9 milhões de pessoas em situação de pobreza e insegurança
alimentar um ano após o início da pandemia.

―O aumento da pobreza no Brasil reflete as


desigualdades regionais, raciais e de gênero no país. A
sobre representação das mulheres negras na pobreza é
uma das consequências da desigualdade de gênero e
de raça que sempre estiveram presentes na nossa
sociedade, mesmo antes da pandemia.‖
Luisa Cardoso Guedes de Souza, Economista, doutora
em demografia pela Universidade Federal de Minas
Gerais – UFMG.

8. A MUDANÇA - BUSCAR UM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

O culto ao crescimento quantitativo e indiscriminado - hoje magnificado pela globalização


econômica e sacramentado pelo neoliberalismo - domina o estado de mente da maioria de
nossas autoridades. O poder dominante gosta de fazer desenvolvimento sintonizado com as
ondas do acréscimo da materialidade e do lucro pessoal. Daí que tudo que é mensurável em
dinheiro, expressado em quantidade e riqueza material, se prioriza e se principaliza. Daí tudo
vira capital natural, capital político, capital humano, capital institucional, capital financeiro.
O crescimento econômico é impulsionado como um fim em si mesmo.

Com a priorização do dinheiro e não da qualidade de vida, a pobreza continua crescendo no


Brasil. A pobreza e a exclusão são o espelho que devolve à sociedade a imagem, o reflexo do
seu próprio modelo de desenvolvimento. Colhemos socialmente o que semeamos social e
politicamente. Construímos o nosso próprio Carma coletivo.
69
O mundo anseia por mudança. É possível construir relacionamentos que permitam às
pessoas trabalharem em beneficio próprio e, ao mesmo tempo, tirar o sofrimento dos outros,
ser distributivo e solidário. Construir uma economia especialmente preocupada em ser justa
com os outros e PRUDENTE COM A NATUREZA. Certamente, trata-se de uma decisão
baseada na ética e política. Os valores que orientam a escolha são os valores da sociedade
na qual as decisões têm lugar no emocional dos atores. É difícil de buscar essa realidade, é
difícil, mas precisamos buscar na vida coletiva as motivações para a melhoria da qualidade
de vida. A sociedade humana não pode mais persistir na fórmula unidimensional do
desenvolvimento, pois o homem já está perdendo seu poder de ser um alquimista coletivo,
de comandar seu próprio futuro e buscar sua sobrevivência através de alternativas
sustentáveis, menos agressivas a si próprio e a NATUREZA.

9. O SUS DE TODOS OS DIAS

Por que temos que defender o SUS?

O SUS não foi dado, foi conquistado. É resultante das reivindicações do Movimento
Sanitarista, também conhecido como Reforma Sanitária, que lutou ao longo dos anos 1970
e 1980 por uma saúde pública de qualidade para todos os brasileiros. A bandeira deste
movimento era saúde como direito de todos e dever do Estado.

Antes da criação do SUS, o acesso à saúde não era universal, nem integral, nem equânime.
Os hospitais, postos de saúde e outras instituições que compunham o sistema de saúde só
atendiam àqueles que possuíam carteira assinada e seus dependentes. Quem não
preenchesse este requisito era considerado ―indigente‖, sem direitos assegurados. Caso essa
regra persistisse até os dias de hoje com desemprego, subemprego e a flexibilização dos
direitos trabalhistas com Lei nº 13.467/2017, que altera mais de uma centena de pontos da
Consolidação das Leis do Trabalho - CLT e traz várias mudanças significativas que afetam as
relações trabalhistas como um todo, além das relações sindicais e judiciais decorrentes de
reclamatórias trabalhistas, a grande maioria a da população brasileira não teria nenhuma
assistência pública à saúde.

O cidadão comum não tinha acesso à saúde ou dependia da caridade das Santas Casas da
Misericórdia, dos Hospitais Universitários, que atendiam a todos, alguns como indigentes
outros como medicina previdenciária. E as instituições filantrópicas, que também atendiam a
todos, embora na condição de indigentes, ou mendigar por uma assistência e morrer nas
portas dos hospitais.

Antes do SUS havia sim, gente considerada de ―segunda classe‖. Em uma epidemia, em
especial ficava evidente o beco sem saída da saúde em tempos de autoritarismo no país dos
militares. ―Os governos procuravam não mostrar nossos problemas‖, conta o epidemiologista
Moisés Goldbaum, da Universidade de São Paulo (USP). E, assim, entre 1970 e 1974, a
ditadura ocultou a epidemia de meningite no município de São Paulo . Os governos militares
levaram praticamente quatro anos para tomar atitudes efetivas para controlar a epidemia. 70
Enquanto a doença estava atingindo apenas a periferia, eles ocultaram. Mas na medida em
que foi chegando no centro da cidade, ou seja, começou a criar problemas onde se
concentra a classe média, aí sim, gerou um pânico social muito grande que obrigou as
autoridades a tomarem alguma medida.

Os problemas sociais não eram tão evidentes para uma parte da sociedade. As coisas
começaram a mudar nos anos 1970, que marcam o ápice e o fim do chamado ―milagre
econômico‖. Isso porque, a partir de 1968, o PIB deu um salto – chegando a um
crescimento de 14% em 1973. ―Havia uma oferta expressiva de dinheiro lá fora, e o Brasil
pegou muitos empréstimos. Mas com o primeiro choque do petróleo começa a crise‖, situa o
historiador Carlos Fidelis Ponte, da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz). E, com a crise,
chegaram os sinais de que o ―milagre‖ não tinha sido assim tão milagroso. Com o fim do
ciclo de crescimento, os problemas da ditadura foram ficando mais visíveis para a sociedade
à medida que o próprio governo ia se enfraquecendo. Os indicadores de saúde estavam
piorando. E piorando muito.

9.1. O Setor privado engoliu a saúde

A Constituição de 1969 definiu que a iniciativa estatal na área econômica era de caráter
complementar à iniciativa privada. O governo militar foi superimportante para a privatização
em todas as áreas. Na saúde, as empresas eram as donas do sistema. Os médicos,
principalmente faziam suas empresas e hospitais com capital público. Com o regime militar,
eles se tornam capitalistas no sentido literal do termo: saem do esquema de
autofinanciamento e passam a tomar empréstimos e créditos do governo.
No discurso do governo militar quanto mais empresas, mais mercado equivaliam à
modernização. E esses médicos souberam navegar muito bem nessa conjuntura.
O financiamento era garantido pelo Estado. O Instituto Nacional de Previdência Social-INPS
e depois, o Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social-
INAMPS operavam basicamente através de convênios com a rede privada ao invés de
investir na ampliação e qualidade da rede própria de serviços.

As internações nos hospitais próprios da Previdência, que já representavam uma parcela


ínfima do total – 4,2% em 1970 –, minguaram ainda mais. Em 1976, eram de 2,6%. Os
41 hospitais do INAMPS fizeram 253 mil internações frente aos 6,28 milhões do setor
conveniado em 1978.

A coisa era bem simples: os militares criaram na Caixa Econômica Federal o Fundo de Apoio
à Assistência Social, o FAS. E esse dinheiro era pra financiar a construção de hospitais. E
tinha o INAMPS, que era para pagar a assistência médica. Então o dinheiro público, pelo
FAS, financiava a construção de hospital e o dinheiro público, pelo INAMPS, contratava os
hospitais que iam ser construídos para prestar serviço para a Previdência. Isso foi,
realmente, uma coisa monumental.

A maior parte dos recursos do governo federal estava na Previdência e fluíam para o setor
privado. A ponto de o presidente da Federação Brasileira dos Hospitais declarar em 1975 71
que o ―Estado não tinha que se meter com assistência. Tinha que se ocupar de epidemias e
problemas que não eram de interesse do mercado, como lepra, tuberculose‖.

O movimento sanitário, organizado desde os anos 1970 foi crucial para o amplo debate
sobre as questões de saúde pública no Brasil. Enquanto o país passava pelo processo de
redemocratização, o movimento ganhou consistência e avançou na produção de
conhecimento, com a criação de órgãos como o Centro Brasileiro de Estudos de Saúde
(Cebes), em 1976, e a Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva
(Abrasco), em 1979.

Com a 8ª Conferência Nacional de Saúde em 1986 o SUS ganhou força e foram


lançadas as diretrizes para a construção de um sistema descentralizado e único. Saúde é
vista como dever do Estado. A 8ª foi a primeira conferência que contou com a participação
de usuários. Antes dela, os debates se restringiam à presença de deputados, senadores e
autoridades do setor. As conferências eram intraministério. O Ministério da Saúde convidava
pessoas das secretarias e intelectuais, mas os eventos não tinham a dimensão atual. Sergio
Arouca, que estava no núcleo do movimento sanitário e na época era presidente da Fiocruz,
foi convidado a presidir a 8ª Conferência.

O relatório final apontou o consenso em relação à formação de um sistema único de saúde,


separado da previdência, e coordenado, em nível federal, por um único ministério. Também
foram aprovadas as propostas de integralização das ações, de regionalização e
hierarquização das unidades prestadoras de serviço e de fortalecimento do município. O
relatório aponta ainda a necessidade de participação popular, através de entidades
representativas, na formulação da política, no planejamento, na gestão e na avaliação do
sistema.

9.2. O SUS rumo à Constituinte

Para que as resoluções da 8ª pudessem se estruturar melhor e chegar à nova Constituição,


foi criada a Comissão Nacional da Reforma Sanitária-CNRS, que funcionou de agosto de
1986 a maio de 1987. A 8ª foi responsável por dar o arcabouço político e técnico a CNR. A
CNRS era composta por representantes de segmentos importantes, inclusive do setor
privado.
Assim chegamos à Constituição Federal de 1988. No seu Artigo 196 diz: A saúde é direito
de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à
redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e
serviços para sua promoção, proteção e recuperação.

9.3. Os Riscos do SUS


Compilação parcial do artigo de Pedro Simonard, Antropólogo,
documentarista, professor universitário e pesquisador.

A concepção do SUS elaborou um sistema que enfatiza a prevenção, o atendimento primário


porque é mais barato atender o cidadão em seu território e prevenir que ele adoeça ou 72
impedir que uma doença crônica evolua do que do que tratá-lo dentro das grandes
estruturas de saúde – hospitais e postos de saúde -, cujos custos operacionais são mais
elevados. Estas estruturas devem ser acessadas somente nos casos em que os problemas de
saúde não possam ser resolvidos pela atenção primária.

Por que uma estrutura tão bem elaborada apresenta tantos problemas operacionais?
Primeiro, porque o SUS ainda é muito recente. A Lei Orgânica que o regula é de 1990 e fará
trinta anos em 2020. Tem certos elementos desta estrutura que funcionam muito bem e
outros que precisam ser aperfeiçoados. Para que isto ocorra, é preciso que o sistema
funcione da melhor maneira possível em todos os seus níveis, que suas necessidades sejam
supridas de maneira eficaz.
A universalidade, a integralidade e a equidade só podem ser asseguradas com maiores
investimentos no SUS de maneira que este possa oferecer os mesmos serviços oferecidos
pelos hospitais de ponta do sistema de saúde privado, destinados ao atendimento daqueles
que podem pagar pelos serviços hospitalares. Contudo, as classes dominantes brasileiras
vêm colocando em prática um projeto de desmonte do SUS desde o governo Collor, cuja
estratégia mais visível e constante é o subfinanciamento do sistema.

Quando da criação do SUS, estimativas previam que seriam necessários 30% do orçamento
da Previdência para que ele funcionasse plenamente, segundo dados revelados pela
professora Ligia Bahia, da UFRJ. De acordo com esta mesma fonte, o orçamento do SUS
hoje deveria representar cerca 600 bilhões de reais, mas só atinge a metade deste montante.

Outro problema que ocasiona o subfinanciamento do SUS decorre da fundamental


participação dos municípios em sua estrutura. Os municípios financiam e custeiam seus
sistemas de saúde de duas maneiras que são o autofinaciamento por meio dos impostos
municipais (IPTU, ITBI e ISS), que estão entre os mais sonegados do país devido à falta de
estrutura de cobrança eficaz na maioria dos municípios brasileiros; as transferências
realizadas pelos Fundos de Saúde, do fundo de saúde federal para o estadual e do estadual
para o municipal e é preciso que o cidadão fiscalize o dinheiro que chega até SUS que, não
raro, se perde ao longo deste percurso.

Existem tentativas e estratégias de desmonte do SUS, tal como a proposta de criação de


planos de saúde populares a baixo custo, custeados pelo erário público no todo ou em parte.
Esta ação transferiria dinheiro do SUS para grandes operadoras particulares de seguros de
saúde e deixaria o sistema público à míngua. Outra ação predatória é a tentativa de
implementar a ―dupla porta de entrada‖ que consiste em transferir a operação dos hospitais
da rede pública para instituições privadas que ofereceriam dois tipos de serviço, um de
melhor qualidade, para quem pudesse pagar por ele, outro de pior qualidade, gratuito ou a
baixo custo, a ser oferecido à maioria dos cidadãos.

A crise do Covid-19 expõe os riscos da proposta neoliberal para a saúde de maneiras


diversas seja pelo alto custo dos exames de detecção do vírus, que nem todos podem pagar,
seja pelo aumento dos preços dos produtos necessários ao combate da pandemia, o preço
do álcool em gel e das máscaras de proteção, por exemplo, seja pelo desmonte do sistema 73
público de saúde.

O SUS é financiado com dinheiro dos impostos que nós pagamos e é dever nosso cobrar dos
governos investimentos neste sistema. Ao pagarmos um plano de saúde privado estamos
sendo bi tributados porque continuamos a pagar impostos para financiar o SUS. Não
podemos mais aceitar isto. O sistema de saúde pública no Brasil é democrático porque é
universal, é integral e é equânime e o sistema privado não o é porque norteado pelo lucro e
exclui todos aqueles que não podem pagar pelos serviços que disponibiliza.

A quem interessa o desmonte do SUS? Aos proprietários de hospitais e consultórios privados,


aos operadores de plano de saúde, com certeza. Mas também aos banqueiros que
aumentam seus lucros quando adquirem participações totais ou parciais nas empresas
controladoras de planos de saúde ou quando o dinheiro destinado ao SUS é transferido para
o pagamento da dívida pública ou para financiar os bancos privados que atuam no Brasil.
Estes, os banqueiros tenham recessão ou expansão econômica, ganham sempre.
10. DEFICIÊNCIAS INTERNAS QUE INFLUENCIAM A QUALIDADE DA
GESTÃO DO SISTEMA MUNICIPAL DE SAÚDE

1. Inexistência de um Organograma na Secretaria de Saúde de Maranguape;


2. Excessiva lentidão nos processos licitatórios;
3. Inadequação das instalações físicas de algumas unidades do sistema municipal de
saúde;
4. Equipamentos e materiais permanentes defasados das unidades do sistema
municipal de saúde – Atenção primária e Atenção secundária
5. Profissionais da Estratégia de Saúde da Família com visão ainda centrada na cura em
detrimento de ações preventivas;
6. Falhas no sistema de referência e contra referência. Fluxo Atenção Primária /Atenção
Secundária prejudicado;
7. Dissociação da Gestão da secretaria de saúde e a Direção do Hospital Municipal Dr.
Argeu Braga Herbster;
8. Inexistência de protocolos clínicos na atenção Primária;
9. Inexistência de protocolos clínicos na atenção Secundária;
10.Equipe incompleta de plantonistas no Hospital Municipal Dr. Argeu Braga Herbster,
sobretudo na maternidade. Ausência de pediatra e anestesiologista 24 horas;
11.Assistência concorrente: Hospital e UPA realizam os mesmos atendimentos, aos
mesmos pacientes; 74
12.Indefinição quanto à política de medicamentos fitoterápicos;
13.Vigilância Sanitária atua sem plano de metas;
14.Vigilância Sanitária sem poder de policia para coibir a venda de carne e aves sem a
devida condição.
15.Inexistência de código sanitário municipal;
16.Falta de ressonância na comunidade do conjunto de decisões tomadas pelo Conselho
Municipal de Saúde;
17.Acesso dificultado da população ao programa de órtese e prótese;
18.Transporte sanitário inadequado e sem identificação;
19.Ambulâncias com estado geral precárias;
20.Desconhecimento por parte da população dos serviços ofertados pelo SUS no
município, e por qual instituição;
21.Pouco uso da base de Dados Epidemiológicos para as tomadas de decisões;
22.Falha nos sistemas de regulação, municipal, regional e estadual;
23.Defasagem da Programação Pactuada e Integrada – PPI;
24.Intersetorialidade episódica entre os órgãos e secretarias do governo municipal;
25.Serviço de Atenção Domiciliar, do Programa Melhor em Casa – PMC. Equipe
desconectada ao planejamento e a gestão da secretaria de saúde.
26.PPI da Assistência Farmacêutica elaborada sem a efetiva participação dos prescritores
do sistema.
11. DEFICIÊNCIAS DA GESTÃO EM OUTROS SETORES, QUE INFLUENCIAM
NA QUALIDADE DE VIDA

1. Elevado índice de desemprego, notadamente entre os trabalhadores jovens;


2. Desorganização do espaço urbano;
3. Percentual de coleta de resíduos sólidos, ainda baixo, principalmente nos distritos;
4. Frota inadequada usada para coleta de resíduos sólidos: A fase dos serviços de
responsabilidade dos serviços de limpeza urbana, que mais interessa diretamente a
população é a remoção de lixo domiciliar. Ao determinar a frota de veículos
necessariamente deve a administração municipal não só se preocupar com o critério
econômico, como também os fatores técnicos que influenciarão na qualidade do
serviço. O tipo de veículo utilizado em Maranguape ainda é em algumas localidades a
carroceria tipo caçamba, que apresenta algumas desvantagens: Altura de cargo
excessiva, que prejudicará a saúde dos servidores do setor com o passar dos dias;
dispersão do lixo coletado nos logradouros públicos; contato direto dos operários com
o material coletado;
5. Incipiente gerenciamento dos resíduos hospitalares e Unidade de Pronto Atendimento
- UPA: Maranguape, com seu hospital e uma (01) UPA não tem uma proposta de
gerenciamento dos resíduos específicos. A incorreta manipulação dos resíduos sólidos
hospitalares tem sido apontada por várias autoridades médicas, como uma das
causas possíveis do aumento de infecções adquiridas por pacientes internados. 75
Assim, o manuseio impróprio destes resíduos, cria, com frequência, condições
sanitárias indesejáveis, ameaçando a segurança dos próprios pacientes, funcionários
e visitantes, podendo também, indiretamente acarretar custos mais elevados para
assistência aos pacientes internados.
6. Esgotamento sanitário promovido por soluções individualizadas como fossas e
sumidouros, na sede dos distritos;
7. Subutilização da terra e da mão de obra rural. Falta de financiamento pra agricultura
familiar.
12. DIRETRIZES, OBJETIVOS, METAS E INDICADORES PARA OS
ANOS DE 2022 – 2025

DIRETRIZ 1

Aprimorar o acesso à saúde com o fortalecimento das redes de


atenção à saúde, gestão do cuidado dos usuários e propiciar
intervenções que deem condições satisfatórias de funcionamento,
sobretudo da Atenção Primária de Saúde - APS para oferta de um
atendimento de qualidade.

DIRETRIZ 2
76
Garantir a atenção integral à saúde da população, com ênfase nos
principais agravos identificados pela epidemiologia do município.

DIRETRIZ 3

Fortalecer a gestão do SUS, com aprimoramento do Sistema


Municipal de Saúde, centrado na eficiência Administrativa e
Financeira, da informação e do Controle Social.
DIRETRIZ 1 - Aprimorar o acesso à saúde com o fortalecimento das redes de atenção à
saúde, gestão do cuidado dos usuários e propiciar intervenções que deem condições
satisfatórias de funcionamento, sobretudo da Atenção Primária de Saúde - APS para oferta
de um atendimento de qualidade.

1. Fornecer orientação técnica permanente para os profissionais de saúde que têm a


responsabilidade de decidir sobre a execução de ações de controle de doenças e
agravos;
2. Garantir a eficiência e humanizar os serviços prestados, bem como fortalecer as
Redes de Atenção à Saúde do município.
3. Organizar e padronizar os processos de trabalho;
4. Resgatar a pro atividade do Agente Comunitário de Saúde - ACS, que no seu
aparecimento, silenciosamente orientou a atenção básica de saúde. (Observação: O
município dispõe de 191 ACS , sendo que somente 174 recebem o incentivo do
Ministério da saúde);
5. Solicitar o credenciamento de 40 ACS (17 já existentes e 23 novos ACS);
6. Ampliar o acesso na APS com acolhimento do pré-natal;
7. Garantir o acesso às vacinas disponíveis no SUS e ampliação do elenco de
imunobiológicos do programa nacional de imunização;
8. Manter as unidades básicas de saúde e demais unidades em condições satisfatórias
de funcionamento; 77
9. Reequipar as unidades básicas de saúde;
10.Ampliar em 06 o número de equipe de saúde bucal (Cachoeira, Ratos, Forquilha e
Prourb, Lages e Ladeira Grande/Vila Nova);
11. Ampliar em 03 o número de equipe de saúde da família(Tabatinga, Sede/Centro e
Parque Iracema);
12.Equipar o Núcleo Integral De Saúde – NIS;
13.Equipar os CAPS para atendimento em oficinas terapêuticas;
14.Adquirir equipamentos para Atenção Primária e Secundária do município;
15.Reformar para concentrar na UPA Dr. Alfredo Marques os atendimentos aos pacientes
acometidos por quadros agudos de natureza clinicam ou crônicos agudizados. Nos
casos de natureza cirúrgica e de trauma a unidade prestará o primeiro atendimento,
estabilização e investigação diagnóstica inicial, definindo a necessidade ou não de
encaminhamento a serviços hospitalares de maior complexidade;
16. Promover a acessibilidade atitudinal com acolhimento e a garantia dos direitos as
pessoas com deficiência;
17. Promover formação em serviço para os profissionais de saúde e da assistência social
sobre libras, audiodescrição, outros;
18.Monitorar e buscar alcance satisfatório dos 7 indicadores do PREVIVE BRASIL para o
pagamento por desempenho: 1. Proporção de gestantes com pelo menos 6 (seis)
consultas pré-natal realizadas, sendo a 1ª até a 20ª semana de gestação 2.
Proporção de gestantes com realização de exames para sífilis e HIV 3. Proporção de
gestantes que passaram por atendimento odontológico 4. Cobertura de exame
citopatológico 5. Cobertura vacinal de poliomielite inativada e de pentavalente 6.
Percentual de pessoas hipertensas com pressão arterial aferida em cada semestre 7.
Percentual de diabéticos com solicitação de hemoglobina glicada.

DIRETRIZ 2 - Garantir a atenção integral à saúde da população, com ênfase nos principais
agravos identificados pela epidemiologia do município.

1. Realizar as ações específicas de vigilância epidemiológica, vigilância sanitária,


vigilância ambiental e vigilância em saúde do trabalhador, ao lado das ações de
caráter individual organizadas sob a forma de consultas e procedimentos;
2. Prevenir e exercer o controle das doenças transmissíveis, não transmissíveis e das
imunopreveníveis, bem como a manutenção da capacidade de resposta das
emergências e desastres. Será prioridade o fortalecimento da promoção da saúde,
nesta incluída a vigilância sanitária, ambiental e endemias, com ênfase na redução
do número de óbitos por Arboviroses, na ampliação da taxa de cura da tuberculose,
na redução da incidência do HIV, na eliminação da hanseníase, no controle da raiva
animal e humana e no diagnóstico precoce das hepatites virais, sem descuidar das
demais enfermidades, sejam aquelas negligenciadas – como leishmanioses, peste,
esquistossomose, tracoma –, sejam endêmicas, emergentes e reemergentes;
3. Estruturar a vigilância sanitária, ambiental, vigilância das violências e acidentes, com
foco na qualificação e melhoria dos indicadores. 78
4. Garantir educação continuada aos fiscais da Vigilância Sanitária, através de cursos
em Vigilância Sanitária e legislações correlatas e Agentes de Combate às Endemias –
ACE, através de cursos de atualização em endemias, zoonoses e outras doenças,
objetivando o aprimoramento das ações desenvolvidas;
5. Adquirir equipamentos de informática para a Vigilância Epidemiológica e todas as
salas de vacina, incluindo a Rede de Frios;
6. Garantir equipamentos de proteção individual – EPI para ACE E ACS , materiais
necessários às atividades de prevenção e controle de todas as endemias e zoonoses
trabalhadas no município de Maranguape;
7. Garantir Informatização e virtualização dos processos de Licença Sanitária;
8. Garantir a ampliação do quadro de pessoal da Coordenadoria de Vigilância em Saúde
e do Núcleo de Endemias;
9. Propiciar a Vigilância Sanitária de conhecimento técnico- cientifico e embasamento
jurídico, para que seja elaborado o código sanitário municipal com poder
normatizador, educativo, avaliador e propiciador de intervenções, capazes de
eliminar, diminuir ou prevenir riscos a saúde;
10.Garantir atendimento de qualidade nas unidades de saúde do município;
11.Ofertar triagem sorológica para hepatite B às gestantes que realizam pré-natal no
SUS, vacinação e adoção de medidas profiláticas em recém-nascidos de mães
diagnosticadas com a doença;
12.Realizar teste de eletroforese em todas as gestantes atendidas no SUS;
13.Organizar e padronizar os processos de trabalho nos serviços de saúde;
14.Hospital Dr. Argeu Braga Herbster: Considerando a Nota Técnica da Política Estadual
de Incentivo Hospitalar Nº 02, de 03 de Dezembro de 2021, que cita os incentivos
financeiros de custeio das Clínicas Médicas dos hospitais com adesão a essa Política,
são financiados pelo Tesouro Estadual e repassados mensalmente aos Fundos
Municipais de Saúde (FMS) dos municípios responsáveis pela contratualização dos
serviços hospitalares nas diversas especialidades médicas de média e alta
complexidade, para atendimento ao cidadão.
Considerando a Resolução nº53/2021 - CESAU/CE, que dispõe pela aprovação da
Politica Estadual de Incentivo Hospitalar de referência regional, estratégico e hospital
local de pequeno porte (HPP) para o período: 01 de novembro de 2021 a 31 de
dezembro de 2023.

O Hospital Dr. Argeu Braga Herbster deixa de ser polo e passa ser estratégico nas
clínicas: Médica, Pediatria, Obstetrícia, Cirurgia Geral .
15.Vincular as gestantes das unidades básicas de saúde - UBS à maternidade do
Hospital Municipal Dr. Argeu Braga Herbster;
16.Instalar 3 leitos de observação pós anestésica no Hospital Municipal Dr. Argeu Braga
Herbster;
17.Construir mais uma sala cirúrgica no Hospital Municipal Dr. Argeu Braga Herbster;
18.Construir duas (2) enfermarias no Hospital Municipal Dr. Argeu Braga Herbster
19.Buscar as boas práticas e segurança na atenção ao parto e nascimento;
20.Implantar na Maternidade do Hospital Dr. Argeu Braga Herbster equipe completa, 24
horas de médicos: obstetra, pediatra e anestesiologista, assim como enfermeiros 79
obstetras;
21.Capacitar os profissionais em boas práticas de atenção ao parto e nascimento em
atendimento das urgências obstétricas;
22.Nos eventuais casos de gestantes dos distritos mais distantes, acolher a gestante e
avaliar os batimentos cardíacos da gestante, a marcação das contrações, o exame de
toque, para checar a dilatação (que vai sendo repetido conforme o parto se
aproxima). Acomodar a gestante em poltronas, que deverão ser disponibilizadas, no
hospital e com a indicação que a hora do parto não chegou; orientar a gestante do
seu retorno ao domicilio;
23.Ampliar serviço de triagem neonatal e de exames voltados ao diagnóstico precoce de
doenças, como o teste do pezinho, da orelhinha, do olhinho no Hospital Municipal
Dr. Argeu Braga Herbster;
24.Permitir Acesso aos suplementos de micronutrientes, do rol oferecido pela secretaria
de saúde, para prevenção das doenças por carência nutricional, com indicação de
nutricionista e médico do sistema municipal de saúde;
25.Aplicar medidas voltadas à promoção do uso correto e adequado de remédios,
incluindo a prática e o desenvolvimento de uma cultura educacional quanto ao uso
de plantas curativas e fitoterápicas;
26.Ampliar a implantação do Sistema Nacional de Gestão da Assistência Farmacêutica –
HORUS. Aquisição de computadores com pontos de internet para a implantação do
sistema HORUS nos dispensários das Unidades Básica de Saúde – UBS;
27.Identificar em tempo real, dos estoques nas centrais de abastecimento farmacêutico,
nas farmácias e nas unidades de dispensação;
28.Atualizar de forma permanente os parâmetros definidos nos Protocolos Clínicos e
Diretrizes Terapêuticas de abrangência nacional, publicados pelo Ministério da
Saúde;
29.Aprimorar a regulação da assistência farmacêutica, envolvendo política de preços,
aquisições e incorporação tecnológica, em consonância com as prioridades do SUS.
Implantar equipe composta por médicos da Atenção Primária, Atenção Secundária,
farmacêuticos, coordenação da atenção básica para o aumento da eficiência nas
compras públicas de medicamentos, mediante pactuação com a Secretaria de Saúde
do Estado/SESA, com vistas de priorizar os medicamentos para as doenças
prevalentes;
30.Aderir ao Consorcio Regional da Policlínica e redefinir as especialidades da Policlínica
Municipal Dr. Almir Pinto;
31.Implantar o Centro de Especialidade Odontológicas - CEO tipo 1 municipal;
32.Integrar todos os equipamentos de saúde que cuidam dos usuários com comunicação
permanentemente. A porta de entrada para pacientes acometidos de acidentes,
violências e os agravados por males súbitos será aquela que primeiro adscrever o
paciente, seja: APS, NASF, NIS, POLICLÍNICA, UPA, HOSPITAL, CAPS, NUCLEO DE
ZOONOSES;
33.Implantar sistema de entrega de resultados de exames pela Internet;
34.Reformar o LACEMA – Laboratório Central de Maranguape;
35.Disponibilizar um sistema informatizado mais avançado no LACEMA – Laboratório
Central de Maranguape; 80
36.Qualificar a equipe do LACEMA – Laboratório Central de Maranguape;
37.Proteger a integridade do sistema municipal de saúde e contribuir para a redução de
morbidade e mortalidade pela Covid-19, bem como a transmissão da doença e a
infraestrutura para continuidade dos serviços essenciais;
38.Implantar o Centro de Referência em Pediatria;
39.Subsidiar as equipes de saúde da rede municipal de saúde com informações
atualizadas relativas ao referenciamento de exames laboratoriais, as informações
sobre as boas práticas de coleta de amostras biológicas para fins diagnósticos, com
fim de reduzir erros de encaminhamentos ou de utilização de técnica e insumos
impróprios;
40.Manter as atividades do consultório móvel de atendimento veterinário.
DIRETRIZ 3-Fortalecer a gestão do SUS, com aprimoramento do Sistema Municipal de
Saúde, centrado na eficiência Administrativa e Financeira, da informação e do Controle
Social.

1. Buscar através do Conselho Municipal de Saúde e Saneamento de Maranguape um


modelo assistencial de saúde, que privilegie os interesses e direitos de cidadania da
população usuária, partindo sempre das suas necessidades identificadas pelos
indicadores sociais, epidemiológicos e pelas informações das entidades
representantes dos usuários. A oferta de serviços buscará a defesa da vida e a
proteção da saúde, sem deixar de assistir aos doentes, a partir de rede de Atenção a
Saúde resolutiva, equitativa e de acesso universal;
2. Preparar a gestão orçamentária e financeira da secretaria de saúde de Maranguape,
conforme a PORTARIA GM N. 3.992, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2017, que alterou
a Portaria de Consolidação nº 6/GM/MS, de 28 de setembro de 2017, para dispor
sobre o financiamento e a transferência dos recursos federais para as ações e os
serviços públicos de saúde do Sistema Único de Saúde;
3. Fazer constar os pleitos do setor saúde nas Leis: Plano Plurianual – PPA; Diretrizes
Orçamentárias – LDO e Orçamento Anual – LOA. Observar também a Lei de
Responsabilidade Fiscal n.º 101, Art. 1º, parágrafo 1º, de 05 de maio de 2000;
4. Integração entre este Plano Municipal de Saúde/2022 a 2025 ao PPA, LDO e LOA, 81
que dão organicidade a gestão dos prefeitos e ordenadores de despesas, pois difunde
as políticas municipais e garante a informação sobre a origem das receitas e sua
destinação, o que será avaliado pelos Poder Legislativo local e pela população em
geral;
5. Quantificar no PPA os objetivos e as metas físicas eleitas, transformando-se em um
instrumento gerencial e não deve ser elaborado de forma genérica. Ao PPA cabe
definir o que realizar em seu período de vigência para que sejam alcançados os
objetivos estratégicos estabelecidos pela administração, traduzindo-os em ações;
6. Confeccionar o Orçamento da Saúde ouvindo as demandas da população, do
Conselho Municipal de Saúde e Saneamento de Maranguape, e as diretrizes,
objetivos e metas evidenciados neste Plano Municipal de Saúde – PMS/2022 a
2025;
7. Definir e manter atualizado o quadro de profissionais conforme as competências e
atribuições das Áreas específicas;
8. Implantar um plano de incentivos, considerando o desempenho das equipes da
estratégia de saúde da família e demais servidores;
9. Fomentar políticas e diretrizes visando a valorização dos profissionais da saúde
abrangendo planos de carreira e políticas salariais. Adotar tecnologias de gestão que
visem o estabelecimento do processo de avaliação continua e diagnóstico situacional
dos serviços prestados pelo SUS em Maranguape.
10.Aperfeiçoar o processo de integração e acompanhamento do servidor, com educação
permanente para a formação e desenvolvimento de trabalhadores do SUS no sentido
de adequação e cumprimento dos pactos construídos pela gestão e os usuários do
SUS. Gerir proposta de ação estratégica capaz de contribuir para a necessária
transformação dos processos formativos das práticas pedagógicas e de saúde na
organização dos serviços.
11.Verificar permanentemente as condições de salubridade ou não nas unidades de
saúde;
12.Dar celeridade aos processos licitatórios;
13.Exercer vigilância sobre prazos e envios da produção do sistema de saúde municipal
ao Ministério da Saúde e demais informações como o DigiSus;
14.Cadastrar 100% da população de Maranguape no E-Sus;
15.Fortalecer o vínculo entre o cidadão e as Instituições do governo municipal, com
ênfase na corresponsabilidade;
16. Ampliar a oferta de cursos de formação continuada, atualizações para todas as
categorias profissionais e desenvolver projeto de educação permanente para cada
trabalhador, com carga horária mensal protegida, como forma de valorização,
crescimento e desenvolvimento profissional;
17.Estruturar a Secretaria de Saúde de Maranguape para a judicialização, com número
cada vez mais frequente de decisões administrativas e judiciais sobre saúde.

82
DIRETRIZES, OBJETIVOS, METAS E INDICADORES

A seguir, apresentamos as Diretrizes, Objetivos e Metas que nortearão as políticas de saúde


municipais no município de Maranguape para os anos de 2022 a 2025, com seus
respectivos indicadores. O PMS foi organizado em torno de três diretrizes, que funcionam
como eixos estruturantes em torno dos quais os objetivos foram agrupados. As metas, por
sua vez, foram agrupadas em torno desses objetivos.

Aprimorar o acesso à saúde com o fortalecimento das redes de atenção à


saúde, gestão do cuidado dos usuários e propiciar intervenções que deem
DIRETRIZ 1
condições satisfatórias de funcionamento, sobretudo da Atenção Primária de
Saúde - APS para oferta de um atendimento de qualidade.
OBJETIVO Qualificar o Sistema Único de Saúde no Município de Maranguape
Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
1. FORNECER
ORIENTAÇÃO
TÉCNICA
PERMANENTE PARA
OS PROFISSIONAIS
DE SAÚDE QUE TÊM
A
RESPONSABILIDADE 83
DE DECIDIR SOBRE REALIZAR TRES (03) REALIZAR TRES (03) REALIZAR TRES (03)
REALIZAR TRES (03)
A EXECUÇÃO DE OFICINAS POR ANO OFICINAS POR ANO OFICINAS POR ANO
OFICINAS POR ANO
AÇÕES DE PARA INTEGRAÇÃO PARA INTEGRAÇÃO PARA INTEGRAÇÃO
PARA INTEGRAÇÃO
CONTROLE DE DE PROFISSIONAIS DE PROFISSIONAIS DE PROFISSIONAIS
DE PROFISSIONAIS
DOENÇAS E DE SAÚDE DO DE SAÚDE DO DE SAÚDE DO
DE SAÚDE DO
AGRAVOS; SISTEMA MUNICIPAL SISTEMA MUNICIPAL SISTEMA MUNICIPAL
SISTEMA MUNICIPAL
2. GARANTIR
A EFICIÊNCIA E
HUMANIZAR OS
SERVIÇOS
PRESTADOS, BEM
COMO FORTALECER
AS REDES DE
ATENÇÃO À SAÚDE
DO MUNICÍPIO.
Unidade de Medida (indicadores de saúde)
META
2022 2023 2024 2025
ORGANIZAR E
PADRONIZAR OS
AMPLIAR O AMPLIAR O AMPLIAR O
PROCESSOS DE AMPLIAR O
PROGRAMA APSUS PROGRAMA APSUS PROGRAMA APSUS
TRABALHO: PROGRAMA APSUS
AMPLIAR O PARA 100% DAS PARA 100% DAS PARA 100% DAS PARA 100% DAS
PROGRAMA APSUS UNIDADES UNIDADES UNIDADES UNIDADES
PARA 100% DAS
UNIDADES
Unidade de Medida (100%)
META
2022 2023 2024 2025
GARANTIR O
ACESSO ÀS VACINAS
DISPONÍVEIS NO
IMPLANTAR SIPNI IMPLANTAR SIPNI IMPLANTAR SIPNI
SUS E AMPLIAÇÃO IMPLANTAR SIPNI
DO ELENCO DE WEB EM 100% DAS WEB EM 100% DAS WEB EM 100% DAS WEB EM 100% DAS
IMUNOBIOLÓGICOS UBS UBS UBS UBS
DO PROGRAMA
NACIONAL DE
IMUNIZAÇÃO
ADEQUAR A ADQUIRIR ADQUIRIR ADQUIRIR
ADQUIRIR
INFRAESTRUTURA GELADEIRAS PARA GELADEIRAS PARA GELADEIRAS PARA
GELADEIRAS PARA
DA REDE DE FRIOS 10 AS UBS 10 AS UBS 5 AS UBS
5 AS UBS
DA SMS
ATINGIR ATÉ 2024 A
COBERTURA
VACINAL
PRECONIZADA
(95%) PARA AS
QUATRO VACINAS
SELECIONADAS
PARA
CRIANÇAS MENORES 85 95
75 95
DE DOIS ANOS DE
IDADE:
PENTAVALENTE (3ª 84
DOSE),
PNEUMOCÓCICA 10-
VALENTE (2ª DOSE),
POLIOMIELITE (3ª
DOSE) E TRÍPLICE
VIRAL (1ª DOSE)
Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
MANTER AS
UNIDADES BÁSICAS
DE SAÚDE E DEMAIS
UNIDADES EM
REFORMAR TRÊS REFORMAR TRÊS REFORMAR TRÊS REFORMAR TRÊS
CONDIÇÕES
(03) UBS E (03) UBS E (03) UBS E (03) UBS E
SATISFATÓRIAS DE
REEQUIPAR REEQUIPAR REEQUIPAR REEQUIPAR
FUNCIONAMENTO:
UMA (1) UBS DUAS (2) UBS DUAS (2) UBS DUAS (2) UBS
REFORMAR E
REEQUIPAR AS
UNIDADES BÁSICAS
DE SAÚDE
Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
AMPLIAR EM 06 O
NÚMERO DE EQUIPE 02 02 02
DE SAÚDE BUCAL
Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
AMPLIAR EM 03 O
NÚMERO DE EQUIPE
DE SAÚDE DA 01 01 01
FAMÍLIA;

Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
MANTER E EQUIPAR MANTER AS MANTER AS
MANTER AS
OS 3 CAPS PARA ATIVIDADES DOS ATIVIDADES DOS MANTER AS
ATIVIDADES DOS
ATENDIMENTO EM CAPS: GERAL, AD E CAPS: GERAL, AD E ATIVIDADES DOS
CAPS: GERAL, AD E
OFICINAS INFANTIL;EQUIPAR INFANTIL;EQUIPAR CAPS: GERAL, AD E
INFANTIL;EQUIPAR
TERAPÊUTICAS CAPS CAPS INFANTIL;
CAPS AD
INFANTIL GERAL
Unidade de Medida (famílias cadastradas)
META
2022 2023 2024 2025
CADASTRAR 100% CADASTRAR 100% CADASTRAR 100% CADASTRAR 100%
CADASTRAR 100%
DAS FAMÍLIAS NO E- DAS FAMÍLIAS NO E- DAS FAMÍLIAS NO E- DAS FAMÍLIAS NO E-
DAS FAMÍLIAS NO E-
SUS SUS SUS SUS SUS

Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
REDUZIR 85
11 11
MORTALIDADE 12 11
INFANTIL
Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
MANTER COMITÊ DE MANTER COMITÊ DE MANTER COMITÊ DE
IMPLANTAR COMITÊ
DE MORTALIDADE MORTALIDADE MORTALIDADE MORTALIDADE
MATERNA MATERNA MATERNA MATERNA
REDUZIR
MORTALIDADE IMPLANTAR MANTER MANTER MANTER
MATERNA ESTRATIFICAÇÃO DE ESTRATIFICAÇÃO DE ESTRATIFICAÇÃO DE ESTRATIFICAÇÃO DE
RISCO NAS RISCO NAS RISCO NAS RISCO NAS
CONSULTAS DE PRÉ- CONSULTAS DE PRÉ- CONSULTAS DE PRÉ- CONSULTAS DE PRÉ-
NATAL NATAL NATAL NATAL
Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
PROMOVER A PROMOVER A PROMOVER A PROMOVER A PROMOVER A
ACESSIBILIDADE ACESSIBILIDADE ACESSIBILIDADE ACESSIBILIDADE ACESSIBILIDADE
ATITUDINAL COM ATITUDINAL COM ATITUDINAL COM ATITUDINAL COM ATITUDINAL COM
ACOLHIMENTO E A ACOLHIMENTO E A ACOLHIMENTO E A ACOLHIMENTO E A ACOLHIMENTO E A
GARANTIA DOS GARANTIA DOS GARANTIA DOS GARANTIA DOS GARANTIA DOS
DIREITOS AS DIREITOS AS DIREITOS AS DIREITOS AS DIREITOS AS
PESSOAS COM
PESSOAS COM PESSOAS COM PESSOAS COM PESSOAS COM
DEFICIÊNCIA
DEFICIÊNCIA DEFICIÊNCIA DEFICIÊNCIA DEFICIÊNCIA
Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
PROMOVER 10
CURSOS DE
FORMAÇÃO EM
SERVIÇO PARA OS REALIZAR 2 (DOIS) REALIZAR 3 (TRÊS) REALIZAR 3 (TRÊS) REALIZAR 2 (DOIS)
PROFISSIONAIS DE CURSOS DE LIBRAS CURSOS DE LIBRAS CURSOS DE LIBRAS CURSOS DE LIBRAS
SAÚDE E DA PARA PARA PARA PARA
ASSISTÊNCIA SOCIAL PROFISSIONAIS DE PROFISSIONAIS DE PROFISSIONAIS DE PROFISSIONAIS DE
SOBRE LIBRAS, SAÚDE SAÚDE SAÚDE SAÚDE
AUDIODESCRIÇÃO,
OUTROS.

86
Garantir a atenção integral à saúde da população, com ênfase nos principais
DIRETRIZ 2 agravos identificados pela epidemiologia do município.

Assegurar a população uma assistência à saúde que transcenda a prática


OBJETIVO curativa, contemplando-a em todos os níveis de atenção e considerando a
inserção do homem e da mulher em um contexto social, familiar e cultural.
Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
REALIZAR AS AÇÕES
ESPECÍFICAS DE
VIGILÂNCIA
EPIDEMIOLÓGICA,
VIGILÂNCIA
REALIZAR REALIZAR REALIZAR REALIZAR
SANITÁRIA,
CONSULTAS CONSULTAS CONSULTAS CONSULTAS
VIGILÂNCIA
AMPLIADAS AMPLIADAS AMPLIADAS AMPLIADAS
AMBIENTAL E
ABORDANDO OS ABORDANDO OS ABORDANDO OS ABORDANDO OS
VIGILÂNCIA EM
TEMAS: SANITÁRIO, TEMAS: SANITÁRIO, TEMAS: SANITÁRIO, TEMAS: SANITÁRIO,
SAÚDE DO
EPIDEMIOLÓGICO E EPIDEMIOLÓGICO E EPIDEMIOLÓGICO E EPIDEMIOLÓGICO E
TRABALHADOR, AO
AMBIANTAL EM AMBIANTAL EM AMBIANTAL EM AMBIANTAL EM
MESMO TEMPO DAS
TODOS SERVIÇOS DE TODOS SERVIÇOS DE TODOS SERVIÇOS DE TODOS SERVIÇOS DE
AÇÕES DE CARÁTER
SAÚDE SAÚDE SAÚDE SAÚDE
INDIVIDUAL
ORGANIZADAS SOB
A FORMA DE
CONSULTAS E
PROCEDIMENTOS 87
Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025

INSTALAR 3 LEITOS INSTALAR 3 LEITOS MATER AS MATER AS


DE OBSERVAÇÃO MATER AS
DE OBSERVAÇÃO ATIVIDADES DE ATIVIDADES DE
PÓS ANESTÉSICA NO ATIVIDADES DE
PÓS ANESTÉSICA NO CIRURGIA NO CIRURGIA NO
HOSPITAL CIRURGIA NO
HOSPITAL HOSPITAL DR. HOSPITAL DR.
MUNICIPAL DR. HOSPITAL DR.
MUNICIPAL DR. ARGEU BRAGA ARGEU BRAGA
ARGEU BRAGA ARGEU BRAGA
ARGEU BRAGA HERBSTER HERBSTER
HERBSTER HERBSTER
HERBSTER

Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025

FORTALECER AS MATER AS MATER AS


CIRURGIAS NO MATER AS CONSTRUIR (1) UMA
ATIVIDADES DE ATIVIDADES DE
HOSPITAL ATIVIDADES DE SALA CIRÚRGICA NO
CIRURGIA NO CIRURGIA NO
MUNICIPAL DR. CIRURGIA NO HOSPITAL
HOSPITAL DR. MUNICIPAL DR. HOSPITAL DR. HOSPITAL DR.
ARGEU BRAGA ARGEU BRAGA ARGEU BRAGA
HERBSTER ARGEU BRAGA ARGEU BRAGA
HERBSTER HERBSTER HERBSTER HERBSTER
Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025

CONSTRUIR DUAS
(3) ENFERMARIAS CONSTRUIR UMA (1) CONSTRUIR UMA (1)
NO HOSPITAL CONSTRUIR UMA (1)
ENFERMARIA NO ENFERMARIA NO
MUNICIPAL DR. ENFERMARIA NO
HOSPITAL HOSPITAL
ARGEU BRAGA HOSPITAL
- MUNICIPAL DR. MUNICIPAL DR.
HERBSTER E MUNICIPAL DR.
AUMENTAR A ARGEU BRAGA ARGEU BRAGA ARGEU BRAGA
UNIDADE EM 15 HERBSTER HERBSTER HERBSTER
LEITOS

Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025

REFORMAR E
EQUIPAR PARA
CAPACITAR A UPA
DR. ALFREDO
MARQUES A
RECEBER A MAIORIA
DOS ATENDIMENTOS 88
AOS PACIENTES
ACOMETIDOS POR
QUADROS AGUDOS
DE NATUREZA
CLINICAM OU
CRÔNICOS
AGUDIZADOS. NOS MANTER AS
CASOS DE ATIVIDADES DA UPA;
NATUREZA MANTER AS MANTER AS
REFORMAR PISO E
CIRÚRGICA E DE ATIVIDADES DA UPA; ATIVIDADES DA UPA; MANTER AS
INSTALAÇÕES
TRAUMA A UNIDADE REFORMAR ADQUIRIR ATIVIDADES DA UPA
ELÉTRICAS,
PRESTARÁ O COBERTA DA UPA EQUIPAMENTOS
HIDRAULICAS E
PRIMEIRO SANITÁRIAS DA UPA
ATENDIMENTO,
ESTABILIZAÇÃO E
INVESTIGAÇÃO
DIAGNÓSTICA
INICIAL, DEFININDO
A NECESSIDADE OU
NÃO DE
ENCAMINHAMENTO
A SERVIÇOS
HOSPITALARES DE
MAIOR
COMPLEXIDADE;
Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025

AMPLIAR O ACESSO
DAS MULHERES À
COLETA DO EXAME
DE COLPOCITOLOGIA >45% >45% >50% >50%
ONCOLÓGICA NA
FAIXA ETÁRIA DOS
25 A 64 ANOS

Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025

AMPLIAR O ACESSO
DAS MULHERES AO
EXAME DE
RASTREAMENTO DE >45% >45% >45% >45%
MAMOGRAFIA NA
FAIXA ETÁRIA DOS
50 AOS 69 ANOS

89
META Unidade de Medida
2022 2023 2024 2025
PREVENIR E
EXERCER O
CONTROLE DAS
DOENÇAS
TRANSMISSÍVEIS,
NÃO
TRANSMISSÍVEIS E
DAS
IMUNOPREVENÍVEIS,
BEM COMO A
MANUTENÇÃO DA
CAPACIDADE DE
RESPOSTA DAS
EMERGÊNCIAS E
DESASTRES. SERÁ
PRIORIDADE O
FORTALECIMENTO
DA PROMOÇÃO DA
SAÚDE, NESTA
INCLUÍDA A
VIGILÂNCIA
1.IMPLANTAÇÃO DO 1.IMPLANTAÇÃO DO 1.IMPLANTAÇÃO DO 1.IMPLANTAÇÃO DO
SANITÁRIA,
COMITÊ MUNICIPAL COMITÊ MUNICIPAL COMITÊ MUNICIPAL COMITÊ MUNICIPAL
AMBIENTAL E
DE CONBATE AO DE CONBATE AO DE CONBATE AO DE CONBATE AO
ENDEMIAS, COM
AEDES AEGYPTI; AEDES AEGYPTI; AEDES AEGYPTI; AEDES AEGYPTI;
ÊNFASE NA
2. OFERECER 2. OFERECER 2. OFERECER 2. OFERECER 90
REDUÇÃO DO
ORIENTAÇÃO EM ORIENTAÇÃO EM ORIENTAÇÃO EM ORIENTAÇÃO EM
NÚMERO DE ÓBITOS
TODOS OS SERVIÇOS TODOS OS SERVIÇOS TODOS OS SERVIÇOS TODOS OS SERVIÇOS
POR ARBOVIROSES,
SOBRE DOENÇAS SOBRE DOENÇAS SOBRE DOENÇAS SOBRE DOENÇAS
NA AMPLIAÇÃO DA
SEXUALMENTE SEXUALMENTE SEXUALMENTE SEXUALMENTE
TAXA DE CURA DA
TRABSMISSÍVEIS E TRABSMISSÍVEIS E TRABSMISSÍVEIS E TRABSMISSÍVEIS E
TUBERCULOSE, NA
AIDS; AIDS; AIDS; AIDS;
REDUÇÃO DA
3. REALIZAR 3. REALIZAR 3. REALIZAR 3. REALIZAR
INCIDÊNCIA DO HIV,
CAMPANHAS CAMPANHAS CAMPANHAS CAMPANHAS
NA ELIMINAÇÃO DA
EDUCATIVAS EDUCATIVAS EDUCATIVAS EDUCATIVAS
HANSENÍASE, NO
CONTROLE DA RAIVA
ANIMAL E HUMANA
E NO DIAGNÓSTICO
PRECOCE DAS
HEPATITES VIRAIS,
SEM DESCUIDAR
DAS DEMAIS
ENFERMIDADES,
SEJAM AQUELAS
NEGLIGENCIADAS –
COMO
LEISHMANIOSES,
PESTE,
ESQUISTOSSOMOSE,
TRACOMA –, SEJAM
ENDÊMICAS,
EMERGENTES E
REEMERGENTES;
Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
ESTRUTURAR A
1.ELABORAR E
VIGILÂNCIA
IMPLANTAR CÓDIGO
SANITÁRIA,
SANITÁRIO 1. QUALIFICAR 1. QUALIFICAR 1. QUALIFICAR
AMBIENTAL,
MUNICIPAL; PERMANENTEMENTE PERMANENTEMENTE PERMANENTEMENTE
VIGILÂNCIA DAS
2. QUALIFICAR OS PROFISSIONAIS OS PROFISSIONAIS OS PROFISSIONAIS
VIOLÊNCIAS E
PERMANENTEMENTE DAS VIGILÂNCIAS: DAS VIGILÂNCIAS: DAS VIGILÂNCIAS:
ACIDENTES, COM
OS PROFISSIONAIS SANITÁTIA, SANITÁTIA, SANITÁTIA,
FOCO NA
DAS VIGILÂNCIAS: EPIDEMIOLÓGICA E EPIDEMIOLÓGICA E EPIDEMIOLÓGICA E
QUALIFICAÇÃO E
SANITÁTIA, AMBIENTAL AMBIENTAL AMBIENTAL
MELHORIA DOS
EPIDEMIOLÓGICA E
INDICADORES.
AMBIENTAL

Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
GARANTIR
EDUCAÇÃO
CONTINUADA AOS
FISCAIS DA
VIGILÂNCIA
SANITÁRIA,
ATRAVÉS DE
CURSOS EM
VIGILÂNCIA
SANITÁRIA E
LEGISLAÇÕES
91
REALIZAR DOS (2) REALIZAR DOS (2) REALIZAR DOS (2)
CORRELATAS E REALIZAR DOS (2)
AGENTES DE CURSOS E CURSOS E CURSOS E CURSOS E
COMBATE ÀS TREINAMENTOS TREINAMENTOS TREINAMENTOS TREINAMENTOS
ENDEMIAS – ACE,
ATRAVÉS DE
CURSOS DE
ATUALIZAÇÃO EM
ENDEMIAS,
ZOONOSES E
OUTRAS DOENÇAS,
OBJETIVANDO O
APRIMORAMENTO
DAS AÇÕES
DESENVOLVIDAS
Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
ADQUIRIR
EQUIPAMENTOS DE 1.PROVER INTERNET
INFORMÁTICA PARA EM 70% DAS UBS;
1.PROVER INTERNET MANTER A MANTER A
A VIGILÂNCIA 2.ADQUIRIR
EM 100% DAS UBS; ESTRUTURA E ESTRUTURA E
EPIDEMIOLÓGICA E COMPUTADORES
ATIVIDADES ATIVIDADES
TODAS AS SALAS DE PARA 100% DAS
VACINA, INCLUINDO UBS
A REDE DE FRIOS
META Unidade De Medida

2022 2023 2024 2025

IMPLANTAR JUNTO IMPLANTAR JUNTO


AO SAD AO SAD
ATENDIMENTO A ATENDIMENTO A
PACIENTES COM PACIENTES COM
FERIDAS E FERIDAS E MANTER A AÇÃO MANTER A AÇÃO MANTER A AÇÃO
OSTOMIAS DE OSTOMIAS DE
MARANGUAPE MARANGUAPE

Unidade De Medida
META

2022 2023 2024 2025

MANTER AS MANTER AS MANTER AS MANTER AS


MANTER AS
ATIVIDADES DO ATIVIDADES DO ATIVIDADES DO ATIVIDADES DO
ATIVIDADES DO
CONSULTÓRIO DE CONSULTÓRIO DE CONSULTÓRIO DE CONSULTÓRIO DE CONSULTÓRIO DE
ATENDIMENTO ATENDIMENTO ATENDIMENTO ATENDIMENTO ATENDIMENTO
VETERINÁRIO VETERINÁRIO VETERINÁRIO VETERINÁRIO VETERINÁRIO
92
Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
GARANTIR
EQUIPAMENTOS DE
PROTEÇÃO
INDIVIDUAL – EPI
PARA ACE E ACS,
PROVER MATERIAIS PROVER MATERIAIS PROVER MATERIAIS PROVER MATERIAIS
MATERIAIS
E EQUIPAMENTOS E EQUIPAMENTOS E EQUIPAMENTOS E EQUIPAMENTOS
NECESSÁRIOS ÀS
NECESSÁRIOS PARA NECESSÁRIOS PARA NECESSÁRIOS PARA NECESSÁRIOS PARA
ATIVIDADES DE
100% DOS 100% DOS 100% DOS 100% DOS
PREVENÇÃO E
TRABALHADORES DE TRABALHADORES TRABALHADORES TRABALHADORES
CONTROLE DE TODAS
SAÚDE DE SAÚDE DE SAÚDE DE SAÚDE
AS ENDEMIAS E
ZOONOSES
TRABALHADAS NO
MUNICÍPIO DE
MARANGUAPE
Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
GARANTIR IMPLANTAR MANTER MANTER MANTER
INFORMATIZAÇÃO E INFORMATIZAÇÃO E INFORMATIZAÇÃO E INFORMATIZAÇÃO E INFORMATIZAÇÃO E
VIRTUALIZAÇÃO DOS VIRTUALIZAÇÃO DOS VIRTUALIZAÇÃO VIRTUALIZAÇÃO VIRTUALIZAÇÃO
PROCESSOS DE PROCESSOS DE DOS PROCESSOS DE DOS PROCESSOS DE DOS PROCESSOS DE
LICENÇA SANITÁRIA LICENÇA SANITÁRIA LICENÇA SANITÁRIA LICENÇA SANITÁRIA LICENÇA SANITÁRIA
RR RR RR RR
Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
GARANTIR A
AMPLIAÇÃO DO
QUADRO DE PESSOAL MANTER O QUADRO MANTER O QUADRO
CONTRATAR 5 ACE CONTRATAR 5 ACE
DA NÚCLEO DE DE SERVIDORES DE SERVIDORES
ENDEMIAS E
ZOONOSES
Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
OFERTAR TRIAGEM
SOROLÓGICA PARA
HEPATITE B ÀS
GESTANTES QUE
REALIZAM PRÉ-NATAL
NO SUS, VACINAÇÃO
E ADOÇÃO DE
MEDIDAS
IMPLANTAR AÇÃO IMPLANTAR AÇÃO IMPLANTAR AÇÃO
PROFILÁTICAS EM MANTER A AÇÃO
EM 40% DAS UBS EM 40% DAS UBS EM 20% DAS UBS
RECÉM-NASCIDOS DE
MÃES
DIAGNOSTICADAS
COM A DOENÇA E
REALIZAR TESTE DE
ELETROFORESE EM
TODAS AS GESTANTES 93
ATENDIDAS NO SUS
Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
IMPLANTAR NA
MATERNIDADE DO
HOSPITAL DR. ARGEU
BRAGA HERBSTER
EQUIPE COMPLETA,
24 HORAS DE CONTRATAR
- MANTER O SERVIÇO MANTER O SERVIÇO
MÉDICOS: OBSTETRA, PROFISSIONAIS
PEDIATRA E
ANESTESIOLOGISTA,
ASSIM COMO
ENFERMEIROS
OBSTETRAS
Unidade de Medida
META 2022 2023 2024 2025
APLICAR MEDIDAS
VOLTADAS À
PROMOÇÃO DO USO
CORRETO E 1.APLICAR O
ADEQUADO DE CONCEITO DE
1.APLICAR O
REMÉDIOS, CLÍNICA
CONCEITO DE
INCLUINDO A FARMACÊUTICA EM IMPLANTAR
CLÍNICA MANTER
PRÁTICA E O TODAS AS LABORATÓRIO DE
FARMACÊUTICA EM ATIVIDADES
DESENVOLVIMENTO UNIDADES; FITOTERÁPICOS
TODAS AS UNIDADES
DE UMA CULTURA 2. CONTRATAR 3
EDUCACIONAL FARMACEUTICOS
QUANTO AO USO DE
PLANTAS CURATIVAS
E FITOTERÁPICAS;

Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
AMPLIAR A
IMPLANTAÇÃO DO
SISTEMA NACIONAL
DE GESTÃO DA
ASSISTÊNCIA
FARMACÊUTICA –
HORUS COM 94
IMPLANTAR SISTEMA IMPLANTAR IMPLANTAR
AQUISIÇÃO DE
EM 50% DAS SISTEMA EM 80% SISTEMA EM 100% MANTER AÇÃO
COMPUTADORES COM
UNIDADES DAS UNIDADES DAS UNIDADES
PONTOS DE INTERNET
PARA A IMPLANTAÇÃO
DO SISTEMA HORUS
NOS DISPENSÁRIOS
DAS UNIDADES
BÁSICA DE SAÚDE –
UBS
Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
ADERIR AO ADERIR AO
CONSORCIO CONSORCIO
REGIONAL DA REGIONAL DA
MONITORAR MONITORAR
POLICLÍNICA E POLICLÍNICA E MONITORAR
INDICADORES E INDICADORES E
REDEFINIR AS REDEFINIR AS INDICADORES E
ESPECIALIDADES DA ESPECIALIDADES DA ATENDIMENTOS ATENDIMENTOS ATENDIMENTOS
POLICLÍNICA POLICLÍNICA
MUNICIPAL DR. MUNICIPAL DR.
ALMIR PINTO ALMIR PINTO
Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
REFORMAR O LACEMA
– LABORATÓRIO
CENTRAL DE
MARANGUAPE:
1. ACRÍLICO NA
GRADE DA
RECEPÇÃO;
2. INSTALAÇÃO
DE UM AR X
CONDICIONADO NA
RECEPÇÃO;
3. REFORMAR
REPOUSO,
4. REFORMAR
BANHEIRO
EXTERNO;

Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
QUALIFICAR A EQUIPE
DO LACEMA –
LABORATÓRIO
X X X
CENTRAL DE
X
MARANGUAPE

95
Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
DISPONIBILIZAR UM
SISTEMA
INFORMATIZADO MAIS
AVANÇADO NO
LACEMA –
X
LABORATÓRIO
CENTRAL DE
MARANGUAPE
Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
IMPLANTAR SISTEMA
DE ENTREGA DE IMPLANTAR SISTEMA IMPLANTAR
RESULTADOS DE EM 50% DA SISTEMA EM 100% MANTER ATIVIDADE MANTER ATIVIDADE
EXAMES PELA UNIDADES DA UNIDADES
INTERNET
Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
PROTEGER A
INTEGRIDADE DO
SISTEMA MUNICIPAL
DE SAÚDE E
CONTRIBUIR PARA A
REDUÇÃO DE
MONITORAR OS MONITORAR OS MONITORAR OS
MORBIDADE E MONITORAR OS
CASOS DE CASOS DE CASOS DE
MORTALIDADE PELA CASOS DE
SINDROMES SINDROMES SINDROMES
COVID-19, BEM COMO SINDROMES GRIPAIS
GRIPAIS GRIPAIS GRIPAIS
A TRANSMISSÃO DA
DOENÇA E A
INFRAESTRUTURA
PARA CONTINUIDADE
DOS SERVIÇOS
ESSENCIAIS.
Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
SUBSIDIAR AS SUBSIDIAR AS SUBSIDIAR AS
SUBSIDIAR AS
EQUIPES DE SAÚDE EQUIPES DE SAÚDE EQUIPES DE SAÚDE
SUBSIDIAR AS EQUIPES DE SAÚDE
DA REDE DA REDE DA REDE
EQUIPES DE SAÚDE DA REDE MUNICIPAL
DA REDE MUNICIPAL MUNICIPAL DE MUNICIPAL DE MUNICIPAL DE
DE SAÚDE COM
DE SAÚDE COM SAÚDE COM SAÚDE COM SAÚDE COM
INFORMAÇÕES
INFORMAÇÕES INFORMAÇÕES INFORMAÇÕES INFORMAÇÕES
ATUALIZADAS
ATUALIZADAS ATUALIZADAS ATUALIZADAS ATUALIZADAS
RELATIVAS AO
RELATIVAS AO RELATIVAS AO RELATIVAS AO RELATIVAS AO
REFERENCIAMENTO
REFERENCIAMENTO
DE EXAMES
REFERENCIAMENTO REFERENCIAMENTO REFERENCIAMENTO 96
DE EXAMES DE EXAMES DE EXAMES DE EXAMES
LABORATORIAIS, AS LABORATORIAIS, AS
LABORATORIAIS, AS LABORATORIAIS, AS LABORATORIAIS, AS
INFORMAÇÕES SOBRE INFORMAÇÕES
INFORMAÇÕES INFORMAÇÕES INFORMAÇÕES
AS BOAS PRÁTICAS DE SOBRE AS BOAS
SOBRE AS BOAS SOBRE AS BOAS SOBRE AS BOAS
COLETA DE PRÁTICAS DE
PRÁTICAS DE PRÁTICAS DE PRÁTICAS DE
AMOSTRAS COLETA DE
COLETA DE COLETA DE COLETA DE
BIOLÓGICAS PARA AMOSTRAS
FINS DIAGNÓSTICOS. AMOSTRAS AMOSTRAS AMOSTRAS
BIOLÓGICAS PARA
BIOLÓGICAS PARA BIOLÓGICAS PARA BIOLÓGICAS PARA
FINS DIAGNÓSTICOS
FINS DIAGNÓSTICOS FINS DIAGNÓSTICOS FINS DIAGNÓSTICOS

Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
IMPLANTAR O IMPLANTAR O
CENTRO DE CENTRO DE
REFERÊNCIA EM - REFERÊNCIA EM MANTER ATIVIDADE MANTER ATIVIDADE
PEDIATRIA. PEDIATRIA.

Fortalecer a gestão do SUS, com aprimoramento do Sistema Municipal de


DIRETRIZ 3 Saúde, centrado na eficiência Administrativa e Financeira, da informação e do
Controle Social
Manter o desempenho do sistema municipal de saúde obediente aos preceitos
OBJETIVO
científicos, com despesas compatíveis com as receitas e informatizado.
Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
IMPLANTAR UM
PLANO DE
INCENTIVOS,
CONSIDERANDO O IMPLANTAR UM
MANTER MANTER
DESEMPENHO DAS - PLANO DE
MONITORAMENTO MONITORAMENTO
EQUIPES DA INCENTIVOS
ESTRATÉGIA DE
SAÚDE DA FAMÍLIA E
DEMAIS SERVIDORES
Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
APERFEIÇOAR O
PROCESSO DE
INTEGRAÇÃO E
ACOMPANHAMENTO
DO SERVIDOR, COM
EDUCAÇÃO
PERMANENTE PARA
A FORMAÇÃO E
DESENVOLVIMENTO
DE TRABALHADORES
DO SUS NO SENTIDO
DE ADEQUAÇÃO E
CUMPRIMENTO DOS
PACTOS REALIZAR CURSOS E REALIZAR CURSOS E REALIZAR CURSOS E
ELABORAR OFERTA
CONSTRUÍDOS PELA TREINAMENTOS TREINAMENTOS TREINAMENTOS
DE CURSOS E
GESTÃO E OS
TREINAMENTOS
CONFORME A CONFORME A CONFORME A 97
USUÁRIOS DO SUS. NECESSIDADE NECESSIDADE NECESSIDADE
GERIR PROPOSTA DE
AÇÃO ESTRATÉGICA
CAPAZ DE
CONTRIBUIR PARA A
NECESSÁRIA
TRANSFORMAÇÃO
DOS PROCESSOS
FORMATIVOS DAS
PRÁTICAS
PEDAGÓGICAS E DE
SAÚDE NA
ORGANIZAÇÃO DOS
SERVIÇOS
Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
DAR CELERIDADE DAR CELERIDADE DAR CELERIDADE DAR CELERIDADE DAR CELERIDADE
AOS PROCESSOS AOS PROCESSOS AOS PROCESSOS AOS PROCESSOS AOS PROCESSOS
LICITATÓRIOS LICITATÓRIOS LICITATÓRIOS LICITATÓRIOS LICITATÓRIOS

Unidade de Medida
META
2022 2023 2024 2025
CADASTRAR 100%
DAR CELERIDADE DAR CELERIDADE DAR CELERIDADE DAR CELERIDADE
DA POPULAÇÃO DE
MARANGUAPE NO E- AOS PROCESSOS AOS PROCESSOS AOS PROCESSOS AOS PROCESSOS
SUS; LICITATÓRIOS LICITATÓRIOS LICITATÓRIOS LICITATÓRIOS

META Unidade de Medida


2022 2023 2024 2025
FAZER CONSTAR OS FAZER CONSTAR OS FAZER CONSTAR OS FAZER CONSTAR OS FAZER CONSTAR OS
PLEITOS DO SETOR PLEITOS DO SETOR PLEITOS DO SETOR PLEITOS DO SETOR PLEITOS DO SETOR
SAÚDE NAS LEIS: SAÚDE NAS LEIS: SAÚDE NAS LEIS: SAÚDE NAS LEIS: SAÚDE NAS LEIS:
PLANO PLURIANUAL PLANO PLURIANUAL PLANO PLURIANUAL PLANO PLURIANUAL PLANO PLURIANUAL
– PPA; DIRETRIZES – PPA; DIRETRIZES – PPA; DIRETRIZES – PPA; DIRETRIZES – PPA; DIRETRIZES
ORÇAMENTÁRIAS – ORÇAMENTÁRIAS – ORÇAMENTÁRIAS – ORÇAMENTÁRIAS – ORÇAMENTÁRIAS –
LDO E ORÇAMENTO LDO E ORÇAMENTO LDO E ORÇAMENTO LDO E ORÇAMENTO LDO E ORÇAMENTO
ANUAL – LOA. ANUAL – LOA. ANUAL – LOA. ANUAL – LOA. ANUAL – LOA.
OBSERVAR TAMBÉM OBSERVAR TAMBÉM OBSERVAR TAMBÉM OBSERVAR TAMBÉM OBSERVAR TAMBÉM
A LEI DE A LEI DE A LEI DE A LEI DE A LEI DE
RESPONSABILIDADE RESPONSABILIDADE RESPONSABILIDADE RESPONSABILIDADE RESPONSABILIDADE
FISCAL N.º 101, ART. FISCAL N.º 101, FISCAL N.º 101, FISCAL N.º 101, FISCAL N.º 101,
1º, PARÁGRAFO 1º, ART. 1º, PARÁGRAFO ART. 1º, PARÁGRAFO ART. 1º, PARÁGRAFO ART. 1º, PARÁGRAFO
DE 05 DE MAIO DE 1º, DE 05 DE MAIO 1º, DE 05 DE MAIO 1º, DE 05 DE MAIO 1º, DE 05 DE MAIO
2000 DE 2000 DE 2000 DE 2000 DE 2000
META Unidade de Medida

INTEGRAÇÃO ENTRE INTEGRAÇÃO ENTRE INTEGRAÇÃO ENTRE INTEGRAÇÃO ENTRE INTEGRAÇÃO ENTRE
ESTE PLANO ESTE PLANO ESTE PLANO ESTE PLANO ESTE PLANO
MUNICIPAL DE MUNICIPAL DE MUNICIPAL DE MUNICIPAL DE MUNICIPAL DE
SAÚDE/2022 A 2025 SAÚDE/2022 A 2025 SAÚDE/2022 A 2025 SAÚDE/2022 A 2025 SAÚDE/2022 A 2025
AO PPA, LDO E LOA, AO PPA, LDO E LOA, AO PPA, LDO E LOA, AO PPA, LDO E LOA, AO PPA, LDO E LOA,
QUE DÃO QUE DÃO QUE DÃO QUE DÃO QUE DÃO
ORGANICIDADE A ORGANICIDADE A ORGANICIDADE A ORGANICIDADE A ORGANICIDADE A
GESTÃO DOS GESTÃO DOS GESTÃO DOS GESTÃO DOS GESTÃO DOS
PREFEITOS E PREFEITOS E PREFEITOS E PREFEITOS E PREFEITOS E 98
ORDENADORES DE ORDENADORES DE ORDENADORES DE ORDENADORES DE ORDENADORES DE
DESPESAS, POIS DESPESAS, POIS DESPESAS, POIS DESPESAS, POIS DESPESAS, POIS
DIFUNDE AS DIFUNDE AS DIFUNDE AS DIFUNDE AS DIFUNDE AS
POLÍTICAS POLÍTICAS POLÍTICAS POLÍTICAS POLÍTICAS
MUNICIPAIS E MUNICIPAIS E MUNICIPAIS E MUNICIPAIS E MUNICIPAIS E
GARANTE A GARANTE A GARANTE A GARANTE A GARANTE A
INFORMAÇÃO SOBRE INFORMAÇÃO INFORMAÇÃO INFORMAÇÃO INFORMAÇÃO
A ORIGEM DAS SOBRE A ORIGEM SOBRE A ORIGEM SOBRE A ORIGEM SOBRE A ORIGEM
RECEITAS E SUA DAS RECEITAS E SUA DAS RECEITAS E SUA DAS RECEITAS E SUA DAS RECEITAS E SUA
DESTINAÇÃO, O QUE DESTINAÇÃO, O QUE DESTINAÇÃO, O QUE DESTINAÇÃO, O QUE DESTINAÇÃO, O QUE
SERÁ AVALIADO SERÁ AVALIADO SERÁ AVALIADO SERÁ AVALIADO SERÁ AVALIADO
PELOS PODER PELOS PODER PELOS PODER PELOS PODER PELOS PODER
LEGISLATIVO LOCAL LEGISLATIVO LOCAL LEGISLATIVO LOCAL LEGISLATIVO LOCAL LEGISLATIVO LOCAL
E PELA POPULAÇÃO E PELA POPULAÇÃO E PELA POPULAÇÃO E PELA POPULAÇÃO E PELA POPULAÇÃO
EM GERAL EM GERAL EM GERAL EM GERAL EM GERAL
13. BIBLIOGRAFIA

13.1. Maranguape, Plano Municipal de Saúde 2018 a 2021;


13.2. Maranguape, Plano de Contingência para o Enfrentamento das Arboviroses - 2022
13.3. São Paulo, Plano Municipal de Saúde 2021 a 2024;
13.4. Maranguape, atualização do Plano Municipal de Contingência para Resposta Às
Emergências em Saúde Pública- Novo Coronavírus (2019-Ncov);
13.5. IBGE, Perfil Municipal 2017;

13.6. IPECE, Informe 201, Forte Retomada dos Empregos Formais Cearenses no
Acumulado até Novembro de 2021.

99

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