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Navegacao

O documento analisa a organização da navegação marítima, destacando suas características, tecnologias e normas que garantem a segurança e eficiência do tráfego marítimo. Ele aborda diferentes tipos de navegação, cartas náuticas, sinalização, sistemas de posicionamento como GPS, e as normas internacionais que regulam a atividade. Além disso, discute as funções das autoridades marítimas e os procedimentos operacionais necessários para a gestão do tráfego aquaviário.
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Navegacao

O documento analisa a organização da navegação marítima, destacando suas características, tecnologias e normas que garantem a segurança e eficiência do tráfego marítimo. Ele aborda diferentes tipos de navegação, cartas náuticas, sinalização, sistemas de posicionamento como GPS, e as normas internacionais que regulam a atividade. Além disso, discute as funções das autoridades marítimas e os procedimentos operacionais necessários para a gestão do tráfego aquaviário.
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Índice

Introdução..................................................................................................................................2
Objetivo Geral............................................................................................................................2
Objetivos Específicos.................................................................................................................2
Navegação..................................................................................................................................3
Navegação oceânica...................................................................................................................3
Navegação Costeira....................................................................................................................3
Navegação Em Águas Restritas.................................................................................................3
a) Navegação astronômica.................................................................................................4
b) Navegação visual...........................................................................................................4
c) Navegação eletrônica:....................................................................................................4
Carta Náutica..............................................................................................................................4
 Cartas gerais...............................................................................................................5
 Cartas particulares......................................................................................................5
 Cartas especiais..........................................................................................................5
Auxílio à navegação...........................................................................................................6
Sinal Náutico......................................................................................................................6
Global Positioning System (GPS)..............................................................................................6
Norma de Comunicação de Equipamentos de Bordo - NMEA 0183 A NMEA, National
Marine........................................................................................................................................7
Normas e Convenções Internacionais Para Navegação Marítima.............................................7
Autoridades Marítimas...............................................................................................................8
Principais Funções das Autoridades Marítimas.........................................................................8
Procedimentos Operacionais Marítimos....................................................................................8
Principais Áreas dos Procedimentos Operacionais Marítimos..................................................8
Gestão de Tráfego Marítimo..............................................................................................8
Operações de Terminal Portuário.......................................................................................8
Agentes Marítimos e Gestão de Linhas de Navios:...........................................................9
Documentação e Conformidade.........................................................................................9
Segurança e Regulamentação.............................................................................................9
Conclusão.................................................................................................................................10
Referências Bibliográficas.......................................................................................................11

1
Introdução
A navegação marítima desempenha um papel fundamental no transporte global de
mercadorias, no comércio internacional, na defesa nacional e na exploração de recursos
naturais. Sua organização eficiente é essencial para garantir a segurança da navegação, a
proteção da vida humana no mar, a preservação ambiental e a otimização das rotas e
operações navais. Diante da complexidade dos oceanos e da grande movimentação de
embarcações de diferentes tipos e nacionalidades, torna-se indispensável um sistema de
navegação bem estruturado, com normas claras, tecnologias adequadas e procedimentos
padronizados.
A organização da navegação marítima envolve a coordenação entre diversos elementos, como
cartas náuticas, sinalização marítima, sistemas de posicionamento global (GPS), radares,
sistemas de tráfego marítimo (VTS – Vessel Traffic Services), além de normas internacionais
como as estabelecidas pela Organização Marítima Internacional (IMO). Esses recursos não
apenas orientam os navios em alto-mar e em áreas costeiras, como também previnem
colisões, encalhes e outros acidentes.
Este trabalho tem como propósito analisar como se organiza a navegação marítima,
destacando suas principais características, tecnologias envolvidas, estruturas de controle e
normas que regulam essa atividade essencial para o funcionamento das cadeias logísticas
globais.

Objetivo Geral
Analisar a organização da navegação marítima, identificando suas principais características,
estruturas operacionais, tecnologias empregadas e normas que garantem a segurança e a
eficiência do tráfego marítimo.

Objetivos Específicos
1. Descrever os principais componentes da navegação marítima, como cartas náuticas,
sinalização e sistemas de monitoramento.
2. Identificar os organismos e autoridades responsáveis pela regulação e controle da
navegação nos níveis nacional e internacional.
3. Avaliar os procedimentos adotados para garantir a segurança da navegação em áreas
portuárias e rotas de tráfego intenso.
4. Estudar a importância da padronização e das normas internacionais na organização da
navegação marítima.

2
Navegação
Amaral (2011) apoia-se nas ideias de Miguens (1999) para definir a navegação primeiro
como ato de navegar pode ser definido como “a ciência e a arte de conduzir com segurança,
um navio (ou embarcação) de um ponto a outro da superfície da terra”. É considerada uma
ciência, pois envolve o desenvolvimento e utilização de instrumentos de precisão (alguns
extremamente complexos), métodos, técnicas, cartas, tábuas
e almanaques. É também uma arte, pois envolve o uso adequado dessas ferramentas
sofisticadas e, principalmente, a interpretação das informações obtidas.

Embora existam várias outras classificações, umas mais profundas, outras sofisticadas.
Segundo Amaral (2011), a navegação apresenta três tipos principais, ou categorias primárias,
de acordo com a distância que se navega da costa ou do perigo mais próximo:
Navegação oceânica
É a navegação ao largo, em alto-mar, normalmente praticada a mais de 50 milhas da costa.
Navegação Costeira
Como o próprio nome indica, é a navegação praticada já mais próximo da costa, em
distâncias que, normalmente, variam entre 50 e 3 milhas da costa (ou do perigo mais
próximo). Pode, também, ser definida como a navegação feita à vista de terra, na qual o
navegante utiliza acidentes naturais ou artificiais (pontas, cabos, ilhas, faróis, torres,
edificações) para determinar a posição do navio no mar.
Navegação Em Águas Restritas
É a navegação que se pratica em portos ou suas proximidades, em barras, baías, canais, rios,
lagos, proximidades de perigos ou quaisquer outras situações em que a manobra do navio é
limitada pela estrita configuração da costa ou da topografia submarina. É este, também, o tipo
de navegação utilizado quando se navega a distâncias da costa (ou do perigo mais próximo)
menores que 3 milhas. É o tipo de navegação que maior precisão exige. O tipo de navegação
praticado condiciona a precisão requerida para as posições e o intervalo de tempo entre
posições determinadas. os valores apresentados na figura abaixo idealizam a ideia dos
requisitos de precisão e da frequência mínima de determinação de posições para as três
categorias básicas de navegação.

3
Figura 1: Requisitos básicos de distância, profundidade, precisão e frequência mínima de determinação de
posição para as três categorias básicas de navegação Fonte: Adaptado de Miguens (1999).

Existem métodos empregados para determinar a posição do navio e dirigir seus movimentos,
sendo eles baseados aparelhos eletrónicos, experiência do navegador ou mesmo por
fenómenos naturais, de acordo com Amaral (2011) são:
a) Navegação astronômica: é o método pelo qual o navegante determina sua posição através
de observações dos astros.
b) Navegação visual: é o método pelo qual o navegante determina sua posição através de
observações visuais (marcações, alinhamentos, ângulos horizontais ou verticais, etc.) de
pontos de terra corretamente identificados e/ou de auxílios à navegação de posições
determinadas (condição essencial: os pontos de apoio e os auxílios à navegação visados
devem estar representados na Carta Náutica da região).
c) Navegação eletrônica: é o método pelo qual o navegante determina sua posição através de
informações eletrônicas (obtidas de Radar, Radiogoniómetro, Omega, Decca, Loran, satélite).
d) Navegação estimada: método aproximado de navegação, através do qual o navegante
executa a previsão da posição futura do navio, partindo de uma posição conhecida e obtendo
a nova posição, utilizando o rumo, a velocidade e o intervalo de tempo entre as posições.

Carta Náutica
A ciência cartográfica interage profundamente com diversas áreas do conhecimento, como a
Astronomia, Topografia, Agrimensura, Geodésia, Posicionamento global por satélite,
Fotogrametria, Sensoriamento remoto e Ciência da computação, dando suporte à tecnologia
dos dias de hoje.

Amaral (2011) definiu a Carta Náutica de acordo com Barros (2001), como uma
representação plana do globo terrestre. Por ser uma carta, a representação desta será em uma
escala conveniente e por ser náutica apresentará com mais detalhes que um mapa a região das
águas e do litoral. A carta náutica além de possibilitar a visualização da posição e do rumo,
também dará informações sobre perigos, auxílios e profundidades, permitindo assim uma
navegação mais segura, a carta Náutica pode ser dividida em:

4
 Cartas gerais: compreendem grande extensão do mar e da costa destinada à
navegação longe do litoral. Nelas, os detalhes não são necessários, servem para
colocação dos pontos diários nas grandes travessias. As profundidades e eventuais
perigos espalhados nos oceanos são as suas principais aplicações.
 Cartas particulares: compreendem uma área relativamente pequena, geralmente rica
em detalhes. Quando tratam de um porto ou acesso a esse porto, passam a ser
chamadas de planos.
 Cartas especiais: são aquelas que indicam melhores rotas para cruzar os oceanos, são
cartas para uso com equipamentos eletrônicos. Cartas para uso em latitudes acima de
70º são consideradas cartas especiais.
As Cartas Náuticas são representadas por escalas, A escala da carta vai depender do
detalhamento de que o navegador precisa. Uma escala pequena pode ser suficiente para
navegação ao longo da costa, porém, ela não dará as informações necessárias sobre os perigos
de navegar em águas interiores, fundeadouros ou entradas de portos. Essas informações
podem ser encontradas em cartas de escalas maiores.

As cartas náuticas são orientadas pelo norte verdadeiro, Norte Padrão, sem interferência da
declinação magnética local. Apresentam também uma rosa dos ventos com o Norte
Magnético ou a declinação magnética local representada e com os dados para as correções
necessárias. Rumo é direção e o sentido que sua embarcação segue para ir de um ponto a
outro, Rumo Verdadeiro é o ângulo entre o Norte Verdadeiro e a proa de embarcação. É
contado no sentido horário de 0° a 360°.

Fig 2: Norte Verdadeiro & Rumo Verdadeiro

Sinalização Náutica
5
A Sinalização de Navegação esta dividida em duas grandes partes ambas contribuem para
uma boa navegação e sempre muito bem localizado, Rego (2005) divide em:

Auxílio à navegação é o recurso visual, sonoro ou radioelétrico disponível, isoladamente ou


como parte de um conjunto, para utilização do navegante, com o propósito de possibilitar o
reconhecimento de sua posição em qualquer ponto da superfície da Terra. Exemplos deles
são: radar, navegador GPS, cartas náuticas, roteiros, carta eletrônica, agulha giroscópica ou
magnética, incluindo-se também nesta categoria as estruturas notáveis estabelecidas em terra
com propósitos variados, como torres, chaminés, etc., que podem ser úteis ao navegante.
Sinal Náutico é o auxílio à navegação externo à embarcação, estabelecido especificamente
para transmitir informações ao navegante, de forma a possibilitar-lhe um posicionamento
seguro da sua embarcação. O Sinal Náutico destina-se, portanto, a indicar uma posição
geográfica e transmitir uma informação específica ao navegante. Pode ser uma estrutura fixa
ou flutuante, com formas e cores legalmente definidas, dotada ou não de equipamento
luminoso, sonoro ou radioelétrico; ou artefactos visuais, estes, por sua vez, com
características definidas.

Global Positioning System (GPS)


Um dos sistemas que auxilia a navegação e outras activdades que precisam do
posicionamento exato enquanto decorre o movimento é o GPS em Elias (2010) fala-se do
GPS desde a sua criação em 1973, formado um consórcio entre a Marinha e a Força Aérea
dos EUA para desenvolver um novo sistema de navegação por satélite global para substituir o
obsoleto NNSS(Nuclear Navy Satellite System), Para o GPS estar completamente
operacional, é necessário formar uma constelação de 24 satélites, embora mais estejam em
órbita para o serviço poder estar continuamente disponível. Os satélites orbitam a Terra em
órbitas circulares a uma altitude de 20 200 km com uma inclinação

Fig 3: Cobertura dos Satélites GPS. 24 Satélites garantem cobertura global. 4 em cada dos 6 planos orbitais

6
Norma de Comunicação de Equipamentos de Bordo - NMEA 0183 A NMEA, National
Marine
Electronics Association, estabeleceu normas para serem empregues por fabricantes de
equipamentos electrónicos marítimos para que seja assegurada a compatibilidade dos
equipamentos instalados num navio. A norma NMEA 0183 especifica os parâmetros de sinal,
o protocolo de comunicação de dados e temporização para a comunicação série. A
comunicação série de dados entre equipamentos de bordo é unidireccional com um emissor e
possivelmente vários receptores. Os dados usam a formatação ASCII e as mensagens entre
equipamentos podem conter entre 11 e 79 caracteres. A frequência de transmissão nunca é
maior que 1 mensagem a cada segundo.

Normas e Convenções Internacionais Para Navegação Marítima

 A SOLAS (Convenção Internacional para a Salvaguarda da Vida Humana no Mar,


1974) estabelece uma ampla gama de normas mínimas para a construção segura de
navios e os equipamentos básicos de segurança (por exemplo, proteção contra
incêndio, navegação, salva-vidas e rádio) a serem transportados a bordo. A SOLAS
também exige vistorias regulares nos navios e a emissão de certificados de
conformidade pelos Estados de bandeira.
 A MARPOL (Convenção Internacional para a Prevenção da Poluição por Navios,
1973/1978) contém requisitos para prevenir a poluição que pode ser causada tanto
acidentalmente quanto durante operações de rotina. A MARPOL trata da prevenção da
poluição por óleo, produtos químicos a granel, mercadorias perigosas, esgoto, lixo e
poluição atmosférica, e inclui disposições como as que exigem que certos petroleiros
tenham casco duplo.
 COLREG (Convenção sobre o Regulamento Internacional para Evitar Abalroamentos
no Mar, 1972) estabelece as “regras de trânsito” básicas, como direitos de passagem e
ações para evitar colisões.
 A LOADLINE (Convenção Internacional sobre Linhas de Carga, 1966) define o
bordo livre mínimo permitido, de acordo com a estação do ano e o padrão de
navegação do navio.
 O ISPS (Código Internacional para a Segurança de Navios e Instalações Portuárias,
2002) inclui requisitos obrigatórios para garantir que os navios e as instalações
portuárias estejam seguros em todas as etapas de uma viagem.

7
Autoridades Marítimas
As funções das autoridades marítimas incluem regular o tráfego aquaviário, supervisionar a
segurança da navegação, prevenir a poluição marinha, realizar buscas e salvamentos,
fiscalizar embarcações e áreas de jurisdição marítima, e proteger o meio ambiente
marinho. Estas atribuições visam garantir a segurança da vida humana, a integridade do
ambiente marítimo e a eficiência das atividades navais em águas sob jurisdição nacional.

Principais Funções das Autoridades Marítimas


 Segurança da Navegação;
 Poluição Marinha;
 Busca e Salvamento;
 Fiscalização;
 Regulamentação e Normas;
 Serviços Marítimos.

Procedimentos Operacionais Marítimos


Os procedimentos operacionais marítimos abrangem a gestão de operações portuárias, que
incluem o recebimento, manuseio e partida de navios, com foco na segurança, eficiência e
conformidade com regulamentos nacionais e internacionais. Estes procedimentos detalham a
documentação necessária, o planejamento da fila de navios (lineup), a utilização de
equipamentos como radar e AIS, o cumprimento de normas de tráfego marítimo e a gestão de
cargas, visando otimizar o tempo e reduzir custos no ambiente portuário.

Principais Áreas dos Procedimentos Operacionais Marítimos


Gestão de Tráfego Marítimo:
 Utiliza sistemas como radar, Sistema de Identificação Automática,
comunicação VHF e sensores meteorológicos para monitorar o tráfego e
gerenciar a movimentação de embarcações.
Operações de Terminal Portuário:
 Abrange o planejamento desde a chegada do navio ao porto até sua partida,
incluindo o preparo para o recebimento, o manuseio de cargas e a dragagem,
se necessário.
 São usados indicadores de performance e análise de dados para avaliar e
melhorar a eficiência das operações.

8
Agentes Marítimos e Gestão de Linhas de Navios:
 Os agentes marítimos atuam na coordenação das operações portuárias,
programando a atracação de navios em filas estratégicas (lineup) para otimizar
o processo, reduzir custos e tempo de espera.
 São responsáveis pela gestão de documentação e conformidade com os
regulamentos.
Documentação e Conformidade
 A documentação correta e o cumprimento das regulações internacionais são essenciais
para a liberação e operação de embarcações nos portos.
 Existem normas específicas, Normas da Autoridade Marítima, que estabelecem os
requisitos para a navegação costeira, oceânica e interior.
Segurança e Regulamentação
 O respeito às regras de navegação, como limites de velocidade, uso correto das luzes e
sinais sonoros, e a observância da preferência, é crucial.
 É fundamental ter a bordo todo o material de salvagem exigido, como coletes salva-
vidas, e manter os equipamentos de segurança em bom estado.

9
Conclusão
A navegação marítima é um componente essencial para o funcionamento das atividades
comerciais, logísticas, militares e ambientais em todo o mundo. Sua organização eficiente
envolve um conjunto de elementos estruturais e tecnológicos que atuam em conjunto para
garantir segurança, previsibilidade e eficiência no deslocamento de embarcações pelos mares
e rios.
Ao longo deste trabalho, foi possível compreender que a navegação não depende apenas da
habilidade dos navegadores, mas de um sistema complexo e bem estruturado que inclui cartas
náuticas, sinalização, sistemas de monitoramento, comunicação por satélite e
regulamentações internacionais. Esses recursos, quando bem organizados, reduzem
significativamente o risco de acidentes e contribuem para a proteção do meio ambiente
marinho e para o bom funcionamento do comércio global.
Além disso, observou-se a importância das normas padronizadas, como as estabelecidas pela
IMO, que permitem a integração de embarcações de diferentes países sob os mesmos critérios
de segurança e navegação. A utilização de tecnologias modernas, como GPS e AIS, tem
aprimorado significativamente a navegação, permitindo maior precisão e controle sobre o
tráfego marítimo.
Dessa forma, conclui-se que a organização da navegação marítima não é apenas uma questão
técnica, mas uma exigência estratégica que impacta diretamente a economia, a segurança das
tripulações e a sustentabilidade ambiental. Investir na melhoria contínua desses sistemas é
essencial para enfrentar os desafios crescentes do transporte marítimo no século XXI.

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Referências Bibliográficas
 Amaral T.M (2011), Embarcação e sua Navegação. Disponível em:
http://redeetec.mec.gov.br/images/stories/pdf/eixo_rec_naturais/aquicultura/
181012_embarc.pdf
 Elias D.J (2010), Sistema de Apoio à Navegação baseado em Automatic Identification
System. Disponível em: https://core.ac.uk/download/pdf/303714138.pdf
 Rego A.B.P (2005), Fundamentos De Sinalização Náutica Visual, volume I.
Disponível em:
https://www.marinha.mil.br/camr/sites/www.marinha.mil.br.camr/files/MANUAL-
SN-Vol-1-Aprovado-CT-DHN.pdf

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