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V2020 06 23

UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

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e: [Link]@[Link]
t: (19) 3794-5600

GAME
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob nº 01613

COMPOSIÇÃO:
(RS)-1-[2,5-dichloro-4-(1,1,2,3,3,3-hexafluoropropoxy) phenyl] -3-(2,6-difluorobenzoyl) urea
(LUFENUROM)....................................................................................50,0 g/L (5,00% m/v)
Outros ingredientes.....................................................................1073,5 g/L (107,35% m/v)

GRUPO 15 INSETICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO


CLASSE: Inseticida e Acaricida
GRUPO QUÍMICO: Benzoilureia (lufenurom).
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável - EC

TITULAR DO REGISTRO (*):


UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Av. Maeda s/n°, Prédio Comercial - Térreo - Distrito Industrial - CEP: 14500-000 - Ituverava/SP
Tel: (19) 3794-5600 - CNPJ: 02.974.733/0001-52.
Cadastro estadual: CDA/SAA/SP sob nº 1050
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO.

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:


LUFENURON TÉCNICO UPL – Registro nº 01711
Jiangsu Flag Chemical Industry Co., Ltd.
Changfenghe Road, Nanjing Chemical Industrial Park, Nanjing, 210047 - China

FORMULADOR:
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Avenida Maeda, s/nº - Distrito Industrial - CEP: 14500-000 – Ituverava/SP
CNPJ: 02.974.733/0003-14 - Registrado no órgão estadual CDA/SAA/SP sob nº 1049
Lanxess Indústria de Poliuretanos e Lubrificantes Ltda.
Av. Brasil, nº 5333 - CEP: 13505-600 - Rio Claro/SP
CNPJ: 68.392.844/0001-69. Registrado no órgão estadual sob nº 235 - CDA/SAA/SP
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Antônio Carlos Guillaumon, nº 25 - Distrito Industrial III - CEP: 38001-970 - Uberaba/MG
CNPJ: 04.136.367/0005-11. Registrado no órgão estadual sob nº 701-2530/2006 - IMA/MG
Iharabras S.A. Indústrias Químicas
Avenida Liberdade, nº 1701, Bairro Cajuru do Sul - CEP: 18087-170 – Sorocaba/SP - CNPJ:
61.142.550/0001-30 - Registro no órgão estadual sob nº 08 - CDA/SAA/SP
Adama Brasil S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-610 – Londrina/PR - CNPJ:
02.290.510/0001-76 - Registro no órgão estadual SEAB/PR sob nº 003263
Adama Brasil S/A
Av. Júlio de Castilhos, 2085 - CEP: 95860-000 – Taquari/RS - CNPJ: 02.290.510/0004-19 Registro
no órgão estadual SEAPA/RS sob nº 1047/99
Nortox S.A.
Rodovia Melo Peixoto (BR 369), Km 197 - CEP: 86700-970 – Arapongas/PR - CNPJ:
75.263.400/0001-99 - Registro no órgão estadual nº SEAB/PR nº 000466
Nortox S.A.
Rod. BR 163, Km 116, Parque Industrial Vetorasso - CEP: 78740-275 – Rondonópolis/MT - CNPJ:
75.263.400/0011-60 - Registro no órgão estadual INDEA/MT sob nº 183/06.
Prentiss Química Ltda.
Rod. PR 423 s/n km 24,5 - Campo do Meio - CEP: 83603-000 - Campo Largo/PR
CNPJ: 00.729.422/0001-00 - Registrado no órgão estadual sob nº 002669 - SEAB/PR
Servatis S.A.
Rodovia Presidente Dutra, Km 300,5 - Parque Embaixador - CEP: 27537-000 - Resende/RJ CNPJ:
06.697.008/0001-35 - Registrado no órgão estadual sob nº 15 – SAPE/DAS/CDSV/RJ
Sipcam Nichino Brasil S.A.
Rua Igarapava, nº 599, Distrito Industrial III, CEP: 38044-755 – Uberaba/MG

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CNPJ: 23.361.306/0001-79. Registrado no órgão estadual sob nº 2972 - IMA/MG


Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Av. Roberto Simonsem, 1459 - Recanto dos Pássaros - CEP: 13140-000 – Paulínia/SP - CNPJ:
03.855.423/0001-81 - Registrado no órgão estadual CDA/SAA/SP sob nº 477
AGM Argentina S.A.
Parque Industrial de Pilar - Parcela 3 - CP B1630CFA Pilar, Província de Buenos Aires - Argentina
Jiangsu Flag Chemical Industry Co., Ltd.
Changfenghe Road, Nanjing Chemical Industrial Park, Nanjing, 210047 - China
Sulphur Mills Limited
M.I.D.C. Plot no. 8, Turbhe Naka, Thane Belapur Road, New Bombay - 400613, Dist: Thane, State -
Maharashtra - India
Sulphur Mills Limited
Plot nº 1904, A-18/18, G.I.D.C. Panoli Industrial Area, Dist. Bharuch, Ankleshwar, Gujarat - India
Sulphur Mills Limited
Plot nº 1905/1928/29/30, G.I.D.C. Panoli, Dist. - Bharuch, Ankleshwar, Gujarat - India
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Rodovia Francisco José Ayub, S/N - Salto de Pirapora - Sorocaba/SP
CNPJ: 02.974.733/0010-43 – Cadastro no Estado: (CDA/SP) nº 4153.

Nº do Lote ou Partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA


E CONSERVE-OS EM SEU PODER.

É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.


PROTEJA-SE.

É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

Indústria Brasileira (Dispor deste termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme
previsto no Art. 4º do Decreto Nº 7.212, de 15 de Junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO


CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III –
PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

COR DA FAIXA: Azul PMS Blue 293 C

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INSTRUÇÕES DE USO:
GAME é recomendado para o controle das pragas nas culturas relacionadas a seguir:

Praga Volume de Calda


Dose
Nome Comum Número, Época e
Cultura Produto Terrestre Aérea
(Nome Intervalo de Aplicação
Comercial (L/ha) (L/ha)
Científico)
Iniciar a pulverização no
início da infestação. Fazer
Curuquerê
150 a 200 avaliações periódicas do
Algodão (Alabama 100 a 300 20 a 50
mL/ha nível populacional das
argillacea)
pragas. Fazer 2 aplicações
por ciclo.
Iniciar a pulverização no
Traça-da- início da infestação da
batatinha 600 a 800 praga. Reaplicar após 14
Batata 300 a 600 20 a 50
(Phthorimaea mL/ha dias fazendo rotação com
operculella) outros ingredientes ativos.
Fazer 2 aplicações por ciclo.
Iniciar a pulverização no
início das brotações, quando
Minadora-das- estiverem com 3 a 5 cm de
folhas 25 mL/100 L 1000 a comprimento, e também
Citros 20 a 50
(Phyllocnistis d’água 2000 quando há a detecção das
citrella) primeiras posturas ou
larvas. Fazer 2 aplicações
por ciclo.
Iniciar as pulverizações no
início da infestação quando
Lagarta-militar
as lagartas recém eclodidas
Milho (Spodoptera 300 mL/ha 100 a 300 20 a 50
iniciarem a raspagem das
frugiperda)
folhas. Fazer 2 aplicações
por ciclo.
Iniciar as pulverizações no
início da infestação após a
eclosão dos ovos com as
Lagarta-da-soja
lagartas no 1º ou 2º ínstar
Soja (Anticarsia 150 mL/ha 100 a 300 20 a 50
de desenvolvimento.
gemmatalis)
Reaplicar se necessário após
14 dias. Fazer 2 aplicações
por ciclo.
As pulverizações devem ser
iniciadas no início do
florescimento, antes que a
praga penetre no interior
Broca-pequena- dos frutos. O produto deve
do-fruto ser aplicado a cada 7 a 10
(Neoleucinodes dias conforme as condições
elegantalis) da planta e de clima,
propícias ao
80 mL/100 L 400 a desenvolvimento da praga,
Tomate 20 a 50
d’água 1000 obedecendo-se o intervalo
de carência.
Iniciar as pulverizações nos
primeiros sinais da praga e
repetir a cada 7 a 10 dias
Traça-do-
conforme as condições da
tomateiro
planta e de clima, propícias
(Tuta absoluta)
ao desenvolvimento da
praga, obedecendo-se o
intervalo de carência. Fazer

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no máximo 3 aplicações por


ciclo.
Iniciar a pulverização no
Lagarta-do-trigo início da infestação da
Trigo (Pseudaletia 100 mL/ha 100 a 300 20 a 50 praga, repetindo se
sequax) necessária após 14 dias.
Fazer 2 aplicações por ciclo.

Obs.: Pelo seu mecanismo de ação sobre os insetos, GAME não possui efeito de choque sobre as
pragas mencionadas, e sua plena eficiência começa a manifestar-se entre 3-5 dias após a
pulverização. Apesar de eficiente contra as lagartas em qualquer fase de seu desenvolvimento,
deve-se iniciar as pulverizações, quando os insetos estão ainda na fase de ovo ou no 1º ou 2º ínstar
de desenvolvimento, quando ainda não causa prejuízos as culturas e, portanto, não precisam ser
eliminadas rapidamente.

MODO DE APLICAÇÃO:

Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de
arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque ou cônico vazio, visando
à produção de gotas finas ou médias, para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho
adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme
recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa
uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. A altura da barra e o
espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na
planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação
fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de
aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um
Engenheiro Agrônomo.

Via aérea: A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de
um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho
de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se
respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam
minimizadas.

PREPARO DE CALDA:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador
estejam devidamente limpos. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água
utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-
se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Feito isso,
deve-se completar o volume do tanque com água quando faltar 3-5 minutos para o início da
pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada. A agitação no tanque do pulverizador deverá
ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Ao final da
atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

CULTURA DIAS
Algodão 28
Batata 14
Citros 28
Milho 35
Soja 35
Tomate 10
Trigo 14

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

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Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo
24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
O uso do produto está restrito aos indicados no rótulo e bula.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM


UTILIZADOS:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS)

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:


Vide item MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA


EQUIVALENTE:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,


TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE


PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS E DOENÇAS:


Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e
medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de
semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, controle biológico, manejo de irrigação e outros,
visam o melhor equilíbrio do sistema.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:

GRUPO 15 INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um


problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à
resistência.
O inseticida GAME pertence ao Grupo 15 (Inibidores da biossíntese de quitina, tipo 0, Lepidóptera) e
o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de
desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do GAME como uma ferramenta útil de manejo de pragas
agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a
evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:

- Rotacionar produtos com mecanismos de ação distinto do Grupo 15. Sempre rotacionar com
produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
- Usar GAME ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de
aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias;
- Aplicações sucessivas de GAME podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo
de aplicações” exceda o período de uma geração da praga-alvo;
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso
específico do GAME, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo
químico dos benzoiluréia não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de
aplicações recomendadas na bula;
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do GAME ou outros produtos do Grupo 15
quando for necessário;

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- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a
serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação
de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e
apropriado;
- Utilizar as recomendações de dose e de modalidade de aplicação de acordo com a bula do
produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados
para o IRAC-BR ([Link]), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
([Link]).

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.


ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação
à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA


CALDA:
- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão de algodão impermeável
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima
das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara provida de filtros adequados; óculos
de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO


- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto;

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- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando
as melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão impermeável com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
botas de borracha; avental impermeável; máscara provida de filtros adequados; óculos de
segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO


- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os
avisos até o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com
o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida;
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

ATENÇÃ Nocivo se ingerido


Pode ser nocivo em contato com a pele

PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a


embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
• Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite
a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
• Olhos: Em caso de contato, retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em
abundância durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho.
• Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.

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INTOXICAÇÕES POR
- GAME -

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico LUFENUROM: benzoilureia.


Classe toxicológica Categoria 4 - Produto pouco tóxico
Dérmica e inalatória.
Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são
Vias de exposição
esperadas considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs
apropriados.
Lufenurom: Em ratos, o lufenurom é parcialmente absorvido após a
exposição oral a uma dose única e a extensão da absorção está
relacionada com a dose. A biodisponibilidade sistêmica é estimada
em 70% após a administração da substância por via oral.
Uma grande proporção da dose absorvida é distribuída para o tecido
adiposo, e uma porção bem menor ocorre para os outros tecidos,
incluindo o cérebro.
Estudos sugerem que a maior concentração tecidual atingirá o platô
dentro de 2 a 3 semanas da administração de doses repetidas
similares.
Há um aumento das concentrações de lufenurom no cérebro durante
Toxicocinética
longos períodos de exposição.
A metabolização do lufenurom é mínima, sendo apenas 1% da dose
oral metabolizada por desacilação, seguida de clivagem do grupo
ureído.
A excreção das doses absorvidas do lufenurom ocorre principalmente
através das fezes, somente 1% é excretado através da urina,
independente da dose.
Em animais, não há diferenças entre os sexos na absorção,
distribuição aos tecidos ou excreção. O padrão de excreção e
metabolismo também não é afetado após administração de doses
repetidas.
Lufenurom: Não são conhecidos os mecanismos de toxicidade em
humanos. Em animais, o principal efeito adverso observado são
convulsões, que parecem estar relacionadas com a saturação da
Toxicodinâmica
acumulação do lufenurom no tecido adiposo e aumento subsequente
dos níveis da substância no cérebro. Não é esperado que este efeito
ocorra após a administração de uma dose única da substância.
Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em
humanos.
Em estudos em animais de experimentação, o produto foi nocivo se
ingerido e, possivelmente nocivo se inalado. A aplicação do produto
não provocou irritação cutânea nem ocular. O produto também não
causou sensibilização à pele.

Lufenurom: não são conhecidos sintomas específicos em humanos.


Com base em estudos conduzidos em animais, o lufenuron pode
aumentar a metemoglobina, que pode ser associada à ocorrência de
Sintomas e sinais clínicos cianose.
Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação
caracterizada por eritemas (vermelhidão), edema e descamação.
Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do
trato respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação,
com ardência e vermelhidão.
Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato
gastrointestinal, com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
Efeitos crônicos: não são conhecidos efeitos de toxicidade após
exposição crônica em humanos. Em animais, a exposição repetida a

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altas doses da substância causou efeitos funcionais no sistema


nervoso como convulsões tônico-clônicas.
Lufenurom: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da
exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, associados
ou não à ocorrência de metemoglobinemia e cianose. Realizar a
Diagnóstico dosagem de metemoglobina em pacientes com cianose.
Na exposição ocupacional ao lufenurom, caracterizam nível de risco
quando as concentrações sanguíneas de metemoglobina estão iguais
superiores a 1,5% da hemoglobina.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar
aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o
produto. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado,
especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação,
deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a
não se contaminar com o agente tóxico.

Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais


devem estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de
sinais vitais e medidas sintomáticas e de manutenção das funções
vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial e
temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de
consciência.

Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção
de secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme
necessário para manter adequada perfusão tecidual. Em caso de
intoxicação severa, pode ser necessária ventilação pulmonar
assistida.

Medidas de Descontaminação e tratamento:


O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas
e avental impermeáveis.

Exposição oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é
Tratamento
recomendada. Entretanto, também não é indicada a sua inibição,
caso ele ocorra de forma espontânea em pacientes intoxicados.
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito
espontâneo, mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em
posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração
do conteúdo gástrico.
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos
em caso de intoxicação por lufenurom. Avaliar a necessidade de
administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma
suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de
carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças: 25
a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
- Lavagem gástrica: a lavagem gástrica não é recomendada devido
ao risco de aspiração. Somente cogitar a descontaminação
gastrintestinal após ingestão da substância em uma quantidade
potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a
ingestão (geralmente dentro de 1 hora).

Exposição inalatória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a
alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou
dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação do trato
respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar
oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.

Exposição dérmica:

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Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder


descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e
orifícios), unhas e cabelos. Lavar a área exposta com água em
abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o paciente
deve ser encaminhado para tratamento específico.

Exposição ocular:
Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à
temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação,
dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente
deve ser encaminhado para tratamento específico.

ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento


sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para
manutenção das funções vitais.

Medidas sintomáticas e de manutenção:


- Em caso de metemoglobinemia sintomática (geralmente em
concentrações acima de 20 e 30%), tratar com azul de metileno e
oxigenoterapia.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração
e de pneumonite química.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos
Contraindicações
protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência
em pacientes não intubados; pacientes com risco de hemorragia ou
perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos das interações
Não são conhecidos.
químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o
diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-
722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as
Doenças e Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
ATENÇÃO (SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
(Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149 e (19)
3794-5465.
Endereço eletrônico da empresa: [Link]
Correio eletrônico da empresa: [Link]@[Link]

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:


“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório


Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: > 300-2000 mg/kg p.c. (cut-off: 1000 mg/kg p.c.).
DL50 dérmica em ratos: > 4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos (4h): > 7,338 mg/L.
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos não causou nenhum
sinal de irritação cutânea. Nas condições do teste, o produto foi classificado como não irritante para
a pele.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos causou, em 3/3 dos
animais (score 1 a 2), hiperemia e quemose conjuntivais; e secreção. Também foi observada
hiperemia pericorneana, em 2/3 dos animais, somente na leitura de 1 hora após a aplicação. Os
sinais de irritação foram revertidos em até 7 dias. Nas condições do teste, o produto foi classificado
como não irritante para os olhos.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.

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Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica


reversa em bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de
camundongos.

Efeitos crônicos:
Lufenurom:
Em estudo de 90 dias em ratos, foram observados efeitos no sistema nervoso (convulsões tônico-
clônicas), alterações no peso corporal e efeitos hepáticos e adrenotrópicos, resultando em um
NOAEL de 10 mg/kg p.c./dia. Em estudos de 1 ano em cães, foram observadas convulsões e mortes
em doses ≥30 mg/kg p.c./dia., mas nenhum sinal clínico foi observado no estudo de 90 dias, até
2000 mg/kg p.c./dia. Com base nas alterações hepáticas (aumento de peso e incidência de
hipertrofia celular) na dose de 7 mg/kg p.c./dia, o NOAEL geral estabelecido foi de 1,5 mg/kg
p.c./dia. Em estudos de toxicidade a longo-prazo e carcinogenicidade em ratos (2 anos) e
camundongos (18 meses), foram observadas convulsões em todos os níveis de dose em ambas as
espécies, consideradas relevantes apenas em níveis de dose ≥20 mg/kg p.c./dia. Foi estabelecido o
NOAEL de 2 mg/kg p.c./dia com base em convulsões e efeitos histológicos no trato gastrointestinal,
pulmões e trato urinário. Em estudo com camundongos, foi estabelecido o NOAEL 2 mg/kg p.c./dia,
com base no aumento da incidência e gravidade das convulsões, diminuição da sobrevivência e
alterações histológicas no fígado e na próstata na dose de 22 mg/kg p.c./dia. Com base nas
informações disponíveis, o lufenurom não apresentou potencial carcinogênico.
Os efeitos adversos na fertilidade e na prole foram investigados em estudo de reprodução multi-
gerações, em ratos. Foi estabelecido um NOAEL reprodutivo de 20 mg/kg p.c./dia, com base em
um atraso mínimo no surgimento do reflexo de endireitamento, o NOAEL estabelecido para a prole
foi de 8 mg/kg p.c./dia.
O potencial de toxicidade para o desenvolvimento pré-natal do lufenurom foi estudado em ratos e
coelhos. Em ambos os estudos de teratogenicidade, não houve efeitos adversos no desenvolvimento
embriofetal, e a toxicidade materna foi observada apenas no estudo com ratos. O NOAEL de
desenvolvimento pré-natal, bem como o NOAEL materno, em coelhos, foi de 1000 mg/kg p.c./dia.
Em ratos, o NOAEL materno foi de 500 mg/kg p.c./dia com base no peso corporal reduzido e no
consumo de alimentos.

EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:


Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em
humanos.

SINTOMAS DE ALARME:
Metemoglobinemia [dificuldade respiratória (dispneia), náusea, taquicardia e/ou cianose].

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO


AMBIENTE:
- Este produto é:

Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).


Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
X PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos).


- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público

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e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos


de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E


PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produto tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:


- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E
COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A, pelo telefone de Emergência 0800 707 7022 -
(19) 3794-5465.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio
de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado
não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, pelo telefone indicado
acima, para que seja feito o recolhimento pela mesma. Lave o local com grande quantidade de
água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo
hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a
favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E


DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI`s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):


Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o
seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o na
posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;

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- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;


- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:


Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes


procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:


Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

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No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo
de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o
qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo
de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido
nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA – NÃO CONTAMINADA

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:


É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:

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A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA


OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA


EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:


Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:


O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO


FEDERAL OU MUNICIPAL:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis).

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