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O documento aborda temas relacionados à manutenção automotiva, incluindo troca de óleo, borracharia e acessórios. Detalha o funcionamento de motores a combustão, sistemas de alimentação e lubrificação, além de informações sobre pneus e suas partes. Também discute a importância de filtros e recomendações para a troca de óleo e uso de EPIs durante o processo.

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O documento aborda temas relacionados à manutenção automotiva, incluindo troca de óleo, borracharia e acessórios. Detalha o funcionamento de motores a combustão, sistemas de alimentação e lubrificação, além de informações sobre pneus e suas partes. Também discute a importância de filtros e recomendações para a troca de óleo e uso de EPIs durante o processo.

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SUMÁRIO

1. TROCA DE ÓLEO
• Motor a combustão
• Sistema de alimentação
• Sistema de filtragem do ar
• Sistema de lubrificação
• Classificação API e SAE

2. BORRACHARIA
• Funções do pneu
• Partes do pneu
• Tipos de pneu
• Informações do pneu ( índice de tração, temperatura, DOT)
• TWI
• Informações sobre instalação (Assentamento de rodas, balanceamento, rodízio)
3. ACESSÓRIOS
• Princípios da elétrica automotiva
• Lâmpadas automotivas
• Bateria
• Multímetro
• Acessórios diversos ( calha de chuva, calota, capa de volante, palheta, moldura retrovisor, aplique
cromado, capa de volante, protetor de cárter, calota, amortecedor de porta malas)
MÓDULO TROCA DE ÓLEO
MOTOR A COMBUSTÃO

Os motores de combustão interna de ignição por faísca, transformam


a energia do combustível (álcool ou gasolina) em energia mecânica.
A mistura ar/combustível é injetada dentro da câmera pela válvula de admissão
(1), a válvula de escape fica fechado e depois da injeção da mistura a válvula de
admissão é fechada e o pistão sobe (2) (PMI – Ponto Motor Inferior) para 3
(PMS – Ponto Motor Superior) comprimindo a mistura e em seguida a vela de
ignição solta a faísca e a mistura entra em combustão dentro da câmara de
combustão. Os gases vão se expandir, resultando numa força de cima para
baixo na cabeça do pistão e o movimento dos mesmos fazem girar
o virabrequim.
MOTOR A COMBUSTÃO
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO

O Sistema de alimentação dos motores de combustão é responsável pelo


suprimento de ar e combustível ao motor. Existem basicamente dois tipos de
sistemas de acordo com o ciclo de funcionamento dos motores: o sistema para
motores Otto e o sistema para motores diesel. Seus principais componentes são;

• Tanque de combustível
• Bomba de combustível
• Filtro de combustível
• Carburador ou Sistemas de Injeção eletrônica e combustível
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO
O filtro de combustível é uma peça cilíndrica, que fica entre o motor e o
tanque de combustível. Em resumo, é por ela que o combustível com resíduos
passa, evitando o contato das impurezas com o motor. Assim, o filtro de
combustível de moto ou carro é essencial justamente por auxiliar no trabalho
eficiente do motor

Tanque de combustível, é a denominação de um recipiente


destinado a armazenar substâncias inflamáveis usadas como
combustível em qualquer tipo de veículo.

A bomba de combustível é o agente que movimenta e


pressuriza o combustível através do sistema para garantir que o
motor possa funcionar corretamente. Normalmente, ela é
acionada de maneira elétrica e controlada por um regulador de
pressão para garantir a quantidade correta de combustível para
o motor.
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO

Carburador: O carburador nada mais é que um


componente mecânico, responsável pela alimentação de
um motor de combustão interno. Ou seja, através dele é
feita a dosagem ideal da mistura de ar com o combustível,
para que haja uma combustão e tenha um funcionamento
básico mecânico do carro.

Corpo TBI: O corpo de borboleta (TBI) foi fabricado


para substituir o carburador. A peça também ajuda no
desempenho dos automóveis atuais. Entre os seus
benefícios, ela é a grande responsável pela admissão
de ar controlada eletronicamente nos veículos.
SISTEMA DE FILTRAGEM DO AR ADMISSÃO

A função do sistema de filtragem do ar de admissão é reduzir o acesso de


impurezas ao interior do motor. Algumas impurezas abrasivas presentes em
suspensão no ar atmosférico são extremamente danosas ao funcionamento
do motor, pois podem ocasionar escoriações internas nos cilindros,
bronzinas entre outros. Entre estes se podem citar :
• Fuligem
• Pólen
• Poeira (quartzo)
O elemento filtrante (filtro de ar) é o principal componente do sistema de
filtragem, pois é o responsável pela retenção de impurezas no sistema. A
periodicidade de troca do componente é determinada pelo fabricante.
FALHAS ASSOCIADAS AO SISTEMA DE ADMISSÃO DE AR

Filtro de ar obstruído
O desrespeito ao período de troca do elemento filtrante ou a utilização
do veículo em ambientes com alto índice de particularidades em
suspensão causam o entupimento do sistema.
Consequência : Queda do rendimento do motor e aumento do
consumo de combustível
Solução : Troca do elemento filtrante.

Filtro de ar ineficiente
A utilização de elementos filtrantes de baixa qualidade impossibilita a
passagem de impurezas para o interior do motor
Consequência: Avarias e riscos internos diminuindo a vida útil do
motor.
Solução: Troca do elemento filtrante
FALHAS ASSOCIADAS AO SISTEMA DE ADMISSÃO DE AR

Instalação incorreta do elemento filtrante


O rebordo de silicone deve estar devidamente encaixado na
borda da carcaça do filtro de ar. O encaixe inadequado provoca
a entrada de ar sem a passagem pelo elemento filtrante.
Consequência : Entrada de de ar não filtrado
Solução : Efetuar a montagem correta

Mangueira furada e/ou abraçadeira mal apertada


Furos na mangueira de ligação entra a carcaça e o corpo
de borboletas e/ou abraçadeiras mal apertadas causam a
entrada de ar não filtrado.
Consequência: Entrada de ar não filtrado
Solução: Troca de mangueira/e ou aperto da abraçadeira
FILTROS DO MOTOR

FILTRO DE AR: O filtro de ar impede que as impurezas existentes na atmosfera entrem e


fiquem incrustadas dentro do motor. Essa sujeira pode comprometer a sua força, danificar
seus componentes e piorar o consumo. Quanto mais limpo for o conteúdo aspirado, mais
eficiente será a queima de combustível.
FILTRO DE ÓLEO: principal função do filtro de óleo do motor é reter as impurezas do sistema
de lubrificação.
FILTRO DE COMBUSTÍVEL: O filtro de combustível é uma peça cilíndrica, que fica entre o
motor e o tanque de combustível. Em resumo, é por ela que o combustível com resíduos
passa, evitando o contato das impurezas com o motor. Assim, o filtro de combustível de
moto ou carro é essencial justamente por auxiliar no trabalho eficiente do motor.

FILTRO DE CABINE (AR CONDICIONADO): Os filtros de cabine são


responsáveis por reter partículas nocivas à saúde dos passageiros do
veículo, como ácaros e bactérias prevenindo assim problemas respiratórios.
SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO

O sistema de lubrificação do motor serve para preservar o conjunto mecânico do


automóvel. É esse sistema que garante a durabilidade das peças no longo prazo.
Em outras palavras, a lubrificação evita atrito, desgaste e o superaquecimento
do motor, garantindo o bom funcionamento do veículo.

O cárter é o reservatório de óleo do motor. Pode ser construído


em chapa de aço estampado ou liga de alumínio. Deve possuir
capacidade suficiente para abrigar todo o óleo necessário para o
sistema de lubrificação.

O pescador de óleo é o componente responsável por captar o


óleo do cárter e enviá-lo a bomba de óleo. Pode ser
fabricado em chapa de aço
SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO
As bombas de óleo automotivas invariavelmente são acionadas por algum eixo do motor.
Desta forma sua rotação de trabalho depende da rotação do motor. Altas rotações do motor
incidem em altas rotações da bomba de óleo e por consequência altas pressões de trabalho.
A fim de regular e manter a pressão de óleo dentro de valores pré-estabelecidos são
instalados no interior da bomba válvulas reguladoras de pressão (by-pass). Esta tem a função
de controlar a pressão do óleo através do deslocamento de uma mola interna evitando a
sobre pressão do sistema e devolvendo o excesso de óleo para dentro do cárter.

REGULADOR
DE PRESSÃO
DA VALVULA
BYPASS
BOMBA DE ÓLEO
ÓLEO LUBRIFICANTE

Principais funções do Óleo Lubrificante


1 - Lubrificar os componentes do motor e prevenir o desgaste;
2 - Reduzir o atrito;
3 - Proteger peças do motor contra ferrugem e corrosão;
4 - Manter limpas as peças do motor;
5 - Arrefecer os depósitos na câmara de combustão;
6 - Arrefecer as peças do motor;
7 - Proporcionar vedação contra pressões da combustão;
8 - Ser antiespumante (evitar a criação de espuma dentro motor);
9 - Contribuir para a economia de combustível (desde que aplicação
esteja correta);
10 - Permitir uma partida fácil (desde que a aplicação esteja correta).
ÓLEO LUBRIFICANTE
TIPOS DE ÓLEO LUBRIFICANTE
O óleo mineral é refinado do petróleo bruto, extraído de poços naturais subterrâneos e tem
sido utilizado como lubrificante desde o desenvolvimento dos primeiros veículos automotores
em 1910. Depois que o óleo é extraído, são realizadas várias etapas de purificação no refino
para melhorar sua qualidade de lubrificação. Normalmente apresenta muito mais elementos
contaminantes que os outros.

Os óleos semi sintéticos (ou de base sintética) empregam mistura em proporções variáveis de
básicos minerais e sintéticos, buscando reunir as melhores propriedades de cada tipo,
associando a otimização de custo, uma vez que as matérias-primas sintéticas possuem custo
muito elevado.

O óleo sintético é aquele que é produzido em laboratório com a mistura de diversos


componentes químicos capazes de reagir de uma forma que faça com que o óleo
possa correr com mais facilidade devido a esta mistura.
ÓLEO LUBRIFICANTE

Viscosidade Letra
Indica tecnologia.
O primeiro número
Quanto mais próxima
indica a viscosidade
do Z, mais atualizado
em baixa
o óleo é.
temperatura
A letra W (winter)
indica inverno
O último número
indica viscosidade “S” Spark
em alta temperatura (Faísca)
Veículos
movidos a álcool
e gasolina
CLASSIFICAÇÃO API

A sigla API significa American Petroleum institute e trata-se da instituição responsável por
definir a aplicabilidade de óleo lubrificante e tem como objetivo definir o nível de
desempenho do óleo lubrificante. A letra “S”, vem da palavra “ Spark”, e indica que o óleo
é aplicável para veículos à combustão, já a segunda letra indica o nível de tecnologia na
aditivação desse óleo, ou seja quanto mais próxima do Z, mais atualizado é o óleo.
CLASSIFICAÇÃO DE VISCOSIDADE SAE

A viscosidade mede a dificuldade com que o


óleo escorre, quanto mais viscoso (mais
grosso) for um lubrificante, mais difícil de
escorrer, portanto será maior a sua
capacidade de manter-se entre duas peças
móveis fazendo a lubrificação das mesmas.

A viscosidade dos lubrificantes não é


constante, ela varia conforme a temperatura
do motor. Quando esta aumenta, a
viscosidade diminui e o óleo escoa com mais
facilidade.
LUZES DO PAINEL
FALHAS ASSOCIADAS AO SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO

• Nível de óleo baixo


• Interruptor de óleo defeituoso
• Óleo com viscosidade baixa
• Bomba de óleo com defeito (by-pass travado/aberto)
• Excesso de folga nos mancais
• Desgaste excessivo do rotor da bomba de óleo

• Evaporação por superaquecimento


• Vazamentos (retentores danificados)
• Queima do óleo lubrificante
FALHAS ASSOCIADAS AO SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO

Nível de óleo alto


Condensação de água no cárter
Passagem de combustível sem queimar pelos anéis de
segmento
Passagem de água do sistema de arrefecimento pelo cárter

Bomba de óleo não funciona


Válvula by-pass danificada
Rotor de bomba de óleo solto ou danificado
RECOMENDAÇÕES

O óleo deve ser indicado pela recomendação do manual do veículo, as


indicações do manual mencionam a viscosidade e também o tipo.
EXEMPLOS DE FERRAMENTAS UTILZIADAS
MÁQUINA DE SUCÇÃO DE ÓLEO

1. Ligue a máquina;
2. Espere pegar pressão;
3. Escolha a sonda;
4. Posicione no local correto;
5. Encaixe a sonda na mangueira da máquina;
6. Abra a válvula;
7. Quando o óleo começar a espirrar, insira a
sonda mais profundamente no motor;
8. Retire a mangueira e desconecte a sonda;
9. Coloque o óleo novo;
10. Abra a válvula para liberar o óleo.
EPIS PARA TROCA DE ÓLEO

LUVA NITRÍLICA CALÇADO


Serve para proteção das mãos, em todo Serve para proteção dos pés contra impactos,
atendimento de troca de óleo. por uma possível queda de materiais.
Tempo sugerido para uso: 15 dias Tempo sugerido para uso: 6 meses

CREME PROTETOR DE MÃOS


ÓCULOS INCOLOR Serve para proteger mãos e
Sua utilização serve para proteção dos olhos, antebraços. Deve ser utilizado
na possibilidade de projeção de óleo. após toda a lavagem de mãos e
Tempo sugerido para uso: 90 dias durante todo atendimento.
Tempo sugerido para uso: 30 dias

MANGOTE
Serve para proteger os antebraços, durante
todo atendimento de troca de óleo.
Tempo sugerido para uso: 7 dias
MÓDULO BORRACHARIA
FUNÇÕES DO PNEU
O pneu automotivo é um componente de borracha inflado com ar comprimido, que em
contato com o solo permite o rolamento do veículo. As principais funções do pneu são:

• Suportar a carga do veículo;

• Transmitir a força motriz;

• Garantir estabilidade e dirigibilidade do veículo;

• Responder com eficiência às ações de frenagem e aceleração do veículo;

• Contribuir com a suspensão e não permitir a transmissão das irregularidades do solo


ao veículo.
PARTES DO PNEU
• Banda de rodagem - Região do pneu que tem contato com o solo

• Sulcos (arquitetura) – Rachaduras da banda de rodagem cuja função é drenar a água e


garantir o contato do pneu

• Carcaça : São as camadas sobrepostas de lonas têxteis ou metálicas e borracha

• Lonas de topo : São fios de poliéster que reforçam a estrutura do pneu

• Flanco : Também conhecido como lateral do pneu ou costado, é a parte flexível responsável
por absorver as ondulações e deformações do solo

• Zona de apoio : Estrutura do pneu que terá contato com a roda. Talão + aro do talão – Tem a
função de fixar o pneu à roda. O aro de talão é uma cinta de fios de aço que garante essa
estrutura.

• Revestimento interior : Também conhecido como liner, é formado por camadas de borracha
que protegem a estrutura da carcaça contra a umidade e evita perda de pressão.
TIPOS DE PNEU
Os pneus diagonais não são utilizados em grande escala
na indústria automobilística devido ao seu menor
desempenho quando comparado aos pneus radiais. São
caracterizados por uma carcaça formada por uma trama
têxtil cruzada uma em relação a outra. Sua forma de
construção não permite boa absorção de impactos
devido a sua rigidez, tem menor contato com o solo e
menor deformação em curvas ocasionando perda de
contato da banda de rodagem
Os pneus radiais são caracterizados por uma
carcaça formada por uma ou mais lonas
dispostas no sentido radial do pneu. Sua
fórmula de construção garante a flexibilidade
da carcaça, melhor absorção do impacto,
maior contato com solo e melhor deformação
em curvas
TIPOS DE PNEU

As principais vantagens do pneu sem câmara são a montagem e


desmontagem mais fáceis, além de maior segurança e
estabilidade quando perfurados
TIPOS DE PNEU
TIPOS DE PNEU

O pneu simétrico é o tipo mais popular utilizado no mercado. Sua principal


característica é um desenho igual dos dois lados da banda de rodagem,
imaginando uma linha no meio da banda sobrepondo-a em duas. Pode ser
montado de qualquer lado do veículo sem consideração ao sentido de giro e
não apresenta restrição para rodízio de pneu.

O pneu assimétrico é caracterizado por um desenho diferente entre as


duas metades da banda de rodagem. Aplicado em grande escala a
veículos esportivos por possuir maior rigidez da banda externa e
apresentar ótimo desempenho em curvas. Possui adicionalmente um
bom desempenho em piso seco e molhado. Possui identificação
lateral no pneu identificando lado de montagem.
TIPOS DE PNEU

O pneu unidirecional é caracterizado pelo excelente desempenho em piso molhado


ou com neve. Possui desempenho específico na banda de rodagem para o aumento
da eficiência de drenagem de água. Possui uma seta na lateral do pneu indicando
sentido de giro.
INFORMAÇÕES DO PNEU
Inside (DENTRO) - é o lado do pneu
montado para dentro do veículo. Cuidado,
nunca inverter estas posições, pois o
escoamento da água em caso de chuva
estará comprometido, podendo ocasionar
aquaplanagem

Outside (FORA) - é o lado do pneu


montado para fora do veículo. Cuidado,
nunca inverter estas posições, pois o
escoamento da água em caso de chuva
estará comprometido, podendo ocasionar
aquaplanagem.
PNEUS RUNFLAT
Os pneus Run flat são pneus com parede lateral reforçada para suportar o peso do veículo mesmo
com o pneu totalmente sem ar. São compatíveis com rodas convencionais e garantem uma condução
segura do veículo no caso do rasgo ou furo do pneu a uma distância de 80 km com manutenção de
velocidade de até 80 km/h. O reforço lateral tem o inconveniente de manter o pneu mais duro
transferindo maior vibração para o interior do veículo. Aplicado em grande escala em carros
executivos de luxo.
INFORMAÇÕES DO PNEU

MARCA NO PNEU

Significa que é a parte mais leve do pneu, sendo assim esta


marca deve ser montada oposta ao bico.
Pois como sabemos o bico de encher pneu possui massa (peso)
e com a montagem oposta da marca amarela em relação ao
bico
teremos um melhor balanceamento
INFORMAÇÕES DO PNEU

O pneu possui medidas descritas em sua lateral, onde consta sua largura, altura e
aro. Vamos verificar no exemplo a seguir um pneu aro 175x70 R13 ;

175 - Largura do pneu em milímetros

70 - Relação entre largura e altura do


pneu em percentual (No exemplo a
altura do pneu é 70% de 175).

R - Indica o tipo de construção sendo


R para radial e sem índice para
diagonal

13 - Indica o diâmetro interno do


pneu (aro) em polegadas
INFORMAÇÕES DO PNEU

DOT ( Departament of Transportation)

Indica que o pneu está conforme a norma americana de


fabricação de pneus (No exemplo semana 33 de 2015).
ATENÇÃO : O tempo de validade de um pneu é de 5 a 6 anos
dependendo do fabricante.

Índice de carga
Indica o peso máximo suportado pelo pneu
individualmente

Índice de velocidade
Indica a velocidade máxima recomendada pelo
fabricante do pneu
No exemplo : 98 => 750 kg/ T=> 190km/h
ÍNDICE DE CARGA E VELOCIDADE
INFORMAÇÕES DO PNEU

Indice de Treadwear -1
Indica resistência ao desgaste de um pneu. Esse índice
pode variar de 60 a 800. Pneus com baixo índice de
Treadwear é mais macio, no entanto desgasta com mais
rapidez. Valores de Treadwear elevados são aplicados a
pneus mais duros com maior durabilidade.

Indice de Treadwear -2
Por se tratar de dureza ou maciez do pneu, o
índice treadwear está associado ao consumo de
combustível e ao ruído de rolagem. A legislação
atual obriga os fabricantes de pneu a classificar
essa característica. Normalmente essa
identificação está visível no momento da compra
do pneu.
INFORMAÇÕES DO PNEU

Índice Traction
Indica a aderência do pneu em pista molhada. Esse índice é
expresso com as letras AA ( índice mais elevado) A, B e C
(índices mais baixos ) e C é o índice mínimo.

Índice Temperature
Indica resistência do pneu ao aquecimento e a
capacidade de dissipar calor. É expresso pelas letras A,
B e C sendo o A o de melhor desempenho e C o
mínimo aceitável.
TWI – TREAD WEAR INDICATOR

O TWI indica o desgaste máximo permitido por lei para a utilização do pneu conforme resolução
do CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito). É indicado por um abcesso no sulco da banda de
rodagem e equivale a 1,6mm de altura do sulco. A nivelação da banda de rodagem com o sulco
indica o final da vida do pneu. Pode ser verificado com aparelhos específicos de medição. Em
algumas aplicações é indicado por uma seta na lateral do pneu.
CALIBRAGEM DO PNEU

A correta pressão de ar aplicada ao pneu é o principal fator para a manutenção da segurança de


condução e aumento da vida útil do pneu. O processo de enchimento do pneu é chamado de
“calibragem”. Esse processo é normalmente realizado em equipamentos específicos para essa tarefa.
O valor de pressão a ser aplicado está normalmente especificado no manual do proprietário ou em
localizações específicas do veículo.

Obs : O valor de pressão pode ser especificado em “bar” ou “PSI”. Para a conversão de unidades,
utilize a formula abaixo.

• Conversão de bar para PSI => Multiplique o valor por 14,5


• Conversão de PSI para bar => Multiplique por 0,068

Atenção : Recomenda-se a calibragem com pneu frio sempre que possível


TPMS- TIRE PRESSURE MONITORING SYSTEM

TPMS significa “Tyre Pressure Monitoring


System” (sistema de monitoramento da
pressão dos pneus). É um sistema eletrônico
utilizado para monitorizar a pressão dos pneus
do seu veículo através de indicadores no painel
que informam ao condutor a pressão ou
somente alertam para a pressão incorreta.
BALANCEAMENTO
O balanceamento do automóvel faz parte do processo de manutenção preventiva, garantindo
que as rodas girem sem vibrações. Já o alinhamento serve para ajustar os ângulos das rodas,
evitar acidentes e garantir uma direção mais tranquila ao motorista, além de economizar
combustível.

Balanceadoras estacionárias: As
balanceadoras estacionárias
realizam o balanceamento com as
rodas fora do veículo.

Balanceadora local: As balanceadoras


locais ou portáteis realizam o
balanceamento das rodas no próprio
veículo.
RODÍZIODE PNEU
A ação de rodízio dos pneus é recomendada devido ao desgaste irregular dos pneus no
decorrer de sua vida útil. Na maioria dos veículos, os pneus dianteiros por serem direcionais
têm a tendência de maior desgaste quando comparado com os pneus traseiros. Desta forma,
visando garantir um desgaste equalizado o rodízio é recomendado. Esta ação é recomendada
a cada 10.000 Km e deve respeitar as condições da ilustração a seguir:
ASSENTAMENTO DAS RODAS

Para o correto assentamento da roda em seu alojamento, a ALAPA ( Associação Latino


Americana de Pneus e Aros) recomenda o aperto conforme a sequência a seguir :
COMPONENTES

Bico de pneu: O bico, válvula e tampinha são os componentes


que acessamos na hora de calibrar os pneumáticos, sendo que
trabalham juntas para manter o ar circulando livremente
dentro do pneu. O bico é feito de borracha e tem a função de
preservar a válvula

Chumbo: O chumbo para balanceamento de rodas é uma


produto utilizado para fixação nas rodas de veículos de passeio,
carros utilitários leves, caminhões e ônibus, podem ser de
garras ou adesivos (roda liga leve), garantindo que as rodas
estejam adequadamente balanceadas

Câmara de ar: Uma câmara de ar é uma estrutura em forma de


balão, que pode ser inflada e desinflada usando uma válvula. A
câmara de ar é a sua “almofada de ar” e, quando inflada sob o
pneu, proporciona uma viagem confortável e segura.
EPIS BORRACHEIRO

LUVA HELANCA ÓCULOS INCOLOR


Essa luva serve para auxiliar ao pegar pneus e O óculos incolor protege os olhos contra
manusear ferramentas. projeção de partículas.
Tempo sugerido para uso: 20 dias Tempo sugerido para uso: 90 dias

LUVA VAQUETA CALÇADO


Esse EPI serve para auxiliar no carregamento de Serve para proteção dos pés contra
materiais mais pesados. impactos, por uma possível queda de
Tempo sugerido para uso: 3 meses materiais.
Tempo sugerido para uso: 6 meses

PROTETOR AURICULAR PLUG E CONCHA CINTA LOMBAR


Servem para proteger contra ruídos Sua função é para proteger região
provenientes de ferramentas e equipamentos. lombar, ao pegar materiais que
Uso plug: 30 dias. exigem mais esforço.
Tempo sugerido para uso concha: 180 dias Tempo estimado de uso: 2 anos
MÓDULO ACESSÓRIOS
PRINCÍPIOS DA ELÉTRICA AUTOMOTIVA

Antes de falar especificamente de como a elétrica automotiva funciona, é preciso entender quais
são as peças que a compõem. Efetivamente, o sistema é formado pela bateria, motor de arranque
e alternador.
Para que o automóvel comece a funcionar, é preciso que a bateria forneça a corrente elétrica que
é levada para todo o sistema de ignição, que em conjunto com o combustível, provoca a faísca
que inicia o processo de acionamento do motor, que passa pelo motor de arranque.
Já o alternador gera energia própria por meio da rotação do motor, e é responsável por recarregar
a bateria à medida que ela gasta energia para manter os componentes que precisam do
sistema elétrico ativos.
PRINCÍPIOS DA ELÉTRICA AUTOMOTIVA

GRANDEZA ELÉTRICA
As grandezas fundamentais em eletricidade são a tensão elétrica, a corrente elétrica, a resistência elétrica e
a potência elétrica. Essas grandezas sempre estão presentes em qualquer circuito elétrico e não podem ser
dissociadas.
TABELA DE UNIDADE BÁSICA
LAMPADAS AUTOMOTIVAS

Halógenas : Lâmpada modelo padrão, geralmente encontrada


com mais facilidade e preços mais baixos que as demais.
Possui filamento metálico que depende de aquecimento para o
funcionamento. Já o tom da luz emitida é próximo ao amarelado.
O ponto negativo encontrado nesse modelo é a baixa resistência.

Super Branca : Assim como a halógena, a lâmpada automotiva


super branca também tem filamento metálico que depende de
aquecimento para ser acionada. O tom branco sobressai.
É válido lembrar que o uso deste tipo de material depende da
autorização prévia do Detran.
LAMPADAS AUTOMOTIVAS

LED : A tecnologia da lâmpada de LED automotiva permite


maior desempenho no conceito de durabilidade. Hoje, ela é
compreendida como a que menos esquenta durante o uso.
Consequentemente, representa segurança para o condutor.
Afinal, ele pode se tranquilizar por saber que a iluminação
não irá atrapalhar a dirigibilidade do veículo.
Sendo assim, há menor risco de oxidação ou queima
precoce deste acessório.
Além disso, o modelo se adapta perfeitamente ao
enquadramento da linha de corte das normas
internacionais. Atende também aos critérios de
iluminação veicular registrados pela Resolução do
CONTRAN nº 227.
LAMPADAS AUTOMOTIVAS

Xênon : A lâmpada automotiva xênon tem capacidade de


brilho intenso nos tons azul e branco. Funciona à base de gás
xenônio e descargas elétricas. No entanto, apesar de alta
resistência, só são permitidas quando instaladas pelo
fabricante.
LAMPADAS AUTOMOTIVAS
SUPER BRANCA, LED E XENON : SÃO PERMITIDAS ?

Super Branca : A troca das lâmpadas halógenas comuns pelas super brancas são permitidas,
desde que a luz seja branca. Também devem possuir a mesma potência da lâmpada original.

Não existe mudança de tecnologia na troca de uma lâmpada Halógena comum para Super
Branca, pois ambas são Halógenas.

LED e Xênon : São permitidas desde que o veículo seja equipado de fábrica com tais
lâmpadas.

Conforme a resolução 970 Contran

“Art. 11. A substituição de lâmpadas originais dos sistemas de iluminação ou sinalização de


veículos por outras de potência ou tecnologia diferentes, assim como a instalação de novos
dispositivos, somente pode ocorrer se o uso dessas lâmpadas estiver previsto em manual ou
literatura oficial do fabricante do veículo”
LAMPADAS AUTOMOTIVAS

COMO IDENTIFICAR O MODELO DA LÂMPADA ?

Mesmo que você pesquise na internet ou veja no manual, muitas


vezes o farol pode ter sido substituído/adaptado e não estar com
modelo original. A única forma de ter certeza que você está
comprando a lâmpada certa para o seu carro é retirando a
lâmpada e vendo exatamente qual está instalada.
LAMPADAS AUTOMOTIVAS

Normalmente As lâmpadas possuem


as lâmpadas encaixes diferentes, e
estão na maioria dos carros
protegidas por
você as retira girando
uma borracha
ou plástico ou removendo a trava
localizado atrás metálica
do farol

Após retirar a
proteção você
terá acesso a
lâmpada do
farol
LAMPADAS AUTOMOTIVAS

As lâmpadas em “formato de L” possuem a informação do modelo da lâmpada descritas na parte de


baixo
LAMPADAS AUTOMOTIVAS

As lâmpadas com base metálica geralmente possuem a informação do modelo da lâmpada gravadas na
borda lateral
LAMPADAS AUTOMOTIVAS (FARÓIS PRINCIPAIS)

H1- Pode ser utilizada em farol alto, farol H4- Realiza a função de farol alto e baixo
baixo e neblina. Ex: em veículos com farol monorefletor.
Ex :
Farol alto : A3, C3, PALIO FASE 1...
PALIO FASE 2, UNO, CELTA, FIT...
Farol baixo: BRAVA, CRV, STRADA FASE
3...

Neblina : HR, MEGANE, STILO


H9- Predominantemente
H7- Pode ser utilizada em farol alto, farol baixo utilizada em farol alto, e em raros
e neblina. Ex: modelos no farol de neblina. Ex:

Farol alto : A4, X1, ARGO Farol alto: CAPTIVA,PAJERO


DAKAR, XC60
Farol baixo: C4, AGILE, I30
Neblina : RANGE ROVER SPORT,
Neblina : RANGE ROVER SPORT, C180, A3 C180, A3
LAMPADAS AUTOMOTIVAS (FARÓIS PRINCIPAIS)

HB3- Predominantemente utilizada em farol H15- Lâmpada adaptável em


alto, e em raros modelos no farol de neblina. veículos que utilizam H4
Ex:

Farol alto: PT CRUISER, JOURNEY, FREEMONT

Neblina : PATHFINDER E PATHFINDER SE -


LUXO

HB4- Predominantemente utilizada em H13- Utilizada em farol alto e


farol alto, e em raros modelos no farol de baixo, de alguns veículos
neblina. Ex: específicos Ex:

Farol alto: PT CRUISER, JOURNEY, DAKOTA +08, SENTRA +08. X-


FREEMONT TERRA 03/08

Neblina : PATHFINDER E PATHFINDER SE


LUXO
LAMPADAS AUTOMOTIVAS (FARÓIS PRINCIPAIS)

HB1- Utilizado em farol alto/baixo, HB5- Utilizada em farol alto/baixo em


exclusivamente nos veículos veículos pouco populares. Ex :

DAKOTA INTREPID 3.3 93/95 e MUSTANG (TODOS), NISSAN MURANO


GOLF MK3 93/95 (VERSÃO (TODOS), CHRYSLER CIRRUS
ORIGINAL MEXICANA)

H5- Utilizada em faróis alto e baixo de H18- Utilizada exclusivamente no veículo


veículos mais antigos. Ex: Ecosport fabricado a partir do ano de
2018.
FUSCA, GOL QUADRADO, KOMBI -80
LAMPADAS AUTOMOTIVAS (MILHA/NEBLINA)

H3- Predominantemente utilizado em


faróis de neblina, porém alguns veículos H8- Predominantemente Utilizada
que utilizam em farol alto. Ex : em faróis de neblina. Ex:

Neblina : CORSA, ASTRA, FIESTA... Neblina : A4, TORO, CRUZE

Farol alto : LINHA FIAT DE 98 à 2002. SIENA,


STRADA, PALIO WEEKEND

H11- Predominantemente H16- Predominantemente


utilizada em faróis de neblina. utilizada em faróis de neblina.
Ex: Ex:
Neblina : FIT, RENEGADE, Neblina : KWID +17, DUSTER
LIVINA (TODAS), YASRIS +18
LAMPADAS AUTOMOTIVAS (MILHA/NEBLINA)
(FARÓIS)

H10- Predominantemente H27- Predominantemente Utilizada em


utilizada em faróis de neblina. Ex:
faróis de neblina. Ex:
Neblina : CORVETTE 57 ,
Neblina : ONIX +12, VELOSTER +12, HR
WRANGLER SPORT, COMPASS
05/12
SPORT

H19- Predominantemente
Utilizada em faróis de
neblina. Ex:

Neblina : A4, TORO, CRUZE


LAMPADAS AUTOMOTIVAS

QUANTO MAIS KELVINS, MAIS FORTE A LUZ?


Os Kelvins estão relacionados à
tonalidade e temperatura da
luz, não tem relação direta com
a potência da lâmpada. A
leitura deve ser feita ao
contrário, quanto mais baixa a
temperatura de cor (menos
Kelvins), mais quente é a luz
emitida, e quanto mais alta a
temperatura de cor (mais
Kelvins), mais “ fria” é a luz.

Obs : A tonalidade mais branca


está entre 3.500K à 4.000K.
Abaixo dessa temperatura a cor
é amarela e acima a luz é
azulada
BATERIAS
VOCÊ SABE A FUNÇÃO DA BATERIA EM UM VEÍCULO?

Além da partida, ela é responsável também pelas principais alimentações elétricas


E DO QUE ELA É COMPOSTA ?
MULTÍMETRO

Um multímetro digital é uma ferramenta de teste utilizada para medir dois ou mais valores elétricos,
principalmente, tensão (volts), corrente (amperes) e resistência (ohms). É a ferramenta de diagnóstico
padrão para técnicos em ambientes industriais elétricos/eletrônicos.
ACESSÓRIOS DIVERSOS
CALHA DE CHUVA
Permite que o condutor e os passageiros abram os vidros até
determinado limite, sem que a parte interna seja atingida pela chuva.

CALHA 2 PORTAS

CALHA 4 PORTAS
ACESSÓRIOS DIVERSOS
CALOTA
Acessório com finalidade decorativa das rodas do veículo.

TIPOS DE CALOTA: CALOTAS DE ENCAIXE E PARAFUSADA


ACESSÓRIOS DIVERSOS
CAPA DE VOLANTE
Tamanho único, item considerado universal. Porém isso não é garantia de
que sirva em todos os veículos.
ACESSÓRIOS DIVERSOS
PALHETAS
As palhetas são aquelas borrachas que estão no limpador e são consideradas itens indispensáveis
para a segurança do condutor e dos ocupantes do carro, já que tem a função de permitir uma
visão nítida em condições climáticas desfavoráveis, como chuvas, limpando a área de visibilidade
do para-brisas.
ACESSÓRIOS DIVERSOS
APLIQUE CROMADO CAPA DE RETROVISOR
Os apliques cromados tem a função de mudar A capa de retrovisor é um acessório essencial
esteticamente algumas partes do carro, por para a estética do seu carro. Ela dá
exemplo maçanetas, capas de retrovisores, frisos acabamento ao retrovisor garantindo a
laterais... Entre outros integridade das partes internas
ACESSÓRIOS DIVERSOS
AMORTECEDOR DE PORTA-MALAS PROTETOR DE CÁRTER
O amortecedor da tampa no porta-malas — ou Ele ajuda a impedir que objetos jogados em
mola a gás — é um componente responsável ruas, avenidas e estradas atinjam o cárter,
por auxiliar na abertura e sustentação dessa local onde está armazenado o óleo
tampa, evitando grandes impactos. Ele também lubrificante.
funciona como uma espécie de limitador de
movimento, evitando desgaste e quebra das
dobradiças

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