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Apostila Comandos Eletricos Gideilson Whatts

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com - Murilo Ferraz

COMANDOS
ELÉTRICOS
TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER

Teoria e Prática 2.0


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Apresentação

Os comandos elétricos são fundamentais para o


controle e automação de sistemas industriais e
comerciais. Este e-book foi elaborado para fornecer um
guia prático, explicando conceitos básicos,
componentes e exemplos práticos de circuitos elétricos
utilizados no dia a dia.
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15 MOTORES DE

CAPÍTULO

3
INDUÇÃO
MONOFÁSICO

MOTORES DE
2
INDUÇÃO
TRIFÁSICO
28 CAPÍTULO

CAPÍTULO
3
50
COMANDOS
ELÉTRICOS

4
CAPÍTULO
COMPONENTES
DE PROTEÇÃO 82

CAPÍTULO
5
85
DIMENCIONAMENTO
DE DISPOSITIVOS
ELÉTRICOS
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6
CAPÍTULO
TRANSFORMADORES
4

120 ELÉTRICOS

TIPOS DE
7
ALIMENTAÇÃO DO
SISTEMA ELÉTRICA
134 CAPÍTULO

CAPÍTULO
8
143
ANÁLISE E DIAGNÓSTICO
REALIZANDO TESTES
ELÉTRICOS

LÓGICA DE
9
COMANDOS
ELÉTRICOS
147 CAPÍTULO

CAPÍTULO
10
262
APERFEIÇOA SEUS
CONHECIMENTOS
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c 1 MOTORES DE INDUÇÃO MONOFÁSICO

5
INTRODUÇÃO

No setor industrial, motores elétricos são amplamente


usados para movimentar máquinas de diversos tipos e
complexidades. Para garantir um desempenho eficiente
e seguro, é essencial que esses motores operem
adequadamente, tanto para proteger o maquinário
quanto para assegurar a segurança dos operadores
envolvidos.
Esses motores são ativados por chaves de partida, que
podem ser manuais, eletromagnéticas ou automáticas.
Nas chaves manuais, o operador aciona os contatos
diretamente, usando uma alavanca ou manopla, como
ocorre em modelos de chave tripolar tipo faca e chaves
manuais de partida direta. Nas chaves
eletromagnéticas, o acionamento é feito por contatores,
permitindo controle indireto ou até mesmo automático.
No caso das chaves eletromagnéticas, elas podem ser
acionadas semiautomaticamente, onde o operador
apenas pressiona um botão, ou automaticamente, onde
dispositivos como termostatos, pressostatos ou
controladores lógicos programáveis (PLC) gerenciam o
funcionamento de acordo com o processo. Isso permite
que o sistema de partida atenda à lógica específica de
cada aplicação, proporcionando maior eficiência e
segurança.
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MOTOR DE INDUÇÃO MONOFÁSICO


6

LIGAÇÃO DE MOTOR ELÉTRICO MONOFÁSICO


Para dimensionar corretamente os dispositivos de uma
chave de partida, o primeiro passo é identificar o tipo de
ligação a ser estabelecida no motor. Com base nas
especificações da placa do motor e nas características
da rede de alimentação, é possível definir a conexão
apropriada entre as bobinas e calcular a corrente
nominal estimada que o motor consumirá em operação
normal.

FIG. 1 Placa de Identificação


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LIGAÇÃO DE MOTORES DE INDUÇÃO MONOFÁSICO

7
O motor de indução monofásico é amplamente
utilizado nos setores comercial, residencial e rural por
sua compatibilidade com redes monofásicas (110V ou
220V) e, às vezes, bifásicas. Em comércios, ele é vital
para sistemas de refrigeração, enquanto em residências
e áreas rurais é usado em eletrodomésticos e pequenas
máquinas agrícolas. O modelo mais comum inclui uma
bobina auxiliar, um capacitor e um interruptor
centrífugo, formando uma fase auxiliar que facilita sua
partida e assegura desempenho eficiente e confiável.
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LIGAÇÃO DE MOTORES DE INDUÇÃO MONOFÁSICO


8

O motor elétrico possui duas bobinas principais,


chamadas de bobinas de trabalho, e uma bobina
auxiliar, essencial para iniciar o movimento. Essa bobina
auxiliar é acionada apenas na partida do motor; quando
o rotor atinge cerca de 85% da rotação nominal, um
interruptor centrífugo desconecta a bobina auxiliar,
interrompendo sua corrente.
Essa bobina de partida é crucial para o funcionamento
do motor de indução monofásico (MIM), pois possibilita
a defasagem necessária entre tensão e corrente nos
terminais. Um capacitor ajuda a criar essa defasagem,
permitindo um alto torque de partida, essencial para o
bom desempenho do motor.
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LIGAÇÃO DE MOTORES DE INDUÇÃO MONOFÁSICO

9
FIG. 2
Representação das bobinas de um motor de indução
monofásico com bobina auxiliar de partida

FIG. 3 Capacitor
Representação das bobinas de um
motor de indução monofásico
com bobina auxiliar de partida
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LIGAÇÃO DE MOTORES DE INDUÇÃO MONOFÁSICO


10

No Brasil, onde as redes de baixa tensão operam em


380/220 Vac e 220/127 ou 110 Vac, motores monofásicos
com duas bobinas de trabalho são projetados para 110
Vac, pois essas bobinas ficam constantemente
energizadas. Esses motores são comumente aplicados
em pequenas máquinas e equipamentos, geralmente
com potências de até 5 CV. Em casos específicos,
motores monofásicos de até 12,5 CV também são
usados, especialmente quando é necessário corrigir a
potência por fase da carga instalada.
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LIGAÇÃO DE MOTORES DE INDUÇÃO MONOFÁSICO

11
EXEMPLOS DE LIGAÇÕES

As bobinas são associadas em paralelo para redes de


alimentação de 110 Vac entre fase e neutro.

FIG. 4 Associação das bobinas em paralelo.


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LIGAÇÃO DE MOTORES DE INDUÇÃO MONOFÁSICO


12

alterar a direção de rotação de motores


Para alterar a direção de rotação de motores de
indução monofásicos, é suficiente inverter a conexão
da bobina auxiliar em relação à bobina de trabalho, que
está ligada entre fase e neutro.

FIG. 5 Inversão do sentido de rotação.


Em um circuito bifásico com tensão de 220 VAC, é viável
conectar motores de indução monofásicos. Para isso, as
bobinas de trabalho devem ser ligadas em série, criando
uma queda de tensão, enquanto a bobina auxiliar é
conectada em paralelo à bobina principal 2-4,
resultando em uma tensão aproximada de 110 VAC
entre elas.
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13
FIG. 6 Associação das bobinas em paralelo

LIGAÇÃO DO MOTORES INDUÇÃO MONOFÁSICA PARA UMA REDE DE


ALIMENTAÇÃO 380VAC

A configuração de motores de indução monofásicos


entre fase e neutro envolve a associação em série das
bobinas de trabalho, enquanto a bobina auxiliar é
conectada em paralelo com a bobina 2-4.
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14

FIG. 7 Associação em série das bobinas de trabalho

Inversão do Sentido de Rotação

O transformador opera com base no princípio da


indução magnética para converter energia elétrica.
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15
FIG. 8 Inversão do sentido de rotação

FIG. 9 Chave Centrifuga Rotor

FIG. 10 Ventoinha Rotor Chave Centrifuga


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A mudança na direção de rotação acontece quando se


16

inverte o fluxo de corrente na bobina auxiliar, alterando


o campo magnético gerado. Isso, por sua vez, inverte a
força eletromotriz (f.e.m.) induzida nas barras do rotor
pela bobina.

Cálculo da Corrente Nominal do Motor de Indução


Monofásico

é essencial para determinar o desempenho do motor.


Ele considera a potência do motor, a tensão de
alimentação e o fator de potência.
A fórmula utilizada geralmente é:

In= ________
P
V.η.FP
onde:
In é a corrente;
P é a potência em watts;
V é a tensão em volts;
η Rendimento (%)
FP é o fator de potência;
Esse cálculo é fundamental para garantir que o motor
opere de forma eficiente e segura em sua aplicação.
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O Motor elétrico converte energia elétrica em energia

17
mecânica usando o efeito eletromagnético.

PARTES PRINCIPAIS DE UM MOTOR

ROTOR
O rotor é a parte principal e
móvel do MOTOR.

O estator é a parte fixa do


motor, responsável por conduzir
o fluxo magnético e converter a
energia cinética do induzido.
ESTATOR

Motores monofásicos, próprios para conexões


“fase-neutro” ou “fase-fase”, são amplamente usados em
equipamentos como compressores, máquinas de lavar
e bombas d'água. Dentre eles, os motores com fase
auxiliar são os mais comuns, possuindo dois
enrolamentos: principal e auxiliar.

A configuração do enrolamento auxiliar define a


classificação do motor monofásico como:
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18

01 Motor de fase dividida (Split-Phase)

Utiliza um enrolamento auxiliar na partida, sendo


comumente encontrado em equipamentos que
necessitam de baixos ou médios torques de partida,
como ventiladores e sopradores

No motor monofásico, o enrolamento


principal permanece ativo durante a
operação, enquanto o enrolamento
auxiliar atua apenas na partida.
Um dispositivo automático, geralmente um interruptor
centrífugo montado na tampa traseira, desativa o
enrolamento auxiliar após a partida.
Chaveta
Capacitor
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Tampa Traseira Centrífugo

Arruela Ondulada
Tampa Dianteira

Ventilador Rolamento

Carcaça Rotor Injetado

Platina Etator Bobinado

Rolamento

Partes Construtivas

19
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20

02 MOTOR Monofásico Com Capacitor de


Partida (Capacitor Start)

Capacitor

Chave Centrífugo
Bobina Auxiliar

Bobina Principal
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21
03 MOTOR Monofásico de Capacitor
Permanente (Permanente Split)

Motores de fase auxiliar com capacitor permanente


não possuem interruptor centrífugo; o circuito
auxiliar com o capacitor permanece conectado
durante toda a operação.

Bobina Auxiliar Capacitor Permanente

Bobina Principal
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22

04 MOTOR Monofásico de Capacitor


Permanente (Two Value Capacitor)

Motores de fase auxiliar com dois capacitores combinam


as vantagens dos capacitores de partida e permanente,
oferecendo excelente desempenho na partida e em
operação. Eles são geralmente fabricados com potência
superior a 1 CV.
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23
Quantidade e fechamento em motores monofásicos
referem-se ao número de terminais e à forma de conexão
das bobinas para operação correta.

Motores de fase auxiliar podem ter configurações de dois,


quatro ou seis terminais.

2 TERMINAIS
Motores de dois terminais operam em uma única tensão
(127V ou 220V) e não permitem a inversão da rotação.

Nesse tipo de motor, o 127V


fechamento interno já está
realizado, permitindo a
conexão direta à rede de
alimentação de 127V.
N

L1

220V
Nesse caso o motor já vem
fechado internamente, é só
ligar em tensão 220V

L1
L2
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24

4 TERMINAIS

127V
Motores de quatro 1 CV = 736W
terminais podem operar em
duas tensões (ex: 127V e
220V). Em alguns modelos
de quatro terminais com
uma única tensão, é
possível inverter a rotação.

13 24

L1 N
220V
1 CV = 736W
Alguns motores de quatro
terminais operam com uma
única tensão e permitem a
inversão de rotação. A
escolha do motor e a leitura
da placa de identificação
são essenciais, e catálogos
23 4 1 de fabricantes, como os da
WEG, oferecem esses
detalhes importantes.
L1 L2
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25
6 TERMINAIS

O motor monofásico de seis terminais possui três


bobinas (duas principais e uma auxiliar) numeradas
como 1 e 3, 2 e 4, e 5 e 6. Esses motores operam em 127V e
220V, com possibilidade de inversão de rotação. Para
fechamento em 127V, conectam-se 1, 3, e 5 à fase e 2, 4, e
6 ao neutro.

127V

ESQUEMA DE LIGAÇÃO EM PARALELO

1 3 5

L1
1 3 5 2 4 8
127V
N 2 4 8

L1 N
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26

Para inverter a rotação do motor, basta trocar o


terminal 5 pelo 6.

6 TERMINAIS

ESQUEMA DE LIGAÇÃO EM SÉRIE

L1 3
2 8
220 volts
4 1 5 8 3 2
L2
1 5
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27
Para inverter a rotação do motor de 127V ou 220V,
basta trocar o terminal 5 pelo 8.

6 TERMINAIS

ESQUEMA DE LIGAÇÃO EM SÉRIE

Fechamento para 127V

5 8
13 5 24 8
Fechamento para 127V
L1 N

Sentido Horário

8
1 3 8 24 6

L1 N
Sentido Ant-Horário
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28

Os fechamentos de motores descritos neste material são


baseados nos motores da fabricante WEG, mas é
importante considerar as especificações de cada
fabricante para cada instalação.

c 2 Motores de indução Trifásico

Motores trifásicos, utilizados amplamente em


indústrias para operar bombas e maquinário
pesado, funcionam com três fases de corrente
alternada e baseiam-se na indução
eletromagnética. Eles possuem quatro
condutores de entrada (220/380 ou 380/660
volts), três conjuntos de bobinas e um conjugado
de giro constante, além de alta eficiência e
escalabilidade para diferentes tamanhos. Os
principais tipos são:
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29
Motores de indução: mais comuns, baseados na indução
eletromagnética.
Motores síncronos: mantêm a velocidade em sincronia com a
frequência da rede, ideais para controle preciso de velocidade.

FIG. 1 Placa de Identificação


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30

Estator

Rotor

Rotor em curto-Circuito
Ou Gaiola de Esquilo

Rotor Bobinado
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31
ROTOR EM CURTO-CIRCUITO, ou “gaiola de
esquilo,” é semelhante ao do motor monofásico e
não possui ligação elétrica com as bobinas ou
outros dispositivos.

ROTOR BOBINADO deve ser conectado a um


reostato ou banco de resistores, o que permite
ajustar a corrente do rotor para uma partida mais
suave e variação de velocidade.

O motor de indução trifásico é composto por várias


partes essenciais:
Estator: Parte fixa que contém bobinas para
criar o campo magnético girante.
Rotor: Parte móvel que é arrastada pelo campo
magnético do estator.
Carcaça: Estrutura externa que protege o
motor.
Rolamentos: Suportam o eixo do rotor,
reduzindo atrito e desgaste.
Ventoinha: Ajuda a resfriar o motor durante a
operação.
Essas partes trabalham juntas para garantir o
funcionamento eficiente do motor trifásico.
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Olhal
32

Placa de Caixa de
Identificação ligação
Ventoinha
Enrolamentos
estator

Chaveta

Rolamento Eixo

Carcaça Rotor Rolamento

MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO E SUAS PARTES


CONSTITUINTES

Terminais
Caixa de
ligação

Tampa
Dianteira
Tampa
Rolamento Defletora

Ventilador

Carcaça
Rotor

Eixo Estator
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33
Representação das bobinas
de um motor de indução
trifásico com seis terminais
Com numeros de 1 à 6

Representação das bobinas


de um motor de indução
trifásico com seis terminais
Com letras
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34

As bobinas de motores trifásicos são geralmente


projetadas para operar com tensões de 220V ou 380V.

U1 V1 W1 U1 V1 W1

380 Vca

380 Vca

380 Vca
220 Vca

220 Vca

220 Vca
U2 V2 W2 U2 V2 W2

Bobinas de um motor trifásico

TIPOS DE LIGAÇÃO DO MOTOR DE INDUÇÃO


TRIFÁSICO DE 6 TERMINAIS

Ligação Triângulo ou Ligação Delta

U1 W2
220 Vca

220 Vca

220 Vca

U2 W1

V1 V2

Representações da ligação triângulo


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35
UL=√3 x UF

Representações da ligação estrela

UL= Tensão de linha


UF= Tensão de fase
√3=1.73
Cada bobina de um motor trifásico, projetada para 220V, é
conectada entre uma fase e um ponto neutro, onde a soma
das tensões é zero. Para inverter a rotação, basta trocar a
sequência de duas das três fases na alimentação do motor.

Ex.: Considerando uma tensão de linha (UL) de 380Vac que é


medido entre fases, qual seria o valor da tensão de fase?
Resposta:
UL=380V
UF= ?
√3=1.73
a fórmula é: UL=√3 x UF
UF= 380
____ = 219,65Vac
1,73
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36

estamos trabalhando com tensão 380Vac, se formos


para proxima tensão temos que fazer relação entre a
tensão atual de 380V com a √3 que é 1.73.
EX.: 380 x 1,73 = 657,4V que chamamos de 660Vac.

O cálculo da corrente nominal de um motor de indução


trifásico envolve determinar a corrente necessária para
sua operação em condições nominais. Este cálculo
considera fatores como a potência do motor, a tensão
de alimentação e a eficiência do motor, garantindo um
dimensionamento adequado para o circuito.

1 CV equivale a 736 W
1 HP equivale a 746 W

In(A) =____________________________
P (W)
V x cosφ x η x √3
In (A): Corrente nominal em ampéres;
P (W): Potência nominal em watts;
V: Tensão de linha aplicado aos terminais das bobinas do motor;
cosφ: fator de potência do motor;
η: É rendimento razão entre a potência de saída (potência mecânica
na ponta do eixo do motor) e a potência de entrada
(tensão e corrente disponibilizada aos terminais do
motor);
√3: relação matemática entre a tensão de fase e a tensão
de linha, em um circuito polifásico constituído por três
fases defasadas de 120 graus.
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37
Vale resaltar que foi
usado a informação da
placa, a mesma diz sobre
a potência é: 7,5kW

EX.:
Considerando a placa do motor acima, vamos calcular a
corrente nominal.
P= 7,5kW (7,5x1000)
η= 91%
cosφ= 0,82
V= 440V
√3= 1,73

In(A) =____________________________
7500
In(A) = 13,2A
440 x 0,82 x 0,91 x 1,73
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38

LIGAÇÃO DE MOTORES DE INDUÇÃO TRIFÁSICO COM


9 TERMINAIS

Motores de indução trifásicos com 9 terminais acessíveis


podem ser ligados a tensões de linha iguais à tensão
das bobinas ou ao dobro dessa tensão. Por exemplo, se
a tensão de bobina é 220V, o motor pode ser ligado em
220V ou 440V. Esses motores são usados com chaves de
partida série-paralelo, como a chave triângulo série-
paralelo (para 220V) ou a chave estrela série-paralela
(para 380V). Esses esquemas também se aplicam a
outras tensões, desde que sejam o dobro da tensão da
bobina, como 220/440V ou 230/460V.

No motor de indução trifásico de 9 terminais, a chave


triângulo série-paralelo permite dois tipos de ligação:

Triângulo Série: As bobinas recebem metade da


tensão de linha (UL/2), reduzindo a corrente durante
a partida do motor.

Triângulo Paralelo: Após a partida, as bobinas


recebem a tensão completa de linha (UL),
permitindo o motor operar com potência nominal.

Essas configurações controlam a corrente de partida e


mantêm a eficiência no funcionamento do motor.
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39
Triângulo Série
Triângulo Série
R S T

1 7 2 3 9
8
220 Vca

220 Vca

220 Vca

220 Vca
220 Vca

220 Vca

4 10 5 6 12
11
Triângulo Paralelo
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40

Triângulo Paralelo
R S T

1 7 2 3 9
8
220 Vca

220 Vca

220 Vca

220 Vca
220 Vca

220 Vca
4 10 5 6 12
11

Durante a partida dos motores trifásicos, as bobinas são


configuradas em triângulo série, recebendo uma tensão
reduzida de UL/2 (por exemplo, 110V em uma rede de
220V). Após a chave ser comutada para triângulo
paralelo, as bobinas passam a receber a tensão
completa de linha (UL), igual à tensão nominal das
bobinas (Ub). Esse método permite uma redução na
corrente de partida do motor.
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41
Os motores de indução trifásicos de 9 terminais podem
ser ligados de diferentes formas utilizando a chave
estrela série-paralelo:

Estrela Série: As bobinas recebem metade da tensão de


linha, reduzindo a corrente durante a partida.

Estrela Paralelo: Após a partida, as bobinas recebem a


tensão completa de linha, permitindo o funcionamento
normal do motor.

Essas configurações possibilitam um controle eficiente


da corrente de partida e garantem o desempenho
adequado do motor.

R S T

1 2 3
220 Vca

220 Vca
220 Vca
Estrela série

4 5 6

7 8 9
220 Vca

220 Vca
220 Vca

10 11 12
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42

1 7

4 10

6
12
11

Estrela paralelo
5
3
9 8
2

Na partida, as bobinas do motor trifásico são


conectadas em estrela série, recebendo metade da
tensão de fase (UF/2), como 110V. Ao mudar para a
ligação estrela paralelo, as bobinas recebem a tensão
total de fase (UF), igual à tensão de bobina (UB). Esse
método é usado para reduzir a corrente de partida
do motor.
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43
Motores de indução trifásicos com 12 terminais
oferecem várias opções de ligação, possibilitando
adaptações para diferentes tensões e modos de partida.
Essa configuração permite ligações em estrela ou
triângulo, série ou paralelo, adequando a operação do
motor conforme a necessidade de tensão e corrente.
Com a flexibilidade dos 12 terminais, esses motores são
ideais para sistemas industriais que exigem ajustes de
potência e eficiência em diversas condições de
operação.

LIGAÇÃO DE MOTORES DE INDUÇÃO


TRIFÁSICO COM 12 TERMINAIS

1 2 3
220 Vca

220 Vca
220 Vca

4 5 6

7 8 9
220 Vca

220 Vca
220 Vca

10 11 12
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44

Motores de indução trifásicos com 12 terminais podem


ser ligados em quatro diferentes tensões de linha,
adaptando-se tanto a redes típicas sul-americanas
(220V e 380V) quanto a europeias e norte-americanas
(440V). Eles possuem duas bobinas por fase, permitindo
conexões em estrela ou triângulo para ajuste conforme
a tensão da rede. Embora a tensão de 760V seja uma
possibilidade de ligação teórica, não há redes com esse
valor. Em todos os casos, a corrente elétrica flui nas
bobinas da mesma fase com o mesmo sentido,
garantindo a eficiência do motor.

Triângulo Paralelo
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45
S T

1 2 3

220 Vca

220 Vca
220 Vca
Estrela Paralelo

4 5 6

7 8 9
220 Vca

220 Vca
220 Vca

10 11 12

MOTORES COM VARIAS VELOCIDADES

Os motores que são projetados para trabalharem em


duas velocidades distintas são chamados de motores
DAHLANDER. As velocidades, que estão relacionadas ao
número de rotações no motor, são conseguidas com a
estruturação dos enrolamentos do estator dele em dois
conjuntos, promovendo uma relação de 1:2.
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46

Ligação Dahlander para motor de duas velocidades,


torque constante:

2W
1U 1V 1W

2U 2V 2W
1U 1W
1V

2V 2U
L1 L1 L1

Número de pólos: 2/4, 4/8 Velocidade sincrona: 50 Hz:


3000/1500rpm, 1500/750rpm 60 Hz: 3600/1800tpm,
1800/900rpm

1W
2U 2V 2W
2W

1U 1V 2W
1U 2U

2V
1V
L1 L1 L1
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47
Ligação Dahlander para motores de duas
velocidades, torque variável:

2W
1U 1V 1W

2U 2V 2W
1U 1W
1V

2V 2U
L1 L1 L1

Número de pólos: 2/4, 4/8 Velocidade sincтова: 50 Hг: 3000/1500mm,


1500/750rpm 60 Hz: 3600/1800tpm, 1800/900rpm

1U

2U 2V 2W
2W

1U 1V 2W
2V 2U

1V
1W L1 L1 L1
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48

DADOS DA PLACAS DO MOTOR

Correntes
nominais do motor

Grau de
Proteção

Peso
Tipo de carcaça
Frequêcia da rede
Motor Trifásico
Tensões
nominais
Potência
Fator de serviço
Rotação nominal
Regime de serviço
Tipos de ligações
Categoria do conjugado
Fator de Potência
Rendimentos
Tipos de Lubrificante
Tipos de Rolamentos
Número de vezes que
a corrente de partida é
maior que a nominal

1CV = 735W / 1HP = 746W


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49
GRAU DE PROTEÇÃO (IP)
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50

c 3 COMANDOS ELÉTRICOS

DISPOSITIVOS DE COMANDOS ELÉTRICOS

Em sistemas automatizados, dispositivos elétricos são


fundamentais para transmitir comandos do circuito
elétrico, ativando máquinas. Os dispositivos de
comando funcionam como interruptores, controlando o
fluxo de corrente elétrica em diferentes pontos do
circuito, permitindo ou interrompendo sua passagem.
Esses componentes são essenciais para o controle e a
segurança de operações automatizadas.

Aqui estão alguns dos principais dispositivos de


comando e proteção em sistemas elétricos:

Botoeiras: Botões que acionam comandos


específicos, como ligar ou desligar circuitos.
Chaves de Impulso: Dispositivos que enviam um
pulso momentâneo para realizar uma operação.
Chaves com Retenção: Permitem manter o estado
de comutação até uma nova intervenção.
Chaves de Contatos Múltiplos: Possuem vários
contatos, permitindo a conexão de múltiplos
circuitos.
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51
Chaves Seletoras: Facilitam a escolha entre
diferentes circuitos ou modos de operação.
Interruptores Fim de Curso: Detectam o fim de um
movimento mecânico e interrompem o circuito.
Relés de Interface: Dispositivos que intermediam
sinais de controle, ajustando compatibilidade entre
circuitos.
Contatores Auxiliares: Auxiliam em circuitos de
controle, permitindo operações simultâneas de
contato.
Contatores de Potência: São usados para comutar
circuitos de alta potência.
Relé Térmico: Protege contra sobrecargas,
desligando o circuito em caso de aquecimento
excessivo.
Fusível: Protege o circuito interrompendo o fluxo
em caso de sobrecorrente.
Disjuntor: Protege contra sobrecarga e curto-
circuito, desligando automaticamente.
Disjuntor Motor: Projetado para proteger motores,
combinando as funções de disjuntor e relé térmico.

Esses componentes são cruciais para a segurança e o


controle eficaz de sistemas elétricos.
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52

Esses dispositivos possuem um componente comum e


essencial: o bloco de contato. Os blocos de contato são
responsáveis por abrir ou fechar os circuitos, permitindo
o fluxo ou bloqueio da corrente elétrica. Existem dois
tipos principais de contatos:
NA (NO) - Normalmente Aberto: O contato fica
aberto por padrão, ou seja, não permite a passagem
da corrente até que o dispositivo seja acionado,
fechando o circuito.
NF (NC) - Normalmente Fechado: O contato é
fechado por padrão, permitindo a passagem de
corrente até que o dispositivo seja acionado, abrindo
o circuito e interrompendo o fluxo.
Esses contatos são fundamentais para controlar os
circuitos em sistemas de comando elétrico, permitindo
a automação e proteção em diversas aplicações.
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53
Os contatos utilizados especificamente para comandos
elétricos são chamados de contatos auxiliares. Esses
componentes são projetados para suportar baixas
correntes, geralmente até 10A (In ≤ 10A), sendo
inadequados para circuitos de carga. A identificação
desses contatos é feita por uma numeração de dois
dígitos: o primeiro dígito indica o número sequencial do
contato no dispositivo, e o segundo representa sua
função, sendo 3 e 4 para contatos NA (Normalmente
Aberto) e 1 e 2 para contatos NF (Normalmente
Fechado). Essa padronização facilita a instalação e
manutenção dos circuitos de comando.

LÓGICA DE CONTATOS

As lógicas de contatos em circuitos de comando são


estruturadas por meio de associações em série, paralelo
ou uma combinação mista dessas. Esses arranjos
permitem a implementação de diferentes lógicas de
controle:
Lógica E: utilizada em série, onde todos os contatos
devem estar fechados para completar o circuito.
Lógica OU: aplicada em paralelo, permitindo que
qualquer contato fechado ative o circuito.
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54

Lógica XOU (ou XOR): utilizada para garantir que


apenas um contato deva estar fechado para que o
circuito seja ativado, evitando a ocorrência de mais de
uma condição simultaneamente.
Essas lógicas proporcionam flexibilidade e precisão nos
comandos elétricos, possibilitando uma automação
mais eficiente.

A lógica de contatos E consiste em dois contatos


normalmente abertos (NA) conectados em série, onde
ambos precisam estar acionados para que o circuito se
complete. Nesse caso, ambos os contatos devem estar
em estado de lógica 1 (fechados) para que a corrente
passe e ative o dispositivo desejado. Por exemplo, para
acender uma lâmpada H1 usando essa lógica, ambos os
contatos NA devem estar fechados, permitindo que a
lâmpada funcione somente quando ambos os
comandos forem acionados simultaneamente.
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Lógica XOU (ou XOR): utilizada para garantir que

55
apenas um contato deva estar fechado para que o
circuito seja ativado, evitando a ocorrência de mais de
uma condição simultaneamente.
Essas lógicas proporcionam flexibilidade e precisão nos
comandos elétricos, possibilitando uma automação
mais eficiente.

A lógica de contatos OU como o próprio nome


resume, indica que te-remos dois contatos NA
em paralelo, onde para concluir a aplicação ou
mudar o estado lógico do componente final,
um contato/equipamento não depende do
outro, e desta forma teremos um acionamento
ou mu- dança de estado lógico (0 ou 1) da carga
final acionando um OU outro contato.
Como no exemplo dado, a lâmpada H1 irá atuar
(acender), se qual-
quer um dos dois contatos NA forem acionados
(lógica 1). Com isso, acio-
nando apenas S1 nossa lâmpada acende, OU se
acionarmos apenas S2
nossa lâmpada também acende. O grande
detalhe desta lógica de con-
tatos é que, quando acionarmos os dois
componentes (S1 e S2), nossa
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56

A lógica de contatos XOU utiliza dois


componentes, S1 e S2, com dois tipos de
contatos cada (um normalmente aberto (NA) e
outro normalmente fechado (NF)). Essa lógica é
uma combinação mista, onde o contato NA de
S1 está em série com o contato NF de S2, e vice-
versa. Além disso, os dois contatos NA de S1 e
S2 estão conectados em paralelo.
O funcionamento da lógica XOU é semelhante
à lógica OU, onde a lâmpada H1 acende ao
acionarmos apenas S1 ou apenas S2. A
diferença ocorre ao ativarmos ambos os
componentes simultaneamente: nesse caso, H1
se apaga, pois os contatos NF de cada botão se
abrem, interrompendo a passagem de
corrente.
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57
COMPONENTES DE COMANDOS ELÉTRICOS

Os componentes de comandos el étr icos s ão


fundamentai s par a o funci onamen t o e con t r ol e de
sistemas automatiz ados. Cad a comp onen t e poss u i u m a
função específica e é r epres en t ad o p or d iagr amas qu e
facilitam o entendimento e a oper ação d os cir cu it os .
Estes diagramas são usad os par a pr oj etar , mon it or a r e
realizar manutençã o nos s is t emas , gar ant in do p r ecis ã o
e segurança na automação el étr ica.
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58

BOTOEIRAS

Componentes

Símbolo Gráfico Símbolo Literal

Botoeiras são dispositivos de comando utilizados para


ativar ou interromper circuitos elétricos por meio de
acionamento manual. Elas são comuns em sistemas de
automação, permitindo que o operador controle
diretamente a passagem de corrente para iniciar ou
parar uma operação específica no sistema.
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59
Chaves de Impulso

Componente Símbolo Gráfico Símbolo Literal

Chaves de Impulso ou botão de pulso para comando é


um dispositivo que permite a função para automação
de máquinas entre outros equipamentos elétricos.
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60

Componente Símbolo Gráfico Símbolo Literal

A bobina do contator é um fio de cobre enrolado em


formato espiral. Quando energizada, gera um campo
magnético que aciona um conjunto de contatos
mecânicos. Esses contatos podem ser do tipo NA
(normalmente abertos), permitindo ou interrompendo o
fluxo de corrente no circuito.

Componente Símbolo Gráfico Símbolo Literal

Definição do Componente: Fusíveis são componentes


conecta- dos ao circuito elétrico que tem como função a
proteção do cir- cuito contra as sobrecargas da corrente
elétrica, evitando possí- veis danos ao sistema elétrico,
tais como a queima do circuito.
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Tipos de Disjuntores

61
TERMOMAGNÉTICO

TERMOMAGNÉTICO
MONOPOLAR
DISJUNTOR

DISJUNTOR
BIPOLAR
DISJUNTOR
TERMOMAGNÉTICO
TRIPOLAR

25A
25A 25A

220/127V - FFFNT 220/127V - FFNT 127V - FNT


L1 L2 L3 N L1 L2 N L1 N

TRIPOLAR BIPOLAR MONOPOLAR


25A 25A 25A

TRIPOLAR BIPOLAR MONOPOLAR


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62

Disjuntor monofásico por dentro


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63
De acordo com a NBR NM 60898 e NBR IEC 60947-2,
veja alguns valores de Corrente Nominal para Mini disjuntores:

2A, 4A, 6A, 10 A, 16A, 20A, 25A, 32A,


40A, 50A, 63A, 70A, 80A, 100A, 125A.

BORNE SUPERIOR
CORRENTE NOMINAL (IN)
IN=40A MARCA/FABRICANTE

SIMBOLO GRÁFICO
CURVA DE ATUAÇÃO C40
CURVA C
TENSÃO NOMINAL
ALTERNADA
400V~

CAPACIDADE DE
INTERRUPÇÃO ON- OFF /ALAVANCA
3000A= 3KA

BORNE INFERIOR

AS CURVAS DE ATUAÇÃO DOS DISJUNTORES


TERMOMAGNÉTICOS FICAM ESCRITAS NA PARTE FRONTAL

B40 C40 D40

CURVA DE ATUAÇÃO CURVA DE ATUAÇÃOCURVA DE ATUAÇÃO


CURVA B CURVA C CURVA D
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L1 L2 L3
64

Alimentação Trifásico

Disjuntor Termomagnético

Contator de Potência

Entrada de alimentação Relé

Relé Térmico

O RELÉ TÉRMICO NÃO PROTEGE


CONTRA CURTO-CIRCUITO,
NECESSITANDO DE UM DISJUNTOR
TERMOMAGNÉTICO NO CIRCUITO

Motor de indução Trifásico


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L1 L2 L3

65
NO SEU PROJETO, VOCÊ PODE L1 L2 L3
OPTAR POR UTILIZAR O
DISJUNTOR MOTOR NO LUGAR DO
RELÉ TÉRMICO E DISJUNTOR
TERMOMAGNÉTICO, POIS O
DISJUNTOR MOTOR SUBSTITUI A
FUNÇÕES DOS DOIS.

Motor de indução Trifásico


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66

Painel de Comando na Prática

Contator de Potência

Disjuntor Termomagnético
Tripolar Curva C Relé Térmico

Relé de nível

Relé falta de fase


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67
Componente Símbolo Gráfico Símbolo Literal

O disjuntor motor é um dispositivo que oferece


proteção e controle ao motor em um único
componente. Ele protege o circuito principal contra
sobrecargas e curto-circuitos, sendo essencial para
garantir a segurança e o funcionamento adequado do
motor.

Componente Símbolo Gráfico Símbolo Literal

O relé térmico é um componente de proteção contra


sobrecarga elétrica, usado principalmente em motores
elétricos. Sua função é evitar o superaquecimento,
interrompendo o circuito quando a temperatura
ultrapassa um limite seguro.
Possuem dois cotatos NA e NF, o NA é 97 e 98, já o NF é
95 e 96. Veja na figura abaixo.
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68

Componente Símbolo Gráfico Símbolo Literal

Relé Térmico Contato Auxiliar NF - NA

Componente Símbolo Gráfico Símbolo Literal

O relé temporizador on delay é um dispositivo que, ao


receber energia na bobina (ou nas entradas, em
modelos de estado sólido), altera o estado de seus
contatos após um tempo previamente ajustado.
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69
Componente Símbolo Gráfico Símbolo Literal

O contator auxiliar é um dispositivo eletromecânico


utilizado para operar circuitos de comando,
intertravamento e sinalização, sem função para
manobrar cargas. Ele possui apenas contatos de
comando e não substitui os contatores de força.

Componente Símbolo Gráfico Símbolo Literal

O contator (ou contato) é um dispositivo


eletromecânico que permite controlar cargas em um
circuito de potência por meio de um circuito de
comando.
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70

Ele pode operar diferentes tipos de cargas, em tensões


diversas do circuito de comando, e também controlar
sistemas com múltiplas fases.

Componente Símbolo Gráfico Símbolo Literal

Relé Acoplador Interface, quando sua bobina é


alimentada por energia elétrica, ela gera um campo
magnético que movimenta um conjunto de contatos
mecânicos, permitindo o fechamento ou abertura de
circuitos. Esse tipo de dispositivo é amplamente
utilizado para controlar circuitos de potência, como
motores e outros equipamentos elétricos, de maneira
remota e segura.
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71
Componente Símbolo Gráfico Símbolo Literal

O Soft Starter é um dispositivo eletrônico utilizado para


controlar a partida de motores elétricos de maneira
suave. Ele atua reduzindo a tensão fornecida ao motor
durante a partida, o que resulta em uma aceleração
gradual, evitando picos de corrente e reduzindo o
impacto no sistema mecânico. Isso ajuda a diminuir os
trancos e golpes que ocorrem com métodos de partida
convencionais, como o Estrela-Triângulo e Chave
Compensadora.

Os Soft Starters são frequentemente empregados em


motores de indução trifásicos e oferecem vantagens em
termos de proteção e controle, como a possibilidade de
ajuste da rampa de aceleração, o que reduz o estresse
nos componentes elétricos e mecânicos do sistema. Ele
também melhora a eficiência da operação, uma vez que
a partida é mais suave e a corrente de pico é
significativamente menor comparada aos métodos
tradicionais.
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72

Componente Símbolo Gráfico Símbolo Literal

O Inversor de Frequência WEG CFW10 é um


dispositivo eletrônico utilizado para controlar a
velocidade de motores elétricos, especialmente
motores de indução. Ele ajusta a frequência e a tensão
fornecidas ao motor, permitindo um controle preciso da
sua velocidade de rotação, sem a necessidade de alterar
a tensão de alimentação da rede elétrica.
Principais Funções do Inversor de Frequência:
Controle de Velocidade:
Controle de Velocidade:
O inversor de frequência permite que a velocidade
do motor seja variada de acordo com a necessidade
do processo, ajustando a frequência da corrente que
alimenta o motor. Isso é especialmente útil em
aplicações que exigem ajuste de velocidade, como
ventiladores, bombas e transportadores.
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73
Eficiência Energética: Ao controlar a velocidade do
motor de maneira precisa, o inversor de frequência
ajuda a reduzir o consumo de energia, já que o
motor só utiliza a quantidade de energia necessária
para a operação, evitando desperdícios.
Partida Suave: O inversor de frequência também
permite que o motor tenha uma partida suave, sem
picos de corrente que possam danificar o motor ou o
sistema elétrico.
Controle de Potência: Ao ajustar a frequência e a
tensão, o inversor de frequência controla a potência
consumida pelo motor, otimizando o desempenho
do sistema e evitando sobrecargas.
Aplicações:
Bombas e ventiladores (onde a variação de
velocidade é necessária para ajustar o fluxo de ar ou
fluido).
Transportadores e sistemas de movimentação.
Máquinas de fabricação que exigem variação de
velocidade constante.
Controle de velocidade em sistemas HVAC
(aquecimento, ventilação e ar-condicionado).

Os inversores de frequência também são conhecidos


como variadores de frequência (VDF) e são essenciais
em automações industriais que demandam controle de
velocidade e eficiência energética.
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74

Componente Símbolo Gráfico Símbolo Literal

Os sensores capacitivos são dispositivos eletrônicos


que utilizam os princípios do capacitor para detectar a
presença de objetos, variando a capacitância em função
da proximidade de um objeto.

Componente Símbolo Gráfico Símbolo Literal

Um

Os sensores fotoelétricos são dispositivos que utilizam


luz, geralmente na faixa do infravermelho, para detectar
objetos sem a necessidade de contato físico. Eles são
amplamente utilizados em sistemas de automação
industrial
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75
Componente Símbolo Gráfico Símbolo Literal

O sensor indutivo é um tipo de sensor utilizado para


detectar a presença de objetos metálicos sem a
necessidade de contato físico. Ele opera com base no
princípio da indutância e é amplamente utilizado em
ambientes industriais para detectar a presença ou a
posição de peças metálicas, como na automação e
controle de processos.

Componente Símbolo Gráfico Símbolo Literal

Sensores magnéticos são dispositivos que operam com


base na detecção de um campo magnético, geralmente
gerado por um imã permanente ou por uma bobina.
Eles funcionam de forma semelhante a uma chave
liga/desliga, acionando ou desativando um circuito
elétrico com base na presença ou ausência de um
campo magnético em sua proximidade
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76

Componente Símbolo Gráfico Símbolo Literal

Sensores ultrassônicos são dispositivos que utilizam


ondas sonoras de alta frequência (normalmente acima
de 20 kHz, fora do alcance da audição humana) para
medir distâncias entre objetos ou detectar a presença
de um item específico. Eles operam de forma
semelhante ao sonar, emitindo um sinal de ultrassom e,
em seguida, capturando o eco refletido pelo objeto. A
partir do tempo que o som leva para retornar, o sensor
calcula a distância com alta precisão.
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77
Chave fim curso
A chave fim de curso é um dispositivo eletromecânico
que indica quando um motor ou estrutura ligada ao seu
eixo chegou ao fim do seu curso. Também é conhecida
como sensor fim de curso, interruptor fim de curso ou
microswitch.
A chave fim de curso atua como um interruptor ou
comutador elétrico, interrompendo ou acionando um
circuito elétrico para controlar o movimento das
máquinas.
A chave fim de curso pode determinar:
O fim de um movimento
A presença ou ausência de um objeto em uma posição
específica
O posicionamento de determinados dispositivos
conectados ao seu eixo
A passagem de determinados dispositivos conectados
ao seu eixo
Muito utilizada em diversas indústrias, como:
construção civil, mineração, farma-química, energia e
elevadores.
Alguns tipos de acionamento de chave fim de curso são:
Haste fixa, Haste móvel, Haste de roldana, Haste de
pino, Haste de mola, chave tipo lira.
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78

Veja alguns modelos onde pode ser aplicado em


diferentes projetos.
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79
INTERRUPTOR HORÁRIO

O programador horário digital é um dispositivo que


permite programar o acionamento e desligamento de
equipamentos elétricos em horários específicos,
diretamente no display do aparelho. Ele é equipado
com um display LCD e botões para configurar as
programações, permitindo um controle preciso e
automatizado. O programador digital geralmente
possui uma ou mais saídas a relé para comandar os
equipamentos conforme os horários programados.
Esses dispositivos possibilitam definir vários programas
com diferentes horários, sendo que cada modelo
apresenta um intervalo mínimo entre os acionamentos,
atendendo a diversas necessidades de automação e
eficiência em sistemas elétricos.

BWT40HR
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80

BWT40HRR
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81
EXEMPLO PRÁTICO LIGAÇÃO MOTOR COM
INTERRUPTOR HORÁRIO (BWT40HRR)

L1 L2 L3 L1 L2

3
Motor
Desligado
A 1
1

4
A 2
2

Local
Remota
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82

c 4 Componentes de Proteções

Os dispositivos de proteção de comandos elétricos são


responsáveis por proteger os equipamentos, circuitos,
sistemas e instalações elétricas contra alterações
repentinas de tensão e intensidade na rede.
Alguns exemplos de dispositivos de proteção são:
Fusíveis: Protegem contra curto-circuito;
Relés térmicos: Protegem os equipamentos contra
sobrecarga;
Disjuntores motores: Protegem contra curto-circuito e
sobrecarga;
Os dispositivos de comando, por sua vez, são
responsáveis por acionar ou interromper a carga elétrica
para aparelhos elétricos.

Componente Símbolo Gráfico Símbolo Literal

F
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83
Um fusível de proteção elétrica é um dispositivo de
segurança que protege circuitos elétricos de danos
causados por sobrecargas ou curtos-circuitos

Componente Símbolo Gráfico Símbolo Literal

F
O Relé térmico é um dispositivo de proteção que é
responsável por proteger os motores elétricos de
possíveis anomalias e visa evitar o sobre-aquecimento

Componente Símbolo Gráfico Símbolo Literal

Q
O DISJUNTOR MOTOR é um dispositivo que serve para
proteger contra curtos-circuitos e sobrecorrentes.
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84

Circuito com fonte de Alimentação

Relé acoplador
Disjuntor Bipolar

220Vca
Fonte
24Vcc
K1
Trilho DIN

Sensor indutivo

Conector Tipo
comando Elétrico
simples acionado por um Wago 3 Fios
sensor, o K1 pode acionar
um motor, entre várias
aplicações semelhantes
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85
c 5
Dimencionamento de
Dispositivos Elétricos

Neste capítulo, vamos descobrir como dimensionar


dispositivos de comandos elétricos industriais de forma
precisa, garantindo o controle eficiente e seguro dos
equipamentos em processos industriais.

Um dimensionamento inadequado de dispositivos de


comandos elétricos pode causar sobrecargas, curtos-
circuitos, falhas de equipamentos, interrupções na
produção, perda de materiais e até graves riscos de
segurança para os trabalhadores.

ao longo deste capítulo, você aprenderá os principais


conceitos e técnicas envolvidos no dimensionamento
de dispositivos de comandos elétricos industriais, e verá
exemplos práticos de como aplicá-los em projetos reais.

Por isso, é crucial que os profissionais saibam


dimensionar corretamente os dispositivos,
considerando as demandas elétricas de cada
equipamento, escolhendo os componentes adequados
e garantindo conexões seguras. Com esse
conhecimento, você estará apto a desenvolver projetos
elétricos industriais eficientes e confiáveis.
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86

A corrente de projeto é um conceito da NBR


5410:2004 que pode referir-se à corrente total de uma
instalação, de um quadro de distribuição parcial ou de
um conjunto de cargas de um circuito.

A NBR 5410:2004 é uma norma técnica brasileira que


estabelece as condições mínimas de segurança para
instalações elétricas de baixa tensão. A corrente de
projeto pode ser corrigida de acordo com três critérios:
Temperatura ambiente da instalação, Resistência
térmica do local de instalação dos cabos, Agrupação de
cabos.

Quando os condutores de circuitos diferentes passam


pelo mesmo conduto, a NBR 5410:2004 define um fator
de correção de agrupamento (FCA). Para obter a
corrente corrigida, basta dividir o valor da corrente de
projeto pelo FCA.

A NBR 5410:2004 também estabelece uma seção


mínima para os condutores de fase,
independentemente da corrente de projeto calculada.
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87
O Passo 1, consiste em verificar os seguintes aspectos:
Tipo de isolação do condutor (PVC, XLPE, etc.).
Local de instalação (embutido, eletrocalha, leito,
etc.).
Quantidade de condutores que alimentam o circuito
(2, 3 condutores).
Temperatura do ambiente.
Quantidade de circuitos que irão passar pelo trecho.

Esses fatores são importantes para o planejamento e


execução adequada da instalação elétrica.

No passo 2, é necessário calcular a corrente de projeto


ou, alternativamente, obter a corrente nominal na placa
do motor. Isso é essencial para garantir que o sistema
elétrico seja dimensionado corretamente para atender
às necessidades do motor.

Ip= ________
P(W)_________
√3.V.Cos φ.η
Onde:
Ip: corrente de projeto do circuito;
P(W): potência elétrica nominal em watts;
V: tensão em volts;
Cos φ: fator de potência;
η: Rendimento (%)
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88

O Passo terceiro passo vamos calcular a corrente de


preojeto corrigida

In ’ = _______________
In
FCA . FCT

onde:
In ’ : Corrente corrigida;
In : potência elétrica nominal em watts;
FCA: Fator de correção de agrupamento;
FCT: Fator de correção de temperatura;
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89
No 4º passo vamos verificar na tabela qual o condutor
adequado.
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90

A Tabela 36, mencionada anteriormente, é utilizada para


dimensionar condutores com isolamento de PVC de
70ºC, conforme os métodos de instalação A1, A2, B1, B2,
C e D, seguindo as diretrizes da NBR 5410.

Se o tipo de isolamento ou o método de instalação for


diferente, será necessário consultar outras tabelas
previstas na própria NBR 5410 para realizar o
dimensionamento correto.

Exercício:

Instalação de um motor de indução trifásico, com as


seguintes características, antes de tudo precisa
responder as seguntes perguntas:

1. Tipos de Isolação?
2. Qual o local instalado?
3. Quantos condutores alimentam seu circuito?
4. Qual temperatura ambiente?
5. Quantos circuitos irá passar juntos?
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91
LIGA DESLIGA

Tipos de Isolação?
PVC
Qual o local instalado?
Embutido em Alvenaria B1
Quantos condutores alimentam seu circuito?
Três Circuito
Qual temperatura ambiente?
30º Graus
Quantos circuitos irá passar juntos?
Um Circuito
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92

Tensão = 380V
Potência= 10CV (7,36kW)
η = 0,86
Cos φ = 0,88
Fs = 1,15
Vamos calcular a correntet de projeto.

Ip= ________
P(W)_________
√3.V.Cos φ.η
Ip= ________
7360_________
1,73.380.0,88.0,86

Ip= 14,79A
Vamos calcular agora, a corrente de projeto corrigida.

In ’ = _______________
14,79
0,8 . 1
In ’ = 17,5A
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93
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94

IDM = In . 1,25
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95
No Passo 1, é necessário verificar os seguintes pontos:

1. A corrente de projeto do motor (corrente nominal).


2. A corrente que o cabo de alimentação do motor
suporta.
3. Identificar a curva de atuação do disjuntor (B, C ou
D).
4. Determinar se o disjuntor será monopolar, bipolar
ou tripolar.

Essas verificações são fundamentais para garantir a


segurança e o correto funcionamento do sistema
elétrico.

Nesse passo 2 vamos colocar a formula:

IB correntre de projeo do circuito

In Correntre nominal do dispositivo de proteção (ou


correntre de ajuste, para dispositivos ajustáveis)
Iz Máxima capacidade de condução de corrente dos
condutores, nas condições previstas para sua
instalação
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96

Nesse 3º passo vamos escolher o disjuntor ideal.

Aqui está alguns valores de corrente de disjuntores da


norma NBR NM 60898 e NBR IEC 60947-2:

2A, 4A, 6A, 10A, 16A, 20A, 25A, 32A, 40A, 50A, 63A,
70A 80A, 100A, 125A.

Disjuntor Tripolar Curva C 2A


3KA (CORRENTE DE
CURTO-CIRCUITO)

Veja na Proxima página um exemplo de um


dimencionamento disjuntor Termomagnético
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97
INSTALAÇÃO DE UM MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO
COM AS SEGUINTES CARACTERÍSTICAS:

Imagem ilustrativa

Condutor de PVC
FCT = 1
FCA = 0,8
Método de instalação B1
Condutores embutidos em alvenaria
V = 380V
P =10CV (7,36kW)
η = 0,86
Cos φ = 0,88
Fs = 1.15
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98

Passo 1: Verificação
1. Corrente de projeto do motor: 15,07A.
2. Corrente suportada pelo cabo que alimenta o motor:
28A.
3. Curva de atuação do disjuntor: Curva C.
4. Determinar o tipo de disjuntor:
a. Tripolar para força.
b. Bipolar para comando.

Passo 2: Cálculos Realizar os cálculos necessários


para assegurar que a instalação está corretamente
dimensionada e segura para operação.

15,07A Iz 28A

Passo 3: escolha a corrente do disjuntor

Aqui está alguns valores de corrente de disjuntores da


norma NBR NM 60898 e NBR IEC 60947-2:

2A, 4A, 6A, 10A, 16A, 20A, 25A, 32A, 40A, 50A, 63A,
70A 80A, 100A, 125A.
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99
Circuito de Força: Com base nos valores de
corrente, o disjuntor termomagnético mais
apropriado é de 20A.

Circuito de Comando: Deve ser considerado a


corrente produzida pelos contatores. Geralmente,
utiliza-se um disjuntor de 10A para sistemas de
partida de motores convencionais.

A corrente aproximada de um contator de potência


sob tensão elétrica é de 0,5A.

Essas especificações garantem proteção adequada para


o circuito de força e o circuito de comando,
assegurando a eficiência e a segurança do sistema.

Circuito de força Circuito de comando


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100

Dimencionamento de Disjuntor Motor

Verificar a correte nominal de proteçãp do motor


e a quantidade de contatos auxiliares NA e NF

Fazendo calculo

IDM = In . 1,25

IDM= corrente nominal do disjuntor motor


I n = corrente nominal do motor

Após o calculo verificar na tabela do fabricante qual


disjuntor motor deve ser instalado.
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101
Exemplo prático:

Instalação de um motor de indução trifáfico, com as


seguintes características:

R S T
Tensão 220V Trifásico

I n =9A
P = 5 CV (3,7kW)

V = 220V
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102

Exemplo prático:

a corrente te projeto do motor é 9A

IDM = In . 1,25
IDM = 9n . 1,25

IDM = 11,25A
Significa dizer que na tabela do fabricante o disjuntor
escolhidoe é:

Disjuntor motor PKZM01


Tensão nominal: 220V
Faixa de ajuste: 10 - 16
Corrente Máxima: 18A
Contator auxiliares: 1 NA e 1 NF
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103
Dimencionamento do Relé Térmico
Partida Direta
O relé deve ser dimencionado seguindo alguns passos
importante:
Primeiro você deve verificar a corrente nominal, tipos de
ligação, se é estrela ou triângulo, condições climáticas
que se refere a temperatura ambiente.

Amperagem 7,04A (In)


Tensão nominal 440V
Frequencia da rede 60Hz
Fator de serviço 1.25 (Fs)
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104

Dimencionamento do Relé Térmico

Precisa identificar o fator de serviço fixado na placa do


motor que é de 1.25

Motores com F.S < Ir = 1,15 x In

Motores com F.S > Ir = 1,25 x In

vamos calcular a corrente para dimencionar o Relé (IR):


como o fator de serviço é 1.25 usaremos a formula

Ir = 1.25 x In

In = 7,04A
IFs = 1.25

Ir = 1.25 x 7,04
= 8,8A
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105
Dimencionamento do Relé Térmico

Agora que sabemos que a correntee par dimencionar o


Relé é de 8,8A.
é interressante observar onde o Relé será fixado, se é no
contator ou direto no painel, verificar a faixa de ajuste
do relé, lembrando que deve ser considerado a correção
de temperatura de acordo com a fabricante.

Abaixo está uma tabela (essa tabela é encotrada no site


do fabricante)

O modelo a ser usado é RW27-1D3-D125


Para Ajuste do relé térmico no modelo escolhido para
Partida Direta, precisa realizar o seguinte passo:
identificar o Fs= 1,25 e In = 7,04A
Regulagem =
Corrente Nominal x Fator de Serviço do motor
Regulagem = 1,25 x 7,04 = 8,8A Essa é a Regulagem
do Relé
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106

Regulagem com Partida Estrela Triângulo

Para Ajuste do relé térmico com Partida Estrela


Triângulo temos que considerar essa formula abaixo.
Considerando a Placa do Motor da página anterior,
temos:

In = 7,04A
Fs = 1,25

Regulagem = ________
In x Fs
√3
Regulagem = _____________
7,04 x 1,25
√3
Regulagem = 5,08A

considerando a tabela abaixo, temos:


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107
Dimencionamento do Contator

considerando um motor trifásico com placa de


identificação conforme a figura abaixo, ligado em
partida direta na tensão 440V com corrente 7,04A.

Para calcular o a corrente máxima (Imáxima), considar o


fator de seviço.

F.S = 1,25 (25% acima), então temos:

IMáx = In x F.S IMáx = 7,04 x 1,25 = 8,8A


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108

Dimencionamento do Contator

Agora temos que calcular a corrente do contator


considerando 25% acima da corrente Máxima do motor:

IMáx = 8,8A

IContator = IMáx x F.S

IContator= 8,8 x 1,25 = 11A


Máx

OBS.:
Vale resaltar a verificação de quantos cotatos serão
ousado no circuitos (NA e NF).
Qual a categoria que serão empregados
(AC1, AC2, AC3, e ETC.)
A tensão de alimentação da bobina alternado ou continua.
Considerando um motor trifásico gailoa de esquilo
desligamento em plena carga, a categoria de emprego
do contator é AC3, tensão da bobina é 220Vca, corrente
máxima 12A, tensão nominal do motor 440V.

Qual o Modelo do contator?


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109
Dimencionamento do Contator
Vamos fazer um consulta na tabela, comensando pela
categoria de emprego, AC3.
a corrente na solicitação anterior é de 11A, na coluna de
Amperes temos, 9 a 38, temos que colocar a corrente
mais proxima de 11A, que na tabela corresponde a 12A e
nessa linha, temos. (as tabeas aqui usadas é encontrada
facilmente nos fabricante dos componentes)

corrente máxima do contator

Linha de seleção do
Potência de emprego
modelo contator

Para descobir o códico da bobina consultar tabela abaixo

Tensão de alimentação da bobina


+ -D23 CBW12-11-30

Esse é o códico para comprar


a contatora: CBW12-11-30-D23
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110

Dimencionamento dos Contatores para


Partida Estrela - Triângulo
Para realizar a compra dos componentes corretamente
dos componentes, fazer alguns passos, K1, K2, K3 faz
parte do comando partida estrela triângo.
Qual a corrente do motor?
Qual contator K1 devo utilizar?
Qual contator K2 devo utilizar?
Qual contator K3 devo utilizar?
Qual a tensão da bobina?
Qual é o relé térmico?
Qual é o fusível?
Considerando um motor de 10CV, (7,36kW) em 220V,
Cos φ=90%, η=90%, tensão de comandos 220V.
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Contatores de Potência, Taberla disponível no sitre WEG

111
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Dimencionamento dos Contatores para


112

Partida Estrela - Triângulo

Formula
In = _________________
P(W) In = _________________
7360
E.√3.Cos φ.η 220.1,73.0,9.0,9
In= 23,87A

IK1= __________
In IK1= 23,87
__________
√3 1,73
IK1= 13,8A

Após descobrir a corrente do K1, selecione na coluna abaixo, também


veja a linha considerando a quantidade de concatos usado no
comando, veja se o K1 tem contatos aberto ou fechado e a quantidade.

Coluna AC-3 escolha a


amperagem adequado
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Dimencionamento dos Contatores para

113
Partida Estrela - Triângulo

A coluna AC-3 diz 18A e para escolher a linha, tem que


verificar no comando elétrico na página anterior
quantos contatos auxiliar pertence ao K1, após
verificarmos selecionamos a linha e na coluna com
nome referência vamos selecionar o códico.
= CWM18-10-30 _____
Agora vamos consultar na tabela abaixo, a tensão da
bobina que é de 220V

Esse é os ultimos dois dígito para completar


o códico de compra abaixo, V26.

= CWM18-10-30 _____
V26

Agora é só comprar o K1 e K2 = CWM18-10-30-V26 (WEG)


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Dimencionamento dos Contatores para


114

Partida Estrela - Triângulo


Lembrando que o K1 e K2 geralmente é usado a
mesma corrente, vamos calcular a corrente do K3 para
descobrir qual seu códico.

In = __________
In In = 23,87
__________
3 3

In = 7,96A
Agora que achamos a corrente do K3 vamos consultar
na tabela, após encontrar no coluna AC-3 a Amperagem
correspendente traçar uma linha para descobrir o
códico.
mas, não esqueça de verificar no comando elétrico
qantos contatos auxiliares estão relacionado no K3

foi achado na primeiro colunaAC-3


(9A), e na linha correspondente vamos
escolher o códico de compra do K3
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Dimencionamento dos Contatores para

115
Partida Estrela - Triângulo

: Códico achado na página anterior é: CWM9-01-30-___

Nesse espaço é colocador o número referente a


tensão da bobina do contator.

Ex.: a bobina dessa questão é de 220V, vamos verificar


na tabela novamente.

Esse é os ultimos dois dígito para completar


o códico de compra abaixo, V26.

K3 = CWM9-01-30-V26

Agora falta mais duas questão, Relé térmico e fusível de


proteção.
para escolher o Relé térmico deve considerar dois
fatores,
1º Qual códico do contator K1 onde ele deve ser
instalado.
2º Qual a corrente nominal do Relé térmico.
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Dimencionamento dos Contatores para


116

Partida Estrela - Triângulo


Agora falta mais duas questão, Relé térmico e fusível de
proteção.
Para escolher o Relé térmico deve considerar dois
fatores.
1º Qual códico do contator K1 onde ele deve ser
instalado.
2º Qual a corrente nominal do K1.

códico do contator K1
K1 = CWM18-10-30-V26

I = __________
In IK1= 23,87
__________
√3 1,73
IK1 = 13,8A
Vamos consultar a tabela abaixo: (essa tabela pode ser
encontrada no site da weg).
Esse códico destacado refere-se aos
primeiros numeros do contator,
apenas uma referencia.
EX.: K1 = CWM18-10-30-V26

o segundo passo é
verificiar o range,
que significa o
potenciômetro
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Dimencionamento dos Contatores para

117
Partida Estrela - Triângulo
Relé térmico RW27-1D 11..23 (WEG)

códico de compra

Agora vamos calculcar o Fusível, nesse caso a conrrente


nominal émultiplicado por 20% a mais.
Sobre o fusível, verificar sempre tem que possível na
tabola do fabricantet

Fusível = In x 1,2 = 23,87 x 1,2 Fusível = 28,64A

Sobre o fusível, verificar sempre a disponibilidade


mercado.

Essa é a lista de material a serem comprados.

Qual a corrente do motor? I = 23,87A


Qual contator K1 devo utilizar? CWM18-10-30-V26
Qual contator K2 devo utilizar? CWM18-10-30-V26
Qual contator K3 devo utilizar? CWM9-01-30-V26
Qual a tensão da bobina? 220V
Qual é o relé térmico? RW27-1D 11..23
Qual é o fusível? Fusível = 28,64A
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Dimencionamento dos Contatores para


118

Partida Estrela - Triângulo

Tabela de fusivel weg, para consultar os fusíveis


disponíveis na faixa de Amperagem do projeto

Esse é o valor mais próximo encontrado


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Dimencionamento dos Contatores para

119
Partida Estrela - Triângulo

Dica Importante!
“Outra forma de fazer”

Chave de partida estrela triângulo =


Contator K1 e k2 = 0,58 x corrente nominal
do motor(In).
Contator K3 = 0,33 x corrente nominal do
motor (In).

Chave de partida compensadora =


Contator K1 = Corrente nominal do motor
(In).
Contator K2 = 0,64 x corrente nominal do
motor (In).
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120

c 6 TRANSFORMADORES ELÉTRICOS
MONOFÁSICO E TRIFÁSICO

A principal diferença entre transformadores monofásicos


e trifásicos é o número de fases e enrolamentos:

Transformador monofásico
Possui apenas um enrolamento e
trabalha com uma ou duas fases.
É normalmente usado para
alimentar eletrodomésticos em
residências e empresas.

Transformador trifásico
Possui três enrolamentos e
funciona em três fases (220V-
380V-440V). É frequentemente
usado em ambientes industriais.

Outras diferenças entre os dois tipos de


transformadores são:
Os transformadores trifásicos são geralmente
maiores e mais robustos que os monofásicos.
Os transformadores trifásicos podem produzir
tensão em várias direções, enquanto os monofásicos
só podem produzir tensão em uma direção.
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Os transformadores trifásicos são mais eficientes

121
que os monofásicos e podem lidar com mais
potência.
Os transformadores trifásicos têm uma construção
mais complexa do que os monofásicos.
Para cargas de baixa potência, os transformadores
trifásicos podem ser excessivos e menos eficientes.

MAGNETISMO
O magnetismo é o fenômeno em que certos materiais
na natureza possuem a capacidade de atrair materiais
ferrosos. Isso ocorre devido ao alinhamento das
moléculas em sua estrutura, que possuem
propriedades magnéticas.

Magnetismo

Material Magnético e não magnético


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122

O alinhamento das moléculas multiplica as "forças",


aumentando a capacidade de atração dos materiais
ferrosos. Essa força é chamada de campo magnético,
representada por linhas de força que indicam o fluxo
magnético, com orientação convencional do Norte para
o Sul.

Linhas de Força
Norte Sul

Os polos Norte e Sul de um material magnético (ímã)


não podem ser separados. Se o ímã for cortado ou
quebrado, cada parte gerará automaticamente um
novo polo Norte e um novo polo Sul, mantendo sempre
pares inseparáveis de polos magnéticos.
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123
Estrutura do Imã

ELETROMAGNETISMO
O eletromagnetismo é a geração de um fluxo
magnético por meio de uma corrente elétrica. Um
condutor elétrico percorrido por corrente elétrica forma
um campo magnético ao redor de sua circunferência. O
sentido das linhas de força é determinado pela regra da
mão direita, que orienta a direção do campo magnético
em relação à corrente elétrica.

Regra da mão Direita


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124

O campo magnético gerado por um condutor depende


do tipo de corrente elétrica:
Corrente Contínua (CC): Gera um campo magnético
fixo.
Corrente Alternada (CA): Gera um campo magnético
pulsante (variável).
Essa relação ocorre porque o campo magnético está
diretamente ligado ao comportamento da corrente
elétrica.
O eletromagnetismo é melhor compreendido ao
observar o funcionamento de indutores. A solenóide é
uma representação ideal desse fenômeno, pois
demonstra como um campo magnético é gerado e
intensificado ao passar corrente elétrica por um
condutor enrolado em forma de espira.

SOLENÓIDE
Um solenóide é composto por um indutor e
um núcleo ferroso, que multiplica as linhas de
força do campo magnético gerado pelo
eletromagnetismo. Apesar de seu uso comum
em dispositivos pneumáticos e hidráulicos,
suas características básicas estão relacionadas
ao funcionamento de indutores.
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125
Solenóide

TRANSFORMADORES MONOFÁSICOS

Existem basicamente três tipos de transformadores:

1. Transformador Elevador.

2. Transformador Rebaixador.

3. Transformador Isolador.

O transformador é uma máquina elétrica responsável


por transformar energia elétrica, alterando tensões e
correntes sem modificar a frequência, por meio do
princípio do eletromagnetismo.
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126

Transformador Monofásico Transformador Trifásico

Simbologias
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PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

127
O transformador funciona com base no princípio da
indução magnética para realizar a transformação da
energia elétrica, transferindo energia entre seus
enrolamentos por meio de um campo magnético.

A Lei de Lenz estabelece que um indutor elétrico


exposto a um campo magnético variável gera, como
resultado, uma tensão elétrica induzida. Essa tensão
atua no sentido de opor-se à variação do campo
magnético que a originou.

O fenômeno de indução magnética, descrito pela Lei de


Lenz, garante o funcionamento do transformador
apenas com tensão alternada. Isso ocorre porque a
variação do campo magnético, necessária para induzir a
tensão no enrolamento secundário, só é gerada por
uma corrente alternada (CA), que varia periodicamente.

Lei de Lenz
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128

PERDAS NOS TRANSFORMADORES

Os transformadores apresentam perdas devido às


características magnéticas e resistivas, que geralmente
variam de 5% a 20% de sua potência e aplicação.
As três principais perdas que afetam seu
funcionamento são:

1. Perda por Histerese: Relacionada à reversão do


magnetismo no núcleo do transformador,
resultando em dissipa- ção de energia.
2. Perda por Foucault (ou Correntes de Foucault):
Correntes induzidas no núcleo de ferro que geram
calor, devido à resistência do material.
3. Perda no Cobre: Perda de energia nos
enrolamentos do transformador devido à resistência
elétrica do cobre, que resulta em calor.

Essas perdas impactam a eficiência do transformador e


devem ser consideradas no seu projeto e operação.

Perdas por Histerese


A perda de potência devido ao magnetismo remanente
no núcleo do transformador ocorre quando ele é
desligado e depois religado. Isso acontece porque o
núcleo mantém uma parte do magnetismo, o que gera
perdas adicionais ao reiniciar o funcionamento do
transformador, impactando sua eficiência.
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129
Perdas por Foucault

As perdas devido à deformação no material do núcleo


do transformador ocorrem devido à resposta do
material à variação do campo magnético. Quanto
melhor a qualidade do material do núcleo (como ferro
silício ou materiais com baixa histerese), menores serão
essas perdas. Essas perdas são responsáveis
principalmente pelo aquecimento do transformador,
afetando sua eficiência e desempenho.

Perdas no Cobre

A reatância indutiva ocorre devido à presença de


corrente elétrica nas bobinas do transformador, que são
feitas de material condutor (como cobre). A corrente
gerada nas bobinas se opõe à corrente original,
resultando em perdas de energia. Essas perdas são uma
das principais responsáveis pelo aquecimento das
bobinas do transformador, afetando sua eficiência e
operação.
CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS DO TRANSFORMADOR

Quando existe a necessidade de dimensionar um


transformador, as principais características a serem
consideradas e mais importantes são:

1. Tensão elétrica do enrolamento primário.


2. Tensão elétrica do enrolamento secundário.
3. Potência elétrica do enrolamento secundário.
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RELAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO
130

Relação de transformação é o fator que defini o tipo de


transforma- ção, então conhecendo a estrutura de um
transformador teremos:

Relação de Transformação.
Onde:

i1 – Corrente do enrolamento Primário


i2 – Corrente do enrolamento secundário
v1 – Tensão do enrolamento primário
v2 – Tensão do enrolamento secundário
N1 – Quantidade de espiras do enrolamento primário.
N2 – quantidade de espiras do enrolamento secundário.

Sendo assim podemos definir a relação de transformação a


partir das seguintes fórmulas:

r = N2
_____ r = V2
_____ r = i1
_____
N1 V1 i2
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131
COMO DESCOBRIR A POTÊNCIA DO TRANSFORMADOR?

Se você precisar determinar a potência elétrica de um


transformador e não tiver acesso à sua placa de
identificação, você pode calcular a potência a partir das
seguintes informações:

Pode-se descobrir a potência elétrica de um


transformador a partir das dimensões de seu núcleo.
Observe:

Núcleo transformador Monofásico

Calculando a área do núcleo:

A = 5 * 4 => A 20cm
Descobrindo a Potência:

2 2
P = A => P 20 = 400VA
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132

AUTO-TRANSFORMADOR

Esse tipo de transformador é conhecido como


transformador de partida de motores elétricos trifásicos.
Ele possui um único enrolamento e é utilizado
principalmente para reduzir a tensão de partida dos
motores elétricos, permitindo que o motor inicie com
uma corrente menor, evitando picos de corrente que
poderiam danificar o sistema.
Em muitos casos, ele pode ser utilizado para partida
estrela-triângulo, onde o enrolamento é alterado para
reduzir a tensão aplicada ao motor durante a partida e,
depois, conectado em triângulo para operar com a
tensão total.
Esses transformadores são usados em aplicações que
exigem a redução da corrente de partida, como em
sistemas industriais com motores de grande porte.

Simbologia:
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Auto-transformador

133
O auto-transformador possui apenas um único
enrolamento que serve tanto para o primário quanto
para o secundário, com derivações chamadas de TAP
(pontos de derivação). Essas derivadas são usadas para
fornecer tensões secundárias menores que a tensão
primária.
Comumente, em partidas de motores, os auto-
transformadores apresentam TAP de 65% e 80% da
tensão do primário.
TAP de 65% reduz a tensão aplicada ao motor
durante a partida, resultando em uma corrente de
partida menor.
TAP de 80% é usado para uma partida mais suave,
mas com uma tensão um pouco mais alta
comparada ao TAP de 65%.
Esse método é eficaz para reduzir a corrente de partida
de motores trifásicos, minimizando o impacto no
sistema elétrico durante o processo de partida.

sformador
an
Autotr
Autotransformador
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134

c 7
Tipos de Alimentação do
sistema Elétrica

Os principais níveis de tensão elétrica encontrados no


Brasil são:
Baixa Tensão (BT): 115 V, 127 V, 220 V, 230 V, 254 V
Média Tensão (MT): 380 V, 440 V

Esses níveis são usados para diferentes tipos de


instalações, como residenciais, comerciais e industriais.
A variação entre tensões (como 127 V e 220 V) depende
da região e do sistema de distribuição de energia
elétrica utilizado.

Eletricista-multimetro-painel elétrico
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Para encontrar tensões diferentes a partir de uma

135
alimentação trifásica, você pode usar a relação de
tensões em sistemas trifásicos. Em sistemas trifásicos,
as tensões podem ser alteradas usando
transformadores ou divisores de tensão. Vou explicar
como você pode calcular essas tensões:

Alimentação trifásica 220V – Como encontrar 127V?

Em uma rede trifásica, a tensão 220V pode ser tensão


entre fases. Para encontrar a tensão entre fase e neutro
(127V), você pode usar a seguinte fórmula, pois a tensão
de fase (ou neutro) é a tensão entre um condutor e o
neutro do sistema.

V = tensão de fase
fase
A fórmula é:
V = tensão de linha V = _____
V =
linha
fase linha

√3 = 1,73 √3

Ex.: considerando uma tensão de linha de 220V, qual a


tensão de fase?

V = 220V
______
fase
linha
= 127V
1,73
A tensão de linha é a tensão medida entre duas fases
diferentes em um sistema trifásico, como por exemplo:
Entre as fases R e S, R e T ou S e T.
Essa tensão é chamada de tensão de linha Vlinha
É maior do que a tensão medida entre uma fase e o
neutro Vfase
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220V
136

V linha V
R S T N fase

220

tensão de linha 127


220V

A tensão de linha é fundamental


para o funcionamento de
equipamentos trifásicos, como
motores e transformadores, pois
ela determina a potência
disponível no sistema trifásico.
tensão de fase
127V
A frequência da rede trifásica padronizada no Brasil é de
60HZ (HZ = Hertz, é unidade de medida da frequêcia elétrica)

Exercícios.
Em um determinado Disjuntor onde a tensão elétrica
medida de fase para fase é 220V, como encontrar 127V?
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Para encontrar 127V em um quadro de distribuição

137
onde a tensão medida de fase para fase é 220V, é
necessário que exista um condutor neutro conectado
ao sistema. Isso ocorre porque a 127V é a tensão entre
fase e neutro, enquanto a 220V é a tensão entre fases.

V 220V
linha V
R S T N fase

127

A tensão de ligação de um motor elétrico depende de


vários fatores, como o número de terminais do motor e
a forma como os terminais são ligados:
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Motores com 3 terminais: Funcionam em uma única


138

voltagem, como 220 V, 380 V ou 440 V.


Motores com 6 terminais: Funcionam em duas
voltagens, que podem ser escolhidas através do
fechamento dos bornes de ligação. Por exemplo,
para ligar o motor em 220 V, os terminais devem ser
conectados em triângulo.
Motores com 9 terminais: Podem ser ligados em 220
V, 380 V ou 440 V.
Motores com 12 terminais: Podem ser ligados em
220 V, 380 V, 440 V ou 760 V.

Para instalar um motor elétrico corretamente, é


importante consultar a placa identificadora do motor,
que contém informações como a tensão alimentadora,
a frequência exigida, a corrente nominal e a rotações
por minuto.
A tensão trifásica padrão no Brasil é de 220 V ou 380 V,
mas pode variar de estado para estado.

Na proxima página vamos demostrar uma tensão de


440V pasando por um disjuntor, contator, relé térmico
para alimentar um motor elétrico
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R S T

139
440V

440
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140

Existem vários modelos de multimetro e Alicate


Amperimetro, irei destacar dois modelos que gosto.

Modelo
True-RMS 376 FC CA/CC com iFlex | Fluke
Um dos diferêncial desse
instrumento é a flexibilidade
em seu uso, em uma medição
de Amperagem em CA com
2500A, você não precisa ficar
próximo, apenas conecte o App
da Fluke instalado em seu
celular no aparelho e você terá
o resultado em seu telefone e
enviar os relatórios.

Modelo
Multímetro True-RMS CAT III 600 V Fluke 114

O Fluke 114 é um multímetro digital


compacto projetado para a detecção
de avarias elétricas de forma rápida e
precisa. Equipado com tecnologia
True RMS, ele garante medições
precisas de tensão e corrente,
mesmo em sistemas com sinais
distorcidos, como os encontrados em
equipamentos eletrônicos modernos.

O Fluke 114 é uma escolha confiável


para profissionais de manutenção,
eletricistas e técnicos que precisam
de um instrumento eficiente e
robusto para diagnósticos elétricos.
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ALICATE AMPERÍMETRO E CONTIUIDADE ALICATE

141
AMPERÍMETRO

O alicate amperímetro é um instrumento


multifuncional usado para medir várias grandezas
elétricas, como:
Corrente elétrica (AC/DC): Medida sem necessidade
de desconectar o circuito, usando o sensor de
corrente do alicate.
Tensão elétrica: Mede a diferença de potencial
entre dois pontos.
Resistência elétrica: Mede a oposição ao fluxo de
corrente em um circuito.
Teste de continuidade: Verifica se há um caminho
condutivo em um circuito ou componente,
indicando se há interrupções.

O alicate amperímetro é uma ferramenta essencial para


eletricistas e técnicos, pois facilita diagnósticos em
sistemas elétricos com segurança e praticidade.
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Teste de Continuidade:
142

O alicate amperímetro é um instrumento multifuncional


usado para medir várias grandezas elétricas, como:

Bip

Quando ativado, o
alicate amperímetro
emite um sinal
sonoro (bip) se o
circuito estiver
0.01 fechado (sem
interrupções).

Esse modo é útil para inspecionar cabos, fusíveis e


conexões elétricas, Botoeiras, chave seletora,
Disjuntores, contatores, Relé térmico, Disjuntores
Temomagnético, Disjuntor motor, Relé on Delay,
Relé falta de fase, Bobina de motores, etc.
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143
c 8 Análise e Diagnóstico Realizando
Testes Elétricos

O teste de corrente é vital para avaliar o fluxo de


corrente em um circuito. Utilizando um amperímetro,
meça a corrente em diferentes pontos do Circuito e
tensão elétrica existênte no sistema.

A segurança e o desempenho eficiente de sistemas


elétricos são cruciais em aplicações residenciais,
comerciais e industriais. Para assegurar o
funcionamento correto e prevenir falhas, a realização de
testes elétricos é indispensável.
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Objetivos dos Testes Elétricos:


144

1. Identificação de Problemas: Detectar falhas como


conexões soltas, componentes danificados ou
circuitos sobrecarregados.
2. Garantia de Segurança: Prevenir acidentes
elétricos, como choques ou incêndios, ao identificar
riscos antes que ocorram.
3. Manutenção Preventiva: Aumentar a vida útil de
equipamentos e sistemas, reduzindo paradas
inesperadas.

Técnicas e Considerações para


Diagnóstico:
Usar instrumentos como multímetros e alicates
amperímetros para verificar discrepâncias de Tensão

220V QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO

127 V
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Teste de Continuidade: Identificar interrupções em

145
114

circuitos e componentes.
Isolamento Elétrico: Avaliar a resistência de isolamento
para evitar fugas de corrente.
Termografia: Detectar aquecimentos excessivos em
conexões e equipamentos, indicando sobrecarga ou
falha iminente.

Benefícios:
Redução de custos com manutenção corretiva.
Aumento da confiabilidade dos sistemas.
Conformidade com normas técnicas e regulamentos
de segurança.
Realizar testes elétricos regularmente é uma prática
essencial para manter sistemas elétricos seguros,
eficientes e em perfeito funcionamento.

Teste de Resistência

O teste de resistência é essencial para avaliar a


resistência elétrica de um componente ou circuito.
Utilizando um ohmímetro, meça a resistência em
diferentes pontos do circuito. Isso pode ajudar a
identificar problemas como fios danificados, conexões
soltas ou componentes defeituosos.
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146

Micro-Ohmímetro/ Megger Ohmímetro Medidor


Ponte de Kelvin Digital Resistência Isolamento

O ohmímetro é um instrumento eletrônico usado para


medir a resistência elétrica de um material ou circuito
eletrônico. A resistência elétrica, por sua vez, é o
obstáculo à passagem de corrente elétrica pelo
dispositivo, prejudicando seu funcionamento ideal
A realização de testes elétricos é uma prática essencial
para garantir a segurança e o desempenho eficiente
dos sistemas elétricos. Ao seguir procedimentos
adequados, utilizando os equipamentos corretos e
compreendendo os princípios básicos, é possível realizar
uma análise e diagnóstico precisos.
Lembre-se sempre de priorizar a segurança durante
todo o processo, desligando a energia sempre que
necessário e utilizando equipamentos de proteção
adequados.
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147
c 9 LÓGICA DE COMANDOS ELÉTRICOS
E DESCRIÇÃO DE FUNCIONAMENTO
A lógica de comandos elétricos é o conjunto de regras e
operações que definem como dispositivos e circuitos
elétricos interagem para controlar máquinas, sistemas
industriais ou processos automatizados. É amplamente
utilizada em painéis de comando, partidas de motores e
sistemas de automação.

Componentes Básicos:

Dispositivos de Comando: Botões de pressão: Liga


(NA - Normalmente Aberto) e desliga (NF -
Normalmente Fechado). Chaves seletoras: Alternam
modos de operação (manual/automático,
liga/desliga).
Relés de comando: Amplificam ou transferem
sinais. Dispositivos de Proteção:
Disjuntores: Protegem contra curtos-circuitos e
sobrecargas.
Relés térmicos: Protegem motores contra
sobreaquecimento.
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148

Elementos de Controle: Contatores: Realizam a


comutação de cargas elétricas.
Temporizadores: Controlam atrasos na
ativação/desativação.
Sensores: Detectam variáveis como posição,
temperatura, ou presença de objetos.

Cadeia de Comando: Controla os


dispositivos de potência do sistema, como
motores e aquecedores. Depende de sinais
lógicos provenientes dos botões, sensores ou
relés.
Circuito de Potência: Lida diretamente com
a energia necessária para alimentar os
dispositivos controlados. É ativado pela
cadeia de comando.
Exemplo de Lógica de Partida Direta de Motor:
Pressionar um botão Liga (NA) ativa o contato do
contator, fechando o circuito de potência e ligando o
motor.
Um contato auxiliar do contator mantém o circuito
energizado mesmo após soltar o botão.
Pressionar o botão Desliga (NF) abre o circuito,
desligando o motor.
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Benefícios da Lógica de Comando Elétrico:

149
Automação: Reduz a intervenção manual,
aumentando eficiência e segurança.
Flexibilidade: Possibilita reprogramação e ajustes
para diferentes processos.
Proteção: Garante a segurança de operadores e
equipamentos.

A lógica de comandos elétricos é essencial para a


operação de sistemas modernos, permitindo a
integração de dispositivos eletromecânicos e
eletrônicos com alta confiabilidade e precisão.
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Dimencionamento dos Contatores para


150

Partida Estrela - Triângulo

Diagrama de Comando circuito de potência:

O diagrama de comando em uma partida direta


representa a lógica dos contatos que acionam os
componentes responsáveis pelo controle das cargas no
diagrama de potência. Ele define o funcionamento dos
dispositivos que gerenciam o acionamento e a proteção
do motor, garantindo uma operação segura e eficiente.
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Diagrama de Comando

151
Fusível

Porta fusível
Relé Térmico

Contatos 95/96

Chave de Emergência

Contato auxiliar

Botoeira liga

Botoeira desliga

A2
A1

Fusível Bobina da Contatora

Porta fusível
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152

Circuito de Potência:
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153
Lista de materiais usado na maiorias
do projetos de comandos elétricos
IMAGEM NOMECLATURA SÍMBOLO FUNÇÃO

DISJUNTOR RESPONSÁVEL POR PROTEGER O


TERMOMAGNÉTICO CIRCUITO CONTRA CURTO- CIRCUITO
TRIPOLAR E SOBRECARGA.

DISJUTOR RESPONSÁVEL POR PROTEGER O


TERMOMAGNÉTICO CIRCUITO CONTRA CURTO-CIRCUITO E
BIPOLAR SOBRECARGA.

DISJUNTOR RESPONSÁVEL POR PROTEGER O


TERMOMAGNÉTICO CIRCUITO CONTRA CURTO-CIRCUITO E
MONOPOLAR SOBRECARGA.

BOTOEIRA RESPONSÁVEL POR LIGAR E


PULSATIVA NA DESLIGAR O CIRCUITO

BOTOEIRA RESPONSÁVEL POR LIGAR E


PULSATIVA NF DESLIGAR O CIRCUITO

BOTOEIRA RESPONSÁVEL POR LIGAR E


RETENTIVA NA DESLIGAR O CIRCUITO

BOTOEIRA RESPONSÁVEL POR LIGAR E


RETENTIVA NF DESLIGAR O CIRCUITO
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154

IMAGEM NOMECLATURA SÍMBOLO FUNÇÃO

AO PRESSIONAR O BOTÃO ELE IMPEDE A


BOTÃO DE PASSAGEM DA CORRENTE ELÉTRICA. AO
EMERGÊNCIA NA GIRAR OU PUXAR O BOTÃO, ELE RETORNA
A POSIÇÃO ORIGINAL.

AO PRESSIONAR O BOTÃO ELE IMPEDE


BOTÃO DE A PASSAGEM DA CORRENTE ELÉTRICA.
EMERGÊNCIA NF AO GIRAR OU PUXAR O BOTÃO, ELE
RETORNA A POSIÇÃO ORIGINAL.

AO GIRAR O BOTÃO PARA UM DOS


CHAVE SELETORA LADOS, ELE PERMITE A PASSAGEM DA
NA E NF CORRENTE ELÉTRICA. RESPONSÁVEL
POR LIGAR E DESLIGAR O CIRCUITO.

AO GIRAR O BOTÃO PARA UM DOS


CHAVE SELETORA LADOS, ELE PERMITE A PASSAGEM DA
NA E NF CORRENTE ELÉTRICA. RESPONSÁVEL
POR LIGAR E DESLIGAR O CIRCUITO.

RESPONSÁVEL POR LIMITAR, LIGANDO


CHAVE FIM DE
OU DESLIGANDO O CIRCUITO
CURSO (S1) - NA

CHAVE FIM DE RESPONSÁVEL POR LIMITAR, LIGANDO


CURSO (S1) - NF OU DESLIGANDO O CIRCUITO

RESPONSÁVEL POR PROTEGER O


DISJUNTOR
CIRCUITO DE FORÇA CONTRA
MOTOR
CURTO- CIRCUITO E SOBRECARGA.
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155
IMAGEM NOMECLATURA SÍMBOLO FUNÇÃO

RESPONSÁVEL POR INDICAR O


SINALEIRO
FUNCIONAMENTO DO MOTOR

RESPONSÁVEL POR LIGAR E


CONTATOS PRINCIPAIS DESLIGAR A CARGA, ATRAVÉS DE
UM CIRCUITO DE COMANDO.

RESPONSÁVEL POR LIGAR E


CONTATO AUXILIAR N-A DESLIGAR A CARGA, ATRAVÉS DE
UM CIRCUITO DE COMANDO.

RESPONSÁVEL POR LIGAR E


CONTATO AUXILIAR N-F DESLIGAR A CARGA, ATRAVÉS DE
UM CIRCUITO DE COMANDO.

RESPONSÁVEL POR LIGAR E


BOBINA DESLIGAR A CARGA, ATRAVÉS DE
UM CIRCUITO DE COMANDO.

RELÉ TÉRMICO RESPONSÁVEL POR PROTEGER O


CONTATOS PRINCIPAIS CIRCUITO CONTRA SOBRECARGA,

RELÉ TÉRMICO DESLIGANDO O CIRCUITO EM


CONTATO N-A CASO DE ANORMALIDADE.
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156

IMAGEM NOMECLATURA SÍMBOLO FUNÇÃO

RESPONSÁVEL POR PROTEGER O


RELÉ TÉRMICO CIRCUITO CONTRA SOBRECARGA,
- CONTATO NF DESLIGANDO O CIRCUITO EM CASO DE
ANORMALIDADE.

RESPONSÁVEL POR MONITORAR A


RELÉ FALTA DE FASE SEQUÊNCIA E FALTA DE FASE. EM
CASO DE ANORMALIDADE IRÁ
DELIGAR O CIRCUITO.

RELÉ RESPONSÁVEL POR LIGAR OU DESLIGAR


TEMPORIZADOR A CARGA APÓS UM DETERMINADO
ON DELAY - NA TEMPO PRÉ-PROGRAMADO NO
PRÓRPIO RELÉ.

RELÉ TEMPORIZADOR ON RESPONSÁVEL POR LIGAR OU DESLIGAR


DELAY - NF A CARGA APÓS UM DETERMINADO
TEMPO PRÉ-PROGRAMADO NO
PRÓRPIO RELÉ.

RESPONSÁVEL POR LIGAR OU DESLIGAR


RELÉ TEMPORIZADOR A CARGA APÓS UM DETERMINADO
ON DELAY - BOBINA TEMPO PRÉ-PROGRAMADO NO
PRÓRPIO RELÉ.

RESPONSÁVEL POR TRANSFORMAR


MOTOR ELÉTRICO ENERGIA ELÉTRICA EM ENERGIA
MONOFÁSICO (M1) MECÂNICA.

RESPONSÁVEL POR TRANSFORMAR


MOTOR ELÉTRICO ENERGIA ELÉTRICA EM ENERGIA
TRIFÁSICO MECÂNICA.
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157
1.0 Diagrama Elétrico partida direta
com chave seletora visão 2D
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1.1 Diagrama Elétrico partida direta


158

com chave seletora visão 3D


R

440V
S
T
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Diagrama Elétrico partida direta com

159
chave seletora Descrição

Resumo do Funcionamento do Circuito de Comando


e Força

Ligação Inicial:
O circuito começa com a ativação dos disjuntores Q1
e Q2, que fornecem energia ao sistema.

Circuito de Comando:
Uma das fases é conectada diretamente ao terminal
A2 da bobina do contator K1.
Ao girar a chave seletora (CH1), a corrente elétrica flui
até o terminal A1 da bobina do contator K1,
energizando-a.

Circuito de Força:
A bobina energizada do contator K1 fecha seus
contatos principais, permitindo que a corrente
elétrica alimente o motor e o ligue.
Se o sistema for projetado para inversão de rotação
ou outro comando adicional, esses contatos podem
alterar a direção da corrente no motor.
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160

Proteção Contra Sobrecarga:


O relé térmico (F1), conectado ao circuito de
comando, monitora o sistema.
Em caso de sobrecarga, o contato normalmente
fechado do relé térmico se abre, interrompendo a
alimentação da bobina e desligando o motor.

Desligamento de Emergência:
O botão de emergência também pode ser usado
para desligar o sistema manualmente, abrindo o
circuito de comando.

Pontos Importantes:
O relé térmico protege o motor contra condições
anormais de operação.
O botão de emergência garante segurança ao
operador em situações críticas.
A chave seletora permite um controle manual direto
sobre o sistema.
“Essa sequência é típica de sistemas de partida
direta com dispositivos de proteção e segurança.”
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161
2.0 Diagrama Elétrico Partida direta
com Reversão e Relé falta de fase 2D

A Diagrama elétrico de força B


L1 L2 L3 N
440V

1 3 5
1
Q1
Q2

I> I> I>


2 4 6 I>
2

1 3 5 1 3 5 11
KM1 KM2 RFF
2 4 6 2 4 6 12 14

95

L1 L2 RT
1 3 5 L3
F 96
RT RFF
2 4 6

11
S0
12

U1 V1 W1 PE

13
M1 S1 K
14
PE
T

11
KM2
12

X1 A1
RFF KM1
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162

2.1 Diagrama Elétrico Partida direta


114

com Reversão e Relé falta de fase 2D


B C

Diagrama elétrico de controle


N
L3

1
Q2

I>
2

11
RFF
12 14

95
RT
96

11
S0
12

13 1 13 1 13 13
S1 KM1 S2 KM2 KM1 KM2
14 2 14 2 14 14

11 11
KM2 KM1
12 12

X1 A1 A1 X1 X1
RFF KM1 KM2 FRENT RÉ
X2 A2 A2 X2 X2
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163
2.2 Diagrama Elétrico Partida direta
com Reversão e Relé falta de fase 3D
Diagrama elétrico de controle

R S T T N
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164

Diagrama Elétrico Partida direta


com Reversão e Relé falta de fase

A partida direta com reversão é uma aplicação de


comandos elétricos usada para ligar um motor e
controlar o sentido de rotação de sua carga. É comum
em sistemas que exigem movimentos reversíveis, como
esteiras transportadoras, guinchos ou portas
automáticas.

Funcionamento da Partida Direta com Reversão:

Ligação Inicial:
O sistema é energizado ao ligar os disjuntores e
verificar que todos os componentes estão prontos para
operação.

Controle do Sentido de Rotação:

São usados dois contatores (K1 e K2) no circuito de


comando e força:

K1: Controla a rotação no sentido horário.


K2: Controla a rotação no sentido anti-horário.

A inversão do sentido ocorre pela troca de duas fases


no circuito de força, realizada pelos contatos dos
contatores.
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165
Diagrama Elétrico Partida direta
com Reversão e Relé falta de fase

Intertravamento Elétrico:

Para evitar que os contatores K1 e K2 sejam acionados


simultaneamente (curto-circuito), utiliza-se
intertravamento elétrico e mecânico:

Elétrico: Contatos auxiliares normalmente fechados


(NF) de cada contator bloqueiam o acionamento do
outro.
Mecânico: Dispositivo físico que impede ambos os
contatores de serem ativados ao mesmo tempo.

Proteção e Segurança:

O relé térmico protege o motor contra sobrecarga.


O botão de emergência permite desligar o circuito
manualmente em situações de risco.
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166

Diagrama Elétrico Partida direta


com Reversão e Relé falta de fase

Sequência de Operação:

Partida Horária:
Pressionar o botão Liga (horário) energiza a bobina do
contator K1.

O contator K1 fecha seus contatos principais,


permitindo que o motor gire no sentido horário.

O contato auxiliar NF de K2 bloqueia a ativação do


contator de reversão.

Partida Anti-Horária:
Pressionar o botão Liga (anti-horário) energiza a bobina
do contator K2.

O contator K2 fecha seus contatos principais, alterando


a sequência das fases e invertendo a rotação do motor.

O contato auxiliar NF de K1 bloqueia a ativação do


contator direto.

Desligamento:
Pressionar o botão Desliga ou ativar o botão de
emergência desliga o motor, abrindo o circuito de
comando.
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Vantagens da Partida Direta com Reversão:

167
Simplicidade:
Fácil de implementar em sistemas pequenos ou
médios.
Eficiência:
Controla a rotação sem necessidade de
equipamentos eletrônicos complexos.
Segurança:
Intertravamento evita acionamento simultâneo dos
contatores.

A partida direta com reversão é uma solução prática


para controle de motores trifásicos que requerem
mudanças no sentido de rotação.
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168

3.0 PARTIDA DIRETA COM BOTOEIRA


RETENTIVA E SINALIZAÇÃO 2D
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3.1 PARTIDA DIRETA COM BOTOEIRA

169
RETENTIVA E SINALIZAÇÃO 3D
R S T
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PARTIDA DIRETA COM BOTOEIRA


RETENTIVA E SINALIZAÇÃO
170

A partida direta com botoeira retentiva e sinalização é


um circuito de comando elétrico utilizado para ligar e
desligar motores elétricos, incorporando retenção
automática (através de um contato auxiliar) e
sinalização visual para indicar o estado do sistema. É
amplamente empregada em aplicações industriais e
residenciais pela sua simplicidade e funcionalidade.

Componentes do Circuito
Circuito de Comando:
Botão Liga (NA - Normalmente Aberto):
Inicia o motor.
Botão Desliga (NF - Normalmente Fechado):
Interrompe o funcionamento do motor.
Contato Auxiliar do Contator (NA):
Realiza a retenção, mantendo o motor ligado mesmo
após o botão Liga ser solto.
Lâmpadas de Sinalização:
1. Lâmpada Verde: Indica que o motor está ligado.
2. Lâmpada Vermelha: Indica que o motor está
desligado.
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PARTIDA DIRETA COM BOTOEIRA


RETENTIVA E SINALIZAÇÃO

171
Circuito de Força:
Disjuntor:
Protege o circuito contra curto-circuitos e sobrecargas.
Contator:
Liga/desliga a alimentação do motor.
Relé Térmico:
Protege o motor contra sobrecargas e falhas.

Funcionamento
Ligando o Motor:
Pressionar o botão Liga (NA) energiza a bobina do
contator, fechando seus contatos principais no
circuito de força, permitindo que o motor seja
alimentado.
Simultaneamente, o contato auxiliar NA do contator
no circuito de comando fecha, garantindo a
retenção do acionamento, mantendo o motor ligado
mesmo após soltar o botão Liga.
A lâmpada verde é acionada, indicando que o motor
está em operação.
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PARTIDA DIRETA COM BOTOEIRA


RETENTIVA E SINALIZAÇÃO
172

Desligando o Motor:
Pressionar o botão Desliga (NF) interrompe o
circuito de comando, desenergizando a bobina do
contator.
Com a bobina desenergizada, os contatos principais
do contator no circuito de força abrem, desligando o
motor.
A lâmpada verde apaga, e a lâmpada vermelha é
acionada, indicando que o motor está desligado.

Proteção Contra Sobrecargas:


Em caso de sobrecarga, o relé térmico desliga
automaticamente o motor, abrindo o circuito de
comando e protegendo o sistema.
A sinalização pode incluir uma lâmpada de falha para
alertar sobre a ocorrência.
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PARTIDA DIRETA COM BOTOEIRA


RETENTIVA E SINALIZAÇÃO

173
Diagrama Simplificado Circuito de Comando:
Botão Liga (NA) em série com a bobina do
contator.
Botão Desliga (NF) em série com o botão Liga e a
bobina.
Contato auxiliar NA do contator em paralelo com o
botão Liga (para retenção).
Lâmpadas de sinalização ligadas em paralelo aos
contatos do circuito para indicar o estado do
motor.
Circuito de Força:
Disjuntor → Contator → Relé térmico → Motor.

Vantagens
Simplicidade de Operação:
Fácil controle com botoeiras para ligar/desligar.
Segurança:
Proteção contra sobrecargas com relé térmico.
Indicação Visual:
Proporciona clareza sobre o status do motor.
Eficiência:
Uso do contato auxiliar para retenção economiza energia e
simplifica o circuito.
Esse sistema é uma solução prática e segura para controle
de motores em máquinas, bombas e ventiladores.
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4.0 PARTIDA DIRETA COM BOTOEIRA


174

PULSATIVO E CONTATO DE SELO 2D


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4.1 PARTIDA DIRETA COM BOTOEIRA

175
PULSATIVA E CONTATO DE SELO 3D
R S T
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PARTIDA DIRETA COM BOTOEIRA


176

PULSATIVA E CONTATO DE SELO

A partida direta com botoeira pulsativa e contato de


selo é um tipo de comando elétrico usado para acionar
motores elétricos. Esse sistema utiliza um botão
pulsador (momentâneo) para ligar o motor e um
contato auxiliar do contator para manter o circuito
energizado, dispensando a necessidade de pressionar
continuamente o botão.

“Esse tipo de partida é ideal para motores de baixa


potência e oferece um funcionamento simples e confiável.”

Componentes principais do circuito


Disjuntor termomagnético: Protege o circuito
contra sobrecargas e curtos.
Botoeira pulsativa (NA - Normalmente Aberto):
Usada para acionar o motor.
Botoeira pulsativa (NF - Normalmente Fechado):
Usada para desligar o motor.
Contator: Controla a alimentação do motor e
contém o contato auxiliar para o selo.
Contato auxiliar (NA do contator): Realiza a função
de selo, mantendo o contator energizado após o
botão de partida ser solto.
Relé térmico: Protege o motor contra sobrecarga
prolongada.
Motor elétrico: O equipamento que será acionado.
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PARTIDA DIRETA COM BOTOEIRA

177
PULSATIVA E CONTATO DE SELO

Funcionamento do circuito
1. Acionamento (ligar):
Ao pressionar o botão de partida (NA), a bobina do
contator é energizada.
O contator fecha seus contatos principais, ligando o
motor, e fecha o contato auxiliar (NA).
O contato auxiliar (NA) funciona como um "selo",
mantendo a bobina do contator energizada mesmo
após o botão de partida ser solto.
2. Desligamento:
Ao pressionar o botão de parada (NF), a bobina do
contator é desenergizada.
O contato auxiliar (NA) abre, interrompendo o selo, e
os contatos principais do contator desligam o motor.

Diagrama básico de comando


Circuito de Comando:
Fase L: Vai para o botão de parada (NF), depois para
o botão de partida (NA).
Do botão de partida, alimenta a bobina do contator
e passa pelo contato auxiliar (NA), formando o selo.
O neutro é ligado diretamente à bobina do contator.
Circuito de Força:
A alimentação trifásica passa pelo disjuntor
termomagnético, contatos principais do contator e,
em seguida, alimenta o motor.
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5.0 PARTIDA DIRETA COM BOTOEIRA


178

PULSATIVA, CONTATO DE SELO E


SINALIZAÇÃO 2D
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5.1 PARTIDA DIRETA COM BOTOEIRA

179
PULSATIVA, CONTATO DE SELO E
SINALIZAÇÃO 3D
R S T
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PARTIDA DIRETA COM BOTOEIRA PULSATIVA,


180

CONTATO DE SELO E SINALIZAÇÃO

A partida direta com botoeira pulsativa, contato de selo


e sinalização é um circuito simples e eficiente,
amplamente utilizado para acionar motores elétricos de
baixa potência. Além de incluir o contato de selo para
manter o motor ligado, ela utiliza lâmpadas de
sinalização para indicar o estado do sistema (ligado ou
desligado), aumentando a segurança e a praticidade na
operação.

Componentes principais do circuito


Disjuntor termomagnético: Protege contra
sobrecargas e curtos.
Botoeira pulsativa de partida (NA - Normalmente
Aberto): Liga o motor.
Botoeira pulsativa de parada (NF - Normalmente
Fechado): Desliga o motor.
Contator: Controla a alimentação do motor e
contém um contato auxiliar para o selo.
Contato auxiliar (NA do contator): Mantém o
circuito de comando energizado após o botão de
partida ser solto.
Relé térmico: Protege o motor contra sobrecarga
prolongada.
Lâmpada de sinalização verde: Indica que o motor
está desligado.
Lâmpada de sinalização vermelha: Indica que o
motor está ligado.
Motor elétrico: O equipamento a ser acionado.
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PARTIDA DIRETA COM BOTOEIRA PULSATIVA,

181
CONTATO DE SELO E SINALIZAÇÃO
Funcionamento do circuito
Acionamento (ligar):
Pressiona-se o botão de partida (NA), energizando a
bobina do contator.
O contator fecha seus contatos principais (ligando o
motor) e o contato auxiliar (NA), que mantém a
bobina energizada (função de selo).
A lâmpada verde (desligado) apaga, e a lâmpada
vermelha (ligado) acende.
Desligamento:
Pressiona-se o botão de parada (NF),
desenergizando a bobina do contator.
Os contatos principais e o contato auxiliar (NA) do
contator abrem, desligando o motor.
A lâmpada vermelha apaga, e a lâmpada verde
acende.
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PARTIDA DIRETA COM BOTOEIRA PULSATIVA,


182

CONTATO DE SELO E SINALIZAÇÃO

Diagrama básico do circuitoCircuito de Comando:


Fase S:
1. Passa pelo botão de parada (NF) e depois pelo botão
de partida (NA).
2. Alimenta a bobina do contator e o contato auxiliar
(NA), formando o circuito de selo.
3. Conecta às lâmpadas de sinalização:
A lâmpada verde (ligada em paralelo com o botão de
parada) apaga quando o motor está ligado.
A lâmpada vermelha (ligada em paralelo à bobina do
contator) acende quando o motor está em operação.
Fase T:
Liga diretamente à bobina do contator e às lâmpadas
de sinalização.
Circuito de Força:
A alimentação trifásica passa pelo disjuntor
termomagnético, pelos contatos principais do contator
e, em seguida, pelo relé térmico, alimentando o motor.

Vantagens do sistema:
“Sinalização clara: O operador sabe instantaneamente
o estado do motor.
Segurança e simplicidade: A botoeira pulsativa e o
contato de selo reduzem falhas operacionais.
Proteção integrada: O disjuntor e o relé térmico
garantem a segurança do sistema.”
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6.0 PARTIDA DIRETA COM DISJUNTOR MOTOR

183
E CHAVE SELETORA
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6.1 PARTIDA DIRETA COM DISJUNTOR MOTOR


184

E CHAVE SELETORA
R S T
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6.1 PARTIDA DIRETA COM DISJUNTOR MOTOR

185
E CHAVE SELETORA

A partida direta com disjuntor motor e chave seletora é


uma configuração usada para controlar o acionamento
de um motor elétrico de forma simples e eficaz,
permitindo ligar ou desligar o motor e selecionar o
estado operacional através de uma chave seletora.

Componentes principais do circuito


1. Disjuntor motor (protetor motor):
Combina as funções de disjuntor e relé térmico,
protegendo contra sobrecargas e curto-circuitos.
Pode ser usado como dispositivo de acionamento
manual.
2. Chave seletora:
Pode ser uma chave seletora de 2 posições
(liga/desliga) ou de 3 posições (exemplo:
manual/desligado/automático).
Permite alternar entre estados de funcionamento
ou modos de controle.
3. Contator:
Faz o acionamento do motor ao receber um
comando da chave seletora ou de um circuito
auxiliar.
4. Contato auxiliar do contator:
Permite manter o motor acionado (função de selo).
5. Motor elétrico:
O equipamento a ser acionado pela partida direta.
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6.1 PARTIDA DIRETA COM DISJUNTOR MOTOR


186

E CHAVE SELETORA

Funcionamento do circuito
1. Desligado:
Quando a chave seletora está na posição
"desligado", o motor permanece
desenergizado, sem enviar comando ao
contator.
2. Ligar (modo manual):
Na posição "liga" ou "manual" da chave
seletora, o comando é enviado diretamente
ao contator, que energiza o motor.
O contato auxiliar do contator fecha,
mantendo o motor ligado até que a chave
seletora volte para a posição "desligado".
3. Outros modos (opcional):
Se a chave seletora tiver uma posição
"automático", pode ser usada para integrar o
sistema a um comando externo, como um
CLP ou um temporizador.
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6.1 PARTIDA DIRETA COM DISJUNTOR MOTOR

187
E CHAVE SELETORA

Diagrama básico do circuito


1. Circuito de comando:
Fase S: Alimenta a chave seletora.
A chave seletora, dependendo da posição,
envia comando:
Para a bobina do contator diretamente
(modo manual).
Para um circuito externo, no caso de modo
"automático".
O contato auxiliar do contator (NA) fecha o
circuito para manter a bobina energizada
enquanto o motor está ligado.
Fase T: Conecta-se ao circuito de comando e
à bobina do contator.
2. Circuito de força:
A alimentação trifásica passa pelo disjuntor
motor, pelos contatos principais do contator
e, em seguida, alimenta o motor.
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6.1 PARTIDA DIRETA COM DISJUNTOR MOTOR


188

E CHAVE SELETORA

Vantagens do sistema
Proteção integrada: O disjuntor motor protege
contra falhas elétricas.
Simplicidade operacional: A chave seletora
facilita o controle do motor sem a necessidade
de botoeiras separadas.
Flexibilidade: Pode ser configurado para
trabalhar em modos manual e automático,
dependendo da aplicação.
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6.1 PARTIDA DIRETA COM DISJUNTOR MOTOR

189
E CHAVE SELETORA

Vantagens do sistema
Proteção integrada: O disjuntor motor protege
contra falhas elétricas.
Simplicidade operacional: A chave seletora
facilita o controle do motor sem a necessidade
de botoeiras separadas.
Flexibilidade: Pode ser configurado para
trabalhar em modos manual e automático,
dependendo da aplicação.
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7.0 PARTIDA DIRETA COM DISJUNTOR MOTOR,


190

CHAVE SELETORA E FIM DE CURSO


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7.1 PARTIDA DIRETA COM DISJUNTOR MOTOR,

191
CHAVE SELETORA E FIM DE CURSO

R S T

21
22
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PARTIDA DIRETA COM DISJUNTOR MOTOR,


192

CHAVE SELETORA E FIM DE CURSO

A partida direta com disjuntor motor, chave


seletora e fim de curso é uma configuração que
combina proteção, controle manual (ou
automático) e segurança adicional com a
utilização do fim de curso. Este tipo de circuito é
comumente usado para motores em sistemas de
movimentação (portões, esteiras, guinchos) onde
a parada em uma posição específica é necessária.

Componentes principais do circuito


1. Disjuntor motor (protetor motor):
Combina proteção contra sobrecarga e curto-
circuito com a possibilidade de ser usado
como chave de acionamento principal.
2. Chave seletora:
Geralmente com 3 posições:
Manual: Para operação direta pelo operador.
Desligado: Para interrupção total do circuito.
Automático: Para controle externo por
sensores ou outros dispositivos.
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PARTIDA DIRETA COM DISJUNTOR MOTOR,

193
CHAVE SELETORA E FIM DE CURSO

3. Fim de curso:
Dispositivo mecânico que interrompe ou
altera o circuito ao ser acionado por um
movimento físico.
Pode ser usado para parar o motor ou
alternar entre modos de funcionamento
(como mudar o sentido de rotação).
4. Contator:
Atua para energizar o motor. Possui contatos
auxiliares para realizar o selo e permitir o
funcionamento contínuo.
5. Contato auxiliar do contator:
Usado para manter o motor ligado enquanto
o comando não é interrompido.
6. Motor elétrico:
O equipamento acionado pelo circuito de
partida direta.
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PARTIDA DIRETA COM DISJUNTOR MOTOR,


194

CHAVE SELETORA E FIM DE CURSO

Funcionamento do circuito
1. Modo "Manual":
Ao selecionar a posição "manual" na chave
seletora, o operador tem controle direto sobre
o motor.
O fim de curso pode interromper o circuito
caso seja acionado, garantindo a parada do
motor em um limite seguro.
2. Modo "Automático":
Na posição "automático", o motor é
controlado por sensores ou outros dispositivos
externos.
O fim de curso atua para interromper ou
reverter o funcionamento dependendo da
lógica do circuito.
3. Parada:
O motor pode ser desligado movendo a chave
seletora para a posição "desligado" ou pela
atuação do fim de curso.
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PARTIDA DIRETA COM DISJUNTOR MOTOR,

195
CHAVE SELETORA E FIM DE CURSO
Diagrama básico do circuito de comando:

1. Fase S:
Passa pelo disjuntor motor para proteger o
circuito.
Alimenta a chave seletora, que redireciona o
comando dependendo da posição (manual ou
automático).
2. Botão de partida e parada (no modo
manual):
Conecta-se ao contator para acionar ou
desligar o motor.
3. Fim de curso:
Em série no circuito, interrompe o comando
ao atingir o limite programado.
4. Contato auxiliar do contator:
Realiza a função de selo para manter o
contator energizado enquanto o motor está
em operação.
5. Fase T:
Alimenta a bobina do contator e outros
dispositivos de comando.
6. Circuito de força:
A alimentação trifásica passa pelo disjuntor
motor e pelos contatos principais do contator.
Em seguida, a energia é fornecida ao motor.
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PARTIDA DIRETA COM DISJUNTOR MOTOR,


196

CHAVE SELETORA E FIM DE CURSO

Vantagens do sistema
Proteção integrada: O disjuntor motor protege
contra falhas.
Versatilidade: A chave seletora permite
alternar entre controle manual e automático.
Segurança: O fim de curso impede que o
motor ultrapasse os limites definidos,
protegendo equipamentos e operadores.
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8.0 PARTIDA DIRETA USANDO DISJUNTOR

197
MOTOR, CHAVE SELETORA COM FIM DE
CURSO E SINALIZAÇÃO
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8.0 PARTIDA DIRETA USANDO DISJUNTOR


198

MOTOR, CHAVE SELETORA COM FIM DE


CURSO E SINALIZAÇÃO 3D
R S T

13 21
14 22
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PARTIDA DIRETA USANDO DISJUNTOR

199
MOTOR, CHAVE SELETORA COM FIM DE
CURSO E SINALIZAÇÃO

A partida direta usando disjuntor motor, chave


seletora, fim de curso e sinalização é um
circuito que proporciona controle, proteção e
monitoramento. Ele é ideal para sistemas
onde é necessário indicar visualmente o
estado do motor, alternar entre modos de
operação (manual/automático) e garantir
segurança com a parada automática em
posições limites.

Componentes principais do circuito


1. Disjuntor motor:
Protege o motor contra sobrecargas e curtos e
também pode ser usado como chave principal para
ligar e desligar o sistema.
2. Chave seletora (3 posições):
Manual: Permite o controle direto pelo operador.
Desligado: Interrompe completamente o circuito.
Automático: O sistema é controlado por dispositivos
externos, como sensores ou temporizadores.
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PARTIDA DIRETA USANDO DISJUNTOR


200

MOTOR, CHAVE SELETORA COM FIM DE


CURSO E SINALIZAÇÃO
1. .
2. .
3. Fim de curso:
Interrompe ou altera o circuito ao atingir o limite
físico definido, garantindo segurança.
4. Contator:
Permite a alimentação do motor e contém contatos
auxiliares para realizar o selo.
5. Contato auxiliar do contator (NA):
Mantém o motor ligado (função de selo) após o
comando inicial.
6. Lâmpadas de sinalização:
Verde: Indica que o motor está desligado.
Vermelha: Indica que o motor está ligado.
Amarela (opcional): Pode indicar o acionamento do
fim de curso ou outra condição específica.
7. Motor elétrico:
Equipamento acionado pelo circuito.
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PARTIDA DIRETA USANDO DISJUNTOR

201
MOTOR, CHAVE SELETORA COM FIM DE
CURSO E SINALIZAÇÃO

Funcionamento do circuito
1. Modo Manual:
A chave seletora é colocada na posição "manual".
O operador aciona o botão de partida (NA),
energizando a bobina do contator.
O contato auxiliar do contator fecha, mantendo o
motor ligado (selo).
O fim de curso interrompe o circuito se atingir o
limite físico.
2. Modo Automático:
A chave seletora é colocada na posição "automático".
O comando do motor é realizado por dispositivos
externos, como sensores, relés ou CLPs.
O fim de curso pode ser usado para parar o motor ou
reverter o movimento, dependendo da aplicação.
3. Sinalização:
Quando o motor está desligado, a lâmpada verde
acende.
Quando o motor está ligado, a lâmpada vermelha
acende.
Se o fim de curso for acionado, a lâmpada amarela
pode ser usada para indicar essa condição.
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PARTIDA DIRETA USANDO DISJUNTOR


202

MOTOR, CHAVE SELETORA COM FIM DE


CURSO E SINALIZAÇÃO

Diagrama básico do circuito


1. Circuito de comando:
Fase S: Alimenta a chave seletora.
Na posição "manual," energiza o botão de partida.
Na posição "automático," energiza o circuito externo.
2. Fim de curso:
Instalado em série no comando da bobina do
contator, desliga o motor ao atingir o limite.
3. Contato auxiliar (NA): Realiza o selo para manter o
motor ligado.
4. Lâmpadas de sinalização: Ligadas em paralelo para
indicar os estados do sistema.
5. Circuito de força:
A alimentação trifásica passa pelo disjuntor motor e
pelos contatos principais do contator.
Em seguida, alimenta o motor.

Vantagens do sistema
Proteção completa: O disjuntor motor protege o circuito contra
falhas elétricas.
Versatilidade: A chave seletora permite alternar entre modos de
operação (manual/automático).
Segurança: O fim de curso impede movimentos indesejados,
protegendo o sistema.
Monitoramento: A sinalização visual facilita a identificação do
estado do motor e do sistema.
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PARTIDA DIRETA USANDO DISJUNTOR

203
MOTOR, CHAVE SELETORA COM FIM DE
CURSO E SINALIZAÇÃO

Vantagens do sistema
Proteção completa: O disjuntor motor
protege o circuito contra falhas elétricas.
Versatilidade: A chave seletora permite
alternar entre modos de operação
(manual/automático).
Segurança: O fim de curso impede
movimentos indesejados, protegendo o
sistema.
Monitoramento: A sinalização visual facilita a
identificação do estado do motor e do
sistema.
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9.0 PARTIDA DIRETA COM DISJUNTOR


204

MOTOR, CHAVE SELETORA E RELÉ FALTA


DE FASE
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9.1 PARTIDA DIRETA COM DISJUNTOR

205
MOTOR, CHAVE SELETORA E RELÉ FALTA
DE FASE 3D

R S T

13 21
14 22
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PARTIDA DIRETA COM DISJUNTOR


206

MOTOR, CHAVE SELETORA E RELÉ FALTA


DE FASE
A partida direta com disjuntor motor, chave
seletora e relé de falta de fase é uma
configuração comum para proteção e controle
de motores trifásicos. Este sistema protege o
motor contra danos causados pela ausência de
uma das fases, além de permitir alternar entre
modos de operação (manual/automático)
através de uma chave seletora.
Componentes principais do circuito
1. Disjuntor motor (protetor motor):
Combina proteção contra sobrecargas e
curto-circuitos e pode atuar como um
interruptor principal.
2. Chave seletora (3 posições):
Manual: Permite o controle direto pelo
operador.
Desligado: Interrompe completamente o
circuito.
Automático: Permite o controle por
sensores ou sistemas externos, como um
CLP.
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PARTIDA DIRETA COM DISJUNTOR

207
MOTOR, CHAVE SELETORA E RELÉ FALTA
1. .
DE FASE
2. .
3. Relé de falta de fase:
Monitora a presença das três fases na
alimentação do motor.
Interrompe o circuito de comando em
caso de falta de uma ou mais fases,
protegendo o motor contra danos.
4. Contator:
Realiza a comutação da energia elétrica
no motor e permite a ligação e
desligamento.
Possui contatos auxiliares para realizar a
função de selo.
5. Contato auxiliar do contator (NA):
Mantém o circuito de comando
energizado após o botão de partida ser
solto.
6. Motor elétrico:
O equipamento acionado pela partida
direta.
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PARTIDA DIRETA COM DISJUNTOR


208

MOTOR, CHAVE SELETORA E RELÉ FALTA


DE FASE
Funcionamento do circuito
1. Modo Manual:
Com a chave seletora na posição
"manual", o operador pode ligar ou
desligar o motor pressionando os botões
de partida e parada.
O relé de falta de fase monitora as
condições da rede trifásica. Se alguma
fase faltar, ele interrompe o circuito,
protegendo o motor.
2. Modo Automático:
Com a chave seletora na posição
"automático", o controle do motor é
realizado por um comando externo, como
um CLP, temporizador ou sensores.
O relé de falta de fase continua
monitorando e protege o motor de
eventuais problemas na alimentação.
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PARTIDA DIRETA COM DISJUNTOR

209
MOTOR, CHAVE SELETORA E RELÉ FALTA
1. . DE FASE
2. .
3. Proteção contra falta de fase:
Caso uma das fases da alimentação seja
interrompida, o relé de falta de fase
desliga a bobina do contator, evitando
que o motor opere de forma inadequada,
o que pode causar danos graves.

Diagrama básico do circuito


Circuito de comando:
Fase S:
Alimenta a chave seletora, que redireciona o
comando para o modo manual ou
automático.
Passa pelo relé de falta de fase, que age
como um "gatekeeper" para permitir ou
interromper o comando.
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PARTIDA DIRETA COM DISJUNTOR


210

MOTOR, CHAVE SELETORA E RELÉ FALTA


DE FASE

Botões de partida e parada:


No modo manual, o botão de partida (NA)
aciona a bobina do contator, e o botão de
parada (NF) interrompe o comando.
Contato auxiliar do contator (NA):
Realiza o selo para manter o contator
energizado enquanto o motor está ligado.
Relé de falta de fase:
Instalado em série no comando, desativa
o circuito caso uma fase seja perdida.
Circuito de força:
A alimentação trifásica passa pelo
disjuntor motor.
Os contatos principais do contator
conectam o motor à rede elétrica.
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PARTIDA DIRETA COM DISJUNTOR

211
MOTOR, CHAVE SELETORA E RELÉ FALTA
DE FASE

Vantagens do sistema
Proteção avançada:
O relé de falta de fase protege o motor
contra condições adversas, como a falta
de uma das fases.
Flexibilidade de operação:
A chave seletora permite alternar
facilmente entre controle manual e
automático.
Simplicidade:
Combina proteção, controle e segurança
em um sistema compacto e funcional.
Redução de falhas:
Minimiza riscos de danos ao motor devido à
operação com tensão insuficiente ou
desbalanceada.
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10.0 PARTIDA DIRETA BOMBA RECALQUE


212

COM CHAVE BOIA MANUAL E


AUTOMÁTICO
A B
L1 N T
L N PE
L1 N T

1 3 1 3
Q1 Q2

I> I> I> I>


2 4 2 4
95

96

11

12
F1

1 3 5
S0

I-0 -II 1
KM1
CH1
2 4 6
2 3

11
1 3 5
B-S
F1
12
2 4 6

13
B - INF
14

U1 V1 PE

X1 A1
M
-M H1 KM1
1
X2 A2
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10.1 PARTIDA DIRETA BOMBA RECALQUE

213
COM CHAVE BOIA MANUAL E
L1 L2 AUTOMÁTICO
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PARTIDA DIRETA BOMBA RECALQUE COM


214

CHAVE BOIA MANUAL E AUTOMÁTICO


A partida direta de bomba de recalque com chave boia
em modo manual e automático é uma configuração
utilizada para controlar o acionamento de bombas
d'água de forma eficiente e automatizada. Esse sistema
é amplamente usado em sistemas de abastecimento de
água ou drenagem, onde o nível de líquido em um
reservatório deve ser controlado automaticamente, com
a opção de operação manual para emergências ou
ajustes.

Componentes principais do circuito


1. Disjuntor motor (protetor motor):
Protege contra sobrecargas e curto-
circuitos e pode servir como chave geral
do sistema.
2. Chave seletora
(manual/desligado/automático):
Manual: Permite que o operador ligue ou
desligue a bomba diretamente.
Automático: A bomba é controlada pela
chave boia, que monitora o nível do
reservatório.
Desligado: Interrompe o circuito de
comando.
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PARTIDA
1. . DIRETA BOMBA RECALQUE COM

215
2.CHAVE
. BOIA MANUAL E AUTOMÁTICO
3. Chave boia:
Detecta o nível de líquido no reservatório.
Em posição "alta", aciona a bomba para
interromper o abastecimento.
Em posição "baixa", desliga a bomba ao
atingir o nível desejado.
4. Contator:
Realiza o acionamento da bomba,
permitindo o controle remoto e
automático.
Possui contatos auxiliares para a função
de selo.
5. Contato auxiliar (NA) do contator:
Mantém o contator energizado enquanto
a bomba estiver funcionando, no modo
manual.
6. Motor da bomba:
O equipamento que faz o recalque de
água.
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PARTIDA DIRETA BOMBA RECALQUE COM


216

1.CHAVE BOIA MANUAL E AUTOMÁTICO


7 Lâmpadas de sinalização (opcional):
Verde: Indica que a bomba está
desligada.
Vermelha: Indica que a bomba está
ligada.
Amarela (opcional): Indica falha ou nível
crítico no reservatório.

Funcionamento do circuito
1. Modo Manual:
A chave seletora é colocada na posição
"manual".
O operador controla o acionamento da
bomba pressionando os botões de partida
e parada.
A bomba opera independentemente do
nível do reservatório.
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PARTIDA DIRETA BOMBA RECALQUE COM

217
CHAVE BOIA MANUAL E AUTOMÁTICO
1. .
2. Modo Automático:
A chave seletora é colocada na posição
"automático".
O acionamento e desligamento da
bomba são feitos automaticamente pela
chave boia, de acordo com o nível do
reservatório.
Quando o nível do reservatório atinge o
limite inferior, a chave boia fecha o
circuito, acionando a bomba.
Ao atingir o nível superior, a chave boia
abre o circuito, desligando a bomba.
3. Parada:
No modo "manual," o operador pode
desligar a bomba pressionando o botão
de parada.
No modo "automático," a bomba é
desligada automaticamente pela chave
boia.
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PARTIDA DIRETA BOMBA RECALQUE COM


218

CHAVE BOIA MANUAL E AUTOMÁTICO

Diagrama básico do circuito


Circuito de comando:
1. Fase L1:
Alimenta a chave seletora, que
redireciona o comando:
Para o botão de partida no modo manual.
Para a chave boia no modo automático.
2. Botões de partida (NA) e parada (NF):
Usados no modo manual para ligar e
desligar a bomba.
3. Contato auxiliar do contator (NA):
Realiza o selo no modo manual.
4. Chave boia:
Atua no modo automático para controlar
o acionamento da bomba com base no
nível do reservatório.
5. Lâmpadas de sinalização:
Ligadas em paralelo para indicar o estado
do sistema.
Circuito de força:
A alimentação trifásica passa pelo disjuntor
motor e pelos contatos principais do
contator.
1. .
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2. .
3. .
PARTIDA DIRETA BOMBA RECALQUE COM

219
4. .
CHAVE BOIA MANUAL E AUTOMÁTICO
5. .
Circuito de força:
A alimentação trifásica passa pelo
disjuntor motor e pelos contatos
principais do contator.
Alimenta o motor da bomba diretamente.
Vantagens do sistema
Automação e eficiência: O modo
automático reduz a necessidade de
intervenção humana e melhora o
gerenciamento de recursos.
Flexibilidade: A chave seletora permite
alternar facilmente entre operação
manual e automática.
Proteção do equipamento: A chave boia
evita que a bomba opere em condições
inadequadas, como sem água.
Simplicidade: O sistema é direto, fácil de
instalar e operar.
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11.0 PARTIDA DIRETA BOMBA RECALQUE


220

COM CHAVE BOIA MANUAL E


AUTOMÁTICA E RELÉ FALTA DE FASE
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11.1 PARTIDA DIRETA BOMBA RECALQUE


COM CHAVE BOIA MANUAL E

221
AUTOMÁTICA E RELÉ FALTA DE FASE
L1 L2 L3
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PARTIDA DIRETA BOMBA RECALQUE COM


222

CHAVE BOIA MANUAL E AUTOMÁTICA E


RELÉ FALTA DE FASE

Um sistema de partida direta para uma


bomba de recalque com chave boia
(funcionamento manual e automático) e relé
de falta de fase é utilizado para operar
bombas de forma segura e eficiente,
protegendo o motor contra falta de fase e
controlando o funcionamento conforme o
nível do reservatório ou tanque.

Componentes do Sistema:
1. Contator:
Controla o acionamento do motor da
bomba.
2. Relé de Sobrecarga:
Protege o motor contra sobrecargas.
3. Relé de Falta de Fase:
Protege o motor contra desequilíbrios ou
a perda de uma das fases.
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PARTIDA DIRETA BOMBA RECALQUE COM

223
1. .
CHAVE BOIA MANUAL E AUTOMÁTICA E
2. . RELÉ FALTA DE FASE
3. .
4. Chave Bóia:
Controla o nível de líquido no reservatório
ou poço e aciona/desliga a bomba
automaticamente.
Modo Automático:
A chave bóia controla a operação da
bomba conforme o nível do líquido.
Modo Manual:
O operador pode ligar/desligar a bomba
independentemente do nível do líquido.
5. Chave de Seleção Manual/Automático:
Permite alternar entre os dois modos de
operação.
6. Botões de Liga/Desliga:
Para acionamento manual da bomba.
7. Quadro de Comando:
Abriga os componentes elétricos e
oferece proteção.
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PARTIDA DIRETA BOMBA RECALQUE COM


224

CHAVE BOIA MANUAL E AUTOMÁTICA E


RELÉ FALTA DE FASE

Funcionamento do Sistema:
1. Modo Automático:
A chave bóia detecta o nível do líquido.
Quando o nível atinge o limite inferior, a
chave bóia fecha o circuito e aciona o
contator, ligando a bomba.
Ao atingir o nível superior, a chave bóia
abre o circuito, desligando a bomba.
2. Modo Manual:
O operador utiliza os botões Liga e
Desliga para acionar ou desligar a bomba,
independentemente do nível do líquido.
3. Proteção:
O relé de falta de fase monitora as três
fases da alimentação elétrica. Se ocorrer a
perda de uma fase ou um desequilíbrio
grave, o relé desliga o circuito para
proteger o motor.
O relé de sobrecarga protege o motor
contra correntes excessivas.
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PARTIDA DIRETA BOMBA RECALQUE COM

225
CHAVE BOIA MANUAL E AUTOMÁTICA E
RELÉ FALTA DE FASE

Esquema Elétrico Básico:


1. Alimentação Trifásica:
Entrando pelo disjuntor geral.
2. Relé de Falta de Fase:
Instalado antes do contator para
monitoramento da rede.
3. Contator:
Responsável por ligar/desligar a bomba.
4. Relé de Sobrecarga:
Em série com o contator para proteção
contra sobrecargas.
5. Chave de Seleção Manual/Automático:
Seleciona o modo de operação.
6. Chave Bóia:
Conectada no circuito do modo
automático.
7. Botões Liga/Desliga:
Inseridos no circuito do modo manual.
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PARTIDA DIRETA BOMBA RECALQUE COM


226

CHAVE BOIA MANUAL E AUTOMÁTICA E


RELÉ FALTA DE FASE

Observações Importantes:

Certifique-se de dimensionar corretamente


os componentes (relés, contator e fiação) de
acordo com a potência do motor da bomba.
Use cabos com seções adequadas para
suportar a corrente nominal da bomba.
Realize testes funcionais e ajustes de
calibração no relé de sobrecarga e no relé de
falta de fase.
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227
114

12.0 PARTIDA DIRETA BOMBA SUBMERSA


CANETA COM CHAVE BOIA MANUAL E
A AUTOMÁTICA E RELÉ FALTA DE FASE
B C D E

1
L1 L2 L3 N
LINHA

1 3 5 1 3
Q1 Q3
L1 L2 L3
2
Q2 F
I> I> I> I>
2 4 6 2 4

13
Q2
14
1 3 5
KM1
11

12

95

96
2 4 6

F1
S0

1 3 5 I -II -III 1
F1 Selet
2 4 6 2 0 4

11
Boia
12
4 U1 V1 W1 PE

X1 A1
M
Subme H1 KM1
3
X2 A2

5
Data Nome Assinaturas Enti d ad e Título

D es enhad o

Verificado
A B C D E
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12.1 PARTIDA DIRETA BOMBA SUBMERSA


228

CANETA COM CHAVE BOIA MANUAL E


AUTOMÁTICA E RELÉ FALTA DE FASE
L1 L2 L3
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PARTIDA DIRETA BOMBA SUBMERSA

229
CANETA COM CHAVE BOIA MANUAL E
AUTOMÁTICA E RELÉ FALTA DE FASE

A partida direta para uma bomba submersa


tipo caneta com chave bóia (manual e
automática) e relé de falta de fase segue
princípios semelhantes ao de outras bombas,
mas é adaptada para o ambiente submerso e
para a configuração específica desse tipo de
bomba.

Componentes Necessários:
1. Contator: Liga e desliga o motor da
bomba.
2. Relé de Sobrecarga: Protege o motor
contra sobrecorrente.
3. Relé de Falta de Fase: Protege o motor
contra desequilíbrios ou perda de uma
fase.
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PARTIDA DIRETA BOMBA SUBMERSA


230

1.CANETA
. COM CHAVE BOIA MANUAL E
2.AUTOMÁTICA
. E RELÉ FALTA DE FASE
3. .
4. Chave Bóia: Controla automaticamente o
acionamento da bomba conforme o nível
de água.
5. Chave de Seleção Manual/Automático:
Permite alternar entre controle
automático e manual.
6. Botões Liga/Desliga: Para operação
manual.
7. Disjuntor Geral: Para proteção contra
curtos-circuitos e sobrecargas.
8. Filtro de Proteção (opcional): Protege
contra surtos elétricos ou picos de tensão.
9. Quadro de Comando: Para abrigar todos
os componentes elétricos.
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PARTIDA DIRETA BOMBA SUBMERSA

231
CANETA COM CHAVE BOIA MANUAL E
AUTOMÁTICA E RELÉ FALTA DE FASE

Funcionamento:
Modo Automático:
A chave bóiacontrola o funcionamento da
bomba com base no nível do reservatório:
Se o nível de água cair abaixo do limite
inferior, a chave bóia fecha o circuito e
aciona o contator para ligar a bomba.
Quando o nível superior for atingido, a
chave bóia abre o circuito, desligando a
bomba.
Modo Manual:
O operador utiliza os botões Liga e
Desliga para ligar ou desligar a bomba
manualmente, independentemente do
nível do reservatório.
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PARTIDA DIRETA BOMBA SUBMERSA


232

CANETA COM CHAVE BOIA MANUAL E


AUTOMÁTICA E RELÉ FALTA DE FASE

Proteções:
Relé de Falta de Fase: Monitora as três
fases e desliga a bomba em caso de perda
ou desequilíbrio de fases, evitando danos
ao motor.
Relé de Sobrecarga: Desliga a bomba em
caso de corrente excessiva devido a
bloqueio, problemas mecânicos ou
elétricos.

Esquema Elétrico:
Alimentação Trifásica: Passa pelo
disjuntor geral.
Relé de Falta de Fase: Instalado no início
do circuito para monitoramento contínuo
da alimentação.
Chave de Seleção Manual/Automático:
Seleciona o modo de controle.
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PARTIDA DIRETA BOMBA SUBMERSA

233
CANETA COM CHAVE BOIA MANUAL E
AUTOMÁTICA E RELÉ FALTA DE FASE

Chave de Seleção Manual/Automático:


Seleciona o modo de controle.
Modo Automático: A chave bóia é
conectada ao circuito de controle do
contator.
Modo Manual: Botões de comando são
conectados ao circuito de controle do
contator.
Relé de Sobrecarga: Instalado no circuito
de potência para proteção do motor.
Contator: Liga/desliga o motor da bomba.
Saída para a Bomba Submersa: Conexão
do contator aos cabos do motor
submerso.
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PARTIDA DIRETA BOMBA SUBMERSA


234

CANETA COM CHAVE BOIA MANUAL E


AUTOMÁTICA E RELÉ FALTA DE FASE

Cuidados Específicos para Bombas


Submersas:
Proteção Contra Trabalho a Seco:
Certifique-se de que a chave bóia esteja
calibrada para evitar que a bomba
funcione sem água, o que pode danificar
o motor.
Aterramento: A bomba deve estar
adequadamente aterrada para evitar
choques elétricos e proteger o sistema.
Vedação dos Cabos: Use conectores e
isolantes apropriados para evitar
infiltração de água nos terminais elétricos.
Verificação da Profundidade: Certifique-se
de que a bomba está submersa na
profundidade correta para o seu
funcionamento ideal.
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235
13.0 COMANDO PARA DUAS BOMBAS DE
RECALQUE COM REVEZAMENTO AUTOMÁTICO

LAYOUT

Caixas d'Água e Boias para


acionar automação

Bombas Recalque e
tubulações de interligação

Esse Projeto geralmente é


aplicado em prédios ou em
ambiente que demanda
muito fluxo d’Água.
236
COMANDO PARA DUAS BOMBAS DE RECALQUE COM REVEZAMENTO AUTOMÁTICO
A B C D E F G H

ALIMENTAÇÃO3F - 220V
L1 L2 L3 PE I -II -III C
AL
CMT 1 53 43 43 43
K1 K2 KT1 KT2
1 1 3 5 1 MANU -0- AUTO M 0 A 1
L1 L2 L3 4 11 54 44 44 44
DJG T
RFF F B1
T EST E 2 CISTERNA

18
19
20
21

5 12

3
I> I> I> RELE FALTA DE FASE
2 4 6 X1 X1 X1 X1

6
B1L B2L RT1L RT2L
1 5 13

1
B2 BÓIA X2 X2 X2 X2
C CX. DE CONSUMO
RFF 6 14
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NF NA BOMBA 1 BOMBA 2 TÉRMICO B1 TÉRMICO B2


2 I -II -III 1 LIGADA LIGADA AT UADO AT UADO 2
1 3 5 1 3 5 1 3
CMT2
DJB1 DJB2 DJC
BOMBA 1 -RVZ- BOMBA 2 2 3 4

I> I> I> I> I> I> I> I>

9
2 4 6 2 4 6 2 4

1 3 5 1 3 5 13 11 13 13 13 13 43 43 97 97
K1 K2 KT2 D1 K1 D1 K2 KT1 K1 D1 RT1 RT2
3 3

7
12

2 4 6 2 4 6 14 12 14 14 14 14 44 44 98 98

10 11 14
11 11 21
1 3 5 1 3 5 K2 K1 K2
RT1 RT2

2
12 12 22
2 4 6 2 4 6
16
17

95 95
15

XB1 XB2
RT1 RT2
4 4
96 96

8
13

X1 A1 A1 A1 A1 A1
U1 V1 W1 PE U1 V1 W1 PE FF K1 K2 D1 KT1 KT2
X2 A2 A2 A2 A2 A2
M M
B1 B1
3 3
0
FALT A CONT AT OR CONT AT OR CONT AT OR CONT AT OR CONT AT OR
FASE BOMBA 1 BOMBA 2 REVEZAMENTO TÉRMICO B1 TÉRMICO B2
BOMBA 1 BOMBA 2
5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título Data 12/01/2022 Num1: de 1
Desenhado 12/01/202 W COMANDO PARA DUAS
BOMBAS DE RECALQUE - Versão 2 Arquivo:
Verificado 2 esllei
A B C D E F G H
12/01/202 W

2 esllei
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COMANDO PARA DUAS BOMBAS DE

237
RECALQUE COM REVEZAMENTO AUTOMÁTICO

Um sistema de comando para duas bombas de


recalque com revezamento automático é
projetado para operar as bombas
alternadamente, aumentando sua vida útil,
reduzindo desgaste e garantindo operação
contínua, mesmo em caso de falha de uma das
bombas. Esse sistema é frequentemente usado
em estações elevatórias de água ou esgoto.

Componentes Necessários:
Contator para cada bomba: Controla o
acionamento das bombas.
Relé de Sobrecarga: Protege os motores
contra sobrecargas.
Relé de Falta de Fase: Protege contra a
perda de fases.
Relé Temporizador (ou PLC): Gerencia o
revezamento automático das bombas.
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COMANDO PARA DUAS BOMBAS DE


238

RECALQUE COM REVEZAMENTO AUTOMÁTICO

Chaves Bóia:
Bóia de Nível Baixo: Para desativar as
bombas se o nível for muito baixo.
Bóia de Nível Médio: Para ativar uma
bomba.
Bóia de Nível Alto: Para ativar ambas as
bombas (em situações de alta demanda).
Botões de Liga/Desliga para cada bomba:
Para acionamento manual.
Chave de Seleção Manual/Automático:
Permite alternar entre operação manual e
automática.
Quadro de Comando: Para abrigar todos os
componentes.
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COMANDO PARA DUAS BOMBAS DE

239
RECALQUE COM REVEZAMENTO AUTOMÁTICO

Funcionamento:
1. Modo Automático com Revezamento:
Quando o nível atinge o nível médio, o
sistema liga a bomba 1 na primeira
operação.
Na próxima vez que o nível atingir o nível
médio, o sistema liga a bomba 2, alternando
as bombas automaticamente.
Se o nível atinge o nível alto, ambas as
bombas são acionadas para atender à
demanda.
2. Modo Manual:
As bombas podem ser ligadas
individualmente por botões de
acionamento, independentemente do nível
do líquido.
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COMANDO PARA DUAS BOMBAS DE


240

RECALQUE COM REVEZAMENTO AUTOMÁTICO


1. .
2. .
3. Proteção e Alarmes:
O relé de sobrecarga desliga a bomba em
caso de sobrecarga elétrica ou mecânica.
O relé de falta de fase impede o
funcionamento em condições de
desequilíbrio ou falta de fases.
O sistema desliga ambas as bombas se o
nível cair abaixo do nível baixo, prevenindo
trabalho a seco.
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COMANDO PARA DUAS BOMBAS DE

241
RECALQUE COM REVEZAMENTO AUTOMÁTICO

Esquema Elétrico:
1. Alimentação Trifásica:
Passa por disjuntores gerais e relés de
proteção.
2. Controle de Revezamento:
Implementado com um relé temporizador
cíclico ou programado em um PLC
(Controlador Lógico Programável).
3. Acionamento das Bombas:
Contator 1 e Contator 2 conectados às
bombas.
Intertravamento elétrico para evitar que
ambas as bombas sejam acionadas
simultaneamente no modo normal.
4. Chaves Bóia:
Conectadas ao circuito de controle para
indicar os níveis e acionar/desligar as
bombas.
5. Modo Manual:
Botões independentes para cada bomba,
conectados diretamente aos contatores.
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COMANDO PARA DUAS BOMBAS DE


242

RECALQUE COM REVEZAMENTO AUTOMÁTICO

Benefícios do Revezamento:
Distribuição Uniforme de Trabalho: Reduz
o desgaste em uma única bomba.
Redundância: Garante operação contínua
caso uma bomba apresente falhas.
Economia de Energia: Aciona apenas a
bomba necessária, evitando consumo
excessivo.

Sugestão de Sequência de Operação Automática:


Quando o nível médio for atingido, o sistema verifica
qual bomba não foi acionada na operação anterior e
a liga.
Quando o nível alto for atingido, ambas as bombas
são ligadas para maior vazão.
Se o nível cair abaixo do nível médio, as bombas
desligam (uma ou ambas, conforme o nível).
Se o nível cair abaixo do nível baixo, nenhuma
bomba funciona até que o nível médio seja atingido
novamente.
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14.0 PARTIDA DIRETA COM REVERSÃO COM

243
CHAVE SELETORA E SINALIZAÇÃO
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14.1 PARTIDA DIRETA COM REVERSÃO COM


244

CHAVE SELETORA E SINALIZAÇÃO

L1 L2 L3

Q2
Q1

BEM

CH1
K1

K2

H1
F1

H2

M1
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PARTIDA DIRETA COM REVERSÃO COM

245
CHAVE SELETORA E SINALIZAÇÃO

Um sistema de partida direta com reversão


utilizando uma chave seletora e sinalização é
frequentemente empregado em motores que
precisam operar em ambos os sentidos de
rotação, como guinchos, esteiras
transportadoras, ou máquinas industriais.
Componentes do Sistema:
Contator Principal Direto (CD): Liga o
motor no sentido horário.
Contator Principal Reverso (CR): Liga o
motor no sentido anti-horário.
Relé de Sobrecarga: Protege o motor
contra sobrecorrente.
Chave Seletora (Reversão): Permite
escolher o sentido de rotação (horário/anti-
horário).
Botões de Liga/Desliga:
Botão Liga: Para acionar o motor no sentido
selecionado.
Botão Desliga: Para desligar o motor.
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PARTIDA DIRETA COM REVERSÃO COM


246

CHAVE SELETORA E SINALIZAÇÃO

Lâmpadas de Sinalização: Indicam o


sentido de rotação ativo (verde para horário,
vermelho para anti-horário, por exemplo).
Disjuntor Geral: Protege contra curtos-
circuitos e sobrecargas.
Fiação com Intertravamento Elétrico:
Impede que os contatores direto e reverso
sejam acionados ao mesmo tempo.

Funcionamento:
Seleção do Sentido: A chave seletora é
posicionada no sentido desejado (horário ou
anti-horário).
Acionamento: Pressionar o botão Liga
energiza o contator correspondente (CD ou
CR) com base na posição da chave seletora.
O motor gira no sentido definido.
Desligamento: Pressionar o botão Desliga
desenergiza o contator e para o motor.
Sinalização: Uma lâmpada acende para
indicar o sentido de rotação em operação.
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PARTIDA DIRETA COM REVERSÃO COM

247
CHAVE SELETORA E SINALIZAÇÃO

Esquema Elétrico Básico:


1. Circuito de Potência:
Alimentação: A alimentação trifásica entra
pelo disjuntor geral.
Motores: Os contatores (CD e CR) são
conectados ao motor.
Reversão: A inversão do sentido é feita
trocando duas fases na saída do contator
reverso (CR).
2. Circuito de Comando:
Intertravamento: Contatos auxiliares dos
contatores CD e CR são usados para garantir
que os dois contatores não sejam acionados
simultaneamente.
Quando CD está acionado, um contato
normalmente fechado impede que CR seja
acionado, e vice-versa.
Chave Seletora: Controla qual contator será
ativado quando o botão Liga for
pressionado.
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PARTIDA DIRETA COM REVERSÃO COM


248

CHAVE SELETORA E SINALIZAÇÃO

Botões de Comando: Liga e Desliga


controlam a energização do sistema.
Lâmpadas de Sinalização: Conectadas em
paralelo com os contatores para indicar o
contator em operação.

Segurança:
Intertravamento Mecânico (Opcional):
Além do intertravamento elétrico, pode-se
usar um dispositivo mecânico para evitar o
acionamento simultâneo dos contatores.
Aterramento: O sistema deve estar
devidamente aterrado para garantir
segurança.
Relé de Sobrecarga: Instalar entre os
contatores e o motor para proteger contra
sobrecarga elétrica.
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15.0 PARTIDA DIRETA COM MANUAL E

249
AUTOMÁTICO, PROGRAMADOR HORÁRIO E
RELÉ FALTA DE FASE
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15.1 PARTIDA DIRETA COM MANUAL E


250

AUTOMÁTICO, PROGRAMADOR HORÁRIO E


RELÉ FALTA DE FASE

L1 L2 L3
PH
D1

Q2
Q1

CH. EM
K1

CH1

M1
H1
F1
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PARTIDA DIRETA COM MANUAL E

251
AUTOMÁTICO, PROGRAMADOR HORÁRIO E
RELÉ FALTA DE FASE

Um sistema de partida direta com modo


manual e automático, utilizando um
programador horário e um relé de falta de fase,
é uma solução versátil e eficiente para controlar
equipamentos que precisam operar em
horários específicos e com proteção contra
falhas de energia.

Componentes Necessários:
Contator: Controla o acionamento do motor.
Relé de Sobrecarga: Protege o motor
contra sobrecorrentes.
Relé de Falta de Fase: Protege contra falhas
em uma ou mais fases.
Programador Horário: Aciona o sistema em
horários programados no modo automático.
Chave Seletora (Manual/Automático):
Alterna entre os modos de operação.
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PARTIDA DIRETA COM MANUAL E


252

AUTOMÁTICO, PROGRAMADOR HORÁRIO E


RELÉ FALTA DE FASE

Botões Liga/Desliga:
Liga (manual): Aciona o motor no modo
manual.
Desliga: Desliga o motor em ambos os
modos.
Disjuntor Geral: Protege contra curtos-
circuitos e sobrecargas.
Sinalização (opcional): Lâmpadas
indicadoras para operação manual,
automática ou falha.

Funcionamento do Sistema:
1. Modo Manual:
O operador aciona o motor pressionando o
botão Liga.
O motor continua ligado até que o botão
Desliga seja pressionado ou ocorra uma
falha (sobrecarga ou falta de fase).
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PARTIDA DIRETA COM MANUAL E

253
AUTOMÁTICO, PROGRAMADOR HORÁRIO E
RELÉ FALTA DE FASE
1. .
2. Modo Automático:
O programador horário liga e desliga o
motor automaticamente conforme a
programação definida.
O sistema permanece sob controle do
programador enquanto a chave seletora
estiver no modo automático.
3. Proteção:
O relé de falta de fase desliga o sistema
automaticamente se detectar uma falha de
fase.
O relé de sobrecarga desliga o motor em
caso de corrente excessiva.
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PARTIDA DIRETA COM MANUAL E


254

AUTOMÁTICO, PROGRAMADOR HORÁRIO E


RELÉ FALTA DE FASE

Esquema Elétrico Básico:


1. Circuito de Potência:
Alimentação: A alimentação trifásica é
conectada ao disjuntor geral e, em seguida,
ao relé de falta de fase.
Saída: O contator liga o motor ao circuito
trifásico.
Circuito de Comando:
Chave Seletora: No modo Manual, o botão
Liga controla diretamente o contator.
No modo Automático, o contato do
programador horário controla o contator.
Relé de Sobrecarga: Instale no circuito de
comando para desenergizar o contator em
caso de sobrecarga.
Relé de Falta de Fase: Monitora as fases e
desliga o comando em caso de falha.
Botões: Liga e Desliga permitem o
acionamento manual.
Programador Horário: Define os horários de
operação automática.
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PARTIDA DIRETA COM MANUAL E

255
AUTOMÁTICO, PROGRAMADOR HORÁRIO E
RELÉ FALTA DE FASE

Fluxo de Operação:
1. Modo Manual: Posicionar a chave seletora no
modo Manual.
Pressionar o botão Liga para acionar o motor.
Pressionar o botão Desliga para interromper o
funcionamento.
2. Modo Automático:
Posicionar a chave seletora no modo
Automático.
Configurar o programador horário com os
horários desejados.
O programador aciona o contator nos horários
programados.

Vantagens do Sistema:
Flexibilidade: Permite alternar entre operação
manual e automática conforme a necessidade.
Segurança: Protege o motor contra falhas de
fase e sobrecarga.
Eficiência: O programador horário garante
operação nos períodos necessários, evitando
desperdício de energia.
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16.0 INTERRUPTOR DE TRANSFERÊNCIA


256

AUTOMÁTICA

Gerador
Rede

L1 L2 L3
L1 L2 L3

L
R/G

1
N -Q3
1 3 5 1 3 5
N Gerador
Rede -Q1 -Q2
I>
2
I> I> I> I> I> I>
2 4 6 2 4 6
11
Simulador Falta de fase
Botão
1 3 5 1 3 5
- K M2 12 14
-KM1
2 4 6 2 4 6

A1 A1
-KM1 -KM2
A2 A2
X1 X1 X1
Car1 Car2 Car3
X2 X2 X2

EXEMPLO DE CARGA
QUE PODE SER USADO
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16.1 INTERRUPTOR DE TRANSFERÊNCIA

257
AUTOMÁTICA
Gerador
Concessionária

N
2 L3
Interruptor de L1 L

Transferência

L1 L2 L3 N
L1 L2 L3 N L1 L2 L3 N

Rede
L1 L2 L3 N L1 L2 L3 N

Gerador
Disjuntor

EXEMPLO DE CARGAS QUE


PODEM SER APLICÁVEIS
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258

INTERRUPTOR DE TRANSFERÊNCIA
AUTOMÁTICA
Um Interruptor de Transferência Automática
(ATS - Automatic Transfer Switch) é um
dispositivo essencial para sistemas que
necessitam de energia elétrica contínua. Ele é
responsável por alternar automaticamente a
fonte de alimentação entre a rede elétrica
principal e uma fonte secundária, como um
gerador ou outro sistema de backup, em caso
de falha ou interrupção da energia principal.

Componentes Principais de um ATS


Contatores ou Disjuntores de Transferência:
Realizam a comutação entre as fontes.
Controlador Lógico: Monitora a tensão,
frequência e outras condições da rede
elétrica.
Relés de Proteção: Garantem a segurança
no processo de transferência.
Fontes de Alimentação: Fonte Principal
(rede elétrica). Fonte Secundária (gerador,
UPS, etc.).
Sinalizadores e Alarmes: Indicam o estado
operacional do sistema.
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259
INTERRUPTOR DE TRANSFERÊNCIA
AUTOMÁTICA
Funcionamento Básico
Condição Normal: A carga é alimentada pela
rede elétrica principal. O ATS monitora
continuamente a tensão e a frequência.
Falha na Rede Elétrica: O ATS detecta a
anormalidade e aciona a fonte secundária
(gerador). Após o gerador atingir as
condições ideais, o ATS transfere a carga
para a fonte secundária.
Retorno da Energia: Quando a energia da
rede é restabelecida e estabilizada, o ATS
transfere automaticamente a carga de volta
à rede principal.
Tipos de ATS
ATS Padrão: Usado para alternar entre a rede
elétrica e o gerador.
ATS Redundante: Permite a transferência
entre várias fontes de alimentação para
maior confiabilidade.
ATS Combinado: Integra recursos de
monitoramento remoto e automação
avançada.
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260

INTERRUPTOR DE TRANSFERÊNCIA
AUTOMÁTICA

APLICAÇÕES
HOSPITAIS E INSTALAÇÕES MÉDICAS.
DATA CENTERS E SERVIDORES.
INDÚSTRIAS E FÁBRICAS.
EDIFÍCIOS COMERCIAIS E RESIDENCIAIS.
SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÃO.

Esquema Básico
1. Um diagrama típico de ATS inclui:
Entrada da Rede Principal (L1, L2, L3 e N).
Entrada da Fonte Secundária (gerador).
Unidade de Controle (relés e
temporizadores).
Contatores de Comutação.
Saída para a Carga.
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17.0 ACIONAMENTO MANUAL E AUTOMÁTICO

261
DE DISJUNTOR GERAL VIA BLUETOOTH

Chave de
acionamento
manual

ACIONAMENTO
REDE
VIA BLUETOOTH
F N

INTERRUPTOR INTELIGENTE WIFI


SONOFF MINI R4 SMART SWITCH
CONTATOR

EXEMPLO DE CARGAS QUE


PODEM SER APLICÁVEIS
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262

c 10 QUESTÕES COM RESPOSTAS SOBRE


COMANDOS ELÉTRICOS

abrangendo conceitos fundamentais e aspectos


técnicos. Elas estão organizadas por tema para
facilitar sua memorização.
FUNDAMENTOS DE COMANDOS ELÉTRICOS

O que são comandos elétricos?


São sistemas usados para controlar o funcionamento de
máquinas e equipamentos elétricos, utilizando dispositivos
como relés, contactores e temporizadores.
Quais são os principais componentes de um circuito
de comando elétrico?
Botões, relés, contactores, temporizadores, chaves
seletoras, fusíveis e dispositivos de proteção.
Qual a diferença entre circuito de comando e circuito
de potência?
O circuito de comando é responsável pelo controle
(sinalização e acionamento), enquanto o circuito de
potência fornece energia ao equipamento.
O que é um contactor?
É um dispositivo eletromecânico usado para ligar e
desligar circuitos de potência à distância.
Qual é a função de um relé térmico?
Proteger motores contra sobrecarga, desligando-os
quando a corrente ultrapassa os limites permitidos por um
tempo determinado.
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DISPOSITIVOS DE COMANDO E PROTEÇÃO

263
Para que serve um disjuntor?
Proteger os circuitos contra sobrecorrentes (sobrecarga e
curto-circuito).
O que é uma chave fim de curso?
Dispositivo que interrompe ou altera o funcionamento de
um circuito quando uma peça mecânica atinge
determinado ponto.
Qual é a função de um fusível?
Proteger o circuito contra sobrecorrentes, fundindo-se
quando a corrente ultrapassa um limite seguro.
Como funciona um botão de emergência?
É um dispositivo de segurança que interrompe
imediatamente o funcionamento do equipamento em
caso de emergência.
O que é um inversor de frequência?
Dispositivo que varia a frequência da tensão de
alimentação para controlar a velocidade de motores
elétricos.
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ESQUEMAS E DIAGRAMAS ELÉTRICOS


264

O que é um diagrama elétrico funcional?


Representa o funcionamento lógico de um circuito,
mostrando as relações entre os componentes.
O que é um diagrama unifilar?
Representa um circuito utilizando apenas uma linha para
cada fase ou condutor.
Qual é a principal função de um diagrama multifilar?
Representar detalhadamente todas as conexões elétricas
de um circuito.
Como identificar contatos NA e NF em um diagrama?
NA (normalmente aberto) é representado por dois traços
separados; NF (normalmente fechado) por dois traços
unidos.
O que são pontos de interligação em um diagrama?
Locais onde diferentes condutores se conectam.
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MOTORES ELÉTRICOS

265
Qual a função de um comando estrela-triângulo?
Reduzir a corrente de partida de motores trifásicos.
Como funciona a partida direta de um motor?
O motor é ligado diretamente à rede elétrica, utilizando um
contactor e dispositivos de proteção.
O que é o torque de partida de um motor?
É a força inicial gerada pelo motor ao começar a girar.
Quais dispositivos podem ser usados para controlar a
velocidade de um motor?
Inversores de frequência e variadores de tensão.
Por que o motor trifásico é mais eficiente que o
monofásico?
Porque tem menor perda de energia, maior torque e
funcionamento mais estável.
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ACIONAMENTOS E COMANDOS
266

Qual é a função de uma chave seletora?


Permitir a seleção manual entre diferentes circuitos ou
modos de operação.
O que é um comando temporizado?
Circuito que realiza ações em tempos determinados,
utilizando temporizadores.
Como funciona um relé de sobrecarga?
Detecta correntes excessivas e desliga o circuito para
proteger os equipamentos.
O que é um intertravamento?
Um mecanismo que impede o acionamento simultâneo de
comandos que possam causar conflito ou dano.
Qual é a função de um contator auxiliar?
Auxiliar no controle do circuito de comando, ampliando a
capacidade de contatos.
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NORMAS E SEGURANÇA

267
Qual norma regula comandos elétricos no Brasil?
A NR-10, que trata da segurança em instalações elétricas.
O que é aterramento?
Conexão de equipamentos à terra para proteger contra
choques elétricos e surtos de tensão.
Por que é importante usar dispositivos de proteção
em comandos elétricos?
Para prevenir danos aos equipamentos e riscos aos
operadores.
O que é um circuito de emergência?
Um circuito que garante a interrupção imediata do
sistema em situações de perigo.
Como deve ser realizada a manutenção em comandos
elétricos?
Sempre com o circuito desenergizado e seguindo normas
de segurança.
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TIPOS DE COMANDOS
268

O que é um comando manual?


Controle realizado diretamente pelo operador, por meio de
dispositivos como botões ou chaves.
O que é um comando automático?
Controle realizado sem intervenção humana, utilizando
sensores e dispositivos programáveis.
Qual é a função de um comando remoto?
Permitir o controle do equipamento à distância.
O que é um comando sequencial?
Um sistema em que as ações ocorrem em uma ordem
predefinida.
O que é um comando reversor?
Permite inverter o sentido de rotação de um motor.
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SENSORES E ATUADORES

269
O que é um sensor de proximidade?
Detecta a presença de objetos sem contato físico.
Para que serve um sensor óptico?
Detectar objetos ou sinais utilizando feixes de luz.
O que é um atuador?
Dispositivo que transforma energia elétrica em movimento
ou outra forma de trabalho.
Qual a função de um sensor de nível?
Detectar o nível de líquidos ou sólidos em um reservatório.
O que é um transdutor?
Dispositivo que converte uma forma de energia em outra,
como pressão em sinal elétrico.
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TEMPORIZADORES E RELÉS
270

O que é um temporizador?
Dispositivo que controla o tempo de funcionamento de um
circuito.
Qual a diferença entre temporizador retardo na
energização e na desenergização?
O retardo na energização atrasa a ativação do circuito; na
desenergização, atrasa o desligamento.
Como funciona um relé de estado sólido?
Realiza a comutação sem partes móveis, utilizando
semicondutores.
Para que serve um relé de falta de fase?
Proteger motores trifásicos contra a falta de uma das fases
de alimentação.
O que é um relé de nível?
Detecta e controla o nível de líquidos em reservatórios.
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PROGRAMAÇÃO DE CLPS (CONTROLADORES

271
LÓGICO-PROGRAMÁVEIS)

O que é um CLP?
Dispositivo eletrônico usado para controlar processos
industriais automaticamente.
Quais linguagens são utilizadas para programar CLPs?
Ladder, blocos funcionais, texto estruturado, entre outras.
O que é uma entrada digital no CLP?
Sinal que só pode assumir dois estados: ligado (1) ou
desligado (0).
Qual é a função de uma saída analógica no CLP?
Controlar dispositivos com valores variáveis, como tensão
ou corrente.
Como funciona um ciclo de varredura em um CLP?
O CLP lê entradas, processa o programa e atualiza as
saídas.
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Sobre o Autor
Gideilson é técnico de elétrica com mais de 17
anos de experiência na área elétrica,
especializado em comandos elétricos industrial.
Ao longo de sua trajetória, adquiriu vasto
conhecimento em sistemas de potência,
instalações industriais e soluções elétricas
personalizadas, sempre buscando compartilhar
seu aprendizado com profissionais e
estudantes.
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Este e-book oferece uma base sólida


para quem deseja entender e
trabalhar com comandos elétricos.
Seja você um estudante, profissional
ou entusiasta, as informações aqui
apresentadas são um passo
importante para aprofundar seus
conhecimentos e aplicar na prática.

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