Apostila Comandos Eletricos Gideilson Whatts
Apostila Comandos Eletricos Gideilson Whatts
COMANDOS
ELÉTRICOS
TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER
Apresentação
15 MOTORES DE
CAPÍTULO
3
INDUÇÃO
MONOFÁSICO
MOTORES DE
2
INDUÇÃO
TRIFÁSICO
28 CAPÍTULO
CAPÍTULO
3
50
COMANDOS
ELÉTRICOS
4
CAPÍTULO
COMPONENTES
DE PROTEÇÃO 82
CAPÍTULO
5
85
DIMENCIONAMENTO
DE DISPOSITIVOS
ELÉTRICOS
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6
CAPÍTULO
TRANSFORMADORES
4
120 ELÉTRICOS
TIPOS DE
7
ALIMENTAÇÃO DO
SISTEMA ELÉTRICA
134 CAPÍTULO
CAPÍTULO
8
143
ANÁLISE E DIAGNÓSTICO
REALIZANDO TESTES
ELÉTRICOS
LÓGICA DE
9
COMANDOS
ELÉTRICOS
147 CAPÍTULO
CAPÍTULO
10
262
APERFEIÇOA SEUS
CONHECIMENTOS
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5
INTRODUÇÃO
7
O motor de indução monofásico é amplamente
utilizado nos setores comercial, residencial e rural por
sua compatibilidade com redes monofásicas (110V ou
220V) e, às vezes, bifásicas. Em comércios, ele é vital
para sistemas de refrigeração, enquanto em residências
e áreas rurais é usado em eletrodomésticos e pequenas
máquinas agrícolas. O modelo mais comum inclui uma
bobina auxiliar, um capacitor e um interruptor
centrífugo, formando uma fase auxiliar que facilita sua
partida e assegura desempenho eficiente e confiável.
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9
FIG. 2
Representação das bobinas de um motor de indução
monofásico com bobina auxiliar de partida
FIG. 3 Capacitor
Representação das bobinas de um
motor de indução monofásico
com bobina auxiliar de partida
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11
EXEMPLOS DE LIGAÇÕES
13
FIG. 6 Associação das bobinas em paralelo
14
15
FIG. 8 Inversão do sentido de rotação
In= ________
P
V.η.FP
onde:
In é a corrente;
P é a potência em watts;
V é a tensão em volts;
η Rendimento (%)
FP é o fator de potência;
Esse cálculo é fundamental para garantir que o motor
opere de forma eficiente e segura em sua aplicação.
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17
mecânica usando o efeito eletromagnético.
ROTOR
O rotor é a parte principal e
móvel do MOTOR.
18
Arruela Ondulada
Tampa Dianteira
Ventilador Rolamento
Rolamento
Partes Construtivas
19
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20
Capacitor
Chave Centrífugo
Bobina Auxiliar
Bobina Principal
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21
03 MOTOR Monofásico de Capacitor
Permanente (Permanente Split)
Bobina Principal
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22
23
Quantidade e fechamento em motores monofásicos
referem-se ao número de terminais e à forma de conexão
das bobinas para operação correta.
2 TERMINAIS
Motores de dois terminais operam em uma única tensão
(127V ou 220V) e não permitem a inversão da rotação.
L1
220V
Nesse caso o motor já vem
fechado internamente, é só
ligar em tensão 220V
L1
L2
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24
4 TERMINAIS
127V
Motores de quatro 1 CV = 736W
terminais podem operar em
duas tensões (ex: 127V e
220V). Em alguns modelos
de quatro terminais com
uma única tensão, é
possível inverter a rotação.
13 24
L1 N
220V
1 CV = 736W
Alguns motores de quatro
terminais operam com uma
única tensão e permitem a
inversão de rotação. A
escolha do motor e a leitura
da placa de identificação
são essenciais, e catálogos
23 4 1 de fabricantes, como os da
WEG, oferecem esses
detalhes importantes.
L1 L2
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25
6 TERMINAIS
127V
1 3 5
L1
1 3 5 2 4 8
127V
N 2 4 8
L1 N
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6 TERMINAIS
L1 3
2 8
220 volts
4 1 5 8 3 2
L2
1 5
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Para inverter a rotação do motor de 127V ou 220V,
basta trocar o terminal 5 pelo 8.
6 TERMINAIS
5 8
13 5 24 8
Fechamento para 127V
L1 N
Sentido Horário
8
1 3 8 24 6
L1 N
Sentido Ant-Horário
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28
29
Motores de indução: mais comuns, baseados na indução
eletromagnética.
Motores síncronos: mantêm a velocidade em sincronia com a
frequência da rede, ideais para controle preciso de velocidade.
30
Estator
Rotor
Rotor em curto-Circuito
Ou Gaiola de Esquilo
Rotor Bobinado
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31
ROTOR EM CURTO-CIRCUITO, ou “gaiola de
esquilo,” é semelhante ao do motor monofásico e
não possui ligação elétrica com as bobinas ou
outros dispositivos.
Olhal
32
Placa de Caixa de
Identificação ligação
Ventoinha
Enrolamentos
estator
Chaveta
Rolamento Eixo
Terminais
Caixa de
ligação
Tampa
Dianteira
Tampa
Rolamento Defletora
Ventilador
Carcaça
Rotor
Eixo Estator
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33
Representação das bobinas
de um motor de indução
trifásico com seis terminais
Com numeros de 1 à 6
34
U1 V1 W1 U1 V1 W1
380 Vca
380 Vca
380 Vca
220 Vca
220 Vca
220 Vca
U2 V2 W2 U2 V2 W2
U1 W2
220 Vca
220 Vca
220 Vca
U2 W1
V1 V2
35
UL=√3 x UF
36
1 CV equivale a 736 W
1 HP equivale a 746 W
In(A) =____________________________
P (W)
V x cosφ x η x √3
In (A): Corrente nominal em ampéres;
P (W): Potência nominal em watts;
V: Tensão de linha aplicado aos terminais das bobinas do motor;
cosφ: fator de potência do motor;
η: É rendimento razão entre a potência de saída (potência mecânica
na ponta do eixo do motor) e a potência de entrada
(tensão e corrente disponibilizada aos terminais do
motor);
√3: relação matemática entre a tensão de fase e a tensão
de linha, em um circuito polifásico constituído por três
fases defasadas de 120 graus.
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37
Vale resaltar que foi
usado a informação da
placa, a mesma diz sobre
a potência é: 7,5kW
EX.:
Considerando a placa do motor acima, vamos calcular a
corrente nominal.
P= 7,5kW (7,5x1000)
η= 91%
cosφ= 0,82
V= 440V
√3= 1,73
In(A) =____________________________
7500
In(A) = 13,2A
440 x 0,82 x 0,91 x 1,73
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38
39
Triângulo Série
Triângulo Série
R S T
1 7 2 3 9
8
220 Vca
220 Vca
220 Vca
220 Vca
220 Vca
220 Vca
4 10 5 6 12
11
Triângulo Paralelo
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40
Triângulo Paralelo
R S T
1 7 2 3 9
8
220 Vca
220 Vca
220 Vca
220 Vca
220 Vca
220 Vca
4 10 5 6 12
11
41
Os motores de indução trifásicos de 9 terminais podem
ser ligados de diferentes formas utilizando a chave
estrela série-paralelo:
R S T
1 2 3
220 Vca
220 Vca
220 Vca
Estrela série
4 5 6
7 8 9
220 Vca
220 Vca
220 Vca
10 11 12
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42
1 7
4 10
6
12
11
Estrela paralelo
5
3
9 8
2
43
Motores de indução trifásicos com 12 terminais
oferecem várias opções de ligação, possibilitando
adaptações para diferentes tensões e modos de partida.
Essa configuração permite ligações em estrela ou
triângulo, série ou paralelo, adequando a operação do
motor conforme a necessidade de tensão e corrente.
Com a flexibilidade dos 12 terminais, esses motores são
ideais para sistemas industriais que exigem ajustes de
potência e eficiência em diversas condições de
operação.
1 2 3
220 Vca
220 Vca
220 Vca
4 5 6
7 8 9
220 Vca
220 Vca
220 Vca
10 11 12
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Triângulo Paralelo
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S T
1 2 3
220 Vca
220 Vca
220 Vca
Estrela Paralelo
4 5 6
7 8 9
220 Vca
220 Vca
220 Vca
10 11 12
46
2W
1U 1V 1W
2U 2V 2W
1U 1W
1V
2V 2U
L1 L1 L1
1W
2U 2V 2W
2W
1U 1V 2W
1U 2U
2V
1V
L1 L1 L1
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Ligação Dahlander para motores de duas
velocidades, torque variável:
2W
1U 1V 1W
2U 2V 2W
1U 1W
1V
2V 2U
L1 L1 L1
1U
2U 2V 2W
2W
1U 1V 2W
2V 2U
1V
1W L1 L1 L1
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48
Correntes
nominais do motor
Grau de
Proteção
Peso
Tipo de carcaça
Frequêcia da rede
Motor Trifásico
Tensões
nominais
Potência
Fator de serviço
Rotação nominal
Regime de serviço
Tipos de ligações
Categoria do conjugado
Fator de Potência
Rendimentos
Tipos de Lubrificante
Tipos de Rolamentos
Número de vezes que
a corrente de partida é
maior que a nominal
49
GRAU DE PROTEÇÃO (IP)
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50
c 3 COMANDOS ELÉTRICOS
51
Chaves Seletoras: Facilitam a escolha entre
diferentes circuitos ou modos de operação.
Interruptores Fim de Curso: Detectam o fim de um
movimento mecânico e interrompem o circuito.
Relés de Interface: Dispositivos que intermediam
sinais de controle, ajustando compatibilidade entre
circuitos.
Contatores Auxiliares: Auxiliam em circuitos de
controle, permitindo operações simultâneas de
contato.
Contatores de Potência: São usados para comutar
circuitos de alta potência.
Relé Térmico: Protege contra sobrecargas,
desligando o circuito em caso de aquecimento
excessivo.
Fusível: Protege o circuito interrompendo o fluxo
em caso de sobrecorrente.
Disjuntor: Protege contra sobrecarga e curto-
circuito, desligando automaticamente.
Disjuntor Motor: Projetado para proteger motores,
combinando as funções de disjuntor e relé térmico.
52
53
Os contatos utilizados especificamente para comandos
elétricos são chamados de contatos auxiliares. Esses
componentes são projetados para suportar baixas
correntes, geralmente até 10A (In ≤ 10A), sendo
inadequados para circuitos de carga. A identificação
desses contatos é feita por uma numeração de dois
dígitos: o primeiro dígito indica o número sequencial do
contato no dispositivo, e o segundo representa sua
função, sendo 3 e 4 para contatos NA (Normalmente
Aberto) e 1 e 2 para contatos NF (Normalmente
Fechado). Essa padronização facilita a instalação e
manutenção dos circuitos de comando.
LÓGICA DE CONTATOS
54
55
apenas um contato deva estar fechado para que o
circuito seja ativado, evitando a ocorrência de mais de
uma condição simultaneamente.
Essas lógicas proporcionam flexibilidade e precisão nos
comandos elétricos, possibilitando uma automação
mais eficiente.
56
57
COMPONENTES DE COMANDOS ELÉTRICOS
58
BOTOEIRAS
Componentes
59
Chaves de Impulso
60
Tipos de Disjuntores
61
TERMOMAGNÉTICO
TERMOMAGNÉTICO
MONOPOLAR
DISJUNTOR
DISJUNTOR
BIPOLAR
DISJUNTOR
TERMOMAGNÉTICO
TRIPOLAR
25A
25A 25A
62
63
De acordo com a NBR NM 60898 e NBR IEC 60947-2,
veja alguns valores de Corrente Nominal para Mini disjuntores:
BORNE SUPERIOR
CORRENTE NOMINAL (IN)
IN=40A MARCA/FABRICANTE
SIMBOLO GRÁFICO
CURVA DE ATUAÇÃO C40
CURVA C
TENSÃO NOMINAL
ALTERNADA
400V~
CAPACIDADE DE
INTERRUPÇÃO ON- OFF /ALAVANCA
3000A= 3KA
BORNE INFERIOR
L1 L2 L3
64
Alimentação Trifásico
Disjuntor Termomagnético
Contator de Potência
Relé Térmico
L1 L2 L3
65
NO SEU PROJETO, VOCÊ PODE L1 L2 L3
OPTAR POR UTILIZAR O
DISJUNTOR MOTOR NO LUGAR DO
RELÉ TÉRMICO E DISJUNTOR
TERMOMAGNÉTICO, POIS O
DISJUNTOR MOTOR SUBSTITUI A
FUNÇÕES DOS DOIS.
66
Contator de Potência
Disjuntor Termomagnético
Tripolar Curva C Relé Térmico
Relé de nível
67
Componente Símbolo Gráfico Símbolo Literal
68
69
Componente Símbolo Gráfico Símbolo Literal
70
71
Componente Símbolo Gráfico Símbolo Literal
72
73
Eficiência Energética: Ao controlar a velocidade do
motor de maneira precisa, o inversor de frequência
ajuda a reduzir o consumo de energia, já que o
motor só utiliza a quantidade de energia necessária
para a operação, evitando desperdícios.
Partida Suave: O inversor de frequência também
permite que o motor tenha uma partida suave, sem
picos de corrente que possam danificar o motor ou o
sistema elétrico.
Controle de Potência: Ao ajustar a frequência e a
tensão, o inversor de frequência controla a potência
consumida pelo motor, otimizando o desempenho
do sistema e evitando sobrecargas.
Aplicações:
Bombas e ventiladores (onde a variação de
velocidade é necessária para ajustar o fluxo de ar ou
fluido).
Transportadores e sistemas de movimentação.
Máquinas de fabricação que exigem variação de
velocidade constante.
Controle de velocidade em sistemas HVAC
(aquecimento, ventilação e ar-condicionado).
74
Um
75
Componente Símbolo Gráfico Símbolo Literal
76
77
Chave fim curso
A chave fim de curso é um dispositivo eletromecânico
que indica quando um motor ou estrutura ligada ao seu
eixo chegou ao fim do seu curso. Também é conhecida
como sensor fim de curso, interruptor fim de curso ou
microswitch.
A chave fim de curso atua como um interruptor ou
comutador elétrico, interrompendo ou acionando um
circuito elétrico para controlar o movimento das
máquinas.
A chave fim de curso pode determinar:
O fim de um movimento
A presença ou ausência de um objeto em uma posição
específica
O posicionamento de determinados dispositivos
conectados ao seu eixo
A passagem de determinados dispositivos conectados
ao seu eixo
Muito utilizada em diversas indústrias, como:
construção civil, mineração, farma-química, energia e
elevadores.
Alguns tipos de acionamento de chave fim de curso são:
Haste fixa, Haste móvel, Haste de roldana, Haste de
pino, Haste de mola, chave tipo lira.
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78
79
INTERRUPTOR HORÁRIO
BWT40HR
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80
BWT40HRR
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81
EXEMPLO PRÁTICO LIGAÇÃO MOTOR COM
INTERRUPTOR HORÁRIO (BWT40HRR)
L1 L2 L3 L1 L2
3
Motor
Desligado
A 1
1
4
A 2
2
Local
Remota
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82
c 4 Componentes de Proteções
F
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83
Um fusível de proteção elétrica é um dispositivo de
segurança que protege circuitos elétricos de danos
causados por sobrecargas ou curtos-circuitos
F
O Relé térmico é um dispositivo de proteção que é
responsável por proteger os motores elétricos de
possíveis anomalias e visa evitar o sobre-aquecimento
Q
O DISJUNTOR MOTOR é um dispositivo que serve para
proteger contra curtos-circuitos e sobrecorrentes.
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84
Relé acoplador
Disjuntor Bipolar
220Vca
Fonte
24Vcc
K1
Trilho DIN
Sensor indutivo
Conector Tipo
comando Elétrico
simples acionado por um Wago 3 Fios
sensor, o K1 pode acionar
um motor, entre várias
aplicações semelhantes
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85
c 5
Dimencionamento de
Dispositivos Elétricos
86
87
O Passo 1, consiste em verificar os seguintes aspectos:
Tipo de isolação do condutor (PVC, XLPE, etc.).
Local de instalação (embutido, eletrocalha, leito,
etc.).
Quantidade de condutores que alimentam o circuito
(2, 3 condutores).
Temperatura do ambiente.
Quantidade de circuitos que irão passar pelo trecho.
Ip= ________
P(W)_________
√3.V.Cos φ.η
Onde:
Ip: corrente de projeto do circuito;
P(W): potência elétrica nominal em watts;
V: tensão em volts;
Cos φ: fator de potência;
η: Rendimento (%)
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88
In ’ = _______________
In
FCA . FCT
onde:
In ’ : Corrente corrigida;
In : potência elétrica nominal em watts;
FCA: Fator de correção de agrupamento;
FCT: Fator de correção de temperatura;
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89
No 4º passo vamos verificar na tabela qual o condutor
adequado.
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90
Exercício:
1. Tipos de Isolação?
2. Qual o local instalado?
3. Quantos condutores alimentam seu circuito?
4. Qual temperatura ambiente?
5. Quantos circuitos irá passar juntos?
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91
LIGA DESLIGA
Tipos de Isolação?
PVC
Qual o local instalado?
Embutido em Alvenaria B1
Quantos condutores alimentam seu circuito?
Três Circuito
Qual temperatura ambiente?
30º Graus
Quantos circuitos irá passar juntos?
Um Circuito
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92
Tensão = 380V
Potência= 10CV (7,36kW)
η = 0,86
Cos φ = 0,88
Fs = 1,15
Vamos calcular a correntet de projeto.
Ip= ________
P(W)_________
√3.V.Cos φ.η
Ip= ________
7360_________
1,73.380.0,88.0,86
Ip= 14,79A
Vamos calcular agora, a corrente de projeto corrigida.
In ’ = _______________
14,79
0,8 . 1
In ’ = 17,5A
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93
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94
IDM = In . 1,25
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95
No Passo 1, é necessário verificar os seguintes pontos:
96
2A, 4A, 6A, 10A, 16A, 20A, 25A, 32A, 40A, 50A, 63A,
70A 80A, 100A, 125A.
97
INSTALAÇÃO DE UM MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO
COM AS SEGUINTES CARACTERÍSTICAS:
Imagem ilustrativa
Condutor de PVC
FCT = 1
FCA = 0,8
Método de instalação B1
Condutores embutidos em alvenaria
V = 380V
P =10CV (7,36kW)
η = 0,86
Cos φ = 0,88
Fs = 1.15
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98
Passo 1: Verificação
1. Corrente de projeto do motor: 15,07A.
2. Corrente suportada pelo cabo que alimenta o motor:
28A.
3. Curva de atuação do disjuntor: Curva C.
4. Determinar o tipo de disjuntor:
a. Tripolar para força.
b. Bipolar para comando.
15,07A Iz 28A
2A, 4A, 6A, 10A, 16A, 20A, 25A, 32A, 40A, 50A, 63A,
70A 80A, 100A, 125A.
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99
Circuito de Força: Com base nos valores de
corrente, o disjuntor termomagnético mais
apropriado é de 20A.
100
Fazendo calculo
IDM = In . 1,25
101
Exemplo prático:
R S T
Tensão 220V Trifásico
I n =9A
P = 5 CV (3,7kW)
V = 220V
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102
Exemplo prático:
IDM = In . 1,25
IDM = 9n . 1,25
IDM = 11,25A
Significa dizer que na tabela do fabricante o disjuntor
escolhidoe é:
103
Dimencionamento do Relé Térmico
Partida Direta
O relé deve ser dimencionado seguindo alguns passos
importante:
Primeiro você deve verificar a corrente nominal, tipos de
ligação, se é estrela ou triângulo, condições climáticas
que se refere a temperatura ambiente.
104
Ir = 1.25 x In
In = 7,04A
IFs = 1.25
Ir = 1.25 x 7,04
= 8,8A
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105
Dimencionamento do Relé Térmico
106
In = 7,04A
Fs = 1,25
Regulagem = ________
In x Fs
√3
Regulagem = _____________
7,04 x 1,25
√3
Regulagem = 5,08A
107
Dimencionamento do Contator
108
Dimencionamento do Contator
IMáx = 8,8A
OBS.:
Vale resaltar a verificação de quantos cotatos serão
ousado no circuitos (NA e NF).
Qual a categoria que serão empregados
(AC1, AC2, AC3, e ETC.)
A tensão de alimentação da bobina alternado ou continua.
Considerando um motor trifásico gailoa de esquilo
desligamento em plena carga, a categoria de emprego
do contator é AC3, tensão da bobina é 220Vca, corrente
máxima 12A, tensão nominal do motor 440V.
109
Dimencionamento do Contator
Vamos fazer um consulta na tabela, comensando pela
categoria de emprego, AC3.
a corrente na solicitação anterior é de 11A, na coluna de
Amperes temos, 9 a 38, temos que colocar a corrente
mais proxima de 11A, que na tabela corresponde a 12A e
nessa linha, temos. (as tabeas aqui usadas é encontrada
facilmente nos fabricante dos componentes)
Linha de seleção do
Potência de emprego
modelo contator
110
111
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Formula
In = _________________
P(W) In = _________________
7360
E.√3.Cos φ.η 220.1,73.0,9.0,9
In= 23,87A
IK1= __________
In IK1= 23,87
__________
√3 1,73
IK1= 13,8A
113
Partida Estrela - Triângulo
= CWM18-10-30 _____
V26
In = __________
In In = 23,87
__________
3 3
In = 7,96A
Agora que achamos a corrente do K3 vamos consultar
na tabela, após encontrar no coluna AC-3 a Amperagem
correspendente traçar uma linha para descobrir o
códico.
mas, não esqueça de verificar no comando elétrico
qantos contatos auxiliares estão relacionado no K3
115
Partida Estrela - Triângulo
K3 = CWM9-01-30-V26
códico do contator K1
K1 = CWM18-10-30-V26
I = __________
In IK1= 23,87
__________
√3 1,73
IK1 = 13,8A
Vamos consultar a tabela abaixo: (essa tabela pode ser
encontrada no site da weg).
Esse códico destacado refere-se aos
primeiros numeros do contator,
apenas uma referencia.
EX.: K1 = CWM18-10-30-V26
o segundo passo é
verificiar o range,
que significa o
potenciômetro
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117
Partida Estrela - Triângulo
Relé térmico RW27-1D 11..23 (WEG)
códico de compra
119
Partida Estrela - Triângulo
Dica Importante!
“Outra forma de fazer”
120
c 6 TRANSFORMADORES ELÉTRICOS
MONOFÁSICO E TRIFÁSICO
Transformador monofásico
Possui apenas um enrolamento e
trabalha com uma ou duas fases.
É normalmente usado para
alimentar eletrodomésticos em
residências e empresas.
Transformador trifásico
Possui três enrolamentos e
funciona em três fases (220V-
380V-440V). É frequentemente
usado em ambientes industriais.
121
que os monofásicos e podem lidar com mais
potência.
Os transformadores trifásicos têm uma construção
mais complexa do que os monofásicos.
Para cargas de baixa potência, os transformadores
trifásicos podem ser excessivos e menos eficientes.
MAGNETISMO
O magnetismo é o fenômeno em que certos materiais
na natureza possuem a capacidade de atrair materiais
ferrosos. Isso ocorre devido ao alinhamento das
moléculas em sua estrutura, que possuem
propriedades magnéticas.
Magnetismo
122
Linhas de Força
Norte Sul
123
Estrutura do Imã
ELETROMAGNETISMO
O eletromagnetismo é a geração de um fluxo
magnético por meio de uma corrente elétrica. Um
condutor elétrico percorrido por corrente elétrica forma
um campo magnético ao redor de sua circunferência. O
sentido das linhas de força é determinado pela regra da
mão direita, que orienta a direção do campo magnético
em relação à corrente elétrica.
124
SOLENÓIDE
Um solenóide é composto por um indutor e
um núcleo ferroso, que multiplica as linhas de
força do campo magnético gerado pelo
eletromagnetismo. Apesar de seu uso comum
em dispositivos pneumáticos e hidráulicos,
suas características básicas estão relacionadas
ao funcionamento de indutores.
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125
Solenóide
TRANSFORMADORES MONOFÁSICOS
1. Transformador Elevador.
2. Transformador Rebaixador.
3. Transformador Isolador.
126
Simbologias
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PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO
127
O transformador funciona com base no princípio da
indução magnética para realizar a transformação da
energia elétrica, transferindo energia entre seus
enrolamentos por meio de um campo magnético.
Lei de Lenz
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128
129
Perdas por Foucault
Perdas no Cobre
RELAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO
130
Relação de Transformação.
Onde:
r = N2
_____ r = V2
_____ r = i1
_____
N1 V1 i2
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131
COMO DESCOBRIR A POTÊNCIA DO TRANSFORMADOR?
A = 5 * 4 => A 20cm
Descobrindo a Potência:
2 2
P = A => P 20 = 400VA
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132
AUTO-TRANSFORMADOR
Simbologia:
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Auto-transformador
133
O auto-transformador possui apenas um único
enrolamento que serve tanto para o primário quanto
para o secundário, com derivações chamadas de TAP
(pontos de derivação). Essas derivadas são usadas para
fornecer tensões secundárias menores que a tensão
primária.
Comumente, em partidas de motores, os auto-
transformadores apresentam TAP de 65% e 80% da
tensão do primário.
TAP de 65% reduz a tensão aplicada ao motor
durante a partida, resultando em uma corrente de
partida menor.
TAP de 80% é usado para uma partida mais suave,
mas com uma tensão um pouco mais alta
comparada ao TAP de 65%.
Esse método é eficaz para reduzir a corrente de partida
de motores trifásicos, minimizando o impacto no
sistema elétrico durante o processo de partida.
sformador
an
Autotr
Autotransformador
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134
c 7
Tipos de Alimentação do
sistema Elétrica
Eletricista-multimetro-painel elétrico
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135
alimentação trifásica, você pode usar a relação de
tensões em sistemas trifásicos. Em sistemas trifásicos,
as tensões podem ser alteradas usando
transformadores ou divisores de tensão. Vou explicar
como você pode calcular essas tensões:
V = tensão de fase
fase
A fórmula é:
V = tensão de linha V = _____
V =
linha
fase linha
√3 = 1,73 √3
V = 220V
______
fase
linha
= 127V
1,73
A tensão de linha é a tensão medida entre duas fases
diferentes em um sistema trifásico, como por exemplo:
Entre as fases R e S, R e T ou S e T.
Essa tensão é chamada de tensão de linha Vlinha
É maior do que a tensão medida entre uma fase e o
neutro Vfase
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220V
136
V linha V
R S T N fase
220
Exercícios.
Em um determinado Disjuntor onde a tensão elétrica
medida de fase para fase é 220V, como encontrar 127V?
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137
onde a tensão medida de fase para fase é 220V, é
necessário que exista um condutor neutro conectado
ao sistema. Isso ocorre porque a 127V é a tensão entre
fase e neutro, enquanto a 220V é a tensão entre fases.
V 220V
linha V
R S T N fase
127
R S T
139
440V
440
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140
Modelo
True-RMS 376 FC CA/CC com iFlex | Fluke
Um dos diferêncial desse
instrumento é a flexibilidade
em seu uso, em uma medição
de Amperagem em CA com
2500A, você não precisa ficar
próximo, apenas conecte o App
da Fluke instalado em seu
celular no aparelho e você terá
o resultado em seu telefone e
enviar os relatórios.
Modelo
Multímetro True-RMS CAT III 600 V Fluke 114
141
AMPERÍMETRO
Teste de Continuidade:
142
Bip
Quando ativado, o
alicate amperímetro
emite um sinal
sonoro (bip) se o
circuito estiver
0.01 fechado (sem
interrupções).
143
c 8 Análise e Diagnóstico Realizando
Testes Elétricos
127 V
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145
114
circuitos e componentes.
Isolamento Elétrico: Avaliar a resistência de isolamento
para evitar fugas de corrente.
Termografia: Detectar aquecimentos excessivos em
conexões e equipamentos, indicando sobrecarga ou
falha iminente.
Benefícios:
Redução de custos com manutenção corretiva.
Aumento da confiabilidade dos sistemas.
Conformidade com normas técnicas e regulamentos
de segurança.
Realizar testes elétricos regularmente é uma prática
essencial para manter sistemas elétricos seguros,
eficientes e em perfeito funcionamento.
Teste de Resistência
146
147
c 9 LÓGICA DE COMANDOS ELÉTRICOS
E DESCRIÇÃO DE FUNCIONAMENTO
A lógica de comandos elétricos é o conjunto de regras e
operações que definem como dispositivos e circuitos
elétricos interagem para controlar máquinas, sistemas
industriais ou processos automatizados. É amplamente
utilizada em painéis de comando, partidas de motores e
sistemas de automação.
Componentes Básicos:
148
149
Automação: Reduz a intervenção manual,
aumentando eficiência e segurança.
Flexibilidade: Possibilita reprogramação e ajustes
para diferentes processos.
Proteção: Garante a segurança de operadores e
equipamentos.
Diagrama de Comando
151
Fusível
Porta fusível
Relé Térmico
Contatos 95/96
Chave de Emergência
Contato auxiliar
Botoeira liga
Botoeira desliga
A2
A1
Porta fusível
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152
Circuito de Potência:
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153
Lista de materiais usado na maiorias
do projetos de comandos elétricos
IMAGEM NOMECLATURA SÍMBOLO FUNÇÃO
154
155
IMAGEM NOMECLATURA SÍMBOLO FUNÇÃO
156
157
1.0 Diagrama Elétrico partida direta
com chave seletora visão 2D
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440V
S
T
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159
chave seletora Descrição
Ligação Inicial:
O circuito começa com a ativação dos disjuntores Q1
e Q2, que fornecem energia ao sistema.
Circuito de Comando:
Uma das fases é conectada diretamente ao terminal
A2 da bobina do contator K1.
Ao girar a chave seletora (CH1), a corrente elétrica flui
até o terminal A1 da bobina do contator K1,
energizando-a.
Circuito de Força:
A bobina energizada do contator K1 fecha seus
contatos principais, permitindo que a corrente
elétrica alimente o motor e o ligue.
Se o sistema for projetado para inversão de rotação
ou outro comando adicional, esses contatos podem
alterar a direção da corrente no motor.
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160
Desligamento de Emergência:
O botão de emergência também pode ser usado
para desligar o sistema manualmente, abrindo o
circuito de comando.
Pontos Importantes:
O relé térmico protege o motor contra condições
anormais de operação.
O botão de emergência garante segurança ao
operador em situações críticas.
A chave seletora permite um controle manual direto
sobre o sistema.
“Essa sequência é típica de sistemas de partida
direta com dispositivos de proteção e segurança.”
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161
2.0 Diagrama Elétrico Partida direta
com Reversão e Relé falta de fase 2D
1 3 5
1
Q1
Q2
1 3 5 1 3 5 11
KM1 KM2 RFF
2 4 6 2 4 6 12 14
95
L1 L2 RT
1 3 5 L3
F 96
RT RFF
2 4 6
11
S0
12
U1 V1 W1 PE
13
M1 S1 K
14
PE
T
11
KM2
12
X1 A1
RFF KM1
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162
1
Q2
I>
2
11
RFF
12 14
95
RT
96
11
S0
12
13 1 13 1 13 13
S1 KM1 S2 KM2 KM1 KM2
14 2 14 2 14 14
11 11
KM2 KM1
12 12
X1 A1 A1 X1 X1
RFF KM1 KM2 FRENT RÉ
X2 A2 A2 X2 X2
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163
2.2 Diagrama Elétrico Partida direta
com Reversão e Relé falta de fase 3D
Diagrama elétrico de controle
R S T T N
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164
Ligação Inicial:
O sistema é energizado ao ligar os disjuntores e
verificar que todos os componentes estão prontos para
operação.
165
Diagrama Elétrico Partida direta
com Reversão e Relé falta de fase
Intertravamento Elétrico:
Proteção e Segurança:
166
Sequência de Operação:
Partida Horária:
Pressionar o botão Liga (horário) energiza a bobina do
contator K1.
Partida Anti-Horária:
Pressionar o botão Liga (anti-horário) energiza a bobina
do contator K2.
Desligamento:
Pressionar o botão Desliga ou ativar o botão de
emergência desliga o motor, abrindo o circuito de
comando.
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167
Simplicidade:
Fácil de implementar em sistemas pequenos ou
médios.
Eficiência:
Controla a rotação sem necessidade de
equipamentos eletrônicos complexos.
Segurança:
Intertravamento evita acionamento simultâneo dos
contatores.
168
169
RETENTIVA E SINALIZAÇÃO 3D
R S T
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Componentes do Circuito
Circuito de Comando:
Botão Liga (NA - Normalmente Aberto):
Inicia o motor.
Botão Desliga (NF - Normalmente Fechado):
Interrompe o funcionamento do motor.
Contato Auxiliar do Contator (NA):
Realiza a retenção, mantendo o motor ligado mesmo
após o botão Liga ser solto.
Lâmpadas de Sinalização:
1. Lâmpada Verde: Indica que o motor está ligado.
2. Lâmpada Vermelha: Indica que o motor está
desligado.
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171
Circuito de Força:
Disjuntor:
Protege o circuito contra curto-circuitos e sobrecargas.
Contator:
Liga/desliga a alimentação do motor.
Relé Térmico:
Protege o motor contra sobrecargas e falhas.
Funcionamento
Ligando o Motor:
Pressionar o botão Liga (NA) energiza a bobina do
contator, fechando seus contatos principais no
circuito de força, permitindo que o motor seja
alimentado.
Simultaneamente, o contato auxiliar NA do contator
no circuito de comando fecha, garantindo a
retenção do acionamento, mantendo o motor ligado
mesmo após soltar o botão Liga.
A lâmpada verde é acionada, indicando que o motor
está em operação.
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Desligando o Motor:
Pressionar o botão Desliga (NF) interrompe o
circuito de comando, desenergizando a bobina do
contator.
Com a bobina desenergizada, os contatos principais
do contator no circuito de força abrem, desligando o
motor.
A lâmpada verde apaga, e a lâmpada vermelha é
acionada, indicando que o motor está desligado.
173
Diagrama Simplificado Circuito de Comando:
Botão Liga (NA) em série com a bobina do
contator.
Botão Desliga (NF) em série com o botão Liga e a
bobina.
Contato auxiliar NA do contator em paralelo com o
botão Liga (para retenção).
Lâmpadas de sinalização ligadas em paralelo aos
contatos do circuito para indicar o estado do
motor.
Circuito de Força:
Disjuntor → Contator → Relé térmico → Motor.
Vantagens
Simplicidade de Operação:
Fácil controle com botoeiras para ligar/desligar.
Segurança:
Proteção contra sobrecargas com relé térmico.
Indicação Visual:
Proporciona clareza sobre o status do motor.
Eficiência:
Uso do contato auxiliar para retenção economiza energia e
simplifica o circuito.
Esse sistema é uma solução prática e segura para controle
de motores em máquinas, bombas e ventiladores.
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175
PULSATIVA E CONTATO DE SELO 3D
R S T
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177
PULSATIVA E CONTATO DE SELO
Funcionamento do circuito
1. Acionamento (ligar):
Ao pressionar o botão de partida (NA), a bobina do
contator é energizada.
O contator fecha seus contatos principais, ligando o
motor, e fecha o contato auxiliar (NA).
O contato auxiliar (NA) funciona como um "selo",
mantendo a bobina do contator energizada mesmo
após o botão de partida ser solto.
2. Desligamento:
Ao pressionar o botão de parada (NF), a bobina do
contator é desenergizada.
O contato auxiliar (NA) abre, interrompendo o selo, e
os contatos principais do contator desligam o motor.
179
PULSATIVA, CONTATO DE SELO E
SINALIZAÇÃO 3D
R S T
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181
CONTATO DE SELO E SINALIZAÇÃO
Funcionamento do circuito
Acionamento (ligar):
Pressiona-se o botão de partida (NA), energizando a
bobina do contator.
O contator fecha seus contatos principais (ligando o
motor) e o contato auxiliar (NA), que mantém a
bobina energizada (função de selo).
A lâmpada verde (desligado) apaga, e a lâmpada
vermelha (ligado) acende.
Desligamento:
Pressiona-se o botão de parada (NF),
desenergizando a bobina do contator.
Os contatos principais e o contato auxiliar (NA) do
contator abrem, desligando o motor.
A lâmpada vermelha apaga, e a lâmpada verde
acende.
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Vantagens do sistema:
“Sinalização clara: O operador sabe instantaneamente
o estado do motor.
Segurança e simplicidade: A botoeira pulsativa e o
contato de selo reduzem falhas operacionais.
Proteção integrada: O disjuntor e o relé térmico
garantem a segurança do sistema.”
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183
E CHAVE SELETORA
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E CHAVE SELETORA
R S T
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185
E CHAVE SELETORA
E CHAVE SELETORA
Funcionamento do circuito
1. Desligado:
Quando a chave seletora está na posição
"desligado", o motor permanece
desenergizado, sem enviar comando ao
contator.
2. Ligar (modo manual):
Na posição "liga" ou "manual" da chave
seletora, o comando é enviado diretamente
ao contator, que energiza o motor.
O contato auxiliar do contator fecha,
mantendo o motor ligado até que a chave
seletora volte para a posição "desligado".
3. Outros modos (opcional):
Se a chave seletora tiver uma posição
"automático", pode ser usada para integrar o
sistema a um comando externo, como um
CLP ou um temporizador.
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187
E CHAVE SELETORA
E CHAVE SELETORA
Vantagens do sistema
Proteção integrada: O disjuntor motor protege
contra falhas elétricas.
Simplicidade operacional: A chave seletora
facilita o controle do motor sem a necessidade
de botoeiras separadas.
Flexibilidade: Pode ser configurado para
trabalhar em modos manual e automático,
dependendo da aplicação.
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189
E CHAVE SELETORA
Vantagens do sistema
Proteção integrada: O disjuntor motor protege
contra falhas elétricas.
Simplicidade operacional: A chave seletora
facilita o controle do motor sem a necessidade
de botoeiras separadas.
Flexibilidade: Pode ser configurado para
trabalhar em modos manual e automático,
dependendo da aplicação.
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191
CHAVE SELETORA E FIM DE CURSO
R S T
21
22
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193
CHAVE SELETORA E FIM DE CURSO
3. Fim de curso:
Dispositivo mecânico que interrompe ou
altera o circuito ao ser acionado por um
movimento físico.
Pode ser usado para parar o motor ou
alternar entre modos de funcionamento
(como mudar o sentido de rotação).
4. Contator:
Atua para energizar o motor. Possui contatos
auxiliares para realizar o selo e permitir o
funcionamento contínuo.
5. Contato auxiliar do contator:
Usado para manter o motor ligado enquanto
o comando não é interrompido.
6. Motor elétrico:
O equipamento acionado pelo circuito de
partida direta.
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Funcionamento do circuito
1. Modo "Manual":
Ao selecionar a posição "manual" na chave
seletora, o operador tem controle direto sobre
o motor.
O fim de curso pode interromper o circuito
caso seja acionado, garantindo a parada do
motor em um limite seguro.
2. Modo "Automático":
Na posição "automático", o motor é
controlado por sensores ou outros dispositivos
externos.
O fim de curso atua para interromper ou
reverter o funcionamento dependendo da
lógica do circuito.
3. Parada:
O motor pode ser desligado movendo a chave
seletora para a posição "desligado" ou pela
atuação do fim de curso.
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195
CHAVE SELETORA E FIM DE CURSO
Diagrama básico do circuito de comando:
1. Fase S:
Passa pelo disjuntor motor para proteger o
circuito.
Alimenta a chave seletora, que redireciona o
comando dependendo da posição (manual ou
automático).
2. Botão de partida e parada (no modo
manual):
Conecta-se ao contator para acionar ou
desligar o motor.
3. Fim de curso:
Em série no circuito, interrompe o comando
ao atingir o limite programado.
4. Contato auxiliar do contator:
Realiza a função de selo para manter o
contator energizado enquanto o motor está
em operação.
5. Fase T:
Alimenta a bobina do contator e outros
dispositivos de comando.
6. Circuito de força:
A alimentação trifásica passa pelo disjuntor
motor e pelos contatos principais do contator.
Em seguida, a energia é fornecida ao motor.
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Vantagens do sistema
Proteção integrada: O disjuntor motor protege
contra falhas.
Versatilidade: A chave seletora permite
alternar entre controle manual e automático.
Segurança: O fim de curso impede que o
motor ultrapasse os limites definidos,
protegendo equipamentos e operadores.
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197
MOTOR, CHAVE SELETORA COM FIM DE
CURSO E SINALIZAÇÃO
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13 21
14 22
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199
MOTOR, CHAVE SELETORA COM FIM DE
CURSO E SINALIZAÇÃO
201
MOTOR, CHAVE SELETORA COM FIM DE
CURSO E SINALIZAÇÃO
Funcionamento do circuito
1. Modo Manual:
A chave seletora é colocada na posição "manual".
O operador aciona o botão de partida (NA),
energizando a bobina do contator.
O contato auxiliar do contator fecha, mantendo o
motor ligado (selo).
O fim de curso interrompe o circuito se atingir o
limite físico.
2. Modo Automático:
A chave seletora é colocada na posição "automático".
O comando do motor é realizado por dispositivos
externos, como sensores, relés ou CLPs.
O fim de curso pode ser usado para parar o motor ou
reverter o movimento, dependendo da aplicação.
3. Sinalização:
Quando o motor está desligado, a lâmpada verde
acende.
Quando o motor está ligado, a lâmpada vermelha
acende.
Se o fim de curso for acionado, a lâmpada amarela
pode ser usada para indicar essa condição.
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Vantagens do sistema
Proteção completa: O disjuntor motor protege o circuito contra
falhas elétricas.
Versatilidade: A chave seletora permite alternar entre modos de
operação (manual/automático).
Segurança: O fim de curso impede movimentos indesejados,
protegendo o sistema.
Monitoramento: A sinalização visual facilita a identificação do
estado do motor e do sistema.
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203
MOTOR, CHAVE SELETORA COM FIM DE
CURSO E SINALIZAÇÃO
Vantagens do sistema
Proteção completa: O disjuntor motor
protege o circuito contra falhas elétricas.
Versatilidade: A chave seletora permite
alternar entre modos de operação
(manual/automático).
Segurança: O fim de curso impede
movimentos indesejados, protegendo o
sistema.
Monitoramento: A sinalização visual facilita a
identificação do estado do motor e do
sistema.
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205
MOTOR, CHAVE SELETORA E RELÉ FALTA
DE FASE 3D
R S T
13 21
14 22
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207
MOTOR, CHAVE SELETORA E RELÉ FALTA
1. .
DE FASE
2. .
3. Relé de falta de fase:
Monitora a presença das três fases na
alimentação do motor.
Interrompe o circuito de comando em
caso de falta de uma ou mais fases,
protegendo o motor contra danos.
4. Contator:
Realiza a comutação da energia elétrica
no motor e permite a ligação e
desligamento.
Possui contatos auxiliares para realizar a
função de selo.
5. Contato auxiliar do contator (NA):
Mantém o circuito de comando
energizado após o botão de partida ser
solto.
6. Motor elétrico:
O equipamento acionado pela partida
direta.
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209
MOTOR, CHAVE SELETORA E RELÉ FALTA
1. . DE FASE
2. .
3. Proteção contra falta de fase:
Caso uma das fases da alimentação seja
interrompida, o relé de falta de fase
desliga a bobina do contator, evitando
que o motor opere de forma inadequada,
o que pode causar danos graves.
211
MOTOR, CHAVE SELETORA E RELÉ FALTA
DE FASE
Vantagens do sistema
Proteção avançada:
O relé de falta de fase protege o motor
contra condições adversas, como a falta
de uma das fases.
Flexibilidade de operação:
A chave seletora permite alternar
facilmente entre controle manual e
automático.
Simplicidade:
Combina proteção, controle e segurança
em um sistema compacto e funcional.
Redução de falhas:
Minimiza riscos de danos ao motor devido à
operação com tensão insuficiente ou
desbalanceada.
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1 3 1 3
Q1 Q2
96
11
12
F1
1 3 5
S0
I-0 -II 1
KM1
CH1
2 4 6
2 3
11
1 3 5
B-S
F1
12
2 4 6
13
B - INF
14
U1 V1 PE
X1 A1
M
-M H1 KM1
1
X2 A2
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213
COM CHAVE BOIA MANUAL E
L1 L2 AUTOMÁTICO
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PARTIDA
1. . DIRETA BOMBA RECALQUE COM
215
2.CHAVE
. BOIA MANUAL E AUTOMÁTICO
3. Chave boia:
Detecta o nível de líquido no reservatório.
Em posição "alta", aciona a bomba para
interromper o abastecimento.
Em posição "baixa", desliga a bomba ao
atingir o nível desejado.
4. Contator:
Realiza o acionamento da bomba,
permitindo o controle remoto e
automático.
Possui contatos auxiliares para a função
de selo.
5. Contato auxiliar (NA) do contator:
Mantém o contator energizado enquanto
a bomba estiver funcionando, no modo
manual.
6. Motor da bomba:
O equipamento que faz o recalque de
água.
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Funcionamento do circuito
1. Modo Manual:
A chave seletora é colocada na posição
"manual".
O operador controla o acionamento da
bomba pressionando os botões de partida
e parada.
A bomba opera independentemente do
nível do reservatório.
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217
CHAVE BOIA MANUAL E AUTOMÁTICO
1. .
2. Modo Automático:
A chave seletora é colocada na posição
"automático".
O acionamento e desligamento da
bomba são feitos automaticamente pela
chave boia, de acordo com o nível do
reservatório.
Quando o nível do reservatório atinge o
limite inferior, a chave boia fecha o
circuito, acionando a bomba.
Ao atingir o nível superior, a chave boia
abre o circuito, desligando a bomba.
3. Parada:
No modo "manual," o operador pode
desligar a bomba pressionando o botão
de parada.
No modo "automático," a bomba é
desligada automaticamente pela chave
boia.
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2. .
3. .
PARTIDA DIRETA BOMBA RECALQUE COM
219
4. .
CHAVE BOIA MANUAL E AUTOMÁTICO
5. .
Circuito de força:
A alimentação trifásica passa pelo
disjuntor motor e pelos contatos
principais do contator.
Alimenta o motor da bomba diretamente.
Vantagens do sistema
Automação e eficiência: O modo
automático reduz a necessidade de
intervenção humana e melhora o
gerenciamento de recursos.
Flexibilidade: A chave seletora permite
alternar facilmente entre operação
manual e automática.
Proteção do equipamento: A chave boia
evita que a bomba opere em condições
inadequadas, como sem água.
Simplicidade: O sistema é direto, fácil de
instalar e operar.
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221
AUTOMÁTICA E RELÉ FALTA DE FASE
L1 L2 L3
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Componentes do Sistema:
1. Contator:
Controla o acionamento do motor da
bomba.
2. Relé de Sobrecarga:
Protege o motor contra sobrecargas.
3. Relé de Falta de Fase:
Protege o motor contra desequilíbrios ou
a perda de uma das fases.
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223
1. .
CHAVE BOIA MANUAL E AUTOMÁTICA E
2. . RELÉ FALTA DE FASE
3. .
4. Chave Bóia:
Controla o nível de líquido no reservatório
ou poço e aciona/desliga a bomba
automaticamente.
Modo Automático:
A chave bóia controla a operação da
bomba conforme o nível do líquido.
Modo Manual:
O operador pode ligar/desligar a bomba
independentemente do nível do líquido.
5. Chave de Seleção Manual/Automático:
Permite alternar entre os dois modos de
operação.
6. Botões de Liga/Desliga:
Para acionamento manual da bomba.
7. Quadro de Comando:
Abriga os componentes elétricos e
oferece proteção.
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Funcionamento do Sistema:
1. Modo Automático:
A chave bóia detecta o nível do líquido.
Quando o nível atinge o limite inferior, a
chave bóia fecha o circuito e aciona o
contator, ligando a bomba.
Ao atingir o nível superior, a chave bóia
abre o circuito, desligando a bomba.
2. Modo Manual:
O operador utiliza os botões Liga e
Desliga para acionar ou desligar a bomba,
independentemente do nível do líquido.
3. Proteção:
O relé de falta de fase monitora as três
fases da alimentação elétrica. Se ocorrer a
perda de uma fase ou um desequilíbrio
grave, o relé desliga o circuito para
proteger o motor.
O relé de sobrecarga protege o motor
contra correntes excessivas.
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225
CHAVE BOIA MANUAL E AUTOMÁTICA E
RELÉ FALTA DE FASE
Observações Importantes:
227
114
1
L1 L2 L3 N
LINHA
1 3 5 1 3
Q1 Q3
L1 L2 L3
2
Q2 F
I> I> I> I>
2 4 6 2 4
13
Q2
14
1 3 5
KM1
11
12
95
96
2 4 6
F1
S0
1 3 5 I -II -III 1
F1 Selet
2 4 6 2 0 4
11
Boia
12
4 U1 V1 W1 PE
X1 A1
M
Subme H1 KM1
3
X2 A2
5
Data Nome Assinaturas Enti d ad e Título
D es enhad o
Verificado
A B C D E
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229
CANETA COM CHAVE BOIA MANUAL E
AUTOMÁTICA E RELÉ FALTA DE FASE
Componentes Necessários:
1. Contator: Liga e desliga o motor da
bomba.
2. Relé de Sobrecarga: Protege o motor
contra sobrecorrente.
3. Relé de Falta de Fase: Protege o motor
contra desequilíbrios ou perda de uma
fase.
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1.CANETA
. COM CHAVE BOIA MANUAL E
2.AUTOMÁTICA
. E RELÉ FALTA DE FASE
3. .
4. Chave Bóia: Controla automaticamente o
acionamento da bomba conforme o nível
de água.
5. Chave de Seleção Manual/Automático:
Permite alternar entre controle
automático e manual.
6. Botões Liga/Desliga: Para operação
manual.
7. Disjuntor Geral: Para proteção contra
curtos-circuitos e sobrecargas.
8. Filtro de Proteção (opcional): Protege
contra surtos elétricos ou picos de tensão.
9. Quadro de Comando: Para abrigar todos
os componentes elétricos.
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231
CANETA COM CHAVE BOIA MANUAL E
AUTOMÁTICA E RELÉ FALTA DE FASE
Funcionamento:
Modo Automático:
A chave bóiacontrola o funcionamento da
bomba com base no nível do reservatório:
Se o nível de água cair abaixo do limite
inferior, a chave bóia fecha o circuito e
aciona o contator para ligar a bomba.
Quando o nível superior for atingido, a
chave bóia abre o circuito, desligando a
bomba.
Modo Manual:
O operador utiliza os botões Liga e
Desliga para ligar ou desligar a bomba
manualmente, independentemente do
nível do reservatório.
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Proteções:
Relé de Falta de Fase: Monitora as três
fases e desliga a bomba em caso de perda
ou desequilíbrio de fases, evitando danos
ao motor.
Relé de Sobrecarga: Desliga a bomba em
caso de corrente excessiva devido a
bloqueio, problemas mecânicos ou
elétricos.
Esquema Elétrico:
Alimentação Trifásica: Passa pelo
disjuntor geral.
Relé de Falta de Fase: Instalado no início
do circuito para monitoramento contínuo
da alimentação.
Chave de Seleção Manual/Automático:
Seleciona o modo de controle.
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233
CANETA COM CHAVE BOIA MANUAL E
AUTOMÁTICA E RELÉ FALTA DE FASE
235
13.0 COMANDO PARA DUAS BOMBAS DE
RECALQUE COM REVEZAMENTO AUTOMÁTICO
LAYOUT
Bombas Recalque e
tubulações de interligação
ALIMENTAÇÃO3F - 220V
L1 L2 L3 PE I -II -III C
AL
CMT 1 53 43 43 43
K1 K2 KT1 KT2
1 1 3 5 1 MANU -0- AUTO M 0 A 1
L1 L2 L3 4 11 54 44 44 44
DJG T
RFF F B1
T EST E 2 CISTERNA
18
19
20
21
5 12
3
I> I> I> RELE FALTA DE FASE
2 4 6 X1 X1 X1 X1
6
B1L B2L RT1L RT2L
1 5 13
1
B2 BÓIA X2 X2 X2 X2
C CX. DE CONSUMO
RFF 6 14
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9
2 4 6 2 4 6 2 4
1 3 5 1 3 5 13 11 13 13 13 13 43 43 97 97
K1 K2 KT2 D1 K1 D1 K2 KT1 K1 D1 RT1 RT2
3 3
7
12
2 4 6 2 4 6 14 12 14 14 14 14 44 44 98 98
10 11 14
11 11 21
1 3 5 1 3 5 K2 K1 K2
RT1 RT2
2
12 12 22
2 4 6 2 4 6
16
17
95 95
15
XB1 XB2
RT1 RT2
4 4
96 96
8
13
X1 A1 A1 A1 A1 A1
U1 V1 W1 PE U1 V1 W1 PE FF K1 K2 D1 KT1 KT2
X2 A2 A2 A2 A2 A2
M M
B1 B1
3 3
0
FALT A CONT AT OR CONT AT OR CONT AT OR CONT AT OR CONT AT OR
FASE BOMBA 1 BOMBA 2 REVEZAMENTO TÉRMICO B1 TÉRMICO B2
BOMBA 1 BOMBA 2
5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título Data 12/01/2022 Num1: de 1
Desenhado 12/01/202 W COMANDO PARA DUAS
BOMBAS DE RECALQUE - Versão 2 Arquivo:
Verificado 2 esllei
A B C D E F G H
12/01/202 W
2 esllei
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237
RECALQUE COM REVEZAMENTO AUTOMÁTICO
Componentes Necessários:
Contator para cada bomba: Controla o
acionamento das bombas.
Relé de Sobrecarga: Protege os motores
contra sobrecargas.
Relé de Falta de Fase: Protege contra a
perda de fases.
Relé Temporizador (ou PLC): Gerencia o
revezamento automático das bombas.
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Chaves Bóia:
Bóia de Nível Baixo: Para desativar as
bombas se o nível for muito baixo.
Bóia de Nível Médio: Para ativar uma
bomba.
Bóia de Nível Alto: Para ativar ambas as
bombas (em situações de alta demanda).
Botões de Liga/Desliga para cada bomba:
Para acionamento manual.
Chave de Seleção Manual/Automático:
Permite alternar entre operação manual e
automática.
Quadro de Comando: Para abrigar todos os
componentes.
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239
RECALQUE COM REVEZAMENTO AUTOMÁTICO
Funcionamento:
1. Modo Automático com Revezamento:
Quando o nível atinge o nível médio, o
sistema liga a bomba 1 na primeira
operação.
Na próxima vez que o nível atingir o nível
médio, o sistema liga a bomba 2, alternando
as bombas automaticamente.
Se o nível atinge o nível alto, ambas as
bombas são acionadas para atender à
demanda.
2. Modo Manual:
As bombas podem ser ligadas
individualmente por botões de
acionamento, independentemente do nível
do líquido.
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241
RECALQUE COM REVEZAMENTO AUTOMÁTICO
Esquema Elétrico:
1. Alimentação Trifásica:
Passa por disjuntores gerais e relés de
proteção.
2. Controle de Revezamento:
Implementado com um relé temporizador
cíclico ou programado em um PLC
(Controlador Lógico Programável).
3. Acionamento das Bombas:
Contator 1 e Contator 2 conectados às
bombas.
Intertravamento elétrico para evitar que
ambas as bombas sejam acionadas
simultaneamente no modo normal.
4. Chaves Bóia:
Conectadas ao circuito de controle para
indicar os níveis e acionar/desligar as
bombas.
5. Modo Manual:
Botões independentes para cada bomba,
conectados diretamente aos contatores.
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Benefícios do Revezamento:
Distribuição Uniforme de Trabalho: Reduz
o desgaste em uma única bomba.
Redundância: Garante operação contínua
caso uma bomba apresente falhas.
Economia de Energia: Aciona apenas a
bomba necessária, evitando consumo
excessivo.
243
CHAVE SELETORA E SINALIZAÇÃO
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L1 L2 L3
Q2
Q1
BEM
CH1
K1
K2
H1
F1
H2
M1
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245
CHAVE SELETORA E SINALIZAÇÃO
Funcionamento:
Seleção do Sentido: A chave seletora é
posicionada no sentido desejado (horário ou
anti-horário).
Acionamento: Pressionar o botão Liga
energiza o contator correspondente (CD ou
CR) com base na posição da chave seletora.
O motor gira no sentido definido.
Desligamento: Pressionar o botão Desliga
desenergiza o contator e para o motor.
Sinalização: Uma lâmpada acende para
indicar o sentido de rotação em operação.
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247
CHAVE SELETORA E SINALIZAÇÃO
Segurança:
Intertravamento Mecânico (Opcional):
Além do intertravamento elétrico, pode-se
usar um dispositivo mecânico para evitar o
acionamento simultâneo dos contatores.
Aterramento: O sistema deve estar
devidamente aterrado para garantir
segurança.
Relé de Sobrecarga: Instalar entre os
contatores e o motor para proteger contra
sobrecarga elétrica.
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249
AUTOMÁTICO, PROGRAMADOR HORÁRIO E
RELÉ FALTA DE FASE
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L1 L2 L3
PH
D1
Q2
Q1
CH. EM
K1
CH1
M1
H1
F1
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251
AUTOMÁTICO, PROGRAMADOR HORÁRIO E
RELÉ FALTA DE FASE
Componentes Necessários:
Contator: Controla o acionamento do motor.
Relé de Sobrecarga: Protege o motor
contra sobrecorrentes.
Relé de Falta de Fase: Protege contra falhas
em uma ou mais fases.
Programador Horário: Aciona o sistema em
horários programados no modo automático.
Chave Seletora (Manual/Automático):
Alterna entre os modos de operação.
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Botões Liga/Desliga:
Liga (manual): Aciona o motor no modo
manual.
Desliga: Desliga o motor em ambos os
modos.
Disjuntor Geral: Protege contra curtos-
circuitos e sobrecargas.
Sinalização (opcional): Lâmpadas
indicadoras para operação manual,
automática ou falha.
Funcionamento do Sistema:
1. Modo Manual:
O operador aciona o motor pressionando o
botão Liga.
O motor continua ligado até que o botão
Desliga seja pressionado ou ocorra uma
falha (sobrecarga ou falta de fase).
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253
AUTOMÁTICO, PROGRAMADOR HORÁRIO E
RELÉ FALTA DE FASE
1. .
2. Modo Automático:
O programador horário liga e desliga o
motor automaticamente conforme a
programação definida.
O sistema permanece sob controle do
programador enquanto a chave seletora
estiver no modo automático.
3. Proteção:
O relé de falta de fase desliga o sistema
automaticamente se detectar uma falha de
fase.
O relé de sobrecarga desliga o motor em
caso de corrente excessiva.
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255
AUTOMÁTICO, PROGRAMADOR HORÁRIO E
RELÉ FALTA DE FASE
Fluxo de Operação:
1. Modo Manual: Posicionar a chave seletora no
modo Manual.
Pressionar o botão Liga para acionar o motor.
Pressionar o botão Desliga para interromper o
funcionamento.
2. Modo Automático:
Posicionar a chave seletora no modo
Automático.
Configurar o programador horário com os
horários desejados.
O programador aciona o contator nos horários
programados.
Vantagens do Sistema:
Flexibilidade: Permite alternar entre operação
manual e automática conforme a necessidade.
Segurança: Protege o motor contra falhas de
fase e sobrecarga.
Eficiência: O programador horário garante
operação nos períodos necessários, evitando
desperdício de energia.
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AUTOMÁTICA
Gerador
Rede
L1 L2 L3
L1 L2 L3
L
R/G
1
N -Q3
1 3 5 1 3 5
N Gerador
Rede -Q1 -Q2
I>
2
I> I> I> I> I> I>
2 4 6 2 4 6
11
Simulador Falta de fase
Botão
1 3 5 1 3 5
- K M2 12 14
-KM1
2 4 6 2 4 6
A1 A1
-KM1 -KM2
A2 A2
X1 X1 X1
Car1 Car2 Car3
X2 X2 X2
EXEMPLO DE CARGA
QUE PODE SER USADO
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257
AUTOMÁTICA
Gerador
Concessionária
N
2 L3
Interruptor de L1 L
Transferência
L1 L2 L3 N
L1 L2 L3 N L1 L2 L3 N
Rede
L1 L2 L3 N L1 L2 L3 N
Gerador
Disjuntor
258
INTERRUPTOR DE TRANSFERÊNCIA
AUTOMÁTICA
Um Interruptor de Transferência Automática
(ATS - Automatic Transfer Switch) é um
dispositivo essencial para sistemas que
necessitam de energia elétrica contínua. Ele é
responsável por alternar automaticamente a
fonte de alimentação entre a rede elétrica
principal e uma fonte secundária, como um
gerador ou outro sistema de backup, em caso
de falha ou interrupção da energia principal.
259
INTERRUPTOR DE TRANSFERÊNCIA
AUTOMÁTICA
Funcionamento Básico
Condição Normal: A carga é alimentada pela
rede elétrica principal. O ATS monitora
continuamente a tensão e a frequência.
Falha na Rede Elétrica: O ATS detecta a
anormalidade e aciona a fonte secundária
(gerador). Após o gerador atingir as
condições ideais, o ATS transfere a carga
para a fonte secundária.
Retorno da Energia: Quando a energia da
rede é restabelecida e estabilizada, o ATS
transfere automaticamente a carga de volta
à rede principal.
Tipos de ATS
ATS Padrão: Usado para alternar entre a rede
elétrica e o gerador.
ATS Redundante: Permite a transferência
entre várias fontes de alimentação para
maior confiabilidade.
ATS Combinado: Integra recursos de
monitoramento remoto e automação
avançada.
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260
INTERRUPTOR DE TRANSFERÊNCIA
AUTOMÁTICA
APLICAÇÕES
HOSPITAIS E INSTALAÇÕES MÉDICAS.
DATA CENTERS E SERVIDORES.
INDÚSTRIAS E FÁBRICAS.
EDIFÍCIOS COMERCIAIS E RESIDENCIAIS.
SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÃO.
Esquema Básico
1. Um diagrama típico de ATS inclui:
Entrada da Rede Principal (L1, L2, L3 e N).
Entrada da Fonte Secundária (gerador).
Unidade de Controle (relés e
temporizadores).
Contatores de Comutação.
Saída para a Carga.
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261
DE DISJUNTOR GERAL VIA BLUETOOTH
Chave de
acionamento
manual
ACIONAMENTO
REDE
VIA BLUETOOTH
F N
262
263
Para que serve um disjuntor?
Proteger os circuitos contra sobrecorrentes (sobrecarga e
curto-circuito).
O que é uma chave fim de curso?
Dispositivo que interrompe ou altera o funcionamento de
um circuito quando uma peça mecânica atinge
determinado ponto.
Qual é a função de um fusível?
Proteger o circuito contra sobrecorrentes, fundindo-se
quando a corrente ultrapassa um limite seguro.
Como funciona um botão de emergência?
É um dispositivo de segurança que interrompe
imediatamente o funcionamento do equipamento em
caso de emergência.
O que é um inversor de frequência?
Dispositivo que varia a frequência da tensão de
alimentação para controlar a velocidade de motores
elétricos.
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MOTORES ELÉTRICOS
265
Qual a função de um comando estrela-triângulo?
Reduzir a corrente de partida de motores trifásicos.
Como funciona a partida direta de um motor?
O motor é ligado diretamente à rede elétrica, utilizando um
contactor e dispositivos de proteção.
O que é o torque de partida de um motor?
É a força inicial gerada pelo motor ao começar a girar.
Quais dispositivos podem ser usados para controlar a
velocidade de um motor?
Inversores de frequência e variadores de tensão.
Por que o motor trifásico é mais eficiente que o
monofásico?
Porque tem menor perda de energia, maior torque e
funcionamento mais estável.
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ACIONAMENTOS E COMANDOS
266
NORMAS E SEGURANÇA
267
Qual norma regula comandos elétricos no Brasil?
A NR-10, que trata da segurança em instalações elétricas.
O que é aterramento?
Conexão de equipamentos à terra para proteger contra
choques elétricos e surtos de tensão.
Por que é importante usar dispositivos de proteção
em comandos elétricos?
Para prevenir danos aos equipamentos e riscos aos
operadores.
O que é um circuito de emergência?
Um circuito que garante a interrupção imediata do
sistema em situações de perigo.
Como deve ser realizada a manutenção em comandos
elétricos?
Sempre com o circuito desenergizado e seguindo normas
de segurança.
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TIPOS DE COMANDOS
268
SENSORES E ATUADORES
269
O que é um sensor de proximidade?
Detecta a presença de objetos sem contato físico.
Para que serve um sensor óptico?
Detectar objetos ou sinais utilizando feixes de luz.
O que é um atuador?
Dispositivo que transforma energia elétrica em movimento
ou outra forma de trabalho.
Qual a função de um sensor de nível?
Detectar o nível de líquidos ou sólidos em um reservatório.
O que é um transdutor?
Dispositivo que converte uma forma de energia em outra,
como pressão em sinal elétrico.
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TEMPORIZADORES E RELÉS
270
O que é um temporizador?
Dispositivo que controla o tempo de funcionamento de um
circuito.
Qual a diferença entre temporizador retardo na
energização e na desenergização?
O retardo na energização atrasa a ativação do circuito; na
desenergização, atrasa o desligamento.
Como funciona um relé de estado sólido?
Realiza a comutação sem partes móveis, utilizando
semicondutores.
Para que serve um relé de falta de fase?
Proteger motores trifásicos contra a falta de uma das fases
de alimentação.
O que é um relé de nível?
Detecta e controla o nível de líquidos em reservatórios.
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271
LÓGICO-PROGRAMÁVEIS)
O que é um CLP?
Dispositivo eletrônico usado para controlar processos
industriais automaticamente.
Quais linguagens são utilizadas para programar CLPs?
Ladder, blocos funcionais, texto estruturado, entre outras.
O que é uma entrada digital no CLP?
Sinal que só pode assumir dois estados: ligado (1) ou
desligado (0).
Qual é a função de uma saída analógica no CLP?
Controlar dispositivos com valores variáveis, como tensão
ou corrente.
Como funciona um ciclo de varredura em um CLP?
O CLP lê entradas, processa o programa e atualiza as
saídas.
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Sobre o Autor
Gideilson é técnico de elétrica com mais de 17
anos de experiência na área elétrica,
especializado em comandos elétricos industrial.
Ao longo de sua trajetória, adquiriu vasto
conhecimento em sistemas de potência,
instalações industriais e soluções elétricas
personalizadas, sempre buscando compartilhar
seu aprendizado com profissionais e
estudantes.
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