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Transtornos Alimentares

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Curso de Psicologia

UC: Processos Psicopatológicos e Contemporaneidade


Professor: Jéferson Passig e Clarisse D. B. Machado
Alunas: Amanda Varela Soares, Stefanie Souza Mafra e Vanessa Hoffmann

1. INTRODUÇÃO (STEFANIE)

Em sua maioria, os transtornos alimentares aparecem na infância ou adolescência. Na infância


são aqueles que alteram a relação da criança com a sua alimentação. Nesse caso não é
necessariamente a preocupação excessiva com o peso, como temos na anorexia nervosa e
bulimia, e sim com o desenvolvimento infantil. Podemos associar esse caso com a pica e o
transtorno de ruminação. Na adolescência é que temos os transtornos já ditos acima, anorexia
nervosa e bulimia nervosa, e também temos o transtorno da compulsão alimentar periódica.

2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA (VANESSA)

Os transtornos alimentares são caracterizados por distúrbios no comportamento


alimentar que afetam negativamente a saúde física e mental, levando os indivíduos à obesidade
ou desnutrição e, em casos mais graves, a morte. Estes transtornos se manifestam em maioria
nos jovens entre 12 e 25 anos com um foco maior em mulheres, porém o número de homens
com estes distúrbios vem aumentando significativamente

As causas destes transtornos são sociais, psicológicas e biológicas. No social temos os


padrões sociais impostos tanto por parentes ou conhecidos (sempre julgando nosso peso) quanto
pela mídia (onde sempre passam a mensagem que ser bonito é ser magro). No psicológico temos
a distorção corporal (onde a pessoa não se percebe como realmente é, se achando muito gordo
ou muito magro, completamente diferente do que deveria ser) e também temos traumas de
infância, como pressão imposta pelos pais para ‘’limpar o prato’’ mesmo estando satisfeito ou
abusos sofridos no passado. E no biológico temos a ação da serotonina no cérebro, que traz uma
sensação de prazer ao comer. Outra causa também são as exigências diretas e indiretas da
profissão. A anorexia, por exemplo, é mais frequente entre modelos, atletas e dançarinos,
profissões ligadas à aparência do corpo.
O tratamento para esses distúrbios é feito com multidisciplinaridade, o que inclui:
psicólogos, nutricionistas e médicos (psiquiatras e endocrinologistas). Desta forma é possível
traçar um melhor planejamento e ter um melhor resultado no tratamento do paciente.

Os transtornos alimentares são:

1. Anorexia Nervosa:

É descrita por pacientes que não se percebem como realmente são, tendo uma percepção
alterada do próprio corpo, se vendo gordas mesmo depois de perder muito peso. O medo
aterrorizante de ganhar peso e a perda de peso constante por conta da restrição alimentar,
purgação e exercício físico excessivo são as principais características deste transtorno que, em
casos mais graves, pode levar à morte. Outras características são as técnicas para checagem de
peso (pesagens frequentes, medição obsessiva e uso persistente de um espelho), e o modo como
veem a perda de peso como um troféu.

A maioria dos pacientes com este transtorno são mulheres adolescentes ou adultas,
algumas profissões como bailarina, ginasta, modelo e atriz também são um grande foco. A
anorexia é extremamente perigosa pois os pacientes se negam a ver sua saúde decaindo e
ignoram sintomas como queda de cabelo, crescimento anormal de pelos, diminuição dos
batimentos cardíacos, ausência de menstruação, humor deprimido, insônia, irritabilidade e
isolamento social. O tratamento é feito com um trabalho conjunto de médico, psicólogo
(cognitivo-comportamental, interpessoal e a terapia de família) e nutricionista. A internação
hospitalar é considerada para pacientes com quadro grave de anorexia. É necessário manter o
acompanhamento psicológico pois a AN tem grandes possibilidades de reincidência num
período de até 5 anos com relação a eventos de estresse como terminar com o namorado ou
perder o emprego.

2. Bulimia Nervosa:
Se caracteriza por episódios recorrentes de compulsão alimentar seguidos por alguma
forma de comportamento compensatório inapropriado como purgação (vômitos autoinduzidos,
abuso de laxantes), jejum ou exercício vigoroso. Durante um episódio é consumido milhares de
calorias com uma sensação de descontrole. Os episódios são desencadeados por todo tipo de
situação que gera sentimentos negativos (frustração, tristeza, ansiedade, tédio, solidão) e são
feitos em segredo. Logo após um episódio o paciente sente remorso ou culpa pelo seu
comportamento e então vem a autopunição que proporciona alivio imediato do desconforto
causado pelo medo de ganhar peso.

Este transtorno afeta em maior parte mulheres jovens e adolescentes. Ele surge por uma
preocupação excessiva com o seu peso corporal, mas diferente dos pacientes com anorexia
nervosa, na bulimia nervosa os pacientes conseguem manter um peso saudável na maioria dos
casos (cerca de 70%) ou, levemente abaixo deste (15%), sendo que as pacientes restantes podem
estar até acima do peso (15%). O tratamento é feito por uma equipe multiprofissional
(psicólogo, nutricionista e psiquiatra). Em alguns casos mais sérios é necessária a internação
por conta de complicações clínicas decorrentes das manobras de autopunição.

3. Pica:
Caracterizado pela ingestão persistente de substâncias não nutritivas como: terra,
cabelo, sabonete e tijolo. Este transtorno pode ocasionar vários problemas, como complicações
gastrintestinais, intoxicação e infecção. O tratamento é feito com psicoterapia, e em casos de
desnutrição é feito o acompanhamento com um nutricionista.

4. Transtorno Alimentar Restritivo Evitativo:


É caracterizado por déficit nutricional e restrição de crescimento em crianças. Nesse
transtorno o paciente não tem interesse na alimentação, deixa de comer alguns alimentos por
traumas passados ou porque não gosta do cheiro, consistência, cor ou temperatura. Por conta
disso não gosta de comer fora de casa ou na frente de outras pessoas pois é constantemente
chamado de “fresco”. Este transtorno era chamado de Transtorno da Alimentação da Primeira
Infância porque se inicia antes da idade de seis anos e é mais comum em crianças. O tratamento
é feito com psicoterapia e acompanhamento de um nutricionista para a melhora do estado
nutricional do paciente.

5. Transtorno de Compulsão Alimentar:


Configura-se por episódios recorrentes de perda de controle sobre a quantidade de
alimento ingerida, comendo excessivamente. Diferente da bulimia, as pessoas que tem este
transtorno não tem comportamentos compensatórios como indução de vômitos. A maioria das
pessoas com este transtorno é obesa, geralmente acomete os mais velhos e tem mais chance de
serem homens. É tratado com uma orientação dietética adequada com refeições regulares e
psicoterapia cognitivo-comportamental.

6. Transtorno de Ruminação:
Há episódios de regurgitação involuntária onde o alimento que já havia sido ingerido e
que já pode estar parcialmente digerido, volta à boca sem náusea aparente, ânsia de vômito ou
repugnância. O alimento pode ser remastigado e engolido novamente ou então expelido da
boca. Diferente do vômito, o alimento volta à boca de forma pouco digerida, porém, sem o
gosto ácido. É tratado com psicoterapia cognitivo-comportamental.

3. APRESENTAÇÃO DO MATERIAL PESQUISADO

3.1 Filme Corpo Perfeito (1997) (VANESSA)

A história do filme começa quando a ginasta, Andie, que sonha em ir para as olimpíadas,
vai para Seattle para conseguir aulas com um treinador que treinou 5 ginastas que conseguiram
medalhistas de ouro enquanto tinham ele como treinador.

Em seu primeiro treino com o treinador David Blair ela passa pelo “Ritual da
Humilhação”, onde o treinador diz que ela precisa perder mais peso para ser melhor nos treinos,
mesmo estando em seu peso ideal. Andie já havia alguns anseios quanto ao seu peso, e após o
treinador ter dito que precisava perder peso para ser boa, ela começa a se achar gorda e inicia
uma dieta por conta própria. Apesar de ser boa no que fazia, ela não conseguia superar as outras
meninas que treinavam consigo, foi então que a medalhista de ouro, Leslie, se aproximou dela
e disse que ficaria melhor se estivesse de estômago vazio.

Leslie, a ensina a comer sem engordar “coma e devolva” e então além de não manter
mais a comida em seu estômago ou fingir que comia, Andie começa a fazer exercícios
excessivos e a ficar obcecada com o número de calorias.

A ginasta consegue chegar às semifinais das Olimpíadas, mas acaba desmaiando logo
após sua apresentação por conta de sua desnutrição e deixa sua família e amigos mais
preocupados com seu estado. Andie começa a perceber que está ficando doente quando seus
cabelos começam a cair, mas ela continua sem comer pois estava cada vez melhor e mais
próxima de ser medalhista. Após seus pais, amigos e treinadores tentarem fazer ela comer algo
e a alertarem de que seu corpo não iria aguentar mais muito tempo, a protagonista tenta se forçar
a comer algo, mas não consegue. Sua ambição pela medalha é maior do que sua preocupação
com sua saúde.

Quando finalmente chegam as finais da competição, Andie desmaia novamente durante


a sua apresentação e acaba lesando a coluna e o tornozelo por conta que seu corpo ficou muito
frágil por não se alimentar, por pouco não quebrou o pescoço. Após seu diagnóstico de
descalcificação óssea e anorexia sair, os pais de Andie decidem voltar para casa assim que ela
recebesse alta. A protagonista não aceita de primeira, mas após ver seu treinador fazendo o
mesmo ritual de humilhação com novatas, ela acaba concordando que o melhor era ir embora
cuidar de si mesma.

O filme encerra com Andie voltando para casa, começando a terapia e voltando a comer
aos poucos. Andie não desistiu dos seus sonhos, mas aprendeu que ela precisa respeitar os
limites de seu corpo

Este filme mostra como Andie desenvolveu a anorexia nervosa por conta da pressão de
seu treinador quanto a ser magra e perfeita e por ficar se comparando constantemente às outras
meninas de seu treino. Todos os corpos são diferentes tanto em forma quanto em o que
conseguem aguentar. O corpo da protagonista não aguentou tamanha desnutrição e quase
resultou na morte da mesma, apesar disto, Leslie não tinha os mesmos problemas e mesmo
estando abaixo do peso, não tinha tantas complicações. Foi difícil para Andie perceber o quão
doente estava e mais difícil ainda para buscar ajuda e se recuperar.

3.2 Arte (ou pintura, ou música, ou literatura) (AMANDA)

A artista italiana Vanessa Beecroft apresentou em 2003 em sua obra “vb 52. 002.nt.”
uma performance que projetava diferentes banquetes onde modelos magérrimas se limitavam a
olhar os alimentos à sua frente. A não-interação alimentar provoca a disciplina em busca do
desejo como meio silenciador do corpo que grita de fome. Reprimir à vontade, dobrar o instinto
faminto liberta a dor de um território massacrado, tanto campo quanto corpo de batalha.
Figura 1: Vanessa Beecroft acgnfgf. Vb52002.nt.
Performance, 2003

Na criação “As meninas perfeitas só comem vento”, Lisa propõe a temática anoréxica
do transtorno refletida na colher furada que tudo abrange, mas nada cata. Neste pequeno
relicário a colher emoldurada pela maciez do veludo vermelho repousa sem sentido na
inutilidade de um prato limpo sem marca de comida, sem marca de prazer. São banidos, assim,
os sentidos e seus pecados gulosos, expurgados pelo objeto e, de consequência pelo ato
inoperante.

Figura 2: Lisa Minari Hargreaves.


As meninas perfeitas só comem vento.
2017
3.3 Estudo de Caso (STEFANIE)

Segundo o DSM V, a anorexia nervosa “Restrição da ingestão alimentar relacionada às


necessidades, levando a um peso corporal significativamente baixo, no contexto da idade, sexo,
etapa do desenvolvimento e saúde física.”

Como um exemplo de anorexia nervosa temos o caso da Ana. A jovem foi encaminhada
para a clínica com 13 anos por conta da sua restrição alimentar e perda de peso. Ana praticava
ginástica artística, a mesma já havia participado de diversas competições, apesar das ótimas
avaliações, os jurados lhe diziam que ela não tinha um “corpo de ginasta”. Com isso, Ana se
dedicou muito para atingir esse tal corpo ideal, restringindo sua alimentação e se dedicando aos
seus treinos, assim ganhando a última etapa da competição. Mas a situação foi piorando, com a
ginasta se alimentando cada vez menos e sua mãe se preocupando cada vez mais.

A jovem sempre foi bem na escola, mesmo sem amigos pois preferia a companhia de
sua mãe, já sabia ler e escrever aos 3 anos pelo incentivo da mãe. Aos 7 anos os pais se
separaram, e Ana ficou com a mãe, e o pai, mesmo presente, não criou um vínculo com sua
filha.

Quando chegou no médico, Ana já estava perdendo 10% do seu peso nos últimos 3
meses e apresentava um IMC2 de 15 por causa da restrição alimentar. Já diagnosticada com
anorexia nervosa, o médico notou também que Ana estava ficando cada vez mais angustiada
conforme as consultas de tratamento passavam. Como a jovem sentia muita dificuldade de falar
o que lhe afligia, foi necessária a intervenção de um analista no tratamento.

Como Ana ainda não conseguia falar dessa angústia, sua mãe foi chamada para fazer
parte do tratamento. Ela relatou, em uma consulta separadamente, que Ana tinha muitas crises
nas quais gritava, chorava e agarrava-se a ela, pedindo-lhe desculpas por estragar tudo,
referindo-se a um tempo em que era pequena e agradava à mãe. A filha começou a imitá-la em
gestos, afirmando que queria perder o mesmo tanto de calorias que a mãe. Frequentemente, Ana
era tomada por movimentos automáticos em que batia as mãos no ar, como se tentasse secá-las,
e só parava quando a mãe as segurava. Fazia abdominais durante pequenas ausências da mãe e
dependia do comando dela para fazer coisas cotidianas, como, por exemplo, servir-se no café.
Para se alimentar e sair de casa, a jovem tinha várias restrições nas quais tudo tinha a sua
programação para evitar as crises. Sua mãe sempre precisava ficar lhe afirmando que era
necessário e importante ela se alimentar, caso contrário, ela não comia e, assim, a culpa por
estragar tudo era atribuída à mãe.

A história relatada pela mãe de Ana, assim como seus sintomas, permite sustentar a
hipótese de uma foraclusão do Nome-do-Pai. A figura materna sempre foi a predominante em
sua vida. A mãe nunca se voltou para algo além da filha. Ana sempre foi uma filha perfeita, ia
bem na escola, era uma ginasta olímpica, sempre se encaixando nas expectativas da mãe, que
sempre se interessou pelo esporte. Para Ana tudo estava bem se ela continuasse nos conformes
do discurso materno. No momento em que ela atinge o “corpo de ginasta” idealizado, realizando
o desejo narcísico da mãe, o quadro psicótico se desestabiliza.

Conforme Ana foi evoluindo no seu tratamento com psiquiatra, ela foi acolhida em uma
posição em que lhe permitiu a retomar a fala e, finalmente, fosse escutada em vez de só seguir
o que sua mãe falava. A jovem surpreendeu a todos quando mostrou interesse na profissão de
seu pai. Essa identificação com a profissão paterna foi entendida como um recurso ao pai
imaginário, o que, de alguma forma, difere da identificação com o desejo materno.

Levando esse caso para o lado da fenomenologia, é como se a mãe da Ana criasse a filha
para ser intocável. Desde criança, enquanto ela ainda vinha constituindo sua personalidade, ela
foi construída para ser perfeita. Todo o seu saber-de-ser foi criado sob essa atmosfera tensa de
precisar atender as expectativas da mãe. E quando ela tem esse embate com o “corpo perfeito”,
e percebe que não atendeu as expectativas maternas, a jovem desenvolve anorexia nervosa,
restringindo sua alimentação para não decepcionar a mãe.

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS (AMANDA)

Sendo assim, conclui-se que as causas dos transtornos alimentares são tanto social quanto
psicológico e biológico. Dando maior ênfase na influência gerada pelos padrões de beleza
impostos pela sociedade.
Esse é um assunto de saúde pública já que leva os indivíduos à obesidade, desnutrição ou
até mesmo a morte. Deve ser tratado com acompanhamento profissional multidisciplinar entre
psicólogo, nutricionista e médicos psiquiatras. É muito importante também nesse processo o
apoio familiar.

REFERÊNCIAS
VANESSA
APPOLINÁRIO, José Carlos. Transtornos alimentares. Scielo, 2000. Disponível em: <
https://www.scielo.br/j/rbp/a/P6XZkzr5nTjmdVBTYyJVZPD/>. Acesso em: 31 de outubro de
2022.
RANGEL, Aline. Transtornos alimentares: Principais causas. A psiquiatra, 2018. Disponível
em: <https://apsiquiatra.com.br/transtornos-alimentares-causas/>. Acesso em: 15 de outubro de
2022.
CORPO PERFEITO. Direção: Douglas Barr. Produção de NBC Studios. Estados Unidos: NBC
Studios, 1997. Online.
STEFANIE
VAL, Alexandre Costa; CUNHA, Cristiane de Freitas; FERREIRA, Roberto Assis;
CARVALHO, Maria Bernadete de. Um caso de anorexia nervosa: a condução do tratamento.
Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, [S.L.], v. 17, n. 3, p. 485-500, set.
2014. FapUNIFESP (SciELO).
APPOLINÁRIO, José Carlos; CLAUDINO, Angélica M. Transtornos alimentares: transtornos
alimentares. Revista Brasileira de Psiquiatria, [S.L.], v. 22, n. 2, p. 28-31, dez. 2000. EDITORA
SCIENTIFIC
AMANDA
HARGREAVES, Lisa Minari. O Corpo que não me cabe: Obras transtornadas na representação
dos distúrbios alimentares. Google, 2018. Disponível em: <
https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/779/o/25-Lisa_Minari.pdf>. Acesso em: 15/11/2022.

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