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HSV-1 e HSV-2

O herpes é causado pelos vírus herpes simples tipo 1 (HSV-1) e tipo 2 (HSV-2), sendo o primeiro associado a lesões orais e o segundo a lesões genitais, ambos com alta soroprevalência global. A infecção pode ser assintomática, mas quando sintomática, apresenta uma variedade de sintomas, incluindo bolhas e úlceras. Embora não haja cura, o tratamento visa aliviar os sintomas e pode incluir medicamentos antivirais e cuidados paliativos.

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HSV-1 e HSV-2

O herpes é causado pelos vírus herpes simples tipo 1 (HSV-1) e tipo 2 (HSV-2), sendo o primeiro associado a lesões orais e o segundo a lesões genitais, ambos com alta soroprevalência global. A infecção pode ser assintomática, mas quando sintomática, apresenta uma variedade de sintomas, incluindo bolhas e úlceras. Embora não haja cura, o tratamento visa aliviar os sintomas e pode incluir medicamentos antivirais e cuidados paliativos.

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Trabalho de Henrique e Richard

HSV-1 e HSV-2 (Resumo)

Patógeno

As lesões do herpes genital e oral são decorrentes de infecção pelo vírus herpes
simples. O vírus herpes simples tipo 1 (HSV-1) ou herpesvírus humano 1 (HHV-1), é o
agente etiológico principal das lesões vesiculares da região orofacial, enquanto o vírus
herpes simples 2 (HSV-2), ou herpesvírus humano 2 (HHV-2) é a causa principal das
lesões na região genital. Entretanto, o HSV-1 pode levar a lesões na região genital e,
embora mais raro, o HSV-2 pode ser manifestado na região orofacial. As infecções
pelos vírus herpes simples (HSV-1 e HSV-2) representam as doenças sexualmente
transmissíveis mais comuns a nível global, alcançando uma soroprevalência de 80%
em adultos, e apresentam um amplo espectro de acometimento clínico.

Métodos de transmissão

A infecção por HSV-1 é bastante comum, afetando indivíduos de todas as idades e


etnias. Felizmente existe um crescente corpo de conhecimento que tem permitido uma
maior compreensão dos mecanismos subjacentes da doenças que contribui para a
disponibilidade de uma maior variedade de opções terapêuticas. As medidas
profiláticas podem auxiliar na minimização da frequência e severidade dos surtos, e
medicamentos tópicos, orais e parenterais oferecem benefícios para pacientes que
sofrem surtos, e medicamentos tópicos, orais e parenterais oferecem benefícios para
pacientes que sofrem surtos frequentes e para aqueles imunocomprometidos.

Sintomas e complicações

HSV-1

Em 90% dos casos, a inoculação inicial pelos vírus deste gênero (HSV -1) leva a uma
infecção assintomática, detectável apenas através da presença de anticorpos. Todavia,
se houver sintomatologia, esta é em geral representada por gengivoestomatite com
adenopatia regional, balanite, ceratoconjuntivite e herpes cutâneo. Mais incomumente,
meningoencefalite herpética ou erupção variceliforme de Kaposi. O período de
incubação dos vírus do gênero Simplexvirus é de 4 a 5 dias.
HSV-2

Muitas vezes, as pessoas não sabem que foram infectadas com os vírus do herpes
genital, porque é comum que a doença não manifeste sinais ou sintomas. Mas pode
acontecer de a pessoa presenciar alguns sintomas característicos:

● Dores e irritação que surgem de dois a dez dias após o contágio.


● Manchas vermelhas e pequenas bolhas esbranquiçadas que costumam surgir
dias após a infecção.
● Úlceras na região dos genitais, que podem até mesmo sangrar e causar dor ao
urinar.
● Cascas que se formam quando as úlceras cicatrizam.

Nos primeiros dias após o contágio, a pessoa infectada pode apresentar sintomas
muito parecidos com os da gripe:

● Apetite reduzido
● Febre
● Mal-estar geral
Dores musculares na parte inferior das costas, nádegas, coxas ou joelhos.

As feridas características do herpes genital surgem imediatamente quando o vírus


entra no organismo. Você pode espalhar a ferida tocando-a e, depois, passando as
mãos por outras partes do corpo. Herpes genital pode causar feridas no pênis, saco
escrotal, coxas e na uretra, bem como na vagina, vulva e colo do útero. Feridas
também podem aparecer nas nádegas, boca e no ânus.

Tratamento

Não existe uma cura para herpes, mas a doença é autolimitada, ou seja, desaparece à
medida que o sistema imune do indivíduo se recupera. De qualquer jeito, durante as
crises infecciosas, o objetivo principal é diminuir o desconforto na área afetada.
Infecções de mucosa oral pelo HSV podem ser tratadas com aciclovir tópico, oral ou
intravenoso. O tratamento deveria ser iniciado na fase prodrômica da doença, pois a
janela terapêutica é estreita. Cuidados locais: Produtos de venda livre , gelo , álcool ou
éter são utilizados como terapia paliativa local. Devem ser aplicados com cotonetes ,
para evitar a autocontaminação ou a contaminação do cuidador.

Etiologia
Herpes é uma infecção causada por dois vírus da família Herpesviridae (herpes
simples tipos 1 e 2), e pode afetar a região da boca, principalmente labial, órgãos
genitais e áreas próximas. As formas de manifestação divergem de indivíduo para
indivíduo. A família Herpesviridae abrange oito espécies passíveis de infectar seres
humanos, que compartilham as seguintes características:

● Vírion apresentando um padrão arquitetural similar, composto de quatro partes:


Núcleo eletrodenso, capsídeo icosapentaédrico, tegumento e envelope;
● São capazes de produzir várias espécies de enzimas, capazes de agir sobre o
metabolismo dos ácidos nucleicos e proteínas da célula infectada (timidina
quinase, DNA polimerase, helicase).
● São capazes de assumir estado de latência infecciosa, e de se reativar
periodicamente.
● Possuem genoma grande, com mais de 200 genes.

Observações

A infecção por HSV-1 é bastante comum, afetando indivíduos de todas as idades e


etnias. Felizmente existe um crescente corpo de conhecimento que tem permitido uma
maior compreensão dos mecanismos subjacentes da doenças que contribui para a
disponibilidade de uma maior variedade de opções terapêuticas. As medidas
profiláticas podem auxiliar na minimização da frequência e severidade dos surtos, e
medicamentos tópicos, orais e parenterais oferecem benefícios para pacientes que
sofrem surtos, e medicamentos tópicos, orais e parenterais oferecem benefícios para
pacientes que sofrem surtos frequentes e para aqueles imunocomprometidos.

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