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Serviço Público Federal

Ministério da Educação
Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1.1. Denominação do Curso: Matemática

1.2. Código E-mec: 18382

1.3. Habilitação:

1.4. Grau Acadêmico Conferido: Licenciatura

1.5. Modalidade de Ensino: Presencial

1.6. Regime de Matrícula: Semestral

1.7. Tempo de Duração (em semestres):


a) Proposto para Integralização Curricular: 8 Semestres
b) Mínimo CNE: 8 Semestres
c) Máximo UFMS: 12 Semestres

1.8. Carga Horária Mínima (em horas):


a) Mínima CNE: 3200 Horas
b) Mínima UFMS: 3275 Horas

1.9. Número de Vagas Ofertadas por Ingresso: 40 vagas

1.10. Número de Entradas: 1

1.11. Turno de Funcionamento: Vespertino, Sábado pela manhã e Sábado à tarde

1.12. Local de Funcionamento:

1.12.1. Unidade de Administração Setorial de Lotação: CÂMPUS DE AQUIDAUANA

1.12.2. Endereço da Unidade de Administração Setorial de Lotação do Curso: Oscar


Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana
- MS

1.13. Forma de ingresso: As Formas de Ingresso nos Cursos de Graduação da


UFMS são regidas pela Resolução n° 430, Cograd, de 16 de dezembro de 2021;
Capítulo VI, Art. 18: O ingresso nos cursos de graduação da UFMS ocorre por meio
de: I - Sistema de Seleção Unificada (Sisu); II - Vestibular; III - Programa de
Avaliação Seriada Seletiva (Passe); IV - seleção para Vagas Remanescentes; V -
portadores de visto de refugiado, visto humanitário ou visto de reunião familiar; VI -
reingresso; VII - portadores de diploma de Curso de Graduação; VIII - transferência
externa; IX - movimentação interna de estudantes regulares da UFMS; X - permuta
interna entre estudantes regulares da UFMS; e XI - convênios ou outros
instrumentos jurídicos de mesma natureza, firmados com outros países e/ou órgãos
do Governo Federal; XII - matrícula cortesia; XIII - transferência compulsória; XIV -
mobilidade acadêmica; e XV - complementação de estudos no processo de

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Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
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Ministério da Educação
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ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

revalidação de diploma. Ainda, poderão ser estabelecidos outros critérios e


procedimentos para ingresso nos Cursos de Graduação por meio de Programas
Especiais ou outros atos normativos.

2. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL

O Curso de Matemática – Licenciatura/CPAQ foi criado pela Resolução


n° 55, Coepe/UFMS, de 13 novembro de 1996, e autorizado a funcionar no ano
letivo de 1997.
A fundamentação legal para a elaboração deste Projeto Pedagógico é
constituída pelas seguintes normativas:
Lei Federal nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as
Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB);
Lei Federal nº 9.795, de 27 de abril de 1999, que dispõe sobre a
Educação Ambiental e institui a Política Nacional de Educação
Ambiental;
Lei Federal nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece
normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade
das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida;
Decreto Federal nº 4.281, de 25 de junho de 2002, que regulamenta a
Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, que institui a Política Nacional de
Educação Ambiental, e dá outras providências;
Portaria nº 3.284, Ministério da Educação (MEC), de 7 de novembro de
2003, que dispõe sobre requisitos de acessibilidade de pessoas
portadoras de deficiências, para instruir os processos de autorização e
de reconhecimento de cursos, e de credenciamento de instituições;
Decreto Federal nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004, que regulamenta
as Leis nº 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de
atendimento às pessoas que especifica, e nº 10.098, de 19 de
dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos
para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de
deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências;
Lei Federal nº 10.861, de 14 de abril de 2004, que institui o Sistema
Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes);
Decreto Federal nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, que
regulamenta a Lei Federal nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que
dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei nº
10.098, de 19 de dezembro de 2000;
Lei Federal nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, que dispõe sobre o
estágio de estudantes e dá outras providências;
Lei Federal nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012, que institui a
Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno
do Espectro Autista;
Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014, que aprova o Plano Nacional de
Educação (PNE) e dá outras providências;
Decreto Federal nº 8.368, de 2 de dezembro de 2014, que regulamenta
a Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012, que institui a Política
Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do
Espectro Autista;
Decreto Federal nº 9.057, de 25 de maio de 2017, Regulamenta o art.
80 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as
diretrizes e bases da educação nacional;

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Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
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(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

Portaria nº 3.284, Ministério da Educação (MEC), de 7 de novembro de


2003, que dispõe sobre requisitos de acessibilidade de pessoas
portadoras de deficiências, para instruir os processos de autorização e
de reconhecimento de cursos, e de credenciamento de instituições;
Portaria nº 2.117, de 6 de dezembro de 2019, que dispõe sobre a oferta
de carga horária na modalidade de Ensino a Distância (EaD) em cursos
de graduação presenciais ofertados por Instituições de Educação
Superior (IES) pertencentes ao Sistema Federal de Ensino.
Resolução nº 1, Conselho Nacional da Educação (CNE) / Conselho
Pleno (CP), de 17 de junho de 2004, que institui diretrizes curriculares
nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o
ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana;
Resolução nº 3, CNE/CP, de 2 de julho de 2007, que dispõe sobre
procedimentos a serem adotados quanto ao conceito de hora-aula;
Resolução nº 1, CNE/CP, de 30 de maio de 2012, que estabelece
Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos;
Resolução nº 2, CNE/CP, de 15 de junho de 2012, que Estabelece as
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental;
Resolução nº 2, CNE/CP, de 20 de dezembro de 2019, que define as
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial de
Professores para a Educação Básica e institui a Base Nacional Comum
para a Formação Inicial de Professores da Educação Básica (BNC-
Formação);
Resolução nº 7, CNE/CES, de 18 de dezembro de 2018, que
estabelece as Diretrizes para a Extensão na Educação Superior
Brasileira e regulamenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014,
que aprova o Plano Nacional de Educação —PNE 2014-2024 — e dá
outras providências;
Resolução n° 1, Comissão Nacional de Avaliação da Educação
Superior (Conaes), de 17 de junho de 2010, que Normatiza o Núcleo
Docente Estruturante (NDE) e dá outras providências;
Resolução n° 3, CNE/CES, de 18 de fevereiro de 2003, que estabelece
as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Matemática;
Resolução nº 137-Coun, de 29 de outubro de 2021, que
aprova o Regimento Geral da Fundação Universidade Federal de Mato
Grosso do Sul;
Resolução nº 106, Coeg, de 4 de março de 2016, que aprova
as Orientações Gerais para a Elaboração de Projeto Pedagógico de
Curso de Graduação da UFMS;
Resolução nº 105, Coeg, de 4 de março de 2016, que aprova
as Regras de Transição para Alterações Curriculares originadas de
alterações na normatização interna da UFMS ou atendimento a
normativa legal;
Resolução nº 16, Conselho de Graduação (Cograd), de 16 de
janeiro de 2018, que altera o art. 4° da Resolução nº 105, Coeg, de 4
de março de 2016;
Resolução nº 537, Cograd, de 18 de outubro de 2019, que
aprova o Regulamento do Núcleo Docente Estruturante (NDE), dos
cursos de graduação da UFMS.

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Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
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(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

Resolução nº 430, Cograd, de 16 de dezembro de 2021 que


aprova o Regulamento Geral dos Cursos de Graduação da Fundação
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul;
Resolução nº 93, Conselho Universitário (Coun), de 28 de
maio de 2021, que aprova o Estatuto da Fundação Universidade
Federal de Mato Grosso do Sul;
Resolução nº 304-Cograd/2021, de 17 de junho de 2021.
Estabelece as Normas para a curricularização da extensão nos Cursos
de Graduação da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do
Sul;
Resolução nº 128, Conselho Universitário (Coun), de 31 de
agosto de 2021. Estabelece o percentual de vagas para o ingresso nos
Cursos de Graduação da Fundação Universidade Federal de Mato
Grosso do Sul, a partir do ano letivo de 2022;
Resolução nº 594, Cograd, de 22 de junho de 2022, que
aprova o Regulamento das Atividades Orientadas de Ensino dos Cursos
de Graduação da UFMS;
Resolução nº 595, Cograd, de 22 de junho de 2022, que
aprova o Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso dos Cursos
de Graduação da UFMS;
Resolução nº 706, Cograd, de 8 de dezembro de 2022, que
aprova o Regulamento de Estágio dos Cursos de Graduação da UFMS;
Resolução nº 732, Cograd, de 6 de janeiro de 2023, que estabelece as
normas das Ações de Ensino da Fundação Universidade Federal de
Mato Grosso do Sul;
Resolução nº 830, Cograd, de 1° de março de 2023, que
aprova o Regulamento das Atividades Complementares dos Cursos de
Graduação da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.

3. CONTEXTUALIZAÇÃO

3.1. HISTÓRICO DA UFMS


A Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) tem
origem com a criação das Faculdades de Farmácia e Odontologia, em 1962, na
cidade de Campo Grande, embrião do Ensino Superior público no sul do então
Estado de Mato Grosso.
Em 26 de julho de 1966, pela Lei Estadual nº 2.620, esses Cursos foram
absorvidos pelo Instituto de Ciências Biológicas de Campo Grande (ICBCG), que
reformulou a estrutura anterior, instituiu departamentos e criou o primeiro Curso de
Medicina.
No ano de 1967, o Governo do Estado de Mato Grosso criou o Instituto
Superior de Pedagogia, em Corumbá, e o Instituto de Ciências Humanas e Letras,
em Três Lagoas, ampliando assim a rede pública estadual de Ensino Superior.

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Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
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(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

Integrando os Institutos de Campo Grande, Corumbá e Três Lagoas, a Lei


Estadual nº 2.947, de 16 de setembro de 1969, criou a Universidade Estadual de
Mato Grosso (UEMT). Em 1970, foram criados e incorporados à UEMT, os Centros
Pedagógicos de Aquidauana e Dourados.
Com a divisão do Estado de Mato Grosso, a UEMT foi federalizada pela
Lei Federal nº 6.674, de 05 de julho de 1979, passando a denominar-se Fundação
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). O então Centro Pedagógico
de Rondonópolis, sediado em Rondonópolis/MT, passou a integrar a Universidade
Federal de Mato Grosso (UFMT). O Câmpus de Dourados (CPDO) foi transformado
na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), com a sua instalação
realizada em 1º de janeiro de 2006, de acordo com a Lei nº 11.153, de 29 de julho
de 2005.
Atualmente, além da sede na Cidade Universitária em Campo Grande,
onde funcionam a Escola de Administração e Negócios (Esan), a Faculdade de
Artes, Letras e Comunicação (Faalc), a Faculdade de Ciências Farmacêuticas,
Alimentos e Nutrição (Facfan), a Faculdade de Ciências Humanas (Fach), a
Faculdade de Computação (Facom), a Faculdade de Educação (Faed), a Faculdade
de Engenharias, Arquitetura e Urbanismo e Geografia (Faeng), a Faculdade de
Medicina (Famed), a Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (Famez), a
Faculdade de Odontologia (Faodo), a Faculdade de Direito (Fadir), o Instituto de
Biociências (Inbio), o Instituto de Física (Infi), o Instituto Integrado de Saúde (Inisa), o
Instituto de Matemática (Inma) e o Instituto de Química (Inqui), a UFMS mantém
nove câmpus nas cidades de Aquidauana, Bonito, Chapadão do Sul, Corumbá,
Coxim, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas,
descentralizando o ensino para atender aos principais polos de desenvolvimento do
Estado.
Em sua trajetória histórica, a UFMS busca consolidar seu compromisso
social com a comunidade sul-mato-grossense, gerando conhecimentos voltados à
necessidade regional, como preconiza a Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional (LDB). Sempre evidenciou a necessidade de expandir a formação
profissional no contexto social-demográfico e político sul-mato-grossense. Em
consonância com essas demandas, a UFMS possui cursos de Graduação e Pós-
Graduação, presenciais e a distância. Os cursos de Pós-Graduação englobam
especializações e programas de Mestrado e Doutorado.
3.2. HISTÓRICO DA UNIDADE DA ADMINISTRAÇÃO SETORIAL DE LOTAÇÃO
DO CURSO (PRESENCIAIS) OU DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA UFMS
(CURSOS A DISTÂNCIA)
O Câmpus de Aquidauana da Universidade Federal de Mato Grosso do
Sul (CPAQ/UFMS) teve sua história iniciada com a apresentação de requerimento
na Câmara de Vereadores de Aquidauana, na sessão de 24 de abril de 1970, para a
criação da Faculdade de Filosofia nesta cidade. Em 27 de abril de 1970, este pedido
foi encaminhado pelo Presidente da Câmara ao Secretário de Estado de Educação e
Cultura do Estado de Mato Grosso. No dia 10 de julho do mesmo ano, pelo Ofício n.º
131/70, o Secretário de Estado de Educação informou que o Governador do Estado
concordava com a criação do Centro Pedagógico.
No dia 21 de agosto de 1970, foi publicado, no Diário Oficial do Estado de
Mato Grosso, o Decreto n.º 1.146, de 13 de agosto de 1970, criando o Centro
Pedagógico de Aquidauana (CPAQ), integrado à Universidade Estadual de Mato
Grosso (UEMT), com sede na cidade de Campo Grande.
A partir de 6 de fevereiro de 1971 o CPAQ começou a funcionar e,
através da Portaria n.º 14/1971, o Reitor da UEMT designou responsável para
responder pela direção do Centro. Neste mesmo ano, foi realizado o primeiro
vestibular para os Cursos de Letras Português e Literatura, Letras Português e

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Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
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ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

Inglês e Estudos Sociais. A instalação oficial deu-se em 7 de março de 1971 e o


período letivo iniciou-se em 29 do mesmo mês e ano.
O Centro Pedagógico foi instalado, inicialmente, nas dependências da
Escola Estadual Coronel José Alves Ribeiro (Cejar), em 1971. Posteriormente, o
Estado comprou a construção inacabada do Ginásio Imaculada Conceição, de
propriedade dos Padres Redentoristas, localizado na Praça Nossa Senhora da
Imaculada Conceição, concluído no ano de 1974, para instalar o Centro Pedagógico,
cujas atividades permanecem ali até hoje (Unidade I).
Depois da divisão do Estado, em 1977, e com a federalização da UEMT,
em 1979, o Centro passou a constituir uma Unidade da Universidade Federal de
Mato Grosso do Sul, com o nome de Centro Universitário de Aquidauana (CEUA) e,
posteriormente, Câmpus de Aquidauana (CPAQ).
O aumento do número de cursos e, consequentemente, de vagas, levou à
necessidade de construção de outros prédios, o que se materializou com a
inauguração da Unidade II do Câmpus de Aquidauana, localizada no bairro Serraria,
espaço que passou a abrigar a maioria dos cursos de graduação em 2016. Por fim,
o prédio em que foi instalada terceira Unidade do Câmpus de Aquidauana, a Base
de Pesquisas Históricas e Culturais das Bacias dos Rios Aquidauana e Miranda –
Unidade Técnica, (Bpram-UT) foi adquirido em 2003, passando a funcionar a partir
de 2008.
O CPAQ funciona atualmente com os seguintes cursos superiores de
graduação: Administração; Ciências Biológicas; Geografia, Bacharelado; Geografia,
Licenciatura; História; Letras, Licenciatura em Português e Espanhol;
Letras Licenciatura, Português e Inglês; Letras, Licenciatura em Português e
Literatura; Matemática; Pedagogia e Turismo; com a Licenciatura Intercultural
Indígena Povos do Pantanal, em regime de alternância; e, no que tange à pós-
graduação, com o curso Mestrado Acadêmico em Geografia.
3.3. HISTÓRICO DO CURSO
O Curso de Matemática – Licenciatura/CPAQ foi criado em 1996 pela
Resolução n° 55, Coepe/UFMS, de 13 de novembro 1996, e autorizado a funcionar
no ano letivo de 1997.
A solicitação da criação do Curso de Matemática-Licenciatura, no Câmpus
de Aquidauana, deveu-se principalmente a falta de profissionais habilitados nesta
área para trabalharem nas escolas públicas e particulares da região oeste do estado
de Mato Grosso do Sul e teve por base as publicações: “Número de Pessoal
Docente – Função” – 1995, referente situação de pessoal docente em exercício em
Mato Grosso do Sul, da Secretaria de Estado de Educação (SED-MS) e do
“Levantamento dos Cursos de 2° Grau: Qualidade e Cidadania”– números e
percentuais de professores não habilitados em exercício nas escolas do estado de
Mato Grosso do Sul.
Assim sendo, os professores da área, lotados no então CEUA (Centro
Universitário de Aquidauana), hoje CPAQ, incentivados pela comunidade
educacional da cidade e região, que, há muito, aspiravam ao oferecimento do Curso
de Matemática–Licenciatura Plena, e considerando as necessidades sociais e os
benefícios que o Curso traria à região, resolveram solicitar a criação do Curso no
Câmpus de Aquidauana, tendo sido alcançado o objetivo no ano de 1996 e a sua
implantação em 1997.
O Curso foi reconhecido em 10 de julho de 2003, pelo prazo de cinco
anos, através da Portaria nº 1771, publicada no Diário Oficial da União nº 133, seção
1, página 9, de 14 de julho de 2003. Após seu reconhecimento o Curso não recebeu,
por nenhuma vez, a Comissão de Avaliação Externa do MEC.
Desde a sua criação, o Curso teve sua estrutura curricular alterada por
diversas vezes, gerando 11 sequências. A primeira delas teve sua alteração em

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Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
Serviço Público Federal
Ministério da Educação
Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

1999 e a última, em vigor antes desta reformulação do Projeto Pedagógico,


começou a vigorar em 2015.
O Curso conta atualmente com dois laboratórios, sendo eles o Laboratório
de Ensino de Matemática de Aquidauana (LEMAq), destinado ao ensino, pesquisa e
extensão, tratando especialmente das práticas pedagógicas do professor de
Matemática de todas as etapas de ensino, e o Laboratório de Ensino e Pesquisas
em Matemática (LEPEM), destinado ao ensino e à pesquisa. O Curso, em seu início
tinha 3 (três) professores efetivos atuando, sendo um mestre e dois especialistas em
Matemática. Atualmente, tem em seu quadro sete professores efetivos, sendo 4
(quatro) Doutores em Matemática Pura ou Aplicada, 2 (duas) Doutoras em Educação
Matemática e 1 (um) mestre.
Os acadêmicos do Curso participaram da Avaliação do Exame Nacional
de Curso (ENC) durante os anos de 2000 a 2003, tendo obtido no Provão o conceito
C em todos os anos que participaram. Em 2017 participaram da Avaliação do Exame
Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) tendo obtido 3,0 (três vírgula
zero) como Conceito Preliminar de Curso (CPC).
No total, 248 discentes se diplomaram em matemática entre a primeira
turma, com formandos em 2000 e a turma de 2022-1.

4. NECESSIDADE SOCIAL DO CURSO

4.1. INDICADORES SOCIOECONÔMICOS DA POPULAÇÃO DA MESORREGIÃO


A mesorregião dos Pantanais Sul-mato-grossenses é uma das quatro
mesorregiões de Mato Grosso do Sul. É formada por sete municípios, os quais se
dividem em duas microrregiões: Aquidauana e Baixo Pantanal. A microrregião do
Baixo Pantanal é composta por Ladário, Porto Murtinho e Corumbá, com câmpus
próprio. A microrregião de Aquidauana abrange os municípios de Aquidauana,
Anastácio, Dois Irmãos do Buriti e Miranda. De acordo com dados do IBGE (2010)
(<http://www.cidades.ibge.gov.br/>, acesso em 04 de junho de 2019), sua população
estimada em 2018 era de 111946 (cento e onze mil e novecentos e quarenta e seis)
habitantes, ocupando uma área de aproximadamente 27730 km² (vinte e sete mil
setecentos e trinta quilômetros quadrados). A média do Índice de Desenvolvimento
Humano Municipal de Aquidauana (IDHM) é de 0,688, ligeiramente inferior ao IDH
nacional, 0,699. O Produto Interno Bruto per capita por município em 2016 era de
18568,37 em Aquidauana, considerada o sétimo maior centro urbano do estado;
16593,34 em Anastácio; Dois Irmãos do Buriti com 17519,60 e Miranda com
16946,03. A média salarial dessa microrregião varia de 0,5 (meio) a 2 (dois) salários
mínimos por trabalhador e a base da economia aquidauanense é formada pelo
comércio, serviços e agropecuária.
A cidade de Aquidauana tem grande importância para o Pantanal, disputa
com Cáceres - Mato Grosso a segunda colocação em importância na região, já que
a primeira é Corumbá, pois serve de acesso terrestre e aéreo à região
(http://www.cmaquidauana.ms.gov.br/economia.html. Acesso em 04 jun. 2019).
Centro de zona Aquidauana, com cerca de 50 mil habitantes e 2 relacionamentos
diretos, é um Centro de Zona A. Nível formado por cidades de menor porte e com
atuação restrita à sua área imediata; exercem funções de gestão elementares.
Aquidauana é uma das 192 cidades no Brasil com a classificação Centro de Zona A.
A cidade exerce influência sobre os municípios de Anastácio e Nioaque (Centros
Locais).
Atualmente, a cidade possui uma área de lavoura temporária de
3312,287ha e 3192,546ha

8
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
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(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

(https://cidades.ibge.gov.br/brasil/ms/aquidauana/pesquisa/24/76693. Acesso em 04
jun. 2019) onde se destaca o cultivo de milho, mandioca e olerícolas. O mesmo
acontece na pecuária, com destaque para a de corte, em uma área de
219.911,917ha de pastagem natural, e 800.827 cabeças de bovinos, segundo dados
do IBGE. Outros ramos de pecuária importantes são a pecuária extensiva de cria e
recria sustentada pelas pastagens naturais. O sistema de criação de gado é feito em
grandes propriedades, com poucas divisões e manejo de rebanho limitado.
4.2. INDICADORES SOCIOAMBIENTAIS DA REGIÃO
De acordo com dados Geoambientais da Secretaria de estado de Meio
Ambiente e Desenvolvimento Econômico(Semade) de 2015
(http://www.semade.ms.gov.br/ acesso em 27 de junho de 2016), a mesorregião dos
Pantanais Sul-mato-grossenses está localizada na porção Centro-Oeste e Noroeste
de MS abrangem grande parte do Pantanal o que faz da atividade turística uma das
mais importantes atividades econômicas da região, sendo sua base o turismo
contemplativo e a pesca esportiva. Ocupa a maior extensão territorial dentro do
Estado e destaca-se por patrimônios naturais da humanidade, a concentração de
vida selvagem, com grande biodiversidade, barcos hotéis e hotéis fazendas.
A microrregião de Aquidauana possui baixa densidade demográfica
(aproximadamente 4 hab/km²), distribuídos nos quatro municípios. A cidade de
Aquidauana, sede do Câmpus, situa-se a cerca de 130 km da capital Campo
Grande, é conhecida por Cidade Natureza, devido a variedade de flora e fauna.
Possui vários rios para pesca, no entanto o rio que dá nome a cidade é o principal
deles, possui também quatro distritos: Camisão, Cipolândia, Piraputanga e Taunay.
A principal atividade econômica da região é a criação de gado de corte,
serviços e turismo. Vale ressaltar ainda na região em questão, a presença de
assentados, quilombolas, ribeirinhos e a enorme população indígena de várias
etnias, a exigir profissionais qualificados capazes de atender às suas mais diversas
demandas.
4.3. ANÁLISE DA OFERTA DO CURSO NA REGIÃO
O Curso de Matemática do Câmpus de Aquidauana atende discentes
oriundos da própria cidade e de municípios vizinhos, como Anastácio, Miranda,
Bodoquena, Jardim, Nioaque, Dois Irmãos do Buriti, Bela Vista, Bonito, Guia Lopes
da Laguna. Nessa região, sabe-se que o Curso de Matemática é oferecido apenas
por instituições particulares na modalidade Educação a Distância (Ead), sem um
quantitativo de vagas ofertadas por ano, já que as turmas podem ser formadas a
partir de um aluno.
Cerca de 90% da microrregião de Aquidauana é alfabetizada, sendo que,
em 2018, houve 19693 alunos matriculados no Ensino Fundamental, 4849 alunos no
Ensino Médio, havia 76 escolas de Ensino Fundamental e 26 de Ensino Médio, 1322
professores atuando no Ensino Fundamental e 468 no Ensino Médio. Em Mato
Grosso do Sul, em 2007, havia um total de 1893 professores lecionando Matemática
nos anos finais do Ensino Fundamental, dos quais cerca de 5% eram não
licenciados, e 781 professores ensinando Matemática no Ensino Médio, com
aproximadamente 6% não licenciados (Censo do professor do MEC 2007 <http://port
al.mec.gov.br/plano-nacional-de-formacao-de-professores/censo-do-professor>,
acesso em 27 de junho de 2016).
Pelo exposto, fica clara a importância de um curso de licenciatura em
Matemática em uma universidade pública para possibilitar a formação de
professores. A UFMS - Câmpus de Aquidauana, consciente de seu papel de polo de
produção e disseminação de conhecimento, em consonância com a LDB – Art. 62,
propõe o Curso de Matemática-Licenciatura, que prevê a formação de Licenciados
em Matemática para o exercício no Ensino Fundamental II e Ensino Médio das redes

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Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
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pública e privada de ensino, especialmente na região formada pelas cidades


circunvizinhas e em todo estado de Mato Grosso do Sul que possui um número
significativo de professores sem formação acadêmica específica nesta área.

5. CONCEPÇÃO DO CURSO

5.1. DIMENSÕES FORMATIVAS


Os componentes curriculares do Curso foram concebidos a fim de
contribuir para a formação do acadêmico como um todo, cobrindo várias dimensões
do conhecimento necessárias a um profissional da área. As principais dimensões
que permeiam o processo formativo no Curso são: técnica, política, desenvolvimento
pessoal, cultural, ética e social.
5.1.1. TÉCNICA
Nesta dimensão, o Curso de Matemática volta-se para a formação
profissional do futuro licenciado em matemática, desenvolvendo
habilidades necessárias a uma sólida formação teórica e prática.
As competências e habilidades desenvolvidas nos estudantes pelo Curso
são de acordo com o previsto na Resolução nº 2, CNE/CP, de 20 de dezembro de
2019. As competências gerais docentes desenvolvidas serão:
Compreender e utilizar os conhecimentos historicamente construídos
para poder ensinar a realidade com engajamento na aprendizagem do
estudante e na sua própria aprendizagem colaborando para a
construção de uma sociedade livre, justa, democrática e inclusiva.
Pesquisar, investigar, refletir, realizar a análise crítica, usar a
criatividade e buscar soluções tecnológicas para selecionar, organizar e
planejar práticas pedagógicas desafiadoras, coerentes e significativas.
Valorizar e incentivar as diversas manifestações artísticas e culturais,
tanto locais quanto mundiais, e a participação em práticas diversificadas
da produção artístico-cultural para que o estudante possa ampliar seu
repertório cultural.
Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e
comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas
diversas práticas docentes, como recurso pedagógico e como
ferramenta de formação, para comunicar, acessar e disseminar
informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e
potencializar as aprendizagens.
Valorizar a formação permanente para o exercício profissional, buscar
atualização na sua área e afins, apropriar-se de novos conhecimentos e
experiências que lhe possibilitem aperfeiçoamento profissional e
eficácia e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania, ao seu
projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e
responsabilidade.
Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional,
compreendendo-se na diversidade humana, reconhecendo suas
emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com
elas, desenvolver o autoconhecimento e o autocuidado nos estudantes.
Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação,
fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos
humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos

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Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
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e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e


potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza, para promover
ambiente colaborativo nos locais de aprendizagem.
Agir e incentivar, pessoal e coletivamente, com autonomia,
responsabilidade, flexibilidade, resiliência, a abertura a diferentes
opiniões e concepções pedagógicas, tomando decisões com base em
princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários,
para que o ambiente de aprendizagem possa refletir esses valores.
Também serão desenvolvidas as competências específicas relacionadas
às dimensões do conhecimento profissional, prática profissional e engajamento
profissional, bem como as habilidades relacionadas a estas competências.
As competências específicas da dimensão do conhecimento profissional
são as seguintes:
I - dominar os objetos de conhecimento e saber como ensiná-los;
II - demonstrar conhecimento sobre os estudantes e como eles aprendem;
III - reconhecer os contextos de vida dos estudantes; e
IV - conhecer a estrutura e a governança dos sistemas educacionais.
As competências específicas da dimensão da prática profissional
compõem-se pelas seguintes ações:
I - planejar as ações de ensino que resultem em efetivas aprendizagens;
II - criar e saber gerir os ambientes de aprendizagem;
III - avaliar o desenvolvimento do educando, a aprendizagem e o ensino;
e
IV - conduzir as práticas pedagógicas dos objetos do conhecimento, as
competências e as habilidades.
As competências específicas da dimensão do engajamento profissional
podem ser assim discriminadas: I - comprometer-se com o próprio desenvolvimento
profissional; II - comprometer-se com a aprendizagem dos estudantes e colocar em
prática o princípio de que todos são capazes de aprender; III - participar do Projeto
Pedagógico da escola e da construção de valores democráticos; e IV - engajar-se,
profissionalmente, com as famílias e com a comunidade, visando melhorar o
ambiente escolar.
Nesse sentido, o Curso de Matemática-Licenciatura tem como objetivo
desenvolver nos estudantes os seguintes campos de domínio:
Geometria e suas Formas;
Fundamentos de Matemática;
Probabilidade e Estatísticas
História da Matemática;
Álgebra e suas estruturas;
Softwares Matemáticos;
Matemática aplicada;
Matemática e meio ambiente;
História da educação;
Educação Especial, Educação Ambiental e Direitos Humanos.
E ainda:
capacidade de expressar-se escrita e oralmente com clareza e
precisão;
capacidade de trabalhar em equipes multidisciplinares;
capacidade de compreender, criticar e utilizar novas ideias e
tecnologias para a resolução de problemas.
capacidade de aprendizagem continuada, sendo sua prática profissional
também fonte de produção de conhecimento;

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Colegiado de Curso do Curso de Matemática
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habilidade de identificar, formular e resolver problemas na sua área de


aplicação, utilizando rigor lógico-científico na análise da situação-
problema;
estabelecer relações entre a Matemática e outras áreas do
conhecimento;
conhecimento de questões contemporâneas;
participar de programas de formação continuada.
Almeja-se obter os pontos acima descritos por meio de processos
envolvendo leituras, atividades e discussões voltadas à essas práticas, dando
suporte para que os acadêmicos elaborem e apresentem trabalhos ao longo do
Curso. A partir de tais ações, o licenciado em Matemática deverá ter as capacidades
de:
elaborar propostas de ensino-aprendizagem de Matemática para a
educação básica;
analisar, selecionar e produzir materiais didáticos;
analisar criticamente propostas curriculares de Matemática para a
educação básica;
desenvolver estratégias de ensino que favoreçam a criatividade, a
autonomia e a flexibilidade do pensamento matemático dos educandos,
buscando trabalhar com mais ênfase nos conceitos do que nas
técnicas, fórmulas e algoritmos;
perceber a prática docente de Matemática como um processo dinâmico,
carregado de incertezas e conflitos, um espaço de criação e reflexão,
onde novos conhecimentos são gerados e modificados continuamente.

5.1.2. POLÍTICA
Tomando como base que um curso de formação envolve vários aspectos,
tais como social, cultural, político, dentre outros, o Curso de Matemática-Licenciatura
tratará as questões políticas em disciplina específica, Políticas Educacionais, e
também nas disciplinas de Prática de Ensino que tratam de aspectos culturais e
sociais, a exemplo de Etnomatemática e Modelagem Matemática. Estas questões
também serão discutidas de maneira transversal em diversos momentos do Curso.
Sendo assim mobilizaremos ações buscando:
autonomia, liberdade e consciência política do discente;
incentivar o debate político, priorizando as diferentes manifestações
ideológicas, com o objetivo de ampliar discussões que contribuam para
o crescimento do discente diante das diversidades políticas;
despertar os princípios de cidadania promovendo a integração entre os
discentes e a comunidade externa, fazendo com que este futuro
profissional da Educação se aproprie de uma posição política.

5.1.3. DESENVOLVIMENTO PESSOAL


“Esta dimensão envolve as atividades e experiências propiciadas aos
estudantes que lhes permitam o desenvolvimento de centros de interesse outros que
os ligados ao fazer profissional. Nesta dimensão o Curso de Matemática-
Licenciatura propiciará diversos momentos que, poderão contribuir para o
desenvolvimento do perfil do licenciado. Esses momentos farão parte do processo
como um todo, ou seja, a preocupação não será inicial ou final, mas sim ao longo do
processo de formação profissional. Diante desse entendimento pensamos que

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algumas ações deverão ser privilegiadas. São essas:


Seminários sobre temáticas gerais ligadas à sociedade sul-mato-
grossense e brasileira, tais como: conjuntura política, conjuntura social,
artes, literatura e ciências;
Oficinas com docentes da UFMS e com profissionais de diferentes
campos profissionais sobre temáticas específicas, tais como: produção
de artesanato, jardinagem, carpintaria e marcenaria, construção civil,
produção textual, artes plásticas, dança, cuidados corporais, etc.;
Atividades de Extensão que envolvam o desenvolvimento de ações
ligadas às habilidades e centros de interesse dos estudantes;
Contabilização de carga horária em Atividades Complementares de
atividades que atendam aos centros de interesse dos estudantes.
incentivo e oferta de oportunidades para participar de eventos
científicos e culturais que poderão propiciar ao discente uma formação
também ética e pessoal;
atividades em grupos, ligadas às disciplinas, nas quais poderão ser
discutidas além, do próprio conteúdo, alguns parâmetros de convivência
social.

5.1.4. CULTURAL
Conforme Ubiratan D’Ambrósio "(2005, p. 1), um dos efeitos da
sociedade globalizada é uma forte tendência para eliminar diferenças, promovendo
uma cultura planetária. Particularmente afetados são os sistemas educacionais, que
passam por forte pressão dos estudos e avaliações internacionais, inevitavelmente
comparativas e, lamentavelmente, competitivas. Como resultado, nota-se a paulatina
eliminação de componentes culturais na definição dos sistemas educacionais. Fica
evidente a formação de novos imaginários sociais, desprovidos de referentes
históricos, geográficos e temporais, caracterizados por uma forte presença da cultura
da imagem. Os critérios classificatórios estabelecem um referencial inidôneo, que
tem como consequência definir práticas e mesmo sistemas educacionais.
Consideramos cultura como o conjunto de mitos, valores, normas de comportamento
e estilos de conhecimento compartilhados por indivíduos vivendo num determinado
tempo e espaço."
Essa componente tem forte interface com a anterior. Nela, atividades
ligadas à produção cultural serão refletidas e aprendidas pelos estudantes.
Nesta dimensão, o Curso de Matemática-Licenciatura pretende
desenvolver as seguintes atividades, conforme interesse dos alunos:
leitura de obras da literatura universal comentadas;
assistir palestras gravadas dos Cafés Filosóficos;
incentivar criação de grupos com preferências culturais e artísticas
comuns para trocar experiências.

5.1.5. ÉTICA
Ética Profissional é o conjunto de princípios que regem a conduta
funcional de cada profissão. Toda profissão tem que ter a sua ética valorizada pelos
profissionais que nela atuam.
O Curso desenvolverá nos estudantes o compromisso com o uso
responsável do conhecimento que deve ser usado sempre em benefício coletivo: a
correta citação de referências bibliográficas usadas em pesquisa, o respeito na

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interação entre os membros da comunidade acadêmica dentro e fora da aula,


respeito aos prazos, além da realização de atividades e avaliações sem fraudes
acadêmicas tais como o plágio e cópia ilegal de respostas, recorrendo-se Comitê de
Ética no caso de pesquisas envolvendo seres humanos. Com as constantes
mudanças que ocorrem na sociedade, mudam-se também os comportamentos,
exigindo assim, a quebra de alguns paradigmas e a busca de novas posturas.
A UFMS dispõe do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP), o qual foi criado
no âmbito desta Instituição pela Instrução de Serviço nº 005, de 18 de fevereiro
1997, estando credenciado para exercer suas finalidades junto a Comissão Nacional
de Ética em Pesquisa (Conep) do Ministério da Saúde desde o dia 18 de março de
1997. Conforme Resolução CNS nº 466, de 12 de dezembro de 2012. Pesquisas
envolvendo seres humanos devem ser submetidas à apreciação do Sistema
CEP/Conep, que, ao analisar e decidir, se torna corresponsável por garantir a
proteção dos participantes. Os CEP’s são colegiados interdisciplinares e
independentes, de relevância pública, de caráter consultivo, deliberativo e educativo,
criados para defender os interesses dos participantes da pesquisa em sua
integridade e dignidade e para contribuir no desenvolvimento da pesquisa dentro de
padrões éticos.
O CEP é um órgão consultivo, educativo e fiscalizador. Os trâmites e
processos dentro do Comitê de Ética seguem as normas estabelecidas nas
resoluções e regulamentos próprios do comitê.

5.1.6. SOCIAL
O papel do profissional da educação precisa ser repensado. Faz-se mister
que o professor se assuma enquanto um profissional humano, social e político.
Posicionando-se como um profissional não mais neutro, mas tomando a educação
como instrumento de luta, levando a população a uma consciência crítica que supere
o senso comum, todavia não o desconsiderando (RUIZ, 2003). O Curso de
Matemática-Licenciatura busca oportunizar para a formação de profissionais
conscientes e capazes de promover as potencialidades humanas. Proporcionar aos
acadêmicos as condições para que acompanhem as exigências do mundo atual,
oferecendo - lhes um ensino de qualidade, com produção de conhecimento científico
e tecnológico, promovendo a qualificação do ensino por meio da oferta de projetos e
programas a serem desenvolvidos nas escolas da região através de políticas de
ensino, pesquisa e extensão. Além de incentivar a prática de esportes, cultura, lazer,
comunicação e socialização, o Curso irá oferecer um expressivo embasamento
conceitual - matemáticos e pedagógicos, oportunizando aos licenciandos o
desenvolvimento de habilidades e competências relacionadas à capacidade de
organização, planejamento, iniciativa, criatividade, capacidade de pesquisa e
adaptabilidade exploradas e incentivadas, etc.

5.2. ESTRATÉGIAS PARA O DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES


INTERDISCIPLINARES
A interdisciplinaridade é uma das práticas que compõe a concepção do
Curso. Neste projeto, os conteúdos curriculares serão desenvolvidos a partir de uma
abordagem centrada em problemas e temáticas. Deste modo, os conteúdos
tradicionalmente trabalhados em disciplinas isoladas serão interligados e o conjunto
conectado a conteúdos disciplinares de outros campos do conhecimento.
As problematizações propostas nas disciplinas do Curso serão
estruturadas a partir das seguintes temáticas:

a escola e sua interação com a sociedade;


conteúdos escolares e processos de transposição didática;

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o desenvolvimento humano e processos de aprendizagem;


a ciência e sua interface com a sociedade;
tecnologias de Informação e Comunicação e seu impacto na Educação;
modelos e o mundo matemático;
o uso ético do conhecimento.
Observe-se que estas temáticas não serão trabalhadas de forma isolada.
As atividades formativas trabalharão várias delas ao mesmo tempo, de modo a
integrá-las no processo de construção conceitual.
5.3. ESTRATÉGIAS PARA INTEGRAÇÃO DAS DIFERENTES COMPONENTES
CURRICULARES
O Curso de Matemática possui uma estrutura que busca receber, integrar
e promover a formação do acadêmico durante sua jornada no Curso. Sem perda de
exigência ou qualidade no ensino, alocar-se-á as diferentes componentes
curriculares de modo a recepcionar o conjunto heterogêneo de estudantes advindos
de lugares e formas de educação diversas; sendo assim o ingressante terá, no
princípio do Curso, atividades voltadas aos fundamentos de Matemática; no decorrer
do Curso ocorre a integração do acadêmico, sendo-lhe apresentados conteúdos
mais avançados no espectro envolvendo as três áreas próprias da Matemática
(Educação Matemática, Matemática Aplicada e Matemática Pura) tanto quanto
outras dimensões formativas; finalmente, a promoção do acadêmico, nos semestres
finais do Curso, advém da experiência adquirida nos processos de ensino-
aprendizagem pelos quais passa no Curso.
Para pensar e aplicar um currículo que supere a fragmentação é
necessário desenvolver estratégias que possibilitem os estudantes encontrarem
sentido no que é ensinado e aprendido durante o Curso, da mesma forma, que
possa aplicar de forma articulada os conhecimentos trabalhados nos diferentes
componentes curriculares.
Ocupando-se com a formação do professor-pesquisador, elencam-se as
seguintes estratégias para a integração dos diferentes componentes curriculares:
a articulação entre a teoria e a prática no processo de formação
docente; a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão;
a aproximação entre conceitos, fundamentos e metodologias da área
com outras áreas do conhecimento, bem como com relação aos
conteúdos e fundamentos da educação;
a adoção de postura transversal com relação aos direitos humanos, a
educação especial, a educação ambiental e as diversidades étnico-
racial, de gênero, sexual e religiosa.
Além disso, o Curso de Matemática promoverá as seguintes ações para
refletir sobre a integração entre as componentes curriculares:
Reunião Pedagógica com o corpo docente do Curso antes do início de
cada semestre letivo para apresentação dos planos de ensino, bem
com de atividades de pesquisa e extensão;
Reunião Pedagógica ao final do semestre letivo visando discutir as
atividades realizadas;
Reuniões do NDE para acompanhar o desenvolvimento do Projeto
Pedagógico do Curso;
Reunião do NDE, pelo menos em uma oportunidade no ano, para
apresentar e discutir a avaliação anual realizada pelos/as discentes.

5.4. PERFIL DESEJADO DO EGRESSO

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Como toda profissão, também o magistério tem uma trajetória construída


historicamente. Diante de tal fato, diversos fatores foram determinantes para a
constituição da profissão desde que surgiu até o presente momento que, dentre
outros podemos destacar: as interferências do contexto sócio-político no qual ela
esteve inserida, as exigências colocadas pela realidade social, finalidades da
educação em diferentes momentos, lugar que a educação ocupou e ocupa nas
prioridades do Estado, movimentos e lutas da categoria e movimentos sociais.
No atual contexto, a formação inicial de professores para atuar na
Educação Básica passa a ter papel crucial, pois é necessário que possam
experimentar, em seu próprio processo de aprendizagem, o desenvolvimento de
competências necessárias para atuar nesse novo cenário e que deve fazer parte
não só da trajetória da formação, mas que também permaneça na trajetória de
formação continuada.
Ao definir as incumbências dos professores, a Lei nº 9.394/1996(Lei de
Diretrizes de Bases da Educação), prevê as características gerais da formação de
professores e traça um perfil profissional que independe do tipo de docência:
multidisciplinar ou especializada, para crianças, jovens ou adultos, conforme incisos
do Art. 13:
I - participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento
de ensino;
II - elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica
do estabelecimento de ensino;
III - zelar pela aprendizagem dos alunos;
IV - estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor
rendimento;
V - ministrar os dias letivos e horas aula estabelecidos, além de participar
integralmente dos períodos dedicados ao planejamento;
VI - colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias
e a comunidade.
Considerando os indicativos legais, para constituição do perfil profissional
a UFMS/CPAQ - Curso de Matemática-Licenciatura define e amplia o perfil
profissional do egresso, considerando a formação:
profissional com identidade definida pelo seu conhecimento em
Matemática, nas relações destas com outras Ciências e em Educação:
o profissional em Educação no Curso de Matemática – Licenciatura
deve caracterizar-se pelo domínio dos conhecimentos pedagógicos,
pedagógico profissional e específico e pela visão crítica da realidade,
em seus aspectos sociais, econômicos, políticos, de modo especial em
relação às implicações que têm entre si as Ciências, a Tecnologia, a
Educação e a Sociedade.;
profissional sujeito de seu próprio desenvolvimento: ser um profissional
consciente de suas limitações e estar continuamente em formação,
através de reflexões sobre a própria prática como educador. Um
pensador, estudioso, investigador. Um analista crítico da realidade e ter
capacidade de chegar a conclusões coerentes e de tomar posições e
elaborar proposições próprias para soluções de problemas detectados;
profissional com conhecimento e relacionamento pessoal-profissional
capaz de dar contribuições efetivas em trabalhos coletivos da categoria:
o domínio do quadro prospectivo dominado pela mundialização, a
tendência será as superações das tensões entre o global e o local,
entre a tradição e a modernidade e entre o extraordinário
desenvolvimento dos conhecimentos e a capacidade de assimilação;
profissional com participação social na comunidade escolar em geral: o

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educador deve ser um profissional autônomo, comprometido com a


transformação social e tomar as decisões educativas. Um profissional
que interprete a classe social e que possibilite transferir diretamente
soluções geradas por agentes externos.

5.5. OBJETIVOS
Os objetivos do Curso são:
a) Geral:
Oferecer um Curso de Matemática – Licenciatura/CPAQ, tendo em vista o
compromisso dos docentes da UFMS, com a qualidade da formação e da ação
docente dos professores que atuam na Educação Básica.
b) Específicos:
Que os egressos sejam capazes de:
Oferecer espaços no ensino fundamental e médio, por meio de ações
em instituições de educação básica pública e privada, tendo a docência
como base obrigatória de sua formação e identidade profissional;
Adquirir a habilidade de se inserir em diversas realidades com
sensibilidade para interpretar as correspondentes ações de seus futuros
educandos proporcionando ambientes, nos quais eles sejam capazes
de elaborarem e desenvolverem projetos que envolvam experiências
educacionais escolares e não escolares;
Conscientizar-se do seu papel social no sentido de ajudar seus
educandos na superação de preconceitos, angústia, inércia ou rejeição,
que muitas vezes estão presentes no ensino e aprendizagem, e limitam
o desenvolvimento de habilidades que permitam posicionar-se às
transformações em curso e incorporar-se na vida produtiva;
Preparar profissionais habilitados para atuarem na produção e difusão
do conhecimento científico e tecnológico, assim como nas áreas
emergentes do campo educacional;
Desenvolver práticas investigativas;
Desenvolver o hábito de colaboração mantendo vivo o espírito de
trabalho em equipe, encaminhar, interceder e orientar o ensino para a
aprendizagem do aluno.
Exercer a cidadania, estando capacitados a cuidar do meio ambiente
local, regional e global, em busca do equilíbrio do meio. (Resolução nº
2/2012, CNE/CP);
Agir em defesa da dignidade humana em busca da igualdade de
direitos, do reconhecimento e valorização das diferenças e das
diversidades. (Resolução nº 1/2012, CNE/CP).
Os estudantes ao concluírem o curso devem ser capazes de realizar
escolhas a respeito de sua carreira que lhes permitam o
desenvolvimento profissional.

5.6. METODOLOGIAS DE ENSINO


O Curso de Matemática possui um Núcleo de Formação Geral e do
campo educacional (Grupo I), um Núcleo de Aprofundamento e Diversificação de
Estudos da área de atuação profissional, incluindo os conteúdos específicos e
pedagógicos (Grupo II), assim como um Núcleo de Estudos Integradores (Grupo III)
para efetivação da prática profissional. Cabe ressaltar que o Curso complementará
a carga horária do Grupo II por meio da realização de Atividades Orientadas de
Ensino Obrigatórias (138h) cujas temáticas estarão articuladas ao Núcleo de

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Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
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(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

Aprofundamento e Diversificação de Estudos da área de atuação profissional,


incluindo os conteúdos específicos e pedagógicos.
O Curso de Matemática-Licenciatura privilegiará metodologias ativas de
ensino, fazendo uso das ferramentas das Tecnologias de Informação e
Comunicação disponíveis. As TICs são utilizadas principalmente no
encaminhamento das disciplinas de Prática de Ensino e Estágios (núcleo de
dimensão prática), além de se constituir em objeto principal da disciplina de
tecnologias Digitais e o ensino de matemática (conteúdo específico). Contudo, sua
utilização também perpassa outras disciplinas desse eixo e o eixo de formação
comum.
As atividades propostas pelos docentes deverão cobrir um espectro amplo
de metodologias de modo a contemplar as particularidades dos estudantes e seu
desenvolvimento. Deste modo, as seguintes metodologias de ensino poderão ser
utilizadas (de forma isolada ou em conjunto), tanto para os componentes curriculares
disciplinares quanto para os não disciplinares:
aula expositiva, usada preferencialmente para a apresentação de
grandes temas, abertura ou fechamento das Unidades de Ensino;
trabalhos em grupo, usados preferencialmente para o desenvolvimento
das Unidades de Ensino, nas etapas de coleta de informações e sua
análise crítica;
projetos (individuais ou em grupo), usados preferencialmente para o
desenvolvimento de temas que envolvam várias (senão todas) as
unidades da Atividade de Ensino e que exijam planejamento,
organização, pensamento criativo e capacidade de análise;
seminários apresentados pelos alunos como forma de socialização de
estudos, pesquisas e resultados;
grupos de Discussão e debates de temáticas pertinentes à Atividade de
Ensino;
participação em colóquios, cursos, projetos, palestras e eventos
educacionais diversos de modo a complementar e ampliar a formação
do discente;
leitura de artigos científicos, livro ou capítulo de livros pertinentes,
usada para relacionar os conteúdos desenvolvidos na Unidade de
Ensino e o desenvolvimento científico das áreas de Matemática;
aulas práticas com a utilização do laboratório de ensino de matemática
para realização de aplicações, jogos, materiais pedagógicos,
investigação e manipulação;
utilização e análise crítica de tecnologias no ensino e aprendizagem
matemática, como computador (softwares, plataformas, planilha
eletrônico, vídeo aulas, etc.); celular (redes sociais, aplicativos, jogos
educacionais), calculadoras, TV, lousa digital, etc.
Os professores por meio de reuniões pedagógicas periódicas e de Núcleo
Docente Estruturante (NDE), buscam constantemente alinhar suas ações docentes
de modo a articular, complementar e relacionar teoria e prática no desenvolvimento
dos componentes curriculares e na formação dos estudantes, a partir de uma
concepção de Curso como uma unidade e trabalho conjunto.
Com relação aos alunos com necessidade de atendimento especial
(permanente ou momentaneamente), como os Transtornos Globais do
Desenvolvimento (TGD), o Transtorno do Espectro Autista, alunos com dificuldades
de aprendizagem ou superdotados, no momento que ingressarem no Curso, o
NDE reunir-se-á para discutir e analisar qual a metodologia mais adequada que deve
ser utilizada para atender as necessidades do acadêmico ingressante. O estudo
será realizado caso a caso, visto que para cada necessidade deve ser usada

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Colegiado de Curso do Curso de Matemática
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(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

metodologia específica de ensino.


Seguindo a prerrogativa da Portaria MEC 2.117/2019, que dispõe sobre a
oferta de carga horária na modalidade de Ensino a Distância (EaD) em cursos de
graduação presenciais, as componentes curriculares do Curso poderão ter carga
horária parcial ou total na modalidade a distância, observado o limite de CH previsto
na Portaria MEC 2.117/2019 e demais normativas institucionais. As componentes
curriculares serão ministradas por profissionais capacitados, com formação
específica, com material didático específico, com metodologias inovadoras e uso
integrado de tecnologias digitais.
Nas componentes curriculares ofertadas a distância, o professor
responsável por ministrar a disciplina exercerá o papel de professor tutor, atrelando
à docência as atividades de tutoria, mediação e acompanhamento dos estudantes,
que se integram ao trabalho pedagógico nesse contexto. Nessa perspectiva, a
tutoria está integrada à docência, no sentido da mediação pedagógica, da orientação
constante, da comunicação, do acompanhamento, do desenvolvimento da
autonomia de aprendizagem, do feedback, da avaliação e da personalização da
aprendizagem.
A oferta das componentes curriculares na modalidade a distância se dará
de forma articulada com os demais componentes presenciais, seguindo critérios e
normativas institucionais que preveem credenciamento obrigatório para docentes por
meio de realização de curso de capacitação, atendimento às exigências específicas
para elaboração de plano de ensino, produção e curadoria de materiais didáticos
digitais e exercício da tutoria integrada à docência. Esse acompanhamento
sistemático será realizado por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem da UFMS
- Moodle (AVA UFMS) e de outras ferramentas de apoio, que sejam acessíveis aos
estudantes. O Ambiente Virtual de Aprendizagem - AVA UFMS é regulamentado
pela instituição e está disponível em ava.ufms.br.
Consiste em um sistema de informação com recursos digitais de
comunicação que agrupa um conjunto de ferramentas que possibilitam a
disponibilização de conteúdos multimídias, proposição de tarefas e atividades
diversas e contém ferramentas de interação entre os estudantes, professores e
tutores envolvidos no processo de ensino-aprendizagem. O AVA UFMS e demais
tecnologias têm como objetivo auxiliar no desenvolvimento e na execução das
disciplinas e nos cursos, garantindo a acessibilidade digital e comunicacional,
promovendo a interatividade entre professores, estudantes e tutores, quando
existirem, assegurando o acesso aos materiais e aos recursos didáticos necessários
para a criação de experiências de aprendizagem.
Assim, por meio do AVA, o professor poderá dinamizar a composição do
material didático valendo-se da utilização de livros, e-books, tutoriais, guias, vídeos,
videoaulas, documentários, podcasts, revistas científicas, conteúdos interativos,
periódicos científicos, jogos, simuladores, programas de computador, apps para
celular, apresentações, infográficos, filmes, entre outros. No âmbito das ofertas das
unidades curriculares, o AVA será utilizado como ponto focal para o gerenciamento
das atividades acadêmicas dos estudantes, para acesso dos materiais e recursos
das disciplinas e também para realização de atividades que envolvam trabalho
colaborativo, pensamento crítico e desenvolvimento de competências necessárias
ao exercício profissional. Acerca da oferta de carga horária a distância, total ou
parcial, esta deverá incluir métodos e práticas de ensino e aprendizagem que
incorporem o uso integrado de Tecnologias de Informação e Comunicação - TICs
para a realização dos objetivos pedagógicos, material didático específico bem como
para a mediação de docentes, tutores e profissionais da educação com formação e
qualificação em nível compatível com o plano de ensino da disciplina.
Nesse sentido, no plano de ensino da disciplina serão descritas as
atividades propostas, a metodologia da oferta indicando a incorporação do uso de

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Colegiado de Curso do Curso de Matemática
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tecnologias digitais e os respectivos objetivos de aprendizagem, a indicação do


material didático e a descrição da forma de tutoria e mediação da aprendizagem e
sua aprovação ocorre de acordo com o regulamento dos cursos da UFMS. Para
assegurar ao estudante, em sua autonomia, o acompanhamento da oferta da
disciplina, as atividades a distância deverão ser assíncronas e não estarão
vinculadas aos horários, locais e dias de aula.
Por sua vez, as aulas síncronas deverão ser realizadas por meio de
serviços de webconferência com comunicação bidirecional em horários e dias
letivos definidos na oferta, possuindo características de atividades presenciais e
dispensando o agendamento de espaço físico. A UFMS possui plano de avaliação
das atividades de Tutoria e do AVA, que são avaliados periodicamente pelos
estudantes e equipe pedagógica durante os processos de avaliação realizados pela
CPA, os resultados das avaliações serão utilizados para nortear o planejamento de
melhorias, ações corretivas e aperfeiçoamento para o planejamento de atividades
futuras. No caso de identificação de necessidades de capacitação de tutores, a
Agência de Educação Digital e a Distância (Agead) realizará planejamento de cursos
institucionais com a finalidade atender as necessidades identificadas.
O material didático para disciplinas parcial ou totalmente a distância
deverá ser validado pela Equipe Multidisciplinar de Validação da Unidade de Ensino,
por meio de instrumento específico. Para ofertar disciplinas parcial ou totalmente a
distância o professor responsável deverá estar credenciado pela Agead.
5.7. AVALIAÇÃO
A avaliação para ser formativa deve permitir ao aluno ajustar as suas
estratégias e ao docente ajustar o seu dispositivo pedagógico e o tratamento
didático à natureza das dificuldades constatadas e à realidade dos progressos
registrados (HADJI, 1994). Tendo por base essa concepção de avaliação, os
instrumentos de avaliação utilizados no Curso, são tomados como recursos para
coleta e análise do processo de ensino e aprendizagem, procurando identificar
aprendizagens e dificuldades dos estudantes e as competências formativas visadas
na concepção do Curso. Assim, o professor sendo informado dos efeitos reais de
seu trabalho pedagógico, pode regular sua ação e o aluno, tendo consciência de
suas dificuldades, pode tornar-se capaz de ultrapassá-las.
Os instrumentos de avaliação formais dos professores poderão ser
realizados por meio de:
provas escritas, dissertativas ou objetivas;
trabalhos escritos, individual ou em grupo;
apresentação oral;
seminários;
relatórios;
portfólios;
produção textual.
Além disso, os professores poderão se utilizar de instrumentos avaliativos
informais como observação e interação com os alunos para orientar suas ações de
ensino.
Os acadêmicos com deficiência e transtorno do Espectro Autista serão
avaliados caso a caso, de acordo com suas condições intelectuais e com apoio de
setores especializados da UFMS.

6. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO

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Colegiado de Curso do Curso de Matemática
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6.1. ATRIBUIÇÕES DO COLEGIADO DE CURSO


De acordo com o Art. 46, do Estatuto da UFMS, aprovado pela Resolução
nº 93, Coun, de 28 de maio de 2021, e pelo Regimento Geral da UFMS (Art. 16,
Seção I do Capítulo V) a Coordenação de Curso do Curso de Graduação será
exercida em dois níveis:
a) em nível deliberativo, pelo Colegiado de Curso;
b) em nível executivo, pelo Coordenador de Curso.
De acordo com o Art. 14 do Regimento Geral da UFMS, aprovado pela
Resolução nº 137, Coun, de 29 de outubro de 2021, compõem o Colegiado de Curso
de Graduação: quatro docentes da Carreira do Magistério Superior lotados na
Unidade da Administração Setorial de oferta do curso, com mandato de dois anos,
permitida uma recondução; e um representante discente matriculado no respectivo
curso, indicado pelo Diretório Central dos Estudantes, com mandato de um ano,
permitida uma recondução.
Ainda, o Art. 16 do Regimento estabelece que ao Colegiado de Curso de
Graduação compete:
I - aprovar os Planos de Ensino das disciplinas da estrutura curricular do
Curso;
II – garantir coerência entre as atividades didático-pedagógicas e as
acadêmicas com os objetivos e o perfil do profissional definidos no Projeto
Pedagógico do Curso;
III – manifestar sobre as alterações do Projeto Pedagógico do Curso;
IV – aprovar as solicitações de aproveitamento de estudos;
V – aprovar o Plano de Estudos dos estudantes;
VI – manifestar sobre a alteração, a suspensão e a extinção do Curso;
VII – propor estratégias para atingir as metas do Plano de
Desenvolvimento Institucional (PDI) integrado ao Projeto Pedagógico Institucional
(PPI) e ao Plano de Desenvolvimento da Unidade (PDU), em relação aos
indicadores de desempenho do curso;
VIII - fixar normas em matérias de sua competência; e
IX – resolver, na sua área de competência, os casos não previstos no Art.
16.
6.2. ATRIBUIÇÕES DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
De acordo com o art. 6º da Resolução nº 537/2019, Cograd, são
atribuições são atribuições do Núcleo Docente Estruturante (NDE):
I - contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do
curso;
II - propor estratégias de integração curricular interdisciplinar entre as
diferentes atividades de ensino constantes no currículo;
III - sugerir ações no PPC que contribuam para a melhoria dos índices de
desempenho do curso;
IV - zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN)
para o Curso de Graduação;
V - atuar no acompanhamento, na consolidação, na avaliação e na
atualização do Projeto Pedagógico do Curso, na realização de estudos visando
a atualização periódica, a verificação do impacto do sistema de avaliação de
aprendizagem na formação do estudante e na análise da adequação do perfil do
egresso, considerando as DCN e as novas demandas do mundo do trabalho; e
VI - referendar e assinar Relatório de Adequação de Bibliografia Básica e
Complementar que comprove a compatibilidade entre o número de vagas
autorizadas (do próprio curso e de outros que utilizem os títulos) e a quantidade de
exemplares por título (ou assinatura de acesso) disponível no acervo, nas
bibliografias básicas e complementares de cada Componente Curricular.

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VII – Elaborar a cada 2 anos relatório de acompanhamento do PPC.


6.3. PERFIL DA COORDENAÇÃO DO CURSO
Segundo o art. 50. do Estatuto da UFMS, o Coordenador de Curso de
Graduação será um dos professores do Colegiado de Curso, lotado na Unidade da
Administração Setorial do Curso, eleito pelos professores que ministram disciplinas
no Curso e pelos acadêmicos, com mandato de dois anos, sendo permitida uma
única recondução para o mesmo cargo. O Coordenador de Curso deverá ser
portador de título de Mestre ou de Doutor, preferencialmente com formação na área
de graduação ou de pós-graduação stricto sensu do Curso. Como sugestão para
uma boa gestão, o Coordenador poderá, em seu período de exercício, fazer o Curso
de Capacitação para Formação de Coordenadores de Curso ofertado pela Agência
de Educação Digital e a Distância (AGEAD).
O Curso é administrado por um Colegiado único, composto por seis
docentes e um representante discente, conforme regimento. O Coordenador do
Curso é um dos integrantes do Colegiado, com formação específica em Matemática,
eleito para ocupar tal cargo, utilizando-se para o pleito as determinações superiores.
6.4. ORGANIZAÇÃO ACADÊMICO-ADMINISTRATIVA
A organização acadêmico-administrativa no âmbito da UFMS encontra-se
descrita no Manual de Competências UFMS 2022.
O controle acadêmico encontra-se atualmente informatizado e
disponibilizado aos professores e às Coordenações de cada curso de graduação. O
acesso ao Sistema de Controle Acadêmico e Docente (Siscad) funciona como um
diário eletrônico com senha própria e acesso através de qualquer computador ligado
à Internet. Nele, os professores lançam o plano de ensino de cada disciplina, o
calendário de aulas, ausências e presenças, o critério e fórmula de cálculo das
diferentes avaliações e o lançamento de notas e conteúdos.
O sistema Siscad permite a impressão de listas de chamada ou de
assinatura na forma do diário convencional, o quadro de notas parcial ou final do
período letivo e a ata final, com a devida emissão do comprovante, é enviada
eletronicamente para a Secretaria de Controle Escolar (Seconte), secretaria
subordinada à Diretoria de Planejamento e Gestão Acadêmica (Digac), vinculada à
Pró-reitoria de Graduação (Prograd), responsável pela orientação e
acompanhamento das atividades de controle acadêmico, como execução do
controle e a manutenção do sistema de controle acadêmico, conferência dos
processos de prováveis formandos e autorização da colação de grau.
Havendo diligências no processo de colação como falta de integralização
curricular, ou pendência em relação às obrigações do acadêmico perante à
instituição, o processo volta para a Unidade de Origem, que é responsável por
preparar os documentos para cerimônia de colação de grau, não havendo
pendências em relação às suas obrigações perante a instituição, a mesma ata é
impressa e depois de assinada, é arquivada eletronicamente no Sistema Eletrônico
de Informações (SEI) para eventual posterior comprovação.
A Coordenação de Curso tem acesso a qualquer tempo aos dados das
disciplinas, permitindo um amplo acompanhamento do desenvolvimento e
rendimento dos acadêmicos do Curso, por meio dos seguintes relatórios:
Acadêmicos por situação atual;
Acadêmicos que estiveram matriculados no período
informado;
Histórico Escolar do acadêmico em todo o Curso ou no

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Colegiado de Curso do Curso de Matemática
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período letivo atual;

Relação dos acadêmicos por disciplina;


Relação dos endereços residenciais, título eleitoral e demais
dados cadastrais dos acadêmicos;
Relação dos acadêmicos com respectivo desempenho no
Curso comparando seu desempenho individual com a média geral do
Curso.
É disponibilizado ainda neste Sistema, um programa
específico para verificação da carga horária cumprida pelos acadêmicos
dos cursos avaliados pelo Enade, com a finalidade de listar os
acadêmicos habilitados, das séries iniciais e da última, conforme a
Portaria MEC de cada ano que regulamenta a sua aplicação.
No âmbito das Unidades de Administração Setorial, os
cursos de graduação da UFMS contam com o apoio das Coordenações
de Gestão Acadêmicas (Coac), que realizam o controle acadêmico,
emissão de históricos escolares, documentos acadêmicos e outros
assuntos pertinentes.
As atividades de apoio administrativo pertinentes às
coordenações de curso são executadas pela Coac, dentre elas
organizar e executar as atividades de apoio administrativo necessários
às reuniões dos Colegiados de Curso, providenciar a publicação das
Resoluções homologadas nas reuniões do colegiado, colaborar na
elaboração do horário de aula e ensalamento, auxiliar no lançamento da
lista de oferta de disciplinas no Siscad, orientar os coordenadores de
curso sobre os candidatos à monitoria.
O planejamento pedagógico do Curso, bem como, a distribuição de
disciplinas, aprovação dos planos de ensino, entre outros, é realizado
pelo Colegiado de Curso. Além disso, o Colegiado de Curso, bem como
a coordenação acompanham o desenvolvimento do Projeto Pedagógico
de Curso (PPC) para que todas as componentes curriculares sejam
atendidas.
O Curso de Matemática do CPAQ conta com o apoio da Unidade
para a realização do controle acadêmico, emissão de históricos escolares,
documentos acadêmicos e outros assuntos pertinentes.
6.5. ATENÇÃO AOS DISCENTES
A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes), é a unidade responsável
pelo planejamento, coordenação, acompanhamento e avaliação da política estudantil
da UFMS e das atividades dirigidas aos estudantes. Estão vinculadas à Proaes: a
Diretoria de Assuntos Estudantis (Diaes) e a Diretoria de Inclusão e Integração
Estudantil (Diiest) .
A Diaes é a unidade responsável pela coordenação, execução,
acompanhamento e avaliação da política de assistência estudantil, alimentação,
saúde e acompanhamento das ações dirigidas ao estudante em situação de
vulnerabilidade socioeconômica. Está estruturada em três secretarias:
Secretaria de Assistência Estudantil (Seae): é a unidade responsável
pelo atendimento, orientação e acompanhamento aos estudantes
participantes de programas de assistência estudantil da UFMS.

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Colegiado de Curso do Curso de Matemática
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Secretaria de Espaços de Alimentação (Seali): é a unidade responsável


pelo desenvolvimento de ações de atenção à alimentação dos
estudantes oferecidas nos espaços da UFMS
Secretaria de Atenção à Saúde do Estudante (Sease): é a unidade
responsável pelo desenvolvimento de ações de atenção à saúde dos
estudantes da UFMS.
A Diiest é a unidade responsável pela coordenação, acompanhamento e
avaliação de políticas e programas de ações afirmativas, acessibilidade, estágios,
egressos e de integração com os estudantes no âmbito da UFMS. Está estruturada
em três secretarias:
Secretaria de Desenvolvimento Profissional e Egressos (Sedepe): é a
unidade responsável pela supervisão das ações de acompanhamento
profissional dos egressos e pelo monitoramento dos acordos e/ou
termos de cooperação de estágio dos estudantes da UFMS.
Secretaria de Acessibilidade e Ações Afirmativas (Seaaf): é a unidade
responsável pelo desenvolvimentodas ações voltadas à acessibilidade,
ações afirmativas e serviço de interpretação em Libras visando à
inclusão dos estudantes na UFMS.
Secretaria de Formação Integrada (Sefi): é a unidade responsável pela
recepção dos estudantes na UFMS e a integração destes na vida
universitária visando o acolhimento, à permanência e qualidade de vida
estudantil.
No âmbito de cada Câmpus, de forma a implementar e acompanhar a
política de atendimento aos acadêmicos promovida pela Proaes/RTR, os discentes
recebem orientação e apoio por meio de atividades assistenciais, psicológicas,
sociais e educacionais. A Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Esporte (Proece) é a
unidade responsável pelo planejamento, orientação, coordenação, supervisão e
avaliação das atividades de extensão, cultura e esporte da UFMS.
A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (Propp) é a unidade
responsável pela superintendência, orientação, coordenação e avaliação das
atividades de pesquisa e de pós-graduação da UFMS. Por meio da Secretaria de
Iniciação Científica e Tecnológica (Seict) a Propp gerencia e acompanha os
programas institucionais, projetos e bolsas de Iniciação Científica, nas diferentes
modalidades, desenvolvidas na UFMS, tais como os Programas Institucionais de
Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) e de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento
Tecnológico e Inovação (PIBITI).
A Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) é a unidade responsável pela
administração, orientação, coordenação, supervisão e avaliação das atividades de
ensino de graduação da UFMS. A Prograd promove a participação dos acadêmicos
em programas de Mobilidade Acadêmica, oportunizando a complementação de
estudos e enriquecimento da formação acadêmica por meio de componentes
curriculares e pela experiência de entrar em contato com ambientes acadêmicos
diferentes e com as diversidades regionais do nosso país. Há também a
possibilidade de mobilidade internacional, na forma de intercâmbio, que possibilita o
aprimoramento da formação acadêmica e humana, por meio da imersão cultural em
outro país, oportunizando a troca de experiências acadêmicas que contribuam para
o fortalecimento dos conhecimentos técnicos, científicos e profissionais. Quanto ao
apoio pedagógico, além das monitorias semanais oferecidas pelos acadêmicos
(orientados pelos professores) que se destacam pelo bom rendimento em
disciplinas, os docentes do Curso disponibilizam horários especiais aos acadêmicos
para esclarecimento de dúvidas relativas aos conteúdos das disciplinas em
andamento.
O Colegiado de Curso, juntamente com a Coordenação pode constatar se

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o acadêmico precisa de orientação psicológica ou acompanhamento


psicopedagógico. No caso de orientação pedagógica o discente é encaminhado à
Secretaria de Atenção à Saúde do Estudante (Sease)/Proaes para o atendimento
psicológico e outras providências. No caso da necessidade de acompanhamento
psicopedagógico, o NDE do Curso solicitará ao setor competente as medidas
cabíveis para o atendimento ao aluno.
No caso da necessidade de acompanhamento psicopedagógico, a
coordenação do Curso solicitará ao setor competente as medidas cabíveis para
orientação psicopedagógica ao discente, conforme necessidade.
Os acadêmicos do Curso, além dos egressos, são estimulados a
participarem de eventos acadêmicos e culturais, tanto aqueles promovidos pelos
docentes do próprio Curso, quanto aqueles externos à UFMS. Para tanto, os
docentes promovem ampla divulgação dessas possibilidades, tanto nos murais,
quanto por meio de cartazes, e-mails e redes sociais.
Os acadêmicos e egressos também são estimulados a participarem em
congressos e simpósios com apresentação de trabalhos, com a orientação dos
docentes do Curso, podendo divulgar, assim, suas pesquisas. Os trabalhos dos
acadêmicos são divulgados tanto por meio de cadernos de resumos apresentados
em congressos quanto em revistas dirigidas a esse público-alvo. O Curso mantém
uma base de dados sobre informações dos egressos, de forma a acompanhar a
atuação destes e avaliar o impacto do Curso na sociedade local e regional. Incentiva-
se a participação de egressos nas atividades acadêmicas-artísticas realizadas pelo
Curso. Ainda quanto à atenção aos discentes, a UFMS dispõe de várias
modalidades de bolsas disponíveis, dentre elas: a Bolsa Permanência que visa
estimular a permanência do acadêmico no Curso e cujos critérios de atribuição são
socioeconômicos; a Bolsa Alimentação para as Unidades que não contam com
Restaurante Universitário ( o que não é o caso do curso, visto que no CPAQ há o
restaurante universitário).
Existem ainda, outras modalidades de bolsas na UFMS que estimulam a
participação do acadêmico em ações de extensão, ensino e pesquisa, como: bolsa
de Iniciação à Docência (Pibid), bolsas de monitoria de ensino de graduação,
Programa de Educação Tutorial (PET), bolsas de Iniciação Científica (Pibic) e bolsas
de extensão.
Nos últimos anos tem sido verificada carência na formação básica dos
discentes, especialmente em língua portuguesa, química e matemática, o que
dificulta o processo ensino-aprendizagem. Objetivando minimizar esse problema,
Cursos de Nivelamento em Matemática, Língua Portuguesa e Química serão
oferecidos via Projeto de Ensino de Graduação (PEG), obedecendo a resolução
vigente. Tais Cursos de Nivelamento serão oferecidos aos discentes, em horário
extracurricular, no primeiro semestre de cada ano e/ou em período especial, via
Sistema de Ensino a Distância da UFMS. Além disso, de acordo com a necessidade
e ao longo do Curso, reforço pedagógico será aplicado por meio de monitorias nas
disciplinas curriculares.
Já O acompanhamento dos profissionais egressos do Curso de
Matemática-Licenciatura ocorrerá por meio de pesquisa em planilha eletrônica
disponibilizada na página do Curso: https://cpaq.ufms.br/matematica/.

7. CURRÍCULO

7.1. MATRIZ CURRICULAR DO CURSO

25
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
Serviço Público Federal
Ministério da Educação
Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

COMPONENTES CURRICULARES/DISCIPLINAS CH
CONTEÚDOS BÁSICOS
Conceitos para o Ensino de Probabilidade e Estatística 68
Desenvolvimento Profissional Docente 34
Educação Especial 51
Elementos para o Ensino de Números e Operações 68
Estudo de Libras 51
Fundamentos de Didática 51
Fundamentos Históricos, Sociológicos e Filosóficos da Educação 51
Fundamentos e Metodologias para o Ensino de Funções 68
Fundamentos para o Ensino de Geometria, Grandezas e Medidas 68
Organização Curricular e Gestão da Escola 68
Políticas Educacionais 51
Psicologia e Educação 51
Raciocínio Lógico na Educação Básica 68
Álgebra na Educação Básica 68
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Análise Combinatória 68
Construções Geométricas 34
Cálculo III 68
Cálculo IV 68
Cálculo I 68
Cálculo II 68
Estruturas Algébricas I 68
Estruturas Algébricas II 68
Estruturas Algébricas III 68
Fundamentos de Física 68
Geometria Espacial 68
História da Matemática 68
Introdução à Análise Real 68
Leitura e Produção de Texto 68
Lógica Matemática 68
Matemática Financeira 51
Polinômios e Números Complexos 34
Tecnologias Digitais e o Ensino de Matemática 68
Trigonometria 51
Vetores e Geometria Analítica I 68
Vetores e Geometria Analítica II 68
Álgebra Linear II 68

26
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
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ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

COMPONENTES CURRICULARES/DISCIPLINAS CH
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Álgebra Linear I 68
CONTEÚDOS DE DIMENSÕES PRÁTICAS
Estágio Obrigatório I 100
Estágio Obrigatório II 100
Estágio Obrigatório III 100
Estágio Obrigatório IV 100
Prática de Ensino I: Didática da Matemática 68
Prática de Ensino II: Modelagem Matemática e Resolução de Problemas 68
Prática de Ensino III: Matemática no Ensino Fundamental 68
Prática de Ensino IV: Tópicos de Educação Matemática 68
Prática de Ensino V: Matemática no Ensino Médio 68
Prática de Ensino VI: Laboratório de Ensino de Matemática 68
COMPLEMENTARES OPTATIVAS
O estudante poderá cursar componentes curriculares optativas do rol abaixo ou em
componentes curriculares oferecidos por outros cursos da UFMS (Art. 34 da Resolução nº
430, COGRAD/UFMS, de 16 de dezembro de 2021).
Análise Real II 68
Avaliação em Educação Matemática 68
Cálculo V 68
Diferença, Diversidade e Direitos Humanos 68
Educação Ambiental 51
Equações Diferenciais Ordinárias 68
Espaços Métricos 68
Educação das Relações Étnico-raciais 51
Fundamentos de Física II 68
Grupo Fundamental 68
Inferência Estatística 68
Introdução a Programação Linear 68
Introdução à Análise Funcional 68
Introdução à Geometria Diferencial 68
Introdução à Pesquisa em Educação Matemática 68
Introdução à Teoria dos Números 68
Introdução à Topologia Geral 68
Laboratório de Matemática 68
Linguagens de Programação 68
Profissão Docente: Identidade, Carreira e Desenvolvimento Profissional 68
Tópicos de Educação Algébrica 68

27
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
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(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

COMPONENTES CURRICULARES/DISCIPLINAS CH
COMPLEMENTARES OPTATIVAS
O estudante poderá cursar componentes curriculares optativas do rol abaixo ou em
componentes curriculares oferecidos por outros cursos da UFMS (Art. 34 da Resolução nº
430, COGRAD/UFMS, de 16 de dezembro de 2021).
Tópicos de Matemática Elementar I 68
Tópicos de Matemática Elementar II 68
Tópicos de Matemática Elementar III 68
Tópicos de Teoria de Grupos 68
Tópicos de Álgebra I 68
Tópicos de Álgebra II 68
Tópicos de Matemática Elementar IV 68
Tópicos de Matemática Elementar V 68
Variáveis Complexas 68

COMPONENTES CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES CH


(ACS-ND) Atividades Complementares (OBR) 51
(AEX-ND) Atividades de Extensão (OPT) 328
(AOE-ND) Atividades Orientadas de Ensino (OBR) 138
(Enade) Exame Nacional de Desempenho (OBR)
(TCC-ND) Trabalho de Conclusão de Curso (OPT) 68

Para integralização do Curso, o estudante deverá cursar, no mínimo, dez por cento da
carga horária total do Curso em atividades de extensão, de forma articulada com o ensino,
em componentes curriculares disciplinares e/ou não disciplinares, definidos na oferta por
período letivo e registrado a cada oferta.
As Componentes Curriculares Disciplinares do Curso poderão ser cumpridas total ou
parcialmente na modalidade a distância definidas na oferta, observando o percentual
máximo definido nas normativas vigentes.

COMPONENTES CURRICULARES
NÃO DISCIPLINARES Definições Específicas

A Tabela de Pontuação das Atividades


(ACS-ND) Atividades Complementares
(OBR) Complementares poderá ser consultada em
https://boletimoficial.ufms.br/bse/publicacao?
id=481502
(AEX-ND) Atividades de Extensão (OPT)
(AOE-ND) Atividades Orientadas de Ensino
(OBR)
(Enade) Exame Nacional de Desempenho
(OBR)

28
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
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(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

COMPONENTES CURRICULARES NÃO Definições Específicas


DISCIPLINARES
(TCC-ND) Trabalho de Conclusão de Curso
(OPT)

7.2. QUADRO DE SEMESTRALIZAÇÃO


ANO DE IMPLANTAÇÃO: A partir de 2025-1
COMPONENTES CH
CURRICULARES/DISCIPLINAS ATP-D AES-D APC-D ACO-D OAE-D Total
1º Semestre
Elementos para o Ensino de 68 68
Números e Operações
Fundamentos de Didática 51 51
Fundamentos para o Ensino de 68 68
Geometria, Grandezas e Medidas
Organização Curricular e Gestão 68 68
da Escola
Raciocínio Lógico na Educação 68 68
Básica
SUBTOTAL 323 0 0 0 0 323
2º Semestre
Álgebra na Educação Básica 68 68
Conceitos para o Ensino de 68 68
Probabilidade e Estatística
Desenvolvimento Profissional 34 34
Docente
Fundamentos e Metodologias para 68 68
o Ensino de Funções
Políticas Educacionais 51 51
Prática de Ensino I: Didática da 68 68
Matemática
SUBTOTAL 289 0 68 0 0 357
3º Semestre
Construções Geométricas 34 34
Geometria Espacial 68 68
Leitura e Produção de Texto 68 68
Lógica Matemática 68 68
Prática de Ensino II: Modelagem
Matemática e Resolução de 68 68
Problemas
Trigonometria 51 51
SUBTOTAL 289 0 68 0 0 357

29
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
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(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

COMPONENTES CH
ATP-D AES-D APC-D ACO-D OAE-D
CURRICULARES/DISCIPLINAS Total
4º Semestre
Cálculo I 68 68
Fundamentos Históricos,
Sociológicos e Filosóficos da 51 51
Educação
Polinômios e Números Complexos 34 34
Prática de Ensino III: Matemática 68 68
no Ensino Fundamental
Tecnologias Digitais e o Ensino de 68 68
Matemática
Vetores e Geometria Analítica I 68 68
SUBTOTAL 289 0 68 0 0 357
5º Semestre
Álgebra Linear I 68 68
Cálculo II 68 68
Estágio Obrigatório I 100 100
Estudo de Libras 51 51
Prática de Ensino IV: Tópicos de 68 68
Educação Matemática
Vetores e Geometria Analítica II 68 68
SUBTOTAL 355 0 68 0 0 423
6º Semestre
Álgebra Linear II 68 68
Cálculo III 68 68
Educação Especial 51 51
Estágio Obrigatório II 100 100
Estruturas Algébricas I 68 68
História da Matemática 68 68
SUBTOTAL 423 0 0 0 0 423
7º Semestre
Cálculo IV 68 68
Estágio Obrigatório III 100 100
Estruturas Algébricas II 68 68
Fundamentos de Física 68 68
Matemática Financeira 51 51
Prática de Ensino V: Matemática no 68 68
Ensino Médio
SUBTOTAL 355 0 68 0 0 423

30
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
Serviço Público Federal
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(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

COMPONENTES CH
ATP-D AES-D APC-D ACO-D OAE-D
CURRICULARES/DISCIPLINAS Total
8º Semestre
Análise Combinatória 68 68
Estágio Obrigatório IV 100 100
Estruturas Algébricas III 68 68
Introdução à Análise Real 68 68
Prática de Ensino VI: Laboratório 68 68
de Ensino de Matemática
Psicologia e Educação 51 51
SUBTOTAL 355 0 68 0 0 423
COMPLEMENTARES OPTATIVAS
Disciplinas Complementares 0
Optativas (Carga Horária Mínima)
COMPONENTES CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES
(Acs-nd) Atividades 51
Complementares
(Aoe-nd) Atividades Orientadas de 138
Ensino
SUBTOTAL 0 0 0 0 0 189
TOTAL 2678 0 408 0 0 3275

LEGENDA:
• Carga horária em hora-aula de 60 minutos (CH)
• Carga horária das Atividades Teórico-Práticas (ATP-D)
• Carga horária das Atividades Experimentais (AES-D)
• Carga horária das Atividades de Prática como Componentes Curricular (APC-D)
• Carga horária das Atividades de Campo (ACO-D)
• Carga horária das Outras Atividades de Ensino (OAE-D)

PRÉ-REQUISITOS DAS COMPONENTES CURRICULARES DISCIPLINARES


DISCIPLINAS PRÉ-REQUISITOS
NÃO SE APLICA

PRÉ-REQUISITOS DAS COMPONENTES CURRICULARES NÃO


DISCIPLINARES
CCNDs DISCIPLINAS Porcentagem
NÃO SE APLICA

31
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
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(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

LEGENDA:

• Percentual de CH (em relação a CH total do Curso) que o estudante deve ter


cursado para realizar a componente

7.3. TABELA DE EQUIVALÊNCIA DAS DISCIPLINAS


Em vigor até 2022/2 Em vigor a partir de 2023/1
CH CH
Análise Combinatória 68 Análise Combinatória 68
Conceitos para o Ensino de 68 Conceitos para o Ensino de 68
Probabilidade e Estatística Probabilidade e Estatística
Construções Geométricas 34 Construções Geométricas 34
Cálculo I 68 Cálculo I 68
Cálculo II 68 Cálculo II 68
Cálculo III 68 Cálculo III 68
Cálculo IV 68 Cálculo IV 68
Desenvolvimento Profissional 34 Desenvolvimento Profissional 34
Docente Docente
Educação Especial 51 Educação Especial 51
Elementos para o Ensino de 68 Elementos para o Ensino de 68
Números e Operações Números e Operações
Estruturas Algébricas I 68 Estruturas Algébricas I 68
Estruturas Algébricas II 68 Estruturas Algébricas II 68
Estruturas Algébricas III 68 Estruturas Algébricas III 68
Estudo de Libras 51 Estudo de Libras 51
Estágio Obrigatório I 100 Estágio Obrigatório I 100
Estágio Obrigatório II 100 Estágio Obrigatório II 100
Estágio Obrigatório III 100 Estágio Obrigatório III 100
Estágio Obrigatório IV 100 Estágio Obrigatório IV 100
Fundamentos de Didática 51 Fundamentos de Didática 51
Fundamentos de Física 68 Fundamentos de Física 68
Fundamentos e Metodologias para 68 Fundamentos e Metodologias para 68
o Ensino de Funções o Ensino de Funções
Fundamentos Históricos, Fundamentos Históricos,
Sociológicos e Filosóficos da 51 Sociológicos e Filosóficos da 51
Educação Educação
Fundamentos para o Ensino de 68 Fundamentos para o Ensino de 68
Geometria, Grandezas e Medidas Geometria, Grandezas e Medidas
Geometria Espacial 68 Geometria Espacial 68
História da Matemática 68 História da Matemática 68

32
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
Serviço Público Federal
Ministério da Educação
Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

Em vigor até 2022/2 Em vigor a partir de 2023/1


CH CH

I (Acs-nd) Atividades 51 I (Acs-nd) Atividades 51


Complementares (Obr) Complementares (Obr)
II (Aoe-nd) Atividades Orientadas 138 II (Aoe-nd) Atividades Orientadas 138
de Ensino (Obr) de Ensino (Obr)
III (Aex-nd) Atividades de Extensão 328 III (Aex-nd) Atividades de Extensão 328
(Opt) (Opt)
Introdução à Análise Real 68 Introdução à Análise Real 68
IV (Tcc-nd) Trabalho de Conclusão 68 IV (Tcc-nd) Trabalho de Conclusão 68
de Curso (Opt) de Curso (Opt)
Leitura e Produção de Texto 68 Leitura e Produção de Texto 68
Lógica Matemática 68 Lógica Matemática 68
Matemática Financeira 51 Matemática Financeira 51
Organização Curricular e Gestão 68 Organização Curricular e Gestão 68
da Escola da Escola
Polinômios e Números Complexos 34 Polinômios e Números Complexos 34
Políticas Educacionais 51 Políticas Educacionais 51
Prática de Ensino I: Didática da 68 Prática de Ensino I: Didática da 68
Matemática Matemática
Prática de Ensino II: Modelagem Prática de Ensino II: Modelagem
Matemática e Resolução de 68 Matemática e Resolução de 68
Problemas Problemas
Prática de Ensino III: Matemática 68 Prática de Ensino III: Matemática 68
no Ensino Fundamental no Ensino Fundamental
Prática de Ensino IV: Tópicos de 68 Prática de Ensino IV: Tópicos de 68
Educação Matemática Educação Matemática
Prática de Ensino V: Matemática no 68 Prática de Ensino V: Matemática no 68
Ensino Médio Ensino Médio
Prática de Ensino VI: Laboratório 68 Prática de Ensino VI: Laboratório 68
de Ensino de Matemática de Ensino de Matemática
Psicologia e Educação 51 Psicologia e Educação 51
Raciocínio Lógico na Educação 68 Raciocínio Lógico na Educação 68
Básica Básica
Tecnologias Digitais e o Ensino de 68 Tecnologias Digitais e o Ensino de 68
Matemática Matemática
Trigonometria 51 Trigonometria 51
Vetores e Geometria Analítica I 68 Vetores e Geometria Analítica I 68
Vetores e Geometria Analítica II 68 Vetores e Geometria Analítica II 68
Álgebra Linear I 68 Álgebra Linear I 68
Álgebra Linear II 68 Álgebra Linear II 68
Álgebra na Educação Básica 68 Álgebra na Educação Básica 68

33
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
Serviço Público Federal
Ministério da Educação
Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

7.4. LOTAÇÃO DAS DISCIPLINAS NAS UNIDADES DA ADMINISTRAÇÃO


SETORIAL

As disciplinas do curso de Matemática estão lotadas no Câmpus de Aquidauana.

7.5. EMENTÁRIO
7.6. BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR

- ÁLGEBRA LINEAR I: Matrizes, sistemas lineares e determinantes. Espaços


Vetoriais. Base e Dimensão. Transformações lineares. Matriz de uma Transformação
Linear. Exploração de sofwares no ensino e aprendizagem dos conceitos.
Bibliografia Básica: Callioli, Carlos A.; Domingues, Hygino H.; Costa, Roberto Celso
Fabricio. Álgebra Linear e Aplicações. 6. Ed. Reform. São Paulo, Sp: Atual, 2013.
352 P. Isbn 8570562977. Kolman, Bernard; Hill, David R. Introdução à Álgebra
Linear: com Aplicações. 8. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, 2006. 664 P. Isbn
85-216-1478-0. Coelho, Flávio Ulhoa; Lourenço, Mary Lilian. um Curso de Álgebra
Linear. 2. Ed. Rev. e Ampl. São Paulo, Sp: Edusp, 2013. 261 P. Isbn
9788531405945. Bibliografia Complementar: Carvalho, João Pitombeira De.
Algebra Linear: Introducao. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, 1979. 176 P. Steinbruch,
Alfredo. Introdução a Álgebra Linear. Sao Paulo: Makron Books, 1990. 245 P.
Isbn 0-07-460944-0 Leon, Steven J. Álgebra Linear com Aplicações. 8. Rio de
Janeiro Ltc 2010 1 Recurso Online Isbn 978-85-216-2382-3. Nicholson, W. Keith.
Álgebra Linear. 2. Porto Alegre Amgh 2006 1 Recurso Online Isbn
9788580554779. Lay, David C. Álgebra Linear e suas Aplicações. 5. Rio de
Janeiro Ltc 2018 1 Recurso Online Isbn 9788521634980.

- ÁLGEBRA LINEAR II: Espaço com produto interno. Autovalor e Autovetor.


Diagonalização de Operadores. Tipos especiais de operadores lineares. Curvas e
superfícies do segundo grau. Bibliografia Básica: Callioli, Carlos A.; Domingues,
Hygino H.; Costa, Roberto Celso Fabricio. Álgebra Linear e Aplicações. 6. Ed.
Reform. São Paulo, Sp: Atual, 2013. 352 P. Isbn 8570562977. Kolman, Bernard; Hill,
David R. Introdução à Álgebra Linear: com Aplicações. 8. Ed. Rio de Janeiro, Rj:
Ltc, 2006. 664 P. Isbn 85-216-1478-0. Coelho, Flávio Ulhoa; Lourenço, Mary Lilian.
um Curso de Álgebra Linear. 2. Ed. Rev. e Ampl. São Paulo, Sp: Edusp, 2013.
261 P. Isbn 9788531405945. Bibliografia Complementar: Poole, David. Álgebra
Linear. São Paulo, Sp: Pioneira, Cengage Learning, 2004-2012. 690 P. Isbn
978-85-221-0359-1. Lipschutz, Seymour. Algebra Linear. 2. Ed. São Paulo, Sp:
Mcgraw-hill do Brasil, 1981. 413 P. Lay, David C. Algebra Linear e suas
Aplicacoes. 2. Ed. Rio de Janeiro: Ltc Ed., 1999. 504 P. Isbn
85-216-1156-0. Steinbruch, Alfredo. Introdução a Álgebra Linear. Sao Paulo:
Makron Books, 1990. 245 P. Isbn 0-07-460944-0 Leon, Steven J. Álgebra Linear
com Aplicações. 9. Rio de Janeiro Ltc 2018 1 Recurso Online Isbn
9788521635789.

- ÁLGEBRA NA EDUCAÇÃO BÁSICA: Ensino e aprendizagem dos objetos de


conhecimento relacionados à álgebra previstos para a educação básica e na BNCC:
sequências e princípio de indução; expressões algébricas; produtos notáveis e
fatoração; frações algébricas; proporcionalidade e problemas envolvendo grandezas
diretamente proporcionais e grandezas inversamente proporcionais; equações de 1º
e 2º grau. Metodologias para o ensino de Álgebra. Bibliografia Básica: Maio,
Waldemar de (Coord.). Álgebra: Estruturas Algébricas Básicas e Fundamentos da
Teoria dos Números. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, 2015. Viii, 192 P. (Fundamentos de

34
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
Serviço Público Federal
Ministério da Educação
Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

Matemática ; 16). Isbn 8521615272. Domingues, Hygino H.; Iezzi, Gelson. Álgebra
Moderna. 4. Ed. Reform. São Paulo, Sp: Atual, 2011. 368 P. Isbn
9788535704013.Alencar Filho, Edgard De. Iniciação a Lógica Matemática. São
Paulo, Sp: Nobel, 2015. 203 P. Isbn 852130403X. Bibliografia Complementar:
Garcia, Arnaldo; Lequain, Yves. Elementos de Álgebra. 2. Ed. Rio de Janeiro, Rj:
Impa, 2003. 326 P. (Projeto Euclides). Isbn 8524401907. Hefez, Abramo.
Elementos de Aritmética. 2. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Sociedade Brasileira de
Matemática, 2011. 169 P. (Coleção Textos Universitários). Isbn 85-85818-25-5.
Gonçalves, Adilson. Introdução a Álgebra. 5. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Impa, 2003.
194 P. (Projeto Euclides). Isbn 85-244-0108-7. Daghlian, Jacob. Lógica e Álgebra
de Boole. 4. Ed. São Paulo, Sp: Atlas, 1995-2012. 167 P. Isbn 85-224-1256-1.
Polcino Milies, César; Coelho, Sônia Pitta. Números: Uma Introdução Matemática.
3. Ed. São Paulo, Sp: Edusp, 2006. 240 P. (Acadêmica ; 20). Isbn 85-314-0458-4.

- ANÁLISE COMBINATÓRIA: Princípio Aditivo e Multiplicativo. Permutação, Arranjos


e Combinações Simples. Permutação, Arranjos e Combinações com Repetições.
Permutações Circulares. Coeficientes Binomiais. Princípio de Inclusão e Exclusão.
Funções Geradoras. Bibliografia Básica: Iezzi, Gelson. Fundamentos de Matemática
Elementar, 5: Combinatória e Probabilidade. 8. Ed. São Paulo, Sp: Atual,
2019. Santos, J. Plinio O.; Mello, Margarida P.; Murari, Idani T. C. Introdução à
Análise Combinatória. 4. Ed. Rev. Rio de Janeiro, Rj: Ciência Moderna, 2007. 390
P. Isbn 978-85-7393-634-6. Metz, Lauro Igor. Análise Combinatória e
Probabilidade. 1. Ed. Curitiba: Intersaberes, 2018. 1 Recurso Online. Isbn
9788559726855. Bibliografia Complementar: Barbosa, Ruy Madsen. Combinatoria
e Grafos. São Paulo, Sp: Nobel, 1974. 240 P. Santos, J. Plinio O.; Estrada, Eduardo
Luis. Problemas Resolvidos de Combinatória. Rio de Janeiro, Rj: Ciência
Moderna, 2007. 202 P. Isbn 978-85-7393-624-7. Pereira, José Manuel dos Santos
Simões. Introdução à Matemática Combinatória. 1. Ed. Rio de Janeiro:
Interciência, 2013. 1 Recurso Online. Isbn 9788571932920. Ross, Sheldon.
Probabilidade um Curso Moderno com Aplicações. 8. Porto Alegre Bookman
2010 1 Recurso Online Isbn 9788577806881. Castanheira, Nelson Pereira. Teoria
dos Números e Teoria dos Conjuntos. 1. Ed. Curitiba, Pr: Intersaberes, 2014. 1
Recurso Online. (Desmistificando a Matemática). Isbn 9788582128824.

- ANÁLISE REAL II: Limite de funções. Funções contínuas e globalmente contínuas.


Derivadas. Integral de Riemann. Sequências e séries de funções. Bibliografia
Básica: Figueiredo, Djairo Guedes De. Análise I. 2. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Ltc,
1996-2013. 256 P. Isbn 85-216-1062-9. Ávila, Geraldo. Análise Matemática para
Licenciatura. 3. Ed. Rev. e Ampl. São Paulo, Sp: Blücher, 2006-2013. 246 P. Isbn
8521203950.Ávila, Geraldo. Introdução a Análise Matemática. 2. Ed. São Paulo,
Sp: Blücher, 2003. 254 P. Isbn 85 - 212 - 0168 - 0. Bibliografia Complementar:
Nogueira, Duilio. Analise Matematica: Introducao. 2. Ed. Rio de Janeiro, Rj:
Fename, 1982. 263 P. Lima, Elon Lages. Analise Real. 7. Ed. Rio de Janeiro:
Impa, 2004. 193 P. (Matemática Universitária (Impa)). Isbn 85-244-0116-9. Lima,
Elon Lages. Curso de Análise, Volume 1. 13. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Impa, 2011.
431 P. (Projeto Euclides). Isbn 9788524401183. Guidorizzi, Hamilton Luiz. um
Curso de Cálculo: Vol. 1. 3. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, 1998. Xii, 585 P. Isbn
8521611226. Guidorizzi, Hamilton Luiz. um Curso de Cálculo: Vol. 1. 5. Ed. Rio de
Janeiro, Rj: Ltc, Gen, 2015. Xii, 635 P. Isbn 9788521612599.

- AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: A avaliação da aprendizagem na


sala de aula de Matemática. Avaliação como prática de investigação. O erro como
fonte de aprendizagem. Alguns dos instrumentos de avaliação da aprendizagem

35
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
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ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

escolar. Bibliografia Básica: Hoffmann, Jussara. Avaliação: Mito e Desafio: Uma


Perspectiva Construtivista. [43. Ed.]. Porto Alegre, Rs: Mediação, 2013. 157 P. Isbn
978-85-87063-08-3. Esteban, Maria Teresa (Org.). Escola, Currículo e Avaliação.
4. Ed. São Paulo, Sp: Cortez, 2013. 167 P. (Série Cultura, Memória e Currículo ; V.
5). Isbn 978-85-249-0968-9. Esteban, M. T. o que Sabe Quem Erra? Reflexões
sobre Avaliação e Fracasso Escolar. 3. Ed. Rio de Janeiro: de Petrus, 2013.
Bibliografia Complementar: Luckesi, Cipriano. Avaliação da Aprendizagem
Escolar: Estudos e Proposições. 22. Ed. São Paulo, Sp: Cortez, 2018. 272 P. Isbn
9788524917448. Valente, Wagner Rodrigues. Avaliação em Matemática: História
e Perspectivas Atuais. Campinas, Sp: Papirus, 2008. 142 P. (Coleção Magistério:
Formação e Trabalho Pedagógico). Isbn 978-85308-0860-0. Rabelo, Edmar
Henrique. Avaliação: Novos, Tempos, Novas Práticas. [8. Ed.]. Petrópolis, Rj:
Vozes, 2009. 144 P. Isbn 85-326-2064-7. Bossa, Nadia Aparecida; Brandão, Carlos
Rodrigues (Org.). Avaliação Psicopedagógica da Criança de Sete a Onze Anos.
16. Ed. Petrópolis, Rj: Vozes, 2008. 182 P. (Coleção Psicopedagogia e Psicanálise).
Isbn 9788532616463.Wachiliski, Marcelo. Didática e Avaliação: Algumas
Perspectivas da Educação Matemática. 1. Ed. Curitiba: Intersaberes, 2012. 1
Recurso Online. Isbn 9788582123331.

- CÁLCULO I: Números reais e funções de uma variável real a valores reais. Limite e
continuidade de função de uma variável real. Derivadas de função de uma variável
real. Bibliografia Básica: Leithold, Louis. o Cálculo com Geometria Analítica:
Volume 1. 3. Ed. São Paulo, Sp: Harbra, 1994. Xiii, 685 P. Isbn
9788529400941. Guidorizzi, Hamilton Luiz. um Curso de Cálculo: Vol. 1. 5. Ed.
Rio de Janeiro, Rj: Ltc, Gen, 2015. Xii, 635 P. Isbn 9788521612599.Cascino, Fabio.
Educação Ambiental: Princípios, História, Formação de Professores. 4. Ed. São
Paulo, Sp: Senac, 2007. 109 P. Isbn 978-85-7359-564-2. Bibliografia Complementar:
Figueiredo, Djairo Guedes De. Análise I. 2. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, 1996-2013.
256 P. Isbn 85-216-1062-9. Lima, Elon Lages. Analise Real. 7. Ed. Rio de Janeiro:
Impa, 2004. 193 P. (Matemática Universitária (Impa)). Isbn 85-244-0116-9.
Himonas, Alex; Howard, Alan. Cálculo: Conceitos e Aplicações. Rio de Janeiro: Ltc
Ed., 2005. 524 P. Isbn 85-216-1416-0 Munem, Mustafa A.; Foulis, David J.
Cálculo: Volume 1. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, 1982-2015. 605 P. Isbn
8521610548.Stewart, James. Cálculo: Volume 1. 5. Ed. São Paulo, Sp: Pioneira,
2008, Xix, 581 P. Isbn 8522104794.

- CÁLCULO II: Integrais e aplicações: integrais indefinidas, integrais definidas,


Teorema Fundamental do Cálculo, logaritmos e exponenciais, técnicas de
integração. Formas Indeterminadas. Integrais Impróprias. Bibliografia Básica:
Leithold, Louis. o Cálculo com Geometria Analítica: Volume 1. 3. Ed. São Paulo,
Sp: Harbra, 1994. Xiii, 685 P. Isbn 9788529400941. Stewart, James. Cálculo:
Volume 1. 5. Ed. São Paulo, Sp: Pioneira, 2008, Xix, 581 P. Isbn
8522104794.Guidorizzi, Hamilton Luiz. um Curso de Cálculo: Vol. 1. 5. Ed. Rio de
Janeiro, Rj: Ltc, Gen, 2015. Xii, 635 P. Isbn 9788521612599. Bibliografia
Complementar: Figueiredo, Djairo Guedes De. Análise I. 2. Ed. Rio de Janeiro, Rj:
Ltc, 1996-2013. 256 P. Isbn 85-216-1062-9. Himonas, Alex; Howard, Alan.
Cálculo: Conceitos e Aplicações. Rio de Janeiro: Ltc Ed., 2005. 524 P. Isbn
85-216-1416-0 Pinto, Diomara; Morgado, Maria Cândida Ferreira. Cálculo
Diferencial e Integral de Funções de Várias Variáveis. 3. Ed. Rio de Janeiro, Rj:
Ed. Ufrj, 2014. 348 P. (Coleção Estudos). Isbn 9788571082199. Thomas, George
Brinton. Cálculo: Volume 1. 10. Ed. São Paulo, Sp: Pearson / Addison Wesley,
2006. 660 P. Isbn 8588639068. Munem, Mustafa A.; Foulis, David J. Cálculo:
Volume 1. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, 1982-2015. 605 P. Isbn 8521610548.

36
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
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(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

- CÁLCULO III: O espaço Rn. Função de uma variável real a valores em Rn.
Funções de várias variáveis a valores reais. Limite e continuidade. Derivada
direcional e de ordem superior. Funções diferenciáveis. Regra da cadeia e vetor
gradiente. Máximos e mínimos. Tópicos de direitos humanos e meio ambiente.
Bibliografia Básica: Himonas, Alex; Howard, Alan. Cálculo: Conceitos e Aplicações.
Rio de Janeiro: Ltc Ed., 2005. 524 P. Isbn 85-216-1416-0 Pinto, Diomara; Morgado,
Maria Cândida Ferreira. Cálculo Diferencial e Integral de Funções de Várias
Variáveis. 3. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Ed. Ufrj, 2014. 348 P. (Coleção Estudos). Isbn
9788571082199. Stewart, James. Cálculo: Volume Ii. 5. Ed. São Paulo, Sp:
Pioneira, 2007. Xviii, 583-1164 P. Isbn 8522104840. Guidorizzi, Hamilton Luiz. um
Curso de Cálculo: Vol. 2. 5. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, 2015. Xii, 476 P. Isbn
9788521612802. Bibliografia Complementar: Lima, Elon Lages. Curso de Análise,
Volume 1. 11. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Impa, 2001. 431 P. (Projeto Euclides). Isbn
8524401184. Guidorizzi, Hamilton Luiz. um Curso de Cálculo: Vol. 3. 5. Ed. Rio de
Janeiro, Rj: Ltc, 2013. Xi, 362 P. Isbn 978521612575. Mussi, Vanderléia Paes Leite;
Calarge, Carla Fabiana Costa; Gutierrez, José Paulo. Direitos Humanos e
Cidadania: Desenvolvimento pela Educação em Direitos Humanos : Sugestões
para o Professor. Campo Grande, Ms: Ed. Ufms, 2013. 70 P. Isbn
9788576133780. Boulos, Paulo. Introdução ao Cálculo, Volume I: Cálculo
Diferencial. São Paulo, Sp: Blücher, 2011. 259 P. Isbn 9788521202172.Boulos,
Paulo. Introdução ao Cálculo, Volume Ii: Cálculo Integral: Séries. 2. Ed. Rev. São
Paulo, Sp: Blücher, 2012. 335 P.

- CÁLCULO IV: Integrais múltiplas: dupla e tripla, Teorema de Fubini, mudança de


variáveis. Integral de linha: Teorema de Green. Integral de superfície: Teorema de
Gauss e Stokes. Bibliografia Básica: Pinto, Diomara; Morgado, Maria Cândida
Ferreira. Cálculo Diferencial e Integral de Funções de Várias Variáveis. 3. Ed.
Rio de Janeiro, Rj: Ed. Ufrj, 2014. 348 P. (Coleção Estudos). Isbn 9788571082199.
Stewart, James. Cálculo: Volume Ii. 5. Ed. São Paulo, Sp: Pioneira, 2007. Xviii,
583-1164 P. Isbn 8522104840. Guidorizzi, Hamilton Luiz. um Curso de Cálculo:
Vol. 2. 5. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, 2015. Xii, 476 P. Isbn 9788521612802.
Bibliografia Complementar: Figueiredo, Djairo Guedes De. Análise I. 2. Ed. Rio de
Janeiro, Rj: Ltc, 1996-2013. 256 P. Isbn 85-216-1062-9. Guidorizzi, Hamilton Luiz.
um Curso de Cálculo: Vol. 1. 5. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, Gen, 2015. Xii, 635 P.
Isbn 9788521612599. Guidorizzi, Hamilton Luiz. um Curso de Cálculo: Vol. 3. 5.
Ed. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, 2013. Xi, 362 P. Isbn 978521612575. Boulos, Paulo.
Introdução ao Cálculo, Volume I: Cálculo Diferencial. São Paulo, Sp: Blücher,
2011. 259 P. Isbn 9788521202172.Boulos, Paulo. Introdução ao Cálculo, Volume
Ii: Cálculo Integral: Séries. 2. Ed. Rev. São Paulo, Sp: Blücher, 2012. 335 P.

- CÁLCULO V: A diferencial. Aplicações diferenciáveis. Classes de diferenciabilidade


e derivadas de ordem superior. Regra da cadeia. Desigualdade do valor médio e
aplicações. Derivadas parciais. Teorema da função inversa. Forma local das
submersões e a forma local das imersões. Teorema da função implícita. Bibliografia
Básica: Lima, Elon Lages. Análise no Espaço Rn. 2. Impr. Rio de Janeiro, Rj:
Impa, 2004. 128 P. (Coleção Matemática Universitária). Isbn 85-244-0189-3.
Guidorizzi, Hamilton Luiz. um Curso de Cálculo: Vol. 2. 5. Ed. Rio de Janeiro, Rj:
Ltc, 2015. Xii, 476 P. Isbn 9788521612802. Guidorizzi, Hamilton Luiz. um Curso de
Cálculo: Vol. 3. 5. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, 2013. Xi, 362 P. Isbn 978521612575.
Bibliografia Complementar: Lima, Elon Lages. Analise Real. 7. Ed. Rio de Janeiro:
Impa, 2004. 193 P. (Matemática Universitária (Impa)). Isbn 85-244-0116-9. Pinto,
Diomara; Morgado, Maria Cândida Ferreira. Cálculo Diferencial e Integral de
Funções de Várias Variáveis. 3. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Ed. Ufrj, 2014. 348 P.

37
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
Serviço Público Federal
Ministério da Educação
Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

(Coleção Estudos). Isbn 9788571082199. Lima. Elon Lages. Curso de Analise. 6.


Ed. Rio de Janeiro: Impa, 2000. 557 P. (Projeto Euclides). Isbn 85-244-0049-8. Lima,
Elon Lages. Espaços Métricos. 3. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Instituto de Matemática
Pura e Aplicada, Cnpq, 1993. 229 P. (Projeto Euclides).Coelho, Flávio Ulhoa;
Lourenço, Mary Lilian. um Curso de Álgebra Linear. 2. Ed. Rev. e Ampl. São
Paulo, Sp: Edusp, 2013. 261 P. Isbn 9788531405945.

- CONCEITOS PARA O ENSINO DE PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA:


Articulação da teoria e da prática em torno dos temas de Probabilidade e Estatística
em uma perspectiva reflexiva buscando construir uma atitude crítica do professor em
formação, por meio da análise de atividades desenvolvidas para a Educação Básica.
Variáveis quantitativas e qualitativas, construção de tabelas de frequência, medidas
de tendência central, construção de gráficos, princípios de contagem, combinações,
permutações, princípio da inclusão-exclusão, espaço amostral, probabilidade de
Laplace, probabilidades condicionais e uso de planilhas eletrônicas. Bibliografia
Básica: Lopes, Celi Espasandin; Carvalho, Carolina. Literacia Estatística na
Educação Básica. In: Nacarato, Adair Mendes (Org.). Escritas e Leituras na
Educação Matemática. Belo Horizonte: Autêntica, 2009. Magalhães, Marcos
Nascimento; Lima, Antônio Carlos Pedroso De. Noções de Probabilidade e
Estatística. 7. Ed. Rev. São Paulo, Sp: Edusp, 2015. 408 P. (Acadêmica; 40). Isbn
9788531406775. Gaertner, Rosinete. Tópicos de Matemática para o Ensino
Médio. Blumenau, Sc: Edifurb, 2001. 145 P. (Coleção Arithmos ; 2) Isbn
85-7114-111-8 Spiegel, Murray R. Probabilidade e Estatística. 3. Porto Alegre:
Bookman, 2015. 1 Recurso Online. (Schaum). Isbn 9788565837477.Cadernos do
Mathema Ensino Médio: Jogos de Matemática de 1º a 3º Ano. Porto Alegre Artmed
2011 1 Recurso Online Isbn 9788536317281. Bibliografia Complementar: Oliveira,
Francisco Estevam Martins De. Estatistica e Probabilidade: Exercicios Resolvidos
e Propostos. 3. Rio de Janeiro: Ltc, 2017. 1 Recurso Online. Isbn
9788521633846. Oliveira, Francisco Estevam Martins De. Estatistica e
Probabilidade Exercicios Resolvidos e Propostos. 3. Rio de Janeiro Ltc 2017 1
Recurso Online Isbn 9788521633846. Spiegel, Murray R. Probabilidade e
Estatística. 3. Porto Alegre Bookman 2015 1 Recurso Online (Schaum). Isbn
9788565837477.

- CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS: Construções geométricas com régua e


compasso e softwares de geometria dinâmica: Segmentos; Ângulos; Pontos
notáveis; Lugar geométrico; Tangentes; polígonos regulares; Processos
aproximativos; Divisão da circunferência; Perspectivas; Sólidos geométricos;
Projeções ortogonais. Bibliografia Básica: Lima Netto, Sergio. Construções
Geométricas: Exercícios e Soluções. Rio de Janeiro, Rj: Sbm, 2009. 142 P.
(Coleção do Professor de Matemática ; 22). Isbn 9788585818425. Rezende, Eliane
Quelho Frota; Queiroz, Maria Lúcia Bontorim De. Geometria Euclidiana Plana e
Construções Geométricas. 2. Ed. Campinas, Sp: Ed. da Unicamp, 2008-2014. 262
P. Isbn 85-268-0504-5. Iezzi, Gelson; Dolce, Osvaldo; Machado, Antonio dos
Santos. Geometria Plana: Conceitos Básicos. 2. Ed. São Paulo, Sp: Atual, 2011.
223 P. Isbn 978-85-357-1321-3. Bibliografia Complementar: Wagner, E. Construções
Geométricas. Coleção do Professor de Matemática. Sociedade Brasileira de
Matemática. Rio de Janeiro, 1993. Wagner, E. Construções Geométricas. 6. Ed.
Rio de Janeiro, Rj: Sociedade Brasileira de Matemática, 2007. 110 P. (Coleção do
Professor de Matemática ; 9). Isbn 9788524400841. Neto, S. L. Construções
Geométricas: Exercícios e Soluções – Coleção do Professor de Matemática. Rio de
Janeiro: Sbm, 2009. Gerônimo, João Roberto; Franco, Valdeni Soliani. Geometria
Plana e Espacial: um Estudo Axiomático. 2. Ed. Maringá, Pr: Eduem, 2010. 320 P.

38
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
Serviço Público Federal
Ministério da Educação
Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

Isbn 978-85-7628-254-9. Lima, Elon Lages. Medida e Forma em Geometria:


Comprimento, Área, Volume e Semelhança. 4. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Sociedade
Brasileira de Matemática, 2009. 93 P. (Coleção do Professor de Matemática). Isbn
978-85-85818-05-0.

- DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOCENTE: Desenvolvimento profissional:


percursos teóricos e perspectivas. Desenvolvimento pessoal, interpessoal e
intrapessoal. Engajamento profissional, pessoal e coletivo. Formação contínua e
espaços formativos para o exercício profissional. Gestão de ambientes de
aprendizagem. Discussão de valores, atitudes e práticas sociais que expressem a
cultura dos direitos humanos, da educação ambiental, das relações étnico-raciais e
de gênero em sala de aula e em todos os espaços da sociedade. Bibliografia Básica:
Tardif, Maurice. Saberes Docentes e Formação Profissional. 17. Ed. Petrópolis,
Rj: Vozes, 2019. 325 P. Isbn 9788532626684. Práticas Inovadoras na Formação de
Professores. 1. Ed. Campinas: Papirus, 2017. 1 Recurso Online. Isbn
9788544902622.Imbernón, Francisco. Formação Continuada de Professores.
Porto Alegre Artmed 2015 1 Recurso Online Isbn 9788536321523. Bibliografia
Complementar: Bolzan, Doris Pires Vargas. Singularidades da Formação e do
Desenvolvimento Profissional Docente: Contextos Emergentes na Educação. 1.
Ed. Porto Alegre: Edipucrs, 2021. 1 Recurso Online. Isbn 9786556231396. Parente,
Cláudia da Mota Darós. a Formação de Professores e seus Desafios Frente Às
Mudanças Sociais, Políticas e Tecnológicas. Porto Alegre Penso 2015 1 Recurso
Online Isbn 9788584290130. Borba, Marcelo de Carvalho. Tendências
Internacionais em Formação de Professores de Matemática. 2. São Paulo
Autêntica 2007 1 Recurso Online Isbn 9788582179376.

- DIFERENÇA, DIVERSIDADE E DIREITOS HUMANOS: A construção histórica das


diferenças e sua transformação em fator de violência. A produção material e
simbólica nos campos da resistência e da promoção/garantia dos direitos humanos
na contemporaneidade. Bibliografia Básica: Carvalho, Ana Paula Comin de (Org.).
Desigualdades de Gênero, Raça e Etnia. Curitiba: Ibpex, 2012 Castells, Manuel.
Redes de Indignação e Esperança – Movimentos Sociais na Era da Internet. Rio de
Janeiro: Zahar, 2013Ramos, André de Carvalho. Teoria Geral dos Direitos Humanos
na Ordem Internacional. São Paulo: Saraiva, 2015. Bibliografia Complementar:
Santos, Boaventura de Sousa & Meneses, Maria Paula (Orgs.). Epistemologias do
Sul. São Paulo: Cortez, 2015. García Canclini, Néstor. a Globalização Imaginada.
São Paulo, Sp: Iluminuras, 2018. 266 P. Isbn 9788573214642. Hall, Stuart. a
Identidade Cultural na Pós-modernidade. 12. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Lamparina,
2015. 58 P. Isbn 9788583160076. Brasil. Secretaria de Direitos Humanos. Relatório
de Implantação do Pndh-3. Brasília: Conselho Nacional de Direitos
Humanos/Governo Federal, 2015. Epistemologias do Sul. São Paulo: Cortez, 2013.
1 Recurso Online. Isbn 9788524921070.

- EDUCAÇÃO AMBIENTAL: Princípios ecológicos da educação ambiental. Princípios


metodológicos da educação ambiental. Fundamentos teórico-metodológicos da
educação ambiental. Desenvolvimento socioeconômico, política e meio ambiente.
Educação ambiental e cidadania. Educação ambiental na educação formal e no
âmbito informal. Práticas de educação ambiental Bibliografia Básica: Dias,
Genebaldo Freire. Atividades Interdisciplinares de Educação Ambiental:
Práticas Inovadoras de Educação Ambiental. [2. Ed. Rev., Ampl., e Atual.]. São
Paulo, Sp: Gaia, 2006-2012. 224 P. Isbn 85-7555-076-4. Leme, Taciana Neto. os
Conhecimentos Práticos dos Professores: (Re)Abrindo Caminhos para a
Educação Ambiental na Escola. São Paulo, Sp: Annablume, 2006. 148 P. Isbn

39
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
Serviço Público Federal
Ministério da Educação
Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

85-7419-587-1.Carvalho, Isabel Cristina de Moura. Educação Ambiental: a


Formação do Sujeito Ecológico. 6. Ed. São Paulo, Sp: Cortez, 2017. 255 P.
(Docência em Formação. Saberes Pedagógicos). Isbn 9788524919725. Bibliografia
Complementar: Marcondes, Ayrton Cesar; Soares, Paulo Antonio de Toledo. Curso
Basico de Educacao Ambiental. Sao Paulo: Scipione, 1991. 88 P. Isbn
85-262-1822-0. Tanner, R. Thomas. Educacao Ambiental. São Paulo, Sp:
Summus, 1978. 158 P. Haesbaert, Rogério. Regional-global: Dilemas da Região
e da Regionalização na Geografia Contemporânea. 3. Ed. Rio de Janeiro, Rj:
Bertrand Brasil, 2018. 208 P. Isbn 9788528614459. Brasil. Ministério do Meio
Ambiente/Sbf. Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza - Snuc,
Brasília 2002.Carvalho, Isabel Cristina de Moura. Educação Ambiental: a
Formação do Sujeito Ecológico. São Paulo: Cortez, 2017. 1 Recurso Online.
(Docência em Formação). Isbn 9788524926129.

- EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS: Concepção do tempo e espaço


nas culturas distintas: afrodescendentes e indígenas. Aspectos conceituais,
históricos e políticos das relações étnico-raciais no Brasil. Conceitos de raça e etnia,
mestiçagem, racismo e racialismo, preconceito e discriminação. Discussão sobre o
racismo e o preconceito na sociedade e na escola. Diretrizes para Educação das
Relações Étnico-Raciais. A legislação brasileira e o direito de igualdade racial:
avanços e perspectivas. Bibliografia Básica: Michaliszyn, Mario Sergio. Relações
Étnico-raciais para o Ensino da Identidade e da Diversidade Cultural Brasileira.
2. Ed. Curitiba, Pr: Intersaberes, 2024. 1 Recurso Online. Isbn
9788522708727. Educação das Relações Étnico-raciais. 1. Ed. São Paulo: Pearson,
2016. 1 Recurso Online. Isbn 9788543017013.Marçal, José Antônio. Educação
Escolar das Relações Étnico-raciais: História e Cultura Afro-brasileira e Indígena
no Brasil. 2. Ed. Curitiba, Pr: Intersaberes, 2023. 1 Recurso Online. Isbn
9788522708055. Bibliografia Complementar: García Canclini, Néstor. Culturas
Híbridas: Estratégias para Entrar e Sair da Modernidade. 4. Ed. São Paulo, Sp:
Edusp, 2015. 385 P. (Ensaios Latino-americanos, 1). Isbn 8531403820. Brasil.
Educação Antirracista: Caminhos Abertos pela Lei Federal N.º 10.639/03. Brasília:
Ministério da Educação, 2005 Brasil; Secretaria de Educação Continuada,
Alfabetização, Diversidade e Inclusão. Orientações e Ações para a Educação das
Relações Étnico-raciais. Brasília, Df: Secad, 2010. 256 P. Isbn 8529600428.
Brasil. Resolução N.º. 1, de 17 de Junho de 2004, do Cne/Mec, que “Institui
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-raciais e
para o Ensino de História e Cultura Afro- Brasileira e Africana”Brasil. Ministério da
Educação. Superando o Racismo na Escola. 2. Ed. Brasília: Ministério da Educação,
2005.

- EDUCAÇÃO ESPECIAL: Contextualização da evolução histórica e dos direitos


humanos na Educação Especial. A Educação Especial e as políticas públicas. O
público-alvo da Educação Especial. A Educação Especial no contexto da educação
inclusiva e as práticas pedagógicas. Bibliografia Básica: Bosco, I. C. M. G. a
Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: Surdo Cegueira e
Deficiência Múltipla. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial,
2010. Belisário Filho, J. L. a Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar:
Transtornos Globais do Desenvolvimento. Ministério da Educação, Secretaria de
Educação Especial, 2010Bezerra, Giovani Ferreira (Org.). Educação Especial na
Perspectiva da Inclusão Escolar: Concepções e Práticas. Campo Grande, Ms: Ed.
Ufms, 2016. 305 P. Isbn 9788576135333. Bibliografia Complementar: Mazzotta,
Marcos José da Silveira. Educação Especial no Brasil: História e Políticas
Públicas. 5. Ed. São Paulo, Sp: Cortez, 2009. 208 P. Isbn 8524906030. Rossatti,

40
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
Serviço Público Federal
Ministério da Educação
Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

Larissa Esteves Matos Rodrigues. Educação Inclusiva e Preconceito. Campo


Grande, Ms: Ed. Ufms, 2013. 81 P. Isbn 9788576134169. Brasil. Política Nacional
da Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília, 2008.
Disponível em &Lt;Http://Portal.mec.gov.br/Seesp/Arquivos/Pdf/Politica.pdf;&Gt;.
Acesso Em: 10 Mai. 2008. Brasil. Resolução Cne/Ceb N 02/2001 Institui Diretrizes
Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Disponível
Em&Lt;Http://Portal.mec.gov.br/Cne/Arquivos/Pdf/Ceb0201.Pdf;&Gt;. Acesso em 10
Ago. 2016.Brasil. Resolução Cne/Ceb N 04/2009 Institui Diretrizes Operacionais
para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, Modalidade
Educação Especial Disponível em
&Lt;Http://Portal.mec.gov.br/Dmdocuments/Rceb004_09.Pdf.;&Gt;. Acesso em 15
Ago. 2016.

- ELEMENTOS PARA O ENSINO DE NÚMEROS E OPERAÇÕES: Ensino e


aprendizagem dos objetos de conhecimento relacionados a números e operações
previstos para a educação básica e na BNCC: operações básicas e suas
propriedades nos conjuntos dos números naturais e dos números inteiros; frações;
operações com números racionais; potenciação e radiciação; expressões numéricas;
porcentagem, acréscimo e decréscimo simples; múltiplos e divisores; divisão
euclidiana; máximo divisor comum e mínimo múltiplo comum; números primos;
sistemas de numeração. Metodologias para o ensino de Números e Operações.
Bibliografia Básica: Mark, Zegarelli. 1001 Problemas de Matemática Básica e Pré-
álgebra para Leigos. 1. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Alta Books, 2016. Nunes, Terezinha
Et Al. Educação Matemática 1: Números e Operações Numéricas. São Paulo, Sp:
Cortez, 2005. Il. Isbn 85-249-1032-1.Wall, Edward S. Teoria dos Números para
Professores do Ensino Fundamental. Porto Alegre Amgh 2014 1 Recurso Online
Isbn 9788580553536. Bibliografia Complementar: Hefez, Abramo. Elementos de
Aritmética. 2. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Sociedade Brasileira de Matemática, 2011.
169 P. (Coleção Textos Universitários). Isbn 85-85818-25-5. Santos, J. Plinio O.
Introdução à Teoria dos Números. 3. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Impa, 2007. 198 P.
(Coleção Matemática Universitária). Isbn 8524401427. Nacarato, Adair Mendes;
Custódio, Íris Aparecida. (Orgs.) o Desenvolvimento do Pensamento Algébrico na
Educação Básica: Compartilhando Propostas de Sala de Aula com o Professor que
Ensina (Ensinará) Matemática -- Brasília: Sociedade Brasileira de Educação
Matemática, 2018 Smole, Kátia Stocco. Cadernos do Mathema Ensino
Fundamental : Jogos de Matemática de 6º a 9º Ano, V.2. Porto Alegre Artmed 2007
1 Recurso Online Isbn 9788536311487. Silva, Sebastião Medeiros Da. Matemática
Básica para Cursos Superiores. 2. São Paulo: Atlas, 2018. 1 Recurso Online. Isbn
9788597016659.

- EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINÁRIAS: Equações diferenciais ordinárias de


primeira ordem. Teoremas de existência e unicidade. Equações diferenciais
ordinárias lineares de ordem n. Transformada de Laplace. Sistemas de equações
diferenciais. Bibliografia Básica: Bronson, Richard. Equações Diferenciais. 2. Ed.
São Paulo, Sp: Makron Books, 1994. 546 P. Isbn 85-346-0319-7. Zill, Dennis G.
Equacoes Diferenciais com Aplicacoes em Modelagem. Sao Paulo: Pioneira,
2003. 492 P. Isbn 85-221-0314-3. Penney, David E. Equações Diferenciais
Elementares com Problemas de Contorno. 3. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Prentice-hall
do Brasil, C1995. 643P. Isbn 85-7054-057-4. Bibliografia Complementar: Guidorizzi,
Hamilton Luiz. um Curso de Cálculo: Vol. 2. 5. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, 2015.
Xii, 476 P. Isbn 9788521612802. Guidorizzi, Hamilton Luiz. um Curso de Cálculo:
Vol. 4. 5. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, 2012. Xii, 530 P. Isbn 9788521613305. Boyce,
William E.; Diprima, Richard C. Equações Diferenciais Elementares e Problemas

41
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
Serviço Público Federal
Ministério da Educação
Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

de Valores de Contorno. 8. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, 2006. Xvi, 434 P. Isbn
8521614993. Diacu, Florin. Introdução a Equações Diferenciais: Teoria e
Aplicações. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, 2004. Xii, 262P. Isbn 85-216-1403-9. Braga,
Carmen Lys Ribeiro. Notas de Física-matemática: Equações Diferenciais,
Funções de Green e Distribuições. São Paulo, Sp: Liv. da Física, 2006. 185 P. Isbn
85-8832560-8.

- ESPAÇOS MÉTRICOS: Definição de métrica e espaços métricos. Conjuntos


abertos e conjuntos fechados. Isometrias. Funções contínuas em espaços métricos e
continuidade uniforme. Homeomorfismos. Métricas equivalentes. Sequências.
Espaços métricos conexos. Espaços métricos completos. Espaços métricos
compactos. Bibliografia Básica: Henle, Michael. a Combinatorial Introduction To
Topology. New York: Dover Publications, 1979. Isbn 0-486-67966-7 Lima, Elon
Lages. Elementos de Topologia Geral. Rio de Janeiro, Rj: ao Livro Técnico, 1970.
299 P. (Coleção Elementos de Matemática).Lima, Elon Lages. Espaços Métricos.
3. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Instituto de Matemática Pura e Aplicada, Cnpq, 1993. 229
P. (Projeto Euclides). Bibliografia Complementar: Figueiredo, Djairo Guedes De.
Análise I. 2. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, 1996-2013. 256 P. Isbn 85-216-1062-9.
Lima, Elon Lages. Análise no Espaço Rn. São Paulo, Sp: Blücher, 1970. 97
P. Lima. Elon Lages. Curso de Analise. 6. Ed. Rio de Janeiro: Impa, 2000. 557 P.
(Projeto Euclides). Isbn 85-244-0049-8. Lima, Elon Lages. Curso de Análise,
Volume 1. 11. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Impa, 2001. 431 P. (Projeto Euclides). Isbn
8524401184.Halmos, Paul R. Teoria Ingenua dos Conjuntos. São Paulo, Sp:
Universidade de São Paulo, 1973. 115 P.

- ESTÁGIO OBRIGATÓRIO I: Observação, análise e vivência do contexto escolar e


do ambiente de sala de aula de Ensino Fundamental. Participação em aulas de
matemática nos anos finais do Ensino Fundamental (preferencialmente 6º e 7º
anos). Planejamento, desenvolvimento e avaliação de aulas de matemática
(regência, reforço escolar, projetos) nos anos finais do Ensino Fundamental.
Afirmação de valores, atitudes e práticas sociais que expressem a cultura dos
direitos humanos, da educação ambiental, das relações étnico-raciais e de gênero
em sala de aula e em todos os espaços da sociedade. Desenvolvimento de
produção textual que reflita a experiência docente no estágio. Bibliografia Básica:
Pimenta, Selma Garrido; Lima, Maria Socorro Lucena. Estágio e Docência. 7. Ed.
São Paulo, Sp: Cortez, 2015. 296 P. (Coleção Docência em Formação. Saberes
Pedagógicos). Isbn 9788524919718. Nacarato, Adair Mendes; Paiva, Maria
Auxiliadora Vilela (Org.). a Formação do Professor que Ensina Matemática:
Perspectivas e Pesquisas. Belo Horizonte, Mg: Autêntica, 2008. 236 P. Isbn
857526219X. Piconez, Stela C. Bertholo Et Al. a Prática de Ensino e o Estágio
Supervisionado. 12. Ed. São Paulo, Sp: Papirus, 2006. 139 P. (Coleção Magistério:
Formação e Trabalho Pedagógico). Isbn 8530801598.Piconez, Stela C. Bertholo. a
Prática de Ensino e o Estágio Supervisionado. 1. Ed. Campinas: Papirus, 2023. 1
Recurso Online. (Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico). Isbn
9788530810344. Bibliografia Complementar: Araújo, Carla B. Z. M. Estágio
Supervisionado em Gestão Escolar. Campo Grande, Ms: Ed Ufms, 2011. 65 P.
Isbn 9788576133605. Cristovão, Eliane Matesco; Fiorentini, Dario (Org.). Histórias
e Investigações De/Em Aulas de Matemática. Campinas, Sp: Alínea Editora,
2006. 244 P. Isbn 8575161563. Bianchi, Anna Cecilia de Moraes. Manual de
Orientação Estágio Supervisionado. 4. São Paulo Cengage Learning 2012 1
Recurso Online Isbn 9788522114047. Estágio Curricular Supervisionado Docente
Baseado na Pesquisa: Debates Lusobrasileiros. Ijuí: Unijuí, 2021. 1 Recurso Online.
Isbn 9786586074789.Mauro Guimarães. a Dimensão Ambiental na Educação.

42
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
Serviço Público Federal
Ministério da Educação
Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

Papirus Editora 112 Isbn 9786556500157.

- ESTÁGIO OBRIGATÓRIO II: Observação, análise e vivência do contexto escolar e


do ambiente de sala de aula de Ensino Fundamental. Participação em aulas de
matemática nos anos finais do Ensino Fundamental (preferencialmente 8º e 9º
anos). Planejamento, desenvolvimento (regência supervisionada de aulas) e
avaliação de aulas de matemática nos anos finais do Ensino Fundamental.
Discussão de valores, atitudes e práticas sociais que expressem a cultura dos
direitos humanos, da educação ambiental, das relações étnico-raciais e de gênero
em sala de aula e em todos os espaços da sociedade. Desenvolvimento de
produção textual que reflita a experiência docente no estágio. Bibliografia Básica:
Perrenoud, Philippe. 10 Novas Competências para Ensinar: Convite à Viagem.
Porto Alegre, Rs: Artmed, 2008. 192 P. (Biblioteca Artmed). Isbn 8573076372. Brasil.
Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular – Bncc - Ensino
Fundamental. 2ª Versão. Brasília, Df, 2016. Http://Basenacionalcomum.mec.gov.br/A-
basePimenta, Selma Garrido; Lima, Maria Socorro Lucena. Estágio e Docência. 7.
Ed. São Paulo, Sp: Cortez, 2015. 296 P. (Coleção Docência em Formação. Saberes
Pedagógicos). Isbn 9788524919718. Bibliografia Complementar: Fiorentini, D;
Jiménez Espinosa, A. Histórias de Aula de Matemática Campinas, Sp: Fe/Unicamp-
cempem, 2001. Nacarato, Adair Mendes; Mengali, Brenda Leme da Silva; Passos,
Carmen Lúcia Brancaglion. a Matemática nos Anos Iniciais do Ensino
Fundamental: Tecendo Fios do Ensinar e do Aprender. Belo Horizonte, Mg:
Autêntica, 2011. 158 P. (Coleção Tendências em Educação Matemática). Isbn
978-85-7526-400-3. Brasil. Temas Contemporâneos Transversais na Bncc –
Contexto Histórico e Pressupostos Pedagógicos. Brasília: Ministério da Educação e
Cultura, 2019. Melo, Milena Barbosa De. Educação em Direitos Humanos:
Elementos Educacionais e Culturais. 1. Ed. Curitiba: Intersaberes, 2021. 1 Recurso
Online. Isbn 9786555174373.Pimenta, Selma Garrido. Estágio e Docência. São
Paulo: Cortez, 2018. 1 Recurso Online. (Docência em Formação). Isbn
9788524926457.

- ESTÁGIO OBRIGATÓRIO III: Observação, análise e vivência do contexto escolar e


do ambiente de sala aula de Ensino Médio. Participação em aulas de matemática em
turmas de Ensino Médio. Planejamento, desenvolvimento e avaliação de aulas de
matemática no Ensino Médio. Discussão de valores, atitudes e práticas sociais que
expressem a cultura dos direitos humanos, da educação ambiental, das relações
étnico-raciais e de gênero em sala de aula e em todos os espaços da sociedade.
Desenvolvimento de produção textual que reflita a experiência docente no estágio.
Bibliografia Básica: Pimenta, Selma Garrido; Lima, Maria Socorro Lucena. Estágio
e Docência. 7. Ed. São Paulo, Sp: Cortez, 2015. 296 P. (Coleção Docência em
Formação. Saberes Pedagógicos). Isbn 9788524919718. Buriolla, Marta Alice
Feiten. o Estagio Supervisionado. 3. Ed. Sao Paulo: Cortez, 2001. 176 P. Isbn
85-249-0557-3. Piconez, Stela C. Bertholo Et Al. a Prática de Ensino e o Estágio
Supervisionado. 12. Ed. São Paulo, Sp: Papirus, 2006. 139 P. (Coleção Magistério:
Formação e Trabalho Pedagógico). Isbn 8530801598. Bibliografia Complementar:
Pimenta, Selma Garrido. Base Nacional Comum Curricular (Bncc). Educação É a
Base. Brasília, Mec/Consed/Undime, 2017A. Nacarato, Adair Mendes; Paiva, Maria
Auxiliadora Vilela (Org.). a Formação do Professor que Ensina Matemática:
Perspectivas e Pesquisas. Belo Horizonte, Mg: Autêntica, 2008. 236 P. Isbn
857526219X. Brasil. Temas Contemporâneos Transversais na Bncc – Contexto
Histórico e Pressupostos Pedagógicos. Brasília: Ministério da Educação e Cultura,
2019. Educação das Relações Étnico-raciais. 1. Ed. São Paulo: Pearson, 2016. 1
Recurso Online. Isbn 9788543017013.Ferreira, Lúcia Gracia. Ensino, Práticas

43
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
Serviço Público Federal
Ministério da Educação
Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

Pedagógicas e Diversidade. 1. São Paulo: Cortez, 2024. 1 Recurso Online. Isbn


9786555554595.

- ESTÁGIO OBRIGATÓRIO IV: Atuação em gestão escolar ou no ensino médio nas


etapas de formação geral básica (Matemática) ou itinerário formativo:
aprofundamento em área de conhecimento (eletiva e unidades curriculares) e núcleo
integrador (intervenção comunitária, matemática criativa, projeto de vida). Discussão
de valores, atitudes e práticas sociais que expressem a cultura dos direitos
humanos, da educação ambiental, das relações étnico-raciais e de gênero em sala
de aula e em todos os espaços da sociedade. Desenvolvimento de produção textual
que reflita a experiência docente no estágio. Bibliografia Básica: Pimenta, Selma
Garrido; Lima, Maria Socorro Lucena. Estágio e Docência. 7. Ed. São Paulo, Sp:
Cortez, 2015. 296 P. (Coleção Docência em Formação. Saberes Pedagógicos). Isbn
9788524919718. Araújo, Carla B. Z. M. Estágio Supervisionado em Gestão
Escolar. Campo Grande, Ms: Ed Ufms, 2011. 65 P. Isbn 9788576133605. Piconez,
Stela C. Bertholo Et Al. a Prática de Ensino e o Estágio Supervisionado. 12. Ed.
São Paulo, Sp: Papirus, 2006. 139 P. (Coleção Magistério: Formação e Trabalho
Pedagógico). Isbn 8530801598. Bibliografia Complementar: Nacarato, Adair
Mendes; Paiva, Maria Auxiliadora Vilela (Org.). a Formação do Professor que
Ensina Matemática: Perspectivas e Pesquisas. Belo Horizonte, Mg: Autêntica,
2008. 236 P. Isbn 857526219X. Seiffert, Mari Elizabete Bernardini. Gestão
Ambiental: Instrumentos, Esferas de Ação e Educação Ambiental. 2. Ed. São
Paulo, Sp: Atlas, 2011. 310 P. Isbn 9788522464678. Cristovão, Eliane Matesco;
Fiorentini, Dario (Org.). Histórias e Investigações De/Em Aulas de Matemática.
Campinas, Sp: Alínea Editora, 2006. 244 P. Isbn 8575161563. Pimentel, Solange
Maria. Movimentos Sociais e Direitos Humanos: Debates Contemporâneos. 1.
Ed. São Paulo: Contentus, 2020. 1 Recurso Online. Isbn 9786557458198.Educação
das Relações Étnico-raciais. 1. Ed. São Paulo: Pearson, 2016. 1 Recurso Online.
Isbn 9788543017013.

- ESTRUTURAS ALGÉBRICAS I: Números inteiros. Princípio de Indução. Algoritmo


da divisão. Máximo divisor comum. Números primos e o Teorema Fundamental de
Aritmética. Sistema de numeração. Divisibilidade e Congruências Lineares.
Equações Diofantinas. Bibliografia Básica: Maio, Waldemar de (Coord.). Álgebra:
Estruturas Algébricas Básicas e Fundamentos da Teoria dos Números. Rio de
Janeiro, Rj: Ltc, 2015. Viii, 192 P. (Fundamentos de Matemática ; 16). Isbn
8521615272. Domingues, Hygino H.; Iezzi, Gelson. Álgebra Moderna. 4. Ed.
Reform. São Paulo, Sp: Atual, 2011. 368 P. Isbn 9788535704013.Santos, J. Plinio O.
Introdução à Teoria dos Números. 3. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Impa, 2007. 198 P.
(Coleção Matemática Universitária). Isbn 8524401427. Bibliografia Complementar:
Hefez, Abramo. Curso de Álgebra, Volume 1. 3. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Instituto de
Matemática Pura e Aplicada, 2002. 221 P. (Coleção Matemática Universitária). Isbn
85-224-0079-x. Hefez, Abramo. Elementos de Aritmética. 2. Ed. Rio de Janeiro,
Rj: Sociedade Brasileira de Matemática, 2011. 169 P. (Coleção Textos
Universitários). Isbn 85-85818-25-5. Vidigal, Angela. Fundamentos de Álgebra.
Belo Horizonte, Mg: Ed. Ufmg, 2005-2009. 197 P. (Didática ; 2). Isbn 85-7041-450-1.
Moreira, Carlos G; Tengan, Eduardo; Saldanha, Nicolau C; Martinez, Fábio B. Teoria
dos Números: um Passeio com Primos e Outros Números Familiares pelo Mundo
Inteiro. Edição Nº 4, Rio de Janeiro: Impa, 2015. 450 P (Projeto Euclides); Isbn
9788524403125.Landau, Edmund. Teoria Elementar dos Números. Rio de
Janeiro, Rj: Ciência Moderna, 2002. 292 P. (Clássicos da Matemática). Isbn
85-7393-174-4.

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Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
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Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

- ESTRUTURAS ALGÉBRICAS II: Grupos e Subgrupos. Grupos Cíclicos.


Isomorfismos de Grupos. Classes Laterais e Teorema de Lagrange. Grupos
Quocientes. Teorema do Homomorfismo. Bibliografia Básica: Domingues, Hygino H.;
Iezzi, Gelson. Álgebra Moderna. 4. Ed. Reform. São Paulo, Sp: Atual, 2011. 368 P.
Isbn 9788535704013. Gonçalves, Adilson. Introdução a Álgebra. 5. Ed. Rio de
Janeiro, Rj: Impa, 2003. 194 P. (Projeto Euclides). Isbn 85-244-0108-7.Coutinho, S.
C. Números Inteiros e Criptografia Rsa. 2. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Impa,
2005-2014. 213 P. (Série de Computação e Matemática). Isbn 978-85-244-0124-4.
Bibliografia Complementar: Ayres, Frank. Algebra Moderna. São Paulo, Sp:
Mcgraw-hill, 1965. 361 P. (Schaum). Childs, Lindsay. a Concrete Introduction To
Higher Algebra. 3. Ed. New York, Ny: Springer, 2009. 603 P. (Undergraduate Texts
In Mathematics). Isbn 9780387745275. Garcia, Arnaldo; Lequain, Yves. Elementos
de Álgebra. 2. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Impa, 2003. 326 P. (Projeto Euclides). Isbn
8524401907. Vidigal, Angela. Fundamentos de Álgebra. Belo Horizonte, Mg: Ed.
Ufmg, 2005-2009. 197 P. (Didática ; 2). Isbn 85-7041-450-1. Domingues, Hygino H.
Algebra Moderna. 5. São Paulo Saraiva 2017 1 Recurso Online Isbn
9788547223076.

- ESTRUTURAS ALGÉBRICAS III: Anéis, Ideais e Homomorfismos. Corpos.


Bibliografia Básica: Domingues, Hygino H.; Iezzi, Gelson. Álgebra Moderna. 4. Ed.
Reform. São Paulo, Sp: Atual, 2011. 368 P. Isbn 9788535704013. Gonçalves,
Adilson. Introdução a Álgebra. 5. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Impa, 2003. 194 P.
(Projeto Euclides). Isbn 85-244-0108-7.Coutinho, S. C. Números Inteiros e
Criptografia Rsa. 2. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Impa, 2005-2014. 213 P. (Série de
Computação e Matemática). Isbn 978-85-244-0124-4. Bibliografia Complementar:
Ayres, Frank. Algebra Moderna. São Paulo, Sp: Mcgraw-hill, 1965. 361 P.
(Schaum). Childs, Lindsay. a Concrete Introduction To Higher Algebra. 3. Ed.
New York, Ny: Springer, 2009. 603 P. (Undergraduate Texts In Mathematics). Isbn
9780387745275. Garcia, Arnaldo; Lequain, Yves. Elementos de Álgebra. 2. Ed.
Rio de Janeiro, Rj: Impa, 2003. 326 P. (Projeto Euclides). Isbn 8524401907. Vidigal,
Angela. Fundamentos de Álgebra. Belo Horizonte, Mg: Ed. Ufmg, 2005-2009. 197
P. (Didática ; 2). Isbn 85-7041-450-1. Poole, David. Álgebra Linear Uma
Introdução Moderna. 2. São Paulo Cengage Learning 2016 1 Recurso Online Isbn
9788522124015.

- ESTUDO DE LIBRAS: Fundamentos epistemológicos, históricos, políticos e


culturais da Língua Brasileira de Sinais (Libras). A pessoa surda e suas
singularidades linguísticas. Desenvolvimento cognitivo e linguístico e a aquisição da
primeira e segunda língua. Aspectos discursivos e seus impactos na interpretação. O
papel do professor e do intérprete de língua de sinais na escola inclusiva. Relações
pedagógicas da prática docente em espaços escolares. Introdução ao estudo da
Língua Brasileira de Sinais: noções básicas de fonologia, de morfologia e de sintaxe.
Bibliografia Básica: Libras: Conhecimento Além dos Sinais. São Paulo, Sp: Pearson,
2013. 127 P. Isbn 9788576058786. Gesser, Audrei. Libras?: que Língua É Essa? :
Crenças e Preconceitos em Torno da Língua de Sinais e da Realidade Surda. São
Paulo, Sp: Parábola, 2019. 87 P. (Estratégias de Ensino, 14). Isbn
9788579340017.Novaes, Edmarcius Carvalho. Surdos: Educação, Direito e
Cidadania. 2. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Wak Ed., 2014. 183 P. Isbn 978-85-7854-087-6.
Bibliografia Complementar: Soares, Maria Aparecida Leite. a Educação do Surdo
no Brasil. Campinas, Sp: Autores Associados, 1999. 125 P. Isbn 85-85701-74-9.
Lima-salles, Heloisa Maria Moreira Et Al. Ensino de Língua Portuguesa para
Surdos: Volume 2 : Caminhos para a Prática Pedagógica. Brasília, Df: Secretaria
de Educação Especial, 2004. 207 P. Lacerda, Cristina B. F. De. Intérprete de

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Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
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ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

Libras: em Atuação na Educação Infantil e no Ensino Fundamental. 7. Ed. Porto


Alegre, Rs: Mediação, 2015. 95 P. Isbn 9788577060474. Souza, Tanya Amara
Felipe De. Libras em Contexto: Curso Básico, Livro do Estudante/ Cursista.
Brasília: Seesp/Mec, 2001. 164 P. Falcão, Luiz Albérico. Surdez, Cognição Visual
e Libras: Estabelecendo Novos Diálogos. 2. Ed. Recife, Pe: L. A. Barbosa Falcão,
2011. 384 P.

- FUNDAMENTOS DE DIDÁTICA: Bases epistemológicas e históricas da didática.


Didática na formação docente. Organização do trabalho e das relações pedagógicas
no espaço escolar. Planejamento: projeto pedagógico da escola, plano de ensino e
plano de aula. Identificação e análise de estratégias de ensino, da natureza dos
conteúdos e das formas de avaliação. Bibliografia Básica: Hernandez, Leila M. G. a
África na Sala de Aula: Visita à História Contemporânea. [4. Ed.]. São Paulo, Sp:
Selo Negro, 2008. 678 P. Isbn 978-85-87478-31-3. Abreu, Martha; Soihet, Rachel.
Ensino de História: Conceitos, Temáticas e Metodologia. 2. Ed. Rio de Janeiro, Rj:
Faperj, 2009. 247 P. (Coleção História ; 1). Isbn 978-85-87220-64-6.Bittencourt,
Circe Maria Fernandes. Ensino de História: Fundamentos e Métodos. 3. Ed. São
Paulo, Sp: Cortez, 2009. 408 P. (Docência em Formação Ensino Fundamental). Isbn
9788524910692. Bibliografia Complementar: Perrenoud, Philippe. 10 Novas
Competências para Ensinar: Convite à Viagem. Porto Alegre, Rs: Artmed, 2008.
192 P. (Biblioteca Artmed). Isbn 8573076372. Luckesi, Cipriano. Avaliação da
Aprendizagem Escolar: Estudos e Proposições. 15. Ed. São Paulo, Sp: Cortez,
2003. 180 P. Isbn 85-249-0550-6. Perrenoud, Philippe. Construir as
Competências desde a Escola. Porto Alegre, Rs: Artmed, 1999, 2009. 90 P.
(Biblioteca Artmed). Isbn 8573075748. Alarcão, Isabel (Org.). Escola Reflexiva e
Nova Racionalidade. Porto Alegre, Rs: Artmed, 2007. 144 P. (Biblioteca Artmed).
Isbn 9788573078618.Vasconcellos, Celso dos S. Planejamento: Projeto de Ensino-
aprendizagem e Projeto Politico-pedagogico - Elementos Metodologicos para
Elaboracao e Realizacao. 11. Ed. São Paulo, Sp: Libertad, 2002. 205 P. (Cadernos
Pedagógicos do Libertad (São Paulo : Libertad) V. 1). Isbn 85-85819-09-3.

- FUNDAMENTOS DE FÍSICA: Cinemática Escalar. Cinemática Vetorial. Movimento


em uma dimensão. Movimento em um plano. Dinâmica da partícula. Trabalho e
energia. Conservação do momento linear. Colisões. Equilíbrio de corpos rígidos.
Bibliografia Básica: Nussenzveig, H. Moysés. Curso de Física Básica, 1:
Mecânica. 4. Ed. Rev. São Paulo, Sp: Blücher, 2013. 328 P. Isbn
9788521202981. Halliday, David; Resnick, Robert; Walker, Jearl. Fundamentos de
Física, 2: Gravitação, Ondas e Termodinâmica. 7. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, 2006.
292 P. Isbn 8521614853.Halliday, David; Resnick, Robert; Walker, Jearl.
Fundamentos de Física: Volume 1 : Mecânica. 7. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Ltc,
2006. 356 P. Isbn 8521614845. Bibliografia Complementar: Nussenzveig, H.
Moysés. Curso de Física Básica, 2: Fluidos, Oscilações e Ondas, Calor. 4. Ed.
Rev. São Paulo, Sp: Blücher, 2012. 314 P. Isbn 9788521202998. Schaum, Daniel;
Merwe, Carel W. Van Der. Fisica Geral. São Paulo, Sp: Mcgraw-hill do Brasil,
1976. 429 P. Tipler, Paul Allen; Mosca, Gene. Física para Cientistas e
Engenheiros: Volume 2 : Eletricidade e Magnetismo, Óptica. 6. Ed. Rio de Janeiro,
Rj: Ltc, 2012. 530 P. Isbn 9788521617112. Halliday, David; Resnick, Robert; Walker,
Jearl. Fundamentos de Física: Volume 3 : Eletromagnetismo. 9. Ed. Rio de
Janeiro, Rj: Ltc, 2013. Xi, 375 P. Isbn 9788521619055.Nussenzveig, Herch Moysés.
Curso de Física Básica Fluidos, Oscilações e Ondas, Calor - 5ª Edição. Editora
Blucher 377 Isbn 9788521207481.

- FUNDAMENTOS DE FÍSICA II: Estática dos fluídos. Temperatura. Calor e Primeira

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Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
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ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

Lei da Termodinâmica. Carga e Matéria. O campo elétrico. A lei de Gauss. Potencial


elétrico. Capacitores e dielétricos. Corrente e resistência elétrica. Bibliografia Básica:
Nussenzveig, H. Moysés. Curso de Física Básica, 3: Eletromagnetismo. São
Paulo, Sp: Blücher, 2013. 323 P. Isbn 8521201346. Nussenzveig, H. Moysés.
Curso de Física Básica, 4: Ótica, Relatividade, Física Quântica. São Paulo, Sp:
Blücher, 1998-2013. 437 P. Isbn 9788521201632.Tipler, Paul Allen; Mosca, Gene.
Física para Cientistas e Engenheiros: Volume 2 : Eletricidade e Magnetismo,
Óptica. 6. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, 2012. 530 P. Isbn 9788521617112. Bibliografia
Complementar: Ference, Michael. Curso de Fisica Eletronica e Fisica Moderna.
São Paulo, Sp: Blücher, [S.d.]. 164 P. Pinzon, Alvaro. Fisica: Conceptos
Fundamentales. México, Mx: Harla, 1973. (Coleccion Harper). Schaum, Daniel;
Merwe, Carel W. Van Der. Fisica Geral. São Paulo, Sp: Mcgraw-hill do Brasil,
1976. 429 P. Halliday, David; Resnick, Robert; Walker, Jearl. Fundamentos de
Física: Volume 3 : Eletromagnetismo. 9. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, 2013. Xi, 375
P. Isbn 9788521619055.Halliday, David; Resnick, Robert; Walker, Jearl.
Fundamentos de Física, Volume 4: Óptica e Física Moderna. 9. Ed. Rio de
Janeiro, Rj: Ltc, 2014. Xi, 406 P. Isbn 9788521619062.

- FUNDAMENTOS E METODOLOGIAS PARA O ENSINO DE FUNÇÕES: Ensino e


aprendizagem dos objetos de conhecimento relacionados a funções previstos para a
educação básica e na BNCC: Equações, inequações, ideia intuitiva e definição de
função; domínio, imagem, contradomínio e gráfico de uma função; paridade e
periodicidade de funções; monotonicidade de funções; funções injetiva, sobrejetiva e
bijetiva, composição de funções; função inversa; funções elementares. Metodologias
e tecnologias digitais para o ensino de funções. Bibliografia Básica: Guelli, Cid A.;
Iezzi, Gelson; Dolce, Osvaldo. Conjuntos, Relações, Funções, Inequações. São
Paulo, Sp: Moderna, [19--?]. 265 P. Iezzi, Gelson; Murakami, Carlos. Fundamentos
de Matemática Elementar, 1: Conjuntos, Funções. 8. Ed. São Paulo, Sp: Atual,
2004, 2010. 374 P. (Fundamentos de Matemática Elementar; 1). Isbn
8535704558.Fundamentos de Matemática Elementar; 1. Bibliografia Complementar:
Crivelaro, Marcos. Gráficos e Escalas Técnicas de Representação de Objetos e
de Funções Matemáticas. São Paulo Erica 2014 1 Recurso Online Isbn
9788536519241. Almeida, Lourdes Werle De. Modelagem Matemática na
Educação Básica. 1. Ed. São Paulo: Contexto, 2012. 1 Recurso Online. Isbn
9788572446976. Smole, Kátia Stocco. Ler, Escrever e Resolver Problemas
Habilidades Básicas para Aprender Matemática. Porto Alegre Artmed 2011 1
Recurso Online Isbn 9788536311920. Gomes, Francisco Magalhães. Pré-cálculo:
Operações, Equações, Funções e Trigonometria. São Paulo: Cengage Learning
Brasil, 2018. 1 Recurso Online. Isbn 9788522127900.

- FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, SOCIOLÓGICOS E FILOSÓFICOS DA


EDUCAÇÃO: Fontes histórico-filosóficas-sociológicas e pesquisa do mundo grego
arcaico e clássico. A formação da sociedade e dos valores do mundo antigo.
Educação grega: período arcaico e período clássico. Educação romana: a educação
familiar fundamental, as escolas romanas de ensino secundário e as escolas cristãs.
Bibliografia Básica: Chauí, Marilena de Souza. Convite à Filosofia. 14. Ed. São
Paulo, Sp: Ática, 2012. 520 P. Isbn 9788508134694 (Aluno). Jaeger, Werner.
Paidéia: a Formação do Homem Grego. 6. Ed. São Paulo, Sp: Wmf Martins
Fontes, 2013. 1433 P. (Coleção Clássicos Wmf). Isbn 978-85-7827-670-6.Platão. a
República: Texto Integral. São Paulo, Sp: Martin Claret, 2009. 320 P. (Coleção a
Obra-prima de Cada Autor ; V. 36). Isbn 8572323988. Bibliografia Complementar:
Ponce, Aníbal. Educação e Luta de Classes. 20. Ed. São Paulo, Sp: Cortez, 2003.
196 P. Isbn 85-249-0241-8. Manacorda, Mario Alighiero. História da Educação: da

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Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
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(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

Antiguidade aos Nossos Dias. 13. Ed. São Paulo, Sp: Cortez, 2012. 455 P. Isbn
9788524916335. História e Historiografia da Educação no Brasil. São Paulo
Autêntica 2007 1 Recurso Online Isbn 9788582179444. Hilsdorf, Maria Lucia Spedo.
História da Educação Brasileira. São Paulo Cengage Learning 2012 1 Recurso
Online Isbn 9788522114023. História da Educação. Porto Alegre Sagah 2018 1
Recurso Online Isbn 9788595024724.

- FUNDAMENTOS PARA O ENSINO DE GEOMETRIA, GRANDEZAS E MEDIDAS:


Ensino e aprendizagem dos objetos de conhecimento relacionados à geometria,
grandezas e medidas previstos para a educação básica e na BNCC: Plano e reta;
comprimento; figuras geométricas planas; áreas; semelhança e áreas; sólidos
geométricos; volume. Metodologias para o ensino de geometria, grandezas e
medidas. *Supressão de partes em relação à planilha anterior. Bibliografia Básica:
Nacarato, Adair Mendes. Aprendizagem em Geometria na Educação Básica.
São Paulo Autêntica 2014 1 Recurso Online Isbn 9788582174586. Dolce, Osvaldo;
Pompeo, José Nicolau. Fundamentos de Matemática Elementar, 9: Geometria
Plana. 8. Ed. São Paulo, Sp: Atual, 2005, 2011. 456 P. (Fundamentos de
Matemática Elementar, 9). Isbn 853570552X.Reis, Alcir Garcia. Geometrias Plana
e Sólida. Porto Alegre Amgh 2014 1 Recurso Online Isbn 9788582602362.
Bibliografia Complementar: Mongelli, Magda Cristina Junqueira Godinho; Mongelli,
Henrique. Desenho Geométrico: Disciplina. Campo Grande, Ms: Ed. Ufms, 2008.
123 P. Isbn 978-85-7613-185-4. Itacarambi, Ruth Ribas; Berton, Ivani da Cunha
Borges. Geometria, Brincadeiras e Jogos: 1. Ciclo do Ensino Fundamental. São
Paulo, Sp: Liv. da Física, 2008. 142 P. Isbn 9788578610036. Barbosa, João Lucas
Marques. Geometria Euclidiana Plana. 11. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Sociedade
Brasileira de Matemática, 2012. 259 P. (Coleção do Professor de Matemática). Isbn
978-85-85818-02-9. Iezzi, Gelson; Dolce, Osvaldo; Machado, Antonio dos Santos.
Geometria Plana: Conceitos Básicos. 2. Ed. São Paulo, Sp: Atual, 2011. 223 P.
Isbn 978-85-357-1321-3. Castanheira, Nelson Pereira. Geometria Plana e
Trigonometria. 1. Ed. Curitiba: Intersaberes, 2014. 1 Recurso Online. Isbn
9788582129142.

- GEOMETRIA ESPACIAL: Conceitos Primitivos e Postulados. Paralelismo.


Perpendicularidade. Aplicações. Diedros. Triedros. Poliedros Convexos. Prisma.
Pirâmide. Cilindro. Cone. Esfera. Sólidos Semelhantes. Inscrição e Circunscrição.
Exploração de softwares no ensino e aprendizagem dos conceitos. Bibliografia
Básica: Dolce, Osvaldo; Pompeo, José Nicolau. Fundamentos de Matemática
Elementar, 10: Geometria Espacial, Posição e Métrica. 6. Ed. São Paulo, Sp: Atual,
2007, 2011. 440 P. (Fundamentos de Matemática Elementar ; 10). Isbn
9788535705492. Dolce, Osvaldo; Pompeo, José Nicolau. Fundamentos de
Matemática Elementar, 9: Geometria Plana. 8. Ed. São Paulo, Sp: Atual, 2005,
2011. 456 P. (Fundamentos de Matemática Elementar, 9). Isbn
853570552X.Gerônimo, João Roberto; Franco, Valdeni Soliani. Geometria Plana e
Espacial: um Estudo Axiomático. 2. Ed. Maringá, Pr: Eduem, 2010. 320 P. Isbn
978-85-7628-254-9. Bibliografia Complementar: Castrucci, Benedito. Geometria
Curso Moderno. 5. Ed. São Paulo, Sp: Nobel, 1975. Barbosa, João Lucas
Marques. Geometria Euclidiana Plana. 11. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Sociedade
Brasileira de Matemática, 2012. 259 P. (Coleção do Professor de Matemática). Isbn
978-85-85818-02-9. Rezende, Eliane Quelho Frota; Queiroz, Maria Lúcia Bontorim
De. Geometria Euclidiana Plana e Construções Geométricas. 2. Ed. Campinas,
Sp: Ed. da Unicamp, 2008-2014. 262 P. Isbn 85-268-0504-5. Cesar, Paulo.
Introdução a Geometria Espacial. 4. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Sociedade de
Matemática, 2005. 93 P. (Coleção do Professor de Matemática). Isbn

48
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
Serviço Público Federal
Ministério da Educação
Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

85-244-0085-4.Lima, Elon Lages Et Al. a Matemática do Ensino Médio, Volume 2.


6. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Sociedade Brasileira de Matemática, C2006. 308 P.
(Coleção do Professor de Matemática, 14). Isbn 85-85818-11-5.

- GRUPO FUNDAMENTAL: Definição e exemplos de homotopia entre funções.


Caminhos homotópicos. Homotopia relativa. Definição do grupo fundamental de um
espaço. Homomorfismo induzido por uma aplicação contínua. O grupo fundamental
do círculo e aplicações. Espaços de recobrimento. Transformações de recobrimento.
Levantamentos de aplicações. Existência Recobrimentos universais e aplicações.
Bibliografia Básica: Henle, Michael. a Combinatorial Introduction To Topology.
New York: Dover Publications, 1979. Isbn 0-486-67966-7 Lima, Elon Lages.
Elementos de Topologia Geral. Rio de Janeiro, Rj: ao Livro Técnico, 1970. 299 P.
(Coleção Elementos de Matemática).Lima, Elon Lages. Espaços Métricos. 3. Ed.
Rio de Janeiro, Rj: Instituto de Matemática Pura e Aplicada, Cnpq, 1993. 229 P.
(Projeto Euclides). Bibliografia Complementar: Herstein, I. N. Abstract Algebra. 3.
Ed. New York, Ny: Willey, 1999. 249 P. Isbn 0-471-36879-2. Domingues, Hygino H.;
Iezzi, Gelson. Álgebra Moderna. 4. Ed. Reform. São Paulo, Sp: Atual, 2011. 368 P.
Isbn 9788535704013. Lipschutz, Seymour. Teoria dos Conjuntos. São Paulo, Sp:
Mcgraw-hill do Brasil, 1974. 333 P. Halmos, Paul R. Teoria Ingenua dos
Conjuntos. São Paulo, Sp: Universidade de São Paulo, 1973. 115 P.William
Goulart Gomes Velasco. Topologia. Contentus 88 Isbn 9786557456033.

- HISTÓRIA DA MATEMÁTICA: Origens da Matemática. A matemática nas antigas


civilizações (sistemas de numeração, operações básicas, geometria). A matemática
na idade média: oriente x ocidente. A matemática no Renascimento (o cálculo e a
geometria analítica). A História da Matemática no Brasil. A matemática nos séculos
XIX e XX: as correntes filosóficas da matemática e a crise da matemática.
Bibliografia Básica: Struik, D. J. História Concisa das Matemáticas. Lisboa: Gradiva
Publicações, 1989. Eves, Howard Whitley. Introdução à História da Matemática.
Campinas, Sp: Ed. da Unicamp, 2008. 843 P. Isbn 8526806572.Ifrah, Georges. os
Números: História de Uma Grande Invenção. 11. Ed. São Paulo, Sp: Globo,
2005-2013. 368 P. Isbn 85-250-0287-9. Bibliografia Complementar: Miguel, Antonio.
História da Matemática em Atividades Didáticas. 2. Ed. São Paulo, Sp: Liv. da
Física, 2009. 319 P. Isbn 978-85-7861-014-2. Garbi, Gilberto Geraldo. o Romance
das Equações Algébricas: Genialidade, Trama, Glória e Tragédia no Fascinante
Mundo da Álgebra. 2. Ed., 2. Impr. com Correções. São Paulo, Sp: Liv. da Física,
2007. 240 P. Isbn 85-88325-76-4. Aragão, M. J. História da Matemática. 1. Ed. Rio
de Janeiro: Interciência, 2009. 1 Recurso Online. Isbn 9788571932005. Boyer, Carl
B. História da Matemática. São Paulo: Blucher, 2019. 1 Recurso Online. Isbn
9788521216117.História da Matemática. Porto Alegre: Sagah, 2021. 1 Recurso
Online. Isbn 9786556902302.

- INFERÊNCIA ESTATÍSTICA: Probabilidade. Distribuição de Probabilidade.


Amostragem. Estimativa. Testes de Hipótese. Correlação e regressão. Bibliografia
Básica: Fonseca, Jairo Simon Da; Martins, Gilberto de Andrade. Curso de
Estatística. 3. Ed. São Paulo, Sp: Atlas, 1992. 286 P. Isbn 8522414718. Spiegel,
Murray R. Estatística. São Paulo, Sp: Mcgraw-hill do Brasil, 1974-1981. 580 P.
(Coleção Schaum). Costa Neto, Pedro Luiz de Oliveira. Estatistica. São Paulo, Sp:
Blücher, 1977. 284 P. Bibliografia Complementar: Vieira, Sonia; Hoffmann, Rodolfo.
Elementos de Estatística. 4. Ed. São Paulo, Sp: Atlas, 2003. 162 P. Hazzan,
Samuel. Fundamentos de Matemática Elementar, 5: Combinatória e
Probabilidade. 7. Ed. São Paulo, Sp: Atual, 2011. 184 P. (Fundamentos de
Matemática Elementar; 5). Isbn 9788535704617. Triola, Mario F. Introduçao à

49
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
Serviço Público Federal
Ministério da Educação
Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

Estatística. 7. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, 1999. 410 P. Isbn 8521611544. Triola,
Mario F. Introdução à Estatística: Atualização da Tecnologia. 11. Ed. Rio de
Janeiro, Rj: Ltc, 2014. Xxviii, 707 P., 1 P. Dobrada Meyer, Paul L. Probabilidade:
Aplicações à Estatística. 2. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, 2017. Xvi, 426 P. Isbn
8521602944.

- INTRODUÇÃO À ANÁLISE FUNCIONAL: Espaços normados e de Banach.


Funcionais lineares. Espaços duais. Espaços reflexivos e separáveis. Teoremas de
Hahn-Banach: forma analítica e geométrica. Teorema de Banach-Steinhaus.
Teorema da aplicação aberta. Teorema do gráfico fechado. Bibliografia Básica:
Figueiredo, Djairo Guedes De. Análise de Fourier e Equacoes Diferenciais
Parciais. 2. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Impa: Cnpq, C1987 274 P. (Projeto Euclides 5).
Isbn 85-244-0026-9. Moura, Carlos A. De. Análise Funcional para Aplicações:
Posologia. Rio de Janeiro, Rj: Ciência Moderna, 2002. 217 P. Isbn 85-7393-233-3.
Cavalcante, M., Cavalcante, V., Komornik, V., Introdução à Análise Funcional,
Eduem, Maringá, 2011, 1ª Ed; Isbn: 978-85-7628-407-9; 481P. Bibliografia
Complementar: Bueno, Hamilton Prado. Álgebra Linear: um Segundo Curso. Rio
de Janeiro: Sociedade Brasileira de Matemática, 2006. 295 P. (Textos
Universitários). Isbn 85-85818-31-x. Hönig, Chaim S., Análise Funcional e o
Problema de Sturm-liouville. Instituto de Matemática Pura e Aplicada, Conselho
Nacional de Pesquisas, 1971. Lima, Elon Lages. Espaços Métricos. 3. Ed. Rio de
Janeiro, Rj: Instituto de Matemática Pura e Aplicada, Cnpq, 1993. 229 P. (Projeto
Euclides). Kreyszig, Erwin. Introductory Functional Analysis With Applications.
New York, Ny: Wiley, 1989. 688 P. Isbn 978-0-471-50459-7.Coelho, Flávio Ulhoa;
Lourenço, Mary Lilian. um Curso de Álgebra Linear. 2. Ed. Rev. e Ampl. São
Paulo, Sp: Edusp, 2013. 261 P. Isbn 9788531405945.

- INTRODUÇÃO À ANÁLISE REAL: Números reais. Sequências e Séries. Topologia


da reta. Limites de funções. Funções contínuas. Bibliografia Básica: Figueiredo,
Djairo Guedes De. Análise I. 2. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, 1996-2013. 256 P. Isbn
85-216-1062-9. Ávila, Geraldo. Análise Matemática para Licenciatura. 3. Ed.
Rev. e Ampl. São Paulo, Sp: Blücher, 2006-2013. 246 P. Isbn 8521203950.Ávila,
Geraldo. Introdução a Análise Matemática. 2. Ed. São Paulo, Sp: Blücher, 2003.
254 P. Isbn 85 - 212 - 0168 - 0. Bibliografia Complementar: Nogueira, Duilio.
Analise Matematica: Introducao. 2. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Fename, 1982. 263
P. Lima, Elon Lages. Analise Real. 7. Ed. Rio de Janeiro: Impa, 2004. 193 P.
(Matemática Universitária (Impa)). Isbn 85-244-0116-9. Lima, Elon Lages. Curso
de Análise, Volume 1. 13. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Impa, 2011. 431 P. (Projeto
Euclides). Isbn 9788524401183. Guidorizzi, Hamilton Luiz. um Curso de Cálculo:
Vol. 1. 5. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, Gen, 2015. Xii, 635 P. Isbn
9788521612599.Halmos, Paul R. Teoria Ingenua dos Conjuntos. São Paulo, Sp:
Universidade de São Paulo, 1973. 115 P.

- INTRODUÇÃO À GEOMETRIA DIFERENCIAL: Cálculo no Espaço Euclidiano.


Curvas Planas. Curvas no Espaço. Teoria Local das Superfícies. Bibliografia Básica:
Guidorizzi, Hamilton Luiz. um Curso de Cálculo: Vol. 3. 5. Ed. Rio de Janeiro, Rj:
Ltc, 2013. Xi, 362 P. Isbn 978521612575. Araújo, Paulo Ventura. Geometria
Diferencial. Rio de Janeiro, Rj: Impa, 2004. 224 P. (Coleção Matemática
Universitária). Isbn 85-244-0136-2. Tenenblat, Keti. Introdução à Geometria
Diferencial. 2. Ed. Rev. São Paulo, Sp: Blücher, 2008. 270 P. Isbn 9788521204671.
Bibliografia Complementar: Pinto, Diomara; Morgado, Maria Cândida Ferreira.
Cálculo Diferencial e Integral de Funções de Várias Variáveis. 3. Ed. Rio de
Janeiro, Rj: Ed. Ufrj, 2014. 348 P. (Coleção Estudos). Isbn 9788571082199.

50
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
Serviço Público Federal
Ministério da Educação
Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

Guidorizzi, Hamilton Luiz. um Curso de Cálculo: Vol. 2. 5. Ed. Rio de Janeiro, Rj:
Ltc, 2015. Xii, 476 P. Isbn 9788521612802. Zill, Dennis G.; Cullen, Michael R.
Equações Diferenciais: Volume 1. 3. Ed. São Paulo, Sp: Pearson Makron Books:
Pearson, 2012. Xvii, 473 P. Isbn 8534612919. Lima, Elon Lages. Espaços
Métricos. 3. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Instituto de Matemática Pura e Aplicada, Cnpq,
1993. 229 P. (Projeto Euclides).Camargo, Ivan De; Boulos, Paulo. Geometria
Analítica: um Tratamento Vetorial. 3. Ed. Rev. e Ampl. São Paulo, Sp: Prentice
Hall, 2014. Xiv, 543 P. Isbn 9788587918918.

- INTRODUÇÃO À PESQUISA EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: A pesquisa em


Educação Matemática: tendências, fundamentos e características gerais; processos
de recolha e análise de dados; diferentes abordagens; A ética na pesquisa.
Bibliografia Básica: Bicudo, Maria Aparecida Viggiani; Borba, Marcelo de Carvalho
(Org.). Educação Matemática: Pesquisa em Movimento. 2. Ed. Rev. São Paulo,
Sp: Cortez, 2005. 317 P. Isbn 8524909854. Fiorentini, Dario; Lorenzato, Sérgio.
Investigação em Educação Matemática: Percursos Teóricos e Metodológicos. 3.
Ed. Campinas, Sp: Autores Associados, 2012. 228 P. (Coleção Formação de
Professores). Isbn 9788574961477.Bicudo, Maria Aparecida Viggiani. Pesquisa em
Educação Matemática: Concepções e Perspectivas. São Paulo, Sp: Ed. Unesp,
1999. 313 P. (Seminários & Debates). Isbn 85-7139-252-8. Bibliografia
Complementar: Nunes, Terezinha Et Al. Educação Matemática 1: Números e
Operações Numéricas. São Paulo, Sp: Cortez, 2005. Il. Isbn
85-249-1032-1. D'ambrosio, Ubiratan. Educação Matemática: da Teoria a Prática.
[23. Ed.]. Campinas, Sp: Papirus, 2010-2014. 120 P. (Coleção Perspectivas em
Educação Matemática). Isbn 978-85-308-0410-4. Fonseca, Maria da Conceição F. R.
Educação Matemática de Jovens e Adultos: Especificidades, Desafios e
Contribuições. 2. Ed. Belo Horizonte, Mg: Autêntica, 2005-2007. 118 P. (Tendências
em Educação Matemática ; 5). Isbn 8575260561. Moraes, Mara Sueli Simão.
Educação Matemática e Temas Político-sociais. Campinas, Sp: Autores
Associados, 2008. 108 P. (Coleção Formação de Professores) Isbn
978-85-7496-217-7.Borba, Marcelo de Carvalho; Araújo, Jussara de Loiola (Org.).
Pesquisa Qualitativa em Educação Matemática. 2. Ed. Ampl. e Rev. Belo
Horizonte, Mg: Autêntica, 2006. 118 P. (Coleção Tendências em Educação
Matemática, N. 9). Isbn 8575261185.

- INTRODUÇÃO A PROGRAMAÇÃO LINEAR: Definições e propriedades dos


problemas de programação linear. Método Simplex. Dualidade em programação
linear. Obtenção de uma solução viável. Conjuntos poliédricos convexos. Tratamento
implícito de variáveis limitadas. Métodos de Pontos Interiores. Introdução à
programação inteira. Bibliografia Básica: Farrer, Harry Et Al. Algoritmos
Estruturados. 2. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, 1998. 259 P. (Programação
Estruturada de Computadores). Isbn 9788521610610. Maculan, Nelson; Fampa,
Marcia H. Costa. Otimização Linear. Brasília, Df: Ed. Unb, 2006. 310 P. Isbn
85-230-0927-2. Prado, Darci; Programação Linear Vol 1. Rio de Janeiro, Indg, 2005.
Bibliografia Complementar: Salvetti, Dirceu Douglas; Barbosa, Lisbete Mandser.
Algoritmos. Sao Paulo: Makron Books, 1988(2004). 272 P. Isbn
85-346-0715-x. Cormen, Thomas H. Et Al. Algoritmos: Teoria e Prática. Rio de
Janeiro, Rj: Campus, 2002. 916 P. Isbn 8535209263. Gersting, Judith L.
Fundamentos Matematicos para Ciencia da Computacao. 3. Ed. Rio de Janeiro:
Ltc, 1995. 518 P. Isbn 85-216-1041-6. Ayres, Frank. Matrizes. Sao Paulo: Mcgraw-
hill do Brasil, 1981. 286 P. Silva, Ermes Medeiros Da. Pesquisa Operacional:
Programação Linear. 3. Ed. São Paulo, Sp: Atlas, 1998. 184 P. Isbn 8522419310.

51
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
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ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

- INTRODUÇÃO À TEORIA DOS NÚMEROS: Funções Aritméticas. Função de Euler


e propriedades; Função de Möbius; Função maior inteiro; Produto de Dirichlet;
Números Perfeitos; Números deficientes, amigos e abundantes; Números de
Mersenne; Números de Fermat; Números Poligonais; Números de Fibonacci e
propriedades; Ternos pitagóricos; Ternos pitagóricos primitivos; Números e
polinômios de Bernoulli. Bibliografia Básica: Maio, Waldemar de (Coord.). Álgebra:
Estruturas Algébricas Básicas e Fundamentos da Teoria dos Números. Rio de
Janeiro, Rj: Ltc, 2015. Viii, 192 P. (Fundamentos de Matemática ; 16). Isbn
8521615272. Santos, J. Plinio O. Introdução à Teoria dos Números. 3. Ed. Rio de
Janeiro, Rj: Impa, 2007. 198 P. (Coleção Matemática Universitária). Isbn
8524401427. Coutinho, S. C. Números Inteiros e Criptografia Rsa. 2. Ed. Rio de
Janeiro, Rj: Impa, 2005-2014. 213 P. (Série de Computação e Matemática). Isbn
978-85-244-0124-4. Bibliografia Complementar: Domingues, Hygino H.; Iezzi,
Gelson. Álgebra Moderna. 4. Ed. Reform. São Paulo, Sp: Atual, 2011. 368 P. Isbn
9788535704013. Hefez, Abramo. Curso de Álgebra, Volume 1. 3. Ed. Rio de
Janeiro, Rj: Instituto de Matemática Pura e Aplicada, 2002. 221 P. (Coleção
Matemática Universitária). Isbn 85-224-0079-x. Hefez, Abramo. Elementos de
Aritmética. 2. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Sociedade Brasileira de Matemática, 2011.
169 P. (Coleção Textos Universitários). Isbn 85-85818-25-5. Vidigal, Angela.
Fundamentos de Álgebra. Belo Horizonte, Mg: Ed. Ufmg, 2005-2009. 197 P.
(Didática ; 2). Isbn 85-7041-450-1. Moreira, Carlos G; Tengan, Eduardo; Saldanha,
Nicolau C; Martinez, Fábio B. Teoria dos Números: um Passeio com Primos e Outros
Números Familiares pelo Mundo Inteiro. Edição Nº 4, Rio de Janeiro: Impa 2015.
496 P (Projeto Euclides).

- INTRODUÇÃO À TOPOLOGIA GERAL: Operações básicas entre conjuntos. Leis


de De Morgan. Topologias em um conjunto. Espaços topológicos. Funções
contínuas e continuidade uniforme. Bases. Subespaços. Conjuntos abertos e
conjuntos fechados. Axiomas de separação e axiomas de enumerabilidade. Espaços
conexos. Espaços compactos. Bibliografia Básica: Lima, Elon Lages. Elementos de
Topologia Geral. Rio de Janeiro, Rj: ao Livro Técnico, 1970. 299 P. (Coleção
Elementos de Matemática). Loibel, Gilberto F. Introdução à Topologia. Editora
Unesp, 2008. 134 P; Isbn: 9788571397958.Vilchesm, Mauricio A. Topologia Geral.
Título Disponível em Pdf no Endereço Eletrônico
Http://Www.ime.uerj.br/~Calculo/Top1.Html (22/02/2016). Bibliografia Complementar:
Lima, Elon Lages. Analise Real. 7. Ed. Rio de Janeiro: Impa, 2004. 193 P.
(Matemática Universitária (Impa)). Isbn 85-244-0116-9. Henle, Michael. a
Combinatorial Introduction To Topology. New York: Dover Publications, 1979.
Isbn 0-486-67966-7 Lima, Elon Lages. Curso de Análise, Volume 1. 11. Ed. Rio
de Janeiro, Rj: Impa, 2001. 431 P. (Projeto Euclides). Isbn 8524401184. Lima, Elon
Lages. Espaços Métricos. 3. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Instituto de Matemática Pura e
Aplicada, Cnpq, 1993. 229 P. (Projeto Euclides).Halmos, Paul R. Teoria Ingenua
dos Conjuntos. São Paulo, Sp: Universidade de São Paulo, 1973. 115 P.

- LABORATÓRIO DE MATEMÁTICA: Resolução de problemas com apresentações


orais dos alunos. Desenvolvimento de projetos e formulação de modelos simples.
Utilização dos recursos da biblioteca e da informática. Assistência a palestras e
vídeos e participação em debates. Montagem, uso didático e funcionamento de um
laboratório de ensino. Uso do material em experiências com alunos de ensino
fundamental e médio. Criação de novos materiais. Bibliografia Básica: Lorenzato,
Sérgio. o Laboratório de Ensino de Matemática na Formação de Professores.
2. Ed. Rev. Campinas, Sp: Autores Associados, 2009. 178 P. (Coleção Formação de
Professores) Isbn 978-85-7496-165-1. Brasil. Secretaria de Educação Básica. (Org.).

52
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
Serviço Público Federal
Ministério da Educação
Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio. Brasília, Df: a Secretaria,


2002. 360 P.Brasil. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros
Curriculares Nacionais: Terceiro e Quarto Ciclos do Ensino Fundamental :
Introdução aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília, Df: a Secretaria, 1998.
174 P. Bibliografia Complementar: Smole, Kátia Stacco; Diniz, Maria Ignez; Milani,
Estela. Cadernos do Mathema: Jogos de Matemática de 6° a 9° Ano. Porto Alegre:
Artmed, 2007 Hefez, Abramo. Elementos de Aritmética. 2. Ed. Rio de Janeiro, Rj:
Sociedade Brasileira de Matemática, 2011. 169 P. (Coleção Textos Universitários).
Isbn 85-85818-25-5. Hugon, Paul. Evolução do Pensamento Econômico:
Economistas Célebres. 2. Ed. Rev. e Ampl. São Paulo, Sp: Atlas, 1967. 317 P.
(Biblioteca de Ciências Econômicas e Administrativas Série Econômica). Cristovão,
Eliane Matesco; Fiorentini, Dario (Org.). Histórias e Investigações De/Em Aulas
de Matemática. Campinas, Sp: Alínea Editora, 2006. 244 P. Isbn
8575161563.Brasil. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros
Curriculares Nacionais: [ Volume 3] : Matemática. 2. Ed. Brasília, Df: a Secretaria,
2000. 142 P. Isbn 858658472X.

- LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO: Conceitos de linguagem, língua, texto e


leitura. Gêneros textuais e tipologias textuais. Contexto. Construção dos sentidos do
texto. Critérios de textualidade. Gêneros textuais acadêmicos (orais e escritos).
Bibliografia Básica: Koch, Ingedore Grunfeld Villaça. Argumentação e Linguagem.
3. Ed. São Paulo, Sp: Cortez, 1993. 240 P. Isbn 85-249-0329-5. Koch, Ingedore
Grunfeld Villaça; Travaglia, Luiz Carlos. a Coerência Textual. 18. Ed. São Paulo,
Sp: Contexto, 2015. 118 P. Isbn 9788585134600.Machado, Anna Rachel (Coord.).
Resenha. São Paulo, Sp: Parábola, 2014. 123 P. (Leitura e Produção de Textos
Técnicos e Acadêmicos ; 2). Isbn 9788588456303. Bibliografia Complementar: Koch,
Ingedore Grunfeld Villaça. a Coesao Textual. 3. Ed. São Paulo, Sp: Contexto,
1991. 75 P. (Colecao Repensando a Lingua Portugesa). Isbn 85-85134-46-1. Souza,
Renata Junqueira de Et Al. (Org.). Ler e Compreender: Estratégias de Leitura.
Campinas, Sp: Mercado das Letras, 2010. 151 P. Isbn 9788575911181. Morais
Filho, Daniel Cordeiro De. Manual de Redação Matemática. Rio de Janeiro, Rj:
Sbm, 2014. 172 P. (Coleção do Professor de Matemática, 35). Isbn
9788583370192. Machado, Anna Rachel (Coord.). Resumo. São Paulo, Sp:
Parábola, 2017. 69 P. (Leitura e Produção de Textos Técnicos e Acadêmicos ; 1).
Isbn 9788588456297.Brasileiro, Ada Magaly Matias. Manual de Produção de
Textos Acadêmicos e Científicos. São Paulo Atlas 2013 1 Recurso Online Isbn
9788522477562.

- LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO: Linguagem Pascal. Estruturas Condicionais.


Estruturas de repetição. Estrutura de Dados. Sub-Programas. Ponteiros. Arquivos.
Bibliografia Básica: Gerônimo, João Roberto; Franco, Valdeni Soliani.
Fundamentos de Matemática: Uma Introdução à Lógica Matemática, Teoria dos
Conjuntos, Relações e Funções. 2. Ed. Maringá, Pr: Eduem, 2010. 296 P. Isbn
9788576281337. Alencar Filho, Edgard De. Iniciação a Lógica Matemática. São
Paulo, Sp: Nobel, 2015. 203 P. Isbn 852130403X.Forbellone, André Luiz Villar;
Eberspächer, Henri Frederico. Lógica de Programação: a Construção de
Algoritmos e Estruturas de Dados. 3. Ed. São Paulo, Sp: Markron Books: Pearson,
C2005-2013. Xii, 218 P. Isbn 978-85-7605-024-7. Bibliografia Complementar:
Salvetti, Dirceu Douglas; Barbosa, Lisbete Mandser. Algoritmos. Sao Paulo:
Makron Books, 1988(2004). 272 P. Isbn 85-346-0715-x. Senac. Departamento
Nacional. Construção de Algoritmos. 2. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Senac Nacional,
2004. 181 P. Isbn 85-7458-099-6. Gersting, Judith L. Fundamentos Matematicos
para Ciencia da Computacao. 3. Ed. Rio de Janeiro: Ltc, 1995. 518 P. Isbn

53
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
Serviço Público Federal
Ministério da Educação
Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

85-216-1041-6. Daghlian, Jacob. Lógica e Álgebra de Boole. 4. Ed. São Paulo,


Sp: Atlas, 1995-2012. 167 P. Isbn 85-224-1256-1. Forbellone, André Luiz Villar.
Lógica de Programação: a Construção de Algoritmos e Estruturas de Dados. 3.
Ed. São Paulo: Pearson, 2005. 1 Recurso Online. Isbn 9788576050247.

- LÓGICA MATEMÁTICA: Proposições e fórmulas proposicionais. Implicação e


Equivalência Lógica. Método dedutivo. Quantificadores. Técnicas de demonstração.
Noções de conjuntos. Bibliografia Básica: Maio, Waldemar de (Coord.). Álgebra:
Estruturas Algébricas Básicas e Fundamentos da Teoria dos Números. Rio de
Janeiro, Rj: Ltc, 2015. Viii, 192 P. (Fundamentos de Matemática ; 16). Isbn
8521615272. Domingues, Hygino H.; Iezzi, Gelson. Álgebra Moderna. 4. Ed.
Reform. São Paulo, Sp: Atual, 2011. 368 P. Isbn 9788535704013.Alencar Filho,
Edgard De. Iniciação a Lógica Matemática. São Paulo, Sp: Nobel, 2015. 203 P.
Isbn 852130403X. Bibliografia Complementar: Garcia, Arnaldo; Lequain, Yves.
Elementos de Álgebra. 2. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Impa, 2003. 326 P. (Projeto
Euclides). Isbn 8524401907. Hefez, Abramo. Elementos de Aritmética. 2. Ed. Rio
de Janeiro, Rj: Sociedade Brasileira de Matemática, 2011. 169 P. (Coleção Textos
Universitários). Isbn 85-85818-25-5. Gonçalves, Adilson. Introdução a Álgebra. 5.
Ed. Rio de Janeiro, Rj: Impa, 2003. 194 P. (Projeto Euclides). Isbn
85-244-0108-7. Daghlian, Jacob. Lógica e Álgebra de Boole. 4. Ed. São Paulo,
Sp: Atlas, 1995-2012. 167 P. Isbn 85-224-1256-1. Halmos, Paul R. Teoria Ingenua
dos Conjuntos. São Paulo, Sp: Universidade de São Paulo, 1973. 115 P.

- MATEMÁTICA FINANCEIRA: Elementos práticos de Matemática financeira (juros,


descontos, investimentos, empréstimos e modelos de amortização); Índices e
indicadores econômicos e sociais; Calculadoras e planilhas eletrônicas; Educação
financeira. Bibliografia Básica: Ayres, Frank. Matematica Financeira. São Paulo,
Sp: Mcgraw-hill do Brasil, 1981. 306 P. Tosi, Armando Jose. Matemática
Financeira com Utilizacao da Hp-12c. Sao Paulo: Atlas, 2004. 224 P. Isbn
85-224-3914-1 Morgado, A. C.; Wagner, E.; Zani, Sheila Cristina. Progressões e
Matemática Financeira. 5. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Sociedade Brasileira de
Matemática, 2005. 121 P. (Coleção do Professor de Matemática ; 8). Isbn
8524400838. Bibliografia Complementar: Crespo, Antonio Arnot. Matematica
Comercial e Financeira Facil. Sao Paulo: 13. Ed, 2004. 238 P. Isbn
85-02-02058-7. Samanéz, Carlos Patrício. Matemática Financeira: Aplicações à
Análise de Investimentos. 3. Ed. São Paulo, Sp: Makron Books, 2002. 364 P. Isbn
85-87918-07-9. Teixeira, James. Matematica Financeira. Sao Paulo: Makron
Books, C1998. 134 P. Isbn 85-346-0767-2. Mathias, Washington Franco; Gomes,
José Maria. Matemática Financeira: com Mais de 600 Exercicios Resolvidos. 4.
Ed. São Paulo, Sp: Atlas, 2004. 458 P. Isbn 978-85-224-3819-8.Assaf Neto,
Alexandre. Matemática Financeira e suas Aplicações. 12. Ed. São Paulo, Sp:
Atlas, 2012. 287 P. Isbn 9788522472482.

- ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E GESTÃO DA ESCOLA: A produção teórica


sobre currículo e gestão escolar no Brasil. Políticas e práticas de currículo e gestão.
O currículo como organização geral da escola. Os níveis formais e reais da
organização curricular. As orientações curriculares do Ensino Fundamental e Médio.
A gestão democrática e o Projeto Político Pedagógico. Identidade, diversidade e
diferença no currículo e na gestão da escola. Bibliografia Básica: Mezomo, João C.
Gestao da Qualidade na Escola: Principios Basicos. São Paulo, Sp: [Loyola],
1994. 207 P. Paro, Vitor Henrique. Gestão Democrática da Escola Pública. 3. Ed.
São Paulo, Sp: Ática, 2012. 117 P. (Série Educação em Ação). Isbn
8508065221.Veiga, Ilma Passos Alencastro Et Al. Projeto Político-pedagógico da

54
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
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ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

Escola: Uma Construção Possível. 17. Ed. Campinas, Sp: Papirus, 2004. 192 P.
(Magistério : Formação e Trabalho Pedagógico). Isbn 85-308-0370-1. Bibliografia
Complementar: Favacho, André Márcio Picanço; Pacheco, José Augusto; Sales,
Shirlei Rezende (Org.). Currículo, Conhecimento e Avaliação: Divergências e
Tensões. Curitiba, Pr: Crv, 2013. 274 P. Isbn 978-85-8042-776-9. Penteado, Heloísa
Dupas. Meio Ambiente e Formação de Professores. 5. Ed. São Paulo, Sp:
Cortez, 2003. 120 P. Isbn 85-249-0539-5. Libâneo, José Carlos. Organização e
Gestão da Escola: Teoria e Prática. 5. Ed. Goiânia, Go: Alternativa, 2004. 319 P.
Isbn 8588253259.

- POLINÔMIOS E NÚMEROS COMPLEXOS: Números complexos. Polinômios.


Equações polinomiais ou Algébricas. Bibliografia Básica: Iezzi, Gelson.
Fundamentos de Matemática Elementar, 3: Trigonometria. 8. Ed. São Paulo, Sp:
Atual, 2004, 2010. 312 P. (Fundamentos de Matemática Elementar; 3). Isbn
8535704574. Iezzi, Gelson. Fundamentos de Matemática Elementar, 6:
Complexos, Polinômios, Equações. 7. Ed. São Paulo, Sp: Atual, 2005, 2012. 250 P.
(Fundamentos de Matemática Elementar, 6). Isbn 9788535705485.Silva, Sebastião
Medeiros Da; Silva, Elio Medeiros Da; Silva, Ermes Medeiros Da. Matemática
Básica para Cursos Superiores. São Paulo, Sp: Atlas, 2014. 227, [2] P. Isbn
8522430357. Bibliografia Complementar: Ávila, Geraldo. Introdução ao Cálculo.
Rio de Janeiro: Ltc, C1998. 275 P. Isbn 85-216-1133-1. Viola, Eduardo J. Meio
Ambiente, Desenvolvimento e Cidadania: Desafios para as Ciências Sociais. 2.
Ed. Sao Paulo: Cortez, 1998. 220 P. Isbn 85-249-0551-4.Righetto, Armando.
Números Complexos e Funções Hiperbólicas. São Bernardo do Campo, Sp:
Ivan Rossi, 1977. 180 P.

- POLÍTICAS EDUCACIONAIS: Gênese e concepção das políticas no Brasil. Direitos


sociais: direitos humanos e fundamentais. Estado, sociedade e políticas para a
educação básica. Organização dos sistemas de ensino. Organização curricular e
gestão da escola. Financiamento da educação em seus diferentes níveis e
modalidades. Determinantes do desempenho educacional brasileiro. Políticas
educacionais contemporâneas no âmbito municipal, estadual, nacional. Bibliografia
Básica: Saviani, Dermeval. da Nova Ldb ao Novo Plano Nacional de Educação:
por Uma Outra Política Educacional. Campinas, Sp: Autores Associados, 2004. 164
P. (Educação Contemporânea). Isbn 85-85701-54-4. Libâneo, J., Oliveira, J. Toschi,
M. Educação Escolar: Políticas, Estrutura e Organização. 5. Ed. São Paulo: Cortez,
2007.Ferreira Neto, Ney Jansen. Escola, Ensino de Sociologia e Políticas
Educacionais. 1. Ed. Curitiba: Intersaberes, 2019. 1 Recurso Online. Isbn
9788559729344. Bibliografia Complementar: Esteban, Maria Teresa (Org.). Escola,
Currículo e Avaliação. 4. Ed. São Paulo, Sp: Cortez, 2013. 167 P. (Série Cultura,
Memória e Currículo ; V. 5). Isbn 978-85-249-0968-9. Brasil. Mec. Lei de Diretrizes e
Bases da Educação Nacional. Brasília, 2002. Disponível em
&Lt;Http://Www.mec.gov.br;&Gt;. Acesso em 09 de Junho de 2002. Brasil. Mec.
Plano Nacional de Educação. Brasília, 2002. Disponível em
&Lt;Http://Www.mec.gov.br;&Gt;. Acesso em 09 de Junho de 2002. Fernandes,
Solange Jarcem. Políticas Públicas em Educação de Jovens e Adultos: Módulo
2. Campo Grande, Ms: Ed. Ufms, 2009. 84 P. Isbn 9788576132134. Neide da
Silveira Duarte de Matos; Paulino José Orso; Julia Malanchen. a Pedagogia
Histórico-crítica, as Políticas Educacionais e a Base Nacional Comum
Curricular. Editora Autores Associados Bvu 240 Isbn 9786588717035. Demo,
Pedro. Plano Nacional de Educação: Uma Visão Crítica. 1. Ed. Campinas:
Papirus, 2022. 1 Recurso Online. Isbn 9788544901953.

55
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
Serviço Público Federal
Ministério da Educação
Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

- PRÁTICA DE ENSINO I: DIDÁTICA DA MATEMÁTICA: Referências da didática da


matemática. Teoria das situações didáticas. Trajetória do saber e a transposição
didática. Erros e Obstáculos epistemológicos e didáticos. Contrato didático e efeitos.
Planejamento de sequências didáticas, execução e avaliação do processo de ensino
e aprendizagem da matemática escolar básica. Desenvolvimento de portfólio de
aprendizagens. Bibliografia Básica: Bittar, Marilena. a Escolha do Software
Educacional e a Proposta Didática do Professor: Estudo de Alguns Exemplos em
Matemática. In: Beline, Willian; Costa, Nielce Meneguelo Lobo Da. (Org.). Educação
Matemática, Tecnologia e Formação de Professores: Algumas Reflexões. Campo
Mourão: Fecilcam, 2010. P. 215-242. Libâneo, José Carlos. Didática. 2. Ed. São
Paulo, Sp: Cortez, 2019. 288 P. Isbn 9788524916038. Pais, Luiz Carlos. Didática
da Matemática: Uma Análise da Influência Francesa. 3. Ed. Belo Horizonte, Mg:
Autentica, [2011]. 135 P. (Coleção Tendências em Educação Matemática, N. 3). Isbn
9788575260203.Wachiliski, Marcelo. Didática e Avaliação: Algumas Perspectivas
da Educação Matemática. 1. Ed. Curitiba: Intersaberes, 2012. 1 Recurso Online.
Isbn 9788582123331. Bibliografia Complementar: Gimeno Sacristán, José; Pérez
Gómez, Angel I. Compreender e Transformar o Ensino. [4. Ed.]. Porto Alegre, Rs:
Artmed, 1998-2007. 396 P. (Biblioteca Artmed). Isbn 85-7307-374-8. Rosa Neto,
Ernesto. Didatica da Matematica. 9. Ed. Sao Paulo: Atica, 1996. 200 P. (Serie
Educacao). Pais, Luiz Carlos. Didática e Educação Matemática: Disciplina.
Campo Grande, Ms: Ed. Ufms, 2009. 92 P. Isbn 9788576132189. Penteado, José de
Arruda. Didatica e Pratica de Ensino: Uma Introducao Critica. São Paulo, Sp:
Mcgraw-hill, 1979. 248 P.D'amore, Bruno. Elementos de Didática da Matemática.
São Paulo, Sp: Liv. da Física, 2007. 449 P. Isbn 978-85-88325-88-3.

- PRÁTICA DE ENSINO III: MATEMÁTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL: Discussão


de Propostas Curriculares de Matemática para os anos finais do ensino fundamental.
Base Nacional Comum Curricular e referenciais curriculares. A matemática nos anos
finais do ensino fundamental: conteúdo, planejamento de sequências didáticas,
materiais didáticos e avaliação. Análise de livros didáticos destacando temas como:
as relações étnico-raciais, os direitos humanos, à diversidade e à educação
ambiental. Desenvolvimento de portfólio de aprendizagens. Bibliografia Básica:
Brasil. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular – Bncc - Ensino
Fundamental. 2ª Versão. Brasília, Df, 2016. Http://Basenacionalcomum.mec.gov.br/A-
base Maranhão, C (Org.). Educação Matemática nos Anos Finais do Ensino
Fundamental e Ensino Médio: Pesquisas e Perspectivas. São Paulo: Musa Editora,
2009.Lorenzato, Sérgio. para Aprender Matemática. 3. Ed. Rev. Campinas, Sp:
Autores Associados, 2010. 140 P. (Coleção Formação de Professores) Isbn
978-85-7496-154-5. Bibliografia Complementar: Mato Grosso do Sul (Estado).
Secretaria de Estado de Educação. Referencial Curricular 2012: Ensino
Fundamental e Médio. Campo Grande, Ms: Sed, 2012. 263 P. Isbn
978-85-65491-01-3. Mato Grosso do Sul (Estado) Disponível Em: Https://Pt.slideshar
e.net/Tatyborges1/Referencial-curricular-ensino-mdio-mato-grosso-do-sul Brasil.
Temas Contemporâneos Transversais na Bncc – Contexto Histórico e Pressupostos
Pedagógicos, 2019. Avaliação das Aprendizagens: sua Relação com o Papel Social
da Escola. São Paulo: Cortez, 2017. 1 Recurso Online. Isbn
9788524926112. Wachiliski, Marcelo. Didática e Avaliação: Algumas Perspectivas
da Educação Matemática. 1. Ed. Curitiba: Intersaberes, 2012. 1 Recurso Online.
Isbn 9788582123331.Avaliação em Matemática: História e Perspectivas Atuais. 1.
Ed. Campinas: Papirus, 2015. 1 Recurso Online. (Magistério: Formação e Trabalho
Pedagógico). Isbn 9788544900567.

- PRÁTICA DE ENSINO II: MODELAGEM MATEMÁTICA E RESOLUÇÃO DE

56
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
Serviço Público Federal
Ministério da Educação
Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

PROBLEMAS: Modelagem matemática: o que, por que e como; construção e análise


de modelos. A Modelagem Matemática como metodologia de ensino para o Ensino
Fundamental e Médio. A resolução de problemas e as atividades de investigação,
com temas relacionados a diversidade e à educação ambiental, situações problemas
envolvendo as relações étnico-raciais e direitos humanos, no currículo e na sala de
aula dos Ensinos Fundamental e Médio. Desenvolvimento de portfólio de
aprendizagens. Bibliografia Básica: Pólya, George. a Arte de Resolver
Problemas: um Novo Aspecto do Metodo Matematico. Rio de Janeiro: Interciencia,
1995. 196 P. Bassanezi, Rodney Carlos. Ensino-aprendizagem com Modelagem
Matemática: Uma Nova Estratégia. 3. Ed. São Paulo, Sp: Contexto, 2013. 389 P.
Isbn 8572442073. Bicudo, Maria Aparecida Viggiani. Pesquisa em Educação
Matemática: Concepções e Perspectivas. São Paulo, Sp: Ed. Unesp, 1999. 313 P.
(Seminários & Debates). Isbn 85-7139-252-8.Ponte, João Pedro Da. Investigações
Matemáticas na Sala de Aula. 4. Ed. São Paulo: Autêntica, 2019. 1 Recurso
Online. Isbn 9788551305867. Bibliografia Complementar: Biembengut, Maria Salett;
Hein, Nelson. Modelagem Matemática no Ensino. São Paulo, Sp: Contexto,
2007-2009. 127 P. Mongelli, Magda Cristina Junqueira Godinho (Org.). Resolução
de Problemas I: Disciplina. Campo Grande, Ms: Ed. Ufms, 2008. 132 P. Isbn
978-85-7613-154-0. Almeida, Lourdes Werle De. Modelagem Matemática na
Educação Básica. 1. Ed. São Paulo: Contexto, 2012. 1 Recurso Online. Isbn
9788572446976.

- PRÁTICA DE ENSINO IV: TÓPICOS DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: Uma


perspectiva da história da Educação Matemática no Brasil. Abordagem de
tendências apontadas em estudos e pesquisas em Educação Matemática.
Discussão de tópicos como etnomatemática, educação no/do campo, avaliação da
aprendizagem escolar, matemática nos anos iniciais, interdisciplinaridade e alguns
porquês matemáticos. Desenvolvimento de portfólio de aprendizagens. Bibliografia
Básica: D'ambrosio, Ubiratan. Educação Matemática: da Teoria a Prática. [23.
Ed.]. Campinas, Sp: Papirus, 2010-2014. 120 P. (Coleção Perspectivas em
Educação Matemática). Isbn 978-85-308-0410-4. Bicudo, Maria Aparecida Viggiani;
Borba, Marcelo de Carvalho (Org.). Educação Matemática: Pesquisa em
Movimento. 2. Ed. Rev. São Paulo, Sp: Cortez, 2005. 317 P. Isbn
8524909854.Fiorentini, Dario; Lorenzato, Sérgio. Investigação em Educação
Matemática: Percursos Teóricos e Metodológicos. 3. Ed. Campinas, Sp: Autores
Associados, 2012. 228 P. (Coleção Formação de Professores). Isbn
9788574961477. Bibliografia Complementar: Bittar, Marilena; Freitas, José Luiz
Magalhães De. Fundamentos e Metodologia de Matemática para os Ciclos
Iniciais do Ensino Fundamental. 2. Ed. Campo Grande, Ms: Ed. Ufms, 2005. 267
P. Isbn 8576130653. Didática e Interdisciplinaridade. 1. Ed. Campinas, Sp: Papirus,
2015. 1 Recurso Online. (Práxis). Isbn 9788544901434.D'ambrosio, Ubiratan.
Etnomatemática: Elo entre as Tradições e a Modernidade. 6. São Paulo:
Autêntica, 2019. 1 Recurso Online. (Tendências em Educação Matemática ; 1"). Isbn
9788551305881.

- PRÁTICA DE ENSINO VI: LABORATÓRIO DE ENSINO DE MATEMÁTICA:


Construção de materiais didáticos e utilização em experiências com alunos de
ensino fundamental e médio. Atividades de recreações matemáticas. Estudo e
desenvolvimento de oficinas pedagógicas. Desenvolvimento de portfólio de
aprendizagens. Bibliografia Básica: Lorenzato, Sérgio. para Aprender Matemática.
3. Ed. Rev. Campinas, Sp: Autores Associados, 2010. 140 P. (Coleção Formação de
Professores) Isbn 978-85-7496-154-5. Sergio Lorenzato. o Laboratório de Ensino
de Matemática na Formação de Professores. Editora Autores Associados Bvu,

57
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
Serviço Público Federal
Ministério da Educação
Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

2021. 184 P. Isbn 9786588717523.Smole, Kátia Stocco. Cadernos do Mathema


Ensino Fundamental : Jogos de Matemática de 6º a 9º Ano, V.2. Porto Alegre
Artmed 2007 1 Recurso Online Isbn 9788536311487. Bibliografia Complementar:
Silva, Mônica Soltau Da. Clube de Matemática, Volume Ii: Jogos Educativos e
Multidisciplinares. Campinas, Sp: Papirus, 2008. 151 P. Isbn 978-85-308-0857-0
Silva, Mônica Soltau Da. Clube de Matemática: Volume I : Jogos Educativos. [6.
Ed.]. Campinas, Sp: Papirus, 2010. 128 P. Isbn 978-85-308-0746-4. Mongelli,
Magda Cristina Junqueira Godinho (Org.). Resolução de Problemas I: Disciplina.
Campo Grande, Ms: Ed. Ufms, 2008. 132 P. Isbn 978-85-7613-154-0. Cadernos do
Mathema Ensino Médio: Jogos de Matemática de 1º a 3º Ano. Porto Alegre Artmed
2011 1 Recurso Online Isbn 9788536317281.

- PRÁTICA DE ENSINO V: MATEMÁTICA NO ENSINO MÉDIO: Discussão de


Propostas Curriculares de Matemática para o Ensino Médio: Diretrizes Curriculares
Nacionais para o Ensino Médio e Base Nacional Comum Curricular. Reorganização
Curricular enfocando Formação Geral Básica e os Itinerários Formativos. A
matemática no Ensino Médio (conteúdo: planejamento de sequências didáticas,
materiais didáticos e avaliação). Análise de livros didáticos e desenvolvimento de
portfólio de aprendizagens. Bibliografia Básica: Pimenta, Selma Garrido. Base
Nacional Comum Curricular (Bncc). Educação É a Base. Brasília,
Mec/Consed/Undime, 2017A. Secretaria de Estado de Educação Currículo de
Referência de Mato Grosso do Sul: Ensino Médio e Novo Ensino Médio,
2021.Cadernos do Mathema Ensino Médio: Jogos de Matemática de 1º a 3º Ano.
Porto Alegre Artmed 2011 1 Recurso Online Isbn 9788536317281. Bibliografia
Complementar: Maranhão, C (Org.). Educação Matemática nos Anos Finais do
Ensino Fundamental e Ensino Médio: Pesquisas e Perspectivas. São Paulo: Musa
Editora, 2009. Posamentier, Alfred S. a Arte de Motivar os Estudantes do Ensino
Médio para a Matemática. Porto Alegre Amgh 2014 1 Recurso Online Isbn
9788580553680. Luckesi, Cipriano Carlos. o Ato Pedagógico: Planejar, Executar,
Avaliar. São Paulo: Cortez, 2023. 1 Recurso Online. Isbn 9786555554274. Veiga,
Ilma Passos Alencastro. Ensino Fundamental: da Ldb à Bncc. 1. Ed. Campinas:
Papirus, 2019. 1 Recurso Online. Isbn 9788544903117.Fainguelernt, Estela
Kaufman. Matemática Práticas Pedagógicas para o Ensino Médio. Porto Alegre
Penso 2012 1 Recurso Online Isbn 9788563899972.

- PROFISSÃO DOCENTE: IDENTIDADE, CARREIRA E DESENVOLVIMENTO


PROFISSIONAL: A construção da identidade profissional: relações de gênero,
classes e as representações socioculturais da profissão. Profissionalização, choque
de realidade e socialização profissional. O magistério como carreira: acesso,
progressão e organização sindical. Absenteísmo e mal-estar docente. Bibliografia
Básica: Morin, Edgar. Ciencia com Consciencia. 3. Ed. Rio de Janeiro: Bertrand
Brasil, 1999. 344 P. Isbn 85-286-0579-5. Fazenda, Ivani Catarina Arantes.
Interdisciplinaridade: História, Teoria e Pesquisa. 5. Ed. Campinas, Sp: Papirus,
2000. 143 P. (Coleção Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico). Isbn
8530803078.Fazenda, Ivani Catarina Arantes (Org.). o que É
Interdisciplinaridade?. São Paulo, Sp: Cortez, 2008. 199 P. Isbn 9788524914089.
Bibliografia Complementar: Khun, Thomas. a Estrutura das Revoluções Científicas.
São Paulo: Perspectiva, 1994. Rosito, Margaréte May Berkenbrock; Haas, Celia
Maria (Org.). Interdisciplinaridade e Transdisciplinaridade: Políticas e Práticas
de Formação de Professores. Rio de Janeiro, Rj: Wak Ed., 2014. 176 P. Isbn
978-85-7854-290-0. Jantsch, Ari Paulo; Bianchetti, Lucídio (Org.).
Interdisciplinaridade: para Além da Filosofia do Sujeito. 2. Ed. Petrópolis, Rj:
Vozes, 1997. 204 P. Isbn 85-326-1536-6. Currículo Integrado, Educação e Trabalho:

58
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
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ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

Saberes e Fazeres em Interlocução. Ijuí: Unijuí, 2021. 1 Recurso Online. Isbn


9786586074956.Barros, José D´assunção. Interdisciplinaridade na História e em
Outros Campos do Saber. 1. Ed. São Paulo: Vozes, 2019. 1 Recurso Online. Isbn
9788532662460.

- PSICOLOGIA E EDUCAÇÃO: Bases epistemológicas das teorias behavioristas,


humanistas, cognitivas, psicanalítica e histórico-cultural. A relação psicologia e
educação e seu papel na formação docente. A psicologia do desenvolvimento e da
aprendizagem e a organização do trabalho pedagógico. A subjetividade e as
relações no âmbito da escolarização. As contribuições das teorias psicológicas para
o processo de ensino e aprendizagem. Bibliografia Básica: Ariés, Philippe. História
Social da Criança e da Família. 2. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, 2018. Xxii, 196 P.
Isbn 9788521613473. Bock, Ana Mercês Bahia; Furtado, Odair; Trassi, Maria de
Lourdes. Psicologias: Uma Introdução ao Estudo de Psicologia. 13. Ed. Reform. e
Ampl. São Paulo, Sp: Saraiva, 2008. 368 P. Isbn 9788502029002.Coll, César.
Desenvolvimento Psicológico e Educação, V.1 Psicologia Evolutiva. 2. Porto
Alegre Penso 2004 1 Recurso Online Isbn 9788536307763. Bibliografia
Complementar: Vigotsky, L. S.; Cole, Michael. a Formação Social da Mente: o
Desenvolvimento dos Processos Psicológicos Superiores. 6. Ed. São Paulo, Sp:
Martins Fontes, 2003. 191 P. (Psicologia e Pedagogia). Isbn 8533608187. Piaget,
Jean. o Nascimento da Inteligência na Criança. 4. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Ltc,
1982-2008. 389 P. (Biblioteca de Ciências da Educação). Isbn 8521612583. Luria, A.
R. Pensamento e Linguagem: as Ultimas Conferencias de Luria. Porto Alegre, Rs:
Artes Médicas, 1987. 251 P. Freitas, Maria T. de A. Vygotsky & Bakhtin – Psicologia
e Educação: um Intertexto. São Paulo: Ática, 1994Gamez, Luciano. Psicologia de
Educação. Rio de Janeiro Ltc 2013 1 Recurso Online (Educação). Isbn
978-85-216-2240-6.

- RACIOCÍNIO LÓGICO NA EDUCAÇÃO BÁSICA: Ensino e aprendizagem de


Noções de Lógica. Introdução à teoria de conjuntos utilizados na construção do
raciocínio lógico. Resolução de problemas e jogos como metodologias de ensino.
Bibliografia Básica: Alencar Filho, E. Iniciação à Lógica Matemática . São Paulo:
Nobel, . Graham, R.; Knuth, D.; Et All. Stewart, Ian. Mania de Matemática
Diversão e Jogos de Lógica e Matemática. Rio de Janeiro Zahar 2005 1 Recurso
Online Isbn 9788537812716. Bispo, Carlos Alberto F. Introdução à Lógica
Matemática. São Paulo Cengage Learning 2013 1 Recurso Online Isbn
9788522115952. Bibliografia Complementar: Gerônimo, João Roberto; Franco,
Valdeni Soliani. Fundamentos de Matemática: Uma Introdução à Lógica
Matemática, Teoria dos Conjuntos, Relações e Funções. 2. Ed. Maringá, Pr: Eduem,
2010. 296 P. Isbn 9788576281337. Alencar Filho, Edgard De. Iniciação a Lógica
Matemática. São Paulo, Sp: Nobel, 2015. 203 P. Isbn 852130403X. Castanheira,
Nelson Pereira. Teoria dos Números e Teoria dos Conjuntos. 1. Ed. Curitiba, Pr:
Intersaberes, 2014. 1 Recurso Online. (Desmistificando a Matemática). Isbn
9788582128824. Lógica e Linguagem Cotidiana Verdade, Coerência, Comunicação,
Argumentação. 3. São Paulo Autêntica 2007 1 Recurso Online Isbn 9788582170854.
Velasco, Patrícia Del Nero. Educando para a Argumentação Contribuições do
Ensino da Lógica. São Paulo Autêntica 2010 1 Recurso Online Isbn 9788582178188.

- TECNOLOGIAS DIGITAIS E O ENSINO DE MATEMÁTICA: Tecnologias digitais e


aprendizagem na escola. As tecnologias da informação e comunicação (TIC) no
processo ensino e aprendizagem de objetos de conhecimento matemáticos; Applets
e softwares no ensino de matemática e a integração ao currículo escolar. Análise e
propostas de utilização de tecnologias educacionais para o ensino e aprendizagem

59
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
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ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

da matemática na educação básica. Bibliografia Básica: Leite, Lígia Silva.


Tecnologia Educacional: Descubra suas Possibilidades na Sala de Aula. [7. Ed.].
Petrópolis, Rj: Vozes, 2012. 133 P. Isbn 978-85-326-2798-8. Borba, Marcelo de
Carvalho. Informática e Educação Matemática. 1. Ed. São Paulo: Autêntica, 2019.
1 Recurso Online. Isbn 9788551306628.Borba, Marcelo de Carvalho. Informática e
Educação Matemática. 5. São Paulo Autêntica 2007 1 Recurso Online (Tendências
em Educação Matemática). Isbn 9788551301296. Bibliografia Complementar:
Moran, José Manuel; Masetto, Marcos T.; Behrens, Marilda Aparecida. Novas
Tecnologias e Mediação Pedagógica. 21. Ed. Rev. e Atual. Campinas, Sp:
Papirus, 2017. 171 P. (Coleção Papirus Educação). Isbn 9788530809966. Barreto,
Flavio Chame. Informática Descomplicada para Educação Aplicações Práticas
para Sala de Aula. São Paulo Erica 2014 1 Recurso Online Isbn 9788536522258.
Borba, Marcelo de Carvalho. Fases das Tecnologias Digitais em Educação
Matemática. 2. São Paulo Autêntica 2014 1 Recurso Online Isbn 9788582175002.
Masetto, Marcos T. Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica. 1. Ed.
Campinas: Papirus, 2015. 1 Recurso Online. Isbn 9788544901380.Brito, Glaucia da
Silva. Educação e Novas Tecnologias: um (Re)Pensar. 2. Ed. Curitiba:
Intersaberes, 2015. 1 Recurso Online. Isbn 9788544301579.

- TÓPICOS DE ÁLGEBRA I: A ementa e a bibliografia serão definidas na oferta da


disciplina.

- TÓPICOS DE ÁLGEBRA II: A ementa e a bibliografia serão definidas na oferta da


disciplina.

- TÓPICOS DE EDUCAÇÃO ALGÉBRICA: O Ensino de Álgebra e de Aritmética na


Educação Básica. A transição aritmética-Álgebra. A linguagem algébrica, a
generalização e a educação algébrica. Bibliografia Básica: Coxford, Arthur F.; Shulte,
Albert P. (Org.). as Idéias da Álgebra. São Paulo, Sp: Atual, C2004. 285P. Isbn
8511010661. Lorenzato, Sérgio. para Aprender Matemática. 3. Ed. Rev.
Campinas, Sp: Autores Associados, 2010. 140 P. (Coleção Formação de
Professores) Isbn 978-85-7496-154-5.Lins, Romulo Campos; Gimenez, Joaquim.
Perspectivas em Aritmética e Álgebra para o Século Xxi. Campinas, Sp:
Papirus, 2006. 176 P. (Coleção Perspectivas em Educação Matemática ) Isbn
85-308-0450-3. Bibliografia Complementar: Ribeiro, A. J; Cury, H. N. Álgebra para a
Formação do Professor: Explorando os Conceitos de Equação e Função. 1. Ed. Belo
Horizonte: Autêntica, 2015. (Coleção Tendências em Educação Matemática); Isbn:
9788582176207; 128P. Cortella, M. S. Educação, Escola e Docência: Novos
Tempos, Novas Atitudes. São Paulo: Cortez, 2014; 126 P. Isbn
978-85-249-2192-6. Maranhão, C (Org.). Educação Matemática nos Anos Finais do
Ensino Fundamental e Ensino Médio: Pesquisas e Perspectivas. São Paulo: Musa
Editora, 2009. Fávaro, Silvio; Kmeteuk Filho, Osmir. Noções de Lógica e
Matemática Básica. Rio de Janeiro, Rj: Ciência Moderna, 2005. 206 P. Isbn
85-7393-440-9.Ponte, João Pedro Da. Investigações Matemáticas na Sala de
Aula. 3. São Paulo Autêntica 2007 1 Recurso Online (Tendências em Educação
Matemática). Isbn 9788551301289.

- TÓPICOS DE MATEMÁTICA ELEMENTAR I: A ementa e a bibliografia serão


definidas na oferta da disciplina.

- TÓPICOS DE MATEMÁTICA ELEMENTAR II: A ementa e a bibliografia serão


definidas na oferta da disciplina.

60
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
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ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

- TÓPICOS DE MATEMÁTICA ELEMENTAR III: A ementa e a bibliografia serão


definidas na oferta da disciplina.

- TÓPICOS DE MATEMÁTICA ELEMENTAR IV: A ementa e a bibliografia serão


definidas na oferta da disciplina.

- TÓPICOS DE MATEMÁTICA ELEMENTAR V: A ementa e a bibliografia serão


definidas na oferta da disciplina.

- TÓPICOS DE TEORIA DE GRUPOS: Ação de grupos. Teoremas de Sylow.


Grupos solúveis. Grupos nilpotentes. Grupos livres. Apresentação de grupos.
Construções livres. Bibliografia Básica: Domingues, Hygino H.; Iezzi, Gelson.
Álgebra Moderna. 4. Ed. Reform. São Paulo, Sp: Atual, 2011. 368 P. Isbn
9788535704013. Garcia, Arnaldo; Lequain, Yves. Elementos de Álgebra. 2. Ed.
Rio de Janeiro, Rj: Impa, 2003. 326 P. (Projeto Euclides). Isbn 8524401907.Hefez,
Abramo. Elementos de Aritmética. 2. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Sociedade Brasileira
de Matemática, 2011. 169 P. (Coleção Textos Universitários). Isbn 85-85818-25-5.
Bibliografia Complementar: Herstein, I. N. Abstract Algebra. 3. Ed. New York, Ny:
Willey, 1999. 249 P. Isbn 0-471-36879-2. Fulton, William; Harris, Joe.
Representation Theory: a First Course. New York: Springer, 2004. 549 P.
(Graduate Texts In Mathematics ; 129 Readings In Mathematics) Isbn
978-0-387-97495-8 Halmos, Paul R. Teoria Ingenua dos Conjuntos. São Paulo,
Sp: Universidade de São Paulo, 1973. 115 P. Silva, Jhone Caldeira. Estruturas
Algébricas para Licenciatura: Elementos de Álgebra Moderna. São Paulo, Sp:
Blucher, 2020. 1 Recurso Online. Isbn 9788521218548.Larson, Ron. Elementos de
Álgebra Linear. São Paulo Cengage Learning 2017 1 Recurso Online Isbn
9788522127238.

- TRIGONOMETRIA: Trigonometria no Triângulo Retângulo. Arcos e Ângulos.


Funções Trigonométricas. Relações Fundamentais Trigonométricas.
Transformações e Equações trigonométricas. Proibição da Discriminação.
Bibliografia Básica: Iezzi, Gelson. Fundamentos de Matemática Elementar, 3:
Trigonometria. 8. Ed. São Paulo, Sp: Atual, 2004, 2010. 312 P. (Fundamentos de
Matemática Elementar; 3). Isbn 8535704574. Ayres, Frank; Moyers, Robert E.
Teoria e Problemas de Trigonometria/ com Soluções Baseadas em
Calculadoras. 3. Ed. Porto Alegre, Rs: Bookman, 2003-2008. 215 P. (Schaum). Isbn
85-363-0182-1.Molter, Alexandre. Trigonometria e Números Complexos: com
Aplicações. São Paulo: Blucher, 2020. 1 Recurso Online. Isbn 9786555060119.
Bibliografia Complementar: Polcino Milies, César; Coelho, Sônia Pitta. Números:
Uma Introdução à Matemática. 3. Ed. São Paulo, Sp: Edusp, 2013. 240 P.
(Acadêmica, 20). Isbn 9788531404584. Young, Cynthia Y. Álgebra e
Trigonometria, V.2. 3. Rio de Janeiro Ltc 2017 1 Recurso Online Isbn
9788521634065. Young, Cynthia Y. Álgebra e Trigonometria, V.1. 3. Rio de
Janeiro: Ltc, 2017. 1 Recurso Online. Isbn 9788521634041. Castanheira, Nelson
Pereira. Geometria Plana e Trigonometria. 1. Ed. Curitiba: Intersaberes, 2014. 1
Recurso Online. Isbn 9788582129142.Gomes, Francisco Magalhães. Pré-cálculo:
Operações, Equações, Funções e Trigonometria. São Paulo: Cengage Learning
Brasil, 2018. 1 Recurso Online. Isbn 9788522127900.

- VARIÁVEIS COMPLEXAS: Números Complexos. Funções Analíticas. Teoria da


Integral. Séries de Polêmicas. Singularidade e resíduos. Bibliografia Básica: Soares,
Márcio Gomes. Cálculo a Uma Variável Complexa. 4. Ed. Rio de Janeiro, Rj:
Impa, 2007. 196 P. (Coleção Matemática Universitária). Isbn 9788524401442. Ávila,

61
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
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Ministério da Educação
Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

ANEXO - PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA - CPAQ


(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

Geraldo. Variáveis Complexas e Aplicações. 3. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, 2015.
271P. Isbn 85-216-1217-6. Brown, James. Variáveis Complexas e Aplicações. 9.
Porto Alegre Amgh 2015 1 Recurso Online Isbn 9788580555189. Bibliografia
Complementar: Pinto, Diomara; Morgado, Maria Cândida Ferreira. Cálculo
Diferencial e Integral de Funções de Várias Variáveis. 3. Ed. Rio de Janeiro, Rj:
Ed. Ufrj, 2014. 348 P. (Coleção Estudos). Isbn 9788571082199. Romano, Roberto.
Cálculo Diferencial e Integral: Funções de Uma Variável. 2. Ed. São Paulo, Sp:
Atlas, 1983. 408 P. Lima. Elon Lages. Curso de Analise. 6. Ed. Rio de Janeiro:
Impa, 2000. 557 P. (Projeto Euclides). Isbn 85-244-0049-8. Lima, Elon Lages.
Curso de Análise, Volume 1. 13. Ed. Rio de Janeiro, Rj: Impa, 2011. 431 P.
(Projeto Euclides). Isbn 9788524401183.Guidorizzi, Hamilton Luiz. um Curso de
Cálculo, V.1. 5. Rio de Janeiro Ltc 2001 1 Recurso Online Isbn 978-85-216-2539-1.

- VETORES E GEOMETRIA ANALÍTICA I: Vetores. Adição de Vetores. Multiplicação


de número real por vetor. Soma de ponto com vetor. Dependência e Independência
Linear. Base. Ângulo entre vetores. Produto Escalar. Produto Vetorial. Produto
Misto. Bibliografia Básica: Lima, Elon Lages. Coordenadas no Espaço. 4. Ed. Rio
de Janeiro: Sociedade Brasileira de Matemática, 2007. 163 P. (Coleção do Professor
de Matemática). Isbn 978-85-244-0082-7. Camargo, Ivan De; Boulos, Paulo.
Geometria Analítica: um Tratamento Vetorial. 3. Ed. Rev. e Ampl. São Paulo, Sp:
Prentice Hall, 2014. Xiv, 543 P. Isbn 9788587918918.Santos, Nathan Moreira Dos.
Vetores e Matrizes. 2. Ed. Rev. e Ampl. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, 1984. 152 P. Isbn
85-216-0044-5. Bibliografia Complementar: Feitosa, Miguel Oliva. Calculo Vetorial
e Geometria Analitica: Exercicios Propostos e Resolvidos. 4. Ed. São Paulo, Sp:
Atlas, 1983. 349 P. Iezzi, Gelson. Fundamentos de Matemática Elementar, 7:
Geometria Analítica. 5. Ed. São Paulo, Sp: Atual, 2005, 2009. 282 P. (Fundamentos
de Matemática Elementar; 7). Isbn 9788535705461. Santos, Fabiano José Dos;
Ferreira, Silvimar Fábio. Geometria Analítica. Porto Alegre, Rs: Bookman, 2010.
216 P. Isbn 978-85-7780-482-5. Steinbruch, Alfredo; Winterle, Paulo. Geometria
Analítica. 2. Ed. São Paulo, Sp: Makron Books, 2014. 292 P. Isbn
9780074504093.Lima, Elon Lages. Geometria Analítica e Álgebra Linear. 2. Ed.
Rio de Janeiro, Rj: Impa, 2015. 323 P. (Coleção Matemática Universitária). Isbn
8524401850.

- VETORES E GEOMETRIA ANALÍTICA II: Sistemas de coordenadas. Estudo da


reta. Estudo do Plano. Posição relativas de retas e planos. Perpendicularismo e
ortogonalidade. Ângulos. Distâncias. Cônicas. Superfícies. Bibliografia Básica: Lima,
Elon Lages. Coordenadas no Espaço. 4. Ed. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira
de Matemática, 2007. 163 P. (Coleção do Professor de Matemática). Isbn
978-85-244-0082-7. Camargo, Ivan De; Boulos, Paulo. Geometria Analítica: um
Tratamento Vetorial. 3. Ed. Rev. e Ampl. São Paulo, Sp: Prentice Hall, 2014. Xiv,
543 P. Isbn 9788587918918.Santos, Nathan Moreira Dos. Vetores e Matrizes. 2.
Ed. Rev. e Ampl. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, 1984. 152 P. Isbn 85-216-0044-5.
Bibliografia Complementar: Feitosa, Miguel Oliva. Calculo Vetorial e Geometria
Analitica: Exercicios Propostos e Resolvidos. 4. Ed. São Paulo, Sp: Atlas, 1983.
349 P. Iezzi, Gelson. Fundamentos de Matemática Elementar, 7: Geometria
Analítica. 5. Ed. São Paulo, Sp: Atual, 2005, 2009. 282 P. (Fundamentos de
Matemática Elementar; 7). Isbn 9788535705461. Santos, Fabiano José Dos;
Ferreira, Silvimar Fábio. Geometria Analítica. Porto Alegre, Rs: Bookman, 2010.
216 P. Isbn 978-85-7780-482-5. Steinbruch, Alfredo; Winterle, Paulo. Geometria
Analítica. 2. Ed. São Paulo, Sp: Makron Books, 2014. 292 P. Isbn
9780074504093.Lima, Elon Lages. Geometria Analítica e Álgebra Linear. 2. Ed.
Rio de Janeiro, Rj: Impa, 2015. 323 P. (Coleção Matemática Universitária). Isbn

62
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
Serviço Público Federal
Ministério da Educação
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(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

8524401850.
7.7. POLÍTICA DE IMPLANTAÇÃO DA NOVA MATRIZ CURRICULAR
O Colegiado de Curso realizou estudo de impacto da nova estrutura
curricular, analisando grupos de situações possíveis, e determina que a nova matriz
curricular do Curso será implantada a partir do 1º semestre do ano letivo de 2023,
para todos os acadêmicos do Curso.
Ressalta-se ainda que o Colegiado de Curso fará, previamente à
matrícula 2023/1, plano de estudo individualizado com previsão de atividades a
serem cumpridas por parte de cada acadêmico, podendo, para este fim, utilizar
disciplinas optativas ou Atividades Orientadas de Ensino, em caso de déficit de
carga horária.

8. POLÍTICAS

8.1. CAPACITAÇÃO DO CORPO DOCENTE


A UFMS oferece cursos de curta duração em "História e Culturas
Indígenas" e "Gênero e Formação de Professores", além de organizar-se para
propiciar a capacitação do corpo docente priorizando as seguintes áreas:
a. Práticas Pedagógicas no Ensino Superior
b. Formação Inicial de Docentes para o Ensino Superior
c. Formação de Gestores para Cursos de Graduação
8.2. INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
Acerca da inclusão de pessoas com deficiência, a Universidade Federal
de Mato Grosso do Sul define em seu Plano de Desenvolvimento Institucional ações
de acessibilidade como aquelas que possibilitem a melhoria das condições
educacionais de estudantes que apresentam algum tipo de impedimento físico,
sensorial, mental/intelectual, deficiências múltiplas, transtornos mentais, bem como
aqueles que apresentam altas habilidades/superdotação e que necessitem de
atendimento educacional especializado, recursos pedagógicos, tecnologias
assistivas, mobiliários e ambientes externos e internos adaptados, garantindo a
mobilidade com o máximo de autonomia.
A ampliação das oportunidades educacionais para os acadêmicos que
apresentam necessidades especiais, em decorrência de alguma condição física,
sensorial, mental, intelectual que o coloque em situação de incapacidade diante das
diversas situações acadêmicas e de outra natureza, podem ser garantidas por meio
da acessibilidade.
Portanto, no intuito de colaborar para tornar a UFMS acessível, têm sido
feitas mudanças nas propostas curriculares que se expressam nos Projetos
Pedagógicos de Cursos sendo revisados para colaborar com a perspectiva da
educação inclusiva, de modo a atentar e atender à diversidade das características
educacionais dos estudantes para iniciar um processo que lhes garanta mais que o
acesso, mas também a permanência e o máximo de autonomia para concluírem o
curso de ensino superior.
A Secretaria de Acessibilidade e Ações Afirmativas (Seaaf), responsável
pelo desenvolvimento de ações que promovam a acessibilidade e as políticas
afirmativas na UFMS, também visa o atendimento do público-alvo da Educação
Especial, o que inclui pessoas com deficiência, transtorno do espectro autista e altas
habilidades/superdotação. De forma geral, como tais sujeitos requerem
necessidades educacionais especiais que precisam ser consideradas para que sua

63
Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
Serviço Público Federal
Ministério da Educação
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(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

trajetória acadêmica seja positiva, entre as atividades da Seaaf estão: avaliação das
necessidades educacionais especiais dos acadêmicos; orientação a docentes,
colegas e/ou familiares quanto às necessidades educacionais especiais do discente
com deficiência, autismo ou altas habilidades; acesso à comunicação e informação,
mediante disponibilização de materiais acessíveis, de equipamentos de tecnologia
assistiva, de serviços de guia-intérprete, de tradutores e intérpretes de Libras;
coordenação de planos, programas e projetos de acessibilidade do Governo Federal
no âmbito da Universidade e garantia da acessibilidade nas instalações da
Universidade.
No caso do autismo ou de outros estudantes público-alvo da Educação
Especial, a Seaaf os identifica por meio do Sistema de Controle Acadêmico. A partir
da identificação, a Seaaf entra em contato com os discentes para diálogo e
confirmação de dados, bem como para elaborar/planejar o atendimento que ele
necessita no que diz respeito ao suporte para que sua vida acadêmica na
Universidade possa ocorrer da melhor forma possível.
O atendimento ao acadêmico público alvo da Seaaf varia de acordo com
as necessidades específicas de cada estudante. É realizada uma avaliação das
condições do acadêmico, seus pontos fortes e habilidades a serem desenvolvidas;
sua trajetória escolar e estratégias desenvolvidas diante de suas necessidades
educacionais especiais; situação atual: demandas identificadas pelo acadêmico e
por seus professores. Também é apresentada ao acadêmico a proposta de
acompanhamento psicoeducacional, tanto de suporte psicológico, como pedagógico,
trabalhando com o discente técnicas de estudo para acompanhamento da disciplina
nas quais está matriculado. O atendimento é dinâmico, pois se analisa o resultado
das ações a fim de se manter o que favorece o desempenho acadêmico e/ou
planejar novas ações. A metodologia do ensino nas aulas regulares dos cursos da
UFMS também segue estas diretrizes, pois cabe à equipe da Seaaf, quando
solicitada, formular orientações referentes às necessidades educacionais especiais
dos referidos estudantes. Adicionalmente, a Prograd disponibiliza à Proaes a
listagem de disciplinas e docentes contempladas com o Projeto de Monitoria, uma
vez que os monitores podem oferecer um suporte a mais para auxiliar o estudante
caso apresente dificuldades com os conteúdos abordados no curso.
A Seaaf realiza a tradução e interpretação de conversações, narrativas,
palestras e atividades didático-pedagógicas dentro do par linguístico Língua
Brasileira de Sinais e Língua Portuguesa, nos espaços da instituição e eventos por
ela organizados, para atender as pessoas com Surdez priorizando as situações de
comunicação presencial, tais como aulas, reuniões, atendimento ao público, e
assessora nas atividades de ensino, pesquisa e extensão. Toda a comunidade
acadêmica da UFMS pode fazer a solicitação à Seaaf por meio de preenchimento de
formulário na página da Proaes. O mesmo ocorre com o público alvo da Educação
Especial, por meio do preenchimento de formulário de “Atendimento Educacional
Especializado”, ambos na página da Proaes. Entretanto, o atendimento também é
prestado caso a solicitação ocorra pessoalmente, por email, ou mediante Oficio
Interno com material a ser traduzido em anexo.
Além disso, a política de inclusão da pessoa com deficiência envolve: a
eliminação de barreiras físicas/arquitetônicas e atitudinais; adaptação de mobiliário;
disponibilização e orientação para uso de tecnologias assistivas; e acessibilidade
nos serviços, sistemas e páginas eletrônicas da UFMS. Evidentemente, este é um
trabalho extenso e que ainda se encontra em andamento na instituição.
Por fim, é válido expor que a garantia de acessibilidade corresponde às
diretrizes nacionais para a educação em direitos humanos, pois tem como princípios:
a dignidade humana; a igualdade de direitos; o reconhecimento e valorização das
diferenças e das diversidades; a democracia na educação e a sustentabilidade
socioambiental (conforme Resolução nº 1/2012-CNE/CP).

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Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
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(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

Cabe-se também esclarecer que a Seaaf colabora com a acessibilidade


física/arquitetônica na UFMS por meio de destinação de recursos (quando
disponíveis) e encaminhamentos à equipe de Arquitetura. A equipe da Diretoria de
Planejamento e Gestão de Infraestrutura (Dinfra/Proadi) é responsável pela
adequação dos prédios da UFMS. Para apoio institucional contamos com a
Comissão Permanente de Acessibilidade, que analisa e encaminha as ações
destinadas para esse público. Essa Comissão conta com representantes das pró-
reitorias e é presidida por um representante da Seaaf/DIIEST/Proaes.
No âmbito do Câmpus, outras necessidades de natureza econômica ou
social são monitoradas em trabalho conjunto com a Proaes.
No plano pedagógico, a Administração setorial, via Administração central,
prevê a capacitação de Técnicos-Administrativos e Professores para o atendimento
a pessoas com deficiência.
8.3. INCLUSÃO DE COTISTAS
Os cotistas terão um acompanhamento específico por parte da
Coordenação de Curso ao longo do primeiro ano. Este acompanhamento inclui o
monitoramento de seu desempenho acadêmico (como dos demais alunos) buscando
identificar cedo possíveis déficits de aprendizagem que os estejam impedindo de
prosseguir seus estudos de forma adequada.
O Curso oferece aos seus estudantes todo o material necessário ao
desenvolvimento de atividades didático – pedagógicas (equipamentos, materiais,
livros, etc.). Contudo, outras necessidades de natureza econômica ou social serão
monitoradas em trabalho conjunto com a Proaes.
8.4. ATENDIMENTO AOS REQUISITOS LEGAIS E NORMATIVOS: RELAÇÕES
ÉTNICO-RACIAIS, DIREITOS HUMANOS E EDUCAÇÃO AMBIENTAL
A política de construção curricular contempla nos seus diferentes níveis
(matriz curricular, ementas, metodologias e estratégias de ensino) a incorporação
dessas temáticas. Temas relativos aos Direitos Humanos, à Ética, ao respeito ao ser
humano, aos animais, ao Meio Ambiente e à relação étnico-racial, com foco na
história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, são tratados não apenas em
disciplinas distribuídas ao longo do Curso, mas fazem parte de estratégias de
ensino, da conduta profissional e pessoal dos docentes do Curso. A ideia central é a
integração e contextualização, em todas as disciplinas, principalmente a partir de
situações potencialmente problematizadoras.
A abordagem desses temas contribui com transformações importantes na
formação das novas gerações por meio de conceitos e ideias sobre as diferenças e
semelhanças relativas ao pertencimento racial destes indivíduos e dos grupos a que
pertencem. Também busca-se a construção de valores sociais, conhecimento,
habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do Meio
Ambiente e Direitos Humanos.
O câmpus de Aquidauana, em parceria com todos os cursos de
graduação, promove ações visando refletir e debater de forma transversal os temas
citados, levando em consideração as situações específicas da microrregião de
Aquidauana bem como os acontecimentos mundiais.

9. SISTEMA DE AVALIAÇÃO

9.1. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO FORMATIVO


Em relação ao sistema de avaliação, praticar-se-á o previsto pela

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Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
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(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

Resolução nº 430, Cograd, de 16 de dezembro de 2021, que dispõe ser 6,0 (seis) a
média mínima para a aprovação. O Plano de Ensino deverá prever um sistema de
avaliação composto por, no mínimo, duas avaliações obrigatórias e uma avaliação
optativa.
Para cada avaliação realizada, o professor deverá, em até dez dias úteis:
Registrar no Siscad as notas das avaliações em até dez dias úteis após
a sua realização/conclusão; e
Disponibilizar aos estudantes as respectivas avaliações corrigidas até o
dia de registro das notas, apresentando a solução padrão e respectivos
critérios de correção
Para cada disciplina cursada, o professor deverá associar ao estudante
uma Média de Aproveitamento, com valores numéricos com uma casa decimal,
variando de 0,0 (zero vírgula zero) a 10,0 (dez vírgula zero).
A aprovação nas disciplinas dependerá da frequência nas aulas e/ou
participação nas aulas e/ou atividades pedagógicas assíncronas, bem como Média
de Aproveitamento (MA) expressa em nota, resultantes das avaliações, de acordo
com o Plano de Ensino da disciplina. Será considerado aprovado na disciplina, o
estudante que obtiver, frequência igual ou superior a 75%, e Média de
Aproveitamento, igual ou superior a 6,0 (seis vírgula zero).
A fórmula para cálculo da Média de Aproveitamento consiste na média
aritmética, simples ou ponderada, das notas obtidas pelo estudante nas avaliações
previstas no Sistema de Avaliação proposto para a respectiva disciplina.
A quantidade e a natureza das avaliações serão as mesmas para todos
os estudantes matriculados na turma.
No caso de disciplinas ofertadas total ou parcialmente a distância, o
sistema de avaliação do processo formativo contemplará as atividades avaliativas, a
participação em atividades propostas no AVA UFMS e avaliações presenciais,
respeitando-se as normativas pertinentes. As atividades avaliativas poderão ser
realizadas a distância por meio do uso de TICs e só poderão ser presenciais e/ou
síncronas se realizadas em horários e dias letivos presenciais definidos na lista de
oferta, devendo ser planejadas para atendimento de todos os turnos dos cursos que
possuem estudantes matriculados na respectiva turma/disciplina. A Agead
disponibilizará guias didáticos com orientações acerca das possibilidades para a
realização de atividades avaliativas por meio das TICs.
Para cada avaliação realizada, o professor deverá:

Apresentar a solução padrão e respectivos critérios de correção até a


próxima aula da disciplina, após cada avaliação;
Registrar no Siscad as notas das avaliações em até dez dias letivos
após a sua realização;
Apresentar ou entregar aos estudantes as respectivas avaliações
corrigidas até o término do período letivo; e
Após trinta dias do término do período letivo, as provas poderão ser
descartadas pelo professor da disciplina.
De acordo com Hadji (1994), a avaliação para ser formativa deve permitir
ao aluno ajustar as suas estratégias e ao docente ajustar o seu dispositivo
pedagógico e o tratamento didático à natureza das dificuldades constatadas e à
realidade dos progressos registrados.
A partir desse entendimento, todos os professores que ministram
disciplinas no Curso de Matemática-Licenciatura, ao final de cada semestre, reunir-
se-ão em Conselho Pedagógico para discutir e avaliar o andamento das aulas e
aproveitamento dos alunos. Essa avaliação servirá para analisar o alcance dos
objetivos propostos, buscar estratégias e (re)orientação das ações docentes. Sendo

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Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
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(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

diagnosticados problemas, esse conselho definirá ações na intenção de saná-las


para que o professor, sendo informado dos efeitos reais de seu trabalho pedagógico,
regule sua ação a partir disso e o aluno, tendo consciência de suas dificuldades,
torne-se capaz de ultrapassá-las. Assim sendo, professor e aluno, poderão “corrigir”
suas ações, modificando-as, se necessário.
No caso de disciplinas ofertadas total ou parcialmente a distância, o
sistema de avaliação do processo formativo, contemplará as atividades avaliativas a
distância, a participação em atividades propostas no AVA UFMS e avaliações
presenciais, respeitando-se as normativas pertinentes.
9.2. SISTEMA DE AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO
Fundamentada na Lei n° 10.861, de 14 de abril de 2004, que institui o
Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), e visa promover a
avaliação das instituições, de cursos e de desempenho dos acadêmicos (Enade), a
UFMS designou uma equipe que compõe a Comissão Própria de Avaliação
Institucional da UFMS (CPA/UFMS), que possui representantes docentes, técnico-
administrativos, discentes e um da sociedade civil organizada.
Cada Unidade da Administração Setorial (UAS) da UFMS tem uma
comissão responsável pela avaliação correspondente à Unidade, denominada
Comissão Setorial de Avaliação (CSA). A CPA e a CSA são regulamentadas
institucionalmente pela Resolução n° 104, Coun, de 16 de julho de 2021. O mandato
de seus membros é de três anos, permitida uma recondução por igual período.
As CSAs têm a mesma competência da Comissão Própria de Avaliação
(CPA) aplicadas no âmbito da Unidade, são a extensão da CPA nas unidades da
UFMS. São responsáveis pela elaboração dos relatórios apontando as fragilidades e
potencialidades, para o conhecimento dos gestores, Colegiados dos Cursos e
demais instâncias para que indiquem de forma coletiva as ações que deverão ser
implementadas, garantindo assim um processo formativo e contínuo da avaliação.
Os questionários para a avaliação encontram-se disponíveis no Sistema
de Avaliação Institucional (SIAI), por meio do link (https://siai.ufms.br/avaliacao-
institucional) e cabe à Coordenação do Curso, ao Colegiado do Curso e à CSA a
divulgação do mesmo junto aos estudantes.
Por meio desse questionário os alunos da UFMS podem avaliar as
disciplinas do semestre anterior e os respectivos docentes que ministraram as
disciplinas, infraestrutura física, organização e gestão da instituição, políticas de
atendimento ao discente, potencialidades e fragilidades do Curso, etc. Os dados
desses questionários são coletados e serão utilizados pela CSA para elaboração do
Relatório de Autoavaliação Setorial da Unidade e pela CPA para a elaboração do
Relatório de Autoavaliação Institucional da UFMS (RAAI).
A UFMS também possui o Portal Dados Abertos que tem como objetivo
proporcionar a abertura de dados na UFMS, buscando o cumprimento dos princípios
da publicidade, transparência e eficiência, como também, a difusão de informações
produzidas na Universidade, subsidiando a tomada de decisão por parte de gestores
públicos e o controle social conforme o Plano de Dados Abertos da UFMS.
A fim de favorecer a gestão do curso e a melhoria contínua, a
Coordenação de Curso realiza um Plano de Ação Anual, aprovado pelo Colegiado
de Curso. Esse Plano de Ação apresenta ações, cronograma e responsáveis,
demonstrando como ocorre a atuação da coordenação, sua participação em
colegiados e comissões, o planejamento e a gestão acadêmica, bem como a
administração da potencialidade do corpo docente do seu curso. Desse modo, o
plano considera os resultados da avaliação externa - Enade, Conceito Preliminar de
Curso (CPC) e Conceito de Curso (CC) decorrente de visitas in loco - e
autoavaliação interna realizada pela CPA.
Além disso, cada Coordenação de Curso realiza reuniões semestrais com

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Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
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o corpo docente e discente, visando refletir sobre os dados expostos nos relatórios
de autoavaliação institucional e definir estratégias para melhoria do Curso. No que
se refere especificamente à avaliação da aprendizagem, preservar-se-á o princípio
da liberdade pedagógica do professor, compatibilizando esta liberdade com a
legislação vigente no âmbito da UFMS.
9.3. PARTICIPAÇÃO DO CORPO DISCENTE NA AVALIAÇÃO DO CURSO
Os discentes participam da avaliação institucional, semestralmente,
preenchendo o questionário de avaliação, disponibilizado em uma plataforma própria
(SIAI), sendo um formulário sucinto no primeiro semestre, a partir do qual avaliam o
desempenho do docente e seu próprio desempenho nas disciplinas cursadas no
semestre e o atendimento oferecido por parte da coordenação de curso e um
formulário mais completo, no segundo semestre, que agrega, aos aspectos
anteriores, a infraestrutura geral da Instituição e o desenvolvimento de ações de
ensino, pesquisa e extensão. O trabalho de sensibilização do discente, no processo
avaliativo, é conjunto com a Diretoria de Avaliação Institucional (Diavi), Comissão
Própria de Avaliação (CPA), Comissão Setorial de Avaliação (CSA), cabendo à CSA
promover a sensibilização da sua respectiva Unidade.
Como incentivo à participação do discente no processo de avaliação, a
resposta ao Questionário do Estudante da Comissão Própria de Avaliação da UFMS
pode ser computada como parte da carga horária destinada às atividades
complementares. Acredita-se que este pode ser importante estímulo à participação
do corpo discente no processo avaliativo. Outro elemento de participação obrigatória
é o Enade, no ano em que o ciclo avaliativo engloba o curso e é um componente
curricular obrigatório, sem o qual o discente não pode concluir a graduação.
9.4. PROJETO INSTITUCIONAL DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DO
CURSO
A Diavi é a Unidade responsável por coordenar e articular todas as ações
de avaliação institucional desenvolvidas na UFMS. Entre outras competências, ela é
responsável por conduzir os processos de avaliação internos no âmbito da Reitoria,
da Administração Central e Setorial, e apoiar a Diretoria de Inovação Pedagógica e
Regulação (DIPER), e Secretaria de Regulação e Avaliação (SERAV), unidades
vinculadas a Prograd, e a Pró-reitora de Pesquisa e Pós Graduação (Propp) nos
processos de Relatório de Autoavaliação Institucional (Raai), Enade,
Credenciamento, Reconhecimento, Renovação de Reconhecimento e Avaliação dos
cursos.
A CPA/UFMS disponibilizou uma página no site da UFMS
(https://cpa.ufms.br/) para acesso aos documentos e relatórios como Autoavaliação
Institucional e Relatórios de avaliação setoriais. A CPA/UFMS promove a avaliação
constituída dos seguintes itens:
avaliação discente;
avaliação por docentes;
avaliação pelos coordenadores;
avaliação de diretores;
avaliação por técnicos administrativos;
questionamentos descritivos enviados aos setores administrativos da
instituição e entrevistas.

10. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS AO ENSINO DE GRADUAÇÃO

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10.1. ATIVIDADES ORIENTADAS DE ENSINO (QUANDO HOUVER)


O Curso de Matemática do CPAQ, ofertará, na forma de atividade não
disciplinar obrigatória, a componente curricular “Atividades Orientadas de Ensino”
complementando a carga horária do grupo II (Formação específica).
Esta componente é regulamentada pela Resolução n°594/2022-Cograd,
que aprovou o Regulamento das Atividades Orientadas de Ensino dos Cursos da
UFMS, e sua gestão ocorre por meio do Sistema Siscad.
Esta componente deverá ser realizada por meio de estudos orientados
acompanhada por um docente, realizadas individualmente ou em grupo, pelos
acadêmicos com o objetivo de complementar o contato com temas,
preferencialmente recentes e inovadores de estudos correlatos às temáticas ligadas
às disciplinas previstas para o Grupo II (disciplinas específicas).
As Atividades Orientadas poderão ser realizadas por meio de estudos
dirigidos, atividades, colaboração e/ou participação em Projetos de Pesquisa e
Inovação, de Extensão, de Ensino, e de Empreendedorismo, preferencialmente,
articulando-se com necessidades locais e regionais em função das novas demandas
apresentadas pelo mundo do trabalho. e segundo § 2° da
resolução n°594/2022-Cograd as Atividades Orientadas de Ensino deverão resultar
em um documento em formato de relatório técnico, artigo ou portfólio.
10.2. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As Atividades Complementares – AC, Componente Curricular Não
Disciplinar – CCND, são reguladas pela Resolução nº 830-Cograd, de 1º de março
de 2023, que aprova o Regulamento das Atividades Complementares dos Cursos de
Graduação da UFMS, nele existe a previsão de diversas atividades que podem ser
realizadas pelos estudantes considerando sua formação geral, específica e as
inovações na área do Curso.
A gestão e o aproveitamento das Atividades Complementares ocorrem
por meio do Sistema Siscad. Neste sistema o estudante submete a documentação
das Atividades Complementares para verificação da Coordenação de Curso que
analisa e valida, no sistema, cada comprovante enviado. Podem ser consideradas
como Atividades Complementares, atividades realizadas na mesma área de
conhecimento do Curso ou em áreas afins, em especial aquelas que desenvolvam
no estudante as habilidades e competências para formação técnica, cidadã,
sustentável e internacional.
As atividades deverão ser realizadas pelo estudante ao longo do Curso,
sendo que a sua conclusão não deverá exceder o prazo máximo de integralização
curricular do estudante no Curso. A carga horária total das Atividades
Complementares deverá ser cumprida com pelo menos dois tipos de atividades
diferentes, independentemente da carga horária cumprida em cada tipo. Além disso,
para comprovar a execução e a sua participação efetiva nas atividades, o estudante
deverá apresentar Certificado, Declaração ou outro documento com informações
específicas das atividades realizadas.
As Atividades Complementares de Graduação são constituídas de
51 horas de atividades desenvolvidas pelo licenciando ao longo do Curso. Têm por
objetivo específico o aprimoramento técnico, científico, cultural, acadêmico e social,
visando a formação global do discente. Incluem atividades afins, realizadas na
própria Instituição ou em outra qualquer, consideradas relevantes para a formação
do discente.
A oferta de Atividades Complementares de Graduação para os discentes
em horários especiais que os permitam participarem – por meio de seminários,
oficinas, minicursos, etc., buscando fortalecer o currículo –, desenvolvendo
atividades que possam inter-relacionar a teoria e prática nos Campos de Estágio e
Acadêmico, qualificando a sua formação. Formação de grupos de estudos, que

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Colegiado de Curso do Curso de Matemática
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(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

oportunizem aos discentes a revisarem e reforçarem conhecimentos matemáticos


não aprendidos e/ou não compreendidos. - Formação de grupos de pesquisa, que
permitam aos discentes investigarem no Campo de Estágio situações-problema
relacionados às linhas de pesquisa nas Áreas Educação Matemática, Matemática
Aplicada e Matemática Pura.
10.3. ATIVIDADES DE EXTENSÃO
Segundo o PDI integrado ao PPI da UFMS: O compromisso social da
UFMS é a construção de uma sociedade mais justa, produtiva e permeada por
valores virtuosos, na qual o impulso empreendedor deve dialogar com respeito ao
coletivo e às heranças culturais e naturais. Um pressuposto indispensável para este
desenvolvimento é a difusão e a democratização do conhecimento em uma relação
dialógica entre a UFMS e os diversos setores da sociedade.
Neste sentido, a extensão universitária é o principal eixo institucional
capaz de articular e de contribuir significativamente para o desenvolvimento do
estudante e da sociedade. Isto posto e considerando a Meta do Plano Nacional de
Educação, o Curso de graduação em Matemática-Licenciatura, do Câmpus de
Aquidauana, prevê o cumprimento de 328 horas em Atividades de Extensão de
forma transversal em componentes curriculares do Curso e/ou em componente
curricular não disciplinar específica de extensão, de acordo com regulamento
específico da UFMS, de forma a estimular a função produtora de saberes que visam
intervir na realidade como forma de contribuir para o desenvolvimento da sociedade
brasileira.
As atividades poderão ser desenvolvidas em projetos e programas de
extensão institucionais ao longo do Curso, com ênfase na participação dos
acadêmicos em ações de extensão tanto do Curso, como as Semanas de
Matemática e Projetos de Extensão, quanto ações do Câmpus.
O Laboratório de Ensino de Matemática (LEMAq) também é aberto à
comunidade externa, com a prestação de atendimento pelos acadêmicos.
10.4. ATIVIDADES OBRIGATÓRIAS (ESPECÍFICO PARA CURSOS DA EAD)
Não se aplica ao curso.
10.5. ESTÁGIO OBRIGATÓRIO (QUANDO HOUVER) E NÃO OBRIGATÓRIO
Estágio é um ato educativo supervisionado por um profissional,
desenvolvido no ambiente laboral, visando à preparação para o mundo do trabalho
de estudantes regularmente matriculados nos Cursos de Graduação da UFMS, com
articulação entre teoria e prática. A UFMS possui regulamento próprio para a
componente de Estágio aprovado pela Resolução Nº 706-COGRAD/UFMS, de 8 de
dezembro de 2022. O referido regulamento estabelece que o Estágio poderá ser
obrigatório (cumprido obrigatoriamente pelo estudante) e/ou não obrigatório
(realizado, por opção do estudante, para enriquecer sua formação). A coordenação
dos estágios obrigatório e não obrigatório no âmbito do Curso é de responsabilidade
da Comissão de Estágio (COE) que tem como competências:
apresentar justificativa devidamente comprovada e fundamentada
sobre a concessão de atribuição docente para a função de Orientador
e/ou Supervisor de Estágio, conforme as normas institucionais;
avaliar a coerência entre os Planos de Estágio, o Supervisor de Estágio
indicado pela concedente, verificando a sua formação ou experiência
profissional na área de conhecimento desenvolvida no curso do
estagiário e os respectivos campos de estágio;
solicitar a formalização de Acordos de Cooperação/Convênios de
Estágio para a realização de estágios, quando necessário;

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Colegiado de Curso do Curso de Matemática
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(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

analisar e manifestar favoravelmente sobre o contido no Termo de


Compromisso de Estágio, sejam eles gerados na UFMS ou
provenientes de outras instituições;
certificar-se de que o estagiário está segurado contra acidentes
pessoais;
divulgar os nomes dos Professores Orientadores e as possíveis
concedentes para os estagiários;
coordenar o planejamento, a execução e a avaliação das atividades
pertinentes aos estágios, apoiando e orientando o trabalho dos
Professores Orientadores de estágio;
zelar, juntamente com o Orientador, pelo cumprimento do Termo de
Compromisso, reorientando o estagiário para outro local em caso de
descumprimento de suas normas; e
zelar pelo cumprimento das normas e legislações estabelecidas para
estágios.
O estágio terá acompanhamento efetivo do Supervisor de Estágio na
Concedente e do Professor Orientador na UFMS. Dentre as competências do
Supervisor de Estágio está a participação na elaboração do Plano de Atividades do
Estagiário, em conjunto com o estagiário e o Professor Orientador. Enquanto o
Professor Orientador tem dentre suas competências orientar os estudantes na
escolha da área do campo de estágio considerando as competências previstas no
perfil do egresso de modo a contribuir para a formação profissional do estudante. O
Professor Orientador também fará o acompanhamento, orientação e avaliação dos
estagiários.
O estágio no Curso de Matemática Licenciatura apresenta-se em duas
modalidades: estágio curricular obrigatório e não obrigatório.
O estágio curricular obrigatório é desenvolvido por meio de orientação e
supervisão periódicas e contempla a carga horária (400h) estipulada pela
RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 2, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2019.
O processo de orientação e supervisão do estágio obrigatório,
desenvolvido como disciplina da estrutura curricular é feito, preferencialmente, pelo
grupo de docentes da Educação Matemática do Curso. Esse processo é
estabelecido pela relação orientador/aluno e seu desenvolvimento se dará por meio
dos convênios existentes entre as secretarias municipais e estaduais de educação,
assim como as instituições privadas de educação, tendo as escolas como campo de
atuação.
O estágio proporciona ao estudante a oportunidade de integrar e aplicar
os conhecimentos adquiridos ao longo do Curso promovendo a relação teoria e
prática e articulando o currículo do Curso e aspectos práticos da Educação Básica,
como:
pesquisa para embasamento teórico das atividades planejadas;
participação em atividades de planejamento, desenvolvimento e
avaliação realizadas pelos docentes da Educação Básica, assim como
participação na elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento
de ensino;
reflexão teórica acerca de situações vivenciadas por meio do
desenvolvimento de relatórios;
colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e
a comunidade.
Contribuindo para a constituição do perfil profissional do egresso o
estágio considera a formação profissional em relação a identidade do egresso e seu
conhecimento matemático, ao seu próprio desenvolvimento e reflexão sobre a sua
prática, sua autonomia e comprometimento social.

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Colegiado de Curso do Curso de Matemática
Oscar Trindade de Barros, 740 Bairro da Serraria - Unidade II CEP 79200-000. Aquidauana - MS , Fone: (67)3345-7000,
79000-000 Aquidauana - MS / https://www.ufms.br e-mail: [email protected]
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(Resolução nº 1.186-Cograd/UFMS, de 17 de abril de 2025.)

A disciplina de Estágio Obrigatório tem a exigência de ser desenvolvida a


partir do momento que o acadêmico já tenha tido formação básica, tecnológica e
complementar suficiente para desenvolver um estágio que atenda as demandas da
sociedade e, que seja produtivo tanto para ele quanto para a instituição onde o
estágio será realizado.
Essas ações são registradas, havendo acompanhamento e interlocução
institucionalizada da IES com o(s) ambiente(s) de estágio, por meio dos docente da
IES (orientador) de acordo com as normas definidas pela Comissão de Estágio
(COE), resultando assim em insumos para atualização das práticas do estágio.
O Estágio na modalidade não obrigatória é previsto em Regulamento do
Estágio e disponível para os acadêmicos do Curso como Atividade Complementar.
10.6. NATUREZA DO ESTÁGIO
A natureza da orientação do Estágio ocorre sob supervisão direta do
Curso. O Estágio é regido pelo estabelecido no Regulamento de Estágio da UFMS
(Resolução nº 706/2022-Cograd) e pelo previsto neste PPC, com as definições das
relações de orientação e supervisão do estagiário, e, contemplando ainda,
estratégias para gestão da integração entre ensino e mundo do trabalho, em
consonância com as competências almejadas para o egresso.
10.7. PARTICIPAÇÃO DO CORPO DISCENTE NAS ATIVIDADES ACADÊMICAS
Os discentes são incentivados a participarem de várias atividades
acadêmicas de ensino, pesquisa e extensão, tais como a semana de matemática,
seminários de matemática, envolvimento nas atividades desenvolvidas nos
laboratórios de Matemática (LEMAQ e LEPEM) e um número de vagas é oferecido
anualmente destinadas à participação no programa institucional de bolsas de
iniciação a docência (Pibid).
10.8. PRÁTICA DE ENSINO (ESPECÍFICO PARA OS CURSOS DE MEDICINA)
Não se aplica ao curso.
10.9. PRÁTICA DE ENSINO NA ÁREA DE SAÚDE (ESPECÍFICO PARA OS
CURSOS DA ÁREA DE SAÚDE, EXCETO MEDICINA)
Não se aplica ao curso.
10.10. PRÁTICA DE ENSINO COMO COMPONENTE CURRICULAR (ESPECÍFICO
PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA)
A prática de ensino como componente curricular é atendida com 432
horas ao longo do Curso. Como os conhecimentos práticos do professor podem
ocorrer em ambientes escolares e não escolares, formais e não formais, essa prática
estará ligada com a identidade do trabalho docente. De acordo com Pimenta (1999)
essa identidade não pode ser considerada algo imutável, nem exterior que possa ser
adquirido, mas emerge de um dado momento histórico como respostas as
necessidades postas pela sociedade. Nesse sentido partimos dessa premissa e
prevemos a prática de ensino como componente curricular ao longo de todo o
processo, buscando assim, essa identidade do professor para melhor formação dos
nossos discentes, para atuarem como agentes conscientes do seu papel na
sociedade, e intervir de maneira positiva nessa realidade.
10.11. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (QUANDO HOUVER)
O Trabalho de Conclusão de Curso, a partir de agora TCC, está
institucionalizado e considera carga horária, formas de apresentação, orientação e
coordenação segundo regulamento de TCC da UFMS, aprovado pela resolução
595/2022 COGRAD.
No curso o TCC é oferecido pelo Curso de Matemática, de forma

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optativa, como componente curricular não disciplinar poderá resultar em um


documento em formato de monografia ou artigo e consistirá em elaboração de
caráter descritivo e analítico sobre um tema relativo à área do Curso, podendo ser
realizado de forma individual ou em grupo, sob orientação de um professor.
O desenvolvimento do TCC implicará o estabelecimento da relação
orientador/orientando, com vistas à obtenção de informações e/ou esclarecimentos,
solicitação de materiais e documentos, ou ainda para comunicar eventuais
problemas com o andamento da pesquisa.
Para o Curso de Matemática, o TCC é um trabalho que auxilia no
crescimento do acadêmico em relação, principalmente, aos seguintes aspectos:
direciona no sentido de sua área de interesse;
proporciona desenvolvimento na escrita acadêmica;
desenvolve um maior senso de responsabilidade;
expande os horizontes em relação aos estudiosos do tema sobre o qual
escreve;
contribui, de certo modo, para o desenvolvimento da ciência.
A avaliação do TCC deverá ser realizada por Banca Avaliadora, por meio
de defesa e arguição oral, versando sobre o tema escolhido para o Trabalho.
Há a divulgação de manuais atualizados de apoio à produção dos
trabalhos e a disponibilização dos TCC em repositórios institucionais próprios,
acessíveis pela internet.
Quando na observância de pesquisas envolvendo seres humanos ou
animais, serão seguidas as orientações do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da
UFMS, credenciado para exercer suas finalidades junto a Comissão Nacional de
Ética em Pesquisa (CONEP).

11. DESENVOLVIMENTO DE MATERIAIS DIDÁTICOS (OBRIGATÓRIO PARA


CURSOS EAD)

No caso de disciplinas ofertadas total ou parcialmente a distância, a


produção de material didático será realizada pelo professor da disciplina em conjunto
com a Equipe Multidisciplinar de Produção da Agência de Educação Digital e a
Distância (Agead), e validado pela Equipe Multidisciplinar de Validação da Agead. A
avaliação do material didático será referente apenas à carga horária a distância
vinculada à oferta da disciplina e a recomendação do material é condição necessária
para a oferta de carga horária a distância (total ou parcial). Cabe ressaltar que o
material didático deverá ser produzido e validado antes da publicação da aprovação
da oferta da disciplina.
O material didático deverá ser composto por tecnologias e recursos
educacionais abertos (de preferência com licenças livres) em diferentes suportes de
mídia, favorecendo a formação e o desenvolvimento pleno dos estudantes e
assegurando a acessibilidade metodológica e instrumental. Tais materiais didáticos
são categorizados em:

Livros e e-books;
Tutoriais;
Guias didáticos;

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Videoaulas;

Podcasts;
Revistas e artigos científicos;

Jogos, simuladores, programas de computador, apps para


celular e laboratórios virtuais;
Apresentações interativas, imagens e infográficos; e
Objetos de aprendizagem interativos.
Todo material didático desenvolvido para a carga horária a distância
deverá ser capaz de atender o Plano de Ensino, considerando os objetivos de
aprendizagem, abrangência, aprofundamento e coerência teórica, acessibilidade
metodológica e instrumental e adequação da bibliografia às exigências da formação,
além de apresentar linguagem inclusiva e acessível, com recursos
comprovadamente inovadores, características essas que serão avaliadas pelo
Colegiado de Curso, conforme as normativas institucionais.

12. INFRAESTRUTURA NECESSÁRIA AO CURSO

Para garantir o ensino/aprendizagem, o Curso de Matemática-


Licenciatura disponibiliza espaços em duas unidades no Câmpus de Aquidauana:
Unidade I
Salas de aula (para cursos e treinamentos);
Sala de videoconferências;
Internet Wi-Fi;
Auditório Dóris Mendes Trindade com capacidade para 280 pessoas.
Unidade II
Sala de Coordenação de Curso;
Sala de professores;
Salas de aula;
Laboratório de informática (com equipamentos e softwares para ser
utilizado também como laboratório) ;
Sala de apoio ao Pibid;
Equipamentos de multimídia, como Notebook, Datashow e TV com
entrada HDMI.
Biblioteca;
Internet Wi-Fi com acesso para todos;
Copa de apoio para os estudantes;
Banheiros e bebedouros;
Área de convivência social para intervalos e café;
Laboratório de Ensino de Matemática de Aquidauana (LEMAq) e
Laboratório de Estudos e Pesquisas em Matemática (LEPEM) que
funcionam no mesmo espaço físico;
Auditório Paulo Corrêa com capacidade para 105 pessoas.

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13. PLANO DE INCORPORAÇÃO DOS AVANÇOS TECNOLÓGICOS AO ENSINO


DE GRADUAÇÃO

Os avanços tecnológicos educativos são ferramentas que se apresentam


como um novo meio para a produção de conhecimentos, inovação e motivação no
processo ensino. A utilização de tecnologias modernas e de didáticas diversificadas
pode assim aperfeiçoar a qualidade do processo formativo e da produção do
conhecimento. Neste ínterim, tanto de forma presencial como a distância o processo
educativo deve ser emancipador ao passo que coloca o discente, supervisionado
pelo professor, em ambientes de aprendizado como salas de aula, ambientes
virtuais, laboratórios, empresas e locais de ação social que contribuem com a
experiência dos discentes em sua trajetória acadêmica.
Esses ambientes são mediados por tecnologias educacionais, tanto as
mais reconhecidas como aulas expositivas, explicações, discussões etc., como as
mais recentes como as aulas remotas por vídeo, os materiais didáticos disponíveis
no AVA, os jogos locados na Internet, a projeção de slides para subsidiar
conhecimentos a serem expostos e discutidos, dentre outros. As disciplinas da
Estrutura Curricular preveem a utilização de softwares matemáticos, enfocando
exploração destes para o ensino da Matemática na Educação Básica e para
atividades de aplicação da Matemática, a fim de desenvolver e aprimorar as
habilidades necessárias para as novas tecnologias, visando estimular a sua
utilização na vida prática e profissional dos alunos.
Mesmo com tecnologias recentes e antigas, a experiência acadêmica se
realiza de forma multimetodológica, otimizando as formas que melhor se adequam
ao aprendizado do discente com o melhor que cada docente pode oferecer em
termos metodológicos, técnicos e científicos. A comunicação entre professor e
discente pode ser medida de diversas formas e se ampliam além das trocas
presenciais como a utilização de TICs, incluindo nesses o Siscad, redes sociais,
páginas oficiais, dentre outros.
Além disso, a rede Eduroam disponível a todos os discentes permite que
eles utilizem Internet e acessem os periódicos e bancos de teses e dissertações que
em outras redes são limitadas e/ou pagas, permitindo acesso aos periódicos de
maior impacto científico na área da matemática e educação matemática em termos
mundiais.
Neste contexto de mudanças de difícil dimensionamento, estão sendo
adotadas políticas inovadoras para a transmissão e produção do conhecimento,
entre as quais, destacam-se:
1. A criação e adequação dos espaços pedagógicos;
2. A inserção da plataforma MOODLE nas práticas de ensino presencial;
3. A implementação de projetos de ensino de graduação concernentes ao
desenvolvimento de ações inovadoras de ensino-aprendizado; e
4. A realização de eventos relacionados à Inovação Tecnológica.
A UFMS entende que os avanços tecnológicos contribuem
essencialmente para aprimorar as políticas e diretrizes pedagógicas e corroborar
para o incentivo e o fortalecimento do ensino, da pesquisa e da extensão.
Tendo em vista a evolução das tecnologias na sociedade, faz se
necessário pensar em formas de incorporá-las às políticas pedagógicas. Para
possibilitar o acesso à informação, destaca-se a apresentação dos documentos dos
cursos (PPC, modelos de requerimentos e tutoriais para solicitações diversas,
sobretudo de matrículas), bem como de atividades dos cursos, como projetos e
estudos desenvolvidos em iniciação científica, PIBID, RP e TCC, na página
institucional do Curso.
A UFMS também disponibiliza acesso a uma biblioteca virtual (minha

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biblioteca) por meio da qual os acadêmicos podem acessar livros da bibliografia


básica, complementar ou indicados pelos docentes para o desenvolvimento de
atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Na universidade, os acadêmicos possuem acesso ao WI-FI possibilitando
que esse material possa ser acessado inclusive por equipamentos celulares, de
modo que as novas tecnologias possam contribuir para o processo de ensino-
aprendizagem. A incorporação dos avanços tecnológicos deve ocorrer a partir do
planejamento, que deve ser suportado por três eixos:
1. Pelo plano de capacitação dos servidores docentes e técnico-
administrativos para o uso de novas tecnologias no ensino;
2. Renovação dos equipamentos e softwares;
3. Disponibilização de tutoriais on-line para capacitação em serviço de
docentes e servidores técnico administrativos no uso de novas tecnologias.

14. CONSIDERAÇÕES FINAIS

A formação inicial de professores de Matemática, especialmente face às


mudanças desencadeadas a partir das Diretrizes Curriculares, é foco de discussões
no interior do Curso visando melhorias e mudanças do modelo até então vigente.
Sabendo que a educação básica é a referência principal para a formação dos
profissionais da educação, entende-se que devemos oferecer a base da formação
do futuro professor de Matemática, para que ele tenha condição suficiente para
desenvolver-se e consolidar seus conhecimentos com o exercício da profissão.
O Projeto Pedagógico do Curso de Matemática-Licenciatura considera o
contexto educacional do momento, buscando o desenvolvimento das capacidades
para a docência em todos os momentos do Curso e aproximar as metodologias e
procedimentos de ensino ao que se espera que o futuro professor desenvolva no
espaço escolar.
Assim, na perspectiva de integração, trabalho coletivo e constante
avaliação, é que se pretende desenvolver o presente Projeto Pedagógico.

15. REFERÊNCIAS

- D’AMBROSIO, Ubiratan. Sociedade, cultura, matemática e seu ensino. Educ.


Pesqui. [online]. 2005, vol.31, n.1, pp.99-120. ISSN 1517-9702.
http://dx.doi.org/10.1590/S1517-97022005000100008.
- HADJI, Charles. A avaliação, regras do jogo. 4.ed. Portugal: Porto, 1994.
- PIMENTA, Selma Garrido (Org.). Saberes Pedagógicos e Atividade Docente. São
Paulo: Cortez, 1999.
- PIMENTA. Selma G. A didática como mediação na construção da identidade do
professor - uma experiência de ensino e pesquisa na licenciatura. In: ANDRE, Marli
e OLIVEIRA, Maria Rita (orgs). Alternativas no ensino de didática. Campinas SP,
Papirus, 1997
- RUIZ, M J F. O papel do professor: Uma contribuição da filosofia da educação e do
pensamento freriano à formação do professor. Revista IBERO AMERICANA, nº 33.
ISSN. 1022-6508. 2003.

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