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Camda de enlace
Redes locais
Lembrando que uma LAN é uma rede de computadores concetrada em uma área
geográfica, tal como um prédio ou um campus universitário
Quando um usuário acessa a Internet a partir de um campus universitário ou de
uma empresa, o acesso é quase sempre feito por meio de uma LAN.
Acesso se dá do hospedeiro para a LAN, para roteador par aa Internet
Velocidades de uma LAN:
A velocidade de transmissão, R, da maioria das LAN´s é muito alta.
No início da década de 1980 eram comuns LAN´s de 10 Mbps.
Hoje, as LAN´s possuem velocidades de 100 Mbps e até 1 Gbps e 10 Gbps.
Classes de tecnologias LAN´s:
Classe das LAN´s Ethernet – LAN´s 802.3 – redes de acesso aleatório.
Classe das LAN´s com tecnologias de passagem de permissão:
a) Token Ring – 802.5; e
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b) FDDI – interface de dados distribuída de fibra
¢Em uma rede LAN token ring, os N nós da LAN (hospedeiros e roteadores) estão
conectados em um anel por enlaces diretos.
A topologia do anel define a ordem de passagem de permissão.
Quando um nó obtém a permissão e envia um quadro, este se propaga ao redor
do anel inteiro, criando, dessa maneira, um canal virtual de transmissão
broadcast.
À medida que o quadro se propaga, o nó de destino lê esse quadro no meio de
transmissão da camada de enlace.
O nó que envia o quadro tem a responsabilidade de remover o quadro do anel.
A FDDI foi projetada para LANs de alcance geográfico maior, incluindo as
denominadas redes de área metropolitana (MAN´s).
Para LANs de grande alcance geográfico (muitos quilômetros), é ineficiente
permitir que um quadro se propague de volta ao nó remetente para que este
remova-o.
A FDDI faz com que o nó de destino remova o quadro do círculo.
Lembre-se: A FDDI não é um canal broadcast puro, pois nem todos os nós
recebem todos os quadros transmitidos.
2) CAMADA DE ENLACE
2.6) Endereçamento na camada de enlace
Os nós são endereçados na camada de Rede e na camada de Enlace. Por que
endereçar nós nestas duas camadas?
Protocolo de Resolução de Endereços (Address Resolution Protocol – ARP) –
provê um mecanismo que habilita os nós a traduzirem endereços de IP (camada
de Rede) para endereços da camada de Enlace.
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Endereços MAC
Na verdade, não é o nó que possui endereço de camada de enlace, e sim seu
adaptador.
Um endereço da camada de enlace também é denominado endereço de LAN, ou
endereço físico, ou endereço MAC.
Para a maior parte das LANs (Ethernet e 802.11 sem fio), o endereço MAC tem 6
bytes de comprimento, o que dá 2^48 possíveis endereços MAC.
São expressos em notação hexadecimal.
São endereços permanentes, ou seja, quando um adaptador é fabricado, um
endereço MAC é gravado na ROM do adaptador.
Não podem existir endereços MAC repetidos. Então, como isto é possível?
Resposta: O IEEE gerencia o espaço físico de endereços MAC. Quando uma
empresa quer fabricar adaptadores, compra, por uma taxa nominal, uma parcela
do espaço de endereços que consiste em 2^24 endereços.
O IEEE aloca a parcela de 2^24 endereços fixando os primeiros 24 bits de um
endereço MAC, permitindo que a empresa crie combinações exclusivas com os
últimos 24 bits para cada adaptador.
Exemplo: A1:BF:31:14:FB:A0
Fabricante / Numero Sequencial
O endereço MAC tem uma estrutura linear e nunca muda, não importando para
onde vá o adaptador.
O endereço IP tem uma estrutura hierárquica (isto é, uma parte que é da rede e
uma parte que é do hospedeiro). O endereço de IP precisa ser mudado quando o
hospedeiro muda de lugar.
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Analogia:
CPF – análogo ao endereço MAC
Endereço postal – análogo ao endereço IP
Repare que ambos endereços são indispensáveis ao ser humano.
A mesma coisa acontece com os endereços de MAC e IP, ambos são
indispensáveis para os nós da rede.
Quando um adaptador precisa enviar um quadro(frame) para algum adaptador de
destino, o remetente insere no quadro o endereço MAC do destinatário e envia o
quadro para dentro da LAN.
Se a LAN utilizar transmissão broadcast (ex: 802.11), o quadro será recebido e
processado por todos os adaptadores na LAN.
O adaptador interessado receberá o quadro e o passará para cima na pilha de
protocolo.
Os adaptadores não interessados nem passarão o quadro para a camada acima
(camada de Rede).
E se o adaptador remetente deseja que todos os adaptadores da LAN recebam e
processem um quadro?
Neste caso, o adaptador remetente insere um endereço de broadcast MAC
especial no campo do endereço do destinatário do quadro:
FF-FF-FF-FF-FF-FF
ARP – Protocolo de resolução de endereço
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Como existem endereços de camada de Rede (IP) e endereços de camada de
enlace (MAC), é preciso fazer a tradução de um para o outro.
Como mostrado na figura a seguir, cada nó tem um único endereço MAC (notação
hexadecimal) e um único endereço IP (notação decimal).
Suponha que o nó com endereço de IP 222.222.222.220 queira mandar um
datagrama IP para o nó 222.222.222.222.
Reparem, os nós remetente e destinatário estão na mesma LAN.
O que o ARP faz?
Então, como o nó remetente determina o endereço MAC para o nó com endereço
IP 222.222.222.222?
R: Através do Protocolo de Resolução de Endereço.
O módulo ARP no nó remetente recebe como entrada o endereço de IP
222.222.222.222 e retorna como saída o endereço MAC correspondente 49-BD-
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D2-C7-56-2A.
ou seja: placa de rede que faz a transferência (par trançado é justamente
conectado na Placa de rede)
Diferença entre o ARP e o DNS
Vemos que o protocolo ARP, que converte um endereço de IP para um endereço
MAC, é análogo ao protocolo DNS, que converte nomes de hospedeiros para
endereços IP.
A diferença é:
a) O DNS converte nomes de hospedeiros para máquinas em qualquer lugar da
Internet;
b) O ARP converte endereços de IP apenas para os nós mesma sub-rede.
Como o ARP funciona?
Cada nó (hospedeiro ou roteador) tem em sua RAM uma tabela ARP, que contém
mapeamentos de endereços IP para endereços MAC.
A tabela abaixo mostra como seria uma tabela ARP no nó 222.222.222.220.
O que é TTL?
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R: Valor de tempo de vida, que indica quando cada mapeamento será apagado da
tabela.
Sendo assim, a tabela ARP não contém necessariamente um registro para cada nó
da sub-rede (alguns nós podem ter tido registros que já expiraram, ao passo que
outros nós podem jamais ter sido registrados).
O tempo estimado de remoção de um registro desde sua inserção é de 20
minutos.
Suponha que o nó 222.222.222.220 queira enviar um datagrama para o nó
222.222.222.222 e a tabela ARP do remetente não tiver o registro do nó de
destino naquele momento.
Neste caso, o nó remetente monta um pacote especial denominado ARP Query.
A finalidade deste pacote de consulta ARP é pesquisar todos os outros nós na
sub-rede para determinar o endereço MAC correspondente ao endereço IP que
está sendo convertido.
O nó 222.222.222.220 passa um pacote de consulta ARP ao seu adaptador
juntamente com uma indicação de que o adaptador deve enviar o pacote ao
endereço MAC FF.FF.FF.FF.FF.FF (broadcast).
Analogia: A consulta ARP equivale a uma pessoa gritar em um escritório cheio de
divisórias de alguma empresa: “Qual é o CPF da pessoa cujo endereço é divisória
13, sala 112, AnyCorp, Palo Alto, Califórnia?”
O nó que atender a condição, ou seja, seu endereço de IP combinar com o
endereço de IP solicitado no pacote de consulta ARP, devolverá um pacote ARP
de resposta ao nó que fez a consulta.
Assim o nó de consulta pode atualizar sua tabela ARP e enviar seu datagrama.
O ARP é do tipo plug-and-play, a tabela ARP de um nó é construída
automaticamente, não sendo necessário ser configurada por um administrador de
sistemas.
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E o envio de datagrama para um nó de outra sub-rede?
Analisemos a figura abaixo:
Pontos a serem analisados na figura anterior
Temos um rede simples constituída de duas sub-redes interconectadas por um
roteador.
Há dois tipos de nós: hospedeiros e roteador.
Cada hospedeiro tem exatamente um endereço de IP e um adaptador
Um roteador tem um endereço de IP para cada uma de suas interfaces e para
cada interface, há um módulo ARP e um adaptador.
O roteador da figura anterior tem duas interfaces, dois endereços de IP, dois
módulos ARP e dois adaptadores (cada um com seu endereço MAC).
A sub-rede 1 tem endereços de rede 111.111.111/24 e a sub-rede 2 tem endereços
de rede 222.222.222/24.
Como o hospedeiro 111.111.111.111 vai enviar um datagrama para o hospedeiro
222.222.222.222?
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1) O hospedeiro 111.111.111.111 passa o datagrama para seu adaptador, indicando
para o mesmo o endereço MAC apropriado. Qual endereço MAC ele indicaria?
Seria 49-BD-D2-C7-56-2A? Errado!
2) Neste caso, para um datagrama ir de 111.111.111.111 até um nó da sub-rede 2, ele
deverá ser enviado primeiramente à interface de roteador 111.111.111.110. Então, o
endereço MAC apropriado é E6-E9-00-17-BB-4B. E como o hospedeiro de
destino consegue este endereço MAC? Através do ARP, é claro!
3) O adaptador do roteador na sub-rede1 verifica que o quadro da camada de
enlace está endereçado a ele e, por conseguinte, o passa para a camada de rede
do roteador. Assim, o datagrama IP foi transportado com sucesso do hospedeiro
de origem para o roteador.
4) E para levar o datagrama do roteador até o destino?
5) O roteador tem de determinar a interface correta para a qual o datagrama deve
ser repassado (se o roteador tivesse outras interfaces). Isto acontece pela
consulta a uma tabela de repasse no roteador (veremos mais tarde).
6) A tabela de repasse indica o roteador para o qual o datagrama deve ser
repassado via interface de roteador 222.222.222.220.
7) Essa interface então passa o datagrama ao seu adaptador, que o encapsula em
um novo quadro e o envia para a sub-rede 2.
8) Dessa vez, o endereço MAC de destino do quadro é 49-BD-D2-C7-56-2A. E
de onde o roteador obtém esse endereço MAC de destino? Do ARP, é claro!
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2.7) Ethernet
A Ethernet praticamente tomou conta do mercado de LANs com fio.
Na década de 80 e início de 90, ela enfrentou muitos desafios de outras
tecnologias LAN, tais como token ring, FDDI e ATM.
Mas desde sua invenção (meados da década de 70) a Ethernet continuou a
crescer e desenvolver, continuando dominante no mercado.
Por que o sucesso da Ethernet ?
Os administradores de rede acostumados com as sutilezas da Ethernet relutaram
em mudar de tecnologia.
As tecnologias token ring, FDDI e ATM são mais complexas e mais cara que a
Ethernet.
As versões criadas da Ethernet sempre tiveram velocidades iguais ou até mais
altas que as outras tecnologias (Ethernet comutada iniciada na década de 90).
O hardware para Ethernet (hubs, adaptadores e comutadores) se tornou
mercadoria comum de custo baixo.
Quem criou a tecnologia Ethernet?
Em meados da década de 70, por Bob Metcalfe e David Boggs.
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Note que a LAN Ethernet original usava um barramento para interconectar os nós.
Essa topologia persistiu durante a década de 80 e parte de década de 90
(Ethernet 10Base2 – cabo coaxial fino.
Atualmente quase todas as instalações Ethernet utilizam a topologia em estrela
(ver figura seguinte).
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Estrutura do quadro Ethernet?
O quadro Ethernet é mostrado na figura abaixo:
Embora a carga útil do nosso quadro Ethernet seja um datagrama IP, o quadro
também pode carregar outros pacotes de camada de rede.
Vamos considerar o envio de um datagrama IP de um hospedeiro a outro, estando
os dois na mesma LAN.
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Endereço MAC do adaptador do remetente – AA-AA-AA-AA-AA-AA;
Endereço MAC do adaptador do destinatário – BB-BB-BB-BB-BB-BB.
O adaptador remetente encapsula o datagrama IP dentro de um quadro Ethernet e
passa o quadro à camada física.
O adaptador receptor recebe o quadro da camada física, extrai o datagrama IP e o
passa para a camada de rede.
Campos do quadro Ethernet
Campo de Dados (46 a 1.500 bytes) – este campo carrega o datagrama IP. A
unidade máxima de transferência (MTU) da Ethernet é 1.500 bytes. Caso o
datagrama exceda, o hospedeiro deverá fragmentar o datagrama.
O tamanho mínimo do campo de dados é 46 bytes. Se o datagrama for menor, o
campo de dados deverá ser “recheado” (stuffing). A camada de Rede usa o
datagrama descarta o recheio.
Endereço de destino (6 bytes) – Esse campo contém o(s) endereço(s) MAC do
adaptador de destino, no caso do nosso exemplo, BB-BB-BB-BB-BB-BB.
Quando o adaptador de destino receber este quadro ou outro quadro com
endereço broadcast (FF-FF-FF-FF-FF-FF), este passará para a camada de
rede. Caso receba um quadro com outro endereço MAC diferente, ele o
descartará.
Endereço da fonte (6 bytes) – Esse campo contém o endereço MAC do adaptador
que transmite o quadro para a LAN, no caso do nosso exemplo, AA-AA-AA-AA-
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AA-AA.
Campo de tipo (2 bytes) – Esse campo de tipo permite que a Ethernet multiplexe
protocolos de camada de rede. Para entender isso, é preciso ter em mente que
hospedeiros podem usar outros protocolos de camada de rede, além do IP (Novell
IPX ou Apple Talk).
Quando o quadro chega ao adaptador do destino, este precisa saber qual
protocolo de camada de rede ele deve passar (demultiplexar).
Verificação de redundância cíclica (4 bytes) – a finalidade deste campo é
permitir que o adaptador receptor detecte se algum erro foi introduzido no
quadro, isto é, se os bits do quadro foram trocados (0 por 1 e vice-versa). Isto
pode acontecer devido a atenuação da amplitude do sinal e ruídos.
Preâmbulo (8 bytes) – o quadro Ethernet começa com um campo de preâmbulo
de 8 bytes. Cada um dos primeiros 7 primeiros bytes do preâmbulo tem um valor
de 10101010; o último byte é 10101011.
O primeiros 7 bytes do preâmbulo servem para “despertar” os adaptadores
receptores e sincronizar seus relógios com o relógio do remetente.
Campo Preâmbulo do quadro Ethernet
Por que os relógios poderiam estar fora de sincronia? O adaptador do nó
remetente pode transmitir o quadro a 10Mbps, 100Mbps ou 1Gbps, dependendo
do tipo de LAN Ethernet.
Como nem tudo é perfeito, o adaptador do remetente não irá transmitir o quadro
exatamente na mesma velocidade do adaptador do destinatário.
Sempre haverá uma variação em relação à velocidade, e esta não é conhecida a
priori pelos outros adaptadores da LAN.
Campos do quadro Ethernet
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Os primeiros 7 bytes servem para fazer esta sincronização. Os dois últimos bits
do oitavo byte (11) alertam o adaptador do destinatário de que “algo importante”
está chegando.
Quando o adaptador do destinatário percebe os dois 1s consecutivos, sabe que
os próximos 6 bytes são o endereço de destino.
TECNOLOGIAS ETHERNET – 10BaseT e 100BaseT
a)Tecnologias mais conhecidas em 2004 – (T de pares de fios Trançados):=;
b)Usam dois pares de fios trançados de cobre (um par para transmitir e outro para
receber) em topologia estrela;
c)Velocidades de transmissão – 10Mbps e 100Mbps;
d)Cada adaptador tem conexão direta ponto a ponto com o hub (comprimento da
conexão de até 100 metros;
TECNOLOGIAS ETHERNET – 10BaseT e 100BaseT
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e) Hoje, há muitos adaptadores Ethernet de 10/100 Mbps (podem ser usados nas
duas redes);
f) A 100BaseT utiliza par trançado de categoria 5 (Cat5).
g) Ambas as tecnologias Ethernet podem empregar enlaces de fibra (prédios
distantes de um campus).
TECNOLOGIAS ETHERNET – Gigabit Ethernet
a) A rede Gibabit Ethernet é uma extensão dos padrões 10Mbps e 100Mbps;
b) Oferecendo uma velocidade bruta de 1.000Mbps;
c) Usa o formato padrão do quadro Ethernet e é compatível com as tecnologias
10BaseT e 100BaseT;
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d) Permite enlaces ponto-a-ponto (usam comutadores), bem como canais
broadcast compartilhados (usam hubs);
e) Utiliza CSMA/CD para canais broadcast compartilhados;
f) Permite operação full-duplex a 1.000Mbps em ambas as direções para canais
ponto-a-ponto;
g) Assim como a 10BaseT e a 100BaseT, a Gigabit possui topologia estrela
(usando hub ou comutador);
h) Geralmente usada como backbone para interconectar múltiplas LANs de
10BaseT e 100BaseT;
i) Opera inicialmente com fibra, mas pode utilizar o par trançado Cat5.
10-Gigabit Ethernet
A 10-Gigabit Ethernet ampliou ainda mais a popular tecnologia Ethernet com
produtos que surgiram em 2001;
Velocidade 10.000Mbps.
2.8) Interconexões: Hubs
O modo mais simples de interconectar LANs é utilizar hubs.
A figura a seguir mostra três departamentos de uma universidade
interconectados.
Cada um dos três departamentos tem uma Ethernet 10BaseT.
Cada hospedeiro tem uma conexão ponto-a-ponto com o hub do departamento.
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HUBS
Um 4º hub (hub de backbone), tem conexões ponto-a-ponto com os hubs do
departamento.
A figura mostra um projeto de hub multinível, pois os hubs são arranjados
hierarquicamente.
Cada uma das parcelas departamentais da LAN é chamada de segmento de LAN.
Um hub é um dispositivo da camada Física.
Limitações de se usar um hub backbone
1)Todos os hospedeiros dos três segmentos de LAN pertencem ao mesmo
domínio de colisão, pois estão conectados por um hub.
2)Um hub é considerado um repetidor, portanto, o uso de um hub de backbone
impede a conexão de segmentos de LAN com tecnologias Ethernet diferentes
(10BaseT, 100 baseT, etc.) – acontecerá um buffer de quadros no ponto de
interconexão.
3)Como há limite de máquinas em cada domínio de colisão, há restrições quanto
ao número de hospedeiros neste tipo de LAN.
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2.8) Interconexões: Comutadores (switch)
Dispositivo da camada de Enlace, pois agem sobre quadros Ethernet.
Repassam quadros com base em endereços da LAN de destino (MAC).
Quando um quadro chega à interface de um comutador, este examina o endereço
MAC de destino do quadro e tenta repassá-lo para a interface que leva a esse
destino.
Comutadores - switches
Cada segmento de LAN é um domínio de colisão.
Comutadores permitem comunicação interdepartamental, preservando ao mesmo
tempo, domínios de colisão isolados para cada departamento.
Eles podem interconectar diferentes tecnologias de LAN Ethernet.
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Não há limites ao tamanho possível de uma LAN quando são usados comutadores
para interconectar segmentos de LAN.
Exemplo de uma rede institucional que utiliza uma combinação de hubs,
comutadores Ethernet e um roteador
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