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Relatório Pêndulo Simples G2

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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FLUMINENSE

LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA NATUREZA

KAIKENAI
KAI KENAIVIRGILIO
VIRGILIO
LÁZARO BERNARDO
LÁZARO BERNARDO
MARIA
MARIA GABRIELA
GABRIELA DA
DA SILVA
SILVA
LUÉSLIA RIBEIRO SILVA
LUIZA JURDINO GOMES
KAYLANNE DAS DORES

RELATÓRIO DE EXPERIMENTAÇÃO NO ENSINO DE CIÊNCIAS:


DISPERSÃO NAS MEDIDAS. PÊNDULO SIMPLES

Campos dos Goytacazes


Campos
Julho, 2025
Mês, ano
RELATÓRIO DE EXPERIMENTAÇÃO NO ENSINO DE CIÊNCIAS
Fonte 12; maiúscula em negrito

2linhasembranco, espaçode1,5do
títuloaosubtítulo
1. IDENTIFICAÇÃO
Fonte12; maiúsculaemnegrito

Fonte12emnegrito
Título: Dispersão nas medidas. Pêndulo Simples.
Discente(s):
Kai Kenai Virgilio
Lázaro Bernardo
Maria Gabriela da Silva
Luéslia Ribeiro Silva
Luiza Jurdino Gomes
Kaylanne das Dores
Docente:
Ricardo Antônio Machado Alves
Unidade Curricular: Experimentação em Física.
Curso: Licenciatura em Ciências da Natureza
Período: 15-07-2025
Objetivo: Investigar o período de um pêndulo simples e analisar a dispersão e os
erros nas medidas experimentais.

2. INTRODUÇÃO 2 linhas em branco, espaço de 1,5

Em nosso dia a dia, encontramos alguns objetos que vaivém (oscilam) como
ponteiro de relógio, balanço num playground, objetos de decoração presos ao teto.
Aos objetos de massa m, com volume pequeno pendurados por uma linha com
comprimento l, de massa desprezível e que sofrem a ação da gravidade, chamamos
de pêndulo simples. Analisando esse movimento de ida e volta, podemos observar
que ele é previsível, constante, o que nos possibilita analisar ideias importantes da
física, como o período, a frequência, a aceleração gravitacional e os erros.
E qual a importância de se estudar um pêndulo simples? Essa é a primeira
dúvida que surge na cabeça de um estudante num primeiro contato com a disciplina.
Entender a aplicabilidade dessa experimentação.
Através da experimentação com pêndulo simples fica, simples aprender alguns
conceitos importantes da física (movimento oscilatório, gravidade...), nos permitiu
padronizar o tempo, portanto é utilizável na tecnologia atual, nos permite medir a
aceleração da gravidade com ferramentas simples, ajuda a evitar ressonâncias
(algumas oscilações perigosas que podem derrubar estruturas), permite analisar o
andamento musical com metrônomos, observar os movimentos periódicos das órbitas
na astronomia, dentre outras diversas aplicabilidades no nosso dia a dia.
E qual a utilidade prática de se medir a gravidade em um determinado local? A
gravidade varia conforme o local em que você estiver no planeta, isso ocorre por
alguns motivos como a elevação (na montanha a altitude é menor), posição geográfica
(nos polos a terra é mais achatada, por isso a gravidade é maior), cavidade, água,
petróleo, minerais. Logo, a medição da gravidade local serve para buscar petróleo,
identificar cavernas, acompanhar vulcões, terremotos, ajustar trajetória de satélites,
dentre muitas outras utilidades cotidianas.

2.1 OBJETIVO
Fonte 12; maiúscula sem
negrito

Determinar o tempo de oscilação de um pêndulo simples e entender as


imprecisões pertecentes à aferição.

3. MATERIAIS E MÉTODOS

3.1 MATERIAIS UTILIZADOS


Foram utilizados os seguintes materiais para a prática realizada:

Pêndulo Simples
Bcronômetro Digital
Calculadora
Papel e Caneta

3.2 PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

Utilizou-se a o pêndulo simples disponibilzado em laboratório, 2 membros da


equipe mediram a altura entre o meio do objeto e o nó da linha (l =1,885m), outro ficou
responsável por deslocar o fio em 20°, outro mebro responsável por verificar de frente
se a linha estava posicionada no ângulo corretamente. Outro por cronometrar o tempo
de oscilação e anotar. Após colhermos os dados nos reunimos para calcular.

Dados obtidos,

Comprimento= l =1,885m

Ângulo= Θ=20º

Tempo de 5 Período (T)


oscilações em
segundos
13,41s 2,68
13,89s 2,78
13,74s 2,75
13,75s 2,75
13,55s 2,71

2,68+2,78+2,75+2,75+2,71
Logo após, calculamos o período médio 𝑇𝑚= 5
= 2,74s
Depois de encontrado o tempo médio, calculamos o desvio absoluto de cada
Medida:

Δ𝑇1= I 2,68 – 2,74 I = 0,06s


Δ𝑇2= I 2,78 – 2,74 I = 0,04s
Δ𝑇3= I 2,75 – 2,74 I = 0,01s
Δ𝑇4 = I 2,75 – 2,74 I = 0,01s
Δ𝑇5= I 2,71 – 2,74 I = 0,03s

0,06+0,04+0,01+0,01+0,03 0,15
ΔT= = = 0,03s
5 5

Após encontrar o desvio absoluto calculamos a aceleração da gravidade (g)


2𝜋2 𝑙 4 . 3,142 . 1,88 4 . 9,86 . 1,88 74,17
g= 𝑇 2 = 𝑇2
= 7,50
= 7,50
= 9,89 m/s2

O valor da gravidade deve ser próximo de 9,8 m/s 2, pois é o valor médio da
aceleração da gravidade na superfície da tera. A aceleração da gravidade que
2
encontramos no experiemnto foi de 9,89 m/s , valor bem próximo do esperado. Isso
siginifica que no laboratório qualquer corpo em queda livre aumentaria a sua
velocidade em 9,89 m/s.

4. CONCLUSÃO

Através da experimentação, encontramos o valor satisfatório de 9,89 m/s² para


a aceleração da gravidade, que está bem próximo do valor teórico de 9,80 m/s². Isso
mostra que o experimento foi realizado com bastante cuidado e que os resultados
foram consistentes. Esse tipo de atividade nos ajuda a compreender de fato o que
estamos estudando. As diferenças encontradas apontam a necessidade de repetir as
medições para diminuir as chances de erros.

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