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Música Barroca

A música barroca abrange o período cultural na Europa do século XVII até 1750, caracterizada pelo uso do baixo contínuo, harmonia tonal e desenvolvimento de formas musicais novas. Compositores como Claudio Monteverdi, Johann Sebastian Bach e Antonio Vivaldi foram fundamentais, e a música instrumental ganhou destaque, levando à formação da orquestra moderna. Este período também se destacou pela representação emocional e pela inovação na notação e técnicas musicais.

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Música Barroca

A música barroca abrange o período cultural na Europa do século XVII até 1750, caracterizada pelo uso do baixo contínuo, harmonia tonal e desenvolvimento de formas musicais novas. Compositores como Claudio Monteverdi, Johann Sebastian Bach e Antonio Vivaldi foram fundamentais, e a música instrumental ganhou destaque, levando à formação da orquestra moderna. Este período também se destacou pela representação emocional e pela inovação na notação e técnicas musicais.

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Música barroca

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Música barroca é toda música ocidental correlacionada com a época cultural homónima na
Europa, que vai desde o surgimento da ópera por Claudio Monteverdi, no século XVII, até à morte
de Johann Sebastian Bach, em 1750.[1]

Concerto Kuninkaantien muusikot Turun


tuomiokirkossa 2020. Na imagem, observa-se
um grupo finlandês especializado em música
antiga, num concerto com instrumentos
barrocos.

Trata-se de uma das épocas musicais de maior extensão, fecunda, revolucionária e importante
da música ocidental, e provavelmente também a mais influente. As características mais
importantes são o uso do baixo contínuo, do desejo e da harmonia tonal, em oposição aos
modos gregorianos até então vigente. Na realidade, trata-se do aproveitamento de dois modos:
o modo jônio (modo "maior") e o modo eólio (modo "menor").

Do Período Barroco na música surgiu o desenvolvimento tonal, como os tons dissonantes por
dentro das escalas diatônicas como fundação para as modulações dentro de uma mesma peça
musical; enquanto em períodos anteriores, usava-se um único modo para uma composição
inteira causando um fluir incidentalmente consonante e homogêneo da polifonia. Durante a
música barroca, os compositores e intérpretes usaram ornamentação musical mais elaboradas
e ao máximo, nunca usada tanto antes ou mais tarde noutros períodos, para elaborar suas
ideias; fizeram mudanças indispensáveis na notação musical, e desenvolveram técnicas novas
instrumentais, assim como novos instrumentos. A música, no Barroco, expandiu em tamanho,
variedade e complexidade de performance instrumental da época, além de também estabelecer
inúmeras formas musicais novas. Inúmeros termos e conceitos deste Período ainda são usados
até hoje.

Giovanni Paolo Pannini: Festival de música


oferecido pelo Cardeal de La
Rochefoucauld no Teatro Argentina em
Roma a 15 de Julho de 1747 por ocasião do
casamento do delfim de França Luís XV
(1747), Musée du Louvre, Paris. Pode ver-
se uma orquestra nas nuvens em frente ao
palco.[2]

A música barroca representa uma época na história da música erudita ocidental que sucede à
música do Renascimento e se estende desde o início do século XVII até aproximadamente
meados do século XVIII. As principais características desta longa e heterogénea era musical são
a representação do afeto (a atribuição de tipos de representação musical a estados de espírito
específicos), o estilo concertato (a interação de grupos sonoros heterogéneos) e o baixo
contínuo (as vozes melódicas são contrastadas por uma voz grave, notada com números para
indicar os acordes a tocar). Daí a sugestão do termo "período do baixo cifrado". A música
instrumental emancipou-se da música vocal no período barroco, e isso também deu origem à
orquestra no seu sentido moderno.

O início do período barroco na música foi marcado por volta de 1600 pela invenção da monodia
(canto a solo ou voz instrumental a solo com acompanhamento) e do recém-emergente género
ópera em Itália, com o seu principal representante Claudio Monteverdi. O estilo dramático e
emocionalmente carregado foi transferido para a música instrumental por Girolamo Frescobaldi
e adaptado às características da língua alemã na Alemanha por Heinrich Schütz.

Após esta fase inicial, o Alto Barroco teve início por volta de 1640 em Itália, com um carácter
mais lírico e maior suavidade formal, com Francesco Cavalli como compositor de óperas,
Giacomo Carissimi de oratórios e, mais tarde, Arcangelo Corelli com música para cordas. Em
França, um estilo barroco independente, com maior ênfase na dança, foi estabelecido por Jean-
Baptiste Lully, em cujas óperas, em contraste com o estilo italiano, a expressividade do canto é
contida. Em Inglaterra, Henry Purcell combinou influências de Itália e França com a tradição
local e as peculiaridades da pronúncia inglesa. Na Alemanha, a escola organística do norte da
Alemanha, importante também para a música vocal sacra, com Dietrich Buxtehude com um dos
maiores representantes.

No período barroco tardio, a partir de cerca de 1690, a combinação dos estilos nacionais
desenvolvidos no Alto Barroco desempenhou um papel significativo, em França com François
Couperin, na Alemanha com Georg Philipp Telemann e em Inglaterra com Georges Frideric
Handel. A tensão entre as relações tonais passou a ser utilizada para desenvolver formas de
grande escala, como a forma ritornello (com uma marcação recorrente chamada ritornello) em
Antonio Vivaldi. Na década de 1720, inicia-se uma mudança estilística com melodias mais
detalhadas e uma redução da polifonia (várias vozes compostas por partes independentes)
surgiu pela primeira vez na década de 1720 na ópera italiana, com Leonardo Vinci e Giovanni
Battista Pergolesi. Jean-Philippe Rameau apresentou a primeira Teoria da Harmonia (a teoria da
sucessão de harmonias de várias notas). Domenico Scarlatti, compositor espanhol de sonatas
para teclado, tornou-se também um precursor do Classicismo ao romper com a continuidade
barroca. Ao mesmo tempo, a densidade estrutural de Johann Sebastian Bach, que também
serviu de modelo aos compositores clássicos, serve de contraponto. A morte de Bach, em 1750,
é frequentemente citada como o fim da era.

A música barroca serviu sobretudo para representar a nobreza e a igreja. Os músicos estavam
organizados em guildas ou trabalhavam com contratos de trabalho permanentes. Este tipo de
empreendimento musical só se tornou perceptível em meados do século XVIII, numa indústria
musical em que a burguesia estava cada vez mais envolvida.

O apogeu da música instrumental

Pela primeira vez na história, música e instrumento estão em perfeita igualdade. Nesse período
a instrumentação atinge sua primeira maturidade e grande florescimento. Pela primeira vez
surgem gêneros musicais puramente instrumentais, como a suíte e o concerto. Nesta época
surge também o virtuosismo, que explorar instrumento musical... Johann Sebastian Bach e
Dietrich Buxtehude foram os maiores virtuoses do órgão. Jean-Philippe Rameau, Domenico
Scarlatti e François Couperin eram virtuoses do cravo. Antonio Vivaldi e Arcangelo Corelli eram
virtuoses no violino.

A época das orquestras de câmara

O barroco foi a época de máximo desenvolvimento de instrumentos como o cravo e o órgão,


mas também surgiram várias peças para grupos pequenos de instrumentos, que iam de três até
nove instrumentistas.
História

Início do Barroco (c. 1580 — c. 1630)

Muitas das inovações associadas com a música Barroca foram estimuladas por um desejo
contínuo, já evidente durante o Renascimento, de recuperar a música da antiguidade clássica.
Os grego antigos haviam escrito repetidamente sobre os poderes da música de incitar paixões
nos ouvintes. Entretanto, os poucos manuscritos de música Grega antiga conhecidos na época
eram pouco compreendidas, o que permitiu muita especulação sobre a sua natureza. Ao final do
século XVI, um grupo de poetas, músicos e nobres, entre eles Vincenzo Galilei, Giulio Caccini e
Ottavio Rinuccini, passaram a se reuinir na casa do Conde de Vernio (Giovanni de' Bardi) em
Florença, com a finalidade de discutir assuntos relacionados às artes, e em especial a tentativa
de recriar o estilo de canto dos dramas Gregos antigos.

Dos encontros da Camerata Fiorentina, como este grupo passou a ser conhecido, surgiu um
estilo musical que estabelecia que o discurso era o aspecto mais importante na música. O ritmo
da música deveria ser derivado da fala, e todos elementos musicais contribuiam para descrever
o afeto representado no texto, sistematizando-se a chamada doutrina dos afetos, de grande
influência para o desenvolvimento da música barroca. Portanto, este estilo, que logo foi
conhecido como seconda pratica para contrastar com a polifonia renascentista tradicional ou
prima pratica, era composto por uma única parte vocal acompanhada por uma parte
instrumental.

Esse acompanhamento era chamado de baixo contínuo, e consistia de uma única melodia
anotada, sobre a qual um grupo de instrumentos adicionavam as notas necessárias para
preencher a harmonia implícita no baixo, frequentemente assinaladas através de cifras
indicando os intervalos apropriados. O baixo continuo estabeleceu uma polaridade entre os
registros extremos: a melodia aguda e o linha do baixo eram os elementos essenciais, e as
partes intermediárias eram deixadas ao gosto dos intérpretes. Nos anos 1630, esta combinação
passou a ser designada pelo termo monodia, um estilo que se encontra entre a fala e o canto.
Essa flexibilidade permitiu que os solistas ornamentassem as melodias livremente sem precisar
se preocupar com regras de contraponto, permitindo assim que demonstrarem suas habilidades
virtuosísticas. Para tirar máximo proveito da capacidade de cada instrumento ou da voz, os
compositores começaram a desenvolver escritas idiomáticas para cada meio, ao contrário da
música renascentista onde as partes poderiam ser executadas intercambiavelmente com
instrumentos ou com voz ou com a boca

Não é possível dizer que o início do Barroco já apresentava um sistema tonal definido, porém se
observa uma preferência gradual pelas escalas diatônicas maiores ou menores, e um maior
senso de centro de atração tonal. A emergência da seconda pratica não significou que a tradição
polifônica havia sido suplantada; ambos estilos coexistiram por todo o período barroco. Claudio
Monteverdi publicou madrigais escritos em ambas práticas, e a mesma flexibilidade na escrita
também teve lugar na air de cour francesa.

A monodia, combinada com a nova técnica do recitativo, finalmente permitiu aos compositores
escrever uma ópera, ou seja, um drama cantado do início ao fim. A ópera L'Orfeo de Monteverdi
de 1607 é usualmente considerada a primeira obra a combinar música e drama
satisfatoriamente. Na Alemanha, Heinrich Schütz adaptou as novas técnicas para alguns de
seus motetos sacros policorais, e foi o compositor da primeira ópera alemã, Dafne (1627).

A maior parte da música instrumental publicada nesta época são as suítes de danças em vários
movimentos e as variações sobre transcrições de obras vocais (geralmente intituladas
canzonas, partitas ou sonatas) ou sobre baixos ostinatos (chacona ou passacaglia). Gêneros
livres, como a fantasia e a tocata para instrumentos de teclado também faziam parte destas
coleções.

Particularidades do estilo barroco

Desenvolvimento extenso do uso da polifonia e contraponto. Os acordes tem uma ordem


hierárquica em suas progressões tonais, tanto funcional como cadencial.[3] que definem a
tonalidade progressiva do barroco musical. A harmonia era acompanhada e definida pelo basso
continuo criando uma necessidade do intérprete de ser um virtuoso na arte do período para não
deixar a musicalidade se desviar do aspecto tonal da época - visto que quase sempre o basso
continuo não era escrito e chamava pela improvisação, dando então o dom de virtuosidade a
quem melhor improvisasse.
O contraponto era intenso, especialmente na forma de tema e variação. A modulação tonal na
música barroca é freqüente. Devido a incapacidade física de um cravo prover dinâmicas
variadas a arte da música barroca voltava a habilidade da performance em termos de
articulação. Entre outras particularidades dos estilos desenvolvidos na música barroca, incluem-
se:

Monodia;

homofonia com uma voz diferente cantando por cima do acompanhamento, como nas árias
italianas;

Expressões mais dramáticas, como na ópera.

Combinações de Instrumentações e vozes mais variadas em conjunto a oratórios e cantatas

Notes inégales (Francês para "notas desiguais") usadas. Técnica barroca que envolvia o uso
de notas pontuadas que eram usadas para substituir notas não pontuadas, dentro de um
mesmo tempo que alternavam entre duração de valores longos e curtos;
a ária (curta peça cantada em uma cantata, ou instrumental na suíte);

o Ritornello (símbolo que significa o retorno a certo trecho da música);

o concertante (o estilo que contrasta entre a orquestra e os instrumentos solo, ou pequeno


grupo de instrumentistas);

instrumentação precisa anotada (no período anterior, a Renascença, a partitura raramente


listava os instrumentos);

Escrita Idiomática (Linha melódica escrita para um instrumento específico)

Notação musical para interpretação virtuosa, tanto instrumental como vocal

ornamentação

Desenvolvimento profuso na tonalidade da música ocidental (escala maior e menor)

cadenza, uma seção ad lib nas cadências das partituras para o virtuoso improvisar.

Estilos

Compositores barrocos escreveram em diversos gêneros musicais; incluem-se diversos estilos


inovadores para a época. A ópera foi inventada na Renascença, mas foi no Barroco que
Alessandro Scarlatti, Handel e outros desenvolveram grandes obras. O oratório chegou a grande
popularidade com Bach e Handel; ambos a opera e o oratório usavam forma musical
semelhantes, tal como o uso da ária da capo.

Na música litúrgica, a Missa e os motetos não foram tão importantes, mas a cantata prosperou,
principalmente nos trabalhos de Bach e outros compositores protestantes. Música para o
organista virtuoso floriu, com o uso das tocatas, fugas, e outros trabalhos.

Sonatas instrumentais e suítes para dança foram escritas para instrumentos individuais, para
grupos de música de câmara, e pequenas orquestras. O concerto emergiu, tanto na forma para o
intérprete solista como para orquestra, assim como o concerto groso qual um grupo pequeno de
solistas criam simultaneamente um contraste com um grupo maior que intercalam suas partes
com perguntas e respostas do diálogo melódico. A Abertura francesa com o seu típico contraste
de seções rápidas e outras lentas, adicionaram grandeza a muitas cortes nas quais eram
apresentadas.

As obras para teclado eram algumas vezes escritas para grupos maiores. Novamente, existe um
grande número de obras de Bach escrita tanto para os instrumentos solo, como concertos e o
mesmo tema se apresenta em arranjos de concerto para orquestra, ou suíte. Grandes trabalhos
de Bach que culminaram na música da Idade Barroca inclui: O Cravo Bem Temperado, as
Variações Goldberg, e a Arte da Fuga.
Vocal

Ópera
Zarzuela

Opera seria

Opera comique

Opera-ballet

Mascarada

Oratório

Paixão (música)

Cantata

Missa (música)

Hino

Monodia

Estilo coral
clássica

bizarra

Instrumental

Concerto grosso

Fuga

Suíte
Allemande

Courante

Sarabanda

Gigue

Gavota

Minueto

Sonata
Sonata da câmara

Sonata da chiesa
Sonata em trio

Partita

Canzona

Sinfonia

Fantasia

Ricercar

Tocata

Prelúdio

Chacona

Passacaglia

Prelúdio Coral

Stylus fantasticus

bateria

Compositores

Alemanha

O barroco alemão iniciou-se com Heinrich Schütz (1585-1672), considerado o "pai da música
alemã". Johann Hermann Schein (1586-1630), Samuel Scheidt (1587-1654) e Michael Praetorius
(1571-1621), contemporâneos de Heinrich Schütz, também são bastante notáveis nessa época.

Na primeira metade do século XVIII, destacaram-se Johann Sebastian Bach, Georg Friedrich
Händel e Georg Phillipp Telemann, seguidos por Johann Pachelbel, Johann Jakob Froberger e
Georg Muffat.

Diz-se que Johann Sebastian Bach foi o maior compositor do barroco alemão (e um dos mais
importantes da história da música), por ter esgotado todas as possibilidades da música barroca.
Sua morte é considerada como o ponto final do Período Barroco.

Itália

Na Itália, o nome mais destacado foi Antonio Vivaldi, autor de numerosos concertos, óperas e
oratórios. A ele é atribuída a composição da série de concertos As Quatro Estações,
provavelmente a mais difundida de todas as peças desse período. Foi o responsável por
estabelecer definitivamente a forma do concerto, que continua a ser composta até os dias
atuais.

Claudio Monteverdi foi considerado o "pai da ópera". A ele é atribuído o mérito de ter introduzido
e popularizado o gênero, que já vinha sendo desenvolvido desde Jacopo Peri, com as obras
Dafne e Euridice. Monteverdi também é o autor da ópera mais antiga ainda hoje representada:
L'Orfeo, obra que conta a história do amor proibido de dois seres.

Outros compositores do barroco italiano foram Arcangelo Corelli e Domenico Scarlatti – este
último, o maior expoente da música para cravo desse período.

França

A tradição musical do barroco francês deu-se principalmente com Juvens St Louis, que
introduziu a ópera francesa, e Jean-Philippe Rameau, que desenvolveu obras para cravo. Outro
compositor importante do período foi François Couperin, autor de peças musicais sacras.

Portugal e Brasil

No Brasil, Antônio José da Silva, o Judeu, escreveu notáveis obras posteriormente musicadas
por Antonio Teixeira, com quem trabalhou em óperas como "As variedades de Proteu", quando
se encontrava em Portugal.

Em Portugal, também Francisco António de Almeida e João Rodrigues Esteves trabalharam no


domínio da Ópera e das obras vocais. Carlos Seixas destacou-se no campo da literatura para
tecla, com mais de 700 sonatas, inovando também no reportório orquestral, com uma "Abertura
em Ré Maior" em estilo francês, uma "Sinfonia em Si bemol Maior" em estilo italiano e um
"Concerto para cravo e orquestra em Lá Maior", um dos primeiros exemplares do género na
Europa e um contributo original para o desenvolvimento do Barroco.

Linha do tempo

Ver artigo principal: Compositores do Barroco

Esta é uma linha do tempo com os principais e mais influentes compositores barrocos,
separados por período e estética musical.
Principais compositores do período barroco

William Byrd

Claudio Monteverdi

Heinrich Schütz

Jean-Baptiste Lully

Dieterich Buxtehude
Marc-Antoine Charpentier

Heinrich Ignaz Franz von Biber

Johann Pachelbel

Arcangelo Corelli

Henry Purcell

Alessandro Scarlatti

François Couperin

Tomaso Albinoni

Antonio Vivaldi

Georg Philipp Telemann

Jean Philippe Rameau

Johann Sebastian Bach

Domenico Scarlatti

Georg Friedrich Händel

Giovanni Battista Sammartini

Giovanni Battista Pergolesi

Juvens St Louis

Orquestras e grupos barrocos na atualidade

Allegretto

Divino Sospiro

Hespèrion XXI

Jordi Savall

La Petite Bande

Ver também

Barroco, o período;

Arquitetura barroca;

Escultura barroca;
Literatura barroca;

Pintura barroca.

Revivalismo da música antiga

Referências

1. Palisca 2001.

2. Peter Hersche: Excursus: The Audience. In: Peter Hersche, Siegbert Rampe (orgs.): Social
History of Baroque Music. Laaber-Verlag, Laaber 2018 (= Manual de Música Barroca, Volume
6), ISBN 978-3-89007-875-5, pp. 159–171, aqui 163.

3. Estas progressões tonais mudam do costumário medieval e renascentista I, iii, vi, V, para o
Barroco, I, IV, V, ii, V, IV, I

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