Ergonomia e gestão do design: perspectivas multidisciplinares na concepção de
produtos de moda
Human factors and design management: multidisciplinar’s perspective in the
fashion product’s conception
Lucimar de Fátima Bilmaia Emídio
Mestranda em Desenho Industrial - FAAC/UNESP/Bauru
DOCENTE/UEL/LONDRINA-PR -
[email protected] Marizilda dos Santos Menezes
Doutora em Estruturas Ambientais Urbanas
PPGDI/FAAC/UNESP – Campus Bauru –
[email protected] Palavras-chave: ergonomia, moda, gestão do design
Resumo: Este trabalho propõe uma reflexão em torno das contribuições da ergonomia e da gestão do design no processo
de desenvolvimento de produtos de moda. Para tanto, apresenta-se um trabalho de revisão abordando a relação da
ergonomia e da gestão do design no sentido de contemplar os atributos humanos e do sistema de produção de moda.
Key-words: human factors, fashion, design management
Abstract: This work considers a reflection around of the ergonomics contributions and the design management in the
process of fashion product’s development. For in such a way, a revision work is presented approaching the relation of
the ergonomics and the design management in the direction to contemplate the human attributes and the fashion
production system’s.
1. Introdução
O sucesso projetual de produtos de moda SILVA & RADICETTI (2004) dizem que os
depende de inúmeros fatores. Isto demanda a fatores variáveis da estratégia de mercado do
busca de forma multidisciplinar por outras áreas vestuário são o desempenho de uso, o conforto,
do conhecimento para a resolução de problemas.
Neste sentido, a ergonomia é entendida como o estilo, o conteúdo de moda, estética, e o preço
uma área do conhecimento essencial para dos produtos. Em seguida, como ações de
potencialização de projetos de produtos de apoio, vêm o marketing, o canal de distribuição
moda, pois possibilita ao designer direcionar o e política de vendas.
projeto para o usuário, intervindo para a
melhoria de sua performance com base em Para os mesmos, a gestão do design possui o
critérios ergonômicos. objetivo de traduzir esses fatores em
características do produto e processos, que são
MORAES & MONT’ALVÃO (2000, apud garantidos por metodologias, técnicas de projeto
RODRIGUES & SILVA, 2004) afirmam que “a e desenvolvimento, utilizando ferramentas de
ergonomia ampliou progressivamente o campo estilismo, ergonomia, antropometria,
de seus fundamentos científicos”, passando a modelagens e ensaios, através da simulação da
atuar em “diversos momentos dos sistemas e utilização pelos clientes, reproduzindo as
subsistemas que integram homens, máquinas, condições reais.
produtos, trabalho e ambiente”.
Desta forma, o conceito de “Gestão do Design” No entanto a história da moda mostra que por
está se solidificando enquanto ferramenta de muito tempo a usabilidade de seus produtos
gestão empresarial e segundo RODA & esteve sacrificada pelo fenômeno da estética.
ZANDONÁ FILHO (2004) a definição do
conceito “Gestão do Design de Moda” envolve Circunstâncias sócio-culturais impuseram fortes
obrigatoriamente questões relacionadas com limitações para análise e aplicação dos
inovação, modernidade da empresa e aspecto de princípios da ergonomia nos referidos produtos.
planejamento do negócio que busquem a
diferenciação do produto. Historicamente a moda surge no momento em
Tais conceitos são considerados fundamentais que o ser humano passa a valorizar-se pela
para a atuação do design de moda focado aos distinção dos demais por meio do aspecto
novos paradigmas organizacionais, que dão exterior.
ênfase ao design como ferramenta estratégica,
voltada à competitividade e a satisfação dos Segundo LIPOVETSKY (1989), trata-se de um
usuários. fenômeno social de caráter temporário que
descreve a aceitação e disseminação de um
Assim, uma empresa que produz artigos do padrão ou estilo, pelo mercado consumidor, até
vestuário deve ter uma cultura tanto de gestão, a sua massificação e conseqüente obsolescência
quanto de projeto de produto (PIRES, 2004), o como diferenciador social”.
que exige do profissional designer, uma atuação
estratégica que contemple a gestão eficaz e O mesmo autor afirma ainda que “a moda além
eficiente deste processo, considerando não só as de ser um fenômeno social e cultural, é uma
necessidades dos usuários, mas também da linguagem que se exprime em termos artísticos,
empresa que o produz. através dos quais erradia idéias,
comportamentos e sentimentos. Age de
Por isso, o objetivo deste estudo, é propor uma múltiplas maneiras, buscando subsídios no
reflexão em torno das contribuições da passado e adaptando-os ao presente, fazendo
ergonomia e da gestão do design para o uma leitura dos fatos contemporâneos e
processo de desenvolvimento de produtos de passíveis de fomentar a sua atenção,
moda. antecedendo fatos, desejos e sensações”.
Para discussão dos assuntos abordados e para Hoje, porém é possível evidenciarmos que os
melhor compreender as demandas atuais investimentos voltados para a área de moda,
referentes aos produtos de moda, optou-se por deixaram de ser somente uma questão estética,
um trabalho de revisão, abordando a moda a para se tornarem uma questão estratégica, que
ergonomia e a gestão do design no seus leva em consideração também a saúde e o bem-
contextos multidisciplinares. estar do usuário.
2. Revisão Bibliográfica Pois, o consumidor incontestavelmente
apresenta-se insaciável por produtos que além
2.1. Moda: evolução estratégica em prol da de contemplar valores estéticos, proporcionem
saúde e bem estar do usuário conforto, praticidade e possuam qualidade.
O indivíduo concretizou várias formas de Assim é importante fazermos referência à
abrigos, entre elas a mais portátil e próxima em indústria têxtil, que vem contribuindo no
relação a seu corpo foi a vestimenta, detentora desenvolvimento de maquinários, processos de
da qualidade de objeto móvel, anatômico, que fiação, tecelagem e estamparia, principalmente
estabelece um vínculo íntimo com seu usuário, no desenvolvimento de novas fibras. Podemos
permeando todas as relações existentes entre ele citar como exemplo, tecidos de barreira contra
e seu entorno (LEITE; GUERRA, 2002). água, tecidos anti-chama, imitações de matérias-
primas naturais, tecidos que mudam de cor com
a temperatura do corpo, tecidos anti-bacterianos, minimizar problemas decorrentes do mau
entre muitos outros. dimensionamento das áreas de interface.
De acordo com CALDAS (2004), estes Contudo, a desigualdade de medidas humanas
progressos em materiais e tecnologias ocorrem entre os indivíduos, bem como das diferenças
no sentido de levar a produtos com entre gênero, etnias, raças prejudicam os dados
características desejadas. Por isso, nesta busca de base fundamentais para a concepção de
pelo funcional, prático, simples e confortável, a produtos de moda que satisfaçam
indústria têxtil deu passos definitivos. ergonomicamente os usuários.
Para GRAVE (2004), “vestir não é só proteger, Com isso, a modelagem dos produtos do
agasalhar, embelezar, resguardar as partes vestuário deve ser adaptada às formas humanas,
pudicas, mas é um procedimento complexo, que de forma a integrar ao cotidiano do usuário
visa além de preservar a saúde e a pudicícia, atendendo particularidades que visem melhoria
facilitar as funções motoras, sensitivas e auxiliar para a sua qualidade de vida, junto a aplicações
o ser humano nos seus aspectos psicológicos, gerais que contemplem atributos técnicos e de
mecânicos, na saúde, nos cuidados e, acima de aplicação de materiais.
tudo, na prevenção predisposta a preservar uma
das facetas visíveis, que compõem a complexa Portanto, para o designer de moda, uma das
unidade humana”. mais importantes práticas é a de conhecer os
materiais existentes e suas possibilidades de
A mesma autora salienta que as peças do aplicação.
vestuário vêm sendo bem consideradas e
estudadas por várias ciências, entre elas, a Por isso, o profissional designer que atua nesta
biomecânica, a fisiologia, a psicologia e a área deve conhecer as tecnologias disponíveis
tecnologia mostrada na área esportiva que, com para o desenvolvimento de produtos que possam
a eficiência da união, cria modernidades ser absorvidos por um público determinado. Sua
inteligentes com o mesmo propósito, como preocupação deve centrar-se não apenas na
pranchas de vidro, bicicletas futuristas e tecidos comercialização do produto, mas na
inteligentes que visa melhorar o desempenho do funcionalidade e nos benefícios que possam
atleta. proporcionar ao usuário, ainda que, sobretudo
no design de moda, esses benefícios sejam
atributos intangíveis (TREPTOW, 2003).
2.2- Variáveis e condicionantes envolvidas na
concepção de produtos de moda Neste sentido a autora RECH (2002) diz que as
características que orientam a qualidade do
“Produtos são artefatos concebidos, produzidos, produto de moda se iniciam na definição e
comercializados e usados por pessoas por conta análise das matérias-primas (fibras, fios,
de suas propriedades e funções que podem tecidos), passando pelas fases de criação,
desempenhar” ROOZEMBURG & EECKELS desenvolvimento, confecção e acabamento e sua
(1995, p.3 apud VAN DER LIN, 2004). interação com o consumidor, no uso diário.
A proposição de produtos de moda é Outro fator também importante a ser
apresentada de acordo com as medidas considerado no desenvolvimento de produtos de
corporais do ser humano baseada nas medidas moda é que o mesmo seja conduzido por uma
antropométricas existentes. metodologia de projeto. ULRICH E EPPINGER
(1995, apud SABINO NETO, MERINO et al,
Assim, a antropometria, sendo uma ramificação 2004) consideram a importância da metodologia
da ergonomia é a disciplina que mais pode projetual por três razões: primeiro, contribuem
contribuir para esta adequação por intermédio para que o processo decisório seja racional,
dos parâmetros dimensionais que visam evitando a continuação do projeto com
informações não fundamentadas; segundo, próprio design estratégico, cujo nível de decisão
funcionam como checklists, assegurando que as reside no que fazer. A função e a ação são,
etapas fundamentais foram executadas e respectivamente, o design tático e operacional,
terceiro, favorecem a documentação das os projetos de design propriamente ditos, cujo
atividades, estruturando um histórico que nível de decisão está em como fazer. Os
poderá ser utilizado pela equipe de projetos em objetivos, metas ou fins da empresa podem ser a
desenvolvimentos futuros. diferenciação e inovação como vantagem
“O uso de métodos sistemáticos poderá competitiva proporcionada pelo design, o que
contribuir significativamente na canalização das responde a pergunta para que fazer.
variáveis que envolvem um problema de design,
reduzindo o risco de se tomar decisões Ressaltam ainda, que conforme consenso na
incoerentes, durante o processo de literatura administrativa da estratégia, uma
desenvolvimento de produtos” organização se distingue em um mercado ao
(MONTEMEZZO, 2002 p.25). diferenciar sua oferta de alguma forma.
2.3. Gestão do design Portanto, para CEZIMBRA (2004) a gestão do
design deve tratar as etapas de um produto,
Para MOZOTA (2000, apud MARTINS & tendo sempre a visão do todo e em
MERINO, 2003), a Gestão do Design conformidade com os objetivos já previstos no
acompanha as evoluções da administração, que planejamento, ao mesmo tempo em que tratará a
passou de um modelo taylorista para uma gestão de cada etapa do processo, necessitando
organização inteligente e flexível, que encoraja da integração entre as tarefas ou setores.
tomada de decisões de risco, autonomia e a
iniciativa, orientada ao usuário, gestão por Com base no exposto, a gestão do design, é
projetos e qualidade total, ajudando a mudança proposta nesta reflexão como uma alternativa de
da cultura organizacional. contribuir para que as indústrias da área de
moda encontrem soluções técnicas e gerenciais
Uma visão de mercado vem intensificando-se a no desenvolvimento de seus produtos, voltados
partir do momento em que as empresas à competitividade e ao bem estar do usuário.
perceberam a necessidade de estabelecer
raciocínios estratégicos como forma de 3. Discussão
permanecerem competitivas (GALLARZA &
POFFO, 2004). “Nada está mais próximo do corpo que a roupa”
(CALDAS, 2004).
Para MINTZBERG (2001, apud MARTINS &
MERINO, 2004) não existe uma definição Assim, é importante ressaltar que a roupa deve
universalmente aceita para estratégia, mas a ser entendida neste trabalho de acordo com
define como “plano que integra as principais DAHER (2001), como “ a materialização,
metas, políticas e seqüências de ações de uma elemento visível e palpável pelo qual a moda se
organização em um todo coerente (...) se bem manifesta”.
formulada ajuda a ordenar e alocar os recursos
de uma organização (...) com base em suas Portanto, considera-se conforme
competências e deficiências internas, mudanças MONTEMEZZO (2003), que tanto para o
no ambiente antecipada e providências produto do vestuário com conteúdo de moda,
contingentes realizadas por oponentes quanto o que não possui, haverá sempre um
inteligentes”. usuário com características físicas, fisiológicas,
psíquicas e sociais a serem consideradas no
Por isso, segundo MARTINS & MERINO projeto, e certamente influenciarão na
(2004), um modelo de gestão do design como organização e integração das qualidades
ferramenta estratégica, deve ter como objetivo, técnicas, ergonômicas e estéticas da solução
visão, função e ação. Para os autores, a visão é o oferecida.
Assim, uma reflexão em torno da ergonomia e Cabe aqui também fazer referência as principais
da gestão do gestão do design como alternativas relações tecnológicas presentes na indústria
multidisciplinares no processo de têxtil, que vem trabalhando cada vez mais em
desenvolvimento de produtos de moda mostra- prol do conforto, desempenho, segurança, bem-
se pertinente pela presente necessidade de um estar, praticidade e sustentabilidade.
olhar orientado para o processo.
Neste sentido SUONO et al. (2005) diz que o Além disso, não se pode contestar as afirmações
campo da ergonomia pode apresentar grandes de KRUGER (2004) de que a moda esta na
contribuições no que diz respeito à prevenção de moda e não pode mais ser separada das
erros, trazendo com isso melhoria no sociedades contemporâneas, e que não é por
desempenho de um sistema homem-informação isso que ela deva ser estudada, mas sobretudo,
presente na indústria de moda. por ser um fenômeno complexo, que possui
inúmeras facetas, muitas até então
Além disso, evidencia-se que a ergonomia não desconhecidas pela maioria dos estudiosos
está apenas limitada à antropometria, mas
atende muitos outros atributos críticos para sua 4. Considerações Finais
utilização com sucesso pelos usuários, e se
considerarmos ainda os conceitos macro Esta reflexão possibilitou evidenciar que as
ergonômicos contribui também para a qualidade demandas atuais inerentes aos produtos de
de vida dos indivíduos envolvidos na estrutura moda, não permitem que singularmente se opere
organizacional das indústrias de moda. nesta área de atuação.
No que se refere à gestão do processo de Desta forma, para um campo de atuação como o
desenvolvimento de produto de moda, da moda, em que os objetivos e os meios são
evidenciou-se a sua importância para área, bem expostos à modificações aceleradas e
como sua complexidade, devido ao caráter ininterruptas, é coerente pensar em alternativas
dinâmico, a influência nas demais atividades da multidisciplinares, que objetivem os atributos
empresa e a quantidade de informações de humanos e do sistema de moda.
natureza econômica e tecnológica, manuseadas
durante esse processo, que sofre freqüentes Por isso torna-se imprescindível que as
mudanças no ambiente empresarial. empresas reconheçam a necessidade do designer
atuar integrado às estratégias do negócio e aos
Assim, as proposições dos autores trabalhados demais processos da empresa, para garantir que
possibilitaram evidenciar que o profissional parâmetros projetuais, aqui destacado a
designer de moda deve orientar suas ações ergonomia, recebam a atenção desejável durante
projetuais, com base em diferentes subsídios a projetação e produção dos produtos.
correspondentes a quase todos as esferas que
envolvem a empresa, especificamente as 5. Referências Bibliográficas
tecnológicos, econômicas e humanas e que as
possibilidades de intervenção ergonômicas para CALDAS, Dario. Observatório de sinais :
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Neste sentido EMÍDIO et al. (2005) diz que pela
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