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ETEC DE PRAIA GRANDE

EXTENSÃO BALNEÁRIO MARACANÃ

Curso técnico de segurança do trabalho

Tema: Mercado Comum dos Países do Leste e Sul da África –


COMESA, Comunidade
Andina das Nações – CAN e Liga Árabe.

Abraão Andrade Dantas de Pontes


Davi Moreira Cruz Lira João
Lorrarah Deodato Souza Guerra
Kaio Rodrigues Vilhena Miranda
Nycole Breda do Nascimento

PRAIA GRANDE
2025
Abraão Andrade Dantas de Pontes
Kaio Rodrigues Vilhena Miranda
Nycole Breda do Nascimento
Davi Moreira Cruz Lira João
Lorrarah Deodato Souza Guerra

Pesquisa de geografia ETEC de


Praia Grande, orientado pelo
professor Rodrigo, como
requisitos para orientação de
menção.

PRAIA GRANDE
2025
RESUMO
O presente trabalho aborda diferentes blocos econômicos regionais, destacando seus
objetivos, características, benefícios e desafios. O estudo analisa o Mercado Comum da
África Oriental e Austral (COMESA), a Comunidade Andina de Nações (CAN) e a Liga
Árabe, enfatizando sua importância para a integração econômica, política e social entre
os países membros. Foram discutidas questões como, a facilitação da circulação de
pessoas e a adoção de tarifas externas comuns. Dessa forma, conclui-se que os blocos
analisados representam instrumentos fundamentais para o fortalecimento das relações
internacionais e para o desenvolvimento regional.

Palavras-chave: Integração econômica. Blocos regionais. Comércio internacional.


Desenvolvimento.
COMESA – COMMON MARKET FOR EASTERN AND SOUTHERN AFRICA
Mercado Comum para a África Oriental e Austral, conhecido pela sigla COMESA
(Common Market for Eastern and Southern Africa), é uma organização regional que
visa a integração econômica entre países da África Oriental e Austral. O objetivo
principal é promover o desenvolvimento econômico e a prosperidade dos seus estados-
membros através da criação de uma área de livre comércio e outras formas de
cooperação econômica.
Estados-membros:
O COMESA é composto por 21 estados-membros, incluindo países da África Oriental,
Austral e até mesmo do Norte da África, como Egito e Líbia.
História:
O COMESA foi estabelecido em 1994, substituindo a Área de Comércio Preferencial
(PTA) que existia desde 1981.
Objetivos:
Além da criação de uma zona de livre comércio, o COMESA busca promover a
integração econômica regional, o desenvolvimento de recursos e humanos, e o
fortalecimento da cooperação entre seus membros.
Implicações:
O COMESA é um dos pilares da Comunidade Econômica Africana e tem trabalhado
para expandir sua zona de livre comércio, incluindo membros de outros blocos
econômicos africanos, como a Comunidade da África Oriental (CAO) e a Comunidade
para o Desenvolvimento da África Austral (SADC).
Outras iniciativas:
O COMESA também explora outras áreas de cooperação, como um regime comum de
vistos para impulsionar o turismo.
Como funcionam SADC e COMESA
A Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) promove a integração
econômica regional por meio de uma área de livre comércio, onde cerca de 20% do
comércio total é intrarregional. Para facilitar a circulação de pessoas, a SADC adotou o
Protocolo de Facilitação da Movimentação de Pessoas, que elimina gradualmente
obstáculos à mobilidade, incluindo a possibilidade de entrada sem visto por até 90 dias
para cidadãos dos países membros. Além disso, alguns Estados-membros já aboliram
totalmente a exigência de visto para cidadãos da SADC, enquanto outros oferecem
isenções ou facilitam o processo de obtenção de visto. A migração laboral é comum em
setores como construção, agricultura e mineração, e as remessas enviadas pelos
migrantes contribuem significativamente para as economias locais.
O Mercado Comum da África Oriental e Austral (COMESA) é composto por 19 países
e possui uma zona de livre comércio consolidada, com um mercado interno robusto que
abrange mais de 385 milhões de habitantes. O COMESA visa facilitar o comércio e a
integração econômica, e está avaliando a implementação de um visto comum para
promover o turismo e a circulação de pessoas entre os membros. Esse bloco busca
ampliar o comércio intrarregional e fortalecer a cooperação econômica entre os países
participantes.

Benefícios de um mercado comum:


Crescimento econômico:
A livre circulação de bens e serviços e a competição entre empresas dos países membros
podem gerar maior crescimento econômico e desenvolvimento.
Aumento do comércio:
A eliminação de barreiras comerciais facilita o fluxo de mercadorias e serviços entre os
países, impulsionando o comércio.
Maior competitividade:
A concorrência entre empresas de diferentes países pode levar a maior eficiência e
inovação.
Cooperação:
A integração econômica promove a cooperação entre os países membros em diversas
áreas, como política, social e cultural.
Desafios de um mercado comum:
Harmonização de políticas:
É necessário harmonizar as políticas econômicas e regulamentações entre os países
membros, o que pode ser complexo e demorado.
Assimetrias:
Países com economias muito diferentes podem enfrentar dificuldades na integração,
sendo necessário medidas para reduzir as assimetrias.
Perdas de empregos:
A livre circulação de pessoas e a concorrência podem levar a perdas de empregos em
setores menos competitivos.
Em resumo, um mercado comum é um estágio avançado de integração econômica entre
países, que busca promover a livre circulação de bens, serviços, pessoas e capitais, além
de adotar políticas comuns, visando o crescimento econômico e o desenvolvimento
conjunto.
CAN – COMUNIDADE ANDINA DE NAÇÕES

Figura 1 - Bandeira da Comunidade Andina


de Nações.
A Comunidade Andina de Nações (CAN), é um
bloco econômico do tipo União Aduaneira que foi
fundado em 26 de maio de 1969 por países da
América do Sul.
Foi por meio do “Acordo de Cartagena” que surgiu o
bloco que até 1996 era chamado de Pacto Andino.
Disponível em:
Os países que fazem parte da Comunidade Andina de
[Link]
Nações atualmente são: a Bolívia, Colômbia,
dade-andina-de-nacoes-pacto-andino.
Equador e Peru. A Venezuela e o Chile embora antes
fossem membros, não pertencem mais à Comunidade Andina de Nações. A Venezuela,
que era membro desde 1973, saiu da
Figura 2 – Países membros da CAN.
comunidade em 2006, fazendo parte mais tarde
do Mercosul. O Chile entrou em 1969 e
permaneceu até 1976.

Disponível em:
[Link]

PAÍSES ASSOCIADOS E OBSERVADORES

Figura 3 – Países associados e observadores da CAN.

Disponível em: [Link]


de-nacoes
Além dos países
membros, a Comunidade Andina apresenta países associados (nações que, embora não
participem de forma completa dos acordos, mantêm um nível de cooperação), como o
Brasil, Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai.
Além dos países associados, tem-se os países observadores (países que acompanham as
atividades do bloco): México, Marrocos, Espanha, Turquia, Grécia, República
Dominicana e Panamá.

CARACTERÍSTICAS E OBJETIVOS

Figura 3 – Representação de PIB.


O principal objetivo da CAN é
desenvolver a economia, a política, os
campos social e cultural através da
integração dos países envolvidos. Além da
integração, propõe a cooperação e a
melhoria da qualidade de vida da
população. Com cerca de 120 milhões de
habitantes, o PIB da Comunidade é
aproximadamente 400 bilhões de dólares,
sendo o país de maior relevância
Disponível em: socioeconômica a Colômbia, com o maior
[Link]
PIB e população entre os países membros.
Como União Aduaneira, a Comunidade Andina de Nações elimina as tarifas internas e
adota uma Tarifa Externa Comum (TEC). Isso significa que eles aplicam a mesma tarifa
sobre produtos importados de países de fora do bloco.
Alguns dos órgãos responsáveis pela execução do bloco são a Corte Andina de Justiça,
o Parlamento Andino e o Conselho Andino de Ministros das Relações Exteriores.

LIGA ÁRABE

A Liga Árabe (ou Liga dos Estados Árabes) é uma


organização internacional que reúne diversos países
árabes do mundo. Ela tem como objetivo o
desenvolvimento dos países árabes. Historicamente, a
Liga esteve ligada às discussões importantes do
mundo árabe, como situações econômicas e conflitos
militares. Ela está estruturada por meio de um
Conselho e de organizações temáticas. O Brasil
possui grande proximidade, especialmente em termos
econômicos, com os países árabes.
A história da Liga Árabe foi iniciada no final da primeira metade do século XX. Nesse
contexto histórico, na tentativa de formar um bloco organizado de países árabes, a
organização foi criada oficialmente em 22 de março de 1945.
Historicamente, esse agrupamento teve um papel de protagonismo na discussão das
questões árabes, com destaque para o desenvolvimento econômico e o cenário militar. A
Liga Árabe foi criada justamente para ampliar as discussões sobre as relações
internacionais entre os países árabes, bem como para fomentar ainda mais a união
interna e a proposição de soluções de questões políticas, econômicas e militares em
comum.

Países membros:
Arábia Saudita, Síria, Marrocos, Egito, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Iêmen,
Kuwait, Catar, Jordânia, Tunísia, Omã, Líbano, Sudão, Somália, Iraque, Líbia, Djibuti,
Mauritânia, Argélia, Comores
Além dos países-membros oficiais, a Liga Árabe possui alguns países observadores. São
eles: Armênia, Brasil, Eritreia, Índia e Venezuela.

Figura 2 - Países integrantes da Liga Árabe

Disponível em:
[Link]
arabe.

REFERÊNCIAS
MUNDO EDUCAÇÃO. Liga Árabe. Disponível em:
[Link] Acesso em: 12 ago. 2025.
TODAMATERIA. Comunidade Andina de Nações (Pacto Andino). Disponível em:
[Link] Acesso
em: 12 ago. 2025.
AFRICAN UNION – AU. Common Market for Eastern and Southern Africa
(COMESA). Disponível em: [Link] Acesso em: 12 ago. 2025.
WIKIPEDIA CONTRIBUTORS. Common Market for Eastern and Southern Africa. In:
WIKIPEDIA, The Free Encyclopedia. 2025. Disponível em:
[Link]
Acesso em: 12 ago. 2025.
SOUTHERN AFRICAN DEVELOPMENT COMMUNITY – SADC. Integration
Milestones: Common Market. Disponível em: [Link]
milestones/mercado-comum. Acesso em: 12 ago. 2025.
MTHETHWA, Bhekinkosi et al. The Movement of People and SADC Regional
Integration. Journal of Asian and African Studies, v. 54, n. 5, p. 711-726, 2019. DOI:
10.1177/0021909618822123. Disponível em:
[Link] Acesso em: 12 ago.
2025.
SOUTHERN AFRICAN RESEARCH AND DOCUMENTATION CENTRE –
SARDC. Towards the Smooth Movement of People Across SADC. Disponível em:
[Link]
movement-of-people-across-sadc. Acesso em: 12 ago. 2025.
BRASIL. Câmara dos Deputados. Portal da Câmara dos Deputados. Disponível em:
[Link] Acesso em: 12 ago. 2025.
BRASIL. Senado Federal. Portal do Senado Federal. Disponível em:
[Link] Acesso em: 12 ago. 2025.
TOTVS. Portal TOTVS. Disponível em: [Link] Acesso em: 12 ago.
2025.
FAZCOMEX. Portal Fazcomex. Disponível em: [Link] Acesso
em: 12 ago. 2025.
MERCOSUL. Portal Oficial do Mercosul. Disponível em: [Link]
Acesso em: 12 ago. 20
GAZETA DO POVO. Portal Gazeta do Povo. Disponível em:
[Link] Acesso em: 12 ago. 2025.
OBSERVATÓRIO DE REGIONALISMO. Portal Observatório de Regionalismo.
Disponível em: [Link] Acesso em: 12 ago. 2025.

RELATÓRIO DE PARTICIPAÇÃO
COMESA – Mercado Comum para a África Oriental e Austral
Responsáveis pela elaboração da pesquisa: Lorrarah Deodato e Nycole Breda.
CAN – Comunidade Andina de Nações
Responsáveis pela elaboração da pesquisa: Kaio Rodrigues e Davi Moreira.
Liga Árabe
Responsável pela elaboração da pesquisa: Abraão Andrade.

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