Universidade Zambeze Faculdade de Engenharia Agronómica & Florestal Departamento de Economia Agrária Curso: UC
Universidade Zambeze Faculdade de Engenharia Agronómica & Florestal Departamento de Economia Agrária Curso: UC
Discentes: Docente:
Anatércia Gabriel Antônio MSc. Leonel Josine
Nelissa Luís Belito
Francisco Dina Charles
Vanda Daniel Namugeca
E
1. INTRODUÇÃO......................................................................................................................5
1.1.1. OBJECTIVOS...................................................................................................................6
1.1.2. Geral..............................................................................................................................6
1.1.3. Específicos....................................................................................................................6
2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA...............................................................................................7
2.1. Histórico e Importância da Cenoura (Daucus carota subsp. sativus)..............................7
2.2. Origens e primeiras domesticações..............................................................................7
2.3. Expansão e variedades históricas.................................................................................7
2.5. Importância nutricional e cultural.................................................................................7
3. Características botânicas e fisiológicas...............................................................................8
3.1. Raiz tuberosa................................................................................................................8
3.2. Sistema foliar................................................................................................................8
3.3. Ciclo bianual.................................................................................................................9
3.4. Fotoperiodismo e sensibilidade climática.....................................................................9
4. Aspectos gerais....................................................................................................................9
4.1. Classificação botânica..................................................................................................9
4.2. Condições edafoclimáticas ideais...............................................................................10
4.3. Ciclos de desenvolvimento.........................................................................................10
4.4. Espaçamento e maneio...............................................................................................10
4.5. Principais variedades..................................................................................................11
5. Evolução e melhoramento genético..................................................................................12
5.1. Origem e diversificação..............................................................................................12
5.2. Melhoramento genético..............................................................................................12
5.3. Principais resultados do melhoramento......................................................................12
5.4. Evoluções visuais das variedades...............................................................................13
6. Ciclo de produção..............................................................................................................13
7. Produtos da industrialização da cenoura...........................................................................13
7.1. Produtos alimentícios.................................................................................................14
7.3. Importância econômica e sustentabilidade.................................................................14
8. Principais países produtores..............................................................................................15
8.1. Análise comparativa...................................................................................................15
9. Maiores produtores mundiais (produção por continente).................................................16
9.1. Participação percentual no mercado global................................................................16
9.2. Observações estratégicas............................................................................................16
10. Principais países exportadores........................................................................................17
10.1. Tendências de mercado............................................................................................17
11. Consumo mundial...........................................................................................................18
11.1. Diferenças regionais e culturais................................................................................18
11.2. Observações estratégicas..........................................................................................19
12. Rendimento médio em outros países...............................................................................19
13. Produção de cenoura em moçambique........................................................................19
13.1. Técnicas de cultivo...................................................................................................21
13.2. Potencial de expansão...............................................................................................21
13.3. Desafios....................................................................................................................21
14. Principais pragas.............................................................................................................23
14.1. Mosca-da-cenoura (Psila rosae)...............................................................................23
14.2. Pulgões......................................................................................................................23
14.3. Nematóides...............................................................................................................24
15. Principais doenças...........................................................................................................24
15.1. Alternariose (Alternaria dauci)................................................................................25
15.2. Oídio (Erysiphe heraclei).........................................................................................25
15.3. Podridões bacterianas...............................................................................................26
III. CONSIDERAÇÕES FINAIS..............................................................................................27
IV. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...............................................................................28
1. INTRODUÇÃO
A cenoura (Daucus carota L.) é uma hortaliça de raiz tuberosa pertencente à família
Apiaceae, amplamente cultivada em diversas regiões do mundo devido ao seu alto valor
nutricional e versatilidade culinária. Originária provavelmente da Ásia Central, a espécie
passou por um longo processo de domesticação, resultando nas variedades modernas
caracterizadas por raízes alongadas, de coloração predominantemente alaranjada, embora
existam também cultivares roxas, amarelas, brancas e vermelhas (Simon et al., 2019). Do
ponto de vista botânico, trata-se de uma planta bianual, cujo ciclo reprodutivo natural se
completa em dois anos: no primeiro, há o desenvolvimento vegetativo e o acúmulo de
reservas na raiz; no segundo, ocorre a emissão do escapo floral e a produção de sementes
(Rubatzky et al., 2018).
A cenoura se destaca na horticultura por ser uma fonte significativa de β-caroteno, precursor
da vitamina A, além de fornecer fibras, minerais e antioxidantes que contribuem para a saúde
ocular, imunológica e cardiovascular (Dias & Ryder, 2020). Seu cultivo apresenta elevada
adaptabilidade a diferentes condições climáticas, sendo favorecido por temperaturas amenas
entre 15 °C e 22 °C e por solos leves, bem drenados e ricos em matéria orgânica (Filgueira,
2013; FAO, 2023).
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1.1.1. OBJECTIVOS
1.1.2. Geral
1.1.3. Específicos
Caracterizar a cenoura (Daucus carota subsp. sativus), abordando suas características
botânicas, fisiológicas e ciclo de desenvolvimento.
Analisar a história, a origem e o processo de domesticação da cenoura, bem como a
expansão das suas variedades ao longo do tempo.
Identificar e descrever as condições edafoclimáticas ideais para o cultivo da cenoura e
os manejos agronômicos recomendados.
Avaliar as técnicas de melhoramento genético utilizadas na cultura, destacando os
principais resultados e as evoluções visuais das variedades.
Apresentar o ciclo de produção da cenoura, incluindo os produtos da sua
industrialização e a relevância econômica e sustentável dessa cadeia produtiva.
Levantar dados sobre a produção mundial, consumo, exportação e posicionamento de
Moçambique no cenário global da cenoura.
Identificar e analisar as principais pragas e doenças que afetam a cultura da cenoura,
propondo estratégias de manejo integradas.
Avaliar o potencial de expansão do cultivo de cenoura em Moçambique, considerando
os desafios e oportunidades do setor.
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2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
2.1. Histórico e Importância da Cenoura (Daucus carota subsp. sativus)
2.2. Origens e primeiras domesticações
A cenoura foi domesticada há aproximadamente 5.000 anos na região do Planalto Iraniano,
atual Irã, Afeganistão e Paquistão. As primeiras culturas selecionavam a raiz por cor e sabor,
originando cenouras roxas ou amarelas a partir do tipo selvagem, que possuía raízes pálidas
(Simon & Rubatzky, 2020; Rubatzky, Simon, & Tanaka, 2022). Vavilov classificou essas
variedades iniciais em dois grupos: o grupo Oriental, com raízes roxas, rosa ou amareladas, e
o grupo Ocidental, com raízes amarelas, laranjas ou vermelhas, originário da Anatólia e do Irã
(Rubatzky et al., 2022).
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Além do valor nutricional, a cenoura possui grande relevância econômica e cultural: é
utilizada na alimentação humana, produção de sucos, purês, snacks, cosméticos e ração
animal, sendo um alimento central em diversas tradições culinárias (Mordor Intelligence,
2023; Muianga, 2023).
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a ventilação e a incidência de doenças, sendo essencial o manejo adequado do espaçamento e
da poda foliar quando necessário (Jones & Clark, 2022).
Figura 1: Anatomia da raiz de cenoura: identificação de colo, ombro, ápice, lenticelas, córtex, coração e
disposição de xilema, floema e câmbio vascular. Adaptado de Stanley (2020)
4. Aspectos gerais
4.1. Classificação botânica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
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Classe: Magnoliopsida
Ordem: Apiales
Família: Apiaceae
Género: Daucus
Espécie: D. carota
Subespécie: D. carota subsp. sativus (Rubatzky, Simon, & Tanaka, 2022)
A cenoura é uma planta herbácea, de ciclo bienal em regiões temperadas, mas cultivada como
anual em climas tropicais. Possui raiz tuberosa pivotante, folhas compostas pinadas e flores
pequenas, brancas, dispostas em umbelas compostas (Simon & Rubatzky, 2020).
Processamento
Amsterdam 100–120 Laranja
industrial
Figura 2: Variedades tradicionais de cenouras (roxas, amarelas, brancas, laranjas) evidenciando sua diversidade
histórica e botânica. Fonte: Nakamura (2020)
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5. Evolução e melhoramento genético
5.1. Origem e diversificação
A cenoura moderna deriva de duas linhagens principais: o tipo Oriental e o tipo Ocidental.
Tipo Oriental: raízes roxas ou amareladas, forma irregular, sabor forte; predominante
na Ásia Central e Oriente Médio (Rubatzky, Simon, & Tanaka, 2022).
Tipo Ocidental: raízes lisas, uniformes, coloração laranja, vermelha ou amarela,
sabor adocicado; predominante na Europa e América (Simon & Rubatzky, 2020).
Estudos genéticos indicam que o tipo Ocidental surgiu a partir de seleção artificial intensa de
variedades amarelas da Pérsia e Anatólia, sendo posteriormente aprimorado na Holanda e
Bélgica entre os séculos XVII e XVIII (Mou, Simon, & Rubatzky, 2020).
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Resistência a
Tolerância a nematoides, oídio e alternariose (Lima et al., 2021)
pragas/doenças
Qualidade nutricional Maior concentração de β-caroteno e açúcares (Silva et al., 2022)
Adaptabilidade Crescimento em diferentes solos e climas (Mou et al., 2020)
6. Ciclo de produção
O ciclo de produção da cenoura varia conforme a cultivar, as condições climáticas e o maneio
adotado. Em média, o período desde a semeadura até a colheita pode variar entre 80 e 120
dias, dependendo da temperatura, fotoperíodo e disponibilidade hídrica (Oliveira et al., 2019).
O desenvolvimento da cultura passa por estágios distintos, incluindo germinação, crescimento
vegetativo, engrossamento da raiz e maturação (Filgueira, 2013).
Durante a germinação, que ocorre de 7 a 21 dias após a semeadura, a temperatura ideal situa-
se entre 15 °C e 20 °C (Resende et al., 2020). Na fase de crescimento vegetativo, o acúmulo
de folhas é fundamental para a fotossíntese e o crescimento da raiz (Carvalho & Silva, 2018).
Já a fase de engrossamento da raiz é fortemente influenciada pela uniformidade de irrigação e
adubação equilibrada, especialmente em relação ao potássio e fósforo (Lima et al., 2021).
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gama de produtos, que vão desde alimentos prontos para consumo até ingredientes para
indústrias cosmética e farmacêutica.
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Purê e polpa congelada Base para sopas e papinhas
Pigmentos (beta-caroteno) Corantes naturais
Não Alimentícios
Óleo de semente Cosméticos e farmacêuticos
Resíduos de processamento Ração animal e bioenergia
Fonte: Adaptado de Souza et al. (2020); Silva et al. (2021).
8. Principais países produtores
A produção mundial de cenoura (Daucus carota L.) é altamente concentrada em algumas
regiões estratégicas, refletindo fatores como clima, solo, infraestrutura agrícola e políticas de
incentivo à horticultura. De acordo com dados da FAO (2023), a China domina a produção
global, com aproximadamente 21 milhões de toneladas, correspondendo a mais de 50% do
mercado mundial. Esta liderança se deve à combinação de grandes áreas cultivadas, uso
intensivo de irrigação e mecanização, além de variedades adaptadas a diferentes condições
climáticas (FAO, 2023).
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Europa responde por aproximadamente 20%, sendo um mercado estratégico para
exportações;
América do Norte, América do Sul e África têm participação menor, porém crescente,
em função da modernização agrícola (FAO, 2023)
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América do Norte: foco em processamento industrial, produtos congelados e pré-
lavados;
África e América do Sul: crescimento potencial, com limitações de irrigação e
sementes de qualidade (FAO, 2023; Jones & Clark, 2022).
Volume
Valor (USD
País exportado Observações
milhões)
(ton)
Países Exportações de cenoura fresca e pré-
400.000 200
Baixos processada; acesso facilitado à UE.
Exportações principalmente para países
Bélgica 250.000 120 vizinhos; foco em cenouras lavadas e
embaladas.
Produção interna excedente direcionada à
França 200.000 110 exportação; alta qualidade para mercados
premium.
Sazonalidade e diversificação com produtos
Espanha 180.000 90
processados.
Exportação para EUA; produção voltada para
Canadá 150.000 75
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processamento industrial.
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Nos Estados Unidos e Canadá, produtos industrializados dominam; o consumo é
orientado por conveniência e indústria de alimentos processados.
Na Ásia, o consumo de cenoura é menor, mas cresce em mercados urbanos e
hotéis/restaurantes (Jones & Clark, 2022).
Em África, limitações logísticas e produção sazonal restringem o consumo, embora
haja potencial de expansão com políticas de incentivo e irrigação.
Países como a China e os Estados Unidos apresentam altos rendimentos devido à adoção de
práticas agrícolas avançadas, incluindo estufas, fertirrigação e manejo intensivo de pragas e
doenças. Já na Europa, países como Polônia e França combinam condições climáticas
favoráveis com técnicas de manejo eficientes, resultando em produtividade média consistente.
Em contrapartida, países em desenvolvimento, como Brasil e Egito, frequentemente
apresentam rendimentos mais baixos, entre 15 e 25 t/ha, devido a limitações de irrigação,
sementes certificadas, controle de pragas e falta de mecanização (Smith et al., 2021).
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Em termos de potencial de expansão, estudos apontam que a cenoura pode ser melhor
aproveitada em áreas irrigadas do sul (Chókwè, Boane, Namaacha) e do centro do país
(Dondo, Nhamatanda), bem como em zonas do norte, ainda pouco exploradas, mas com
condições favoráveis para a horticultura. A demanda interna crescente, motivada pela
urbanização, mudanças alimentares e valorização de dietas saudáveis, constitui um incentivo
para que produtores invistam mais na cultura.
De acordo com dados recentes, a produção nacional de cenoura ainda não cobre plenamente
a procura dos grandes centros urbanos, o que abre espaço para expansão da área cultivada
e para políticas públicas que apoiem agricultores familiares na adoção de boas práticas
agrícolas, irrigação eficiente, assistência técnica e acesso a mercados organizados (INE,
2022; FAO, 2023).
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13.3. Desafios
Apesar do grande potencial para a produção de cenoura em Moçambique, diversos desafios
limitam o crescimento sustentável e competitivo desta cultura. Um dos principais entraves
está relacionado à disponibilidade de sementes de alta qualidade, uma vez que a maior
parte do material genético utilizado é importado e nem sempre adaptado às condições
edafoclimáticas locais. A ausência de programas nacionais de melhoramento genético para
hortícolas faz com que os agricultores dependam de variedades introduzidas, o que resulta em
problemas de rendimento, uniformidade da raiz e resistência a pragas e doenças (FAO, 2023;
Ribeiro et al., 2021).
Esses desafios indicam que, para fortalecer a cadeia de produção da cenoura em Moçambique,
é necessário um esforço conjunto entre o Estado, setor privado e instituições de pesquisa,
de forma a promover políticas públicas que incentivem a inovação tecnológica, melhorem o
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acesso a crédito e fomentem a capacitação técnica dos produtores (FAO, 2023; MINAG,
2021).
13.4. Oportunidades
A crescente conscientização sobre alimentação saudável e o aumento do consumo urbano de
vegetais frescos favorecem o investimento na produção de cenoura, sobretudo em centros
urbanos como Maputo e Beira, onde a demanda por hortícolas tem crescido de forma
consistente (FAO, 2023; WHO, 2021).
Além disso, a diversificação agrícola com cenoura representa uma oportunidade estratégica
para reduzir a dependência de culturas tradicionais, como milho e mandioca, e ao mesmo
tempo aumentar a renda dos pequenos agricultores, fortalecendo a segurança alimentar e o
desenvolvimento rural sustentável (World Bank, 2020; IFAD, 2021).
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Figura 3. Mosca-da-cenoura (Psila rosae).
Fonte: Agrobase Portugal. (s.d.). https://www.agrobaseapp.com/portugal/doencas/mosca-da-cenoura
14.2. Pulgões
Os pulgões alimentam-se da seiva das folhas, causando deformações e podendo transmitir
vírus que reduzem significativamente a produtividade. O controle envolve introdução de
inimigos naturais, aplicação de inseticidas seletivos e monitoramento contínuo das plantações
(Smith, Brown, & Green, 2021).
Figura 4. Pulgões-da-cenoura (Cavariella aegopodii) infestando a parte aérea e a base da raiz de cenoura
(Daucus carota), podendo transmitir vírus e comprometer o desenvolvimento da planta.
Fonte: https://gardenex.decorexpro.com/wp-content/uploads/2019/07/tlya_na_morkovi2.PnEHn_-
e1563373265245.jpg.
14.3. Nematóides
Nematóides atacam o sistema radicular, provocando galhas, deformações e comprometendo a
absorção de água e nutrientes. O maneio eficaz inclui rotação de culturas, solarização do solo
e uso de variedades tolerantes (Jones & Clark, 2022).
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Figura 5. Dano em raiz de cenoura causado por nematoides do gênero Meloidogyne spp.
Fonte: https://www.researchgate.net/profile/Carlos-Lopes
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15.2. Oídio (Erysiphe heraclei)
Caracteriza-se por uma camada branca pulverulenta sobre as folhas, diminuindo a fotossíntese
e comprometendo o vigor da planta. O controle inclui fungicidas, monitoramento e práticas de
ventilação no canteiro (Smith et al., 2021).
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III. CONSIDERAÇÕES FINAIS
A cenoura (Daucus carota L.), da família Apiaceae, destaca-se pelo seu valor nutricional,
adaptabilidade e importância econômica. O conhecimento de suas características botânicas e
fisiológicas, como o ciclo de desenvolvimento e a resistência a pragas e doenças, é
fundamental para garantir produtividade e qualidade comercial.
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agricultor. Essa abordagem atende aos objetivos de apresentar os processos produtivos e a
relevância econômica da cenoura.
Conclui-se que a produção de cenoura deve integrar ciência, tecnologia e gestão agrícola,
buscando eficiência produtiva, sustentabilidade e atendimento às exigências do consumidor,
cumprindo integralmente os objetivos propostos neste trabalho.
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7. FAO. (2023). Agricultural outlook in Sub-Saharan Africa. Food and Agriculture
Organization.
8. Lima, P. R., Sousa, D. F., & Santos, M. G. (2021). Efeitos da irrigação e adubação no
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https://doi.org/10.1590/hb.v39i4.412
9. Lima, R. F., Oliveira, A. P., & Santos, J. R. (2021). Doenças e pragas em cenoura:
Manejo e prevenção. Revista Agropecuária Tropical, 15(2), 45–53.
10. Motegaonkar, S., Shankar, A., Tazeen, H., & Payyanad, S. (2024). A comprehensive
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nutritional properties and its processing as value-added foods. Sustainable Food
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12. Muianga, C. C. M. (2023). Produção e comercialização de hortícolas em
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13. MINAG. (2022). Relatório anual do setor agrário em Moçambique. Ministério da
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16. Resende, G. M., Yuri, J. E., & Souza, R. J. (2018). Produção de cenoura em sistemas
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17. Revista Cultivar. (2022). Especificidades de cultivares de cenoura. Revista Cultivar.
18. Rubatzky, V. E., Simon, P. W., & Tanaka, M. (2022). Carrots and related vegetable
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19. ScienceDirect Topics. (n.d.). Carrot – an overview.
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20. Silva, A. C., Pereira, L. M., & Nogueira, E. M. (2022). Valor nutricional da cenoura e
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21. Simon, P. W., & Rubatzky, V. E. (2020). The world carrot. Chronica Horticulturae,
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22. Upadhyay, R. R., Jagtap, J. G., & Tanska, P. (2008). Dehydration kinetics of carrot
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(Citado em PMC, 2012)
23. WHO. (2021). Healthy diet: Key facts. World Health Organization.
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