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Aula 12

O documento aborda a importância da saúde, segurança e qualidade de vida no trabalho, destacando acidentes ambientais significativos e suas consequências. Exemplos incluem o vazamento de petróleo no Golfo do México e o rompimento da barragem em Brumadinho, ressaltando a necessidade de regulamentações e medidas preventivas. Além disso, discute a identificação de riscos no ambiente de trabalho e a importância do Mapa de Risco para promover a segurança e prevenir acidentes.

Enviado por

Larissa Romão
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O documento aborda a importância da saúde, segurança e qualidade de vida no trabalho, destacando acidentes ambientais significativos e suas consequências. Exemplos incluem o vazamento de petróleo no Golfo do México e o rompimento da barragem em Brumadinho, ressaltando a necessidade de regulamentações e medidas preventivas. Além disso, discute a identificação de riscos no ambiente de trabalho e a importância do Mapa de Risco para promover a segurança e prevenir acidentes.

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Saúde, segurança e

qualidade de vida
no trabalho
ARA 0159
Profª Larissa R Pereira
PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE
RISCOS AMBIENTAIS PPRA
ATIVIDADES E OPERAÇÕES
INSALUBRES E PERIGOSAS
O que é um acidente
ambiental?
Quais são as possíveis causas
desses acidentes?
Vazamento de petróleo no Golfo do México (2010):

Em abril de 2010, ocorreu um dos maiores desastres


ambientais da história quando a plataforma de petróleo
Deepwater Horizon, operada pela BP, explodiu, resultando
em um vazamento maciço de petróleo no Golfo do
México.

Milhões de litros de petróleo foram liberados no oceano,


causando danos significativos à vida marinha, ecossistemas
costeiros e indústrias locais, como pesca e turismo.
Contaminação da Bacia do Rio Doce (2015):

Um rompimento de barragem de rejeitos de mineração


em Mariana, Minas Gerais, causou o despejo de uma
enorme quantidade de resíduos tóxicos na bacia do Rio
Doce.

O desastre resultou em uma extensa contaminação do rio,


afetando ecossistemas aquáticos, comunidades
ribeirinhas e a economia local, além de ter impactos a
longo prazo na região.
Explosão na fábrica química em Tianjin, China (2015):

Uma explosão massiva ocorreu em uma fábrica de


produtos químicos em Tianjin, resultando em uma enorme
liberação de substâncias tóxicas e poluentes no ar e no
solo.

O incidente causou várias mortes, danos estruturais em


larga escala e graves consequências para a saúde
pública e o meio ambiente.
Desastre ambiental em Brumadinho (2019)

A Barragem 1 da Mina Córrego do Feijão, da mineradora


Vale, rompeu-se, desencadeando uma avalanche de
lama, a qual destruiu a comunidade próxima e
construções da própria Vale.

O terrível mar de lama não causou apenas prejuízos


financeiros, sendo responsável também pela morte de
dezenas de pessoas.
Derramamento de óleo no litoral do Nordeste brasileiro
(2019):
Um grande derramamento de óleo cru atingiu as praias
do Nordeste brasileiro, afetando uma extensa área costeira
e causando danos à fauna, flora e atividades econômicas
locais, como pesca e turismo.

O vazamento ainda está sendo investigado, mas os


impactos ambientais e socioeconômicos continuam
sendo sentidos.
Explosão na fábrica de produtos químicos em Beirute,
Líbano (2020):
Uma explosão catastrófica ocorreu no porto de Beirute,
resultante de uma grande quantidade de nitrato de
amônio armazenada de forma inadequada.

A explosão causou extensos danos materiais, perda de


vidas humanas e impactos ambientais significativos,
incluindo a contaminação do ar, solo e água na região.
É importante destacar que esses são apenas
alguns exemplos de acidentes ambientais
recentes, e existem muitos outros casos ao
redor do mundo.

Esses incidentes ressaltam a necessidade de


regulamentações efetivas, identificação de
riscos e medidas preventivas para evitar
acidentes e minimizar os impactos negativos ao
meio ambiente e à sociedade.
Qual a importância da
Responsabilidade Social e
sustentabilidade na prevenção
de acidentes ambientais?
Principais Regulamentações -
Identificação de Riscos e
Prevenção de Acidentes
Ambientais
Conceitos Básicos -
Mapa de Risco
Um Mapa de Risco é uma ferramenta utilizada na área de
segurança e saúde ocupacional para identificar e
prevenir os riscos presentes em um ambiente de
trabalho.

Ele consiste em uma representação gráfica do local de


trabalho, onde são destacados os perigos e riscos
existentes, permitindo uma visualização clara e
organizada das áreas que apresentam maior
probabilidade de acidentes ou doenças ocupacionais.
A importância do Mapa de Risco reside na sua capacidade
de conscientizar os trabalhadores e gestores sobre os
perigos presentes no ambiente de trabalho, possibilitando
a adoção de medidas preventivas adequadas para
minimizar ou eliminar esses riscos.

Ele contribui para a promoção de um ambiente de


trabalho mais seguro, reduzindo a ocorrência de
acidentes e doenças ocupacionais, além de facilitar o
cumprimento das normas regulamentadoras
relacionadas à segurança e saúde no trabalho.
Os principais elementos de um Mapa de Risco são:

• Círculos: Os círculos representam os riscos identificados no


ambiente de trabalho. Eles podem variar em tamanho, sendo que
círculos maiores indicam riscos mais significativos.

• Setores: O Mapa de Risco é dividido em setores, que representam


as diferentes áreas ou departamentos do local de trabalho. Cada
setor é identificado por uma cor específica.

• Símbolos: Além dos círculos e das cores, símbolos gráficos podem ser
utilizados para representar os riscos específicos presentes em cada setor.
Esses símbolos são padronizados e variam de acordo com o tipo de risco,
como um fogo para riscos de incêndio, um raio para riscos elétricos, entre
outros.
Para interpretar um Mapa de Risco, é necessário observar
os elementos presentes nele.

Os círculos indicam a gravidade e a localização dos


riscos, sendo que os maiores representam os riscos
mais críticos. As cores permitem identificar o tipo de risco
predominante em cada setor. Os símbolos complementam
a informação, fornecendo detalhes sobre os riscos
específicos presentes.
Ao analisar um Mapa de Risco, é importante prestar
atenção nos locais com maior concentração de círculos
grandes e nas áreas destacadas por cores mais
intensas.
Essas áreas indicam os pontos de atenção e os locais que
requerem medidas de prevenção prioritárias.
Com base nas informações fornecidas pelo mapa, é
possível implementar ações corretivas e preventivas
adequadas, como a instalação de equipamentos de
segurança, treinamentos específicos, mudanças de layout,
entre outras medidas para mitigar os riscos identificados.
Riscos físicos: São agentes presentes no ambiente de trabalho que
podem afetar o corpo do trabalhador através de sua energia, como
ruído, vibração, calor e radiação.

• Ruído: Excesso de níveis sonoros elevados pode causar danos


auditivos, zumbido nos ouvidos (tinnitus) e estresse.
• Vibração: Vibrações constantes transmitidas ao corpo podem
causar danos ao sistema circulatório, nervoso e musculoesquelético.
• Calor: Exposição excessiva ao calor pode levar a insolação, fadiga,
desidratação, exaustão térmica e até mesmo golpe de calor.
• Radiação: Exposição a radiações ionizantes ou não ionizantes, como
raios X, ultravioleta, infravermelho, entre outros, pode causar
queimaduras, danos genéticos, câncer e problemas oculares.
Riscos químicos: São substâncias presentes no ambiente de trabalho
que podem afetar a saúde do trabalhador por inalação, contato com a
pele ou ingestão.

• Substâncias tóxicas: Produtos químicos como solventes, ácidos,


metais pesados e pesticidas podem causar intoxicações, danos ao
sistema respiratório, hepático, renal e neurológico.
• Poeiras: Exposição a poeiras de origem mineral (como sílica) ou
orgânica (como madeira) pode levar ao desenvolvimento de
doenças respiratórias, como a silicose e a pneumoconiose.
• Gases: Gases como monóxido de carbono, amônia, dióxido de
enxofre, entre outros, podem causar asfixia, irritação nas vias
respiratórias, intoxicação e até mesmo explosões.
Riscos biológicos: São agentes biológicos presentes no ambiente de
trabalho, como vírus, bactérias e fungos, que podem causar doenças
infecciosas.

• Vírus: Exemplos incluem exposição a vírus como o SARS-CoV-2


(causador da COVID-19), hepatite B e C, influenza, entre outros, que
podem levar a doenças graves e até mesmo à morte.
• Bactérias: Exposição a bactérias patogênicas, como a Salmonella e
a Legionella, pode resultar em infecções gastrointestinais,
respiratórias e outras.
• Fungos: Certos fungos presentes em ambientes úmidos ou com
mofo podem causar alergias respiratórias, infecções e micoses.
Riscos ergonômicos: Estão relacionados às condições inadequadas
de trabalho que podem afetar o sistema musculoesquelético e o bem-
estar físico e mental do trabalhador.

• Posturas inadequadas: Trabalhos que exigem posições


desconfortáveis, como ficar em pé ou sentado por longos períodos,
podem causar dores
• Esforço físico: Tarefas que envolvem levantamento e carregamento
de cargas pesadas, empurrar ou puxar objetos, podem resultar em
lesões musculares, distensões, hérnias de disco e problemas nas
articulações.
• Repetitividade: Movimentos repetitivos, como digitação contínua,
podem causar lesões por esforço repetitivo (LER), como tendinite e
síndrome do túnel do carpo.
Riscos de acidentes: São situações ou condições que podem levar a
acidentes no local de trabalho, resultando em lesões ou danos físicos.

• Quedas: Escorregões, tropeços e quedas de altura podem causar


fraturas, contusões, traumatismos cranianos e lesões graves.
• Cortes: Manuseio inadequado de ferramentas afiadas, máquinas ou
materiais podem resultar em cortes, amputações e lesões por
objetos perfurocortantes.
• Queimaduras: Exposição a fontes de calor, produtos químicos ou
substâncias inflamáveis pode levar a queimaduras de diferentes
graus.
• Ferimentos por impacto: Impacto de objetos em movimento,
como quedas de objetos ou colisões, podem causar lesões por
contusão, fraturas e traumas.
Você sabe o que é uma
atividade insalubre?
Atividades insalubres são aquelas que expõem
os trabalhadores a condições de trabalho
prejudiciais à saúde, devido à presença de
agentes físicos, químicos ou biológicos acima dos
limites de tolerância estabelecidos pela legislação
trabalhista.
Essas atividades podem causar danos à saúde
dos trabalhadores a curto ou longo prazo, como
doenças ocupacionais, lesões ou distúrbios de
saúde.
A identificação de atividades insalubres no ambiente de
trabalho é realizada por meio de uma avaliação das
condições de trabalho e dos agentes presentes,
considerando parâmetros e critérios estabelecidos
pelas normas regulamentadoras e legislação vigente.

Essa avaliação é geralmente realizada por profissionais de


segurança e saúde do trabalho, como engenheiros de
segurança ou médicos do trabalho.
Indústria:

• Exposição a níveis elevados de ruído em


fábricas ou ambientes com máquinas ruidosas.

• Manuseio de substâncias químicas tóxicas,


como solventes ou metais pesados.

• Exposição a poeiras em atividades como


lixamento, corte ou usinagem de materiais.
Saúde:

• Manipulação de agentes biológicos, como


vírus, bactérias e fungos em laboratórios ou
hospitais.

• Exposição a radiação ionizante em exames de


diagnóstico por imagem.

• Manuseio de produtos químicos e


medicamentos tóxicos.
Construção civil:

• Trabalho em altura sem proteção adequada


contra quedas.

• Exposição a agentes químicos, como


solventes e tintas, sem o uso de equipamentos
de proteção respiratória.

• Manipulação de materiais que liberam


poeiras nocivas, como amianto ou sílica.
Agricultura:

• Manuseio de agrotóxicos sem a utilização de


equipamentos de proteção individual.

• Exposição a poeiras agrícolas, como grãos ou


fumos de plantas, sem o uso de máscaras de
proteção.

• Trabalho em condições extremas de


temperatura, como altas temperaturas em estufas
ou exposição ao frio intenso.
A adoção de medidas preventivas específicas para cada
atividade insalubre é fundamental para proteger a saúde
dos trabalhadores. Isso pode incluir o uso de
equipamentos de proteção individual (EPIs), como luvas,
máscaras, óculos de proteção ou protetores auriculares,
além de medidas de engenharia, como ventilação
adequada, isolamento de fontes de ruído ou substituição
de substâncias químicas tóxicas por alternativas menos
nocivas. A capacitação dos trabalhadores sobre os
riscos associados à atividade insalubre e a importância
do uso adequado de medidas de proteção também é
essencial.
Prevenção de Acidentes
Ambientais
Medidas preventivas desempenham
um papel crucial na prevenção de
acidentes ambientais.

Aqui estão algumas medidas que


podem ser adotadas:
Adequada gestão de resíduos:

Isso inclui o armazenamento correto de substâncias


perigosas, a separação e rotulagem adequadas dos
resíduos, além do descarte seguro e em conformidade
com as regulamentações ambientais.
Treinamento e capacitação dos trabalhadores:

É essencial fornecer treinamento abrangente sobre


práticas seguras de trabalho, manuseio de substâncias
perigosas, uso correto de equipamentos e procedimentos
de emergência. Isso aumenta a conscientização dos
funcionários e os capacita a agir de forma segura.
Manutenção preventiva de equipamentos e instalações:

A manutenção regular de equipamentos e instalações é


fundamental para garantir seu bom funcionamento e
prevenir falhas que possam levar a acidentes ambientais.
Uso de EPIs adequados:

Os Equipamentos de Proteção Individual, como luvas,


óculos de proteção, máscaras respiratórias, devem ser
fornecidos aos trabalhadores e seu uso adequado deve
ser incentivado para minimizar riscos e exposição a
substâncias perigosas.
De acordo com a Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), este
foi o maior acidente radiológico -- que envolve uma fonte radioativa
usada em hospitais -- do mundo. O maior acidente radioativo de forma
geral foi na usina nuclear de Chernobyl, na atual Ucrânia, em 1986.

Os dados oficiais e a contagem das vítimas divergem no que diz respeito


ao número de mortos e de pessoas diretamente afetadas. Mas o fato é
que, nos dias posteriores à divulgação da abertura da cápsula
radioativa, a Cnen monitorou os níveis de radioatividade de 112.800
pessoas, no Estádio Olímpico de Goiânia.
A tragédia começou quando dois jovens catadores de materiais
recicláveis abrem um aparelho de radioterapia em um prédio público
abandonado, no dia 13 de setembro de 1987, no Centro de Goiânia.
Eles pensavam em retirar o chumbo e o metal para vender e
ignoravam que dentro do equipamento havia uma cápsula contendo
césio-137, um metal radioativo.
Apesar de o aparelho pesar cerca de 100 kg, a dupla o levou para casa
de um deles, no Centro. Já no primeiro dia de contato com o material,
ambos começaram a apresentar sintomas de contaminação radioativa,
como tonteiras, náuseas e vômitos. Inicialmente, não associaram o mal-
estar ao césio-137, e sim à alimentação.
Depois de cinco dias, o equipamento foi vendido para Devair Alves
Ferreira, dono de um ferro-velho localizado no Setor Aeroporto,
também na região central da cidade. Neste local, a cápsula foi aberta
e, à noite, Devair constatou que o material tinha um brilho azul intenso e
levou o material para dentro de casa.

Devair, sua esposa Maria Gabriela Ferreira e outros membros de sua


família também começaram a apresentar sintomas de contaminação
radioativa, sem fazer ideia do que tinham em casa. Ele continuava
fascinado pelo brilho do material. Entre os dias 19 e 26 de setembro,
a cápsula com o césio foi mostrada para várias pessoas que passaram
pelo ferro-velho e também pela casa da família.
Algumas delas, como um dos irmãos de Devair, Ivo Alves Ferreira,
foram visitá-los justamente por saberem que ele estava adoentado. As
pessoas mais próximas chegaram a ganhar pequenas porções do
césio, que facilmente se transformava em pó. Em casa, Ivo mostrou o
pó que brilhava para a sua família. A sua filha mais nova, Leide das
Neves Ferreira, de 6 anos, ficou encantada com o material e
brincou muito com ele.
Em 271 delas, foi constatada a contaminação pelo
césio-137. Nesse grupo, 120 tinham rastros da
substância em roupas e sapatos; nos outros 151
foram observadas contaminação interna e
externa ao organismo. A Cnen percebeu ainda
danos causados por radiação em 28 pessoas. Na
época, 20 foram hospitalizadas.
No dia 1º de outubro daquele ano, um grupo de 14 pessoas que
estavam em estado mais grave foi levado para o Hospital Naval
Marcílio Dias, no Rio de Janeiro. Poucas semanas depois, quatro
dessas pessoas morreram enquanto se tratavam no Rio.

A primeira foi Leide das Neves Ferreira, de 6 anos, garota que se


tornou o símbolo dessa tragédia. No mesmo dia, morreu Maria Gabriela
Ferreira, de 37 anos. Naquela mesma semana, faleceram também dois
jovens, de 22 anos e 18 anos. Esses quatro mortos são os únicos
contabilizados pelos dados oficiais, que reconhecem ainda que
outros quatro tiveram danos na medula óssea e oito tiveram
síndrome de radiação aguda.
Na visão do presidente da Associação das Vítimas do Césio (AVCésio),
Odesson Alves Ferreira, que teve cerca de 50 parentes atingidos e
seis mortos em consequência do acidente, o número é bem maior.

“Estima-se que, nesses 25 anos, 104 pessoas tenham morrido e


1.600 tenham sido afetadas de forma mais direta, entre as pessoas
envolvidas com a tragédia e aquelas que trabalharam para controlá-la,
como policiais militares, bombeiros e servidores públicos do estado”,
avalia.

Parte das pessoas que se consideram vítimas e carregam no corpo


sequelas que atribuem a exposição à radioatividade ainda luta na
Justiça por reconhecimento.
Identificação de riscos e medidas de controle:

Mesmo com recursos limitados, é importante que a


microempresa realize uma avaliação dos riscos presentes em
seu ambiente de trabalho. Isso pode ser feito por meio de
inspeções regulares, identificando potenciais perigos, como
máquinas desprotegidas, falta de sinalização adequada, pisos
escorregadios, entre outros.

Com base nessa identificação, medidas de controle simples,


como instalação de corrimãos, sinalização de segurança e
fornecimento de EPIs básicos, podem ser implementadas.
Implementação de sistemas de gestão ambiental:

A adoção de sistemas de gestão ambiental, como a ISO


14001, auxilia na identificação de riscos ambientais, no
estabelecimento de procedimentos operacionais
seguros, na promoção da conformidade com as
regulamentações ambientais e na melhoria contínua das
práticas ambientais da empresa.
Monitoramento regular do ambiente de trabalho e áreas
próximas:

A realização de monitoramento ambiental regular,


incluindo a qualidade do ar, a presença de substâncias
perigosas e o controle de emissões, permite a detecção
precoce de problemas e a tomada de medidas
corretivas.
Estabelecimento de planos de emergência e
contingência:

A elaboração de planos de emergência, incluindo medidas


de resposta a acidentes ambientais, é fundamental para
garantir uma resposta rápida e eficaz em caso de
incidentes, minimizando os danos ao meio ambiente e à
saúde dos trabalhadores.
É fundamental ressaltar que a responsabilidade social e a
sustentabilidade são aspectos cruciais na prevenção de acidentes
ambientais. As empresas têm a obrigação de adotar práticas
responsáveis e sustentáveis para proteger o meio ambiente e a
saúde dos trabalhadores. Isso inclui o cumprimento das
regulamentações ambientais, a promoção da cultura de segurança, a
redução do consumo de recursos naturais, a minimização dos resíduos
e emissões, e a busca contínua por melhorias ambientais. Ao adotar
essas práticas, as empresas demonstram comprometimento com a
preservação ambiental e a promoção de um ambiente de trabalho
seguro e saudável.

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