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Regras Do Croli

O Colégio Roza Oliveira (CROLI) é uma instituição privada localizada em São Paulo, oferecendo ensino fundamental do 1° ao 9° ano, com foco no desenvolvimento integral do aluno e na formação para a cidadania. O regimento interno estabelece diretrizes administrativas, pedagógicas e de avaliação, visando garantir a qualidade do ensino e a participação da comunidade escolar. A matrícula e classificação dos alunos seguem critérios específicos, respeitando a legislação vigente e promovendo a inclusão e adaptação de estudantes.
Direitos autorais
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Regras Do Croli

O Colégio Roza Oliveira (CROLI) é uma instituição privada localizada em São Paulo, oferecendo ensino fundamental do 1° ao 9° ano, com foco no desenvolvimento integral do aluno e na formação para a cidadania. O regimento interno estabelece diretrizes administrativas, pedagógicas e de avaliação, visando garantir a qualidade do ensino e a participação da comunidade escolar. A matrícula e classificação dos alunos seguem critérios específicos, respeitando a legislação vigente e promovendo a inclusão e adaptação de estudantes.
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COLÉGIO ROZA OLIVEIRA

REGIMENTO
INTERNO
IDENTIFICAÇÃO

Art. 1° ‑ O Colégio Roza Oliveira, de caráter privado, é mantido pela Entidade Mantenedora Colégio
Roza Oliveira SS/ Ltda, com sede à Rua Rodrigues Alvarenga, 223 – Imirim – São Paulo – SP - CEP 02471-
160, e Rua Rozo Lagoa, 55 – CEP: 02471-210 – Imirim – São Paulo – SP, C.N.P.J. n.° 28.940.440/0001-48,
com Curso de Ensino Fundamental, do 1° ao 9° ano.

Art. 2° - O Colégio Roza Oliveira, com abreviação na sigla CROLI, é a denominação da Unidade Escolar,
a qual funciona à Rua Rodrigues Alvarenga, 223 – Imirim – São Paulo – SP – CEP 02471-160, e Rua Rozo
Lagoa, 55 – CEP: 02471-210 – Imirim – São Paulo – SP.

Art. 3° ‑ O Colégio Roza Oliveira, doravante designado por Escola, reger‑se‑á por este Regimento
Escolar.

Art. 4° ‑ A Escola manterá os seguintes níveis e modalidades de ensino:


I ‑ Ensino Fundamental, em regime seriado, com duração de nove anos, do primeiro ao nono ano.

Art. 5° ‑ O ensino atenderá aos princípios de liberdade e aos ideais de solidariedade humana, tendo por
finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua
qualificação para o trabalho.

Art. 6° ‑ Sempre que possível e atendendo à legislação vigente, a Escola desenvolverá projetos
especiais em regime de parceria, a fim de responder aos interesses da comunidade escolar.
Parágrafo Único – Se e quando existir, o projeto de parceria deverá ser homologado pelo órgão
competente de Ensino e será detalhado no adendo anual ao Plano Escolar.

FINS E OBJETIVOS

Art. 7° ‑ Na Escola, a Educação Básica tem por finalidade, em complementação à ação da família,
proporcionar condições adequadas ao desenvolvimento físico, psicológico, intelectual e social da
criança e promover a ampliação de suas experiências e conhecimentos, estimulando seu interesse pelo
processo de transformação da natureza e pela convivência em sociedade, assegurando‑lhe, assim, a
formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer‑lhe meios para progredir no
trabalho e em estudos posteriores.

Art. 8° ‑ O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios, estabelecidos pela Lei n° 9.394,
de 20/12/96:
I- Igualdade de condições para o acesso e permanência na Escola.
II- Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, a arte e o saber.
III- Pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas.
IV- Respeito à liberdade e apreço à tolerância.
V- Valorização do profissional da educação escolar.
VI- Garantia do padrão de qualidade do ensino.
VII- Valorização da experiência extra‑escolar.
VII- Vinculação entre a ação escolar, o trabalho e as práticas sociais.

Parágrafo Único ‑ Para que os objetivos sejam alcançados, serão oferecidas ao educando condições que
o levem à vivência de situações de vida que evidenciem, na Escola e na família, atitudes e padrão de
interação de valores efetivamente humanos.

Art. 9° ‑ Em cada nível e modalidade de ensino, a Escola terá por objetivo a formação básica do
educando, mediante:
a) o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno desenvolvimento
da leitura, da escrita e do cálculo;
b) a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos
valores em que se fundamenta a sociedade;
c) o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e
habilidades e a formação de atitudes e valores;
d) o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância
recíproca em que se assenta a vida social.

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ORGANIZAÇÃO TÉCNICO‑ADMINISTRATIVA

Art. 10 ‑ A organização administrativa e técnica da Escola está voltada para o atendimento de suas
finalidades e abrange:
I - Núcleo Diretivo e Pedagógico
II‑ Núcleo Administrativo
III‑ Núcleo Operacional
IV‑ Corpo Docente
V‑ Corpo Discente

Parágrafo Único ‑ Os funcionários abrangidos nos itens I, II, III e IV têm suas atribuições e competências
regulamentadas em legislação específica, além das previstas neste Regimento.

Art. 11 ‑ O Núcleo de Direção da Escola é o centro executivo do planejamento, organização,


coordenação, avaliação e integração de todas as atividades desenvolvidas no âmbito escolar:
I-a elaboração e execução da Proposta Pedagógica, do Plano Escolar e do Calendário Escolar;
II-a administração do pessoal e dos recursos materiais e financeiros;
III-o cumprimento de dias letivos e de horas de aula estabelecidos;
IV-a legalidade, a regularidade e a autenticidade da vida escolar dos alunos;
V-os meios para o reforço e a recuperação da aprendizagem dos alunos;
VI-a articulação e integração da Escola com as famílias e a comunidade;
VII-as informações aos pais ou responsáveis sobre a frequência e o rendimento dos alunos, bem como
sobre a execução da Proposta Pedagógica;
VIII-a comunicação ao Conselho Tutelar dos casos de maus‑tratos, envolvendo alunos, assim como de
casos de evasão escolar.
IX-coordenação, elaboração, desenvolvimento e avaliação da Proposta Pedagógica, do Plano Escolar e
do Calendário Escolar;
X-coordenação pedagógica.

Parágrafo Único ‑ Integra o Núcleo Diretivo e Pedagógico: o diretor escolar.

Art. 12 ‑ Cabe ainda à Direção subsidiar os profissionais da Escola, no tocante às normas.

Art. 13 ‑ O Núcleo Administrativo terá a função de dar apoio ao processo educacional, auxiliando a
Direção nas atividades relativas a:
I‑ documentação e escrituração escolar e de pessoal;
II‑ organização e atualização de arquivos;
III‑ expedição, registro e controle de expediente;
IV‑ registro e controle de bens patrimoniais, bem como de aquisição, conservação de materiais e de
gêneros alimentícios;
V‑ registro e controle de recursos financeiros.

Parágrafo Único ‑ Integra o Núcleo Administrativo: a secretária escolar.

Art. 14 ‑ O Núcleo Operacional terá a função de proporcionar apoio ao conjunto de ações


complementares, relativas às atividades de:
I‑ limpeza, manutenção e conservação das áreas interna e externa do prédio escolar;
II‑ controle, manutenção e conservação de mobiliários, equipamentos e materiais
didático‑pedagógicos;
III‑ controle, manutenção, conservação e preparo dos serviços de copa e cozinha.

Art. 15 ‑ Integram o Corpo Docente todos os professores da Escola, que exercerão suas funções
incumbindo‑se de:
I‑ participar da elaboração da Proposta Pedagógica;
II‑ elaborar e cumprir plano de trabalho;
III‑ zelar pela aprendizagem dos alunos;
IV‑ estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento;
V‑ cumprir os dias letivos e carga horária de efetivo trabalho escolar, além de participar integralmente
dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento profissional;
VI‑ colaborar com as atividades de articulação da Escola com as famílias e a comunidade, incluindo
participação em reuniões de pais e mestres, eventos escolares e atendimento aos responsáveis pelos
alunos, quando se fizer necessário.

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ORGANIZAÇÃO TÉCNICO-ADMINISTRATIVA

Art. 16 ‑ Integram o Corpo Discente todos os alunos regularmente matriculados na Escola, a quem se
garantirá o acesso às informações necessárias à sua educação, ao seu desenvolvimento como pessoa,
ao seu preparo para o exercício da cidadania e à sua qualificação para o mundo do trabalho.

ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA - CURRÍCULO

Art. 17 ‑ O currículo significa toda ação educativa da Escola que envolve o conjunto de decisões e
ações voltadas para a consecução dos objetivos educacionais na perspectiva de uma educação plena.

Art. 18 ‑ Os currículos dos cursos serão organizados na forma da lei e terão uma Base Nacional
Comum a ser complementada por uma Parte Diversificada, variando conteúdos e métodos de ensino.

§ 1° ‑ Dois princípios nortearão a elaboração do currículo da Escola: a sequência e a integração.


§ 2° ‑ O currículo dos cursos será submetido à homologação do órgão competente, para entrar em
vigor.
§ 3° ‑ As grades curriculares de cada curso mantido pela Escola farão parte do Plano Escolar,
organizadas em conformidade com a legislação em vigor.

Art. 19 ‑ No desenvolvimento do currículo do Ensino Fundamental, do 1° ao 9° ano, os componentes


curriculares serão tratados predominantemente como disciplinas.

Art. 20 ‑ Será garantida organicidade do currículo, assim distribuído:


a) Do 1º ao 5º ano, com duração de, no mínimo, 04 (quatro) horas letivas diárias, totalizando, no
mínimo, 800 (oitocentas) horas anuais de efetivo trabalho escolar, ao longo de 200 (duzentos) dias
letivos.
b) Do 6° ao 9º ano, com duração de, no mínimo 25 horas semanais com 5 aulas de 50 minutos por
dia.

Parágrafo Único ‑ A Escola oferecerá aos alunos, em caráter opcional, o período integral de
permanência na mesma, variando atividades e recreação.

Art. 21 ‑ A Escola considerará, por abertura da própria legislação vigente, de efetivo trabalho escolar,
os dias em que forem desenvolvidas atividades regulares de aula ou outras programações
didáticas‑pedagógicas, planejadas pela Escola, desde que contem com a presença de professores e
com a frequência controlada dos alunos.

Art. 22 ‑ Para cumprimento da carga horária prevista em lei, a Escola poderá considerar o tempo de
intervalo entre uma aula e outra, assim como o destinado ao recreio, como atividades escolares e
computadas na carga horária diária da classe ou, proporcionalmente, na duração de aula de cada
componente curricular.

Art. 23 ‑ A Escola poderá desenvolver projetos especiais, abrangendo:


I‑ atividades de recuperação da aprendizagem para todos os alunos que dela necessitem;
II‑ outros de interesse da Escola e da comunidade, que serão apresentados no Plano Escolar.

Art. 24 ‑ Os Projetos Especiais terão como objetivos:


I‑ Atender interesses e expectativas da comunidade.
II‑ Conquistar a confiança da clientela.
III‑ Manter atualizado o processo pedagógico.
IV‑ Priorizar a qualidade do ensino.

Art. 25 ‑ Os Projetos Especiais poderão ser desenvolvidos em parceria com instituições públicas ou
privadas, dependendo de sua natureza.

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ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA - INGRESSO

Art. 26 ‑ A matrícula será efetuada pelo pai ou responsável pelo aluno, observando‑se a legislação em
vigor e os seguintes critérios:

I-Por ingresso, no primeiro ano do Ensino Fundamental.


II-Por transferência, em qualquer ano, que não o primeiro, do Ensino Fundamental.
III-Por classificação ou reclassificação, a partir do primeiro do Ensino Fundamental.

Art. 27 ‑ São condições para a matrícula:


I‑ Em relação à idade:
Para o primeiro ano, ter 6 (seis) anos completos ou a completar até o mês de março do ano da matrícula.
Para os demais anos, o mesmo referencial será utilizado

Art. 28 ‑ A classificação será realizada a partir do segundo Ano do Ensino Fundamental e ocorrerá nas
seguintes condições:
I‑ Por Promoção, para os alunos da própria Escola, com aproveitamento do ano ou etapa anterior.
II‑ Por Transferência, para candidatos de outras escolas.
III‑ Independentemente de escolarização anterior, mediante avaliação realizada pela Escola, bem como
para alunos provenientes de países estrangeiros que não possuam documentação legal.

Art. 29 ‑ A reclassificação do aluno, em ano mais avançada, tendo como referência idade/série, poderá
ser requerida a partir do segundo ano do Ensino Fundamental, pelos pais ou responsáveis, nas
seguintes situações:
I-Quando se tratar de transferências entre estabelecimentos situados no País e no exterior, tendo como
base as normas curriculares gerais.
II- Quando o aluno da própria Escola for retido no ano cursado, por frequência, ou seja, não alcançou o
mínimo de 75% de frequência do total de horas letivas.

Art. 30 ‑ Para os casos de classificação e reclassificação, a Escola deverá observar os seguintes itens:
I-Deverá ser requerida durante o período letivo.
II- Indicação da série pretendida, pelo aluno ou seus responsáveis, quando menor, observada a
correlação com a idade.
III‑ Aplicação de avaliação de competência dos componentes da Base Nacional Comum Curricular, com
conteúdo do ano imediatamente anterior à pretendida, incluindo redação em Língua Portuguesa.
III- O aluno será avaliado por uma comissão de professores ou especialistas e pelo Conselho de Classe,
sobre o seu grau de desenvolvimento e maturidade, para cursar o ano pretendido.

§ 1 ° ‑ Nos casos de classificação e reclassificação, o parecer sobre a situação do aluno será registrado
em Ata, devidamente assinada pela comissão de professores, Conselho de Classe e Direção da Escola.
§ 2° ‑ Fica a critério da Escola, efetivar ou não a matrícula de candidato à classificarão e reclassificação,
com base neste Artigo.

Art. 31 ‑ Havendo necessidade, tendo como referência os componentes curriculares da Base Comum, a
Escola desenvolverá processos de adaptação de estudos, conduzidos com flexibilidade, explicitados no
Plano escolar.
§ 1° ‑ A adaptação de estudos será documentada e arquivada no prontuário do aluno.
§ 2° ‑ No processo de adaptação, será elaborado plano específico, sob a responsabilidade do professor
e aprovação do Diretor da Escola.

Art. 32 ‑ Para a matrícula com adaptação será determinado o limite máximo de três componentes
curriculares.

Art. 33 ‑ A matrícula de alunos procedentes de escolas de países estrangeiros processar‑se‑á, no que


couber, nos termos deste Regimento Escolar e de acordo com a legislação em vigor.

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ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA - INGRESSO

Art. 34 ‑ A Escola expedirá ou receberá transferências de alunos de outras escolas, conforme legislação
vigente.

§ 1° ‑ As transferências referidas no "caput" deste Artigo serão expedidas ou recebidas no transcorrer


do ano letivo, até determinada data, estabelecida pela Direção da Escola, a qual constará do Plano
escolar, ou, na ausência desta, a qualquer momento.
§ 2° ‑ Excepcionalmente serão recebidas transferências, independente da época, quando se tratar de
servidor público ou membro das Forças Armadas, inclusive seus dependentes, independente da
existência de vagas, mediante documento comprobatório de remoção ou transferência de ofício, de
acordo com a legislação em vigor.
§ 3° ‑ Se a escola de origem, por motivos relevantes, não puder expedir a documentação no prazo
previsto em lei, fica assegurada a permanência do aluno na escola.

Art. 35 ‑ O pedido de transferência será dirigido ao Diretor, pelos pais ou responsáveis.

§ 1° ‑ No ato do pedido, o aluno receberá documento emitido pela Escola, explicitando:


a)data do pedido de transferência;
b)informação sobre a aprovação ou retenção na série cursada;
c)data para entrega da documentação.

ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA - AVALIAÇÃO

Art. 36 ‑ A avaliação da Escola quanto à sua estrutura, organização, funcionamento e implicação sobre
a situação do ensino e da aprendizagem, constitui um dos elementos para reflexão e transformação da
prática escolar e terá como princípio o aprimoramento da qualidade do ensino.

Art. 37 ‑ A avaliação interna constitui‑se num processo que será organizado pela Escola e cujos
resultados, juntamente com os dados da avaliação externa, quando houver, terá por objetivo permitir o
acompanhamento:
I‑ sistemático e contínuo do processo de ensino e de aprendizagem, de acordo com os objetivos e
metas propostos;
II- do desempenho da Direção, dos professores, dos alunos e demais funcionários nos diferentes
momentos do processo educacional;
III‑ da participação efetiva da comunidade escolar nas mais diversas atividades propostas pela Escola;
IV‑ da execução do planejamento curricular.

Art. 38 ‑ A avaliação institucional será realizada através de procedimentos internos e externos,


objetivando a análise, orientação e correção, quando for o caso, dos procedimentos pedagógicos,
administrativos e financeiros da Escola.

Art. 39 ‑ Os objetivos e procedimentos da avaliação interna serão definidos pelo Núcleo de Direção da
Escola.

Art. 40 ‑ A síntese dos resultados das diferentes avaliações institucionais será registrada em relatório e
anexada ao Plano Escolar, norteando os momentos de planejamento e replanejamento da Escola.

Art. 41 ‑ O processo de avaliação do ensino e da aprendizagem levará em conta os resultados dos


procedimentos internos e externos, para tomada de decisões no âmbito da Escola e terá como
referência básica o conjunto de aprendizagens, indicadas com clareza no Plano Escolar.

Art. 42 ‑ A avaliação dos alunos será realizada pelos professores e pela escola como parte integrante da
proposta curricular e da implementação do currículo, de forma redimensionadora e assumirá caráter
processual, formativo e participativo, de forma contínua e diagnóstica.
Os três anos iniciais do Ensino Fundamental são considerados um bloco pedagógico ou um ciclo
sequencial não passível de interrupção, voltado para ampliar a todos os alunos as oportunidades de
sistematização e aprofundamento das aprendizagens básicas, imprescindíveis para o prosseguimento
dos estudos.

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ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA - AVALIAÇÃO

Art. 43 ‑ A avaliação do processo de ensino e de aprendizagem terá por objetivos:


I- Identificar potencialidades e dificuldades de aprendizagem e detectar problemas de ensino, de forma
a diagnosticar a situação dos alunos, para nortear o planejamento da ação pedagógica.
II- Subsidiar decisões sobre a utilização de estratégias e abordagens, de acordo com as necessidades
dos alunos, criar condições de intervir de modo imediato e a longo prazo, para sanar dificuldades e
redirecionar o trabalho docente.
III-Possibilitar ao aluno a tomada de consciência de seus avanços e dificuldades, visando o seu
envolvimento no processo de aprendizagem.
IV‑Dar condições ao professor de caracterizar cada aluno dentro do processo de aprendizagem,
possibilitando o seu avanço no ano em curso.
V‑ Embasar a tomada de decisão quanto à promoção do aluno.
VI‑ Fundamentar as decisões do Conselho de Classe quanto à necessidade de procedimentos paralelos
ou intensivos de reforço e recuperação da aprendizagem, de classificação e reclassificação de alunos.
VII‑ Fornecer subsídios para a melhoria do trabalho do pessoal da Escola, e em especial, das práticas de
sala de aula.
VIII‑ Orientar as atividades de planejamento e replanejamento dos conteúdos curriculares.

Art. 44 ‑ A avaliação do aproveitamento do aluno incidirá sobre a verificação do rendimento escolar,


nas experiências de aprendizagem, levando em consideração os objetivos visados.

Parágrafo Único ‑ A avaliação acontecerá de modo a possibilitar a sua aferição com segurança quanto à
identidade de cada aluno.

Art. 45 ‑ Na verificação do rendimento escolar, observar‑se‑á a prevalência dos aspectos qualitativos


sobre os quantitativos e dos progressos de aprendizagem do aluno ao longo do período letivo, por meio
de vários instrumentos e procedimentos, tais como: observação, registro descritivo e reflexivo,
trabalhos individuais e coletivos, portfólios, provas, questionários, tarefas para casa, participação em
projetos, dentre outros, tendo em conta a sua adequação à faixa etária e às características de
desenvolvimento do educando.

Art. 46 ‑ Na avaliação do aproveitamento serão utilizados instrumentos diversificados, elaborados pelo


professor, sob a supervisão da Escola.

Art. 47 ‑ As sínteses bimestrais dos resultados de avaliação do aproveitamento serão expressos em


notas, na escala de zero a dez, variando de vinte e cinco em vinte e cinco décimos.

Parágrafo Único ‑ As sínteses bimestrais serão resultado de, no mínimo:


a) Avaliação Contínua: prova integrada + trabalhos e demais instrumentos e procedimentos, previstos
no Art. 46 deste regimento;
b) Avaliação Bimestral: provas de cada disciplina.

Art. 48 ‑ O resultado da avaliação do aproveitamento será sistematicamente registrado, bimestralmente


enviado à Secretaria da Escola, registrado por escrito em boletim digital ou físico e comunicado aos
pais ou responsáveis, em reuniões bimestrais.
§ 1° ‑ No ato da matrícula, serão divulgadas para os pais e estudantes, as modalidades e instrumentos
de avaliação utilizados, bem como os critérios de promoção e retenção.
§ 2° - Quanto aos recursos e reconsideração sobre resultados de avaliação: a família será informada
sobre o desempenho dos alunos e será reconhecido o direito do aluno e da família de questionarem os
resultados da avaliação, inclusive em instâncias superiores à escola, o que não representa qualquer
alteração automática de resultados e notas, que são de responsabilidade e integram as atribuições
exclusivamente do corpo docente.

Art. 49 ‑ Será aprovado sem exame final o aluno que obtiver, ao final do ano letivo, frequência igual ou
superior a 75% do total de horas letivas e média final igual ou superior a 7,0 (sete).

Parágrafo Único ‑ A média final será a resultante da média aritmética dos quatro bimestres:
1° bim. + 2° bim. + 3° bim. + 4° bim/4 = MA (média anual)

PÁG. 6
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA - AVALIAÇÃO

Art. 50 ‑ O aluno que, ao final do ano letivo, não obtiver média final igual ou superior a 7,0 (sete), será
submetido à recuperação e exame final, quanto terá que alcançar a média 6,0 (seis), anual, para ser
aprovado.

§ 1° A nota do exame final será somada à média anual e o total será dividido por dois, para obtenção ou
não do resultado de aprovação, conforme este artigo.
§ 2° – A escola assegura o direito do aluno e da família de questionarem resultados da avaliação,
inclusive em instâncias superiores à escola, o que não representa qualquer alteração automática de
resultados e notas, que são de responsabilidade e integram as atribuições exclusivamente do corpo
docente.

Art. 51 – Será assegurado aos alunos com menor rendimento condições de atendimento ao longo do
ano letivo.

Parágrafo Único ‑ Estes estudos deverão ser realizados tão logo um diagnóstico tenha sido realizado,
após avaliação feita pelo professor, identificando aqueles alunos que não atingiram os objetivos.

Art. 52 ‑ Os estudos de recuperação terão por objetivo proporcionar aos alunos de baixo rendimento
escolar a oportunidade de melhor se firmarem na aprendizagem dos conteúdos dos componentes
curriculares em defasagem, visando a elevação de seu padrão de desempenho:

I‑ Bimestral, obrigatória para alunos que não atingiram a média 7,0 (sete). Uma nova avaliação
substituirá a prova bimestral para compor nova média, na tentativa de recuperar a média anterior.

II- Final, ao final do período letivo, obrigatória, a ser marcada pela Direção da Escola e divulgada aos
alunos e aos pais ou responsáveis, como forma de proporcionar ao aluno meios para que supere as
dificuldades nos componentes curriculares defasados, para chegar à promoção para o ano
subsequente.

Art. 53 ‑ Após os estudos de recuperação final, será considerado promovido o aluno que tiver
frequência igual ou superior a 75% do total de horas letivas e média final igual ou superior à nota 6,0
(seis), obtida pela média entre a nota do exame final e a média anual. O aluno que não tiver frequência
igual ou superior a 75% do total de horas letivas e alcançar a nota 6,0 (seis), obtida pela somatória das
avaliações do primeiro e do segundo semestres, será classificado no mesmo ano.

Art. 54 ‑ Serão objetos de estudos dos Conselhos de Classe, casos de alunos que, antes ou após os
estudos de recuperação final, observada a frequência mínima, conforme o caso, estejam com nota
inferior ao necessário para a promoção.

Parágrafo Único ‑ O Conselho de Classe analisará o desempenho global do aluno durante todo o ano
letivo, a fim de retificar ou ratificar o resultado final obtido.

ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA - FREQUÊNCIA

Art. 55 ‑ As presenças e ausências dos alunos às atividades escolares serão registradas pelos
professores e enviadas regularmente à Secretaria da Escola.

Art. 56 ‑ Os dados relativos à apuração da frequência deverão ser comunicados aos pais ou
responsáveis, durante o decorrer do período letivo, sempre que houver necessidade e, no mínimo,
bimestralmente.

Art. 57 ‑ A apuração da frequência far‑se‑á pelo cálculo da porcentagem sobre o total de horas letivas.

Parágrafo Único ‑ No caso do aluno matricular‑se na escola em outra época que não o início do período
letivo, o cômputo da frequência deverá incidir sobre o período que se inicia a partir de sua matrícula
até o final do período letivo, calculando‑se os percentuais sobre as atividades desse período.

PÁG. 7
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA - FREQUÊNCIA

Art. 58 ‑ Para efeito de promoção, o aluno deverá comprovar frequência mínima de 75% do total de
horas letivas.

Art. 59 ‑ A Escola poderá oferecer compensação de ausências para o aluno aprovado quanto ao
aproveitamento, mas com frequência inferior a 75% do total de horas letivas.

Art. 60 ‑ A Escola propiciará regime especial de estudos, em forma de exercícios e atividades


pedagógicas domiciliares com acompanhamento, ao aluno que comprovar, por meio de atestado
médico, ser portador de afecções congênitas ou adquiridas, moléstias contagiosas, traumatismos ou
distúrbios agudos que o impossibilitem de frequentar a Escola durante certo período.

Parágrafo Único ‑ Caberá ao conjunto de professores propor os procedimentos a serem adotados para
cada caso, submetendo‑os previamente à apreciação da Direção da Escola.

Art. 61 ‑ O aluno que não atingir o mínimo exigido de frequência previsto na legislação em vigor, por
motivo comprovado, poderá requerer o regime de compensação de ausências, com mérito a ser
analisado pela direção escolar, para aceitação ou não da solicitação.

§ 1° ‑ A compensação de ausências será feita fora do período de aula do aluno, devendo o discente
ocupar‑se de atividades orientadas pelo período correspondente às horas a serem repostas.
§ 2° ‑ Serão consideradas justificadas as ausências decorrentes de enfermidades, problemas graves em
família distante e outras razões, a critério da Direção da escola.
§ 3° ‑ A compensação de ausências será cumprida no decorrer do período letivo e, excepcionalmente,
ao final de cada semestre letivo, quando a frequência às atividades escolares será descontada do total
de horas correspondentes às faltas registradas, para apuração final da assiduidade. É dever da escola
alertar os alunos e familiares para a possibilidade de não aprovação daqueles que obtiverem um
percentual inferior a 75% do total de horas letivas, mesmo se o rendimento escolar dos mesmos for
satisfatório. A escola deverá comunicar à família que o Ensino Fundamental é obrigatório por lei e o seu
dever de zelar para que seus filhos frequentem a instituição de ensino.
§ 4° ‑ Se o aluno vier a se transferir no decorrer do período letivo, o desconto referido no parágrafo
anterior será efetuado no ato da transferência.

EXPEDIÇÃO DE DOCUMENTOS DA VIDA ESCOLAR

Art. 62 ‑ A Escola expedirá históricos escolares, certificados de conclusão de curso e/ou de ano, em
conformidade com a legislação vigente.

P R O P O S TA P E D A G Ó G I C A

Art. 63 ‑ A Escola buscará padrão adequado de qualidade de ensino, estimulando o pluralismo


de ideias e concepções pedagógicas e garantindo os princípios de coerência, equidade e
corresponsabilidade da comunidade escolar na organização e prestação de seus serviços.

Art. 64 - A Proposta Pedagógica da Escola será elaborada com a participação dos profissionais
da Escola.

Art. 65 - A Proposta Pedagógica define a missão da Escola, partindo de uma concepção de ser
humano, de mundo e de sociedade, especificando os valores fundamentais a serem trabalhados
e as qualidades e habilidades a serem desenvolvidas em todos os alunos, contemplando, no
mínimo:
I- O conhecimento da realidade presente e a avaliação do que falta para o ideal pretendido.
II- O conhecimento das ações que devem ser desencadeadas para alcançar o ideal
pretendido, tomando decisões sobre:
a) questões disciplinares;
b) seleção e distribuição de conteúdos;
c) desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem;
d) avaliação da aprendizagem;
e) participação dos pais ou responsáveis;
f) avaliação da própria Escola.

Art. 66 - Os pais e responsáveis pelos alunos serão devidamente informados sobre o conteúdo
e a execução da Proposta Pedagógica.
PÁG. 8
DO PLANO ESCOLAR

Art. 67 - O Plano Escolar é o documento que traça o perfil da Escola, conferindo-lhe identidade
própria, na medida em que contempla as intenções comuns de todos os envolvidos, norteia o
gerenciamento das ações intra-escolares e operacionaliza a Proposta
Pedagógica.

§ 1° - O Plano Escolar contempla, no mínimo:


I- Identificação e caracterização da Escola, de sua clientela, de seus recursos físicos, materiais e
humanos, bem como dos recursos disponíveis na comunidade local.
II- Objetivos da Escola.
III- Definição das metas a serem atingidas e das ações a serem desencadeadas.
IV- Plano dos cursos mantidos pela Escola.
V- Critérios para acompanhamento, controle e avaliação da execução do trabalho
realizado pelos diferentes participantes do processo educacional. VI- Normas não explicitadas
neste Regimento Escolar.

§ 2° - Anualmente serão incorporados ao Plano Escolar anexos com:


I- Agrupamento de alunos e sua distribuição por turno, curso, ano e turma.
II- Quadro curricular por curso e série.
III- Quadro do Pessoal Administrativo.
IV- Quadro do Pessoal Docente.
V- Calendário escolar e demais eventos da Escola.
VI- Projetos especiais.

Art. 68 - O plano de cada curso tem por finalidade garantir a organicidade e continuidade do
curso e conterá:
I- Objetivos.
II- Integração e sequência dos componentes curriculares.
IV- Síntese dos conteúdos programáticos, como subsídio à elaboração dos planos de ensino.
IV- Carga horária mínima do curso e dos componentes curriculares.
Parágrafo Único - O plano de ensino, elaborado em consonância com o plano de curso, constitui
documento da Escola e do professor, devendo ser mantido à disposição da Direção e Supervisão
de Ensino.

Art. 69 - O Plano Escolar será aprovado pela Direção da Escola e homologado pela autoridade
competente.

CALENDÁRIO ESCOLAR

Art. 70 - A comunidade escolar elaborará anualmente o seu Calendário Escolar, integrando-o ao


Plano Escolar e deverá conter indicações quanto a:
I - Período de aulas, férias e recessos escolares.
II - Feriados e comemorações.
IV - Período de Recuperação.
V - Período de Planejamento e Replanejamento.
VII - Atividades de cultura a lazer.
VIII - Reuniões administrativas e pedagógicas.
IX - Reuniões do Conselho de Classe.
X - Reuniões de Pais a Mestres.
XII - Outras indicações específicas.

Art. 71 - Serão considerados dias letivos, as comemorações cívicas e demais atividades da


Escola que contem com a participação do Corpo Docente e Discente.

Art. 72 - A duração de horas fixadas para o ano letivo será computada não somente pelas
atividades em sala de aula, mas também em atividades escolares realizadas em outros recintos,
para trabalhos de pesquisa e trabalhos em grupo, leituras, concursos e competições,
desenvolvimento cultural e artístico, recreio, desde que obrigatórias e incluídas na proposta
pedagógica da Escola, com a frequência do aluno controlada e sob orientação e
acompanhamento de pessoal habilitado, de acordo com a legislação vigente.

Parágrafo Único - O cômputo dessas horas de atividades, no seu conjunto, deverá integrar o
mínimo de 200 (duzentos) dias letivos e o mínimo de 800 (oitocentas) horas, fixados em lei.

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Art. 73 - Os trabalhos escolares das classes só poderão ser encerrados quando cumpridos os
mínimos de duração do ano letivo, em termos de dias e horas fixadas no Regimento Escolar e
na lei em vigor.

Parágrafo Único - Aulas previstas e não dadas ficarão sujeitas a reposição, se necessárias,
ao cumprimento do mínimo previsto em lei.

COLEGIADOS

Art. 74 - Esta Escola conta com o colegiado de Conselho de Classe, constituído nos ermos
deste regimento.

Art. 75 - O Conselho de Classe é o colegiado responsável pelo processo coletivo de


acompanhamento e avaliação do ensino e da aprendizagem.

§ 1° - O Conselho de Classe será constituído por professores da mesma classe e demais


profissionais de ensino com os quais a Escola contar.
§ 2° - O Conselho de Classe será presidido pelo Diretor, que poderá delegar essa função a
essoa que julgar conveniente.
§ 3° - O Conselho de Classe reunir-se-á, ordinariamente, ao final do período letivo, antes e pós
a recuperação final ou extraordinariamente, quando convocado pelo Diretor.
§ 4° - O Conselho de Classe tem as seguintes atribuições:
I- Avaliar o rendimento da classe e confrontar os resultados da aprendizagem relativos aos
diferentes componentes curriculares.
II- Avaliar o comportamento da classe, o relacionamento da classe com os diferentes
professores e propor medidas que visem ao melhor ajustamento.
III- Decidir sobre a promoção dos alunos.
IV- Determinar o conceito final do aluno, nos casos de discrepância entre notas finais e
bimestrais emitidas pelo professor.
V- Pronunciar-se nos casos de promoção ou retenção do aluno que não se enquadre nas
condições previstas neste Regimento Escolar.
VI- Decidir sobre a reclassificação de alunos prevista neste Regimento Escolar

INSTITUIÇÕES AUXILIARES

Art. 76 - As Instituições Auxiliares terão a função de aprimorar o processo de construção da


autonomia da Escola e as relações de convivência infra a extra-escolares.

Art. 77 - Instituições e Associações poderão ser criadas, desde que devidamente aprovadas e
explicitadas na Proposta Pedagógica e no Plano Escolar.

Art. 78 - As Instituições e Associações criadas na Escola terão a aprovação da Direção e Estatuto


próprio.

N O R M A S D E G E S TÃ O E D E C O N V I V Ê N C I A

PRINCÍPIOS
Art. 79 - As normas de gestão e convivência, nesta Escola, têm como fundamento os princípios de
solidariedade, ética, pluralidade cultural, autonomia e gestão democrática.

DOS DIREITOS E DOS DEVERES


Art. 80 - Constituem direitos dos participantes do processo educativo:
I - Te r a s s e g u r a d o o r e s p e i t o a o s d i r e i t o s d a p e s s o a h u m a n a e s u a s l i b e r d a d e s f u n d a m e n t a i s .
II- O acesso às dependências do prédio escolar e a utilização dos materiais.
III- Receber, pontualmente, sua remuneração, que deve ser condigna com seu trabalho.
IV- Utilizar-se das prerrogativas funcionais e trabalhistas que a lei lhe confere.
V- Gozar 30 (trinta) dias de férias anuais, conforme prevê a legislação trabalhista.
VI- Requerer ou representar, pedir reconsideração e recorrer das decisões, observadas as normas
legais.

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Parágrafo Único - Os pais ou responsáveis terão como direitos, os estabelecidos nos itens I
e II, além de participar das atividades desenvolvidas na Escola, em regime de colaboração e
cooperação.

Art. 81 - São direitos dos alunos:


I- Ser respeitado em sua individualidade e preparado para a vida através de
experiênciassignificativas.
II- Ser tratado com respeito, gentileza e carinho por todos os funcionários da Escola.
III- Ser ouvido, compreendido, bem como receber auxílio e orientação necessária por parte
dos Professores e Direção.
IV- Ser avaliado dentro das normas estabelecidas e ter conhecimento dos resultados.
V- Gozar de equidade de tratamento, sem distinção de raça, credo ou qualquer outra
discriminação.
VI- Participar ativamente das aulas, de forma consciente e construtiva, recebendo, durante o
ano letivo, aulas ministradas com eficiência, as quais favoreçam a sua aprendizagem.

Art. 82 - Constituem deveres de todos os participantes do processo educativo:


I- Contribuir em suas esferas de atuação para o prestígio da Escola.
II- Comparecer, pontualmente, de forma participante, às atividades que lhes forem afetas.
III- Obedecer às normas de convivência da Escola e às determinações superiores.
I V - Te r a d e q u a d o c o m p o r t a m e n t o s o c i a l , t r a t a n d o a t o d o s c o m c i v i l i d a d e e r e s p e i t o .
V- Cooperar para a boa conservação do mobiliário da Escola, equipamentos e material
escolar, concorrendo também para a manutenção de boas condições de asseio do prédio e
suas dependências.
VI- Não portar material que represente perigo para a saúde, segurança e integridade física e
moral sua ou de outrem.
VII- Comportar-se de modo a fortalecer a cidadania e a responsabilidade democrática.
VIII- Observar as normas de prevenção de acidentes, utilizando, obrigatoriamente, quando for
o caso, os equipamentos de segurança previstos.
IX- Justificar suas ausências.

Art. 83
- São deveres dos professores:
I- Participar da elaboração da Proposta Pedagógica e do Plano Escolar.
II- Elaborar e executar a programação referente a regência de classe e atividades afins.
III- Executar atividades de recuperação de alunos.
IV- Colaborar na programação e avaliação das atividades extras.
V- Proceder à observação dos alunos, identificando necessidades e carências de ordem
social, psicológica, material ou de saúde que interfiram na aprendizagem, para
encaminhamento aos setores especializados de assistência.
VI- Participar do Conselho de Classe.
VII- Manter contato e participar de reuniões com os pais ou responsáveis, informando-os e
orientando-os sobre o desenvolvimento do aluno e obtendo dados de interesse para o
processo educativo.
VIII- Participar de atividades cívicas, culturais e educativas da comunidade escolar.
IX- Participar da Associação de Pais a Mestres e outras Instituições Auxiliares da Escola,
quando instituídas.
X- Executar e manter atualizados os registros relativos a suas atividades e fornecer
informações conforme as normas estabelecidas.
XI- Responsabilizar-se pela utilização, manutenção e conservação de equipamentos e
instrumentais em uso.
XII- Participar das decisões referentes e agrupamentos de alunos.
XIII- Participar, executar, planejar e registrar os objetivos e as atividades do processo
educativo, numa perspectiva coletiva e integradora.
XIV- Encaminhar à Secretaria da Escola as notas de avaliação bimestral, anual e de
recuperação e os dados de apuração da frequência dos alunos de sua classe, conforme
especificação e prazos fixados pelo cronograma escolar.
XV- Buscar, numa perspectiva de formação permanente, o aprimoramento de seu desempenho
profissional e ampliação de seu conhecimento, podendo propor e/ou coordenar ações e
grupos de formação.
XVI- Comunicar ao Diretor ou ao serviço responsável os casos de suspeita ou constatação de
doenças infecto-contagiosas.

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Art. 84 - São deveres dos alunos:
I- Comparecer pontualmente e assiduamente às atividades, conforme horários.
II- Obedecer às normas estabelecidas pelo código disciplinar da Escola.
I I I - Te r a d e q u a d o c o m p o r t a m e n t o s o c i a l , t r a t a n d o f u n c i o n á r i o s e c o l e g a s d a E s c o l a c o m c i v i l i d a d e
e respeito.
IV- Cooperar e zelar pela conservação das instalações, dos equipamentos e material escolar,
concorrendo também para as boas condições de higiene da Escola.
V- Não portar material que represente perigo para a saúde, segurança e integridade física e
moral, sua, ou de outrem.
VI- Apresentar-se na Escola, bem como em atividades extra escolares, trajado adequadamente
com o uniforme completo, facilitando, assim, a sua identificação dentro e fora da Escola.
VII- Participar de todas as atividades propostas pela Direção da Escola com interesse, disciplina e
respeito.

Art. 85 - Será vedado a todos os participantes do processo educativo:


I- Ocupar-se em seu local de trabalho de outras atividades estranhas à finalidade educativa.
II- Fazer proselitismo religioso ou político.
III- Valer-se de seus direitos para tirar proveito de situações que envolvam o nome da Escola.

Art. 86 - Será vedado aos Professores:


I- Ferir a susceptibilidade dos alunos no que diz respeito às suas convicções, nacionalidade, cor,
sexo, religião e capacidade intelectual.
III- Falar, escrever ou publicar artigos em nome da Escola, sem que para isso esteja autorizado.
IV- Dispensar os alunos antes do término das aulas, bem como permitir a sua entrada em sala
quando já iniciada a aula ou trabalho, sem a prévia autorização.
V- Fumar em sala de aula ou nas dependências da escola.
VI- Deixar de comparecer, sem causa de força maior, a mais de 25% das atividades previstas no
mês.
VII- Utilizar telefones celulares ou similares em sala de aula, bem como a utilização de redes
sociais durante o período de aula.
VIII- Fotografar, gravar ou filmar aulas e alunos para fins pessoais do docente bem como publicar
tais registros de imagens em redes sociais.

Art. 87 - Será vedado aos alunos:


I- Retirar-se da sala durante as aulas, sem prévia autorização.
II- Retirar-se da Escola durante os horários de estudos, sem prévia autorização.
III - Utilizar-se ou portar material potencialmente perturbador da ordem dos trabalhos
escolares, bem como daqueles que possam representar perigo para sua saúde,
segurança e integridade ou da de outrem.
IV- Efetuar, participar ou instigar quaisquer atos de violência verbal, física, psicológica ou
social contra colegas, professores, dirigentes e demais funcionários e auxiliares da
escola.
V- Faltar coletivamente às aulas ou trabalhos escolares, bem como incitar colegas para
fazerem.
VI- Utilizar-se do nome da Escola sem a prévia autorização da direção.
VII- Utilizar telefones celulares ou similares em sala de aula, bem como a utilização de redes
sociais durante o período de aula.
VIII - Fotografar, gravar ou filmar aulas e alunos bem como publicar tais registros de imagens
em redes sociais.
XIX- Comparecer à escola, em especial durante o Ensino Fundamental I, com utilização de
maquiagem.
X- Publicar postagens em redes sociais e ambiente digital com utilização de palavras de
baixo calão.
XI- Adentrar e/ou permanecer na escola sem o uso do uniforme completo.

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PENALIDADES

Art. 88 - A não observância dos deveres estipulados neste Regimento, sujeitarão, tanto os
funcionários como os alunos, a penalidades aplicadas pelo Diretor da Escola.

Art. 89 - As penalidades aplicáveis aos funcionários são:


a) Advertência verbal, com registro em prontuário;
b) Advertência por escrito;
c) Suspensão de atividades;
d) Rescisão do contrato de trabalho, com justa causa.
Parágrafo Único - Das penalidades impostas, caberão recursos à justiça trabalhista e à
Direção da Escola.

Art. 90 - As penalidades aplicáveis aos alunos são:


a) Advertência verbal, com comunicação aos pais ou responsáveis, via aplicativo escolar do
aluno;
b) Advertência escrita, com comunicação aos pais ou responsáveis, via aplicativo escolar do
aluno e registro no livro de ocorrências;
c) Reunião com a Direção e a Coordenação Pedagógica juntamente com o aluno e seus pais
ou responsáveis;
d) Suspensão, aplicada pela Direção da Escola.
e) Impossibilidade de rematrícula no próximo ano letivo ou perda de bolsas e descontos
promocionais adquiridos na matrícula inicial.

C O M P E T Ê N C I A S E AT R I B U I Ç Õ E S

Do Diretor da Escola
Art. 91 - São competências do Diretor da Escola:
I- Definir a linha de ação a ser adotada pela Escola, observadas as diretrizes da administração
superior;
II- Aprovar a Proposta Pedagógica e o Plano Escolar e encaminhá-lo ao órgão competente
para homologação;
III- Responder pela parte pedagógica, quando a Escola não contar com um Coordenador
Pedagógico;
IV- Autorizar a matrícula e a transferência de alunos;
V- Manter entendimentos com empresas e outras instituições para fins de parcerias com
inalidades educativas e culturais;
VI- Atribuir a regência de aulas e/ou classes aos professores da Escola, nos termos da
legislação vigente;
VII- Estabelecer o horário de aulas e de expediente da Secretaria e outros;
VIII- Conferir e assinar, juntamente com o Secretário, todos os documentos relativos à vida
escolar dos alunos, expedidos pela Escola;
IX- Convocar e presidir reuniões de um modo geral;
X- Presidir solenidades e cerimônias da Escola e representá-la em atos oficiais e atividades
da comunidade;
XI- Submeter à aprovação superior proposta de utilização do prédio ou dependências da
escola para outras atividades que não a do ensino, mas de caráter educacional ou cultural;
XII- Aprovar regulamentos e estatutos de outras instituições auxiliares que operam na Escola;
XIII- Decidir sobre recursos interpostos por alunos ou seus responsáveis, relativos à
verificação do rendimento escolar.
XIV- Responder pelo cumprimento da legislação em vigor.
XV- Apurar ou fazer apurar irregularidades de que tenha conhecimento.
XVI- Decidir quanto a questões de emergência ou omissão no presente Regimento,
apresentando às autoridades superiores.

Do Coordenador Pedagógico
Art. 92 - O Coordenador Pedagógico, que pode ser o diretor escolar, tem as seguintes
atribuições:
I- Participar da elaboração, execução, acompanhamento e avaliação da Proposta Pedagógica
e do Plano Escolar.
II- Coordenar, acompanhar, avaliar e controlar as atividades curriculares da Escola.
III- Coordenar as atividades de planejamento e replanejamento.
IV- Assegurar e participar das ações pedagógicas da Escola.
V- Prestar assistência aos professores.

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VI- Assegurar eficiência e eficácia para a melhoria do ensino.
VII- Garantir a continuidade do processo de construção do conhecimento da equipe,
estimulando, articulando e avaliando.
VIII- Acompanhar e avaliar o processo contínuo de avaliação e recuperação.
IX- Coordenar e integrar esforços, trabalhar em equipe, determinar prioridades e planejar com
participação.

Do Secretário
Art. 93 - São competências do Secretário, além de outras que lhe são atribuídas por lei:
I- Participar da elaboração da Proposta Pedagógica e do Plano Escolar.
II- Elaborar a programação das atividades da Secretaria, mantendo-a articulada com as demais
programações da Escola.
III- Atribuir tarefas ao pessoal auxiliar de secretaria, quando houver, orientando e controlando
as atividades de registro e escrituração, assegurando o cumprimento de normas e prazos.
IV- Verificar a regularidade da documentação referente à matrícula e transferência de alunos,
encaminhando os casos especiais à deliberação do Diretor.
V- Providenciar o levantamento e encaminhamento aos órgãos competentes, de dados e
informações educacionais.
VI- Elaborar e providenciar a divulgação de editais, comunicados e instruções relativas às
atividades escolares.
VII- Observar e fazer cumprir as leis vigentes, os despachos e determinações do Diretor da
Escola.
VIII- Elaborar relatórios e instruir processos.
IX- Manter em dia a correspondência da Escola e o fluxo de papéis entre ela e a Diretoria de
Ensino a qual se encontra jurisdicionada.
X- Manter sob sua guarda e em ordem, os livros, pastas, prontuários e fichas adotadas para a
escrituração escolar.
XI- Elaborar históricos escolares, certificados de conclusão e demais documentos de
scrituração escolar.
XII- Elaborar proposta das necessidades de material permanente e de consumo.

Art. 97 - A Escola fornecerá documento síntese de sua Proposta Pedagógica e cópia de parte
deste Regimento referente às normas de gestão e convivência, sistemática de avaliação e
recuperação, quando solicitado pelo aluno ou responsável.

Art. 98 - A admissão de todos os funcionários da Escola será feita pela Consolidação das Leis
Tr a b a l h i s t a s e c o n t r a t o s p e r t i n e n t e s , a s s u m i n d o , a m e s m a , t o d a s a s o b r i g a ç õ e s f i n a n c e i r a s e
sociais regidas por legislações próprias.

A r t . 9 9 - To d o o p e s s o a l d a E s c o l a f i c a r á o b r i g a d o a o r e g i s t r o d e f r e q u ê n c i a d i á r i a , d e m o d o a
comprovar, perante as autoridades competentes, a sua vida funcional, e ao Setor
Administrativo da Escola, para fins de pagamento de salários e outros direitos pecuniários e
assistenciais.

Art. 100 - A Escola adotará uniforme escolar obrogatório para todos os alunos, como forma de
identificação e segurança.

Art. 101 - Os programas de assistência ao aluno a serem desenvolvidos na Escola, serão


organizados pela Direção, com assistência do coordenador escolar, se houver, no início de
cada período letivo.

Parágrafo Único - Os casos individuais de assistência serão estudados e resolvidos na forma


deste Artigo, devendo os participantes manterem o compromisso de conservarem todos os
pontos focalizados, em completo sigilo, para que não se fira a susceptibilidade do beneficiado.

Art. 102 - A Escola poderá receber subvenções do Poder Público, de Empresas, de Entidades
Associativas ou particulares, ficando a Direção pessoalmente por elas responsável, para
prestação de contas a quem de direito.

Art. 103 - Os casos omissos neste Regimento serão resolvidos pela Direção da Escola, sendo
submetidos posteriormente à consideração do órgão competente de ensino, a que estiver
jurisdicionada a Escola.

Art. 104 - Qualquer alteração deste Regimento será submetida à aprovação do órgão
competente e vigorará a partir do ano letivo seguinte ao das alterações.

Art. 105 – Serão incorporadas a este Regimento as determinações supervenientes, oriundas de


disposições legais ou de normas baixadas pelos órgãos competentes.

Art. 106 - Este Regimento passará a vigorar a partir da data da publicação da sua aprovação
pelo órgão competente do Sistema de Ensino do Estado de São Paulo.

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