Regras Do Croli
Regras Do Croli
REGIMENTO
INTERNO
IDENTIFICAÇÃO
Art. 1° ‑ O Colégio Roza Oliveira, de caráter privado, é mantido pela Entidade Mantenedora Colégio
Roza Oliveira SS/ Ltda, com sede à Rua Rodrigues Alvarenga, 223 – Imirim – São Paulo – SP - CEP 02471-
160, e Rua Rozo Lagoa, 55 – CEP: 02471-210 – Imirim – São Paulo – SP, C.N.P.J. n.° 28.940.440/0001-48,
com Curso de Ensino Fundamental, do 1° ao 9° ano.
Art. 2° - O Colégio Roza Oliveira, com abreviação na sigla CROLI, é a denominação da Unidade Escolar,
a qual funciona à Rua Rodrigues Alvarenga, 223 – Imirim – São Paulo – SP – CEP 02471-160, e Rua Rozo
Lagoa, 55 – CEP: 02471-210 – Imirim – São Paulo – SP.
Art. 3° ‑ O Colégio Roza Oliveira, doravante designado por Escola, reger‑se‑á por este Regimento
Escolar.
Art. 5° ‑ O ensino atenderá aos princípios de liberdade e aos ideais de solidariedade humana, tendo por
finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua
qualificação para o trabalho.
Art. 6° ‑ Sempre que possível e atendendo à legislação vigente, a Escola desenvolverá projetos
especiais em regime de parceria, a fim de responder aos interesses da comunidade escolar.
Parágrafo Único – Se e quando existir, o projeto de parceria deverá ser homologado pelo órgão
competente de Ensino e será detalhado no adendo anual ao Plano Escolar.
FINS E OBJETIVOS
Art. 7° ‑ Na Escola, a Educação Básica tem por finalidade, em complementação à ação da família,
proporcionar condições adequadas ao desenvolvimento físico, psicológico, intelectual e social da
criança e promover a ampliação de suas experiências e conhecimentos, estimulando seu interesse pelo
processo de transformação da natureza e pela convivência em sociedade, assegurando‑lhe, assim, a
formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer‑lhe meios para progredir no
trabalho e em estudos posteriores.
Art. 8° ‑ O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios, estabelecidos pela Lei n° 9.394,
de 20/12/96:
I- Igualdade de condições para o acesso e permanência na Escola.
II- Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, a arte e o saber.
III- Pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas.
IV- Respeito à liberdade e apreço à tolerância.
V- Valorização do profissional da educação escolar.
VI- Garantia do padrão de qualidade do ensino.
VII- Valorização da experiência extra‑escolar.
VII- Vinculação entre a ação escolar, o trabalho e as práticas sociais.
Parágrafo Único ‑ Para que os objetivos sejam alcançados, serão oferecidas ao educando condições que
o levem à vivência de situações de vida que evidenciem, na Escola e na família, atitudes e padrão de
interação de valores efetivamente humanos.
Art. 9° ‑ Em cada nível e modalidade de ensino, a Escola terá por objetivo a formação básica do
educando, mediante:
a) o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno desenvolvimento
da leitura, da escrita e do cálculo;
b) a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos
valores em que se fundamenta a sociedade;
c) o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e
habilidades e a formação de atitudes e valores;
d) o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância
recíproca em que se assenta a vida social.
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ORGANIZAÇÃO TÉCNICO‑ADMINISTRATIVA
Art. 10 ‑ A organização administrativa e técnica da Escola está voltada para o atendimento de suas
finalidades e abrange:
I - Núcleo Diretivo e Pedagógico
II‑ Núcleo Administrativo
III‑ Núcleo Operacional
IV‑ Corpo Docente
V‑ Corpo Discente
Parágrafo Único ‑ Os funcionários abrangidos nos itens I, II, III e IV têm suas atribuições e competências
regulamentadas em legislação específica, além das previstas neste Regimento.
Art. 13 ‑ O Núcleo Administrativo terá a função de dar apoio ao processo educacional, auxiliando a
Direção nas atividades relativas a:
I‑ documentação e escrituração escolar e de pessoal;
II‑ organização e atualização de arquivos;
III‑ expedição, registro e controle de expediente;
IV‑ registro e controle de bens patrimoniais, bem como de aquisição, conservação de materiais e de
gêneros alimentícios;
V‑ registro e controle de recursos financeiros.
Art. 15 ‑ Integram o Corpo Docente todos os professores da Escola, que exercerão suas funções
incumbindo‑se de:
I‑ participar da elaboração da Proposta Pedagógica;
II‑ elaborar e cumprir plano de trabalho;
III‑ zelar pela aprendizagem dos alunos;
IV‑ estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento;
V‑ cumprir os dias letivos e carga horária de efetivo trabalho escolar, além de participar integralmente
dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento profissional;
VI‑ colaborar com as atividades de articulação da Escola com as famílias e a comunidade, incluindo
participação em reuniões de pais e mestres, eventos escolares e atendimento aos responsáveis pelos
alunos, quando se fizer necessário.
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ORGANIZAÇÃO TÉCNICO-ADMINISTRATIVA
Art. 16 ‑ Integram o Corpo Discente todos os alunos regularmente matriculados na Escola, a quem se
garantirá o acesso às informações necessárias à sua educação, ao seu desenvolvimento como pessoa,
ao seu preparo para o exercício da cidadania e à sua qualificação para o mundo do trabalho.
Art. 17 ‑ O currículo significa toda ação educativa da Escola que envolve o conjunto de decisões e
ações voltadas para a consecução dos objetivos educacionais na perspectiva de uma educação plena.
Art. 18 ‑ Os currículos dos cursos serão organizados na forma da lei e terão uma Base Nacional
Comum a ser complementada por uma Parte Diversificada, variando conteúdos e métodos de ensino.
Parágrafo Único ‑ A Escola oferecerá aos alunos, em caráter opcional, o período integral de
permanência na mesma, variando atividades e recreação.
Art. 21 ‑ A Escola considerará, por abertura da própria legislação vigente, de efetivo trabalho escolar,
os dias em que forem desenvolvidas atividades regulares de aula ou outras programações
didáticas‑pedagógicas, planejadas pela Escola, desde que contem com a presença de professores e
com a frequência controlada dos alunos.
Art. 22 ‑ Para cumprimento da carga horária prevista em lei, a Escola poderá considerar o tempo de
intervalo entre uma aula e outra, assim como o destinado ao recreio, como atividades escolares e
computadas na carga horária diária da classe ou, proporcionalmente, na duração de aula de cada
componente curricular.
Art. 25 ‑ Os Projetos Especiais poderão ser desenvolvidos em parceria com instituições públicas ou
privadas, dependendo de sua natureza.
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ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA - INGRESSO
Art. 26 ‑ A matrícula será efetuada pelo pai ou responsável pelo aluno, observando‑se a legislação em
vigor e os seguintes critérios:
Art. 28 ‑ A classificação será realizada a partir do segundo Ano do Ensino Fundamental e ocorrerá nas
seguintes condições:
I‑ Por Promoção, para os alunos da própria Escola, com aproveitamento do ano ou etapa anterior.
II‑ Por Transferência, para candidatos de outras escolas.
III‑ Independentemente de escolarização anterior, mediante avaliação realizada pela Escola, bem como
para alunos provenientes de países estrangeiros que não possuam documentação legal.
Art. 29 ‑ A reclassificação do aluno, em ano mais avançada, tendo como referência idade/série, poderá
ser requerida a partir do segundo ano do Ensino Fundamental, pelos pais ou responsáveis, nas
seguintes situações:
I-Quando se tratar de transferências entre estabelecimentos situados no País e no exterior, tendo como
base as normas curriculares gerais.
II- Quando o aluno da própria Escola for retido no ano cursado, por frequência, ou seja, não alcançou o
mínimo de 75% de frequência do total de horas letivas.
Art. 30 ‑ Para os casos de classificação e reclassificação, a Escola deverá observar os seguintes itens:
I-Deverá ser requerida durante o período letivo.
II- Indicação da série pretendida, pelo aluno ou seus responsáveis, quando menor, observada a
correlação com a idade.
III‑ Aplicação de avaliação de competência dos componentes da Base Nacional Comum Curricular, com
conteúdo do ano imediatamente anterior à pretendida, incluindo redação em Língua Portuguesa.
III- O aluno será avaliado por uma comissão de professores ou especialistas e pelo Conselho de Classe,
sobre o seu grau de desenvolvimento e maturidade, para cursar o ano pretendido.
§ 1 ° ‑ Nos casos de classificação e reclassificação, o parecer sobre a situação do aluno será registrado
em Ata, devidamente assinada pela comissão de professores, Conselho de Classe e Direção da Escola.
§ 2° ‑ Fica a critério da Escola, efetivar ou não a matrícula de candidato à classificarão e reclassificação,
com base neste Artigo.
Art. 31 ‑ Havendo necessidade, tendo como referência os componentes curriculares da Base Comum, a
Escola desenvolverá processos de adaptação de estudos, conduzidos com flexibilidade, explicitados no
Plano escolar.
§ 1° ‑ A adaptação de estudos será documentada e arquivada no prontuário do aluno.
§ 2° ‑ No processo de adaptação, será elaborado plano específico, sob a responsabilidade do professor
e aprovação do Diretor da Escola.
Art. 32 ‑ Para a matrícula com adaptação será determinado o limite máximo de três componentes
curriculares.
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ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA - INGRESSO
Art. 34 ‑ A Escola expedirá ou receberá transferências de alunos de outras escolas, conforme legislação
vigente.
Art. 36 ‑ A avaliação da Escola quanto à sua estrutura, organização, funcionamento e implicação sobre
a situação do ensino e da aprendizagem, constitui um dos elementos para reflexão e transformação da
prática escolar e terá como princípio o aprimoramento da qualidade do ensino.
Art. 37 ‑ A avaliação interna constitui‑se num processo que será organizado pela Escola e cujos
resultados, juntamente com os dados da avaliação externa, quando houver, terá por objetivo permitir o
acompanhamento:
I‑ sistemático e contínuo do processo de ensino e de aprendizagem, de acordo com os objetivos e
metas propostos;
II- do desempenho da Direção, dos professores, dos alunos e demais funcionários nos diferentes
momentos do processo educacional;
III‑ da participação efetiva da comunidade escolar nas mais diversas atividades propostas pela Escola;
IV‑ da execução do planejamento curricular.
Art. 39 ‑ Os objetivos e procedimentos da avaliação interna serão definidos pelo Núcleo de Direção da
Escola.
Art. 40 ‑ A síntese dos resultados das diferentes avaliações institucionais será registrada em relatório e
anexada ao Plano Escolar, norteando os momentos de planejamento e replanejamento da Escola.
Art. 42 ‑ A avaliação dos alunos será realizada pelos professores e pela escola como parte integrante da
proposta curricular e da implementação do currículo, de forma redimensionadora e assumirá caráter
processual, formativo e participativo, de forma contínua e diagnóstica.
Os três anos iniciais do Ensino Fundamental são considerados um bloco pedagógico ou um ciclo
sequencial não passível de interrupção, voltado para ampliar a todos os alunos as oportunidades de
sistematização e aprofundamento das aprendizagens básicas, imprescindíveis para o prosseguimento
dos estudos.
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ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA - AVALIAÇÃO
Parágrafo Único ‑ A avaliação acontecerá de modo a possibilitar a sua aferição com segurança quanto à
identidade de cada aluno.
Art. 49 ‑ Será aprovado sem exame final o aluno que obtiver, ao final do ano letivo, frequência igual ou
superior a 75% do total de horas letivas e média final igual ou superior a 7,0 (sete).
Parágrafo Único ‑ A média final será a resultante da média aritmética dos quatro bimestres:
1° bim. + 2° bim. + 3° bim. + 4° bim/4 = MA (média anual)
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ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA - AVALIAÇÃO
Art. 50 ‑ O aluno que, ao final do ano letivo, não obtiver média final igual ou superior a 7,0 (sete), será
submetido à recuperação e exame final, quanto terá que alcançar a média 6,0 (seis), anual, para ser
aprovado.
§ 1° A nota do exame final será somada à média anual e o total será dividido por dois, para obtenção ou
não do resultado de aprovação, conforme este artigo.
§ 2° – A escola assegura o direito do aluno e da família de questionarem resultados da avaliação,
inclusive em instâncias superiores à escola, o que não representa qualquer alteração automática de
resultados e notas, que são de responsabilidade e integram as atribuições exclusivamente do corpo
docente.
Art. 51 – Será assegurado aos alunos com menor rendimento condições de atendimento ao longo do
ano letivo.
Parágrafo Único ‑ Estes estudos deverão ser realizados tão logo um diagnóstico tenha sido realizado,
após avaliação feita pelo professor, identificando aqueles alunos que não atingiram os objetivos.
Art. 52 ‑ Os estudos de recuperação terão por objetivo proporcionar aos alunos de baixo rendimento
escolar a oportunidade de melhor se firmarem na aprendizagem dos conteúdos dos componentes
curriculares em defasagem, visando a elevação de seu padrão de desempenho:
I‑ Bimestral, obrigatória para alunos que não atingiram a média 7,0 (sete). Uma nova avaliação
substituirá a prova bimestral para compor nova média, na tentativa de recuperar a média anterior.
II- Final, ao final do período letivo, obrigatória, a ser marcada pela Direção da Escola e divulgada aos
alunos e aos pais ou responsáveis, como forma de proporcionar ao aluno meios para que supere as
dificuldades nos componentes curriculares defasados, para chegar à promoção para o ano
subsequente.
Art. 53 ‑ Após os estudos de recuperação final, será considerado promovido o aluno que tiver
frequência igual ou superior a 75% do total de horas letivas e média final igual ou superior à nota 6,0
(seis), obtida pela média entre a nota do exame final e a média anual. O aluno que não tiver frequência
igual ou superior a 75% do total de horas letivas e alcançar a nota 6,0 (seis), obtida pela somatória das
avaliações do primeiro e do segundo semestres, será classificado no mesmo ano.
Art. 54 ‑ Serão objetos de estudos dos Conselhos de Classe, casos de alunos que, antes ou após os
estudos de recuperação final, observada a frequência mínima, conforme o caso, estejam com nota
inferior ao necessário para a promoção.
Parágrafo Único ‑ O Conselho de Classe analisará o desempenho global do aluno durante todo o ano
letivo, a fim de retificar ou ratificar o resultado final obtido.
Art. 55 ‑ As presenças e ausências dos alunos às atividades escolares serão registradas pelos
professores e enviadas regularmente à Secretaria da Escola.
Art. 56 ‑ Os dados relativos à apuração da frequência deverão ser comunicados aos pais ou
responsáveis, durante o decorrer do período letivo, sempre que houver necessidade e, no mínimo,
bimestralmente.
Art. 57 ‑ A apuração da frequência far‑se‑á pelo cálculo da porcentagem sobre o total de horas letivas.
Parágrafo Único ‑ No caso do aluno matricular‑se na escola em outra época que não o início do período
letivo, o cômputo da frequência deverá incidir sobre o período que se inicia a partir de sua matrícula
até o final do período letivo, calculando‑se os percentuais sobre as atividades desse período.
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ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA - FREQUÊNCIA
Art. 58 ‑ Para efeito de promoção, o aluno deverá comprovar frequência mínima de 75% do total de
horas letivas.
Art. 59 ‑ A Escola poderá oferecer compensação de ausências para o aluno aprovado quanto ao
aproveitamento, mas com frequência inferior a 75% do total de horas letivas.
Parágrafo Único ‑ Caberá ao conjunto de professores propor os procedimentos a serem adotados para
cada caso, submetendo‑os previamente à apreciação da Direção da Escola.
Art. 61 ‑ O aluno que não atingir o mínimo exigido de frequência previsto na legislação em vigor, por
motivo comprovado, poderá requerer o regime de compensação de ausências, com mérito a ser
analisado pela direção escolar, para aceitação ou não da solicitação.
§ 1° ‑ A compensação de ausências será feita fora do período de aula do aluno, devendo o discente
ocupar‑se de atividades orientadas pelo período correspondente às horas a serem repostas.
§ 2° ‑ Serão consideradas justificadas as ausências decorrentes de enfermidades, problemas graves em
família distante e outras razões, a critério da Direção da escola.
§ 3° ‑ A compensação de ausências será cumprida no decorrer do período letivo e, excepcionalmente,
ao final de cada semestre letivo, quando a frequência às atividades escolares será descontada do total
de horas correspondentes às faltas registradas, para apuração final da assiduidade. É dever da escola
alertar os alunos e familiares para a possibilidade de não aprovação daqueles que obtiverem um
percentual inferior a 75% do total de horas letivas, mesmo se o rendimento escolar dos mesmos for
satisfatório. A escola deverá comunicar à família que o Ensino Fundamental é obrigatório por lei e o seu
dever de zelar para que seus filhos frequentem a instituição de ensino.
§ 4° ‑ Se o aluno vier a se transferir no decorrer do período letivo, o desconto referido no parágrafo
anterior será efetuado no ato da transferência.
Art. 62 ‑ A Escola expedirá históricos escolares, certificados de conclusão de curso e/ou de ano, em
conformidade com a legislação vigente.
P R O P O S TA P E D A G Ó G I C A
Art. 64 - A Proposta Pedagógica da Escola será elaborada com a participação dos profissionais
da Escola.
Art. 65 - A Proposta Pedagógica define a missão da Escola, partindo de uma concepção de ser
humano, de mundo e de sociedade, especificando os valores fundamentais a serem trabalhados
e as qualidades e habilidades a serem desenvolvidas em todos os alunos, contemplando, no
mínimo:
I- O conhecimento da realidade presente e a avaliação do que falta para o ideal pretendido.
II- O conhecimento das ações que devem ser desencadeadas para alcançar o ideal
pretendido, tomando decisões sobre:
a) questões disciplinares;
b) seleção e distribuição de conteúdos;
c) desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem;
d) avaliação da aprendizagem;
e) participação dos pais ou responsáveis;
f) avaliação da própria Escola.
Art. 66 - Os pais e responsáveis pelos alunos serão devidamente informados sobre o conteúdo
e a execução da Proposta Pedagógica.
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DO PLANO ESCOLAR
Art. 67 - O Plano Escolar é o documento que traça o perfil da Escola, conferindo-lhe identidade
própria, na medida em que contempla as intenções comuns de todos os envolvidos, norteia o
gerenciamento das ações intra-escolares e operacionaliza a Proposta
Pedagógica.
Art. 68 - O plano de cada curso tem por finalidade garantir a organicidade e continuidade do
curso e conterá:
I- Objetivos.
II- Integração e sequência dos componentes curriculares.
IV- Síntese dos conteúdos programáticos, como subsídio à elaboração dos planos de ensino.
IV- Carga horária mínima do curso e dos componentes curriculares.
Parágrafo Único - O plano de ensino, elaborado em consonância com o plano de curso, constitui
documento da Escola e do professor, devendo ser mantido à disposição da Direção e Supervisão
de Ensino.
Art. 69 - O Plano Escolar será aprovado pela Direção da Escola e homologado pela autoridade
competente.
CALENDÁRIO ESCOLAR
Art. 72 - A duração de horas fixadas para o ano letivo será computada não somente pelas
atividades em sala de aula, mas também em atividades escolares realizadas em outros recintos,
para trabalhos de pesquisa e trabalhos em grupo, leituras, concursos e competições,
desenvolvimento cultural e artístico, recreio, desde que obrigatórias e incluídas na proposta
pedagógica da Escola, com a frequência do aluno controlada e sob orientação e
acompanhamento de pessoal habilitado, de acordo com a legislação vigente.
Parágrafo Único - O cômputo dessas horas de atividades, no seu conjunto, deverá integrar o
mínimo de 200 (duzentos) dias letivos e o mínimo de 800 (oitocentas) horas, fixados em lei.
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Art. 73 - Os trabalhos escolares das classes só poderão ser encerrados quando cumpridos os
mínimos de duração do ano letivo, em termos de dias e horas fixadas no Regimento Escolar e
na lei em vigor.
Parágrafo Único - Aulas previstas e não dadas ficarão sujeitas a reposição, se necessárias,
ao cumprimento do mínimo previsto em lei.
COLEGIADOS
Art. 74 - Esta Escola conta com o colegiado de Conselho de Classe, constituído nos ermos
deste regimento.
INSTITUIÇÕES AUXILIARES
Art. 77 - Instituições e Associações poderão ser criadas, desde que devidamente aprovadas e
explicitadas na Proposta Pedagógica e no Plano Escolar.
N O R M A S D E G E S TÃ O E D E C O N V I V Ê N C I A
PRINCÍPIOS
Art. 79 - As normas de gestão e convivência, nesta Escola, têm como fundamento os princípios de
solidariedade, ética, pluralidade cultural, autonomia e gestão democrática.
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Parágrafo Único - Os pais ou responsáveis terão como direitos, os estabelecidos nos itens I
e II, além de participar das atividades desenvolvidas na Escola, em regime de colaboração e
cooperação.
Art. 83
- São deveres dos professores:
I- Participar da elaboração da Proposta Pedagógica e do Plano Escolar.
II- Elaborar e executar a programação referente a regência de classe e atividades afins.
III- Executar atividades de recuperação de alunos.
IV- Colaborar na programação e avaliação das atividades extras.
V- Proceder à observação dos alunos, identificando necessidades e carências de ordem
social, psicológica, material ou de saúde que interfiram na aprendizagem, para
encaminhamento aos setores especializados de assistência.
VI- Participar do Conselho de Classe.
VII- Manter contato e participar de reuniões com os pais ou responsáveis, informando-os e
orientando-os sobre o desenvolvimento do aluno e obtendo dados de interesse para o
processo educativo.
VIII- Participar de atividades cívicas, culturais e educativas da comunidade escolar.
IX- Participar da Associação de Pais a Mestres e outras Instituições Auxiliares da Escola,
quando instituídas.
X- Executar e manter atualizados os registros relativos a suas atividades e fornecer
informações conforme as normas estabelecidas.
XI- Responsabilizar-se pela utilização, manutenção e conservação de equipamentos e
instrumentais em uso.
XII- Participar das decisões referentes e agrupamentos de alunos.
XIII- Participar, executar, planejar e registrar os objetivos e as atividades do processo
educativo, numa perspectiva coletiva e integradora.
XIV- Encaminhar à Secretaria da Escola as notas de avaliação bimestral, anual e de
recuperação e os dados de apuração da frequência dos alunos de sua classe, conforme
especificação e prazos fixados pelo cronograma escolar.
XV- Buscar, numa perspectiva de formação permanente, o aprimoramento de seu desempenho
profissional e ampliação de seu conhecimento, podendo propor e/ou coordenar ações e
grupos de formação.
XVI- Comunicar ao Diretor ou ao serviço responsável os casos de suspeita ou constatação de
doenças infecto-contagiosas.
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Art. 84 - São deveres dos alunos:
I- Comparecer pontualmente e assiduamente às atividades, conforme horários.
II- Obedecer às normas estabelecidas pelo código disciplinar da Escola.
I I I - Te r a d e q u a d o c o m p o r t a m e n t o s o c i a l , t r a t a n d o f u n c i o n á r i o s e c o l e g a s d a E s c o l a c o m c i v i l i d a d e
e respeito.
IV- Cooperar e zelar pela conservação das instalações, dos equipamentos e material escolar,
concorrendo também para as boas condições de higiene da Escola.
V- Não portar material que represente perigo para a saúde, segurança e integridade física e
moral, sua, ou de outrem.
VI- Apresentar-se na Escola, bem como em atividades extra escolares, trajado adequadamente
com o uniforme completo, facilitando, assim, a sua identificação dentro e fora da Escola.
VII- Participar de todas as atividades propostas pela Direção da Escola com interesse, disciplina e
respeito.
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PENALIDADES
Art. 88 - A não observância dos deveres estipulados neste Regimento, sujeitarão, tanto os
funcionários como os alunos, a penalidades aplicadas pelo Diretor da Escola.
C O M P E T Ê N C I A S E AT R I B U I Ç Õ E S
Do Diretor da Escola
Art. 91 - São competências do Diretor da Escola:
I- Definir a linha de ação a ser adotada pela Escola, observadas as diretrizes da administração
superior;
II- Aprovar a Proposta Pedagógica e o Plano Escolar e encaminhá-lo ao órgão competente
para homologação;
III- Responder pela parte pedagógica, quando a Escola não contar com um Coordenador
Pedagógico;
IV- Autorizar a matrícula e a transferência de alunos;
V- Manter entendimentos com empresas e outras instituições para fins de parcerias com
inalidades educativas e culturais;
VI- Atribuir a regência de aulas e/ou classes aos professores da Escola, nos termos da
legislação vigente;
VII- Estabelecer o horário de aulas e de expediente da Secretaria e outros;
VIII- Conferir e assinar, juntamente com o Secretário, todos os documentos relativos à vida
escolar dos alunos, expedidos pela Escola;
IX- Convocar e presidir reuniões de um modo geral;
X- Presidir solenidades e cerimônias da Escola e representá-la em atos oficiais e atividades
da comunidade;
XI- Submeter à aprovação superior proposta de utilização do prédio ou dependências da
escola para outras atividades que não a do ensino, mas de caráter educacional ou cultural;
XII- Aprovar regulamentos e estatutos de outras instituições auxiliares que operam na Escola;
XIII- Decidir sobre recursos interpostos por alunos ou seus responsáveis, relativos à
verificação do rendimento escolar.
XIV- Responder pelo cumprimento da legislação em vigor.
XV- Apurar ou fazer apurar irregularidades de que tenha conhecimento.
XVI- Decidir quanto a questões de emergência ou omissão no presente Regimento,
apresentando às autoridades superiores.
Do Coordenador Pedagógico
Art. 92 - O Coordenador Pedagógico, que pode ser o diretor escolar, tem as seguintes
atribuições:
I- Participar da elaboração, execução, acompanhamento e avaliação da Proposta Pedagógica
e do Plano Escolar.
II- Coordenar, acompanhar, avaliar e controlar as atividades curriculares da Escola.
III- Coordenar as atividades de planejamento e replanejamento.
IV- Assegurar e participar das ações pedagógicas da Escola.
V- Prestar assistência aos professores.
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VI- Assegurar eficiência e eficácia para a melhoria do ensino.
VII- Garantir a continuidade do processo de construção do conhecimento da equipe,
estimulando, articulando e avaliando.
VIII- Acompanhar e avaliar o processo contínuo de avaliação e recuperação.
IX- Coordenar e integrar esforços, trabalhar em equipe, determinar prioridades e planejar com
participação.
Do Secretário
Art. 93 - São competências do Secretário, além de outras que lhe são atribuídas por lei:
I- Participar da elaboração da Proposta Pedagógica e do Plano Escolar.
II- Elaborar a programação das atividades da Secretaria, mantendo-a articulada com as demais
programações da Escola.
III- Atribuir tarefas ao pessoal auxiliar de secretaria, quando houver, orientando e controlando
as atividades de registro e escrituração, assegurando o cumprimento de normas e prazos.
IV- Verificar a regularidade da documentação referente à matrícula e transferência de alunos,
encaminhando os casos especiais à deliberação do Diretor.
V- Providenciar o levantamento e encaminhamento aos órgãos competentes, de dados e
informações educacionais.
VI- Elaborar e providenciar a divulgação de editais, comunicados e instruções relativas às
atividades escolares.
VII- Observar e fazer cumprir as leis vigentes, os despachos e determinações do Diretor da
Escola.
VIII- Elaborar relatórios e instruir processos.
IX- Manter em dia a correspondência da Escola e o fluxo de papéis entre ela e a Diretoria de
Ensino a qual se encontra jurisdicionada.
X- Manter sob sua guarda e em ordem, os livros, pastas, prontuários e fichas adotadas para a
escrituração escolar.
XI- Elaborar históricos escolares, certificados de conclusão e demais documentos de
scrituração escolar.
XII- Elaborar proposta das necessidades de material permanente e de consumo.
Art. 97 - A Escola fornecerá documento síntese de sua Proposta Pedagógica e cópia de parte
deste Regimento referente às normas de gestão e convivência, sistemática de avaliação e
recuperação, quando solicitado pelo aluno ou responsável.
Art. 98 - A admissão de todos os funcionários da Escola será feita pela Consolidação das Leis
Tr a b a l h i s t a s e c o n t r a t o s p e r t i n e n t e s , a s s u m i n d o , a m e s m a , t o d a s a s o b r i g a ç õ e s f i n a n c e i r a s e
sociais regidas por legislações próprias.
A r t . 9 9 - To d o o p e s s o a l d a E s c o l a f i c a r á o b r i g a d o a o r e g i s t r o d e f r e q u ê n c i a d i á r i a , d e m o d o a
comprovar, perante as autoridades competentes, a sua vida funcional, e ao Setor
Administrativo da Escola, para fins de pagamento de salários e outros direitos pecuniários e
assistenciais.
Art. 100 - A Escola adotará uniforme escolar obrogatório para todos os alunos, como forma de
identificação e segurança.
Art. 102 - A Escola poderá receber subvenções do Poder Público, de Empresas, de Entidades
Associativas ou particulares, ficando a Direção pessoalmente por elas responsável, para
prestação de contas a quem de direito.
Art. 103 - Os casos omissos neste Regimento serão resolvidos pela Direção da Escola, sendo
submetidos posteriormente à consideração do órgão competente de ensino, a que estiver
jurisdicionada a Escola.
Art. 104 - Qualquer alteração deste Regimento será submetida à aprovação do órgão
competente e vigorará a partir do ano letivo seguinte ao das alterações.
Art. 106 - Este Regimento passará a vigorar a partir da data da publicação da sua aprovação
pelo órgão competente do Sistema de Ensino do Estado de São Paulo.
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