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2 - Java Fudamentos

O documento apresenta uma introdução à programação em Java, abordando conceitos fundamentais como a definição de classes, métodos, variáveis, constantes e operadores. Também discute vantagens do Java, como portabilidade e segurança, além de estruturas de controle como seleções e repetições. Por fim, inclui informações sobre funções, arrays e matrizes, essenciais para a manipulação de dados em Java.

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2 - Java Fudamentos

O documento apresenta uma introdução à programação em Java, abordando conceitos fundamentais como a definição de classes, métodos, variáveis, constantes e operadores. Também discute vantagens do Java, como portabilidade e segurança, além de estruturas de controle como seleções e repetições. Por fim, inclui informações sobre funções, arrays e matrizes, essenciais para a manipulação de dados em Java.

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Linguagem Java

1 Formador João Fragoso


Estrutura da Programação JAVA

 Implica sempre a definição de uma classe.


 Implica sempre um método (função) que contém as
instruções a executar.

2 Formador João Fragoso


Vantagem em Desenvolver em Java
 Portabilidade: É possível correr aplicações Java em
plataformas distintas sem necessidade de haver nova
compilação.
 Orientação a Objectos: Permite uma ordenação lógica
dos programas e também a reutilização do código.
 Facilidade de Aprendizagem: Foi objectivo, desde a
sua criação, que fosse fácil de aprender.
 Segurança: O Java não efetua nenhum tipo de gestão ou
de alocação de memória ao nível da compilação.

3 Formador João Fragoso


Cometários
 A informação entre os caracteres de comentário será
ignorada pelo programa:
 Linha:
//isto é um comentário e inicia com duas barras.
int valor; // e pode estar no final da linha

 Bloco:
/* Comentário em bloco
Aceita múltiplas linhas
*/

4 Formador João Fragoso


Convenções
 Variáveis e métodos começam com letra minúscula:
variável
 Classes e interfaces começam com letra maiúscula:
Classe
 Se for um nome composto por mais de uma palavra,
cada nova palavra começa com letra maiúscula:
variávelComNomeComposto
ClasseComNomeComposto

5 Formador João Fragoso


Tipos Principais de Variáveis
 Uma variável é um espaço que reservamos em memória
onde guardamos informação para usar mais tarde.
 Cada variável só aceita um tipo de dados.

6 Formador João Fragoso


Constantes
 São valores que não mudam durante a execução do programa.

 public: torna a constante acessível fora da classe.


 static: permite que a constante pertença à classe e não a uma instância.
 final: impede que o valor seja alterado após ser atribuído.
 int: tipo da constante (pode ser String, double, etc.).
 LIMITE_IDADE: por convenção, constantes usam letras maiúsculas com _ para
separar palavras.

7 Formador João Fragoso


Operadores
 Atribuição:
 Feita através do operador “=”:
<identificador> = <valor>;
 Aritméticos: Efetuam operações aritméticas em um ou
mais tipos primitivos.
Operador Nome Exemplo
+ Adição 7+10
- Subtração 8-2
* Multiplicação 0.27*3
/ Divisão 100/40
% Módulo 57%5

8 Formador João Fragoso


Operadores
 Incremento e Decremento:
 Incremento é dado pelo operador ++ e o decremento pelo
operador --;

9 Formador João Fragoso


Tipos de Dados - Conversões
 As conversões podem ser:
 Implícitas: Converte automaticamente de um tipo
menor para um tipo maior (sem perder informação).
 Explícitas: Não converte automaticamente, e o
programador tem de forçar a conversão (com perda de dados
possível).

10 Formador João Fragoso


Saída de Dados – Método println()

 A sigla "println" significa "print line", ou seja, imprime


uma linha de texto e, no final, adiciona automaticamente
uma quebra de linha. É possível combinar texto com
variáveis usando o operador +, que serve para
concatenar (juntar) diferentes partes da mensagem.

11 Formador João Fragoso


Saída de Dados – Método printf()

 A sequência entre aspas corresponde à informação que é


mostrada, onde pode existir texto comum e códigos de
controle. Os códigos de controle, são precedidos por um
% e são aplicados aos argumentos, na mesma ordem em
que aparecem. Cada código de controle tem um
argumento correspondente.

12 Formador João Fragoso


Códigos de Controlo

13 Formador João Fragoso


printf() Vs println()

14 Formador João Fragoso


Receber dados do utilizador
 Feito através da classe Scanner, disponibilizado pelo pacote
de classes [Link]

 Métodos da classe Scanner para diferentes tipos de entradas:


next() Usado para receber cadeias de caracteres sem
espaços em branco
nextDouble() Usado para receber valores reais
nextInt() Usado para receber valores inteiros
nextLine() Usado para receber cadeias de caracteres

15 Formador João Fragoso


Receber dados - Exemplo
 Criar um objeto do tipo Scanner para receber informação:

 Lendo valor inteiro:

 Lendo valor real:

 Lendo strings:

16 Formador João Fragoso


Receber dados do tipo Char
 A classe Scanner não oferece um método para a leitura de dados
do tipo caractere (char).
 Podemos utilizar o método charAt(int index) que retorna o
caractere localizado numa posição específica (índice) da
string.

 Ajuda a transformar um caracter introduzido em char.

17 Formador João Fragoso


Limpeza buffer
 Um buffer é uma área de memória que é utilizada para o
armazenamento temporário de dados que deve ser sempre
limpa entre a leitura dum valor numérico e antes da leitura
de um valor do tipo String:

18 Formador João Fragoso


Exercício
➢ Crie um programa em Java que calcule a área e o
perímetro de um retângulo. As dimensões da altura e da
largura são pedidas ao utilizador.

19 Formador: João Fragoso


Operadores
 Relacionais: Testes e condições de entrada no fluxo do
programa.
Operador Nome Exemplo
== Igual 10==10
!= Diferente 8!=2
< Menor 4<6
> Maior 10>9
<= Menor ou Igual 3<=3
>= Maior ou Igual 5>=3

20 Formador João Fragoso


Estruturas de Seleção
 Uma estrutura de seleção permite a escolha de um grupo de
ações (ou bloco de ações) a ser executado quando
determinadas condições, representadas por expressões
lógicas ou relacionais, são ou não satisfeitas.

 As estruturas de seleção são:


 if/else (seleção simples)
 switch (seleção múltipla)

21 Formador João Fragoso


Estruturas de Seleção – If…else

Uma via - IF Duas vias – IF…ELSE

22 Formador João Fragoso


IF Encadeados

23 Formador João Fragoso


Operadores
 Lógicos: Testes e condições de entrada no fluxo do
programa.
Operador Nome Exemplo
&& E (0 < 2) && ( 10 > 5)
|| OU ( 10 >11 ) || (10 < 12 )
! Negação !( 1= = 4 )
?: Condicional (condição)? Se_verdadeiro : se_falso

 Atribuição Composta:
a += b; // Equivalente a: a = a + b;
a *= 3; // Equivalente a: a = a * 3;

24 Formador João Fragoso


Operadores Lógicos - Exemplo

25 Formador João Fragoso


Operador Ternário
 Recurso com objetivo similar ao do if/else, mas que é
codificado em apenas uma linha.

 Ao avaliar a expressão booleana, caso ela seja verdadeira, o


código 1 será executado, caso contrário é o código 2 a ser
executado.

26 Formador João Fragoso


Estruturas de Seleção – Switch

27 Formador João Fragoso


Estrutura de Repetição
 Estrutura de controle de fluxo e execução que permite
repetir diversas vezes o mesmo código.

 Repetem um bloco de código enquanto uma determinada


condição for verdadeira.

 As estruturas de repetição são:


 while
 do/while
 for

28 Formador João Fragoso


Estrutura de Repetição - While
 Primeiro testa, depois executa:

29 Formador João Fragoso


Estrutura de Repetição – do…While
 Primeiro executa, depois testa. Executa pelo menos 1 vez.

30 Formador João Fragoso


Estrutura de Repetição – For
 Primeiro testa, depois executa.
 Normalmente utilizado em situações onde há contagem.

31 Formador João Fragoso


Comando break
 O comando break termina imediatamente o ciclo atual (for,
while, do-while) ou um bloco switch.
 Usado quando é necessário parar a execução de um ciclo
assim que uma condição é satisfeita.

 Nota: Após o break, a execução continua após o bloco do ciclo.

32 Formador João Fragoso


Comando continue
 O comando continue interrompe apenas a iteração atual,
avançando para a próxima.
 Usado quando se quer ignorar parte do ciclo com base numa
condição, mas continuar a repetir.

 Nota: continue não termina o ciclo, apenas salta a iteração atual.

33 Formador João Fragoso


Funções – Declaração e Chamada
▪ Uma função é um bloco de código que só é executado quando é
chamada e se pretende obter um resultado.
▪ Pode ser chamado várias vezes durante a execução do programa.
▪ Uma função pode receber dados (parâmetros) quando é chamada.
▪ Uma função pode retornar dados como resultado.

Função

Chamada de Função

34 Formador João Fragoso


Passagem de Argumentos
▪ As funções podem receber dados para serem trabalhados dentro delas
▪ Os argumentos são inseridos após o nome da função entre () e caso se
pretenda adicionar mais, basta separá-los por vírgulas.
▪ Uma função deve ser chamada com o número correto de argumentos,
caso contrário dá erro.

35 Formador João Fragoso


Retornar Valores
 Permite que a função devolva algo para a execução do
programa

36 Formador João Fragoso


Funções com Múltiplos Retornos
 Na chamada da função, os valores são armazenados num
array e são exibidos separadamente com base no seu
índice.

37 Formador João Fragoso


Variáveis Locais e Globais
 Maneira como as variáveis são vistas dentro da Classe

38 Formador João Fragoso


Comparação

39 Formador João Fragoso


Arrays (Vetores)
 Sequência de vários valores do mesmo tipo armazenados
sequencialmente na memória
 Cada elemento desta sequência pode ser acedido individualmente
através de um índice dado por um número inteiro
 O vetor tem tamanho fixo durante a execução do programa,
definido na declaração.
Elemento do
Índice um índice oito

Vetor de tamanho 10

40 Formador: João Fragoso


Arrays – Declaração e Inicialização

 Nota: Caso o número de valores introduzidos seja menor do que n, os restantes


elementos serão inicializados a zero.

41 Formador: João Fragoso


Array - Acesso aos Elementos
 Atribuir o valor 19 à primeira posição do vetor:

 Imprimir para o terminal o primeiro elemento do vetor:

 Guardar valor inserido pelo utilizador na segunda posição:

42 Formador: João Fragoso


Array – Como Percorrer
 Percorrer um array:

 Nota: O método length retorna o tamanho do array.

43 Formador: João Fragoso


Matrizes
 Arrays Multidimensionais

 Declaração da Matriz:

Tabela de inteiros positivos de duas dimensão (2 linhas, 3 colunas )

44 Formador: João Fragoso


Matrizes
 Inicialização de matriz:

 Percorrer uma matriz:

 [Link]: número de linhas


 matriz[i].length: número de colunas da linha i

45 Formador: João Fragoso

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