- Forças armadas para o emprego em GLO(como deve ser a solicitação do apoio das
forças armadas).
R: As FA são chamadas a atuar em Op GLO quando os instrumentos previstos no Art 144 da
CF/88, que definem os órgãos encarregados pela segurança pública, forem formalmente
decretados como indisponíveis, insuficientes ou inexistentes, sendo solicitado apoio pelo
governador do Estado (ou Distrito Federal) ao Presidente da República.
Após determinação do Presidente da República, podem ser ativados os órgãos operacionais
das Forças Armadas, que podem desenvolver, em área previamente estabelecida e por
tempo limitado, as ações de caráter preventivo e operativo, necessárias para assegurar o
resultado das Op GLO.
- Emprego, ação fisiológica e estado físico(sólido, líquido ou gasoso), nome do
agente, o que causa. Descontaminação dos agentes químicos
R:
CS OC
EMPREGO Tóxico Inquietante
AÇÃO FISIOLÓGICO Lacrimogêneo Lacrimogêneo
PERSISTÊNCIA Forma sólida - altamente Forma sólida - altamente
persistente persistente, incapacitando por
Forma gasosa- não persistente até 40 min
ESTADO FÍSICO Agente sólido na cor branca Agente sólido na cor branca
EFEITOS FISIOLÓGICOS -Forte sensação de -Tosse espasmódica intensa e
queimadura nos olhos; incontrolável
-Lacrimejamento intenso; -Contração involuntária do
-Sufocação diafragma
-Dificuldade de respiração -Contração involuntária das
pálpebras
-Forte irritação cutanea
DESCONTAMINAÇÃO -Voltar-se contra o vento -Voltar-se contra o vento
DERMAL -Utilizar água corrente (15 min) -Aplicar pomada anestésicas
-Procurar auxílio médico -Procurar auxílio médico
DESCONTAMINAÇÃO -Voltar-se contra o vento -Voltar-se contra o vento
OCULAR -Utilizar água corrente (15 min) -Solução de ácido bórico
-Procurar auxílio médico -Procurar auxílio médico
DESCONTAMINAÇÃO -Locomover para local arejado -Aplicar oxigênio a 100%
PULMONAR -Aplicar oxigênio a 100% -Procurar auxílio médico
-Procurar auxílio médico
DESCONTAMINAÇÃO -Não oferecer alimento ou -Não oferecer alimento ou
GÁSTRICA bebida, proceder à lavagem bebida, proceder à lavagem
gástrica gástrica
- Níveis de risco de abordagem
R:
Nível de Risco 1:
-Reduzida possibilidade de ocorrer ameaças que comprometam a segurança
-Presente em situações rotineiras
-Intervenções de caráter educativo e assistencial
Nível de Risco 2:
-Real possibilidade de ocorrer ameaças
-Situações com risco conhecido
-Intervenção caráter preventivo
Nível de Risco 3:
-Real possibilidade de ocorrer ameaças que comprometam a segurança;
-Intervenção caráter repressivo
Tipos de abordados:
a) Cooperativo: Acata ordens da tropa sem resistência; Uso da técnica de verbalização;
Manter a comunicação durante todo o tempo da abordagem
b) Resistente Passivo: Não acata ordens de imediato; Não apresenta atitude hostil;
reage de forma passiva, morosa, apática ou indiferente
c) Resistente Ativo: Além de não acatar ordens, não se permite tocar e tomar atitudes
defensivas
d) Agressão menos letal: Opõe-se às ordens, direcionando ações hostis a tropa que
não apresenta risco a vida
e) Agressão letal: Opõe-se às ordens, direcionando ações hostis com risco à vida
Níveis de uso da força:
a) Presença
b) Verbalização
c) Controle de contato
d) Contato físico
e) Tecnologia menos letal
f) Força letal
- tipos de progressão(em qual tipo de área usar)
R:
a) Continua: Normalmente utilizada em áreas verdes; Dividindo o GC em duplas
b) Esteira: Áreas amarelas e em Áreas Vermelhas; maior velocidade que não
comprometa a segurança; quando há proteção dos muros
c) Ponto a Ponto: Segurança tem prioridade em detrimento da velocidade; Necessário
execução de lanços
- posicionamento dos militares no pbcv, local do militar mais antigo
- Primeiro Grupo a desembarcar será o grupo de patrulha, que realizará a segurança
do perímetro
- o grupo de Via e o grupo de Reação realiza o desembarque e o posicionamento do
material ao lado da via
- Após Cmt verificar que está em condições:
- Comandará o fechamento de ambos os lados da via
- Montagem do PBCV pelo grupo de via e apoiado pelo grupo de reação
- Montado o dispositivo, retirada de todos os militares não pertencentes ao
grupo de via
- Liberação do tráfego
- Comandos a voz, sinais e gestos convencionados, rádio ou apito
- Comandante: Durante toda a operação o comandante da fração deverá posicionar-
se em local que permita visualização completa ou parcial de todos os seus grupos, e
deverá manter contato via rádio constante com todos eles.
- onde posicionar as armas de apoio do pelotão
a) as armas automáticas deverão buscar uma posição abrigada, e de preferência
elevada, que permita engajar alvos para o exterior do PBCV, batendo a via de
acesso ou os flancos dele, quando se fizer necessário;
b) as armas de tiro oblíquo, quando existirem, poderão ocupar posições mais afastadas
e bater entroncamentos, obstáculos, entre outros;
- emprego dos blindados no pbcv
R: Quando dispor de meios blindados, poderão ser utilizados como proteção para as frações
no PBCV, podendo ser colocados na via para este fim. Os meios blindados não excluem a
necessidade de balizamento e sinalização, que deverão sempre existir.
- Grupos e funções do P Sen
a) Grupo de Sentinela:
-Realiza varredura das instalações;
-Estabelecer um dispositivo de barreiras e outras medidas de proteção aproximada
-Estabelecer a defesa aproximada e os P Ct de circulação interno
-Realizar a revista pessoal e material de todos que entram e saem do P Sen
b) Grupo de Patrulha
-Estabelecer a defesa proteção afastada
-Realizar o patrulhamento a pé, motorizado ou fluvial
-Estabelecer PBCE
-Deter elementos suspeitos
c) Grupo de Choque
-Realizar o isolamento do P Sen até o Gp Sentinelal se posicionar
-Ficar ECD reforçar o controle de pontos críticos ou vulneráveis no interior do P Sen
-Ficar ECD reforçar defesa do perímetro
-FIcar ECD reforçar Gp Patrulha
- sequência das ações da ocupação do P Sen
1° Ligar-se com os responsáveis do P Sen
2° Fazer o reconhecimento junto dos comandantes de grupo
3° Determinar a ocupação: Gp Choque, Gp Sentinela, Gp Patrulha
- Linhas de controle( a partir de que momento carga, Linha ate onde o apop pode ir)
Organização da defesa:
a) Área de Cobertura: A primeira, com a função de COBERTURA, a algumas dezenas
de metros à frente com a finalidade de caracterizar legalmente o limite aceitável de
avanço dos manifestantes; caso haja pressão, proceder conforme previsto nas regras
de engajamento. Em algumas situações, em função do espaço para manobra, poderá
não existir a linha de cobertura.
b) Área de Defesa: A segunda posição é para ser defendida, sem ceder espaço. Deve
ser constituída pela Força de Choque, que atuará de forma vigorosa, buscando, em
última instância, repelir a turba. Caso prossiga pressão sobre esta segunda linha,
ficará legalmente caracterizada a resistência contra a ação militar no cumprimento da
missão de garantia da ordem pública.
- Funções do grupo de choque, oq elas participam (força de choque), quais as
condutas do cmt da força de choque perante uma turba.
Força de Choque - constituída por tropas equipadas com escudos, cassetetes,
munição lacrimogênea, viaturas blindadas e de remoção de obstáculos, cães, cavalos, etc.
Deve caracterizar-se por uma ação vigorosa, que tem como objetivo dispersar a turba. Em
algumas situações de natureza defensiva, a Força de Choque, numa 1ª fase, permanece
estática, não devendo ceder espaço e, caso pressionada pela turba, reage com vigor,
tomando atitude ofensiva, buscando dissolvê-la no mais curto prazo.
Força de choque devem ser constituídas no mínimo por fração nível pelotão de
fuzileiros e equipes constituídas por frações nível GC
- Tipos de mandados
O mandado de busca e apreensão é o documento formal emitido pela autoridade
competente que ampara a execução de uma OBA.
A leitura do mandado deve ser realizada preferencialmente antes do assalto ao
aparelho. Em operações onde o sigilo seja fundamental para o cumprimento do mandado,
poderá ser lido depois, com os APOP já detidos.
Tipos: Específicos (Designa uma instalação) ou Coletivos (Designa uma área
claramente delimitada)
- Saber as tarefas dos grupos do OBA (quem faz oque)
a) Força de Assalto:
-fração que realiza o movimento para o interior do aparelho, partindo da
posição de assalto; utilizando os meios necessários
-Valor mínimo de 1 GC
-Premissa básica 2 homens por cômodo
Pode ser reforçada por Elm Especializados
b) Força de Revista
-Busca dentro do aparelho, revistando os cômodos, apreender materiais
-Pode ser apoiada por Elm Especializados
-Deve conduzir material específico
c) Força de Cerco
- Responsável por impedir a fuga dos elementos dentro do aparelho
- Prover segurança da Força de Assalto durante sua aproximação no
aparelho
d) Força de Isolamento
- Evitar a entrada de indivíduos na área de operações
e) Força de Acolhimento
- Acolher e retirar civis, realizando uma revista sumária e encaminhando ao
local determinado
f) Turma de Caçadores
- Responsável pelo tiro de reconhecimento e observação do aparelho
- Patrulhamento ostensivo( funções atribuídas aos cmts de grupo; efetivo)
a) Patrulhamento Ostensivo A pé
Comandante:
-Realizar uma simples e objetiva emissão de ordens
-Conferência do material e do pessoal antes de sair da B Comb
-Caso necessário conduzir ensaio das TTP
Efetivo mínimo 1 GC; Maior quantidade de municoes, granadas e armamentos
menos letais
b) Patrulhamento Motorizado
- Características:
- Possibilidade de atuar num raio maior que a pé
- Executar uma pronta resposta a situações de contingência
- Reforçar o patrulhamento a pé
- identificar os tipos de patrulhamentos ostensivos
A pé ou Motorizado
- Tecnologia menos letal (incidentes de tiro; dispositivo na calibre 12)
CHOKE: as armas Calibre Gáugio 12 podem possuir na estrutura do cano o choke. O choke
é um estrangulamento do cano do armamento em sua extremidade final. Esse
estrangulamento tem por finalidade estreitar a boca do cano da espingarda para produzir
maior velocidade do disparo e, consequentemente, agrupar mais os chumbos que irão atingir
o alvo. Ele gera muita pressão sobre os projéteis e granadas lançados, deixando resto de
borracha e podendo, até mesmo, entupir o cano do armamento.
- saber identificar os agentes químicos.