INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
DE SÃO PAULO
CAMPUS CARAGUATATUBA
TRAÇO DE CONCRETO
Nome Número de Matrícula Turma
Carolina Vinhato Breanza CG3017061 2022/4
Daiany Oliveira Simões CG3022498 2022
Vânia Débora da Silva CG3023729 2022
CARAGUATATUBA- SP
2022
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO E FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 3
2. OBJETIVOS 4
3. METODOLOGIA 5
3.1. MATERIAIS UTILIZADOS 5
3.2. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL 5
4. RESULTADOS E DISCUSSÕES 6
4.1. EXPERIMENTO 6
5. CONCLUSÃO 7
6. REFERÊNCIAS 8
1. INTRODUÇÃO E FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
O concreto é um dos materiais mais utilizados na construção civil, sendo
composto por uma mistura de cimento, agregados graúdos (pedras), agregados miúdos
(areia), água e em algumas situações aditivos (produtos fundamentais para melhorar o
desempenho do concreto).
Para se obter um resultado esperado, o concreto deve seguir um padrão na
escolha de seus produtos, além de cuidados em sua produção, sendo eles a utilização de
cimento de boa qualidade, pedra e areia limpas (sem argila, barro, materiais orgânicos e
grãos que esfarelem), água limpa e em quantidade exata (o excesso diminui a resistência
e a falta de água cria buracos na mistura) e por fim estar atento durante a mistura, o
transporte, o lançamento, o adensamento e na cura do concreto.
Além desses parâmetros para sua produção, há fatores importantes para a
aplicação do concreto tais como a consistência e a resistência. O primeiro é um dos
principais fatores que influenciam na trabalhabilidade do produto final, e o segundo vai
sendo adquirido à medida que o tempo passa e a mistura vai endurecendo. Outro ponto
importante é que a mistura deve ter uma boa distribuição granulométrica a fim de
preencher todos os vazios, pois a porosidade tem influência na permeabilidade e na
resistência das estruturas de concreto.
Assim, para atingir tais objetivos e parâmetros de qualidade, se realiza o traço de
concreto, cálculo que indicará a quantidade necessária dos materiais que constituem o
concreto para atingir determinados parâmetros, tais como resistência, durabilidade e
trabalhabilidade.
Existem dois tipos principais de métodos para se calcular o traço, podendo
assim, a dosagem do concreto ser feita de forma prática ou racional. O primeiro modo é
medido em volume e baseia-se apenas na experiência do profissional técnico. Por isso, é
indicado para concretos de resistência moderada que serão empregados principalmente
em pequenas construções. Já a dosagem racional, medida em massa, é exercida por
concreteiras especializadas que atendem obras de médio a grande porte. A mistura é
feita com rigor para seguir uma série de especificações simultaneamente.
Assim, como existem diferentes tipos de concreto ideais para cada obra, também
existem diversos tipos de traços. A proporção muda de acordo com o fim: lajes,
contrapisos, muros, fundações, calçadas, vigas etc. Isto é: tudo dependerá dos objetivos
para a construção e das particularidades que ela apresenta, e por isso, utilizando de um
método racional para a produção de traços, se desenvolveram diversas possibilidades,
sendo uma delas a que será abordada neste trabalho.
2. OBJETIVOS
O objetivo deste experimento está na aplicação de conhecimentos adquiridos na
matéria de Materiais de Construção II, buscando desenvolver os conhecimentos
adquiridos em aula na hora de calcular e produzir um determinado traço de concreto.
3. METODOLOGIA
3.1 MATERIAIS UTILIZADOS
Betoneira ou misturador de concreto;
Balança;
Concha metálica;
Colher de pedreiro;
Moldes cilíndricos;
Colarinho para preenchimento;
Tronco de cone para abatimento;
Haste de adensamento padronizado;
Placa de base para abatimen
Máquina de Ensaio a compressão
3.2 PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
Durante as primeiras 24 horas após a moldagem, a cura é garantida utilizando-se uma
membrana plástica que cubra a superfície do corpo de prova; após esse período, os
corpos de prova são desmoldados, identificados e submetidos à cura úmida até o
momento do ensaio, sendo acondicionados em solução saturada de hidróxido de cálcio a
23 + 2ºC ou em câmara úmida na mesma faixa de temperatura e umidade relativa do ar
superior a 95%. Os corpos de prova devem ficar protegidos de gotejamentos e não
devem ficar à ação da água em movimento.
Após o período de cura, as bases dos corpos de prova são preparadas para garantir a
planicidade e a perpendicularidade com o eixo longitudinal do corpo de prova. A
preparação das bases deve ser realizada por retificação, que consiste na remoção, por
meios mecânicos, de uma fina camada de material das bases.
Após o preparo das bases, deve-se registrar as medidas do diâmetro e a altura dos
corpos de prova. O ensaio para determinação da resistência à compressão axial segue as
diretrizes da ABNT NBR 5739:2018.
Antes do ensaio, as faces do corpo de prova e dos pratos da máquina de ensaio devem
ser limpas e secas a fim de estarem isentas de sujeira, grãos etc. O corpo de prova deve
ser colocado na mesma direção em que foi moldado centralizado no prato inferior da
prensa, de modo que o eixo do corpo de prova coincida com o eixo da prensa.
O carregamento de ensaio deve ser aplicado continuamente é cessado quando ocorre
a ruptura do corpo de prova. Deve-se registrar a carga máxima aplicada para a ruptura
do corpo de prova, obter a força máxima alcançadas expressa em newtons, e realizar o
cálculo da resistência à compressão utilizando da área em mm². A resistência à
compressão axial é expressa em (MPa).
Tipos de ruptura
[Link] E DISCUSSÕES
6. CONCLUSÃO
A resistência a compressão do corpo de prova foi de 0,11 MPA. Abaixo do esperado
para o traço que era de 25 MPA. Diversos fatores pode explicar esta diferença
Durante o processo de mistura dos materiais observou-se que o cimento estava
empelotado, não passou por peneiras, o que significa que pode está armazenado
incorretamente e/ou teve contato com umidade.
O cálculo de água estava errado nos medidores, tinha água de menos.
Começou a fazer o procedimento de mistura na maquina e depois passou para a
betoneira o que fez-se necessário utilizar-se de mais água
A areia não foi cessada para que os grãos ficassem uniformes.
O corpo de prova foi desmoldado com 14 dias de cura e não com 28 dias que é o que a
norma NBR 5738 indica.
Apesar de muitos erros no direcionamento do procedimento, o objetivo pedagógico foi
atingido, pois foi possível entender todos os critérios para a realização do ensaio a
compressão e todas as causas que afetam o resultados deste ensaio de resistência a
compressão.
7. REFERÊNCIAS
[Link]
ABNT NBR 5 738, 2003 “Concreto– Procedimento para moldagem e cura
de corpos de prova”, Rio de Janeiro.
ABNT NBR 5739, 2007 “Concreto –Ensaio de compressão de corpos de prova
cilíndrico”, Rio de Janeiro.