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Aula Leg Rcarvalho

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CFAQ-MAF/MMA T.

03/2022
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CFAQ MAF/MMA

LEGISLAÇÃO
MARÍTIMA e
AMBIENTAL
SARGENTO R.CARVALHO
TÓPICOS:

1- Legislação aquaviária;
2- Atribuições da Autoridade Marítima;
3- Normas aplicadas às embarcações;
4- Normas aplicadas aos tripulantes; e
5- Legislação ambiental aplicada às
embarcações e tripulantes.

2
OBJETIVOS:
1- Citar a Legislação aquaviária;
2- Citar as atribuições da Autoridade Marítima;
3- Identificar as normas aplicadas às
embarcações;
4- Identificar as normas aplicadas aos tripulantes;
e
5- Identificar a Legislação Ambiental aplicada às
embarcações e tripulantes.

2
Legislação Aquaviária
*LEI Nº 9.537, de 11 de DEZEMBRO de 1997.

-Dispõe sobre a segurança do tráfego


aquaviário em águas sob jurisdição nacional e
dá outras providências.

Art. 1° A segurança da navegação, nas águas


sob jurisdição nacional, rege-se por esta Lei.
2
Legislação Aquaviária
§ 1° As embarcações brasileiras, exceto as de guerra,
os tripulantes, os profissionais não-tripulantes e os
passageiros nelas embarcados, ainda que fora das
águas sob jurisdição nacional, continuam sujeitos ao
previsto nesta Lei, respeitada, em águas estrangeiras,
a soberania do Estado costeiro.

§ 2° As embarcações estrangeiras e as aeronaves na


superfície das águas sob jurisdição nacional estão
sujeitas, no que couber, ao previsto nesta Lei.
Legislação Aquaviária
Art. 2° Para os efeitos desta Lei, ficam estabelecidos
os seguintes conceitos e definições:
I - Amador - todo aquele com habilitação certificada
pela autoridade marítima para operar embarcações
de esporte e recreio, em caráter não-profissional;
II - Aquaviário - todo aquele com habilitação
certificada pela autoridade marítima para operar
embarcações em caráter profissional;
Legislação Aquaviária
III - Armador - pessoa física ou jurídica que, em
seu nome e sob sua responsabilidade, apresta
a embarcação com fins comerciais, pondo-a ou
não a navegar por sua conta;
IV - Comandante (também denominado Mestre,
Arrais ou Patrão) - tripulante responsável pela
operação e manutenção de embarcação, em
condições de segurança, extensivas à carga,
aos tripulantes e às demais pessoas a bordo;
Legislação Aquaviária
V - Embarcação - qualquer construção, inclusive as
plataformas flutuantes e, quando rebocadas, as fixas,
sujeita a inscrição na autoridade marítima e suscetível de
se locomover na água, por meios próprios ou não,
transportando pessoas ou cargas;

VI - Inscrição da embarcação - cadastramento na


autoridade marítima, com atribuição do nome e do número
de inscrição e expedição do respectivo documento de
inscrição;

IX - Lotação - quantidade máxima de pessoas autorizadas


a embarcar;
Legislação Aquaviária
XII - Navegação Interior - a realizada em hidrovias
interiores, assim considerados rios, lagos, canais,
lagoas, baías, angras, enseadas e áreas marítimas
consideradas abrigadas;

XIX - Tripulação de Segurança - quantidade mínima


de tripulantes necessária a operar, com segurança,
a embarcação;

XX - Tripulante - aquaviário ou amador que exerce


funções, embarcado, na operação da embarcação;
Legislação Aquaviária

Art. 6° A autoridade marítima poderá


delegar aos municípios a fiscalização
do tráfego de embarcações que
ponham em risco a integridade física
de qualquer pessoa nas áreas
adjacentes às praias, quer sejam
marítimas, fluviais ou lacustres
Legislação Aquaviária
DAS PENALIDADES:

Art. 22 As penalidades serão aplicadas mediante


procedimento administrativo, que se inicia com o
auto de infração, assegurados o contraditório e a
ampla defesa.

Art. 23 Constatada infração, será lavrado Auto de


Infração pela autoridade competente designada
pela autoridade marítima.
Legislação Aquaviária
Art. 25 As infrações são passíveis das seguintes
penalidades :

I - multa;
II - suspensão do certificado de habilitação;
III - cancelamento do certificado de habilitação;
IV - demolição de obras e benfeitorias.

As penalidades previstas nos incisos I e IV


poderão ser cumuladas com qualquer das
outras.
Legislação Aquaviária
Art. 30 São circunstâncias agravantes :

I - reincidência;
II - emprego de embarcação na prática de
ato ilícito;
III - embriaguez ou uso de outra
substância entorpecente ou tóxica;
IV - grave ameaça à integridade física de
pessoas.
Em resumo, não devemos praticar
ato que atente contra a segurança
da navegação, como superlotação,
naufrágios, poluição, lesão
corporal, morte e não atendimento a
pedido de socorro de outra
embarcação.
Atribuições da Autoridade Marítima

De acordo com a lei 9.966 no art. 2º a


autoridade marítima é exercida diretamente
pelo COMANDANTE DA MARINHA,
responsável pela salvaguarda da vida
humana e segurança da navegação no mar
aberto e hidrovias interiores, bem como pela
prevenção da poluição ambiental causada
por navios, plataformas e suas instalações
de apoio. 2
Atribuições da Autoridade Marítima


Elaborar as Normas Marítimas;

Regulamentar o serviço de praticagem;

Determinar a tripulação de segurança das embarcações;

Determinar os equipamentos e acessórios que devam ser
homologados para uso a bordo de embarcações e
estabelecer os requisitos para a homologação;

Estabelecer a dotação mínima de equipamentos e
acessórios de segurança para embarcações e
plataformas;
Atribuições da Autoridade Marítima


Estabelecer os limites da navegação interior;

Estabelecer os requisitos referentes às condições de segurança
e habitabilidade e para a prevenção da poluição por parte de
embarcações, plataformas ou suas instalações de apoio;

Definir áreas marítimas e interiores para constituir refúgios
provisórios, onde as embarcações possam fundear ou varar,
para execução de reparos;

Executar a inspeção naval;

Executar vistorias, diretamente ou por intermédio de delegação
a entidades especializadas.
Diretoria de Portos e Costas – DPC

*Representar a Autoridade Marítima no que tange


à normatização e à fiscalização dos assuntos
ligados à Segurança da Navegação, à Marinha
Mercante, ao Ensino Profissional Marítimo e à
Prevenção da Poluição Hídrica causada por
embarcações, a fim de contribuir para o
desenvolvimento do Poder Marítimo.

Normas da Autoridade Marítima - NORMAM


2
Normas aplicadas às embarcações

NORMAM 202/DPC - Normas da


Autoridade Marítima para
embarcações empregadas na
navegação interior

https://www.marinha.mil.br/sites/default/files/atos-normativos/dpc/normam/
normam-202.pdf
Normas aplicadas aos Tripulantes

NORMAM-101/DPC - Normas da
Autoridade Marítima para a carreira de
Aquaviários

https://www.marinha.mil.br/sites/default/files/atos-normativos/dpc/normam/
normam-101.pdf

2
Fluxo de Carreira

A carreira do aquaviário, ou seja, a


formação, certificação e controle de
pessoal da Marinha Mercante, é
regulada pela NORMAM 101 editada
pela DPC.

2
Fluxo de Carreira

A ascensão de categoria será


caracterizada pela transferência do
aquaviário, dentro de uma mesma
Seção de determinado Grupo, para
uma categoria de nível superior ao que
ele se enquadrava anteriormente.
Fluxo de Carreira
Ocorrerá quando o aquaviário apresentar
requisitos profissionais específicos,
normalmente mensurados pelo tempo de
embarque e/ou pela aprovação em cursos
profissionais que lhe propiciam a
certificação (habilitação) e/ou registro em
Caderneta de Inscrição e Registro (CIR)
necessários para o exercício dos cargos e
funções a bordo de embarcações.
Caderneta de Inscrição e Registro
CIR

Após aprovação em curso do Ensino


Profissional Marítimo, o candidato será
inscrito numa Capitania dos Portos e
será expedida uma Caderneta de
Inscrição e Registro (CIR) onde serão
feitas obrigatoriamente as seguintes
anotações:
Caderneta de Inscrição e Registro
CIR

Dados de identificação do Aquaviário;

Averbação de cursos e outras certificações;

Categoria profissional;

Anexação de certificados, averbação de títulos de habitação;

Data e local do embarque ou do desembarque;

Dados da embarcação;

Histórico (anotações, elogios e atos de bravura, informação
de saúde e outros dados necessários).
Caderneta de Inscrição e Registro
CIR
Causas de Cancelamento e de
Apreensão da CIR
Cancelamento da CIR:
*Requerimento do aquaviário;
*Determinação da lei vigente;
*Como medida disciplinar imposta pela autoridade
marítima ou seu representante;
*Falecimento;
*Quando o inscrito deixar de exercer a sua profissão
de aquaviário, por mais de 10 anos consecutivos,
sem licença da dpc;
*Quando aposentado por invalidez impeditiva de
exercer a profissão.
Causas de Cancelamento e de
Apreensão da CIR
Apreensão da CIR:
*Posse ou uso indevido da CIR não pertencente ao
portador;
*Alteração, falsificação ou adultério de registro;
inscrição em um ou mais órgão;
*Cumprimento de condenação passado ou julgada;
*Falta de pagamento de multa aplicada e julgada por
autoridade competente;
*Cumprimento de pena de suspensão;
*Servir-se de documento falsificado ou adulterado, ou
prestar informação não verdadeira, para fim de
anotações na CIR.
Legislação Ambiental
LEI Nº 9.966 de 28 de ABRIL de 2.000

Dispõe sobre a prevenção, o controle


e a fiscalização da poluição causada
por lançamento de óleo e outras
substâncias nocivas ou perigosas em
águas sob jurisdição nacional e dá
outras providências.
https://www.youtube.com/watch?v=WfGMYdalClU
Legislação Ambiental
Art. 4 Para os efeitos desta Lei, as substâncias nocivas ou
perigosas classificam-se nas seguintes categorias, de acordo com
o risco produzido quando descarregadas na água:

I – categoria A: alto risco tanto para a saúde humana como para o


ecossistema aquático;

II – categoria B: médio risco tanto para a saúde humana como para


o ecossistema aquático;

III – categoria C: risco moderado tanto para a saúde humana como


para o ecossistema aquático;

IV – categoria D: baixo risco tanto para a saúde humana como para


o ecossistema aquático.
Legislação Ambiental
Art. 15 É proibida a descarga, em águas
sob jurisdição nacional, de substâncias
nocivas ou perigosas classificadas na
categoria "A", definida no art. 4 desta Lei,
inclusive aquelas provisoriamente
classificadas como tal, além de água de
lastro, resíduos de lavagem de tanques ou
outras misturas que contenham tais
substâncias.
Legislação Ambiental
Art. 16 É proibida a descarga, em águas
sob jurisdição nacional, de substâncias
classificadas nas categorias "B", "C", e "D",
definidas no art. 4o desta Lei, inclusive
aquelas provisoriamente classificadas
como tais, além de água de lastro, resíduos
de lavagem de tanques e outras misturas
que as contenham...
Legislação Ambiental
Art. 17 É proibida a descarga de óleo, misturas
oleosas e lixo em águas sob jurisdição nacional,
exceto nas situações permitidas pela Marpol 73/78, e
não estando o navio, plataforma ou similar dentro
dos limites de área ecologicamente sensível, e os
procedimentos para descarga sejam devidamente
aprovados pelo órgão ambiental competente.

§ 3 Não será permitida a descarga de qualquer tipo


de plástico, inclusive cabos sintéticos, redes
sintéticas de pesca e sacos plásticos.
Legislação Ambiental
Art. 19 A descarga de óleo, misturas
oleosas, substâncias nocivas ou perigosas
de qualquer categoria, e lixo, em águas sob
jurisdição nacional, poderá ser
excepcionalmente tolerada para
salvaguarda de vidas humanas, pesquisa
ou segurança de navio, nos termos do
regulamento.
Legislação Ambiental
Art. 27 São responsáveis pelo cumprimento desta Lei:
IV – o órgão municipal de meio ambiente, com as seguintes
competências:

a) avaliar os danos ambientais causados por incidentes nas


marinas, clubes náuticos e outros locais e instalações
similares, e elaborar relatório circunstanciado,
encaminhando-o ao órgão estadual de meio ambiente;

b) dar início, na alçada municipal, aos procedimentos judiciais


cabíveis a cada caso;

c) autuar os infratores na esfera de sua competência;


https://www.youtube.com/watch?v=A-rEb0KuopI
Pela atenção, Obrigado !

EPM,
“Doceo navigate”

Ensinar para
2 navegar !

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