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VERDAVIS, VIAMBI

Bula Completa - 18/03/2025

Logomarca do produto

VERDAVIS, VIAMBI
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob o nº 11623

COMPOSIÇÃO:
4-[5-(3,5-dichloro-4-fluorophenyl)-5-(trifluoromethyl)-4,5-dihydro-1,2-oxazol-3-yl]-N-(2-
ethyl-3-oxo-1,2-oxazolidin-4-yl)-2-methylbenzamide
(ISOCICLOSERAM)……………………..............................................…100 g/L (10,0 % m/v)
Reaction product comprising equal quantities of (R)-α-cyano-3-phenoxybenzyl (1S,3S)-3-
[(Z)-2-chloro-3,3,3-trifluoropropenyl]-2,2-dimethylcyclopropanecarboxylate and (S)-α-
cyano-3-phenoxybenzyl (1R,3R)-3-[(Z)-2-chloro-3,3,3-trifluoropropenyl]-2,2-
dimethylcyclopropanecarboxylate
(LAMBDA-CIALOTRINA)......................................................................150 g/L (15,0 % m/v)
Outros Ingredientes:...........................................................................833 g/L (83,3 % m/v)

GRUPO 30 INSETICIDA
GRUPO 3A INSETICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO


CLASSE: INSETICIDA E ACARICIDA DE CONTATO E INGESTÃO
GRUPO QUÍMICO: ISOXAZOLINA e PIRETRÓIDE
TIPO DE FORMULAÇÃO: MISTURA DE CS E SC (ZC)

TITULAR DO REGISTRO (*):


Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, 11º e 13º
andares, Torre Sigma, Bairro Várzea de Baixo, CEP: 04730-000, São Paulo/SP, Fone: (11)
5643-2322, CNPJ: 60.744.463/0001-90 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:


ISOCYCLOSERAM TÉCNICO - Registro MAPA nº TC02823
Syngenta Limited - Huddersfield Manufacturing Centre - P.O. Box A38 - Leeds Road -
Huddersfield - West Yorkshire HD2 1FF - Reino Unido.
Syngenta Crop Protection Monthey S.A - Rue de I`lle-au-Bois, CH-1870 Monthey, Suiça.
Syngenta Crop Protection AG - Breitenloh 5 - CH 4333 - Münchwilen - Suiça.
Deccan Fine Chemical (India) Private Ltd. – SEZ Unit, Kesavaram & Rajavaram,
Venkatanagaram Post, Payakaraopeta, Mandal, Visakhapatnam District, Andhra Pradesh,
531127, India
LAMBDA-CYHALOTHRIN TÉCNICO ICI - Registro MAPA nº 0668902
Syngenta Limited - Huddersfield Manufacturing Centre - P.O. Box A38 - Huddersfield -
West Yorkshire HD2 1FF – Inglaterra.
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LAMBDA CYHALOTHRIN TÉCNICO SYN - Registro MAPA nº 15916


Youth Chemical Co., Ltd. - 3 Dalian Road, Yangzhou Chemical Industry Zone, Yizheng,
211402 Yangzhoy, Jiangsu, China.
Youjia Crop Protection Co., Ltd. - Fifth TongHai Road, Rudong Coastal Economic
Development Zone, Nantong, Jiangsu, China 226407.
Bharat Rasayan Limited. - 42/4, Amod Road, GIDC, Industrial Estate, Dahej, District
Bharuch; 392 130, Gujarat, India.

FORMULADOR:
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº, km
127,5, Bairro Santa Terezinha, CEP: 13148-915, Paulínia/SP, CNPJ: 60.744.463/0010-80 -
Cadastro SAA/CDA/SP sob nº 453.
Syngenta Crop Protection, LLC - 4111, Gibson Road, 68107, Omaha, Nebraska - EUA.
Syngenta Crop Protection, LLC - Highway 75, River Road, St. Gabriel, Louisiana, 70776
- EUA.
Syngenta Chemicals Belgium B.V. - Rue de Tyberchamps, 37, 7180 Seneffe - Bélgica.

O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta.

Nº do Lote ou da Partida
Data de Fabricação VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA


AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR

Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo fabril no Brasil,
conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 - PRODUTO POUCO


TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE I –
PRODUTO ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

Cor da faixa: Azul PMS Blue 293C


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INSTRUÇÕES DE USO:

CULTURAS, PRAGAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

PRAGAS NÚMERO
VOLUME DE
CULTURAS NOME COMUM DOSES MÁXIMO DE ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
CALDA
(NOME CIENTÍFICO) APLICAÇÕES
Tripes: Recomenda-se monitorar
constantemente a praga na cultura.
Tripes-do- Realizar a pulverização foliar quando for
200 - 250
bronzeamento observado os primeiros sintomas em
mL/ha
(Enneothrips flavens) folhas da cultura, ou início do
aparecimento dos primeiros indivíduos na
área.
Pulverização
terrestre:
Ácaro: Recomenda-se monitorar
100 a 150
Ácaro-rajado 150 - 250 constantemente o ácaro na cultura.
L/ha
AMENDOIM (Tetranychus urticae) mL/ha 2 aplicações Realizar a pulverização foliar quando
forem constatadas as primeiras
Pulverização
infestações na área.
aérea:
Mín. 20 L/ha
Vaquinha: Recomenda-se monitorar
constantemente a ocorrência da praga na
Vaquinha-verde- cultura. Realizar a pulverização foliar no
100 - 250
amarela início da infestação na área ou conforme
mL/ha
(Diabrotica speciosa) nível de dano na cultura.

INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 a 10 dias.


Percevejo: Monitorar constantemente a
Pulverização lavoura, principalmente na fase de
terrestre: perfilhamento, onde os danos são mais
100 a 150 expressivos e realizar pulverização foliar
Percevejo-barriga- no início da infestação.
150 - 250 L/ha
AVEIA verde 2 aplicações
mL/ha
(Dichelops melacanthus) Reaplicar se necessário de acordo com a
Pulverização
aérea: reinfestação da área, não excedendo o
Mín. 20 L/ha número máximo de aplicações.
INTERVALO DE APLICAÇÃO: 5 a 7 dias.
Percevejo: Monitorar constantemente a
lavoura, principalmente na fase de
Pulverização
perfilhamento, onde os danos são mais
terrestre:
expressivos e aplicar no início da
100 a 150
Percevejo-barriga- infestação.
150 - 250 L/ha
CENTEIO verde 2 aplicações
mL/ha
(Dichelops melacanthus) Reaplicar se necessário de acordo com a
Pulverização
reinfestação da área, não excedendo o
aérea:
número máximo de aplicações.
Mín. 20 L/ha
INTERVALO DE APLICAÇÃO: 5 a 7 dias.
Mosca-minadora: Recomenda-se
monitorar constantemente a praga na
Pulverização cultura. Realizar a pulverização foliar
Mosca-minadora 200 - 250 terrestre: quando for observado os primeiros
ERVILHA 2 aplicações
(Liriomyza huidobrensis) mL/ha 100 a 150 sintomas em folhas da cultura, ou início do
L/ha aparecimento dos primeiros indivíduos na
área.
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PRAGAS NÚMERO
VOLUME DE
CULTURAS NOME COMUM DOSES MÁXIMO DE ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
CALDA
(NOME CIENTÍFICO) APLICAÇÕES
Ácaro: Recomenda-se monitorar
constantemente o ácaro na cultura.
Realizar a pulverização foliar quando
Ácaro-vermelho forem constatadas as primeiras
(Tetranychus ludeni) infestações na área.

Percevejo: Monitorar a ocorrência de


150 - 250 percevejo na lavoura através de batida de
mL/ha pano e realizar a pulverização foliar no
início da infestação.

Percevejo-marrom Vaquinha: Recomenda-se monitorar


(Euschistus heros) constantemente a ocorrência da praga na
cultura. Realizar a pulverização foliar no
início da infestação na área ou conforme
nível de dano na cultura.

Reaplicar se necessário de acordo com a


reinfestação da área, não excedendo o
Vaquinha-verde- número máximo de aplicações.
100 - 250
amarela
mL/ha
(Diabrotica speciosa) INTERVALO DE APLICAÇÃO: 10 dias.

Ácaro: Recomenda-se monitorar


constantemente o ácaro na cultura.
Ácaro-rajado 150 - 250 Realizar a pulverização foliar quando
(Tetranychus urticae) mL/ha forem constatadas as primeiras
infestações na área.

Vaquinha: Recomenda-se monitorar


constantemente a ocorrência da praga na
cultura. Realizar a pulverização foliar no
Vaquinha-verde- início da infestação na área ou conforme
amarela nível de dano na cultura.
(Diabrotica speciosa)
Percevejo: Monitorar a ocorrência de
percevejo na lavoura através de batida de
pano e realizar a pulverização foliar no
Pulverização início da infestação
terrestre:
100 a 150 L/ha Lagarta: Realizar o monitoramento
Percevejo-marrom
FEIJÃO 2 aplicações constante e aplicar no início da infestação
(Euschistus heros)
Pulverização da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º
aérea: instares ou quando observadas até 10%
100 - 250 Mín. 20 L/ha de plantas com sintomas de raspagens
mL/ha nas folhas.

Tripes: Recomenda-se monitorar


Lagarta-falsa- constantemente a praga na cultura.
medideira Realizar a pulverização foliar quando for
(Chrysodeixis includens) observado os primeiros sintomas em
folhas da cultura, ou início do
aparecimento dos primeiros indivíduos na
área.

Reaplicar se necessário de acordo com a


Tripes
reinfestação da área, não excedendo o
(Caliothrips phaseoli e
número máximo de aplicações.
Thrips palmi)
INTERVALO DE APLICAÇÃO: 10 dias.
VERDAVIS, VIAMBI
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PRAGAS NÚMERO
VOLUME DE
CULTURAS NOME COMUM DOSES MÁXIMO DE ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
CALDA
(NOME CIENTÍFICO) APLICAÇÕES
Mosca-minadora: Recomenda-se
monitorar constantemente a praga na
cultura. Realizar a pulverização foliar
Mosca-minadora 200 - 250 quando for observado os primeiros
(Liriomyza huidobrensis) mL/ha sintomas em folhas da cultura, ou início do
aparecimento dos primeiros indivíduos na
área.

Ácaro: Recomenda-se monitorar


constantemente o ácaro na cultura.
Ácaro-rajado Realizar a pulverização foliar quando
(Tetranychus urticae) Pulverização forem constatadas as primeiras
FEIJÕES
Terrestre: infestações na área.
(qualquer
100 a 150
espécie de
150 - 250 L/ha Percevejo: Monitorar a ocorrência de
Phaseulos, 2 aplicações
mL/ha percevejo na lavoura através de batida de
Vigna e
Pulverização pano e realizar a pulverização foliar no
Cajanus)
Aérea: início da infestação.
Percevejo-marrom Mín. 20 L/ha
(Euschistus heros) Vaquinha: Recomenda-se monitorar
constantemente a ocorrência da praga na
cultura. Realizar a pulverização foliar no
início da infestação na área ou conforme
nível de dano na cultura.
Vaquinha-verde-
100 - 250 Reaplicar se necessário de acordo com a
amarela
mL/ha reinfestação da área, não excedendo o
(Diabrotica speciosa)
número máximo de aplicações.

INTERVALO DE APLICAÇÃO: 10 dias.


Vaquinha: Recomenda-se monitorar
constantemente a ocorrência da praga na
cultura. Realizar a pulverização foliar no
Vaquinha-verde- início da infestação na área ou conforme
100 - 250 nível de dano na cultura.
amarela
mL/ha
(Diabrotica speciosa)
Mosca-minadora: Recomenda-se
Pulverização monitorar constantemente a praga na
GRÃO-DE- terrestre: cultura. Realizar a pulverização foliar
2 aplicações quando for observado os primeiros
BICO 100 a 150
L/ha sintomas em folhas da cultura, ou início do
aparecimento dos primeiros indivíduos na
área.
Mosca-minadora 200 - 250
(Liriomyza huidobrensis) mL/ha Reaplicar se necessário de acordo com a
reinfestação da área, não excedendo o
número máximo de aplicações.

INTERVALO DE APLICAÇÃO: 10 dias.


Vaquinha: Recomenda-se monitorar
constantemente a ocorrência da praga na
Vaquinha-verde- cultura. Realizar a pulverização foliar no
100 - 250 início da infestação na área ou conforme
amarela
mL/ha nível de dano na cultura.
(Diabrotica speciosa)

Pulverização Percevejo: Monitorar a ocorrência de


LENTILHA 2 aplicações terrestre: percevejo na lavoura através de batida de
100 a 150 L/ha pano e realizar pulverização foliar no início
da infestação.

Percevejo-marrom 150 - 250 Reaplicar se necessário de acordo com a


(Euschistus heros) mL/ha reinfestação da área, não excedendo o
número máximo de aplicações.

INTERVALO DE APLICAÇÃO: 10 dias.


VERDAVIS, VIAMBI
Bula Completa - 18/03/2025

PRAGAS NÚMERO
VOLUME DE
CULTURAS NOME COMUM DOSES MÁXIMO DE ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
CALDA
(NOME CIENTÍFICO) APLICAÇÕES
Percevejo: Realizar a pulverização foliar
no início do desenvolvimento da cultura do
milheto, até 2 dias após a emergência das
Percevejo-barriga-
plantas ou no início da infestação da
verde
praga.
(Dichelops melacanthus) Pulverização
terrestre:
Cigarrinha: Realizar o monitoramento
100 a 150 L/ha
100 - 250 constante e iniciar as aplicações quando
MILHETO 2 aplicações
mL/ha for observado o início da infestação da
Pulverização
cigarrinha na área.
aérea:
Min. 20 L/ha
Cigarrinha-do-milho Reaplicar se necessário de acordo com a
(Dalbulus maidis) reinfestação da área, não excedendo o
número máximo de aplicações.

INTERVALO DE APLICAÇÃO: 5 dias.


Percevejo: Realizar a pulverização foliar
no início do desenvolvimento da cultura do
Percevejo-barriga- milho, até 2 dias após a emergência das
verde plantas ou no início da infestação da
(Dichelops melacanthus) praga.
Cigarrinha: Realizar o monitoramento
constante e iniciar as aplicações quando
for observado o início da infestação da
cigarrinha na área.
Cigarrinha-do-milho
(Dalbulus maidis) Gafanhoto: Recomenda-se monitorar
constantemente a praga na cultura.
100 - 250 Realizar a pulverização foliar quando
mL/ha Pulverização forem constatadas as primeiras
terrestre: infestações ou danos na área.
100 a 150 L/ha
Gafanhoto-gigante Lagarta: Realizar o monitoramento
MILHO 2 aplicações
(Tropidacris collaris) constante e aplicar no início da infestação
Pulverização
aérea: da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º
Mín. 20 L/ha instares ou quando observadas até 10%
de plantas com sintomas de raspagens
nas folhas.
Lagarta-militar Vaquinha: Recomenda-se monitorar
(Spodoptera frugiperda) constantemente a ocorrência da praga na
cultura. Realizar a aplicação foliar no início
da infestação na área ou conforme nível de
dano na cultura.

Vaquinha-verde- Reaplicar se necessário de acordo com a


150 - 250 reinfestação da área, não excedendo o
amarela
mL/ha número máximo de aplicações.
(Diabrotica speciosa)

INTERVALO DE APLICAÇÃO: 5 a 7 dias.


Percevejos: Monitorar a ocorrência de
Percevejo-marrom percevejos na lavoura através de batida de
(Euschistus heros) pano e realizar pulverização foliar no início
Pulverização da infestação.
terrestre:
Percevejo-barriga- 100 a 150 L/ha Tripes: Recomenda-se monitorar
150 - 250
SOJA verde 2 aplicações constantemente a praga na cultura.
mL/ha
(Dichelops melacanthus) Pulverização Realizar a pulverização foliar quando for
aérea: observado os primeiros sintomas em
Tripes Mín. 20 L/ha folhas da cultura, ou início do
(Caliothrips phaseoli e aparecimento dos primeiros indivíduos na
Frankliniella schultzei) área.
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PRAGAS NÚMERO
VOLUME DE
CULTURAS NOME COMUM DOSES MÁXIMO DE ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
CALDA
(NOME CIENTÍFICO) APLICAÇÕES
Ácaro: Recomenda-se monitorar
Ácaro-rajado constantemente o ácaro na cultura.
(Tetranychus urticae) Realizar a pulverização foliar quando
forem constatadas as primeiras
infestações na área.
Lagarta-da-soja
Lagartas: Realizar o monitoramento
(Anticarsia gemmatalis)
constante e aplicar no início da infestação
da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º
instares.
Lagarta-helicoverpa
(Helicoverpa zea) Bicudo: aplicar em lavouras com a
presença de plantas voluntárias de
algodão, logo no início da infestação do
Lagarta-Helicoverpa bicudo.
(Helicoverpa armigera)
Cascudinho: Recomenda-se monitorar
constantemente a praga na cultura.
Lagarta-falsa- Realizar a pulverização foliar quando
medideira forem constatadas as primeiras
(Rachiplusia nu) infestações ou danos na área.

Gafanhoto: Recomenda-se monitorar


Lagarta-das-folhas constantemente a praga na cultura.
(Spodoptera eridania) Realizar a pulverização foliar quando
forem constatadas as primeiras
infestações ou danos na área.
Lagarta-preta
(Spodoptera cosmioides) Tamanduá-da-soja: Recomenda-se
monitorar constantemente a praga na
cultura. Realizar a pulverização foliar
quando forem constatadas as primeiras
Lagarta-militar infestações ou danos na área
(Spodoptera frugiperda)
Vaquinha: Recomenda-se monitorar
Bicudo-do-algodoeiro constantemente a ocorrência da praga na
(Anthonomus grandis) cultura. Realizar a pulverização foliar no
em plantas voluntárias início da infestação na área ou conforme
de algodão nível de dano na cultura.

Broca-das-axilas: Recomenda-se
Cascudinho-da-soja
monitorar constantemente a praga na
(Myochrous armatus)
cultura. Realizar a pulverização foliar
quando for observado o início da
infestação na área ou nos primeiros
Gafanhoto 100 - 250 sintomas de ataque aos frutos.
(Zoniopoda iheringi) mL/ha
Reaplicar se necessário de acordo com a
reinfestação da área, não excedendo o
Tamanduá-da-soja número máximo de aplicações.
(Sternechus
subsignatus) INTERVALO DE APLICAÇÃO: 10 a 14
dias.
Vaquinha-verde-
amarela
(Diabrotica speciosa)

Broca-das-axilas 200 - 250


(Epinotia aporema) mL/ha
VERDAVIS, VIAMBI
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PRAGAS NÚMERO
VOLUME DE
CULTURAS NOME COMUM DOSES MÁXIMO DE ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
CALDA
(NOME CIENTÍFICO) APLICAÇÕES
Percevejo: Realizar a pulverização foliar
Percevejo-barriga- no início do desenvolvimento da cultura do
100 - 250 sorgo, até 2 dias após a emergência das
verde Pulverização
mL/ha plantas ou no início da infestação da
(Dichelops melacanthus) terrestre:
praga.
100 a 150 L/ha
SORGO 2 aplicações
Cigarrinha: Realizar o monitoramento
Pulverização
constante e iniciar as aplicações quando
aérea:
Cigarrinha-do-milho 100 - 250 for observado o início da infestação da
Mín. 20 L/ha
(Dalbulus maidis) mL/ha cigarrinha na área.

INTERVALO DE APLICAÇÃO: 5 dias.

Percevejo: Monitorar constantemente a


lavoura, principalmente na fase de
Percevejo-barriga- perfilhamento, onde os danos são mais
verde expressivos e aplicar no início da
(Dichelops melacanthus) infestação da praga.
Pulverização
terrestre:
Lagarta: Realizar o monitoramento
100 a 150 L/ha
150 - 250 constante e aplicar no início da infestação
TRIGO 2 aplicações
mL/ha da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º
Pulverização
instares.
aérea:
Mín. 20 L/ha
Lagarta-militar Reaplicar se necessário de acordo com a
(Spodoptera frugiperda) reinfestação da área, não excedendo o
número máximo de aplicações.

INTERVALO DE APLICAÇÃO: 5 a 7 dias.


Percevejo: Monitorar constantemente a
lavoura, principalmente na fase de
Pulverização perfilhamento, onde os danos são mais
terrestre: expressivos e aplicar no início da
Percevejo-barriga- 100 a 150 L/ha infestação da praga.
150 - 250
TRITICALE verde 2 aplicações
mL/ha
(Dichelops melacanthus) Pulverização Reaplicar se necessário de acordo com a
aérea: reinfestação da área, não excedendo o
Mín. 20 L/ha número máximo de aplicações.

INTERVALO DE APLICAÇÃO: 5 a 7 dias.


• Não aplique o produto se abelhas estiverem forrageando ativamente na área, aplique o produto somente de manhã e após o pôr do sol.
• Para áreas adjacentes às culturas, respeitar a zona de contenção de 3 metros, no caso de aplicações terrestres. Respeitar a zona de
contenção de 78 metros para amendoim, aveia, centeio, feijão, feijões (feijão-mungo, feijão-fava, feijão-caupi e demais espécies), milho,
milheto, soja, sorgo, trigo e triticale no caso de aplicações aéreas (gotas médias).
Para todas as culturas acima, a menor dose deve ser recomendada no início da infestação ou
aparecimento dos primeiros sintomas na área, e a maior dose recomendada em áreas com histórico da
praga ou quando o clima for favorável ao ataque.

MODO DE APLICAÇÃO:

Preparo da calda: o abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até
a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento,
e então, adicionar o produto e complementar o produto com água. A agitação deverá ser
constante durante a preparação e aplicação da calda. Prepare apenas a quantidade de
calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após a sua
preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la
vigorosamente antes de iniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da
embalagem durante o preparo da calda.
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Bula Completa - 18/03/2025

Pulverização terrestre:
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de
cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo
atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido, providos de pontas que produzam
gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e
que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas.
Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia
do terreno. Utilizar os seguintes parâmetros:
- Pressão de trabalho: 100 a 400 kPa (costal) e 100 a 800 kPa (equipamentos tratorizados);
- Diâmetro de gotas: 200 a 400 µm (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico);
- Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm2;

Aplicação por Sistema de irrigação por Aspersão (Convencional, Pivô Central ou


Micro-aspersão): : utilizar equipamentos de irrigação ajustados de modo a possibilitar
cobertura uniforme do produto. Importante utilizar sistemas de injeção completos e
adequadamente calibrados. Verificar as características da área a ser tratada, quantidade
de produto necessária e a taxa de injeção. Seguir as instruções do fabricante do sistema
de irrigação para a melhor utilização do sistema dosador e de injeção, além da correta
regulagem do equipamento.

Pulverização aérea:
Para as culturas indicadas na tabela de recomendação, VERDAVIS, VIAMBI pode ser
aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos apropriados
para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média de 200-400 µm. O equipamento
de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e
vazamentos.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2
metros acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente
com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada
mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação.
Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.

Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação
previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas
e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que
empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários.
Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.

Pulverização via drones agrícolas:


O produto VERDAVIS, VIAMBI pode ser aplicado através de drones agrícolas, devendo ser
adequados para cada tipo de cultura e alvo, provido de pontas, com espaçamento, vazão,
pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada
para se obter uma boa cobertura das plantas. O equipamento de aplicação deve estar em
perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos, seguindo todas
as orientações e normativas do MAPA e ANAC.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter
média de 2 metros acima do topo da planta, ou menor quando possível. A largura da faixa
VERDAVIS, VIAMBI
Bula Completa - 18/03/2025

de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro
das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos
que serão empregados na aplicação, sendo recomendado o uso de gotas com diâmetro
médio de 200-400 µm. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Quando utilizar aplicações via drones agrícolas obedecer às normas técnicas de operação
previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento brasileiro de
aviação civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do Ministério da
Agricultura (MAPA).

Para todos os tipos de pulverização, recomenda-se utilizar técnicas de redução de deriva,


tais como:
- Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e
altura da pulverização com média de 2 metros, adequadas ao equipamento em uso);
- Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
- Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo
com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
- Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.

Condições meteorológicas recomendadas para a aplicação:


Temperatura do ar: abaixo de 30oC
Umidade relativa do ar: acima de 55%
Velocidade do vento: média de 3 km/h até 10 km/h
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.

Somente realizar a aplicação aérea na presença de profissionais habilitados.

Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto


deverá ser constantemente monitorada com termo-higrômetro.

Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador do produto.


Os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável
pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na
ocorrência da deriva, ou seja, a interação do equipamento de pulverização e as
condições meteorológicas no momento da aplicação (velocidade do vento, umidade,
temperatura e ocorrência de inversão térmica ou chuvas/orvalho).

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Cultura Dias
Amendoim 14
Aveia 15
Centeio 15
Ervilha 14
Feijão 14
VERDAVIS, VIAMBI
Bula Completa - 18/03/2025

Feijões (qualquer
espécie de Phaseulos, 14
Vigna e Cajanus)
Grão-de-bico 14
Lentilha 14
Milho 40
Milheto 40
Soja 21
Sorgo 40
Trigo 15
Triticale 15

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:


Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação
importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência:
monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação,
verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as
culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores
permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu
exportador e/ou importador.

Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área


de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca
aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de
aplicação terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das Boas
Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em
locais de declive e o plantio direto.

Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho.

Fitotoxicidade para as culturas indicadas:


Testes de campo demonstraram que, nas culturas e doses recomendadas, não há efeito
fitotóxico.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM


UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
VERDAVIS, VIAMBI
Bula Completa - 18/03/2025

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:


VIDE “MODO DE APLICAÇÃO”.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU


TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,


TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E


DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:

GRUPO 30 INSETICIDA
GRUPO 3A INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se


um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados
devido à resistência.

O inseticida VERDAVIS, VIAMBI pertence aos grupos 30 (Moduladores alostéricos de


canais de cloro mediados pelo GABA) e 3A (Moduladores de canais de sódio: Piretroide e
Piretrinas) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto dos mesmos grupos pode
aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do VERDAVIS, VIAMBI como uma ferramenta útil de
manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem
prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:

Adotar as práticas de manejo de inseticidas, tais como:

• Rotacionar produtos com mecanismos de ação distintos dos grupos 30 (Moduladores


alostéricos de canais de cloro mediados pelo GABA) e 3A (Moduladores de canais de
sódio: Piretroide e Piretrinas). Sempre rotacionar com produtos de mecanismos de ação
efetivos para a praga alvo;
• Usar VERDAVIS, VIAMBI ou outro produto dos mesmos grupos químicos somente
dentro de um “intervalo de aplicação” (janela) de cerca de 30 dias;
• Aplicações sucessivas de VERDAVIS, VIAMBI podem ser feitas desde que o período
residual total do “intervalo de aplicação” não exceda o período de uma geração da praga-
alvo;
VERDAVIS, VIAMBI
Bula Completa - 18/03/2025

• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas.


No caso específico do VERDAVIS, VIAMBI, o período total de exposição (número de
dias) a inseticidas dos grupos químicos 30 (Moduladores alostéricos de canais de cloro
mediados pelo GABA) e 3A (Moduladores de canais de sódio: Piretroide e Piretrinas)
não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações
recomendadas na bula;
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização de VERDAVIS, VIAMBI ou outros
produtos dos grupos 30 (Moduladores alostéricos de canais de cloro mediados pelo
GABA: Isoxazoline) e 3A (Moduladores de canais de sódio: Piretroide e Piretrinas)
quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das
pragas a serem controladas, início de desenvolvimento e infestação;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como
rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento e etc., sempre que
disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e a modalidade de aplicação de acordo com a bula do
produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na
aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser
encaminhados para o IRAC-BR ([Link]), ou para o Ministério da Agricultura
e Pecuária ([Link]).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:


Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os
princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias,
variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação
equilibrada, inseticidas, controle biológico, destruição dos restos culturais, manejo da
irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos e não desentupa bicos,
orifícios e válvulas com a boca.
VERDAVIS, VIAMBI
Bula Completa - 18/03/2025

• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos,


ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo
fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de
um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e de animais.

• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na


seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças
compridas; botas de borracha; avental impermeável, equipamento de proteção
respiratória com filtro mecânico classe P1 ou PFF1; viseira facial; touca árabe e luvas
de proteção para produtos químicos.
• Seguir as recomendações do fabricante do equipamento de proteção individual (EPI)
com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:


• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas e calças compridas; botas de borracha; avental
impermeável, equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P1 ou
PFF1; viseira facial; touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico
responsável pela preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção
de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:


• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área
em que estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir
que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas e calças compridas; botas de borracha; equipamento de
proteção respiratória com filtro mecânico classe P1 ou PFF1; viseira facial; touca árabe
e luvas de proteção para produtos químicos.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico
responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
VERDAVIS, VIAMBI
Bula Completa - 18/03/2025

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:


• Sinalizar a área com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter
os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para uso durante a
aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em
áreas tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas
ainda vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original,
em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI):
macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e
botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, viseira facial, botas, macacão, luvas e equipamento de
proteção respiratória com filtro mecânico classe P1 ou PFF1.
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e
devidamente protegida.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico
responsável pela plantação em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.

Nocivo se ingerido
Pode ser nocivo se inalado
Pode provocar reações alérgicas na pele
Provoca danos à glândula adrenal por exposição
PERIGO repetida ou prolongada
Provoca danos ao fígado por exposição repetida ou
prolongada
Provoca danos ao baço, ao timo e aos linfonodos por
exposição repetida ou prolongada
Pode prejudicar a fertilidade na gametogênese
VERDAVIS, VIAMBI
Bula Completa - 18/03/2025

PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência


levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do
produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para
beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15
minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato,
deve-se retirá-la.

Pele: PODE PROVOCAR REAÇÕES ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire


toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e
lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.

Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.

A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental


impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR VERDAVIS, VIAMBI


INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico Isocicloseram: Isoxazolina


Lambda-Cialotrina: Piretroide
Classe
Categoria 4: Produto pouco tóxico
toxicológica

Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.

Toxicocinética Isocicloseram: Após administração oral em doses baixas (1 mg/kg p.c.) e altas
(100 mg/kg p.c.), Isocicloseram foi rapidamente absorvido, atingindo picos
plasmáticos e teciduais em 6 a 8 horas. A substância foi, praticamente,
completamente absorvida em dose baixa (96-100%) e em dose alta a estimativa
de absorção foi de 88%. Isocicloseram foi amplamente distribuído para os
tecidos, com as concentrações médias mais altas encontradas no fígado e nos
rins. A excreção da substância se deu dentro de 72 horas, sendo 82-91% da
dose excretada pela via biliar nas fezes e uma menor parcela por via urinária. Os
resíduos na carcaça e tecidos representaram 11 e 12% da dose após 168 horas
e diminuíram para 7,1 e 8,8% após 192 horas. O Isocicloseram inalterado foi um
VERDAVIS, VIAMBI
Bula Completa - 18/03/2025

componente secundário na excreta, representando menos de 3,5% da dose. Os


principais metabólitos circulantes foram SYN549436 (até 80% da dose) e sua
forma de glicuronídeo (10% na bile). Outro metabólito acima de 5% na bile foi o
SYN549543 (6,0-11,0% da dose), enquanto o SYN549432- glicuronídeo foi
Toxicocinética abaixo de 5,4% da dose.

Lambda-Cialotrina: Após a administração oral a ratos, a absorção foi de


aproximadamente 55% da dose administrada. O produto se distribuiu para a
maioria dos tecidos, sendo os maiores níveis de resíduos encontrados no tecido
adiposo. A metabolização se deu principalmente por clivagem da ligação éster e
a maior parte da dose foi rapidamente eliminada pela urina na forma de
conjugados polares já nas primeiras 24 horas; apenas pequena proporção (2–
3%) foi identificada nos animais após sete dias.
Toxicodinâmica Isocicloseram: Isocicloseram pertence ao grupo químico das isoxazolina, uma
nova classe de inseticidas que são potentes inibidores dos canais de cloro
regulados por GABA (GABACl). Eles atuam bloqueando alostericamente o canal
de cloro regulado por GABA, causando hiperexcitação e convulsões. Os canais
de cloro mediados por GABA (GABACl) são onipresentemente expressos no
sistema nervoso central (SNC) dos vertebrados, portanto não é possível excluir
que o modo de ação do Isocicloseram seja conservado para humanos.
Lambda-Cialotrina: Os piretroides do tipo II atuam diretamente nos axônios dos
neurônios de insetos e mamíferos; eles se ligam aos canais de sódio, mantendo-
os abertos, e prolongam acentuadamente o tempo de despolarização. Como
consequência, há intoxicação por hiperexcitação do sistema nervoso central.
Apesar de apresentarem o mesmo mecanismo de ação, os piretroides são
considerados bem menos tóxicos para mamíferos, pois passam por extenso
processo de metabolização.
Sintomas e sinais
Isocicloseram: Não há na literatura dados de intoxicação por isocicloseram em
clínicos
humanos.

Lambda-Cialotrina: Sua ingestão pode causar irritação gastrointestinal,


náuseas e vômitos. Por inalação de pó ou gotículas de aerossol, pode haver
tosse e irritação do trato respiratório alto. O contato com a pele está associado
à sensação de formigamento e dormência de áreas expostas (parestesia) e o
contato com os olhos pode causar irritação ocular.

As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com


animais de experimentação tratados com a formulação à base de isocicloseram
e lambda-cialotrina, VERDAVIS, VIAMBI:

Exposição oral: Em estudo de toxicidade aguda oral em ratos (Up and Down
Procedure), os animais foram expostos às doses de 175, 550 e 2000 mg/kg p.c.
Na dose de 175 mg/kg de p.c. todos os animais sobreviveram e não foram
observados sinais clínicos de toxicidade sistêmica. Na dose de 550 mg/kg p.c.
um animal morreu e não foram observados sinais clínicos de toxicidade sistêmica
nos demais animais expostos à substância de teste. Na dose de 2000 mg/kg
VERDAVIS, VIAMBI
Bula Completa - 18/03/2025

p.c. nenhum animal sobreviveu e os sinais clínicos observados consistiram em:


respiração irregular, secreção oral, marcha anormal e contorção.

Sintomas e sinais Exposição inalatória: Em estudo de toxicidade aguda inalatória em ratos, os


clínicos animais foram expostos à concentração de 1 mg/L. Não houve mortalidade, e os
sinais clínicos observados, revertidos a partir do dia 6, foram: postura curvada,
piloereção, salivação, ptose, respiração lenta e superficial, espasmos clônicos,
hipersensibilidade ao toque, comportamento de medo e vocalização.

Exposição cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dérmica em ratos, os


animais foram expostos a um teste preliminar nas doses de 1000 e 2000 mg/kg
p.c. Não foi observada mortalidade nem sinais clínicos de toxicidade sistêmica
entre os ratos expostos à ambas as doses. Um teste principal foi conduzido com
a dose de 2000 mg/kg p.c. Não foi observada mortalidade nem sinais clínicos de
toxicidade sistêmica entre os ratos expostos. Em estudo de irritação cutânea
realizado em coelhos, 3/3 animais expostos à substância de teste apresentaram
eritema de leve a bem definido no local de aplicação nas leituras de 24, 48 e 72
horas. Os sinais foram revertidos para todos os animais em até 7 dias. O produto
não foi considerado irritante para a pele de coelhos pelo GHS. O produto foi
considerado sensibilizante dérmico em cobaias pelo Teste do linfonodo local.

Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular realizado em coelhos, 3/3


animais apresentaram vermelhidão na conjuntiva (score médio/animal: 0,33), 2/3
animais apresentaram quemose na conjuntiva (scores médios/animal: 1,33 e
0,33) e em 1/3 animais houve secreção ocular. Todos os efeitos foram
reversíveis em até 4 dias. O produto não foi considerado irritante ocular pelo
GHS.

Exposição crônica: Vide item “efeitos crônicos” abaixo.


Diagnóstico O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de exposição ao
produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis. Em se apresentando
sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente
imediatamente.
VERDAVIS, VIAMBI
Bula Completa - 18/03/2025

Tratamento
Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro
clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao
suporte respiratório.

Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea,


frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer
via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e
arritmias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente.

Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a


absorção e os efeitos locais.
Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto
proceder com:
- Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em crianças
de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de
30g de carvão ativado para 240 ml de água. É mais efetivo quando administrado
dentro de uma hora após a ingestão.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade
do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é
necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de
aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito
lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff.
ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem
aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de
lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa
inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição.
Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado,
fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência
de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação
mecânica.
Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e
cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local
ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para
tratamento.
Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com
solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo de 15 minutos, evitando contato
com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia
persistirem, encaminhar o paciente para tratamento específico.

Antídoto: Não há antídoto específico.

Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar


respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um
equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o
procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO,
VERDAVIS, VIAMBI
Bula Completa - 18/03/2025

Tratamento como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se


contaminar com o agente tóxico.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração
e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça
abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado,
para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das
interações Não foram relatados efeitos de interações químicas para isocicloseram e
químicas lambda-cialotrina em humanos.

ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e


tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
(SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas)
Endereço Eletrônico da Empresa: [Link]
Correio Eletrônico da Empresa: [Link]@[Link]

Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório:


Vide quadro acima, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.

Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:

Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: 550 mg/kg p.c. (Intervalo de Confiança: 380,9 – 1710 mg/kg p.c.)
DL50 cutânea em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: CL50 não determinada nas condições de teste.
Corrosão/Irritação cutânea: Em estudo de irritação cutânea realizado em coelhos, 3/3
animais expostos à substância de teste apresentaram eritema de leve a bem definido no
local de aplicação nas leituras de 24, 48 e 72 horas. Os sinais foram revertidos para todos
os animais em até 7 dias. O produto não foi considerado irritante para a pele de coelhos
pelo GHS.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular realizado em
coelhos, 3/3 animais apresentaram vermelhidão na conjuntiva (score médio/animal: 0,33),
2/3 animais apresentaram quemose na conjuntiva (scores médios/animal: 1,33 e 0,33) e
em 1/3 animais houve secreção ocular. Todos os efeitos foram reversíveis em até 4 dias.
O produto não foi considerado irritante ocular pelo GHS.
Sensibilização cutânea em cobaias (linfonodo local): O produto foi considerado
sensibilizante dérmico.
Sensibilização respiratória: O produto não deve ser considerado sensibilizante para as
vias respiratórias.
Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética
bacteriana ou ensaio do micronúcleo in vitro com linfócitos humanos.
VERDAVIS, VIAMBI
Bula Completa - 18/03/2025

Efeitos crônicos:
Isocicloseram: Em estudo de 104 semanas foram administradas via dieta para ratos
machos as doses de 0; 0,9; 2,3 e 7 mg/kg p.c./dia e para ratos fêmeas as doses de 0; 1,2;
3; e 9,2 mg/kg p.c./dia. Ratos fêmeas do grupo de maior dose apresentaram redução no
ganho de peso corpóreo ao final do estudo. Em ratos machos do grupo de maior dose foram
observados na avaliação microscópica: vacuolização no fígado; degeneração tubular nos
testículos; e debris celulares no epidídimo. Na avaliação de carcinogenicidade, foram
observados vacuolização no fígado em machos a partir da dose de 2,3 mg/kg p.c./dia e em
fêmeas no grupo de maior dose; e degeneração tubular nos testículos e redução de
esperma e debris celulares nos epidídimos em machos do grupo de maior dose. Tais efeitos
foram considerados não neoplásicos e a vacuolização no fígado, na ausência de qualquer
alteração nas enzimas hepáticas, peso corpóreo ou outra alteração histopatológica, não foi
considerada adversa (NOAEL machos e fêmeas: 2,3 e 3 mg/kg p.c./dia, respectivamente).
No estudo de 80 semanas em camundongos, foram administradas via dieta as doses de 0;
1,7; 6,7 e 23,1 mg/kg p.c./dia para machos e 0; 1,8; 7,1 e 24,4 mg/kg p.c./dia para fêmeas.
Os animais machos apresentaram redução do ganho de peso corpóreo e redução da
utilização alimentar (23,1 mg/kg p.c./dia) e arquitetura lobular proeminente no fígado (6,7 e
23,1 mg/kg p.c./dia). Achados não neoplásicos atribuíveis à administração da substância
teste foram: aumento das células plasmáticas observadas no sistema hemolinforeticular
(machos 6,7 mg/kg p.c./dia e fêmeas 7,1 mg/kg p.c./dia); e aumento da incidência de
plasmocitose/infiltração de células plasmáticas principalmente nos linfonodos, baço e timo,
com extensão para outros tecidos em algumas fêmas. Fêmeas tenderam a ser afetadas
com mais frequência e mais extensivamente do que machos. Nenhum achado neoplásico
atribuível ao tratamento foi observado (NOAEL machos e fêmeas: 1,7 e 1,8 mg/kg p.c./dia,
respectivamente). Com base nos estudos disponíveis, Isocicloseram não é considerado
carcinogênico, além de não apresentar efeito mutagênico em estudos in vivo e in vitro. Em
estudo de toxicidade para a reprodução de duas gerações em ratos, foram administradas
as doses de 0; 1,5; 4; e 12 mg/kg p.c./dia. Animais machos de ambas as gerações
apresentaram aumento no peso do fígado, baço, rins e glândula adrenal (4 e 12 mg/kg
p.c./dia); machos ainda apresentaram vacuolização centrilobular de hepatócitos e
degeneração tubular/atrofia dos testículos (12 mg/kg p.c./dia); observou-se também
vacuolização epitelial no duodeno e jejuno em animais de ambos os sexos (12 mg/kg
p.c./dia). Não foram observados efeitos para a reprodução (NOAEL sistêmico: 4 mg/kg
p.c./dia; NOAEL reprodução: 12 mg/kg p.c./dia). No estudo de reprodução de uma geração
em ratos, foram administradas as doses de 0; 7,5; 15; e 45/60 (aumentada no dia 35) mg/kg
p.c./dia para machos e 0; 3,5; 7,5; e 15 mg/kg p.c./dia para fêmeas. Os machos
apresentaram aumento do peso das glândulas adrenais em todos os níveis de dose;
redução do peso dos testículos e epidídimo, redução na contagem de espermátides
resistentes à homogeneização; e vacuolização epitelial no duodeno e jejuno (45/60 mg/kg
p.c./dia); e degeneração tubular nos testículos (15 mg/kg p.c./dia) e vacuolização no fígado
(15 e 60 mg/kg p.c./dia). Em fêmeas, observou-se vacuolização epitelial no duodeno e
jejuno (7,5 e 15 mg/kg p.c./dia) (NOEL sistêmico: 7,5 mg/kg p.c./dia; NOAEL para
performance reprodutiva machos e fêmeas: 45/60 e 15 mg/kg p.c./dia, respectivamente).
Em estudo de toxicidade para o desenvolvimento em coelhos, foram administradas as
doses 0; 3,5; 7,5; e 15 mg/kg p.c./dia. Foi observada redução no ganho de peso corpóreo
nos animais tratados com 15 mg/kg p.c./dia (NOAEL materno e desenvolvimento: 15 mg/kg
p.c./dia). Em estudo de toxicidade para o desenvolvimento em ratos, foram administradas
as doses de 0; 3,5; 7,5; e 15 mg/kg p.c./dia. Observou-se esternébras bífidas em dois fetos
de duas ninhadas distintas no grupo de maior dose, entretanto, esses efeitos não foram
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considerados relacionados ao tratamento (NOAEL materno: 15 mg/kg p.c./dia; NOAEL


desenvolvimento: 7,5 mg/kg p.c./dia). Com base nos efeitos observados nos estudos,
Isocicloseram não é considerado tóxico para o desenvolvimento. Nos estudos de toxicidade
para a reprodução foram estabelecidos níveis de dose segura sem efeitos adversos para
os efeitos observados.

Lambda-cialotrina: Em um estudo oral de 2 anos em ratos, foi observado diminuição do


ganho de peso corpóreo e do consumo de alimentos, leves alterações bioquímicas no sangue
e aumento do peso do fígado nas maiores doses (NOAEL machos e fêmeas: 1,7 e 1,9 mg/kg
p.c./dia, respectivamente). Em estudo de carcinogenicidade em camundongos, na maior dose
os animais apresentaram piloereção e postura curvada. Machos da segunda maior dose
também apresentaram esses efeitos. Machos apresentaram comportamento agressivo,
emagrecimento, palidez e hiperatividade, além de menor ganho de peso corpóreo e menor
eficiência na utilização de alimentos no grupo de maior dose. Na necropsia, houve maior
incidência de massas subcutâneas e inchaço em fêmeas nas duas maiores doses, além de
adenocarcinomas mamários. No entanto, não houve relação dose-resposta e as respostas
foram condizentes com as do controle histórico (NOAEL machos e fêmeas: 1,8 e 2,0 mg/kg
p.c./dia, respectivamente). Na ausência de tumores relevantes, a lambda-cialotrina não é
considerada carcinogênica para humanos. Adicionalmente, estudos de mutagenicidade in
vivo e in vitro demonstram que a lambda-cialotrina não apresenta potencial para
mutagenicidade. Em estudo da reprodução de três gerações, houve redução no ganho de
peso dos pais em todas as gerações tratadas com a maior dose, além de pequena redução
na média do peso total da ninhada das gerações F2 e F3. Este efeito persistiu durante o
período de lactação e pode estar relacionado ao tratamento (NOEL toxicidade reprodutiva
1,5 mg/kg p.c./dia). Nos estudos do desenvolvimento em ratos e coelhos, a exposição à maior
dose causou apenas redução do peso corpóreo materno, do ganho de peso e do consumo
de ração (NOAEL materno em ratos 10 mg/kg p.c./dia e desenvolvimento 15 mg/kg p.c./dia;
NOAEL materno em coelhos 10 mg/kg p.c./dia e desenvolvimento 30 mg/kg p.c./dia). Com
base nos estudos acima descritos, a lambda-cialotrina não é considerada teratogênica ou
tóxica para a reprodução. Também não foram identificados órgãos-alvo relevantes após
estudos de exposições repetidas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE


PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:
X - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).

- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).

- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).

- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).


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• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.


• Este produto é ALTAMENTE BIOACUMULÁVEL em peixes.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos e
peixes).
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas e pode afetar outros insetos
benéficos. Não aplique o produto durante o período de maior visitação das abelhas.
• Manter uma faixa de contenção de 30 metros de distância da borda do campo
próximo de corpos d´água para aplicações terrestres.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior
a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetíveis a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes
às atividades aeroagrícolas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.

1.1 INSTRUÇÕES DE MITIGAÇÃO PARA:


- Polinizadores
• O limite máximo de aplicação do isocicloseram/ha é de 0,12 kg i.a/ha (fora do período
de floração) por ciclo de cada cultura.
• Não aplique o produto se abelhas estiverem forrageando ativamente na área, aplique o
produto somente de manhã e após o pôr do sol.
• Para áreas adjacentes às culturas, respeitar a zona de contenção de 3 metros, no caso
de aplicações terrestres.
• Respeitar a zona de contenção de 78 metros para amendoim, aveia, centeio, feijão,
feijões (feijão-mungo, feijão-fava, feijão-caupi e demais espécies), milho, milheto, soja,
sorgo, trigo e triticale no caso de aplicações aéreas (gotas médias).
• Não aplicar este produto entre as 10:00 e 15:00 horas.
• Remover as colmeias antes das aplicações durante o período de floração e por 24 horas
após a aplicação.
• Informar aos apicultores próximos antes de aplicar este produto.
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RESTRIÇÕES QUANTO À PROTEÇÃO AOS POLINIZADORES

ESTE PRODUTO possui restrição de aplicação EM VIRTUDE DO RISCO PARA


ABELHAS E OUTROS INSETOS POLINIZADORES. SIGA AS instruções DE
APLICAÇÃO E RECOMENDAÇÕES PARA PROTEÇÃO DE POLINIZADORES.

As abelhas e outros insetos polinizadores forrageiam as plantas no período de floração,


polinização e produção do néctar, podendo ser expostos a este inseticida através de:

- Contato direto com o produto durante as aplicações foliares;


- Contato com resíduos do produto na superfície das plantas após a aplicação foliar
e/ou aplicação em solo, quando recomendado;
- Ingestão de resíduos em néctar e pólen resultante das aplicações foliares e/ou
aplicação em solo e/ou tratamento de semente, quando recomendado.

Ao utilizar este produto, tomar medidas para minimizar a exposição de abelhas e


outros polinizadores quando estiverem forrageando as plantas atrativas no entorno e
no local da aplicação. Minimizar a deriva para áreas com colmeias ou no habitat dos
polinizadores para evitar potenciais danos.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA


CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:


• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE
CULTIVOS LTDA.
• Telefone da empresa 0800 704 4304.
• Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e
botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com
o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O
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produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo
telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado.
Contate a empresa registrante conforme indicado.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores (DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou
PÓ QUÍMICO), ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,


TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:


LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (lavagem manual):

Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente


após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
• Faça esta operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir


os seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os


seguintes procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
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segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de
lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da
embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve
ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente
das embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou
no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis)
meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)


ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde
foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
comercial.

TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
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DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS


• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas
pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE
PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora
e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO


• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte
o registrante através do telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação
final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo
de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por
órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:


• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto
de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO,


DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

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