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Processo Do Trabalho - N2

Questões de processo do trabalho

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Pedro Gonçalves
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PROCESSO DO TRABALHO By Aleff de Siqueira

TEORIA GERAL DOS RECURSOS

Recurso é o instrumento voluntário de impugnação de decisão judicial não transitado em


julgado.

Os Recursos em Espécie, são:

1. Embargos de Declaração;
2. Recurso Ordinário;
3. Recurso de Revista;
4. Agravo de Petição;
5. Agravo de Instrumento.

As Ações Autônomas, são:

1. Mandado de Segurança;
2. Ação Rescisória;
3. Embargo ao Devedor;
4. Embargo de Terceiro.

Os recursos destinam-se:

• REFORMA: modificação do mérito da decisão, ou seja, a parte alega erro de julgamento


– error in judicando.
• INVALIDAÇÃO: anulação da decisão judicial que contém um vício processual – error in
procedendo.
• ESCLARECIMENTO OU INTEGRAÇÃO: complementação da prestação jurisdicional
corrigindo suas lacunas, obscuridade ou contradição, por meio de embargos à
declaração.

CLASSIFICAÇÃO

• Quanto à autoridade:
o Próprio: julgados por instância superior;
▪ Ex.: RO

o Impróprio: julgados pelo mesmo órgão que prolatou a sentença;


▪ Ex.: ED
• Quanto ao assunto:
o Recursos Ordinários: ampla decisão, inclusive probatória, para atacar o mérito e
vícios processuais ou, simplesmente, buscar a decisão justa.
o Recursos Extraordinários: tutelar o direito subjetivo, isto é, a exta aplicação a lei.
Não se destinam a corrigir a injustiça da decisão recorrida. Não se discutem fatos,
nem provas. Ex.: RO
• Quanto à fundamentação:
o Livre: quando o recorrente pode atacar todos os tópicos da decisão por meio do
inconformismo, sem atrelar fundamentos jurídicos;
o Vinculada: o recorrente deve apontar, especificamente, o vício ou matéria
impugnada. Ex.: ED.

PRINCÍPIOS

Duplo Grau de Jurisdição (art. 5º, LV, CF)

O princípio do duplo grau de jurisdição implica a possibilidade do reexame de uma


demanda pela instância superior, mediante interposição de recurso em face da decisão do órgão
de instância inferior. Impõe a obrigatoriedade de, ao menos, duas instâncias.

Obs.:
o Art. 102, I, b, CF;
o Art. 2º, §§3º e 4º, Lei 5.584/60;
o Art. 496, CPC (Remessa Necessária – Fazenda Pública).
No que diz respeito às decisões interlocutórias no processo trabalhista, estas são passíveis de
recurso, porém, não podem ser impugnadas de imediato.
O princípio apresenta exceções, contudo, mesmo no processo do trabalho. A decisão
interlocutória poderá ser impugnada imediatamente quando:
o contraria a OJ ou Súmula do TST;
o suscetível impugnação mediante recurso para o mesmo Tribunal; ou
o acolher exceção de incompetência territorial que acarreta a remessa dos autos
para TRT distinto.
Princípio da Fungibilidade
Entende-se por fungível aquilo que pode ser substituído. O princípio da fungibilidade
(ou conversibilidade) permite o conhecimento de um recurso impetrado (inadequado) ao
invés do outro (apropriado), desde que preenchidos 3 requisitos:

a) dúvida objetiva quanto à interposição do recurso cabível;


b) inexistência de má-fé ou erro grosseiro;
c) interposição dentro do prazo do recurso considerado correto.
É incabível agravo interno ou agravo regimental contra decisão proferida por Órgão
colegiado. Tais recursos destinam-se, exclusivamente, a impugnar decisão monocrática nas
hipóteses previstas. Inaplicável, no caso, o princípio da fungibilidade ante a configuração de
erro grosseiro.

Princípio da Voluntariedade
Informa que, recorrendo a parte para obter decisão que lhe seja mais favorável, não pode
o julgamento de seu recurso agravar-lhe a situação.

Princípio da Dialeticidade
Está relacionado com a fundamentação do inconformismo da decisão. A parte deve
apontar as questões da decisão que pretende a reforma. Referida medida delimita a matéria ao
Tribunal, possibilita o contraditório e a efetividade da jurisdição recursal.

REMESSA NECESSÁRIA
A remessa necessária ocorre quando a sentença for proferida contra a União, o Estado,
o Distrito Federal, o Município ou as respectivas autarquias e fundações de direito públicos
ou quando julgar procedentes os embargos à execução de dívida ativa da Fazenda Pública.

o Não é recurso, pois inexistente a voluntariedade e outros pressupostos recursais


como o preparo, legitimidade e o interesse de agir.
o Trata-se de condição de EFICÁCIA da decisão.
Não haverá remessa necessária nas condenações que não ultrapassem determinados
valores.
o Até de 1.000 salários-mínimos para a União;
o Até de 500 salários-mínimos para os Estados e o Distrito Federal;
o Até de 100 salários-mínimos para os Municípios.

EFEITOS RECURSAIS
Efeito Devolutivo
Por efeito devolutivo entende-se a delimitação da matéria submetida à apreciação e
julgamento pelo órgão judicial destinatário do recurso, uma vez que este só poderá, em regra,
julgar as questões debatidas no processo e que constem das razões recursais, mediante pedido
de nova decisão.

o art. 1.013 do CPC (tantum devolutum quantum appelatum).


A Teoria da Causa Madura é exceção, de sorte que, presentes as hipóteses do art. 1.013
do CPC, estando o processo “maduro” para julgamento imediato, o Tribunal pode avançar para
os demais pedidos, mesmo que não tenha pedido explícito no recurso.

o No processo do trabalho, é apenas o efeito devolutivo dos recursos, permitindo-se


a execução provisória até a penhora.

Art. 899- CLT - Os recursos serão interpostos por simples petição e terão efeito meramente
devolutivo, salvo as exceções previstas neste Título, permitida a execução provisória até a
penhora.

Efeito Suspensivo
O principal atributo do efeito suspensivo concedido ao recurso é o de adiar os efeitos
da decisão impugnada, não admitindo, portanto, a execução provisória do julgado.

o os recursos trabalhistas não possuem efeitos suspensivos, salvo situações


excepcionais.
O artigo 14 da Lei n. 10.192/2001 prevê uma exceção à regra, admitindo a concessão de
efeito suspensivo a recurso trabalhista, em caso de recurso interposto de sentença
normativa, mediante despacho do Presidente do Tribunal Superior do Trabalho.

Efeito Translativo
Consiste na possibilidade do juízo ad quem (juízo destinatário do recurso - que vai
julgar o recurso) apreciar, ainda que não impugnadas pelo recorrente, matérias de ordem
pública, aquelas que podem ser reconhecidas de ofício, sobre as quais não operam a
preclusão.

Consagrado no artigo 485, § 3º, do CPC, o efeito translativo transfere ao tribunal


questões de ordem pública, cognoscíveis de ofício em qualquer tempo e grau de jurisdição,
relativas a:

o pressupostos processuais;
o perempção;
o litispendência;
o coisa julgada;
o condições da ação;
o direitos intransmissíveis
Efeito Substitutivo
A decisão proferida pelo juízo ad quem substitui a decisão recorrida no que tiver sido
objeto do recurso.

Haverá efeito substitutivo quando:


a) o recurso é conhecido e provido pelo mérito da causa;
b) o recurso é conhecido e não provido, isto é, o tribunal “mantém” a sentença de mérito
por eles ou por outros fundamentos da decisão recorrida.

Efeito Obstativo
Com este efeito impede-se que a sentença transite em julgado.
É obstado, temporariamente, o trânsito em julgado da decisão até que o recurso seja
julgado, ressalvados os casos em que o recurso é interposto intempestivamente ou
manifestamente incabível.

Efeito Regressivo
Este efeito tem cabimento na hipótese de possibilidade de retratação ou
reconsideração pelo mesmo juízo prolator do da decisão recorrida.
o Trata-se de exceção à regra de que, com a sentença, termina o ofício jurisdicional
do juiz no processo.
o Ocorre, por exemplo, no agravo de instrumento e no recurso ordinário em face de
indeferimento da inicial.

PRESSUPOSTOS RECURSAIS SUBJETIVOS (INTRÍSECOS)


LEGITIMIDADE
A legitimidade recursal é a habilitação para recorrer outorgada por lei às partes
originárias da relação processual, aos terceiros prejudicados ou juridicamente interessados e
ao Ministério Público (seja como parte processual ou como fiscal da lei).

CAPACIDADE
A capacidade recursal é um desdobramento da capacidade processual e significa que o
recorrente, no ato da interposição do recurso, deverá estar apto a exercer pessoalmente os
atos da vida civil.
o É preciso que o recorrente, no momento da interposição do recurso, esteja
plenamente capaz.
o Se o recorrente não se encontrar mentalmente apto à prática de atos da vida civil,
então não terá capacidade para recorrer, devendo, neste caso, ser legalmente
representado.

INTERESSE
O interesse recursal repousa no binômio utilidade-necessidade.
O recurso deve ser necessário ao recorrente, como meio de obter a anulação ou
reforma da decisão impugnada.
Além disso, o recurso deve ser útil ao recorrente, utilidade esta aferível pela existência
de gravame – prejuízo ou sucumbência – suportado pela parte ou pelo
terceiro interveniente.

PRESSUPOSTOS RECURSAIS SUBJETIVOS (INTRÍSECOS)


CABIMENTO (ou recorribilidade do ato)
É necessário verificar se o ato judicial atacado é recorrível, pois o recurso somente poderá
ser admitido, se inexistir, no ordenamento jurídico, óbice ao exercício do direito de recorrer.

ADEQUAÇÃO
É imprescindível que o recurso utilizado esteja em conformidade com o que a lei
estabelece como adequado e próprio para atacar o ato judicial passível de impugnação recursal.

TEMPESTIVIDADE
O direito de recorrer deve ser exercitado no prazo legalmente fixado.
Decorrido o prazo para a interposição do recurso, ocorre a preclusão temporal do direito
de recorrer.
Os prazos recursais no direito processual trabalhista são de 8 dias, exceto para a
interposição dos embargos de declaração e à execução, serão interpostos no prazo de 5 dias
e, o recurso extraordinário no prazo de 15 dias.

O Ministério Público do Trabalho, a Defensoria Pública e a Fazenda Pública têm prazo


em dobro para recorrer.

REPRESENTAÇÃO
O processo do trabalho admite que o jus postulandi possa ser exercido pelas próprias
partes, sendo, porém, facultado a estas a possibilidade de constituírem advogados. Se a parte
estiver assistida por advogado, este deverá estar devidamente constituído nos autos, mediante
instrumento de mandato.

O jus postulandi não alcança (obrigatória a representação por advogado):


Hipóteses da Súmula n. 425 do TST (AMAR):
o Ação rescisória;
o Mandado de segurança;
o Ação cautelar;
o Recursos no TST;
o Homologação de acordo extrajudicial.

PREPARO
O preparo compreende o depósito recursal e as custas processuais.
A não realização do preparo, exceto beneficiários de justiça gratuita e outras exceções
legais, torna DESERTO o recurso, tendo como consequência o seu não conhecimento.
As pessoas jurídicas de direito público (DL n. 779/69, art. 1º, IV) e o Ministério Público
do Trabalho NÃO estão sujeitos ao pagamento de custas e depósito recursal.
O depósito é devido no recurso ordinário, de revista, extraordinário e agravo de
instrumento.
Não é devido no agravo de petição em fase de execução, desde que haja penhora
garantindo o juízo integralmente. Há dois tetos a serem observados quando da interposição do
recurso: o teto legal e o teto da condenação.
Em regra, o depósito recursal deve ser recolhido no prazo do recurso a ser interposto.
Assim, havendo a interposição de recurso antes de vencido o prazo recursal, o depósito pode
ser feito até o último dia do prazo para o respectivo recurso.
Exceção à regra exposta, no caso do agravo de instrumento o recolhimento deve ser feito
na data da interposição.

RECURSOS EM ESPÉCIE
EMBARGOS DE DECLARAÇÃO
Os embargos de declaração buscam esclarecimento, complementação ou
aperfeiçoamento da decisão prolatada (sentença ou acórdão). São julgados pelo mesmo órgão
prolator da decisão embargada e cabíveis para impugnar qualquer decisão lato sensu, isto é,
sentença, acórdão ou decisão interlocutória, que for: OMISSA; CONTRADITÓRIA; OBSCURA;
CONTIVER ERRO MATERIAL e CONTIVER MANIFESTO EQUÍVOCO NO EXAME DOS
PRESSUPOSTOS EXTRÍNSECOS DO RECURSO.
Os embargos de declaração interrompem o prazo para interposição de outros recursos, por
qualquer das partes.

Os embargos serão interpostos, no prazo de 5 (cinco) dias, contados da intimação da


sentença ou acórdão (ou, se for o caso, da decisão interlocutória), em petição dirigida ao
juiz ou relator.

RECURSO ORDINÁRIO

O recurso ordinário pode ser manejado tanto para a correção de erro in judicando quanto
do erro in procedendo, ou seja, sua finalidade pode ser a de reformar (função rescisória do
recurso), corrigindo as injustiças ou reexaminando as provas, ou a de anular (função
rescindente) a sentença, respectivamente. É o instrumento de impugnação da primeira decisão
definitiva ou terminativa do processo. Os efeitos de sua interposição seguem a regra geral:
meramente devolutivo, permitindo a execução provisória do julgado, mas pode haver efeito
suspensivo.

O prazo para a interposição do Recurso Ordinário é de 8 dias.

Cabe Recurso Ordinário das decisões terminativas ou definitivas prolatadas por:


i. Vara do Trabalho ou pelo juiz de direito no exercício da jurisdição trabalhista;
ii. Tribunais Regionais do Trabalho em processos de sua competência originária
(mandado de segurança, ação rescisória, ação anulatória, dissídio coletivo, habeas
corpus etc.), seja nos dissídios individuais ou coletivos. Deve ser acrescentado,
ainda, que as decisões interlocutórias terminativas são excepcionalmente
atacáveis por recurso ordinário.
iii. Da decisão de Tribunal Regional do Trabalho em mandado de segurança cabe
recurso ordinário, no prazo de 8 (oito) dias, para o Tribunal Superior do Trabalho, e
igual dilação para o recorrido e interessados apresentarem razões de contrariedade.

1. Na interposição dos recursos há dois juízos de admissibilidade – a quo e ad quem.


2. Se prolatada decisão que indefere a petição inicial e interposto o recurso ordinário, o juiz
prolator da decisão poderá se retratar no prazo de 5 (cinco) dias.
3. O recurso ordinário é interposto no juízo a quo – juiz prolator da decisão, que fará o primeiro
juízo de admissibilidade, e acolhendo, intimará a parte contrária para contrarrazoar em 8 dias.
4. Admitido o recurso e, se houver, as contrarrazões, o juízo prolator da decisão remeterá os
autos ao juízo ad quem - órgão superior, o qual fará o segundo juízo de admissibilidade, para
julgamento, conforme procedimento estipulado pelo regimento interno do Tribunal.
AGRAVO DE PETIÇÃO
O agravo de petição é o recurso próprio para impugnar decisões proferidas no curso do
processo (ou da fase) de execução.
Em regra, o agravo de petição será interposto em face das decisões definitivas ou terminativas
proferidas em processo de execução trabalhista.

O agravo de petição é interposto no prazo de 8 dias, contra decisão de primeira


instância na fase de execução, em petição dirigida ao juiz prolator, que exercerá o juízo
primeiro de admissibilidade.

1. O agravado (parte contrária ao recurso) é intimado para contraminutar o agravo, com prazo de
oito dias. O juiz decide sobre a extração de carta de sentença ou formação de instrumento para
a execução imediata da parcela incontroversa, se aplicável.
2. Se o agravo é interposto contra a decisão do Presidente do Tribunal, a competência para
julgamento é do Tribunal Pleno. Se a decisão é de Juiz do Trabalho, a competência é da Turma.
3. A CLT exige que a parte especifique a matéria e os valores impugnados no agravo de petição,
permitindo a execução dos valores incontroversos.
4. Valores não impugnados são executados definitivamente, sem possibilidade de mandado de
segurança, pois não há direito líquido e certo do executado.
5. Não é necessário pagamento de custas no recurso, pois na execução, as custas são
responsabilidade do executado e pagas ao final.
6. Se o juízo estiver garantido, o depósito recursal é dispensado.

AGRAVO DE INSTRUMENTO

O agravo de instrumento é recurso cabível para destrancar recurso negado no


primeiro juízo de admissibilidade (a quo).

O agravo de instrumento é interposto no prazo geral dos recursos trabalhistas, isto é, 8


dias, contados da decisão que negou prosseguimento ao recurso, em face do juízo a quo.
O mesmo prazo será observado para as contrarrazões.

Apesar da omissão da CLT, admite-se o juízo de retratação que permite ao juízo a quo
modificar seu entendimento e dar seguimento ao recurso denegado. Assim como no direito
comum, o agravo de instrumento trabalhista deve ser formado em autos apartados, com
extração de peças do processo principal. Devem ser juntadas ao agravo de instrumento:
• Obrigatoriamente, as cópias:
o decisão agravada e certidão da intimação;
o das procurações dos advogados das partes;
o da petição inicial;
o contestação;
o da decisão originária;
o do comprovante de depósito recursal do recurso que se pretende destrancar;
o do próprio agravo;
• Facultativamente: outras peças que entender necessárias.

1. Em casos de competência do TST, o agravo de instrumento é processado nos autos do recurso


denegado, sem a formação de instrumento, conforme a Resolução Administrativa nº 1.418/00 do
TST.
2. O agravo de instrumento é endereçado ao juízo que negou seguimento ao recurso, por meio de
petição escrita e razões, não apenas por petição simples. O agravante deve demonstrar o
equívoco do juízo a quo na apreciação dos pressupostos recursais. O julgamento, no entanto, é
realizado pelo Tribunal competente para conhecer do recurso denegado (art. 897, §4º).
3. Destaca-se que o agravo de instrumento interposto contra o despacho que não recebe o agravo
de petição não suspende a execução da sentença.
4. Não é necessário o recolhimento de custas processuais no agravo de instrumento. No entanto, o
depósito recursal corresponde a 50% do valor do depósito do recurso que se pretende destrancar
(art. 899, §7º).

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