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Aula 34 - Cetoacidose Diabética

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CETOACIDOSE DIABÉTICA

Profª Tatyana
DEFINIÇÃO

É uma condição grave que pode resultar em coma ou até mesmo a morte do indivíduo,
devido a deficiência absoluta de insulina no organismo gerando uma hiperglicemia
constante.
É uma emergência médica e deve ser tratada imediatamente.
Ocorre mais comumente em pacientes com diabetes tipo 1, mas também acontece em
pacientes com diabetes tipo 2.
REVISÃO
ANATÔMICA
REVISÃO
ANATÔMICA
REVISÃO
ANATÔMICA
 Endócri nas
 Células alfa: glucagon
(Aumenta a taxa de glicose no
sangue)
 Células beta: i n sulina (Diminui a
taxa de glicose no sangue)
 Células delta: So ma t o s t a t in a

FISIOLOGIA 
(inibe o pâncreas endócrino)
Células PP: Po l i pep t ídeo

DO PÂNCREAS
pancreáti co (inibe o pâncreas
exócrino)

 Exócri nas

 Íons bicarbonato,enzimas
digestivas (amilase pancreática,
tripsina, quimiotripsina, etc.)
CETOACIDOSE DIBÉTICA

 A insulina é responsável por fazer com que a glicose que está na corrente sanguínea
entre nas células do nosso corpo e gere energia.
 Quando há falta de insulina, duas situações simultâneas ocorrem: o nível de glicose no
sangue vai aumentando e as células sofrem com a falta de energia.
 Para evitar que as células parem de funcionar, o organismo passa a usar os estoques de
gordura para gerar energia.
 Só que nesse processo em que o corpo usa a gordura como energia, formam-se as
cetonas.
 As cetonas são ácidos que se acumulam no sangue e aparecem na urina.
 Níveis elevados de corpos cetônicos podem envenenar o corpo.
 Quando os níveis ficam muito altos, têm-se a cetoacidose diabética
CAUSAS

 Uma doença ou uma infecção pode fazer o corpo produzir níveis mais elevados de
certos hormônios, como a adrenalina ou cortisol.
 Esses hormônios trabalham contra a insulina às vezes provocando um episódio de
cetoacidose diabética.
 Pneumonia e infecções do trato urinário estão comumente ligados à cetoacidose
diabética
 Problemas com a terapia de insulina: o tratamento com insulina feito adequadamente
pode deixar o paciente com pouquíssima insulina, provocando um episódio de
cetoacidose diabética.
Outros possíveis gatilhos de cetoacidose
diabética

 Estresse,
 Trauma físico ou emocional,
 Febre alta, cirurgia,
 Infarto agudo do miocárdio,
 Abuso de álcool ou de drogas, especialmente cocaína.
QUEM ESTÁ SUSCETÍVEL

 Paciente diabetes tipo 1,


 Menos de 19 anos,
 Trauma físico ou emocional recente,
 Estresse,
 Febre alta,
 AVC ou infarto agudo do miocárdio,
 Vício em tabaco,
 Histórico de abuso de drogas ou álcool.
 Apesar da cetoacidose diabética ser mais rara em pessoas com diabetes tipo 2, pode
acontecer.
SINTOMAS

 Alteração de nível de consciência (pouco comum),


 Taquicardia,
 Taquipneia,
 Polidipsia,
 Poliúria,
 Hálito cetônico
 Mal-estar geral.
 Pode cursar com náuseas, vômitos e dor abdominal.
DIAGNÓSTICO

 É realizado em ambiente hospitalar, e os critérios são: cetonúria fortemente positiva ou


cetonemia, acidose (pH < 7,3), glicemia capilar acima de 250mg/dL.
 O socorrista ao avaliar o paciente deve primeiro verificar os sinais vitais e manter vias
aéreas pérveas, ventilação e circulação.
COMPLICAÇÕES CAUSA TRATAMENTO
Choque Desidratação Soro fisiológico
cardiovascular
Acidose severa Desidratação e corpos Soro fisiológico e insulina
cetônicos
Hipopotassemia Troca iônica entre os meios Acrescentar potássio ao
intra e extracelulares e fluido de hidratação
poliúria
Edema cerebral Pressão osmótica? Manitol, 1gm/kg
rapidamente
 Objetivos da terapia

1. corrigir a perda hídrica;


TRATAMENTO
2. corrigir o déficit de insulina;

3. prevenir complicações
TRATAMENTO

 No pré-hospitalar é a expansão volêmico e hidratação com solução fisiológica isotônica


(SF0,9%).
 Deve-se aguardar a dosagem de potássio, verificar se há hipocalemia, para poder iniciar
insulinoterapia, pois a hipocalemia pode ser agravada com a infusão de insulina.
INSULINA

 Se a criança apresenta um quadro de CAD leve, insulina de ação rápida por via
subcutânea pode ser usada a cada hora ou pode-se usar insulina regular por via
intramuscular.
 Em quadros mais graves, assim que o paciente é identificado como em CAD, deve-se
preparar insulina regular para infusão intravenosa numa velocidade de 0,05 - 0,1
u/kg/hora.

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