UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO
CURSO LICENCIATURA EM MATEMÁTICA
NOME DOS ALUNOS:
TÍTULO:
São Luís
2025
NOME DOS ALUNOS:
TÍTULO:
Trabalho apresentado à disciplina Geometria Plana
do Curso Licenciatura em Matemática da
Universidade Federal do Maranhão – Campus São
Luís, como requisito parcial para a obtenção de
nota.
Professor: Jairo Santos da Silva
São Luís
2025
RESUMO
Esta pesquisa apresenta os conceitos fundamentais da Geometria Plana, com foco nos
polígonos e circunferências. São abordadas as definições, classificações e propriedades
dos polígonos, com destaque para os quadriláteros notáveis: trapézio, paralelogramo,
retângulo, losango e quadrado. Também se exploram os elementos e propriedades das
circunferências e círculos, incluindo fórmulas, posições relativas e os principais tipos de
ângulos associados à circunferência, com base em teoremas clássicos. O trabalho visa
contribuir para o ensino e a compreensão da geometria em níveis escolares.
Palavras-chave: Polígonos. Quadriláteros. Circunferência. Ângulos. Geometria
Plana.
ABSTRACT
This research presents the fundamental concepts of Plane Geometry, focusing on
polygons and circles. It discusses the definitions, classifications, and properties of
polygons, emphasizing notable quadrilaterals such as trapezoids, parallelograms,
rectangles, rhombuses, and squares. The study also explores the elements and properties
of circles and circumferences, including formulas, relative positions, and key angle types
related to circles, based on classical theorems. The objective is to support geometry
teaching and learning in school settings.
Keywords: Polygons. Quadrilaterals. Circumference. Angles. Plane Geometry.
LISTA DE SIGLAS
AC – Segmento que liga os vértices A e C (diagonal do quadrilátero)
BD – Segmento que liga os vértices B e D (diagonal do quadrilátero)
IME-USP – Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo
IFCE – Instituto Federal do Ceará
Π – Constante irracional (pi), aproximadamente igual a 3,1416
R – Raio da circunferência
D – Diâmetro da circunferência
Θ – Medida de ângulo central (em graus ou radianos)
C – Comprimento da circunferência
A – Área do círculo
ℓ – Comprimento de arco
GH – Mediana de Euler (segmento entre os pontos médios das diagonais)
SUMÁRIO
RESUMO……………………………………..……………………………………..3
ABSTRACT……………………………………..…………………………………..4
LISTA DE SIGLAS…………………………………..……………………………..5
1 INTRODUÇÃO…………………………………..……………………………….7
2 DEFINIÇÃO DE POLÍGONOS……………..………………………………..…..7
3 ELEMENTOS DOS POLÍGONOS…………………….…………………..……..7
4 CLASSIFICAÇÃO DOS POLÍGONOS……..……………………………….…..8
4.1 Quanto à forma……………………………..………………………….………..8
4.2 Polígono convexo…………………………..………………………….………..8
4.3 Polígono côncavo …...……………………..……………………….……….….8
4.4 Quanto aos lados…………………..………..……………….…….…………….8
5 QUADRILÁTEROS……………………………………...……………………….9
5.1 Propriedades dos quadriláteros………………………………………………….9
5.2 Quadriláteros notáveis……………………………………..……..………….….9
5.2.1 Trapézio……………………………………..…………..………………….....9
5.2.2 Paralelogramo……………………………………..……..………………..…10
5.2.3 Retângulo……………………………………..……..…………………….…10
5.2.4 Losango……………………………………..……...………………..….……10
5.2.5 Quadrado……………………………………..……………………...……….10
5.3 Propriedades específicas………………………………………..………………11
ÂNGULOS NA CIRCUNFERÊNCIA……………………..……………..………..11
CIRCUNFERÊNCIA E CÍRCULOS……………………………………..………...12
CONCLUSÃO GERAL……………………………………..……………………...16
REFERÊNCIAS……………………………………..………………………..…….17
1.INTRODUÇÃO
Antes de definir o conceito de polígono, é fundamental compreender o que é uma
poligonal. Uma poligonal é constituída por um conjunto finito de segmentos de reta
consecutivos, por exemplo, A₁A₂, A₂A₃, ..., An₋₁An, com n ≥ 3, em que cada segmento
possui um extremo comum com o seguinte. Ademais, os segmentos consecutivos não
podem ser colineares, isto é, não podem estar sobre a mesma linha reta.
Os pontos A₁, A₂, ..., An são denominados vértices da poligonal, e os segmentos que os
ligam correspondem aos lados. Dois segmentos consecutivos que compartilham um
vértice são considerados adjacentes. É possível que uma poligonal apresente auto
interseções, ou seja, seus lados podem se cruzar em pontos que não são vértices.
Um caso especial de poligonal é a poligonal fechada, onde o último segmento liga o
último ponto ao primeiro, formando AnA₁.
2.DEFINIÇÃO DE POLÍGONOS
Uma poligonal fechada e sem auto interseções é denominada polígono. Isso significa que
o conjunto de segmentos consecutivos, onde o último conecta o último vértice ao
primeiro, delimita uma figura plana sem cruzamentos internos, exceto nos vértices.
Formalmente, dado um conjunto de pontos A₁, A₂, ..., An no plano, com n ≥ 3, todos
distintos e tal que três pontos consecutivos não sejam colineares (incluindo as trios
envolvendo os pontos finais, como An₋₁, An, A₁), define-se polígono como a união dos
segmentos A₁A₂, A₂A₃, ..., An₋₁An, AnA₁.
O polígono delimita uma região plana chamada interior do polígono, e a união dessa
região com os lados é denominada região poligonal. Frequentemente, o termo "polígono"
é usado para se referir tanto à figura quanto à região delimitada.
3.ELEMENTOS DOS POLÍGONOS
Os principais elementos que constituem um polígono são:
Vértices: Pontos de encontro entre dois lados consecutivos, indicados por A₁,
A₂, ..., An.
Lados: Segmentos de reta que ligam os vértices consecutivos, formando o
contorno da figura.
Ângulos internos: Formados em cada vértice pelos dois lados consecutivos que o
encontram.
Lados que compartilham um vértice são chamados consecutivos, enquanto lados sem
vértices em comum são não consecutivos. Dois ângulos internos são consecutivos se
possuem um lado em comum.
Todo polígono com n vértices possui n lados e n ângulos internos. A soma das medidas
dos lados é o perímetro, calculado pela soma dos comprimentos dos lados.
Outro elemento importante é a diagonal, segmento que une dois vértices não
consecutivos. O número total de diagonais de um polígono convexo com n vértices é
dado pela fórmula:
Número de diagonais = n(n−3)2\text{Número de diagonais} = \frac{n(n - 3)}{2}
Número de diagonais = 2n(n−3)
4.CLASSIFICAÇÃO DOS POLÍGONOS
Os polígonos podem ser classificados quanto à forma e quantidade de lados:
4.1 Quanto à forma
Os polígonos classificam-se conforme a organização dos lados e as propriedades da
região delimitada:
Polígono simples: Lados que não se cruzam, exceto nos vértices consecutivos.
Polígono complexo: Possui cruzamentos entre lados não consecutivos.
Polígono complexo entrelaçado: Vários cruzamentos internos, formando figuras
embaralhadas.
4.2 Polígono convexo
Um polígono simples é convexo quando, para quaisquer dois vértices consecutivos, a reta
que os une deixa todos os demais vértices no mesmo semiplano. Todos os ângulos
internos são menores que 180°. O interior do polígono convexo é uma região convexa, de
modo que qualquer segmento entre dois pontos internos está totalmente contido no
polígono.
4.3 Polígono côncavo
Polígonos simples que não são convexos são côncavos. Nestes, ao menos um vértice está
em um semiplano diferente ao traçar uma reta entre dois vértices consecutivos.
Apresentam ao menos um ângulo interno maior que 180° e possuem "reentrâncias" na
figura.
4.4 Quanto aos lados
Polígonos também se classificam pelo número de lados:
3 lados: triângulo (trilátero)
4 lados: quadrilátero (quadrângulo)
5 lados: pentágono
6 lados: hexágono
7 lados: heptágono
8 lados: octógono
9 lados: eneágono
10 lados: decágono
11 lados: undecágono
12 lados: dodecágono
15 lados: pentadecágono
20 lados: icoságono
Em geral, um polígono com n lados pode ser denominado n-látero.
5.QUADRILÁTEROS
Quadriláteros são polígonos com quatro lados, definidos por quatro vértices A₁, A₂, A₃,
A₄, não colineares em grupos consecutivos, unidos pelos segmentos A₁A₂, A₂A₃, A₃A₄
e A₄A₁.
Adota-se a notação ABCD para o quadrilátero com vértices A, B, C e D em sentido anti-
horário. Os lados são AB, BC, CD e DA.
Lados não consecutivos são chamados opostos: (AB, CD) e (BC, DA). Os ângulos
internos são α (DAB), β (ABC), γ (BCD) e δ (CDA).
Vértices consecutivos formam um lado (exemplo: A e B), enquanto vértices opostos são
pares como (A, C) e (B, D).
As diagonais ligam os vértices opostos, sendo AC e BD.
5.1 Propriedades dos quadriláteros
A soma dos ângulos internos de qualquer quadrilátero é constante, igual a 360°,
demonstrada dividindo o quadrilátero em dois triângulos pela diagonal AC.
5.2 Quadriláteros notáveis
5.2.1 Trapézio
Quadrilátero convexo com exatamente dois lados opostos paralelos, denominados bases.
Os outros dois lados são os lados não bases.
Classificação dos trapézios:
Isósceles: lados não bases congruentes.
Escaleno: lados não bases diferentes.
Retângulo: apresenta dois ângulos retos consecutivos.
5.2.2 Paralelogramo
Quadrilátero convexo com lados opostos paralelos dois a dois.
Propriedades importantes:
Ângulos opostos são congruentes.
Lados opostos são congruentes.
Diagonais se interceptam nos pontos médios.
5.2.3 Retângulo
Paralelogramo com quatro ângulos internos congruentes a 90°.
5.2.4 Losango
Quadrilátero convexo com quatro lados congruentes. Suas diagonais são perpendiculares
e se cruzam nos pontos médios.
5.2.5 Quadrado
Combina as propriedades do retângulo e do losango: quatro lados congruentes e quatro
ângulos retos. As diagonais são congruentes, perpendiculares e se cruzam nos pontos
médios.
5.3 Propriedades específicas
5.3.1 Trapézios
A soma dos ângulos adjacentes a cada lado oblíquo é 180°.
Trapézio isósceles tem lados não paralelos congruentes, ângulos adjacentes às
bases congruentes e diagonais congruentes.
Base média: segmento que une os pontos médios dos lados não paralelos, paralelo
às bases e igual à média aritmética das bases.
Mediana de Euler: segmento que une os pontos médios das diagonais, paralelo às
bases, com comprimento igual à metade da diferença das bases.
5.3.2 Paralelogramos
Ângulos opostos congruentes.
Lados opostos congruentes.
Diagonais se interceptam nos pontos médios.
Se dois lados paralelos e congruentes, o quadrilátero é um paralelogramo.
5.3.3 Losangos
Além das propriedades dos paralelogramos, as diagonais são perpendiculares.
Um paralelogramo é losango se, e somente se, suas diagonais forem
perpendiculares.
5.3.4 Quadrados
Possuem as propriedades dos paralelogramos, retângulos e losangos.
Diagonais são congruentes, perpendiculares e se interceptam nos pontos médios.
É o quadrilátero mais regular.
ÂNGULOS NA CIRCUNFERÊNCIA
1. Introdução
Ângulos na circunferência são ângulos cujo vértice está localizado em um ponto da
circunferência, em seu interior ou exterior, e cujos lados são secantes ou tangentes à
circunferência. Esses ângulos apresentam diferentes classificações, cada uma com
propriedades específicas que relacionam a medida do ângulo com o arco da
circunferência correspondente.
2. Elementos da Circunferência
de um ponto fixo, chamado centro, denotado por 𝐶.
A circunferência é definida como o conjunto de pontos no plano que estão equidistantes
C. A distância
entre o centro e qualquer ponto da circunferência é chamada de raio. Além do centro e do
raio, a circunferência possui outros elementos importantes, entre eles:
Corda: segmento de reta que liga duas extremidades da circunferência.
Diâmetro: corda especial que passa pelo centro da circunferência, com comprimento
igual ao dobro do raio.
3. Tipos de Ângulos na Circunferência e suas Propriedades
Os ângulos na circunferência podem ser classificados conforme a posição de seu vértice e
os segmentos que o formam. A seguir, são apresentados os principais tipos, com suas
respectivas propriedades:
3.1 Ângulo Central
O vértice está localizado no centro da circunferência. A medida do ângulo central é igual
à medida do arco correspondente que ele intercepta.
3.2 Ângulo Inscrito
O vértice está localizado na própria circunferência. A medida do ângulo inscrito é igual à
metade da medida do arco correspondente ou da metade do ângulo central que subtende o
mesmo arco.
3.3 Ângulo de Segmento
Formado por uma corda e uma tangente à circunferência no ponto de tangência. A
medida do ângulo de segmento é igual à metade do arco que ele intercepta.
3.4 Ângulo Excêntrico Interno
Formado por duas cordas que se cruzam dentro da circunferência. Sua medida é dada
pela semi-soma (média aritmética) das medidas dos arcos que ele intercepta.
3.5 Ângulo Excêntrico Externo
Formado por duas retas secantes à circunferência que se encontram fora dela. A medida
do ângulo excêntrico externo é igual à metade da diferença entre as medidas dos arcos
maior e menor interceptados por essas secantes.
4. Considerações Finais
O estudo dos ângulos na circunferência é fundamental para a compreensão das
propriedades geométricas das figuras planas, especialmente as relacionadas a arcos,
cordas e tangentes. Cada tipo de ângulo tem uma relação específica com os arcos da
circunferência, possibilitando o desenvolvimento de diversos teoremas e aplicações
práticas em geometria.
CIRCUNFERÊNCIA E CÍRCULOS
1.Introdução
A circunferência e o círculo são conceitos fundamentais na geometria plana, com
propriedades e elementos específicos que permitem a construção de diversos teoremas e
aplicações. A circunferência é definida como o conjunto de pontos que estão a uma
distância fixa (raio) de um ponto central, enquanto o círculo inclui essa região interna
limitada pela circunferência.
2. Definições e Elementos Básicos
2.1 Circunferência
A circunferência é uma linha curva fechada constituída pelo conjunto de pontos
equidistantes de um ponto fixo, denominado centro.
2.2 Círculo
O círculo é a região do plano limitada pela circunferência, incluindo todos os pontos
internos a ela.
Diferença importante: A circunferência representa apenas o contorno (perímetro),
enquanto o círculo compreende toda a área interna limitada pela circunferência.
2.3 Elementos da Circunferência
Centro (O): ponto fixo central da circunferência.
Raio ®: segmento que liga o centro a qualquer ponto da circunferência.
Diâmetro (d): segmento que passa pelo centro e possui extremidades na circunferência,
com comprimento
Corda: segmento que une dois pontos quaisquer da circunferência.
Arco: porção da circunferência entre dois pontos.
2.4 Elementos Secundários
Secante: reta que intercepta a circunferência em dois pontos.
Tangente: reta que toca a circunferência em um único ponto.
Flecha (Sagita): distância entre o ponto médio da corda e o arco correspondente.
Apótema: distância do centro à corda, perpendicular à corda.
3. Propriedades e Fórmulas
3.1 Área do Círculo
A área do círculo corresponde à medida da superfície dentro da circunferência:
A=πr²
3.2 Comprimento da Circunferência
O comprimento da circunferência é dado por:
C=2πr ou C=πd
3.3 Comprimento de Arco
O comprimento de um arco é a medida do segmento curvo entre dois pontos da
circunferência. Pode ser calculado por:
Para ângulo em graus:
ℓ=θ/360°×2πr
Para ângulo em radianos:
ℓ=θ×r
3.4 Área do Setor Circular
O setor circular é a região delimitada por dois raios e o arco entre eles. Sua área é:
Para ângulo em graus:
A=θ/360°×πr2
Para ângulo em radianos:
A=½ θ r²
4. Posições Relativas entre Retas e Circunferência
Reta secante: corta a circunferência em dois pontos distintos.
Reta tangente: toca a circunferência em apenas um ponto (ponto de tangência),
formando ângulo reto com o raio.
Reta externa: não intercepta a circunferência.
5. Posições Relativas entre Duas Circunferências
Externas: não se tocam (d>r1+r2d).
Tangentes externas: tocam em um ponto (d=r1+r2).
Secantes: interceptam-se em dois pontos (∣r1−r2∣<d<r1+r2).
Tangentes internas: tocam em um ponto, uma dentro da outra (d=∣r1r22∣).
Internas: uma dentro da outra, sem tocar (d<∣r1−r2∣).
6. Posições Relativas de Ponto e Circunferência
Interno: distância ao centro < raio.
Na circunferência: distância ao centro = raio.
Externo: distância ao centro > raitoca
7. Teoremas Importantes
Teorema de Tales: todo ângulo inscrito em uma semicircunferência é reto (90°).
Teorema do Ângulo Central e Inscrito: o ângulo central é o dobro do ângulo inscrito
que subtende o mesmo arco.
Teorema das Cordas: se duas cordas se cruzam dentro da circunferência, o produto dos
segmentos de uma é igual ao produto dos segmentos da outra.
Teorema da Secante e Tangente: o quadrado do segmento tangente é igual ao produto
dos segmentos da secante.
8. Polígonos Regulares e Circunferências
Circunferência circunscrita: passa por todos os vértices do polígono.
R= a/2sin(π/n)
Circunferência inscrita: tangente a todos os lados do polígono.
r= a/2tan(π/n)
onde a é o lado do polígono e n o número de polígono
9. Propriedades Especiais
Número π (pi): razão constante entre o comprimento da circunferência e o diâmetro,
aproximadamente 3,14159265…. É um número irracional e transcendental.
Quadratura do círculo: problema clássico da geometria, provado impossível construir,
com régua e compasso, um quadrado com área igual à de um círculo dado.
CONCLUSÃO GERAL
O estudo das figuras geométricas planas, como polígonos, circunferências e círculos, é
essencial para a construção do raciocínio lógico-matemático e para o desenvolvimento de
habilidades de visualização espacial. Ao compreender os polígonos e seus elementos —
lados, vértices, ângulos internos e externos — o aluno passa a reconhecer padrões e
propriedades fundamentais que servem de base para o entendimento de formas mais
complexas.
A circunferência e o círculo, com seus inúmeros elementos como raio, diâmetro, corda,
arco, tangente e secante, ampliam essa compreensão e revelam uma estrutura rica em
relações matemáticas. A análise dos diferentes tipos de ângulos na circunferência —
centrais, inscritos, excêntricos e de segmento — mostra como a geometria é precisa ao
associar ângulos a arcos e posições relativas.
Além disso, a aplicação de teoremas clássicos, como o de Tales, das cordas e da tangente
com a secante, demonstra a coerência e a beleza das leis geométricas. As fórmulas para
área, comprimento de arco, área de setor circular e as equações da circunferência
fortalecem o repertório matemático do estudante, permitindo a resolução de problemas
práticos e teóricos.
Ao integrar todos esses conceitos, o aluno se torna capaz de enxergar a geometria não
apenas como um conjunto de fórmulas, mas como uma linguagem poderosa para
descrever formas, construir argumentos e resolver desafios com lógica e precisão. A
geometria, portanto, revela-se como uma ponte entre a matemática e o mundo real —
exata, elegante e indispensável.
REFERÊNCIAS
DESCOMPLICA. Ângulos na circunferência e polígonos inscritos. Disponível em:
https://descomplica.com.br/d/vs/aula/angulos-na-circunferencia-e-poligonosinscritos/
Link de um PDF da Universidade Federal Fluminense:
https://professores.uff.br/dirceuesu/wp-content/uploads/sites/38/2017/07/GBaula4.pdf
UESU, Dirce. Aula 4 – Geometria básica [PDF]. 2017. Disponível em:
https://professores.uff.br/dirceuesu/wp-content/uploads/sites/38/2017/07/GBaula4.pdf
Link de um Slide IMEECC UNICAMP:
https://www.ime.unicamp.br/~chico/ma092/ma092_7_geo_ang_circ_tales.pdf
GOMES, Francisco A. M. (Chico). Ângulos na circunferência – Teorema de Tales.
Campinas:
IMECC/UNICAMP, agosto de 2017. Disponível em:
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OLIVEIRA, Raul Rodrigues de. Ângulos na circunferência. Brasil Escola, [s. l.],
disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/matematica/angulos-no-circulo.htm.