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Slide 1 O QUE É LINFOMA DE HODGKIN
Linfoma ou Doença de Hodgkin é um tipo de câncer que se origina no sistema
linfático.
O linfoma de Hodgkin tem a característica de se espalhar de forma ordenada,
de um grupo de linfonodos para outro grupo, por meio dos vasos linfáticos. A
doença surge quando um linfócito, mais frequentemente um do tipo B, se
transforma em uma célula maligna, capaz de multiplicar-se
descontroladamente e disseminar-se.
Slide 2 ORIGEM DA DOENÇA
A doença origina-se com maior frequência na região do pescoço e na região do
tórax
A doença pode ocorrer em qualquer faixa etária; porém é mais comum entre
adolescentes e adultos, jovens (15 a 29 anos), adultos (30 a 39 anos) e idosos
(75 anos ou mais). Os homens têm maior propensão a desenvolver o linfoma
de Hodgkin do que as mulheres. A maioria dos pacientes com linfoma de
Hodgkin pode ser curada com o tratamento disponível atualmente.
Slide 3 tipos de linfomas de Hodgkin REED STERNBERG
A--Subtipo rico em linfócitos: é raro, geralmente afeta a parte superior do corpo
e costuma ser encontrado em poucos gânglios linfáticos.
B-Subtipo esclerose nodular: os gânglios ou nódulos linfáticos com células
normais, com células de Reed-Stemberg e áreas com fibrose. É o tipo mais
comum e ocorre em 60% a 80% dos casos. Pode ocorrer em qualquer idade,
mas é mais comum entre adolescentes e adultos jovens.
C- Subtipo de celularidade mista: apresenta grande quantidade de células de
Reed-Stemberg, além de outros tipos de células. Representa de 25% a 30%
dos casos e costuma atingir adultos mais velhos
D-Subtipo de depleção linfocitária: é o subtipo mais raro da forma clássica, o
mais agressivo e geralmente diagnosticado em estágios avançados. Costuma
atingir gânglios linfáticos do abdome, baço, fígado e medula. Atinge idosos e
portadores do HIV.
E outra forma de linfoma de Hodgkin é o nodular de predomínio linfocitário, que
responde por 5% dos casos e é caracterizado por uma variação das células de
Reed-Stemberg, que se assemelham a pipocas e às vezes são chamadas de
células pipoca. Ele costuma aparecer em gânglios linfáticos do pescoço e axilar
e é tratado de maneira diferente dos tipos clássicos desse linfoma.
Slide 4 ORIGEM DA DOENÇA
A doença origina-se com maior frequência na região do pescoço e na região do
tórax
A doença pode ocorrer em qualquer faixa etária; porém é mais comum entre
adolescentes e adultos, jovens (15 a 29 anos), adultos (30 a 39 anos) e idosos
(75 anos ou mais). Os homens têm maior propensão a desenvolver o linfoma
de Hodgkin do que as mulheres. A maioria dos pacientes com linfoma de
Hodgkin pode ser curada com o tratamento disponível atualmente.
Slide 5 SINTOMAS E SINAIS
o diagnóstico precoce desse tipo de câncer possibilita melhores resultados no
tratamento e deve ser buscado com a investigação de sinais e sintomas
Dor nos gânglios inflamados
Suores noturnos intensos, com ou sem febre
Febre ou calafrios à noite ou mesmo durante o dia
Perda de apetite
Perda de peso inexplicável
Fadiga ou perda de energia
Coceira inexplicável
Tosse e dificuldade para respirar ou desconforto no peito, causados por um
gânglio linfático grandemente aumentado nessa região
Aumento do fígado ou do baço
Histórico familiar: se você é filho, irmão ou irmã de alguém que já teve linfoma
de Hodgkin, seu risco de também ter a doença pode ser maior.
Slide 6 TRATAMENTO
O linfoma de Hodgkin, na maioria dos casos, é uma doença curável quando
tratado adequadamente.
O tratamento clássico é a poliquimioterapia, quimioterapia com múltiplas
drogas, com ou sem radioterapia associada. O esquema ou protocolo de
quimioterapia utilizado de rotina no INCA é denominado ABVD.
Sigla identifica medicações utilizadas no tratamento: A de “Adriamicina”, B de
“Bleomicina, V de “Vimblastina” e D de “Dacarbazina”. Os pacientes podem ser
classificados como portadores de doença localizada ou doença avançada.
Para os pacientes que sofrem recaídas, retorno da doença, ou que não
respondem ao tratamento inicial, as alternativas vão depender da forma inicial
de tratamento.
Opções empregadas usualmente, e com indicações relativamente precisas,
são a poliquimioterapia e o transplante de medula óssea.