REGIMENTO ESCOLAR DA ESCOLA MUNICIPAL DE TEMPO INTEGRAL
ANTONIO JOSÉ DA SILVA.
TITULO I
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
DA CARACTERIZAÇÃO
Art. 1º- A Escola Municipal de Tempo Integral Antônio José da Silva sediada à
localidade de Quieto Zona Rural de, Santa Quitéria, CEP: 62280-000, CNPJ nº
07.511.600/000-63.
Art. 2º- Criada em 1992, a Escola de Tempo Integral Antônio Jose da Silva,
pertencente a rede de ensino oficial, mantida pelo governo municipal de Santa
Quitéria e subordinada técnica e administrativamente à Secretaria Municipal de
Santa Quitéria-SME, e a CREDE 07, de Canindé, com código do censo Escolar
nº 23032057.
Parágrafo único: A Escola Municipal de Tempo Integral Antônio José da Silva, é
pública, gratuitas e laica, direito da população e dever do Poder Público
Municipal e estará a serviço das necessidades e características de
desenvolvimento e aprendizagem dos educandos, segundo as normas do
sistema municipal de ensino, sem requisito de seleção.
FINALIDADES E OBJETIVOS GERAIS.
Art. 3º - A educação escolar, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais
de solidariedade humana, tem por finalidade, no âmbito do ensino fundamental,
o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da
cidadania e sua qualificação para o trabalho.
Art. 4º - Os objetivos do ensino devem convergir para os fins mais amplos da
educação nacional, expressos na Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1.996,
que dispõe sobre as diretrizes e bases da educação nacional.
Parágrafo único – São objetivos e Finalidades da Escola;
I – A compreensão dos direitos e deveres da pessoa humana, do cidadão, do
Estado, da família e demais grupos que compõe a comunidade;
II – Igualdade de condições para o acesso e permanência na Escola;
III – O respeito à dignidade à liberdade e o aprece à tolerância fundamental do
homem;
IV – Gratuidade e obrigatoriedade do ensino;
V – A valorização do profissional da Educação;
VI – A gestão democrática do ensino;
VII – A garantia do padrão de qualidade;
VIII – A valorização da experiência extra escolar;
IX – A vinculação entre a educação escolar, trabalho e as práticas sociais;
X – A condenação a qualquer tratamento desigual por motivo de convicção
filosófica, politica ou religiosa, bem como, a quaisquer preconceitos de raça ou de
classe;
Art. 5º - A Escola em consonância com os objetivos previstos pela legislação
vigente terá como objetivo;
I – Proporcionar o desenvolvimento do educando;
II – Assegurar a formação comum para assegurar o exercício da cidadania;
III – Fornecer meios para progredir no trabalho e estudos posteriores;
IV - Despertar e conscientizar a comunidade no sentido de que também participe
de maneira ativa do esforço comum;
V – ofertar uma educação inclusiva e com qualidade social.
TITULO II
DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVO-PEDAGOGICA
SEÇÃO I
DA DIREÇÃO/NÚCLEO GESTOR
Art. 6º - O núcleo gestor da Escola de Tempo Integral Antônio José da Silva será
composto pelo, Diretor Escolar, Coordenador Pedagógico e Secretário Escolar.
Art. 7º - Compete ao núcleo gestor
I – Elaborar e executar em conjunto com a comunidade escolar a proposta
pedagógica da escola no Projeto Politico Pedagógico da Escola;
II – Administrar seu pessoal e recursos materiais e financeiros;
III – Assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas-aula estabelecidos.
IV – Zelar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada docente;
V – Prover meios para recuperação de alunos de menor rendimento;
VI – Articular-se com as famílias e a comunidade, criando processo de integração
da sociedade com a escola;
VII - Informar aos pais e responsáveis sobre a frequência e rendimento dos
alunos, bem como sobre a proposta pedagógica da escola.
Art. 8º - O núcleo de direção da escola é o centro executivo do planejamento,
organização, coordenação, avaliação e integração de todas as atividades
desenvolvidas no âmbito da unidade escolar.
Parágrafo único- Integram o núcleo de direção:
I - Diretor de Escolar
II – Coordenador Pedagogico;
III – Secrtário Escolar.
SUBSEÇÃO I
Do Diretor de Escola
Art. 9º - O cargo de Diretor de Escola será exercido por profissional
devidamente habilitado, conforme normas estabelecidas pelos órgãos próprios
do sistema.
Artigo 86 - São competências específicas do Diretor de Escola, além de outras
previstas na legislação vigente:
I - definir a linha de ação a ser adotada pela escola, observando as diretrizes
da política educacional e as normas vigentes;
II - aprovar o plano de curso da escola e submetê-lo à apreciação dos órgãos
de supervisão e homologar os planos de ensino;
III - autorizar as matrículas e transferências dos alunos;
IV - propor a instalação de classes, observadas as normas contidas no
presente regimento e demais diretrizes;
V- atribuir classes e ou aulas aos professores da escola, respeitada a legislação
vigente;
VI - estabelecer o horário de aulas e o horário de trabalho dos professores
e funcionários; VII - estabelecer o expediente da secretaria e dos demais
setores e órgãos da escola;
VIII - assinar, juntamente com o secretário ou escriturário, toda documentação
relativa à vida escolar dos alunos expedida pela escola;
IX - conferir certificados de conclusão de série/ano, realizando todos os
procedimentos no GDAE para a publicação da conclusão;
X - convocar e presidir reuniões de Conselho de Escola e Conselhos
de Classe/Ano; XI - presidir solenidades e cerimônias da escola;
XII - representar a escola em atos oficiais e atividades da comunidade;
XIII - encaminhar os Estatutos da Associação de Pais e Mestres ao órgão
competente para registro;
XIV- encaminhar ao órgão competente, regulamentos e estatutos de outras
instituições auxiliares que atuem na escola, para sua aprovação;
XV - aplicar penalidades disciplinares aos alunos, na forma deste regimento;
XVI - decidir sobre recursos interpostos por alunos ou seus responsáveis,
relativos à verificação do rendimento escolar ou de outros assuntos;
XVII - em relação às atividades gerais:
a) responder pelo cumprimento, no âmbito da escola, das leis, regulamentos e
determinações, bem como atender os prazos para a execução dos trabalhos
estabelecidos pelas autoridades superiores;
b) expedir determinações necessárias à manutenção da regularidade dos
serviços;
c) avocar, de modo geral em casos especiais, as atribuições e competências
de qualquer funcionário subordinado;
d) delegar competências e atribuições dos seus subordinados, assim como
designar comissões para execução de tarefas especiais;
e) decidir sobre petições, recursos e processo na sua área de competência ou
remetê-los, devidamente informados a quem de direito.
XVIII - em relação à administração de pessoal:
a) solicitar a instauração de sindicância ou de processo administrativo disciplinar, quando
necessário;
b) solicitar a instalação de inquérito policial, se assim se fizer necessário;
c) apurar ou fazer apurar irregularidades de que venha tomar conhecimento no âmbito da
escola e comunicar ao superior imediato;
XIX- coordenar a elaboração e acompanhar e avaliar a execução do Projeto Político-
Pedagógico;
XX - subsidiar o planejamento educacional;
XXI - dirigir, construir, implementar e participar de todas as atividades pedagógicas da escola
visando à melhoria da qualidade de ensino;
XXII - assegurar o cumprimento da legislação em vigor, bem como os regulamentos, diretrizes
e normas superiores;
XXIII - zelar pela manutenção e conservação dos bens patrimoniais, mantendo todo material
da unidade escolar inventariado ;
XXIV- exercer controle sobre eventual produção escolar e dar-lhe destino próprio, de acordo
com as normas vigentes;
XXV - coordenar a elaboração de projetos especiais de interesse para a aprendizagem, não
constantes da programação básica;
XXVI - garantir a disciplina e o funcionamento da organização;
XXVII - acompanhar todos os atos administrativos indispensáveis ao bom funcionamento da
Unidade Escolar, tais como livro do ponto, faltas prontuários , expedição de ofícios, etc.
XXVIII - subordinar-se e cumprir todas as determinações da Secretaria (ou Departamento)
Municipal de Educação.
SEÇÃO II
DO CORPO DOCENTE
Art. 10º - O corpo docente de professores legalmente habilitado, e em efetivo
exercício do magistério;
Art. 11º - Direitos dos docentes;
I – Receber assessoramento técnico-pedagógico dos especialistas, da
coordenação e direção;
II – Participar de seminário, simpósios, encontros pedagógicos, e cursos de
aperfeiçoamento e especialização ofertados pela instituição;
III – Ter suas faltas abonadas quando convidados para participar dos eventos
previstos no inciso anterior;
IV – Sugerir a direção medidas educativas visando o aprimoramento do processo
de ensino-aprendizagem;
V – ser tratado com respeito no desempenho de sua função;
VI – Gozar de liberdade no exercício de suas atividades, desde que não contrarie
as normas legais.
Art. 12º Deveres dos docentes;
I – Participar da elaboração da proposta do estabelecimento de ensino;
II – Elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do
estabelecimento de ensino;
III – Zelar pela aprendizagem dos alunos;
IV – Estabelecer estratégias de recuperação para alunos de menor rendimento;
V – Ministrar os dias letivos e horas-aulas, estabelecidos além de participar
integralmente dos períodos dedicado ao planejamento à avaliação e ao
desempenho profissional;
VI - Colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a
comunidade;
VII – Cumprir e fazer cumprir as disposições deste regimento, bem como as
diretrizes e normas da direção da escola e de órgão superiores;
VIII – Valorizar a pontualidade e assiduidade, servindo de exemplo para seus
alunos;
IX – Criar um clima de compreensão e afeto nas suas relações com o superiores,
com os colegas e com os alunos;
Art. 13º - Não é recomendado ao professor:
I – Querer impor convicções politicas e religiosas aos seus alunos;
II – Ser habitualmente pontual;
III – Atribuir notas ou faltas por motivos disciplinares;
IV – Vestir ou falar de modo incompatível com sua função;
V – Fumar em sala de aula;
VI – Assumir conduta contrária às diretrizes gerais da escola e dos valores
respeitando os limites de sua liberdade pessoal de pensamento;
SEÇÃO III
CORPO DISCENTE
Art. 14º – Integram o corpo discente todos os alunos regulamente matriculados
na escola
SEÇÃO IV
DO APOIO PEDAGOGICO
SUBSEÇÃO I
DO COORDENADOR ESCOLAR
Art. 15º – A coordenação pedagógica será exercida por profissional legalmente
com curso de licenciatura, de graduação plena, aprovado no processo de seleção
e indicado e nomeado pelo chefe do poder executivo.
Art. 16º – A coordenação de natureza técnico pedagógica, estará subordinada
ao diretor objetivando garantir a unidade do planejamento e eficácia
de sua execução
Art. 17º – Compete ao coordenador escolar;
I – Cooperar com os professores para satisfatória execução dos trabalhos
escolares;
II – Participar da elaboração do Projeto Politico Pedagógico da Escola;
III – Coordenar a elaboração dos planos de ensino e acompanhar se
desenvolvimento;
IV – Emitir pareceres sobre assuntos pedagógicos, assessorando ao diretor na
avaliação do trabalho desenvolvido por todos os participantes no processo
educativo;
V – Cooperar com professores na seleção dos livros didáticos;
VI – Acompanhar o rendimento dos alunos, pesquisando as causas da
aprendizagem não satisfatória e utilizando eficazes medidas de ordem
pedagógica na solução dos problemas constatados em relação ao processo
ensino-aprendizagem;
VII – Substituir o Diretor em ausências e impedimentos;
VIII – Manter-se informada de todas as atividades e ocorrências do
estabelecimento de modo a estar em condições de substituir o Diretor em
qualquer eventualidade;
IX – Participar e acompanhar o trabalho técnico pedagógico, administrativo e
disciplinar do estabelecimento, zelando para que sua execução decorra segundo
as normas pré- estabelecidas;
X – Submeter à aprovação do diretor do estabelecimento as medidas
disciplinares que julgar necessária;
XI – Fazer observar, o cumprimento do horário, a pontualidade e assiduidade dos
professores, alunos, pessoal administrativo e auxiliar;
XII – Desempenhar as atividades inerentes a sua função a qual foi designado;
SEÇÃO V
DO APOIO ADMINISTRATIVO
Art. 18º - O núcleo administrativo tem a função de dar apoio ao processo educacional,
auxiliando a direção nas atividades relativas a:
I - documentação e escrituração escolar e de pessoal;
II - organização e atualização de arquivos;
III - expedição, registro e controle de expedientes;
IV- digitação e atualização de matrícula e transferência no sistema de cadastro de alunos;
Art. 19º - As atividades do núcleo administrativo serão desenvolvidas pela secretaria da escola,
a quem compete, além de outras atribuições previstas na legislação vigente
SUBSEÇÃO I
O SECRETARIO ESCOLAR
Art. 20º - O secretário Escolar do estabelecimento deve ser qualificado, habilitado
e registrado nos órgão competente;
Art. 21º - Compete ao Secretário Escolar;
I – Responder pelo expediente e serviços gerais da secretária;
II – Elaborar o relatório anual das atividades do estabelecimento conforme as
diretrizes, emanadas do órgão competente, como outras atribuições
determinadas pelo diretor;
III – Estruturar e supervisionar os serviços da secretaria de modo a manter a
escrituração escolar de acordo com a legislação especifica em vigor;
IV – Subscrever juntamente com o diretor, todos os documentos expedidos pela
secretaria;
V – Redigir subscreve e divulgar, por ordem do diretor, instruções e editais
relativas a exames, matricula e inscrições diversas;
VI - Organizar o serviço de atendimento a professores, alunos e funcionários,
bem como ao público em geral, no que se refere a informações e
esclarecimentos solicitados;
VII – Encaminhar ao diretor em tempo hábil, documentos a serem visados ou
assinados;
VIII – Elaborar gráficos estatísticos dos resultados do rendimento escolar;
IX – Manter atualizado o arquivo de legislação e documentação pertinente ao
estabelecimento;
X - Manter sem, rasuras ou emendas, os documentos escolares;
XI – Coordenador os trabalhos dos diários de classe;
XII – Supervisionar o processo de levantamento da situação escolar dos alunos
no que se refere ao aproveitamento e a frequência e divulgar os resultados;
XIII – Estar atualizado no que se refere a legislação educacional vigente;
XIV – Lavrar e subscrever ATAS;
XV – Providenciar a expedição de diplomas e certificados;
XVI – Coordenar e acompanhar o processo de matricula no SIGE e Censo
Escolar;
XVII – Participar de curso de aperfeiçoamento para Secretário.
SEÇÃO VI
DOS ARQUIVOS
SEÇÃO VII
DOS SERVIÇOS GERAIS
Art. 22º – A equipe responsável pelos serviços gerais da escola é composta por um vigia, um
zelador e uma merendeira que tem como função de proporcionar apoio ao conjunto de ações
complementares de natureza administrativa e de manutenção da instituição de ensino, relativas
às atividades de:
I- zeladoria;
II - limpeza, manutenção e conservação da área interna e externa do prédio escolar;
III - controle, manutenção e conservação de mobiliário, equipamentos e materiais didático-
pedagógicos;
IV - controle, manutenção, conservação e distribuição da merenda escolar.
SEÇÃO VIII
DO CONSELHO ESCOLAR
Art. 23º - O Conselho de Escola, articulado ao núcleo de direção, constitui-se
em um colegiado de natureza consultiva e deliberativa, formado por
representantes de todos os seguimentos da comunidade escolar.
Art. 24º - O Conselho de Escola tomará suas decisões respeitando os
princípios e diretrizes da política educacional, das normas expedidas pelo
sistema municipal de ensino, do projeto político-pedagógico da escola e a
legislação vigente.
Art. 25º - O Conselho de Escola poderá elaborar seu próprio estatuto com
observância do disposto no artigo anterior, objetivando dinamizar sua
atuação e facilitar sua organização.
TITULO III
DO REGIME ESCOLAR DO REGIME DIDÁTICO E DAS NORMAS DE
CONVIVÊNCIA
SEÇÃO I
DA ORGANIZAÇÃO DE ENSINO
Art. 26º – A Escola Municipal de Ensino Fundamental Antonio José da Silva de
acordo a legislação virgente, normas e instruções expedidas pelo Conselho
Nacional e Conselho Estadual da Educação.
Art. 27º – O Ensino Fundamental de Tempo Integral terá a duração minima de
(9) anos letivos com uma carga horaria minima de 1.400 horas anuais.
Art. 28º – O Ensino Fundamental terá a duração minima de (9) nove anos
letivos, observando o minima de conteúdos e de trabalhos escolares previstos
nas legislações em vigor.
SEÇÃO II
DO CALENDARIO ESCOLAR
Art. 29º – O calendário escolar deve ter como nosteador a Lei 9.934/96,
devendo adquar-se a realidade de nossa região, respeitando as necessidades,
as peculiaridades locais, inclusive climáticas e econômicas, sem que com isso
reduza o numero de horas previsto nessa lei.
Art. 30º– Deverá constar no calendario escolar:
I – Periodo de matricula;
II – Numeros de dias letivos;
III – Inicio e termino do ano letivo;
IV – Semana pedagogica;
V – Feriados e datas comemorativas;
VI – Reuniões de pais e mestres;
VII – Planejamento Escolar;
VIII – Periodo reservado aos estudos de recuperação do corpo discente;
IX – Ferias ( corpo doscente e discente).
SEÇÃO III
DA MATRICULA
Art. 31º – A matricula far-se-á antes do inicio do ano letivo em prazo
determinadp pela SME de acordo com o Programa SIGE ESCOLA:
Art. 32º – A Escola terá o dever de receber aluno que procurarem a escola,
sem discriminação, pois o direito a educação é assegurado por lei.
Art. 33º – Documentos exigidos para matricula;
I – Certidão de nascimento;
II – CPF do aluno para maiores de 18( dezoito) anos;
III – CPF do responsável;
IV – NIS ( numero de identificação social) – para os
beneficiários do bolsa família
V – Comprovante de endereço;
SEÇÃO IV
DA TRANSFERÊNCIA
Art. 34º – A transferência do aluno far-se-á pela Base Nacional Comum,
complementada pelo estudo obrigatório da parte diversificada do currículo;
Art. 35º – Receber transferência de alunos, procedentes em que permita sua
inscrição na serie ou etapa adequada;
Art. 36º – Poderá ser expedida a transferência compulsória mediante uma falta
disciplinar grave comentida pelo (a) aluno(a);
Art. 37º – Em caso de transferência de alunos de outro estabelecimentos de
ensino, verificar-se-á possibilidade das adaptações necessárias conforme
dispositivos legais;
Art. 38º – A escola aceitará, caso haja vaga, transferências de alunos
provenientes de cursos idênticos ou equivalentes aos seus, apos analise da
documentação realizada pelo Secretario Escolar;
Art. 39º– Os alunos transferidos por força de legislações especificas, por força
de legislação especifica, serão recebidos pela escola, independemente, a
existência de vaga, devendo submeter às adaptações necessárias;
Art. 40º – A transferência dar-se-á em qualquer época do ano e será expedida
no prazo de trinta dias após sua solicitação:
SEÇÃO V
DA REGULARIZAÇÃO DA VIDA ESCOLAR
Art. 41º – A regularização da vida escolar é um procedimento legal adotado
pela escola, visando suprir lacunas e omissões na vida escolar do aluno,
corrigir irregularidades distorções, para atnto utiliza os mecanismos constantes
da legislação educacional;
$ Unico – Os resultados deverão ser registrados no Sistema SIGE ESCOLA,
livro de resultados finais, relatório anual, ficha individual do aluno, e no histórico
escolar:
SUBSEÇÃO I
DA RECLASSIFICAÇÃO
Art. 42º – A reclassificação é reposicionamento de um aluno na serie, período
ou ciclo, modulo ou etapa diferente, daquela na qual o aluno está posicionado,
compatível com seu nível de aprendizagem;
Art. 43º – A escola poderá reclassificar alunos vindos de outras instituições
situada no país ou no exterior, tendo como base as normas curriculares gerais.
O fato deverá constar na ficha individual, no histórico escolar e em ata especial:
SUBSEÇÃO II
DA CLASSIFICAÇÃO
Art. 44º – A classificação é o posicionamento do aluno em qualquer serie ou
etapa compatível com sua idade, experiência e nível de desempenho, de
acordo com os critérios de avalição estabelecidos pela escola disposto no
Regimento Escolar;
Art. 45º – A classificação poderá ser realizada:
I – Por promoção para alunos que cursaram, a serie ou fase anterior na própria
escola;
II – Por transferência para candidatos procedentes de outra escola:
III - Independente de serie anterior, mediante avalição feita pela escola,
Que defina o grau de desenvolvimento e experiência do candidato e permita
sua escrição na série ou etapa adequada, conforme regulamentação do
repesctivo sistema de ensino:
Art. 46º – Na avaliação feita pela escola, as séries anteriores serão
consideradas supridas, devendo constar no histórico escolar foi classificado
nos termos do artigo 24, inciso II, alínea c, da lei 9.394/96:
SUBSEÇÃO III
DA ACELERAÇÃO DE ESTUDOS
Art. 47º– A acelaração é o mecanismo que a legislação oferece ao aluno para
corrigir atraso escolar por distorção de idade-série, dando-lhe a oportunidade
de corrigir nível de desenvolvimento correspondente a sua idade:
SUBSEÇÃO IV
DO AVANÇO NAS SERIES E NOS CURSOS
Art. 48º – Avanço progressivo é o processo de avaliação pelo qual a escola
identifica que o nível de escolarização e desenvolvimento é superior ao da
série que está cursando. Esse procedimento propicia ao aluno a oportunidade
de avançar série a série, concluindo assim o curso ou etapas em menor espaço
de tempo.
SUBSEÇÃO V
DO APROVEITAMENTO DE ESTUDOS.
Art. 49º – Aproveitamento de estudos é o procedimento legal que permite a
escola aproveitar estudos com êxito no mesmo nível, com carga horária e
conteúdos compatíveis. Para efeito de aproveitamento a escola poderá agrupar
duas ou mais disciplinas.
Art. 50º – O aproveitamento de estudos poderá ser realizado mediante
apresentação de histórico escolar acompanhados dos conteúdos
programáticos das disciplinas que será apreciado pelo professor da disciplina.
SUBSEÇÃO VII
DA COMPLEMENTAÇÃO ESCOLAR.
Art. 51º – A complementação Escolar ou adaptação de estudos é o processo
pelo qual a escola complementa disciplinas ou conteúdos obrigatórios não
cursados pelo aluno.
Art. 52º – A complementação Escolar será efetivada quando verificada
ausência de complementos curriculares obrigatórios, de acordo com o curso. A
complementação poderá ser realizada através de aulas, trabalhos, pesquisas,
ou outras atividades pedagógicas, podendo também ser efetivada em
paralelamente em contra turno.
Art. 53º – A Escola receberá alunos com necessidades especiais procurando
incluí-los nas turmas e series de acordo com comprovante de escolaridade,
trazido pelos mesmos.
Art. 54º – cada turma que tiver um aluno com necessidades especiais, o aluno
terá direito há um cuidador com especialidade na área de atuação.
CAPITULO II
DO REGIMENTO DIDÁTICO
SEÇÃO I
DA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR.
Art. 55º – O curriculo será definido pela propria Escola, de modo a formar um
novo aluno sem a preocupação de decorar formulas e datas, mas com espirito
crítico, capaz de compreender e interagir com o mundo.
Art. 56º – O currículo do Ensino Fundamental, deverá ser dividido em duas
partes: a base nacional comum e a parte diversificada.
Paragrafo 1º - A Base Comum deverá ocupar pelo menos 75% do tempo
legalmente estabelecido pela carga horária mínima de Ensino.
Paragrafo 2º - A Base Nacional Comum Curricular será organizada em quatro
áreas de conhecimento: Linguagens e Códigos e suas tecnologias; Ciencias da
Natureza e suas Tecnologias;
Paragrafo 3º - A parte diversificada preencherá 25% da carga horária, que será
definida pela escola, tendo vista as características regionais e locais da
sociedade, da cultura e da economia. Os alunos também poderão e poderão
escolher as disciplinas que gostam e que tenham a ver com seu futuro
profissional.
Art. 57º – Os Parâmetros Curriculares Nacionais, configuram-se em um eixo
norteador que pretende garantir a todos os jovens, o direito de usufruir de
conhecimentos necessários para o exercício da cidadania.
Art. 58º – Os programas contarão de objetivos gerais e específicos a serem
alcançados pelo educando sob forma didática de áreas de conhecimento e dos
temas transversais.
Art. 59º – Na organização dos conteúdos curriculares, levar-se-á em conta as
seguintes diretrizes: a educação tecnológica básica, a compreensão do
significado da ciência, das letras e das artes; o processo histórico de
transformação da sociedade e da cultura; a língua portuguesa como
instrumento de comunicação, acesso ao conhecimento e exercício da
cidadania; metodologia de ensino e avaliação que esti,ulem a iniciativa dos
estudantes; inclusão de uma língua estrangeira moderna, como disciplina
obrigatória, escolhida pela comunidade escolar, e uma segunda, em caráter
optativo, dentro das disponibilidades da instituição.
Art. 60º – Os programas dos conteúdos curriculares serão elaborados pelos
professores, coordenador pedagógico, de acordo com os Parâmetros
Curriculares e a lei em vigor.
SEÇÃO I
DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO E APRENDIZAGEM.
SUBSEÇÃO I
DA VERIFICAÇÃO DO RENDIMENTO ESCOLAR
Art. 61º - A avaliação do rendimento escolar tem caracter diagnóstico,
qualitativo, continuo e paralelo, objetivando tanto os objetivos dos alunos,
quanto as possíveis falhas do professor ou da escola no processo de Ensino-
aprendizagem.
Paragrafo único – A avaliação está voltada para a construção do conhecimento
de maneira criativa e participativa, visando o desenvolvimento global do aluno.
Art. 62º – Quanto a assiduidade será considerado aprovado:
I - O aluno com frequência igual ou superior a 25% nas diversas
disciplinas do currículo escolar.
Paragrafo 1º – A frequência será sempre apurada em cada atividade, área de
estudo ou disciplina.
Paragrafo 2º – Para resolver situações excepcionais de falta de aluno, o
coordenador convocará o Conselho Escolar, para juntos resolverem da melhor
maneira possível, e de forma a não prejudicar o aluno.
Art. 63º – A avaliação do rendimento escolar compreenderá a avaliação do
aproveitamento, bem como desempenho e a superação das dificuldades no
decorrer no processo de ensino e aprendizagem.
§ 1 º O processo de avaliação do rendimento escolar compreenderá uma
variedade de instrumentos e situaçães em que serão avaliados, conhecimento
atitudes, valores e atividades aprendidas.
Art. 64º – A avaliação de aproveitamento haverá notas na interpretação de
aprendizagem do aluno.
Art. 65º– O resulyado da avaliação do rendimento escolar será devidamebte
encaminhado para o conhecimento dos pais ou responsável, levando também
ao conhecimento do Conselho Escolar.
Art. 66º – Considera-se–á aprovado o aluno que obtiver um resultado
satisfatório com nota mínima 6,0 em cada disciplina.
SUBSEÇÃO II
DA FREQUÊNCIA
Art. 67º- A Escola periodicamente e/ ou sistematicamente o controle de
frequência dos alunos e adotará as medidas necessárias para que os alunos
possam compensar as falta que já tem, para que não ultrapassem o limite de
25% de faltas do total das aulas dadas ao longo de cada mês.
§ 1º - As medidas de compensação serão atrvés de atividas programadas,
orientadas e registradas pelo professor ou das disciplinas com finalidade de
sanar dificuldades de aprendizagem provocadas por frquencia irregular às
aulas.
§ 2º - A compensação de algumas faltas não exime a escola de adotar as
medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), e nem a
família e o próprio aluno de justificar suas faltas.
Art. 68º- O controle de frequência será efetuado sobre o total de horas letivas,
exigida a frequência mínima de 75% para aprovação.
§ 1º - poderá ser classificado para o período ou série seguinte o aluno que
atingiu a frequência mínima exigida.
Paragrafo 2º - No processo de classificação o aluno que não apresentar
aprendizagem satisfatória, será submentido a estudo de recuperação.
SUBSEÇÃO III
DA RECUPERAÇÃO
Art. 69º- A recuperação se processa continuamente como um todo no
desenvolvimento do processo tentando identificar as possíveis falhas,
atendendo ao ritmo de desenvolvimento e ao nível de conhecimento dos
alunos.
§ 1º - O processo de recuperação será definido pela escola com a participação
da familia
Art. 70º- A insuficiência de rendimento escolar poderá ser identificada:
I – pelo que o regimento escolar estabelecer como conceito ou nota mínima
para aprovação.
II – Pelo parecer escrito do professor, identificando conteúdos ou habilidades
que considere importante na aprendizagem do aluno, principalmente dos
alunos com necessidades especiais.
III – Pelo manifesto desejo do aluno de complementar estudos em determinado
conteúdo programático.
Art. 71º- São características do ensino de recuperação;
I – Metodologia de aprendizagem às dificuldades constatadas.
II – Revisão da parte do conteúdo em que o aluno demostrou dificuldades;
III – Orientação ou acompanhamento individualizado ou em grupos com
dificuldades idênticas;
IV – Desenvolvimento de exercícios para aquisição de habilidades, quando for
o caso;
Art. 72º – Os estudos de recuperação poderam ser realizados por outra
instituição de ensino, desde que seja comprovada a mudança de domicilio do
aluno para outra cidade, com distancia mínima de 100 km.
Paragrafo único – Para realizar estudos de recuperação em outro
estabelecimento de ensino, o aluno deverá apresentar transferência expedida
pela escola de origem.
Art. 73º – Caso a aluno submeta-se à recuperação final, somente será
considerado reprovado, se não obtiver êxito ápos efetivo trabalho pedagógico,
com a duração mínima de dez (10) dias úteis, sendo destinada uma hora em
cada dia para o conteúdo ou parte do conteúdo da disciplina em que demostrou
dificuldade.
Art. 74º – Após o período de recuperação mencionado no artigo anterior, os
estudos de recuperação poderão ser realizados a distância, acompanhados e
administrado pela família, sob orientação da escola, à qual caberá a avaliação
no final do processo, que poderar se estender por até trinta (30) dias.
SUBSEÇÃO IV
DA PROMOÇÃO
Art.75º- A promoção será resultante do processo de avaliação onde deverão
prevalecer os aspectos qualitativos sobre os quantitativos.
SEÇÃO III
DOS CERTIFICADOS E DIPLOMAS
Art.76º- A escola expedirá certificados de conclusão de curso, declaração de
conclusão de série e histórico escolares em modelo padrozado, de acordo com
os modelos e normas estabelecidas pelo Conselho de Educação do Estado.
Paragrafo Único – as escolas reconhecidas mesmo reconhecidas que não
tiverem esse reconhecimento renovado, perderão o direito à emissão de
certificados.
Art.77º – Os certificados serão registrados na escola em livro especìfico e
arquivados na secretaria.
CAPITULO III
DAS NORMAS DE CONVIVENCIA
Art. 78º - As normas de convivência visam orientar as relações profissionais
que ocorre no âmbito da escola e se fundamentará em princípios de
solidariedade, ética, pluralidade cultural, étnico, racial e religioso, da autonomia
e da gestão democrática.
Art. 79º – São princípios fundamentais da convivência social dentro da escola.
I – O mandamento do amor ao próximo, base da doutrina cristã.
II – O princípio do respeito á pessoa humana e à sua integridade.
III – O princípio segundo o qual a vida em sociedade só é possível quando há
respeito recíproco entre as pessoas.
IV – O princípio segundo o qual a liberade de um é limitada pelo direito do
outro.
V – A convocação de que a convivência social é aprendida e começa no lar,
prossegue na escola e continua na vida.
VI – A convicção de que o uso da violência para corrigir desvios é
absolutamente compatível com a tarefa de educar.
VII – O princípio da aceitação das diferenças, para evitar atitudes de
segregação humana contra os alunos com necessidades especiais.
Art. 80º – A escola adotará instâncias sucessivas de ánalise de comportamento
social nos quais o aluno será sempre participante do seu próprio esforço de
desenvolvimento.
Art. 81º – A consciência ética da comunidade deve ser construída pela equipe
de educadores para estabeler o limite silencioso da liberdade de fazer ou não
fazer, de dizer ou calar nas relações interpessoais.
Art. 82º - A família será sempre chamada para participar do processo de
educação para a vida em sociedade, sobretudo nas situações de desvio de
conduta do adolescente.
Art. 83º - nenhuma penalidade poderá ferir as normas que regulamentam o
servidor público, no caso funcionários e professores, ou oEstatuto da Criança e
Adolescente, no caso de aluno, salvaguardo.
I – O direito a ampla defesa e recurso á órgãos superiores quando for o caso.
II – Assistência dos pais ou responsáveis, no caso de no caso do aluno com
idade inferior a 18 ano.
III – O direito do aluno a continuidade de estudos, no mesmo ou em outra
escola pública
SEÇÃO I
DOS DOCENTES
Art. 84º - Os membros do corpo docente ficam sujeitos às penalidades
previstas no Estatuto do Magistério e Estatuto do Funcionario Público Estadual.
Art. 85º - Sem prejuízo no desposto no artigo anterior, os membros do corpo
docente ficam sujeitos a penalidades relacionadas com os seguintes aspectos.
I – Inobisvância dos prazos previstos para entrega dos programas e planos de
ensino bem como dos resultados das avaliações periódicas.
II – Faltar sem causa justificada, á aula, avaliações ou reuniões a que devem
comparecer.
III – Atitude de desrespeito ao núcleo gestor ou às autoridades educacionais.
IV – Prática de atos incompatíveis com a moral e a dignidade da função.
V – Infração a disposito explícito neste regimento.
Paragrafo único – As penalidades previstas para as transgressões
disciplinares, a serem aplicadas pelo núcleo gestor, conforme a gravidade da
falta, são as seguintes.
I – Advetência verbal.
II – Advertênca escrita.
III – Suspensão.
IV- outras previstas na legislação pertinente.
SEÇÃO II
DOS DISCENTES.
Art.86º – Pela inobservância dos deveres dos deveres e determinaçãoes
contidas nesse regimento, os alunos ficam sujeitos as seguintes penalidades, a
serem aplicadas pelo líder da Gestão Escolar, segundo a gravidade da falta e
com base nas finalidades educacionais e nos princípios pedagógicos adotados
pela escola:
I – Advertência verbal.
II - Advertência escrita
III – Suspensão.
IV – Transferência.
§ 1º - A medidas previstas nos itens II, III, IV, serão comunidas aos pais e
registradas na pasta individual do aluno.
§ 2º - A suspensão será de até três dias utéis, assegurando ao aluno o direito
de defesa.
§ 3º - O aluno não poderá participar das atividades escolares, exceto as
avaliações, durante o período de suspensão.
§ 4º - No caso previsto no item IV, será imediatamente expedido a
transferência do aluno, após consulta ao Conselho Escolar.
Art.87º – No período destinado as avaliações o aluno penalizado pela
suspensão poderá realizar-las normalmente.
SEÇÃO III
DOS FUNCIONARIOS.
Art.88º – Os funcionários do quadro administrativo ficam sujeitos a penalidades
no instatuto do Funcionário Público Municipal.
Art.89º – Sem prejuízo no disposto no artigo anterior, os membros do corpo
docente ficam sujeitos a penalidades relacionadas com os seguintes aspectos.
I – faltar sem causa justificada, à aula e avaliações, ou as reuniões a que
devem comparecer.
II – atitude de desrespeito ao núcleo gestor ou as autoridades educacionais.
III – pratica de atos incompatíveis com a moral e a função.
IV – infração a dispositivo exposto nesse regimento.
§ Único – as penalidades previstas para as transgressões disciplinares, a
serem aplicadas pelo coordenador conforme a gravidade da falta.
I – advertência verbal.
II – advertência escrita.
III – outras, previstas na legislação pertinente.
TITULO IV
DAS DISPOSIÇÔES GERAIS E TRANSITORIAS.
Art. 90º – A escola rege-se-à pelo presente regimento e pela legislação
especifica do Ensino Fundamental.
Art. 91º – Este regimento será divulgado entre toda a comunidade escolar, e
será reformulado sempre que se fizer necessário, atendendo aos ojtivos da
escola e ou da legislação que regula o assunto.
Art. 92º – A escola participará de atos cívicos, culturais e artísticos que ocorrem
na comunodade, oferecendo suas instalações para realização de citados atos,
quando for o caso.
Art. 93º – A Escola incentivará as manifestações de cultura popular, criando
para tanto ambientes propícios para o desenvolvimento de danças folclóricas e
apresentações inerentes a cultura de nossa terra.
Art. 94º – A Escola comemorará todas as dtas cívicas no Brasil, especialmente
o 7 de setembro, a data de sua fundação e o dia da Conciência Negra.
Art. 95º – A Escola participará de campanhas solidárias, sempre que solicitado
pela comunidade.
Art. 96º – A Escola promoverá a divulgação de noções, relativas a direitos
humanos, defesa civil, regras de transito, efeitos das drogras, álcool, tabaco,
direitos do consumidor, sexologia, ecologia, higiene e profilaxia sanitária,
culturas cearenses abrangendo os aspectos históricos, geográficos e abientais.
Art. 97º – Todos os que fazem a Escola terão direito de expressar opiniões,
próprias a respeito de questões de ordem administrativa, pedagógica e
disciplinar, cabendo ao Núcleo Gestor e ao Conselho Escolar decisões finais
quando se tratar de questões de extrema importância.
Art. 98º – Os casos omissos neste Regimento, será submetido serão resolvidos
pela Direção da Escola e Conselho Escolar nos termos da legislação virgente.
Art. 99º – Qualquer alteração a regir-se neste Regimento será submetido a
apreciação do Conselho Escolar salvo quando houver modificação virgente de
imediata aplicação.
Art. 100º – Este Regiemnto encontrará em vigor na data de sua homologação
pelo Conselho de Educação do Estado do Ceará.
Santa Quitéria. 11 de Maio de 2023.