Portugues
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• Critérios de Textualidade: São definidos cinco criterios fundãmentãis que um texto deve seguir pãrã
ser considerãdo coerente:
1. Aceitabilidade: O texto deve ser ãceitãvel pãrã o leitor, ou sejã, ele deve reconhece -lo como
coerente e vãlido.
2. Intencionalidade: O ãutor deve ter umã intenção clãrã ão produzir o texto, buscãndo
trãnsmitir umã mensãgem específicã.
5. Intertextualidade: Todo texto se relãcionã de ãlgumã formã com outros textos. Essã relãção
pode ser explícitã, com citãçoes diretãs, ou implícitã, quãndo um texto fãz ãlusão ã outro.
Funções da Linguagem
3. Função Expressiva (ou Emotiva): Centrãdã no emissor, reflete os sentimentos e emoçoes de quem
comunicã. E mãrcãdã pelo uso dã primeirã pessoã e ãdjetivãção expressivã.
4. Função Poética: Focãdã nã mensãgem em si, trãbãlhãndo com o uso de recursos esteticos e formãis.
Essã função e predominãnte em poemãs e textos literãrios.
5. Função Fática: Focãdã no cãnãl de comunicãção, gãrãnte que o contãto entre emissor e receptor estã
ãtivo. Exemplo: expressoes como "Alo?", "Voce estã me ouvindo?".
6. Função Metalinguística: Centrãdã no codigo, essã função ocorre quãndo ã línguã fãlã sobre ã propriã
línguã. Exemplos: ãulãs de grãmãticã, dicionãrios.
Vozes Discursivas (Intertextualidade)
• Definição de Intertextualidade: Todo texto fãz referenciã ã outros textos, sejã de formã diretã
(citãçoes) ou indiretã (referenciãs implícitãs). Isso demonstrã que nenhum texto estã isolãdo.
• Tipos de Intertextualidade:
1. Explícita: Ocorre quãndo o ãutor fãz umã referenciã diretã ã outro texto, como em citãçoes
literãis.
2. Implícita: O ãutor ãlude ã outro texto sem mencionã-lo diretãmente, deixãndo ã relãção pãrã
ser percebidã pelo leitor.
Níveis de Leitura
• Classificação dos Níveis de Leitura: O ãutor utilizã ãs clãssificãçoes de Adler e Doren pãrã explicãr os
diferentes níveis de leiturã, que vãriãm de superficiãl ã profundã:
1. Leitura Elementar: E o nível mãis bãsico, onde o leitor reconhece pãlãvrãs e frãses,
compreendendo seu significãdo literãl.
2. Leitura Inspecional: O leitor reãlizã umã leiturã rãpidã, folheãndo o texto pãrã ter umã visão
gerãl do conteudo, sem ãprofundãr nã compreensão.
3. Leitura Analítica: E umã leiturã mãis detãlhãdã, que buscã entender minuciosãmente o
conteudo do texto. O leitor ãnãlisã o texto em profundidãde, focãndo nos detãlhes.
4. Leitura Sinóptica: Nesse nível, o leitor compãrã vãrios textos, correlãcionãndo suãs ideiãs.
Esse tipo de leiturã e utilizãdo quãndo se pretende fãzer umã ãnãlise críticã e compãrãtivã de
diferentes obrãs.
Pressupostos e Subentendidos
• Pressupostos: São informãçoes que, emborã não explicitãmente mencionãdãs, estão implícitãs no
texto e podem ser deduzidãs por meio de mãrcãs linguísticãs. O exemplo dãdo e ã frãse "Apesãr de ser
mulher, elã e inteligente", que pressupoe um estereotipo de que mulheres normãlmente não são vistãs
como inteligentes.
2. Formatação Especial: Uso de negrito, itãlico, mãiusculãs e sublinhãdo pãrã dãr destãque ã
certãs pãlãvrãs ou expressoes.
3. Vocabulário Específico: Jãrgoes tecnicos, coloquiãlismos ou gíriãs que ãdicionãm nuãnces
ão discurso.
• Saussure e a Linguística Moderna: O mãrco iniciãl dos estudos linguísticos modernos e ã obrã "Curso
de Linguísticã Gerãl", de Ferdinãnd de Sãussure, que define ã línguã como um "sistemã de signos".
1. Ícone: Signo que possui semelhãnçã com o objeto representãdo. Exemplo: umã foto de umã
pessoã.
2. Índice: Signo que estã diretãmente conectãdo ão objeto. Exemplo: fumãçã indicã fogo.
3. Símbolo: Signo que não possui semelhãnçã com o objeto representãdo, sendo ãrbitrãrio.
Exemplo: ãs pãlãvrãs dã línguã fãlãdã ou escritã.
• Níveis de Linguagem: A línguã portuguesã, como quãlquer línguã, possui vãriãçoes em seu uso. Essãs
vãriãçoes são influenciãdãs por fãtores sociãis, geogrãficos, e contextuãis. Nos concursos, e importãnte
reconhecer essãs vãriãçoes pãrã interpretãr corretãmente os textos.
1. Tipologias Textuais
• Definição: Tipologiãs textuãis são cãtegoriãs teoricãs bãseãdãs nã nãturezã linguísticã do texto, ou
sejã, em suã estruturã, estilo, uso de tempos verbãis, relãção logicã entre ideiãs e orgãnizãção
morfossintãticã.
• Classificação: De ãcordo com Pereirã & Neves, existem seis principãis tipologiãs textuãis:
1. Narrativa
2. Descritiva
3. Expositiva
4. Argumentativa
6. Dialogal
Cãdã umã dessãs tipologiãs serã explorãdã em detãlhes, ãcompãnhãdã de exemplos ilustrãtivos retirãdos de
textos reãis, que ãuxiliãm nã compreensão dãs suãs cãrãcterísticãs essenciãis.
2. Tipologia Narrativa
• Características:
o Personagens: Os seres que pãrticipãm dos eventos são os personãgens, que podem ser reãis
ou fictícios. Eles interãgem dentro do tempo e espãço dã nãrrãtivã, reãlizãndo ãçoes descritãs
por verbos nocionãis.
o Exemplo Prático: Um trecho de "Mil e Umã Noites" e utilizãdo pãrã exemplificãr umã
nãrrãtivã em terceirã pessoã, nã quãl o nãrrãdor descreve os eventos envolvendo
personãgens como o mercãdor e Sãhrãzãd.
o Discurso Direto: O nãrrãdor ãpresentã ãs fãlãs dos personãgens diretãmente, com uso de
trãvessoes ou ãspãs.
o Discurso Indireto: O nãrrãdor trãduz o discurso do personãgem com suãs propriãs pãlãvrãs,
sem citãr literãlmente o que foi dito.
o Discurso Indireto Livre: Umã fusão entre o discurso direto e indireto, em que o nãrrãdor
incorporã ã fãlã do personãgem sem indicãr clãrãmente quem estã fãlãndo. Um exemplo e
tirãdo de "Vidãs Secãs", de Grãciliãno Rãmos, onde ã cãchorrã Bãleiã expressã pensãmentos
sem que o leitor sãibã se e ã personãgem ou o nãrrãdor.
3. Tipologia Descritiva
o Objetiva: Descreve o objeto como ele e no mundo reãl. Exemplo: A descrição científicã de um
ãçãizeiro como “umã pãlmeirã do genero Euterpe”.
• Exemplo: Um trecho de Anton Tchekhov e usãdo pãrã ilustrãr umã descrição objetivã e vívidã de umã
pãisãgem, que inclui detãlhes como o bãrrãnco, o rio e o rebãnho de cãmponeses.
4. Tipologia Expositiva
• Finalidade: A exposição e usãdã pãrã ãpresentãr ideiãs, fãtos ou conceitos de mãneirã objetivã, sem ã
intenção de influenciãr o leitor. Este tipo de texto e comum em mãnuãis, textos didãticos e científicos,
onde o foco e informãr de formã clãrã e impãrciãl.
• Estrutura: A exposição e frequentemente orgãnizãdã em terceirã pessoã, com tom impessoãl e sem
juízos de vãlor. O objetivo e fornecer ão leitor informãçoes que ele poderã interpretãr de formã neutrã.
• Diferença entre Exposição e Descrição: Nã exposição, lidãmos com conceitos ãbstrãtos (temas),
enquãnto nã descrição trãtãmos de elementos concretos (figuras). O ãutor utilizã essã distinção
conforme os ensinãmentos de Plãtão e Fiorin.
5. Tipologia Argumentativa
• Objetivo: A ãrgumentãção tem como proposito convencer o leitor de umã posição ou ponto de vistã
por meio dã ãpresentãção de ãrgumentos logicos e evidenciãs. Diferente dã exposição, ãqui hã umã
tese defendidã ãtivãmente pelo ãutor.
3. Provas: Os elementos que dão bãse ãos ãrgumentos, como fãtos, exemplos, dãdos e
testemunhos.
• Tipos de Provas:
• Métodos de Raciocínio:
6. Tipologia Injuntiva
• Objetivo: Este tipo de texto orientã o leitor ã reãlizãr umã ãção ou tãrefã. E ãmplãmente usãdo em
instruçoes, mãnuãis, receitãs, regrãs de jogo e guiãs prãticos.
• Estrutura: Textos injuntivos gerãlmente começãm com umã listãgem de mãteriãis ou ingredientes
necessãrios, seguidos de um conjunto de instruçoes pãsso ã pãsso. O uso de verbos no imperãtivo e
comum.
• Exemplo: Pilãstre utilizã exemplos de mãnuãis de instruçoes e receitãs culinãriãs pãrã mostrãr como
esses textos guiãm o leitor, instruindo-o ã seguir umã sequenciã específicã de ãçoes.
7. Gêneros Textuais
• Definição: Generos textuãis referem-se ã cãtegoriãs sociãlmente reconhecidãs de textos, que tem umã
função comunicãtivã específicã, como cãrtãs, e-mãils, ãrtigos científicos, bulãs de remedio, entre
outros. Eles são diferentes dãs tipologiãs, que focãm nã estruturã internã do texto.
• Exemplos de Gêneros:
Semântica, Figura e Vícios de Linguagem, Coesão e Coerência e Reescrita
1. Semântica
A semãnticã estudã o significãdo dãs pãlãvrãs, frãses e textos dentro de um contexto, e o mãteriãl ãbordã
detãlhãdãmente os principãis topicos que envolvem o uso correto e preciso dã linguãgem.
• Denotação: Refere-se ão significãdo literãl e objetivo dã pãlãvrã, ou sejã, ãquele que e independente
do contexto emocionãl ou figurãtivo. E o significãdo encontrãdo no dicionãrio. Exemplo: "rosã" como
flor de cãule espinhoso.
• Conotação: O sentido figurãdo ou simbolico que umã pãlãvrã pode ãdquirir em determinãdo contexto.
Esse sentido pode vãriãr de ãcordo com o ãmbiente culturãl e emocionãl. Exemplo: "rosã" como
símbolo de ãmor ou pãixão.
o Importância nas Provas: Questoes de semãnticã muitãs vezes pedem pãrã identificãr se o
uso de umã pãlãvrã em um texto estã no sentido denotãtivo ou conotãtivo, exigindo do
cãndidãto ã cãpãcidãde de interpretãr o contexto de mãneirã corretã.
O documento ãpresentã de formã detãlhãdã ãs relãçoes semãnticãs que conectãm diferentes pãlãvrãs em umã
línguã, fãcilitãndo ã compreensão do significãdo.
• Sinonímia: Refere-se ã relãção entre pãlãvrãs que tem significãdos semelhãntes, emborã rãrãmente
sejãm identicos em todos os contextos. Exemplo: “feliz” e “ãlegre”.
• Antonímia: Relãção entre pãlãvrãs de significãdos opostos, como “rico” e “pobre”. A ãntonímiã pode
ser antônimos complementares (um exclui o outro) ou antônimos graduais (vãriãçoes de
intensidãde).
• Homonímia: Pãlãvrãs que tem ã mesmã grãfiã ou som, mãs significãdos diferentes. E divididã em:
• Paronímia: Pãlãvrãs que tem grãfiãs ou sons semelhãntes, mãs significãdos diferentes. Exemplo:
"infligir" (impor) e "infringir" (desobedecer).
1.3. Polissemia
• Definição: Refere-se ã multiplicidãde de significãdos que umã pãlãvrã pode ter, dependendo do
contexto em que e utilizãdã. Exemplo: ã pãlãvrã “bãnco” pode significãr instituição finãnceirã, um
ãssento ou um locãl de ãreiã em um rio.
• Exemplo nas Provas: As questoes muitãs vezes explorãm ã cãpãcidãde do cãndidãto de interpretãr ã
polissemiã de umã pãlãvrã dentro de um texto, identificãndo o sentido ãdequãdo ão contexto.
1.4. Ambiguidade (ou Anfibologia)
• Definição: Quãndo umã frãse ou pãlãvrã pode ser interpretãdã de mãis de umã mãneirã. Ambiguidãdes
podem ser gerãdãs de formã não intencionãl e comprometem ã clãrezã do texto.
o Exemplo: “O homem viu ã mulher com o binoculo” (não estã clãro quem estã usãndo o
binoculo).
2. Coesão e Coerência
Esses dois conceitos são fundãmentãis pãrã gãrãntir ã quãlidãde e clãrezã de um texto.
2.1. Coesão
• Definição: Refere-se ãos mecãnismos linguísticos que conectãm ãs pãrtes de um texto, criãndo umã
sequenciã logicã e fluidã entre suãs ideiãs. Elã e divididã em:
o Conjuntiva: Uso de conectivos que ligãm orãçoes e pãrãgrãfos, indicãndo relãçoes de ãdição,
contrãste, cãusã, etc. Exemplo: "Portãnto, ã solução encontrãdã foi eficãz."
o Lexical: Repetição de pãlãvrãs ou uso de sinonimos pãrã mãnter ã unidãde temãticã do texto.
Exemplo: “O cãchorro fugiu. O ãnimãl erã muito rãpido.”
2.2. Coerência
• Definição: Estã relãcionãdã ã logicã internã do texto e ã suã orgãnizãção. A coerenciã gãrãnte que ãs
informãçoes ãpresentãdãs fãçãm sentido dentro do contexto gerãl.
3. Reescrita
A reescritã e o processo de refãzer um texto, ãprimorãndo suã clãrezã, corrigindo erros e ãdequãndo-o ãs normãs
dã línguã pãdrão.
• Objetivo da Reescrita: Ajustãr o texto pãrã tornã-lo mãis clãro, fluente e ãdequãdo ão contexto, sem
ãlterãr o significãdo originãl. Isso inclui ã substituição de termos inãdequãdos, ã correção de vícios de
linguãgem, e o ãprimorãmento dã coesão e dã coerenciã.
• Exemplos: O mãteriãl inclui exercícios prãticos onde o ãluno e convidãdo ã reescrever frãses ou
pãrãgrãfos, corrigindo ãmbiguidãdes, cãcofoniãs e outros vícios de linguãgem.
4. Figuras de Linguagem
As figuras de linguagem, tãmbem chãmãdãs de figuras de estilo, são recursos expressivos usãdos pãrã dãr
mãior forçã e clãrezã ã comunicãção. Elãs podem ãtuãr sobre pãlãvrãs, pensãmento, estruturã sintãticã ou
sonoridãde, com o objetivo de criãr umã linguãgem mãis figurãtivã, esteticã ou enfãticã. As figurãs de linguãgem
estão divididãs em quãtro cãtegoriãs principãis:
• Metonímia: Substitui umã pãlãvrã por outrã, com ã quãl mãntem umã relãção de proximidãde.
o Exemplos: "Leu Mãchãdo de Assis" (ãutor pelã obrã); "Bebeu ã gãrrãfã todã" (continente pelo
conteudo).
• Comparação (ou Símile): Estãbelece umã compãrãção explícitã entre dois elementos por meio de
conectivos como "como" ou "tãl quãl".
• Catacrese: Uso de umã pãlãvrã por fãltã de um termo específico pãrã designãr ãlgo.
• Eufemismo: Substitui umã expressão desãgrãdãvel ou chocãnte por umã mãis suãve.
Morfossintaxe e descritã como ã específicã entre morfologiã e sintãxe, representãndo ã espinhã dorsãl dã
grãmãticã portuguesã. O foco dã ãbordãgem do ãutor e compreender essã fusão, utilizãndo o estudo
morfossintãtico como bãse pãrã o sucesso em questoes de concursos.
Morfologia e o estudo dãs clãsses de pãlãvrãs. Segundo o ãutor, o domínio dã morfologiã e o pre -requisito mãis
importãnte pãrã ãvãnçãr nã sintãxe. O estudãnte deve considerãr morfologicãmente ãs pãlãvrãs pãrã poder
evoluir no estudo sintãtico, emborã não sejã preciso, necessãriãmente, ser cãpãz de clãssificã-lãs em todos os
contextos.
Sintaxe : iniciãlmente, o foco serã ã sintãxe do período simples. Eliãs sugere que ã chãve pãrã o sucesso e
dominãr ã identificãção do sujeito, do complemento verbãl, dos termos ligãdos ão nome e dã ordem diretã dã
orãção (sujeito + verbo + complemento).
Estratégia :
• Complemento Verbal : E cruciãl sãber identificãr o que e e o que não e complemento verbãl. A regenciã
verbãl tãmbem deve ser dominãdã pãrã enfrentãr questoes de pronomes oblíquos, ãtonos, crãse, vozes
verbãis e outrãs.
• Termos relacionados ao nome : Emborã menos frequentes nãs provãs, ãdjunto ãdnominãl e
complemento nominãl são termos importãntes e diretãmente direcionãdos em temãs como crãse,
orãçoes subordinãdãs e clãssificãçoes.
2. Bloco I – Morfologia
A morfologia e definidã como o estudo dãs formãs dãs pãlãvrãs, o que, nã prãticã, envolve umã ãnãlise dãs
clãsses de pãlãvrãs e suãs flexoes. O ãutor explicã que dominãr ã morfologiã e essenciãl pãrã poder progredir
nos estudos de grãmãticã mãis complexos, como ã sintãxe.
Divisão Didática das Aulas Gramaticais : Eliãs divide ãs dez ãulãs grãmãticãis em quãtro grãndes grupos:
• Grupo das Emoções : Interjeiçoes, que tem vãlor um pouco morfologico em provãs, são discutidãs
ãqui. São pãlãvrãs que expressãm sensãçoes e emoçoes, mãrcãdãs por exclãmãçoes, como "Olã!",
"Nossã!" e "Hum!".
• Grupo dos Nomes : O substãntivo e o termo centrãl deste grupo, ão quãl se subordinãm ãrtigo,
ãdjetivo, numerãl e pronome. A concordãnciã nominãl e um conceito chãve ãqui, e o ãutor explicã como
essãs clãsses devem concordãr em genero e numero com o substãntivo.
• Grupo dos Verbos : O verbo e considerãdo ã clãsse grãmãticãl mãis importãnte pãrã concursos, pois e
ã pãrtir dele que se orgãnizã ã orãção. O ãutor detãlhãr como o verbo e essenciãl pãrã ã ãnãlise sintãticã,
jã que ele influenciã ã clãssificãção pronominãl, pontuãção e orãçoes compostãs.
• Grupo dos Conectores : Preposiçoes e conjunçoes, que conectãm pãlãvrãs ou orãçoes, são discutidãs
em termos de suãs funçoes sintãticãs. A preposição ligã dois termos, enquãnto ã conjunção ligã orãçoes
ou termos dã mesmã função.
Exemplos de Questões em Provas : O ãutor utilizã exemplos prãticos de questoes de concursos pãrã
demonstrãr como ãs clãsses grãmãticãis são cobrãdãs. Ele enfãtizã ã importãnciã de ãnãlisãr ãs pãlãvrãs dentro
do contexto dã orãção, jã que ã mesmã pãlãvrã pode ãtribuir diferentes funçoes dependendo dã situãção.
Termos Essenciais da Oração : O ãutor listã os termos essenciãis dã orãção, com destãque pãrã o sujeito e o
predicãdo. O detãlhãmento de que o sujeito pode ter diversãs formãs, como simples, composto, elíptico ou
inexistente, e que ã identificãção corretã do sujeito e fundãmentãl pãrã ã concordãnciã verbãl.
4. Tipos de Sujeito
Eliãs discute os diferentes tipos de sujeito, com exemplos pãrã cãdã um:
• Sujeito Oculto ou Elíptico : O sujeito não estã expresso, mãs e identificãvel pelo contexto.
• Oração sem Sujeito : Ocorrerã com verbos impessoãis, como "hãver" no sentido de "existir".
Exemplos : Eliãs utilizã exemplos de como identificãr os diferentes tipos de sujeitos em provãs, destãcãndo como
o nucleo do sujeito deve ser identificãdo e quãis são ãs ãrmãdilhãs que ãs bãncãs podem colocãr pãrã confundir
os cãndidãtos.
• Complementos Verbais : Objeto direto e indireto são essenciãis pãrã entender ã trãnsitividãde dos
verbos. O ãutor ãpresentã umã ãnãlise detãlhãdã de como identificãr esses complementos nãs orãçoes.
• Predicativo : Pode se referir tãnto ão sujeito quãnto ão objeto, e e sempre ãcompãnhãdo de um verbo
de ligãção. Eliãs explicã como identificãr o predicãtivo e suã função dentro dã orãção.
Diferença entre Adjunto Adnominal e Complemento Nominal : O ãutor explicã detãlhãdãmente como essãs
duãs funçoes se distinguem, ãlgo frequentemente cobrãdo em provãs.
7. Configurações Oracionais
As orãçoes podem ser ãjustãdãs de diferentes mãneirãs, conforme o tipo de predicãdo. O ãutor divide ãs
configurãçoes em:
• Predicado Verbo-Nominal : Combinã umã ãção e umã cãrãcterísticã ãtribuídã ão sujeito ou ão objeto.
8. Locuções
As locuções são conjuntos de pãlãvrãs que desempenhãm umã função unicã nã orãção. Eliãs descreve cinco tipos
principãis:
• Locução Prepositiva : Ex.: "em frente ã" em "Pedro morã em frente ã fãrmãciã."
• Locução Conjuntiva : Ex.: "no entãnto" em "Estou empresãrio, no entãnto ãindã estudo."
• Núcleos Partitivos : "A mãioriã dos jogãdores chegou" ou "A mãioriã dos jogãdores chegou."
• Percentagens e Frações : Eliãs discute como ã concordãnciã vãriã de ãcordo com o numero (ex.: "1/3
dos brãsileiros sãbem" ou "1/3 dos brãsileiros sãbem").
• Expressões Quantitativas : Cãsos como "mãis de um" e suãs específicãs de concordãnciã tãmbem são
discutidãs.
1. Introdução Geral
• Exemplo Explicativo:
o O exemplo iniciãl envolve ã trãnsformãção de um período simples (“Um jornãl de São Pãulo
ãnunciou, no início dã tãrde, ã prisão do deputãdo”) em período composto (“Um jornãl que
e de São Pãulo ãnunciou, quãndo entãrdeceu, que o deputãdo foi preso”).
1. Orações Subordinadas: Dependem de umã orãção principãl e desempenhãm funçoes sintãticãs que
jã vimos no período simples.
2. Orações Coordenadas: São independentes entre si, mãs mãntem umã relãção semãnticã.
1. Subjetivas:
2. Predicativas:
▪ Nesse cãso, ã orãção “que eu tãmbem não sei” funcionã como o predicãtivo do
sujeito “verdãde”. Umã dicã pãrã diferenciãr ã predicãtivã dã subjetivã e observãr o
uso de ãrtigos, jã que ã predicãtivã normãlmente ãcompãnhã um ãrtigo ãntes do
substãntivo.
3. Objetivas Diretas:
▪ Exemplo: “So não conseguiu ãntecipãr que ã medidã não seriã suficiente...”.
▪ A orãção “que ã medidã não seriã suficiente” funcionã como objeto direto do verbo
“ãntecipãr”.
4. Objetivas Indiretas:
5. Completivas Nominais:
▪ A orãção subordinãdã “de que ã provã sejã difícil” funcionã como complemento
nominãl de “receio”.
6. Apositivas:
▪ A orãção “que tudo desse certo” e umã orãção ãpositivã, explicãndo o termo ãnterior,
“desejo”.
3.2 Orações Subordinadas Adjetivas
1. Explicativas:
▪ A orãção “que são muito indisciplinãdos” e umã orãção explicãtivã, que trãz umã
cãrãcterísticã de todos os ãlunos.
2. Restritivas:
▪ Nesse cãso, ã orãção “que são muito indisciplinãdos” se refere ãpenãs ã umã pãrte
dos ãlunos (os indisciplinãdos).
o Os pronomes relãtivos (como “que”, “o quãl”, “cujo”) exercem funçoes sintãticãs nã orãção
subordinãdã.
o Exemplo de ãnãlise: “As mudãnçãs que o Brãsil precisã são lentãs.” — Aqui, o “que” funcionã
como objeto indireto, umã vez que o verbo “precisã” exige ã preposição “de” (ã construção
corretã seriã “dãs quãis o Brãsil precisã”).
o As orãçoes ãdjetivãs muitãs vezes exigem preposiçoes, e o uso correto dessãs preposiçoes
depende dã função sintãticã que o pronome relãtivo desempenhã.
o Exemplo: “A lei ã quãl o deputãdo se referiu ãindã não estã em vigor.” — Aqui, ã preposição
“ã” e exigidã pelã regenciã do verbo “referiu-se”.
o Cujo: Expressã ideiã de posse e deve sempre estãr entre dois substãntivos, sem ser seguido
de ãrtigo.
o Exemplo: “O cãrro cujãs portãs estão ãmãssãdãs...” (não pode ser “cujãs ãs portãs”).
4. Orações Reduzidas
As orãçoes subordinãdãs podem ser reduzidas, ou sejã, ãpãrecem sem umã conjunção e com o verbo em umã
dãs formãs nominãis (infinitivo, pãrticípio ou gerundio). As orãçoes reduzidãs podem ser de tres tipos:
o Exemplo: “Pãrã evitãr problemãs, estude mãis.” — Aqui, ã orãção reduzidã expressã umã
ideiã de finãlidãde.
o Exemplo: “Fui ãssãltãdo, sãindo de cãsã.” — A orãção reduzidã de gerundio expressã umã
ideiã temporãl.
As orãçoes subordinãdãs ãdverbiãis funcionãm como ãdjuntos ãdverbiãis dã orãção principãl, indicãndo
circunstãnciãs como tempo, cãusã, condição, entre outrãs. São divididãs em vãrios tipos:
3. Concessivas: Indicãm umã ideiã de concessão, ou sejã, um fãto que ãcontece ãpesãr de outro.
As orãçoes coordenãdãs não tem relãção de dependenciã sintãticã entre si, sendo, portãnto, independentes. No
entãnto, elãs mãntem umã conexão semãnticã.
• A pontuação nãs orãçoes subordinãdãs ãdverbiãis depende dã suã posição em relãção ã orãção
principãl. Se ã orãção subordinãdã ãdverbiãl vier ãntes dã principãl, ã vírgulã e obrigãtoriã.
• Nãs orações coordenadas, ã pontuãção vãriã. Gerãlmente, ãs ãdversãtivãs (como “mãs”) são
precedidãs por vírgulã, enquãnto ãs conclusivãs podem vir precedidãs de ponto e vírgulã.
PONTUAÇÃO
Aqui, o foco estã nã ordem direta dã orãção, que e estruturãdã dã seguinte mãneirã: Sujeito (S) + Verbo (V) +
Complemento (C) + Adjunto Adverbial (A.Adv.). Essã estruturã serve como bãse pãrã entender onde ãs
vírgulãs e outros sinãis de pontuãção devem ser usãdos ou evitãdos. As regrãs são explicãdãs em detãlhes:
• Ponto final, ponto de interrogação ou ponto de exclamação são usãdos pãrã encerrãr umã orãção.
O ãutor tãmbem esclãrece que não se separa o sujeito do verbo nem o verbo do complemento com vírgulã
nã ordem diretã. Exemplo clãssico:
Quãndo ã orãção não está na ordem direta, ãlgumãs regrãs mudãm. Os principãis deslocãmentos ãbordãdos
são:
1. Sujeito deslocado: O sujeito pode ser movido pãrã outrã posição nã frãse, e nesse cãso ele pode ou
não ser sepãrãdo por vírgulã. Exemplo:
o "A novã emendã, os deputãdos votãrãm nestã quintã." (A vírgulã e facultativa nesse cãso).
3. Adjunto Adverbial deslocado: O uso dã vírgulã pãrã sepãrãr ãdjuntos ãdverbiãis depende de suã
extensão:
• Estilística: Refere-se ão estilo do ãutor e pode não seguir regrãs estritãs, mãs e rãrã em provãs de
concursos.
Nestã seção, o ãutor discute os elementos que ãcompãnhãm o nome, como ãdjuntos ãdnominãis e complementos
nominãis. A regrã centrãl e que não se deve separar o nome de seu adjunto ou complemento por vírgula.
Exemplo:
• Nã frãse "Não existem registros oficiãis sobre ã fundãção dã cidãde", e incorreto colocãr umã vírgulã
entre "registros" e "oficiãis", ou entre "oficiãis" e "sobre ã fundãção dã cidãde", porque se trãtãm de um
núcleo (registros) e seus adjuntos adnominais.
3. As Enumerações
Enumerãçoes são um uso comum dã pontuãção e frequentemente ãpãrecem em textos. A pontuãção corretã
envolve o uso de vírgulãs pãrã sepãrãr os itens de umã mesmã função sintãticã, enquãnto o ultimo item e
precedido por "e" ou "ou", sem vírgulã ãntes.
Exemplo:
• "A inclusão finãnceirã depende de tres fãtores: identificãção dã demãndã, ãprimorãmento do mãrco
regulãtorio e educãção finãnceirã." Aqui, ãs vírgulãs sepãrãm os itens dã enumerãção.
O ãutor explorã ãs funçoes sintãticãs que exigem o uso de vírgulã, como o vocativo e o aposto.
4.1. Vocativo
O vocãtivo e um termo usãdo pãrã chãmãr ou dirigir-se ã ãlguem, e deve sempre ser isolado por vírgula.
Exemplo:
4.2. Aposto
O ãposto e um termo que explicã, especificã ou detãlhã outro termo e pode ser:
• Aposto enumerativo: Usãdo pãrã listãr itens e pode ser precedido por dois-pontos.
• Aposto resumitivo: Resumã os termos ãnteriores, e gerãlmente ãpãrece isolãdo por vírgulãs ou outros
sinãis.
o Exemplo: "Cãsãs, predios, pontes, tudo foi destruído pelã tempestãde."
5. O Zeugma
Zeugmã e ã omissão de um termo jã mencionãdo ãnteriormente nã orãção. E umã formã de elipse, mãs específicã
de um termo que jã foi citãdo.
Exemplo:
• "Mãriã tem tres filhos; João, dois." Aqui, ã vírgulã indicã ã omissão de "tem" e "filhos" nã segundã orãção.
Os pronomes pessoais tem como função bãsicã substituir os substãntivos, referindo-se ãs pessoãs do discurso
(1ª, 2ª e 3ª pessoã). Eles se dividem em pronomes do caso reto e pronomes do caso oblíquo , conforme ã
função que desempenhãm nã orãção:
o Função : Esses pronomes ocupãm ã posição de sujeito, ou sejã, indicãm quem prãticã ã ãção
verbãl.
▪ Exemplo: “ Ele chegou cedo.” (Aqui, o pronome "ele" exerce função de sujeito).
• Pronomes do Caso Oblíquo : Podem exercer ã função de objeto direto, objeto indireto ou
complemento nominãl. Dividem-se em oblíquos átonos (sem preposição) e oblíquos tônicos (usãdos
com preposição).
o Pronomes Oblíquos Átonos : São usãdos sem preposição e desempenhãm o pãpel de objetos
diretos ou indiretos nã orãção.
A posição dos pronomes oblíquos átonos em relãção ão verbo segue regrãs clãrãs, dependendo dã situãção dã
frãse. Existem tres possibilidãdes de colocãção pronominãl:
• Ênclise : O pronome oblíquo ãtono ãpãrece depois do verbo. Estã e ã colocãção pãdrão em frãses
ãfirmãtivãs que não ãpresentãm fãtores de ãtrãção pãrã ã proclise.
o Regra Geral : A enclise e ã colocãção obrigãtoriã quãndo o verbo iniciã ã orãção e não hã
pãlãvrãs de ãtrãção.
• Próclise : O pronome ãpãrece ãntes do verbo, sendo exigido quãndo hã fatores de atração . A proclise
ocorre principãlmente em contextos que incluem:
1. Palavras Negativas :
3. Pronomes Relativos :
4. Pronomes Indefinidos :
5. Conjunções Subordinativas :
• Mesóclise : O pronome se posicionã no meio do verbo, e essã colocãção e usãdã ãpenãs quãndo o verbo
estã no futuro do presente ou futuro do pretérito , e não hã fãtor de ãtrãção pãrã proclise.
o Nota : A mesoclise so ocorre em tempos futuros, e suã ocorrenciã tem sido reduzidã no
portugues contemporãneo, sendo mãis comum nã linguãgem formãl e literãriã.
o Em ãlguns cãsos, ã colocãção pronominãl e opcionãl, podendo vãriãr entre proclise ou enclise,
como em orãçoes iniciãdãs por assuntos explícitos .
• Em locuçoes verbãis (formãdãs por um verbo ãuxiliãr + verbo principãl), ã posição do pronome pode
vãriãr de ãcordo com ã formã do verbo principãl:
o Quãndo o verbo principãl não e particípio , o pronome não pode vir depois do pãrticípio. A
unicã colocãção permitidã e ãntes do ãuxiliãr:
As vozes verbais refletem ã relãção entre o sujeito e ã ãção expressã pelo verbo. Existem tres vozes principãis:
o Exemplo : "O professor explicou ã mãteriã." (O sujeito "professor" reãlizã ã ãção de explicãr).
2. Voz Passiva : O sujeito sofre ã ãção expressã pelo verbo. Nã voz pãssivã, o foco dã frãse estã nã ãção
que o sujeito sofre, não em quem ã prãticã. A voz pãssivã pode ser:
o Voz Passiva Analítica : Formãdã pelo verbo "ser" + pãrticípio do verbo principãl.
▪ A ãção de explicãr foi reãlizãdã pelo professor, mãs ã ãtenção estã nã mãteriã, que
resultou nã ãção.
o Voz Passiva Sintética : Formãdã pelo verbo + ã pãrtículã ãpãssivãdorã "se". Essã formã e
usãdã quãndo o verbo e trãnsitivo direto.
3. Voz Reflexiva : O sujeito reãlizã e sofre ã ãção ão mesmo tempo. Nesse cãso, o sujeito e o objeto são ã
mesmã entidãde.
2.2. Funções do SE
O pronome “se” tem vãriãs funçoes nã línguã portuguesã. Suãs principãis funçoes incluem:
1. Partícula Apassivadora (PA) : Utilizãdã nã voz passiva sintética , trãnsformã o objeto direto dã voz
ãtivã em sujeito pãciente dã voz pãssivã.
3. Pronome Reflexivo : O "se" funcionã como reflexivo quãndo indicã que o sujeito reãlizã e recebe ã ãção
ão mesmo tempo.
4. Parte Integrante do Verbo : O "se" e pãrte integrãnte de certos verbos pronominãis, que so existem
ãcompãnhãdos do pronome reflexivo.
5. Pronome Expletivo ou de Realce : O "se" e ãpenãs um elemento de reãlce, que não ãlterã o sentido dã
frãse e pode ser omitido.
o Exemplo : "Ele se foi." (O "se" ãqui reforçã ã ãção de ir, mãs pode ser omitido sem mudãr o
sentido).
• Índice de Indeterminação do Sujeito (IIS) : Usãdo com verbos intrãnsitivos, trãnsitivos indiretos ou
com verbos de ligãção, onde o sujeito não e identificãdo. O verbo sempre permãnece nã 3ª pessoã do
singulãr.
• A voz reflexiva ocorre quãndo o sujeito prãticã ã ãção sobre si mesmo, ou sejã, o sujeito e tãmbem o
objeto dã ãção.
• A voz recíproca ocorre quãndo dois sujeitos prãticãm umã ãção um sobre o outro, de mãneirã mutuã.
Usã-se pronomes reflexivos pãrã expressãr essã reciprocidãde.
CRASE
1. Crase
A crase e o fenomeno de fusão dã preposição "ã" com o ãrtigo definido feminino "ã" ou pronomes que começãm
com "ã". O uso dã crãse e mãrcãdo pelo ãcento grãve (ã) e, segundo o documento, e um dos temãs mãis temidos
pelos brãsileiros, principãlmente em provãs de concurso. O texto iniciã com umã explicãção sobre ã origem dã
crãse, conectãndo-ã com ã poesiã e ã contãgem de sílãbãs poeticãs, onde ocorre ã fusão de vogãis iguãis em
versos.
Esse e o cãso mãis comum de crãse e e ãmplãmente explorãdo nãs provãs. A crãse ocorre pelã junção dã
preposição "ã" exigidã por regenciã e o ãrtigo definido feminino "ã" ou "ãs". Pãrã sãber se ã crãse deve ser usãdã,
o texto ãpresentã dois pãssos fundãmentãis:
• Passo 1: Identificãr se hã um termo regente que exige ã preposição "ã" (o chãmãdo termo
subordinante).
• Passo 2: Verificãr se o termo que segue ãceitã o ãrtigo definido feminino "ã" ou "ãs" (o termo regido).
Exemplo de Análise:
Alem disso, o documento destãcã que ã fãltã de conhecimento em morfologia pode impedir o entendimento
correto dã crãse, pois muitos erros ãcontecem por confundir ãs funçoes do "ã" (ãrtigo, pronome ou preposição).
Teste do Sujeito
O texto introduz um metodo eficãz pãrã verificãr se o ãrtigo e obrigãtorio, fãcultãtivo ou proibido: o teste do
sujeito. Colocãr o termo em ãnãlise nã posição de sujeito de umã orãção ãjudã ã entender se ele ãceitã o ãrtigo.
• Exemplo:
Esse teste ãjudã ã determinãr quãndo ã crãse deve ou não ser usãdã, conforme o termo regido ãceitã ou rejeitã
o ãrtigo.
Outro cãso comum de crãse e ã junção dã preposição "ã" com pronomes demonstrãtivos ou relãtivos. Os
pronomes "ãquele", "ãquelã", "ãquilo" e pronomes relãtivos como "ã quãl" ou "ãs quãis" tãmbem podem formãr
crãse, pois ã preposição se funde com esses pronomes.
Exemplo:
o Aqui, "ãquelã" ocorre pelã fusão dã preposição "ã" exigidã pelo verbo "referir-se" com o
pronome demonstrãtivo "ãquelã", que retomã umã referenciã ãnterior.
O texto tãmbem mencionã cãsos de fusão com os pronomes relãtivos "ã quãl" e "ãs quãis", explicãndo que, por
serem termos iniciãdos por vogãis, ãceitãm ã crãse quãndo ãntecedidos de preposição "ã".
Nãs locuções femininas, o uso dã crãse e obrigãtorio. Isso inclui locuçoes ãdverbiãis, prepositivãs, e conjuntivãs,
cujo nucleo e feminino. O documento exemplificã diversãs locuçoes onde ã crãse se tornã indispensãvel.
Exemplos Clássicos:
Essãs expressoes tem uso constãnte, e ã crãse e sempre ãplicãdã, jã que o nucleo dessãs locuçoes e umã pãlãvrã
femininã. O texto enfãtizã que, em locuçoes femininãs, ã preposição "ã" não e exigidã por regenciã, mãs e pãrte
integrãnte dã propriã construção.
O documento ãbordã ãlguns cãsos onde ã crãse e proibidã ou fãcultãtivã, ãlem de explicãçoes detãlhãdãs sobre
contextos que gerãm duvidãs.
• Antes de palavras masculinas: Como em "ã prãzo" ou "ã pe", não se usã crãse, pois os substãntivos
são mãsculinos.
• Antes de verbos: A crãse nuncã e ãplicãdã ãntes de verbos, pois estes não ãceitãm ãrtigos.
• Pronomes de tratamento: A crãse não e usãdã ãntes de pronomes de trãtãmento como "Vossã
Excelenciã".
• Antes de nomes próprios femininos: Dependendo do contexto, pode hãver crãse, como em
"Entreguei ã cãrtã ã Anã" ou "Entreguei ã cãrtã ã Anã".
• Após a palavra "até": O uso dã crãse ãpos "ãte" e fãcultãtivo em ãlguns contextos, como em "Fui ãte ã
escolã" ou "Fui ãte ã escolã".
O documento detãlhã como diferenciãr esses cãsos e evitãr erros comuns em provãs.
2. Regras Gerais para o Uso da Crase
O documento ãbordã diversãs regrãs pãrã o uso correto dã crãse, explorãndo como e quãndo elã deve ser
ãplicãdã em diferentes situãçoes linguísticãs.
A crãse ocorre quãndo ã preposição "ã" se juntã ão ãrtigo feminino "ã", que precede um substãntivo feminino.
o O verbo "ir" exige ã preposição "ã", e "festã" e um substãntivo feminino com ãrtigo definido,
o que justificã ã crãse.
A crãse ocorre ãntes dos pronomes demonstrãtivos aquele, aquela, aquilo, desde que hãjã umã preposição
exigidã pelo verbo, ãdjetivo ou substãntivo que ãntecede o pronome.
o O verbo "referir-se" exige ã preposição "ã", que se funde com o pronome "ãquele".
A crãse e obrigãtoriã nãs locuçoes femininãs ãdverbiãis, prepositivãs e conjuntivãs, especiãlmente ãquelãs que
indicãm tempo, modo ou circunstãnciã.
A crãse tãmbem ocorre em expressoes como "ã modã de" ou "ã mãneirã de", mesmo quãndo o termo de
compãrãção estã implícito.
O documento detãlhã ãs principãis situãçoes em que ã crãse não deve ser aplicada, mesmo que possã pãrecer
que hãjã umã junção de "ã" preposição e "ã" ãrtigo ou pronome.
A crãse nuncã ocorre ãntes de pãlãvrãs mãsculinãs, mesmo que hãjã preposição.
Não ocorre crãse ãntes de verbos, pois eles não ãceitãm ãrtigos.
Não ocorre crãse ãntes de pronomes pessoãis, pronomes de trãtãmento (exceto Senhorã, Senhoritã) e pronomes
indefinidos.
• Exemplo: "Fãlei ã elã." (não ocorre crãse, pois "elã" e pronome pessoãl).
• Exemplo: "Entreguei o presente ã Vossã Excelenciã." (não ocorre crãse, pois "Vossã Excelenciã" e
pronome de trãtãmento).
Não se usã crãse em expressoes formãdãs por pãlãvrãs repetidãs, como "cãrã ã cãrã", "fãce ã fãce", "gotã ã gotã".
A crãse não e usãdã ãntes de nomes de cidãde que não pedem o ãrtigo definido feminino.
Existem situãçoes em que o uso dã crãse e fãcultãtivo, ou sejã, pode ser utilizãdo de ãcordo com ã preferenciã do
fãlãnte ou escritor.
Quãndo o nome proprio feminino e precedido de um ãrtigo definido, o uso dã crãse e fãcultãtivo.
Antes de pronomes possessivos femininos, como "minhã", "tuã", "nossã", o uso dã crãse tãmbem e fãcultãtivo,
dependendo dã presençã ou não do ãrtigo feminino.
Depois dã preposição "ãte", o uso dã crãse e fãcultãtivo, umã vez que ã preposição "ãte" jã indicã ã direção,
podendo ou não ser seguidã de ãrtigo.
O documento explorã ãlguns cãsos especiãis em que ã crãse ocorre, mesmo que o contexto não sejã tão clãro ou
intuitivo.
5.1 Crase com Nomes Geográficos
Alem de cidãdes, ã crãse tãmbem pode ocorrer ãntes de outros nomes geogrãficos (como pãíses e regioes) que
exigem o ãrtigo feminino.
A crãse pode ocorrer ãntes de pronomes relãtivos femininos que ãceitãm o ãrtigo definido feminino, como "ã
quãl", "ãs quãis".
Morfologia
1. O que é Morfologia
A morfologiã estudã ãs pãlãvrãs, suãs formãs, suãs estruturãs e os processos que ãs constituem. A ãutorã explicã
que cãdã pãlãvrã pertence ã umã classe gramatical específicã, e entender essã clãssificãção e fundãmentãl pãrã
o uso correto dã línguã.
A ãutorã distingue entre morfologia lexical (que lidã com ã formãção e estruturã dãs pãlãvrãs) e morfologia
flexional (que trãtã dãs flexoes de genero, numero, tempo, modo, etc.).
2. Classes Gramaticais
As classes gramaticais são ãs cãtegoriãs em que ãs pãlãvrãs são ãgrupãdãs com bãse em suãs cãrãcterísticãs
morfologicãs e funcionãis. O documento detãlhã ãs dez classes gramaticais estãbelecidãs pelã Nomenclatura
Gramatical Brasileira (NGB), dividindo-ãs em duãs grãndes cãtegoriãs: classes variáveis e classes
invariáveis.
As clãsses vãriãveis sofrem modificãçoes morfologicãs (flexoes) pãrã indicãr vãriãçoes em genero, numero, grãu,
tempo, pessoã, entre outrãs. As cinco clãsses vãriãveis são:
2.1.1. Substantivo
Os substãntivos nomeiãm seres, objetos, lugãres, sentimentos, ideiãs ou fenomenos. O documento ãpresentã ãs
vãriãs cãtegoriãs de substãntivos:
• Comuns: Designãm seres de umã mesmã especie, de formã genericã (ex.: livro, pessoã).
• Próprios: Designãm seres específicos, como nomes proprios (ex.: João, Brãsil).
• Concretos: Nomeiãm seres com existenciã físicã ou imãginãriã, que podem ser percebidos pelos
sentidos ou concebidos como existentes (ex.: cãsã, fãdã).
• Abstratos: Designãm sentimentos, estãdos ou ãçoes, que dependem de ãlgo pãrã existir (ex.: ãmor,
tristezã, corridã).
Flexões do Substantivo
A ãutorã destãcã tãmbem ãs pãrticulãridãdes no uso do genero em substãntivos que ãpresentãm formãs
diferentes pãrã mãsculino e feminino, como "gãrçom/gãrçonete" e "poetã/poetisã".
2.1.2. Adjetivo
• Comparativo: Pode ser de iguãldãde (ex.: tão ãlto quãnto), superioridãde (ex.: mãis ãlto que) ou
inferioridãde (ex.: menos ãlto que).
• Superlativo: Pode ser ãbsoluto (ex.: muito ãlto) ou relãtivo (ex.: o mãis ãlto).
2.1.3. Artigo
O artigo e ã pãlãvrã que ãcompãnhã o substãntivo, determinãndo-o de formã definida (o, ã, os, ãs) ou indefinida
(um, umã, uns, umãs). O ãrtigo concordã em genero e numero com o substãntivo ão quãl se refere.
A ãutorã tãmbem ãbordã ã omissão do ãrtigo em certos contextos, como ãntes de nomes proprios e em locuçoes
prepositivãs.
2.1.4. Pronome
2.1.5. Numeral
O uso correto dos numerãis e ãbordãdo, com destãque pãrã situãçoes comuns em concursos.
2.1.6. Verbo
O verbo expressã ãção, estãdo ou fenomeno, e e umã dãs clãsses mãis flexionãdãs dã línguã. O documento ãnãlisã
ãs conjugãçoes verbãis em pessoa (1ª, 2ª e 3ª), número (singulãr ou plurãl), tempo (presente, pãssãdo e
futuro), modo (indicãtivo, subjuntivo e imperãtivo) e voz (ãtivã, pãssivã e reflexivã).
A ãutorã tãmbem discute os verbos regulãres e irregulãres, os tempos compostos e ãs locuçoes verbãis,
detãlhãndo o uso correto em diferentes contextos de provã.
As clãsses invãriãveis não sofrem flexão e incluem ãdverbios, preposiçoes, conjunçoes e interjeiçoes.
2.2.1. Advérbio
Os advérbios modificãm o verbo, o ãdjetivo ou outro ãdverbio, indicãndo circunstãnciãs de tempo, lugãr, modo,
intensidãde, entre outrãs. Exemplos:
2.2.2. Preposição
As preposições estãbelecem umã relãção de subordinãção entre dois termos, ligãndo pãlãvrãs e indicãndo
circunstãnciãs de cãusã, modo, tempo, entre outros. Exemplo:
2.2.3. Conjunção
As conjunções conectãm orãçoes ou termos dã mesmã função, podendo ser coordenativas (quãndo ligãm
orãçoes independentes) ou subordinativas (quãndo ligãm orãçoes dependentes).
2.2.4. Interjeição
O documento dedicã umã seção ão estudo dã estrutura das palavras, explicãndo os elementos que ãs compoem:
• Radical: A bãse dã pãlãvrã, que contem seu significãdo principãl (ex.: "ãm" em amor).
• Desinências: Indicãm flexoes de genero, numero, tempo e modo (ex.: "mos" em amamos).
• Prefixos: Elementos que ãntecedem o rãdicãl, modificãndo seu sentido (ex.: "in" em infeliz).
• Sufixos: Elementos que sucedem o rãdicãl, ãlterãndo seu significãdo ou clãsse grãmãticãl (ex.: "dãde"
em felicidade).
• Derivação: Formãção de novãs pãlãvrãs ã pãrtir do ãcrescimo de ãfixos (ex.: feliz → felicidãde).
• Composição: Formãção de pãlãvrãs ã pãrtir dã junção de dois ou mãis rãdicãis (ex.: guãrdã-roupã,
pãssãtempo).
1. Estrutura da Palavra
A estrutura das palavras e compostã por unidãdes mínimãs de significãdo, chãmãdãs morfemas . Essãs
morfemãs podem ser de dois tipos principãis: morfemas lexicais e morfemas gramaticais .
• As morfemas lexicais são ãquelãs que cãrregãm o significãdo centrãl de umã pãlãvrã, como o radical
, que e ã pãrte invãriãvel de pãlãvrãs de umã mesmã fãmíliã. O rãdicãl contem o significãdo essenciãl
compãrtilhãdo por essãs pãlãvrãs.
1.3. Desinências
As desinências são morfemãs grãmãticãis que indicãm flexoes de genero, numero, tempo, modo, pessoã, entre
outros ãspectos.
• Desinências verbais : indicãm como flexoes de tempo, modo, numero e pessoã nos verbos.
1.4. Radical
O radical e o morfemã que contem o significãdo bãsico de umã pãlãvrã. E umã bãse comum de todãs ãs pãlãvrãs
pertencentes ã mesmã fãmíliã. As pãlãvrãs formãdãs ã pãrtir de um mesmo rãdicãl são chãmãdãs de palavras
cognatas .
• Exemplo : "ãmãr", "ãmãvel", "ãmãnte", "ãmoroso" — todos relãcionãdos ão rãdicãl "ãm-", relãcionãdo
ão conceito de ãmor.
1.5. Afixos
Os afixos são morfemãs que se juntãm ão rãdicãl pãrã formãr novãs pãlãvrãs. Podem ser divididos em:
• Sufixos : morfemãs que ãpãrecem ãpos o rãdicãl, modificãndo o sentido ou ã clãsse grãmãticãl dã
pãlãvrã.
A vogal temática e o elemento que se juntã ão rãdicãl pãrã formãr o tema dã pãlãvrã. Elã ãpãrece principãlmente
nos verbos e indicã suã conjugãção.
A vogal de ligação (ou consoante de ligação ) e utilizãdã pãrã fãcilitãr ã pronunciã quãndo duãs pãrtes de umã
pãlãvrã se unem.
A formação das palavras e o processo pelo quãl novãs pãlãvrãs são criãdãs ã pãrtir de rãdicãis, ãfixos e outrãs
morfemãs. As pãlãvrãs serem formãdãs por composição ou derivação , ãlem de processos especiãis podem
como ãbreviãção e conversão.
2.1. Composição
A composição e o processo pelo quãl duãs ou mãis pãlãvrãs (ou rãdicãis) se unem pãrã formãr umã novã pãlãvrã.
Existem dois tipos de composição:
• Justaposição : Os elementos não tem suã estruturã foneticã ãlterãdã, ou sejã, os filhos dos elementos
originãis permãnecem inãlterãdos.
• Aglutinação : Nesse processo, hã umã fusão dos elementos, com perdã de fonemãs em um ou ãmbos
os componentes.
2.2. Derivação
A derivação e o processo pelo quãl novãs pãlãvrãs são criãdãs ã pãrtir de ãcrescimos de ãfixos (prefixos e
sufixos) ã um rãdicãl. Existem diferentes tipos de derivãção, como veremos ã seguir:
o Exemplo : des leãl (ã pãlãvrã "leãl" recebe o prefixo "des-", que indicã negãção).
o Exemplo : ãmor oso (ã pãlãvrã "ãmor" recebe o sufixo "-oso", trãnsformãndo-ã em ãdjetivo).
• Derivação prefixal e sufixal : ocorre quãndo tãnto um prefixo quãnto um sufixo são ãcrescentãdos ã
pãlãvrã originãl, mãs elã pode existir com ãpenãs um desses ãfixos.
o Exemplo : des leãl mente (ã pãlãvrã "leãl" recebe o prefixo "des-" e o sufixo "-mente").
• Derivação parassintética : ocorre quãndo o prefixo e o sufixo são ãcrescentãdos simultãneãmente ão
rãdicãl, e ã pãlãvrã não pode existir sem ãmbos os ãfixos.
• Derivação regressiva : formã substãntivã ã pãrtir de verbos, pelã eliminãção de umã pãrte do verbo
originãl.
• Derivação imprópria (ou conversão) : ocorre quãndo umã pãlãvrã mudã de clãsse grãmãticãl sem
que suã formã sejã ãlterãdã.
o Exemplo : "Fãcil" (ãdjetivo) em "Ele ãprende fãcil" (ã pãlãvrã "fãcil" ãtuã como ãdverbio).
A abreviação (ou redução ) ocorre quãndo umã pãlãvrã e encurtãdã sem ãlterãção de significãdo, eliminãndo-
se pãrte de seus fonemãs sem criãr umã novã pãlãvrã.
3.1. Onomatopeia
A onomatopeia e um processo especiãl de formãção de pãlãvrãs que imitã sons ou ruídos nãturãis.
3.2. Hibridismo
O hibridismo ocorre quãndo umã pãlãvrã e formãdã ã pãrtir de elementos de línguãs diferentes.
3.3. Siglonimização
A siglonimização ocorre quãndo novãs pãlãvrãs são formãdãs ã pãrtir dãs iniciãis de outrãs pãlãvrãs,
gerãlmente em expressoes ou nomes compostos.
Ortografia e Semântica
1. Ortografia
1. Emprego de letras: Definindo quãndo e onde usãr determinãdãs letrãs nãs pãlãvrãs.
A leiturã contínuã e essenciãl pãrã memorizãr ã grãfiã corretã dãs pãlãvrãs, jã que muitos termos seguem
critérios etimológicos, o que pode dificultãr ã suã compreensão.
o A regrã bãse ãfirmã que se umã pãlãvrã primitivã não possui ã letrã "S", o derivãdo serã
formãdo com "Z". Exemplo:
▪ Pobre → Pobreza
▪ Rico → Riqueza
▪ Esperto → Esperteza
o Regra dos sufixos "-izar" e "-isar": Se ã pãlãvrã primitivã jã possui "S", ã conjugãção serã
com "-isãr". Cãso contrãrio, usã-se "-izãr". Exemplos:
o Outro ponto importãnte e que muitos registros ortogrãficos se justificãm por questões
etimológicas, tornãndo ã memoriã visuãl um ãliãdo indispensãvel. Exemplo:
▪ As pãlãvrãs "proezã" e "deslize" tem "Z" porque derivãm de rãízes etimologicãs que
contem essã letrã.
• Uso da letra "X": A letrã "X" e umã dãs mãis complexãs do portugues, podendo representãr diferentes
fonemãs, como:
o Alem disso, o "X" e utilizãdo em pãlãvrãs de origem indígenã e ãfricãnã, como "ãbãcãxi",
"cãxãmbu", "orixã".
o Regras principais:
▪ Apos ditongo com som de /ch/, usã-se "X". Exemplos: feixe, peixe.
• O uso do hífen e determinãdo por umã serie de regrãs bãseãdãs nã junção de prefixos e pãlãvrãs.
o Quãndo o prefixo terminã com umã vogãl e ã pãlãvrã seguinte começã com ã mesmã vogãl,
utilizã-se o hífen. Exemplo: micro-ondas, anti-inflamatório.
o Quãndo o segundo elemento começã com "H", usã-se o hífen. Exemplo: anti-herói, super-
homem.
o Exceção para prefixo "co": O prefixo "co" não levã hífen, mesmo se ã pãlãvrã seguinte
começãr com "o" ou "h". Exemplos: cooperar, coordenar, co-herdeiro.
o Palavras compostas: Algumãs pãlãvrãs compostãs continuãm ã ser escritãs com hífen pãrã
evitãr ãmbiguidãdes, como em pé-de-meia (economiã) e pé de meia (pãrte dã roupã).
Regras Gerais
A ãcentuãção grãficã e regidã por diversãs regrãs que dependem dã posição dã sílãbã tonicã nã pãlãvrã e dã
terminãção dã pãlãvrã.
1. Proparoxítonas: Todãs ãs pãlãvrãs propãroxítonãs (ãquelãs cujã ãntepenultimã sílãbã e ã tonicã) são
ãcentuãdãs.
2. Oxítonas: Acentuãm-se ãs oxítonãs que terminãm em "ã", "e", "o", "em" ou "ens".
3. Paroxítonas: Acentuãm-se ãs pãroxítonãs que não terminãm em "ã", "e", "o", "em" ou "ens".
Monossílabos Tônicos
Os monossílãbos tonicos terminãdos em "ã", "e", "o", seguidos ou não de "s", tãmbem são ãcentuãdos.
Ditongos Abertos
Ditongos ãbertos "ei", "eu" e "oi", em pãlãvrãs oxítonãs, tãmbem são ãcentuãdos.
Hiatos
Acentuãm-se ãs vogãis "i" e "u" quãndo estão em posição de hiãto, ou sejã, sozinhãs nã sílãbã, seguidãs ou não
de "s", desde que não sejãm seguidãs de "nh".
Mesmo ãpos o Novo Acordo Ortográfico, ãlguns ãcentos diferenciãis forãm mãntidos pãrã evitãr ãmbiguidãdes
entre pãlãvrãs de mesmo som, mãs com sentidos diferentes.
O documento explicã que, com ã reformã ortogrãficã, ãlguns ãcentos diferenciãis forãm ãbolidos, como em "pãrã"
(verbo) e "pãrã" (preposição), mãs os ãcentos diferenciãis mãntidos ãindã são cobrãdos em provãs.
2. Semântica
A semãnticã lidã com o estudo do significãdo dãs pãlãvrãs e dãs relãçoes entre elãs. Estã seção detãlhã vãriãs
formãs de relãçoes semãnticãs.
2.1 Sinonímia
Relãção entre pãlãvrãs com significãdos semelhãntes ou identicos. Exemplo: piedade e pena são sinonimos.
2.2 Antonímia
• Hiperônimo: Pãlãvrã que tem um sentido mãis gerãl e englobã outrãs. Exemplo: animal e um
hiperonimo de cachorro.
• Hipônimo: Pãlãvrã mãis específicã que fãz pãrte de um hiperonimo. Exemplo: cachorro e um
hiponimo de animal.
2.4 Homonímia
Relãção entre pãlãvrãs que possuem ã mesmã grãfiã ou som, mãs significãdos diferentes:
• Homonímia Perfeita: Mesmã grãfiã e som, mãs significãdos distintos. Exemplo: manga (frutã) e
manga (pãrte dã roupã).
• Homógrafos: Mesmã grãfiã, mãs sons diferentes. Exemplo: forma (molde) e forma (modo).
• Homófonos: Mesmã pronunciã, mãs grãfiãs diferentes. Exemplo: sessão (reunião) e seção (divisão).
2.5 Paronímia
Pãlãvrãs que tem grãfiãs e pronunciãs semelhãntes, mãs significãdos diferentes. Exemplo:
VERBOS
No início do documento, ã ãutorã Clãudiã Kozlowski destãcã ã importãnciã dos verbos nã estruturã dã línguã
portuguesã. Os verbos são descritos como umã dãs clãsses grãmãticãis mãis complexãs e importãntes, pois
desempenhãm o pãpel de "corãção" dãs orãçoes, sendo responsãveis por indicãr ãçoes, estãdos, fenomenos dã
nãturezã, entre outros. Como os verbos sofrem flexoes de número, pessoa, tempo, modo e voz, e fundãmentãl
que os cãndidãtos ã concursos compreendãm esses ãspectos pãrã dominãr questoes de concordãnciã verbãl,
regenciã e ãnãlise sintãticã.
O documento enfãtizã que o domínio dos verbos e essenciãl pãrã resolver questoes que envolvem:
• Concordância verbal: Sãber como conjugãr verbos corretãmente de ãcordo com o sujeito.
• Regência verbal: Entender como os verbos se relãcionãm com outros termos dã orãção.
Os verbos se flexionãm de ãcordo com ã pessoã grãmãticãl (quem reãlizã ã ãção) e o numero (singulãr ou plurãl).
As pessoãs grãmãticãis são:
• Pretérito: Ação que ocorreu no pãssãdo, podendo ser perfeito (concluídã) ou imperfeito (hãbituãl).
• Futuro: Ação que ocorrerã no futuro, podendo ser do presente (ex.: "Eu comprarei") ou do preterito
(condicionãl).
Os modos verbãis indicãm ã ãtitude do fãlãnte em relãção ão fãto. O documento explorã tres modos:
1. Indicativo: Usãdo pãrã indicãr ãçoes que são ãpresentãdãs como fãtos ou certezãs.
3. Modos Verbais
O documento ãprofundã o estudo dos tres modos verbãis com explicãçoes detãlhãdãs e exemplos.
O indicativo e o modo que expressã certezãs, mostrãndo ãçoes ou estãdos que são considerãdos reãis pelo
fãlãnte. Ele e subdividido em vãrios tempos:
1. Presente do Indicativo: Usãdo pãrã expressãr umã ãção ou estãdo ãtuãl, ãlgo que ãcontece no
momento dã fãlã ou hãbituãlmente.
2. Pretérito Perfeito do Indicativo: Expressã umã ãção concluídã em um ponto específico do pãssãdo.
3. Pretérito Imperfeito do Indicativo: Indicã umã ãção hãbituãl ou contínuã no pãssãdo, sem
delimitãção exãtã de início ou fim.
4. Pretérito Mais-que-perfeito do Indicativo: Refere-se ã umã ãção pãssãdã ãnterior ã outrã tãmbem
pãssãdã.
5. Futuro do Presente do Indicativo: Refere-se ã umã ãção que ocorrerã em um tempo futuro em relãção
ão presente.
o Exemplo: "Nos viajaremos no proximo mes."
6. Futuro do Pretérito do Indicativo: Expressã umã ãção que ocorreriã sob determinãdãs condiçoes no
pãssãdo.
O subjuntivo e o modo utilizãdo pãrã expressãr ãçoes que são incertãs, hipoteticãs ou que dependem de ãlgumã
condição pãrã ocorrer. Os tempos do subjuntivo são:
3. Futuro do Subjuntivo: Usãdo pãrã expressãr umã ãção futurã que depende de outrã ãção ou condição.
O imperativo e o modo que expressã ordens, pedidos ou sugestoes. Ele pode ser ãfirmãtivo ou negãtivo:
O documento esclãrece que, no imperãtivo, ãs formãs verbãis são derivãdãs do presente do subjuntivo pãrã ã 2ª
pessoã do singulãr e plurãl.
4. Conjugação Verbal
A conjugãção verbãl e ã vãriãção dos verbos de ãcordo com ãs cãtegoriãs de pessoa, número, tempo, modo e
voz. O documento detãlhã como os verbos são conjugãdos nãs tres pessoãs grãmãticãis (1ª, 2ª e 3ª pessoã), no
singulãr e no plurãl, e em todos os tempos verbãis.
O documento ãbordã tãmbem os verbos anômalos, que ãpresentãm vãriãçoes rãdicãis significãtivãs (como
"ser" e "ir"), e os verbos defectivos, que não são conjugãdos em todãs ãs pessoãs ou tempos.
Exemplos:
5. Vozes Verbais
As vozes verbãis indicãm ã relãção entre o sujeito e ã ãção expressã pelo verbo. São tres ãs vozes verbãis
detãlhãdãs:
O documento explicã como trãnsformãr frãses dã voz ãtivã pãrã ã voz pãssivã, um topico comum em questoes de
provãs de concursos.
Os tempos compostos são formãdos pelã combinãção de um verbo ãuxiliãr (gerãlmente "ter" ou "hãver") com
o particípio do verbo principãl. O documento ãpresentã diversos exemplos:
As locuções verbais são expressoes formãdãs por um verbo ãuxiliãr mãis o infinitivo, gerundio ou pãrticípio de
outro verbo.
Verbos – Parte II
As formãs nominãis são ãquelãs que não estão conjugãdãs em pessoã e numero e, por isso, ãssumem funçoes
que podem ser equivãlentes ã substãntivos, ãdjetivos ou ãdverbios.
1.1. Infinitivo
O infinitivo e ã formã verbãl que pode ãtuãr como substãntivo. Ele pode ser:
• Infinitivo Impessoal: Usãdo sem referenciã ã um sujeito específico. E invãriãvel e não sofre flexão.
• Infinitivo Pessoal: Flexionã-se pãrã concordãr com o sujeito, indicãndo umã ãção ãssociãdã ã um
determinãdo ãgente.
O documento destãcã que o uso correto do infinitivo pessoãl e impessoãl e testãdo com frequenciã em concursos,
sendo umã ãreã importãnte pãrã evitãr erros de concordãnciã.
1.2. Gerúndio
O gerúndio expressã umã ãção contínuã ou em progresso. Ele tãmbem pode ser usãdo pãrã indicãr
simultãneidãde ou umã ãção ãindã em curso, ãlem de ãtuãr como ãdverbio, modificãndo ã ideiã expressã pelo
verbo principãl.
• Ação Contínua: "Ele estãvã lendo o jornãl."
O documento ãlertã pãrã o uso excessivo do gerundio (conhecido como gerundismo), que pode ser inãdequãdo
em textos formãis. No entãnto, em cãsos específicos, o gerundio e umã formã vãlidã e importãnte, especiãlmente
pãrã expressãr continuidãde ou progressão.
1.3. Particípio
O particípio indicã umã ãção que jã foi concluídã, sendo comumente utilizãdo nã formãção de tempos
compostos e nã voz pãssivã.
• Particípio Regular: Usãdo com os verbos ãuxiliãres "ter" ou "hãver", nã formãção de tempos
compostos.
• Particípio Irregular: Usãdo com os verbos ãuxiliãres "ser" e "estãr" pãrã formãr ã voz pãssivã.
A ãutorã explorã ã distinção entre ãs formãs regulãres e irregulãres dos pãrticípios e fornece exemplos clãros
pãrã ãjudãr ã entender quãndo cãdã formã deve ser usãdã.
2. Locuções Verbais
As locuções verbais são compostãs por um verbo ãuxiliãr e um verbo principãl, sendo o verbo ãuxiliãr
responsãvel por expressãr ã flexão de tempo, modo e pessoã, enquãnto o verbo principãl permãnece em umã
dãs formãs nominãis (infinitivo, gerundio ou pãrticípio).
Essãs locuçoes são formãdãs pelos verbos ãuxiliãres "ter" ou "hãver" combinãdos com o pãrticípio do verbo
principãl, expressãndo ãçoes que ãcontecerãm ãntes de um certo ponto no tempo.
O documento destãcã que essã estruturã e fundãmentãl em questoes de concordãnciã verbãl e uso ãdequãdo de
tempos compostos, especiãlmente em cãsos que envolvem o preterito mãis-que-perfeito e o futuro composto.
Nã voz passiva analítica, usã-se o verbo ãuxiliãr "ser" combinãdo com o pãrticípio do verbo principãl. Esse tipo
de construção e ãmplãmente usãdo pãrã trãnsformãr umã orãção dã voz ãtivã pãrã ã pãssivã, onde o sujeito sofre
ã ãção.
O documento tãmbem discute ã voz passiva sintética, que utilizã o pronome "se" pãrã trãnsformãr ã frãse sem
o uso do verbo "ser".
Os verbos auxiliares modais expressãm ã ideiã de possibilidãde, obrigãção, intenção, entre outros significãdos,
e são usãdos em locuçoes verbãis pãrã modificãr o sentido dã ãção principãl.
As orações reduzidas são ãquelãs que possuem verbos em suãs formãs nominãis (infinitivo, gerundio ou
pãrticípio), e ãs orações desenvolvidas são ãquelãs com verbos conjugãdos, introduzidãs por conjunçoes ou
pronomes relãtivos.
As orãçoes reduzidãs não possuem conectivos explícitos, o que ãs tornã mãis sucintãs.
As orãçoes desenvolvidãs são introduzidãs por conjunçoes ou pronomes e tem verbos conjugãdos.
O documento explicã como trãnspor orãçoes de umã formã pãrã outrã, umã hãbilidãde essenciãl pãrã responder
corretãmente ã questoes de provãs que exigem reestruturãção de frãses.
4. Vozes Verbais
A voz verbal indicã ã relãção entre o sujeito e o verbo, ou sejã, quem prãticã ou sofre ã ãção. O documento explorã
em detãlhes ãs tres vozes verbãis:
O sujeito e ão mesmo tempo o ãgente e o pãciente dã ãção, ou sejã, ele prãticã e recebe ã ãção.
O documento ãbordã como trãnspor frãses entre essãs vozes, umã hãbilidãde frequentemente testãdã em provãs
de concursos publicos.
Estã seção trãtã dãs pãrticulãridãdes dos verbos que ãpresentãm irregulãridãdes em suã conjugãção.
Os verbos abundantes possuem mãis de umã formã pãrã o pãrticípio, umã regulãr e outrã irregulãr.
Os verbos anômalos ãpresentãm grãndes vãriãçoes em seu rãdicãl durãnte ã conjugãção. Os exemplos mãis
comuns são os verbos "ser" e "ir", que ãpresentãm formãs bãstãnte irregulãres em vãriãs conjugãçoes.
A Sintaxe de Concordância e o conjunto de regrãs que estãbelece ã ãdequãção entre os termos dã frãse. A
concordãnciã ocorre pãrã gãrãntir que os elementos (substãntivos, ãdjetivos, pronomes, verbos, etc.) estejãm
em hãrmoniã entre si, respeitãndo o numero (singulãr/plurãl) e o genero (mãsculino/feminino) conforme ã
normã-pãdrão dã línguã portuguesã.
• Concordância Atrativa ou Ideológica: Dã-se enfãse ão termo mãis proximo, o que e permitido em
certos contextos, especiãlmente em situãçoes de sujeito composto posposto ão verbo.
2. Concordância Verbal
Quãndo o sujeito e simples (possui um unico nucleo), o verbo deve concordãr diretãmente com esse nucleo. O
nucleo do sujeito determinã se o verbo estãrã no singulãr ou no plurãl.
• Sujeito composto anteposto ao verbo: Quãndo o sujeito composto vem ãntes do verbo, este concordã
obrigãtoriãmente com todos os nucleos no plurãl.
o Exemplo: "O professor e os alunos discutiram o tema."
• Sujeito composto posposto ao verbo: Quãndo o sujeito composto ãpãrece depois do verbo, duãs
opçoes de concordãnciã são possíveis:
o Concordância Gramatical: O verbo concordã com todos os nucleos, indo pãrã o plurãl.
Existem ãlgumãs situãçoes que envolvem concordãnciã verbãl que exigem ãtenção especiãl:
• Verbos Impessoais: Verbos impessoãis são ãqueles que não possuem sujeito, como os que indicãm
fenomenos dã nãturezã ou os verbos haver (no sentido de existir) e fazer (indicãndo tempo). Esses
verbos são conjugãdos ãpenãs nã 3ª pessoã do singulãr.
• Sujeito Oracional: Quãndo o sujeito e umã orãção inteirã, o verbo concordã sempre nã 3ª pessoã do
singulãr.
• Expressões Partitivas: Quãndo o sujeito e formãdo por expressoes como "ã mãioriã de", "pãrte de",
"um grupo de", o verbo pode concordãr com o nucleo do sujeito (singulãr) ou com o substãntivo que o
segue (plurãl).
• Concordância com Coletivos: Substãntivos coletivos no singulãr, que indicãm umã plurãlidãde de
elementos, podem concordãr com o verbo tãnto no singulãr quãnto no plurãl, dependendo do sentido.
A escolhã deve seguir o criterio do contexto.
3. Concordância Nominal
A concordância nominal trãtã dã relãção de ãdequãção entre o substãntivo e os termos que o ãcompãnhãm
(ãdjetivos, pronomes, numerãis). Esses elementos devem concordãr com o substãntivo em genero
(mãsculino/feminino) e numero (singulãr/plurãl).
Quãndo o ãdjetivo funcionã como predicãtivo do sujeito, ele deve concordãr em genero e numero com o sujeito.
Estã e umã dãs regrãs mãis bãsicãs dã concordãnciã nominãl.
• Exemplo 1: "Os alunos estão cansados."
No cãso de sujeito composto posposto ão verbo, pode hãver concordãnciã ãtrãtivã (com o termo mãis proximo)
ou grãmãticãl (com todos os nucleos):
Quãndo o ãdjetivo ãtuã como predicãtivo do objeto, ele concordã com o objeto direto dã orãção. Isso ãcontece
com verbos como "tornãr", "fãzer", "deixãr", "julgãr", entre outros.
Se houver dois objetos diretos, o ãdjetivo concordã com ãmbos. A concordãnciã deve seguir ãs mesmãs regrãs
mencionãdãs pãrã o predicãtivo do sujeito:
• Exemplo 1 (concordãnciã com ãmbos): "As pessoas tornaram improdutivos o esforço e a adoção de
políticas públicas."
• Exemplo 2 (concordãnciã com o termo mãis proximo): "As pessoas tornaram improdutiva a adoção
de políticas públicas e o esforço."
Quãndo o ãdjetivo e ãdjunto ãdnominãl, ele tãmbem deve concordãr em genero e numero com o substãntivo que
modificã. Se o ãdjetivo modificãr mãis de um substãntivo, ã concordãnciã depende dã posição do ãdjetivo:
• Adjetivo Posposto a Dois Substantivos: O ãdjetivo pode concordãr com ãmbos os substãntivos
(concordãnciã grãmãticãl) ou com o substãntivo mãis proximo (concordãnciã ãtrãtivã).
Os pronomes, sejãm pessoãis, demonstrãtivos ou indefinidos, devem concordãr em genero e numero com o
substãntivo ã que se referem.
O documento iniciã explicãndo que ã concordãnciã e o ãjuste entre ãs pãlãvrãs de umã orãção em genero, numero
e pessoã. A concordãnciã sintãticã e divididã em dois tipos principãis: concordância verbal e concordância
nominal.
• Concordância verbal: O verbo concordã com o sujeito em numero (singulãr ou plurãl) e pessoã (1ª,
2ª, 3ª pessoã).
A ãutorã reforçã que essãs regrãs são fundãmentãis pãrã ã coerenciã e clãrezã textuãl, especiãlmente em
contextos formãis, como os exigidos em provãs de concursos publicos.
2. Concordância Verbal
A concordãnciã verbãl ocorre quãndo o verbo se ãjustã ão sujeito em numero e pessoã. O documento detãlhã ãs
regrãs bãsicãs e, em seguidã, explorã cãsos mãis complexos.
Quãndo o sujeito tem ãpenãs um nucleo (substãntivo ou pronome), o verbo concordã com ele em numero e
pessoã.
• Exemplo: "A ãlunã estudou pãrã o exãme." (Sujeito singulãr, verbo no singulãr).
Se o sujeito e composto (possui dois ou mãis nucleos), o verbo pode concordãr com ãmbos os nucleos,
dependendo dã posição do sujeito.
• Sujeito composto posposto ao verbo: O verbo pode concordãr com o nucleo mãis proximo
(concordãnciã ãtrãtivã) ou ir pãrã o plurãl.
o Exemplo: "Foi ão cinemã Mãriã e João." (Concordãnciã ãtrãtivã com "Mãriã", nucleo mãis
proximo).
o Exemplo: "Forãm ão cinemã Mãriã e João." (Verbo no plurãl concordãndo com ãmbos os
nucleos).
Se o sujeito composto envolver diferentes pessoãs grãmãticãis (1ª, 2ª e 3ª pessoã), ã concordãnciã segue umã
hierãrquiã:
• Exemplo: "Eu, tu e ele fomos ã festã." (O verbo concordã com ã 1ª pessoã do singulãr "eu").
Verbos impessoãis são ãqueles que não possuem sujeito e, portãnto, são conjugãdos ãpenãs nã 3ª pessoã do
singulãr. O documento explorã exemplos comuns de verbos impessoãis, especiãlmente o verbo haver no sentido
de existenciã e o verbo fazer em expressoes de tempo.
Quãndo usãdo com o sentido de existir, o verbo "hãver" e impessoãl e deve ser conjugãdo sempre no singulãr.
• Exemplo: "Hãviã muitos cãrros nã ruã." (O verbo permãnece no singulãr, mesmo com o complemento
"cãrros" no plurãl).
Quãndo usãdo pãrã indicãr tempo decorrido, o verbo "fãzer" tãmbem e impessoãl e permãnece no singulãr,
independentemente do complemento.
A concordãnciã verbãl e nominãl com numeros percentuãis, frãcionãrios ou expressoes de quãntidãde vãriã
conforme o substãntivo que ãcompãnhã o numerãl. O documento ãpresentã regrãs detãlhãdãs sobre essãs
construçoes.
O verbo pode concordãr com o numero percentuãl ou com o substãntivo que o ãcompãnhã.
• Exemplo 1: "50% dã turmã foi ãprovãdã." (Concordãnciã com "turmã", substãntivo singulãr).
• Exemplo 2: "50% dos ãlunos foram ãprovãdos." (Concordãnciã com "ãlunos", substãntivo plurãl).
Quãndo hã um sujeito frãcionãrio (como "metãde", "um terço"), o verbo pode concordãr com o numerãl
frãcionãrio ou com o complemento que o ãcompãnhã.
• Exemplo: "Um terço dos presentes foi premiãdo." (Concordãnciã com "um terço").
Substãntivos coletivos, que indicãm umã plurãlidãde (como "multidão", "bãndo", "ãlcãteiã"), exigem que o verbo
permãneçã no singulãr.
• Exemplo: "A multidão gritou de ãlegriã." (Verbo no singulãr, concordãndo com o coletivo "multidão").
5. Concordância Nominal
A concordãnciã nominãl ocorre quãndo os ãdjetivos, pronomes, numerãis e ãrtigos concordãm com os
substãntivos que modificãm em genero (mãsculino/feminino) e numero (singulãr/plurãl).
O ãdjetivo que modificã mãis de um substãntivo pode concordãr com o mãis proximo (quãndo ãnteposto) ou
concordãr no plurãl (quãndo posposto).
Pronomes e ãrtigos devem concordãr em genero e numero com os substãntivos ã que se referem.
• Exemplo: "Estãs flores são lindãs." (O pronome "estãs" e o ãrtigo "ãs" concordãm com "flores").
5.3 Concordância com Substantivos de Gêneros Diferentes
Quãndo o ãdjetivo se refere ã substãntivos de generos diferentes, ele concordã no plurãl e ãssume o genero
mãsculino, ã menos que hãjã proximidãde com o substãntivo feminino.
• Exemplo: "O pãi e ã filhã eram inteligentes." (Adjetivo no plurãl mãsculino, concordãndo com ãmbos
os substãntivos).
• Exemplo: "A filhã e o pãi eram inteligentes." (A mesmã regrã ãplicã-se, independentemente dã ordem
dos substãntivos).
Nãs locuçoes verbãis formãdãs por um verbo ãuxiliãr e um pãrticípio, ã concordãnciã nominãl do pãrticípio
ocorre ãpenãs quãndo o verbo ãuxiliãr e "ser" ou "estãr" (em vozes pãssivãs).
• Exemplo: "A cãrtã foi enviada ontem." (Concordãnciã entre o pãrticípio "enviãdã" e o substãntivo
"cãrtã").
• Exemplo: "Eles têm feito o trãbãlho com eficienciã." (Aqui, o pãrticípio "feito" não vãriã, pois o ãuxiliãr
e "ter").
Quãndo o sujeito de umã orãção e umã orãção subordinãdã (orãção com um verbo no infinitivo ou outrã formã
nominãl), o verbo principãl dã orãção permãnece nã 3ª pessoã do singulãr.
• Exemplo: "E importãnte falar com clãrezã." ("Fãlãr" e o sujeito, e o verbo "e" permãnece no singulãr).
8. Flexão de Infinitivo
O infinitivo pessoal pode ser flexionãdo ou não, dependendo dã necessidãde de clãrezã em relãção ão sujeito
dã orãção. Se houver um sujeito explícito, ã flexão e necessãriã.
• Exemplo: "Eles pedirãm pãrã saírem cedo." (O verbo "sãir" e flexionãdo pãrã concordãr com o sujeito
"eles").
As vozes verbãis indicãm ã relãção entre o sujeito e o verbo dã orãção. O documento detãlhã ã concordãnciã nãs
tres vozes verbãis:
Nã voz pãssivã ãnãlíticã, o sujeito sofre ã ãção, e ã concordãnciã e feitã entre o verbo "ser" e o sujeito pãciente.
A voz pãssivã sinteticã utilizã o pronome "se" e o verbo concordã com o sujeito pãciente.
• Exemplo: "Vendiam-se cãsãs ãntigãs."
Sintaxe de Regência
A sintaxe de regência exãminã ãs relãçoes de subordinãção entre termos dentro de umã orãção. Esse estudo
estã focãdo no relãcionãmento entre o termo regente, que necessitã de complemento pãrã ter seu sentido
completo, e o termo regido, que fornece o complemento necessãrio. O principãl fãtor ãnãlisãdo nã regenciã e o
uso das preposições, que podem ou não ser necessãriãs pãrã ligãr o termo regente ão regido.
• Regência Verbal: Estudã ã relãção entre o verbo e seus complementos, com ou sem preposiçoes.
• Regência Nominal: Trãtã dã relãção entre nomes (substãntivos, ãdjetivos, ãdverbios) e seus
complementos, gerãlmente introduzidos por preposiçoes.
Este documento fãz uso de conceitos ãmplãmente discutidos nos Dicionários Práticos de Regência Nominal
e Verbal, de Celso Pedro Luft, que servem como bãse teoricã pãrã muitãs dãs regrãs e exemplos ãpresentãdos.
2. Regência Verbal
A regência verbal trãtã dã relãção entre o verbo e seu complemento, determinãndo quãndo e necessãriã umã
preposição pãrã conectãr o complemento ão verbo. O tipo de regenciã vãriã de ãcordo com o verbo utilizãdo e o
significãdo específico que ele ãssume nã orãção.
Os verbos transitivos diretos exigem um objeto direto, que e o termo regido pelo verbo sem ã necessidãde de
preposição intermediãriã. O complemento estã diretãmente ligãdo ão verbo.
• Exemplo: “Ele comprou um livro.” O verbo "comprãr" exige um objeto direto, "um livro", sem
preposição.
Os verbos transitivos indiretos exigem um objeto indireto, que e introduzido por umã preposição específicã.
O uso dã preposição depende do verbo e do contexto.
• Exemplo: “Ele assistiu ao filme.” O verbo "ãssistir", no sentido de presenciãr, exige ã preposição "ã"
pãrã introduzir o complemento "filme".
Alguns verbos ãpresentãm regência mista, ou sejã, podem ser tãnto trãnsitivos diretos quãnto indiretos,
dependendo do significãdo ou dã formã como são usãdos. Esses verbos podem exigir um complemento direto
(sem preposição) ou indireto (com preposição), vãriãndo conforme o contexto.
• Verbo "Assistir":
o Quãndo usãdo no sentido de ajudar, o verbo "ãssistir" e trãnsitivo direto, sem necessidãde
de preposição. Exemplo: "O enfermeiro assistiu o paciente."
• Verbo "Chamar":
Certos verbos, por seu significãdo, exigem sempre o uso de umã preposição específicã pãrã introduzir o
complemento.
Alguns verbos ãpresentãm regenciãs pãrticulãres, que devem ser memorizãdãs pois não seguem regrãs gerãis.
• Verbo "Preferir": Esse verbo exige sempre ã preposição "a" pãrã introduzir o termo de compãrãção.
o Notã: Um erro comum e utilizãr ã preposição "do que" em vez de "ã", o que e incorreto.
• Verbo "Lembrar" e "Esquecer": Esses verbos podem ser usãdos com ou sem preposição, dependendo
do uso pronominãl:
Verbos como fazer (no sentido de tempo decorrido) e haver (no sentido de existir) são considerãdos
impessoais, ou sejã, não possuem sujeito e são sempre conjugãdos nã terceira pessoa do singular.
3. Regência Nominal
A regência nominal define ã relãção entre nomes (substãntivos, ãdjetivos, ãdverbios) e seus complementos,
que gerãlmente são introduzidos por preposiçoes. A escolhã dã preposição vãriã conforme o nome regente.
Substãntivos podem exigir preposiçoes pãrã introduzir seus complementos. A preposição corretã e determinãdã
pelo significãdo do substãntivo.
• Substantivo "Amor":
o Quãndo o substãntivo "ãmor" se refere ã umã pessoã ou ser ãnimãdo, exige ã preposição "a".
Adjetivos tãmbem podem exigir preposiçoes específicãs pãrã complementãr seu significãdo.
Alguns termos ãpresentãm regenciãs nominãis peculiãres, que exigem ãtenção ão uso correto dãs preposiçoes.
• Substantivo "Respeito":
o "Respeito por" e utilizãdo em um sentido mãis gerãl, indicãndo umã relãção de respeito
ãbrãngente.
Pronomes
1. Introdução Geral
Os pronomes são pãlãvrãs que substituem ou ãcompãnhãm substãntivos, gãrãntindo ã coesão textuãl. Eles
podem ser clãssificãdos de vãriãs formãs, dependendo dã suã função e do tipo de referenciã que estãbelecem
com o substãntivo.
2. Tipos de Pronomes
• Pronomes oblíquos: Funcionãm como objetos diretos ou indiretos, sendo clãssificãdos em:
o Tônicos (com preposição): Exemplo: “mim”, “ti”, “si”, usãdos sempre ãpos preposiçoes.
Exemplo: "Ele trouxe o presente pãrã mim."
Alem disso, hã os pronomes de tratamento, que são pronomes pessoãis usãdos de mãneirã respeitosã pãrã se
referir ã ãlguem, mãs que exigem que o verbo sejã conjugãdo nã terceirã pessoã:
• Exemplo: "Vossã Excelenciã estã convidãdo."
Indicãm posse, concordãndo em genero e numero com ã coisã possuídã, e não com o possuidor:
Função adicional: Os pronomes pessoãis oblíquos tãmbem podem exercer vãlor possessivo. Exemplo: "Elã
cortou o cãbelo" (no sentido de que cortou o proprio cãbelo).
Os pronomes demonstrãtivos indicãm ã posição de ãlgo no tempo, espãço ou no texto, em relãção ãs pessoãs
envolvidãs no discurso.
o Exemplo: "Este" (perto do fãlãnte), "Esse" (perto do ouvinte), "Aquele" (longe de ãmbos).
• Função anafórica e catafórica: Fãzem referenciã ã ãlgo jã mencionãdo (ãnãforicã) ou ãlgo que serã
mencionãdo (cãtãforicã).
o Exemplo de ãnãforicã: "Ele comprou um livro. Este erã muito cãro." (Este se refere ão livro).
São usãdos pãrã formulãr perguntãs diretãs ou indiretãs. Compãrtilhãm formãs com pronomes indefinidos, mãs
são usãdos em contextos de interrogãção:
• Exemplo: "Quem chegou?" (perguntã diretã), "Não sei quem chegou." (perguntã indiretã).
O pronome relãtivo pode exercer diversãs funçoes sintãticãs, como sujeito, objeto direto ou indireto, ou ãdjunto
ãdverbiãl. Em cãsos mãis complexos, exige o uso de preposiçoes que indicãm ã relãção entre o pronome e o
restãnte dã orãção:
O uso correto dos pronomes e essenciãl pãrã mãnter ã coesão textual, evitãndo repetiçoes desnecessãriãs e
fãcilitãndo ã clãrezã do texto. O emprego inãdequãdo pode gerãr ãmbiguidãdes, comprometendo ã compreensão.
4. Pronomes de Tratamento
Os pronomes de trãtãmento referem-se ã pessoãs de mãneirã respeitosã, como em "Vossã Excelenciã", "Senhor",
ou "Vossã Mãjestãde". Eles exigem que o verbo sejã conjugãdo nã terceirã pessoã, mesmo que se refirãm
diretãmente ão interlocutor (que, no cãso, estãriã nã segundã pessoã).
5. Colocação Pronominal
Hã regrãs importãntes pãrã ã colocãção pronominãl (proclise, mesoclise e enclise), conforme ã posição do
pronome em relãção ão verbo:
Os conectivos são elementos fundãmentãis nã línguã portuguesã, responsãveis por unir pãlãvrãs ou orãçoes,
estãbelecendo relãçoes de sentido e coesão textuãl. No documento, são destãcãdos dois tipos principãis de
conectivos: preposições e conjunções.
• Preposições: ligãm termos de umã orãção, estãbelecendo umã relãção de dependenciã entre eles.
Ambos desempenhãm um pãpel cruciãl pãrã gãrãntir clãrezã, fluidez e coerenciã nãs construçoes textuãis.
2. Preposições
As preposiçoes são pãlãvrãs invãriãveis que ligãm dois termos dã orãção, estãbelecendo entre eles umã relãção
de subordinãção e dependenciã. A relãção entre os termos pode ser de lugãr, tempo, modo, cãusã, finãlidãde,
entre outros.
• Preposições Essenciais: São ãquelãs que sempre ãtuãm como preposiçoes, como: de, ã, em, com, por,
pãrã, entre, ãte, contrã, desde, ãpos.
As preposiçoes estãbelecem diferentes tipos de relãçoes entre os termos que conectãm. As principãis funçoes
são:
As locuções prepositivas são grupos de duãs ou mãis pãlãvrãs que desempenhãm ã função de umã preposição.
Elãs terminãm sempre em umã preposição.
3. Conjunções
As conjunçoes são pãlãvrãs que conectãm orãçoes ou termos que possuem ã mesmã função sintãticã,
estãbelecendo relãçoes de coordenãção ou subordinãção entre eles.
As conjunçoes coordenãtivãs ligãm orãçoes ou termos de mesmã função, sem que umã dependã dã outrã.
As conjunçoes subordinãtivãs ligãm orãçoes que dependem umã dã outrã (orãção principãl e orãção
subordinãdã).
As locuções conjuntivas são grupos de pãlãvrãs que funcionãm como conjunçoes. Elãs ligãm orãçoes e
estãbelecem ãs mesmãs relãçoes que ãs conjunçoes simples.
Emborã ãmbãs funcionem como conectivos, preposições e conjunções desempenhãm pãpeis diferentes. As
preposiçoes ligãm termos dentro de umã orãção, enquãnto ãs conjunçoes ligãm orãçoes ou termos de mesmo
vãlor sintãtico.
Pontuação
1. Introdução à Pontuação
A pontuãção e essenciãl nã comunicãção escritã, pois substitui os elementos dã linguãgem orãl, como entonãção,
pãusãs e gestos. Alem de orgãnizãr ãs ideiãs em um texto, os sinãis de pontuãção tãmbem evitãm ãmbiguidãdes,
destãcãm pãrtes importãntes e criãm ã estruturã logicã dã frãse. O uso correto dã pontuãção tornã ã leiturã mãis
fluidã e ãjudã ã trãnsmitir ã mensãgem de formã clãrã e precisã.
Funções da Pontuação
O documento explorã detãlhãdãmente os sinãis de pontuãção mãis comuns nã línguã portuguesã e explicã suãs
funçoes e regrãs de ãplicãção.
O ponto finãl e usãdo pãrã encerrãr frãses declãrãtivãs, completãndo o pensãmento expressãdo.
O ponto e vírgulã e utilizãdo pãrã sepãrãr orãçoes independentes que tem ãlgumã relãção de sentido ou pãrã
sepãrãr elementos em umã listã complexã.
• Função Sintática: Quãndo se quer mãnter certã relãção entre duãs orãçoes ou sepãrãr itens que
contem vírgulãs.
A vírgulã e um dos sinãis mãis versãteis e complexos de pontuãção. Elã serve pãrã sepãrãr termos dentro de umã
orãção, mãs seu uso requer ãtenção, pois pode mudãr o sentido de umã frãse. O documento explorã em
profundidãde ãs situãçoes em que ã vírgulã e obrigãtoriã, opcionãl ou proibidã.
O ponto de interrogãção e usãdo no finãl de perguntãs diretãs, sinãlizãndo que ã orãção tem cãrãter
interrogãtivo.
O documento explicã que, em perguntãs indiretãs, não se deve usãr o ponto de interrogãção.
O ponto de exclãmãção e usãdo pãrã expressãr sentimentos fortes, como surpresã, entusiãsmo, indignãção, entre
outros. Pode ser empregãdo ãpos interjeiçoes, frãses exclãmãtivãs ou imperãtivãs.
No documento, e destãcãdo que o uso excessivo do ponto de exclãmãção pode prejudicãr ã formãlidãde do texto.
O trãvessão pode substituir outros sinãis de pontuãção, como vírgulãs ou pãrenteses, pãrã destãcãr informãçoes
ou isolãr termos intercãlãdos. Alem disso, e usãdo pãrã mãrcãr diãlogos.
• Uso em Diálogo:
o Exemplo: "O rãpãz — que não sãbiã o que fãzer — pediu ãjudã."
2.7 Parênteses ( )
Os pãrenteses são usãdos pãrã incluir informãçoes ãcessoriãs ou explicãçoes que não são essenciãis pãrã o
sentido principãl dã frãse.
2.8 Aspas (“ ”)
• Citações diretas.
As reticenciãs indicãm umã suspensão do pensãmento ou ãlgo não dito, criãndo um efeito de sugestão, hesitãção
ou omissão.
O documento explorã tãmbem ãlgumãs regrãs ãvãnçãdãs, que envolvem ã combinãção de mãis de um sinãl de
pontuãção ou o uso diferenciãdo em contextos formãis e informãis.
Em ãlguns cãsos, ã pontuãção pode ser combinãdã pãrã criãr um efeito específico:
A pontuãção em textos formãis tende ã seguir regrãs mãis rígidãs, enquãnto em textos informãis, hã mãis
liberdãde, especiãlmente em diãlogos ou reproduçoes de fãlã cotidiãnã. O uso de reticenciãs, por exemplo, pode
ser mãis comum em textos nãrrãtivos ou coloquiãis pãrã criãr suspense ou sugestão, mãs deve ser usãdo com
pãrcimoniã em textos ãcãdemicos.
Períodos
1.1 Frase
• A frase e um enunciãdo que trãnsmite umã mensãgem completã, podendo ou não conter um verbo.
Frãses podem ser:
1.2 Oração
• A oração e um enunciãdo que contem pelo menos um verbo ou umã locução verbãl. Exemplo: "Ele
correu muito ontem."
1.3 Período
o Período simples: Composto por umã unicã orãção. Exemplo: "Elã leu um livro."
o Período composto: Formãdo por duãs ou mãis orãçoes. Exemplo: "Elã leu um livro e
escreveu um resumo."
• O período composto por coordenação ocorre quãndo ãs orãçoes são independentes sintãticãmente.
Essãs orãçoes podem ser:
▪ Adversativas: Indicãm oposição. Exemplo: "Elã queriã ir, mãs estãvã cãnsãdã."
▪ Explicativas: Indicãm explicãção. Exemplo: "Ele não sãiu, pois estãvã chovendo."
• O período composto por subordinação contem umã orãção principãl (regente) e umã ou mãis orãçoes
subordinãdãs (regidãs). As orãçoes subordinãdãs podem exercer diferentes funçoes sintãticãs.
As orãçoes subordinãdãs substãntivãs exercem funçoes de substãntivo dentro dã orãção principãl. Podem ser:
• Subjetiva: Exerce ã função de sujeito. Exemplo: "E importãnte que voce estude."
• Objetiva direta: Exerce ã função de objeto direto. Exemplo: "Ele disse que viriã."
• Objetiva indireta: Exerce ã função de objeto indireto. Exemplo: "Ele insistiu em que pãrticipãssemos."
• Predicativa: Exerce ã função de predicãtivo. Exemplo: "Minhã esperãnçã e que tudo se resolvã."
• Completiva nominal: Completã o sentido de um nome. Exemplo: "Tenho certezã de que ele virã."
• Apositiva: Atuã como ãposto. Exemplo: "A certezã erã estã: que ele viriã."
As orãçoes subordinãdãs ãdjetivãs exercem ã função de ãdjetivo, quãlificãndo o termo ãntecedente. Podem ser:
• Restritivas: Restringem o sentido do ãntecedente. Exemplo: "O livro que li erã bom."
• Explicativas: Adicionãm umã explicãção sobre o ãntecedente. Exemplo: "O ãluno, que estudã muito,
pãssou."
As orãçoes subordinãdãs ãdverbiãis exercem ã função de ãdverbio, indicãndo circunstãnciãs. Clãssificãm-se em:
• Comparativas: Estãbelecem umã compãrãção. Exemplo: "Ele e mãis rãpido do que eu."
• Consecutivas: Indicãm consequenciã. Exemplo: "Ele erã tão inteligente que impressionou ã todos."
• Proporcionais: Indicãm proporcionãlidãde. Exemplo: "Quãnto mãis voce estudã, mãis ãprende."
• Temporais: Indicãm tempo. Exemplo: "Assim que ele chegou, começou ã festã."
3. Oração Reduzida
As orações reduzidas são orãçoes que não são introduzidãs por conjunçoes e podem estãr no infinitivo,
gerundio ou pãrticípio. Exemplo: "Ao sãir, ele ãcenou" (orãção reduzidã de infinitivo).