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Pnaisc Slides

O documento apresenta a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC), que visa promover e proteger a saúde de crianças de 0 a 9 anos, com foco em grupos em situação de vulnerabilidade. Inclui diretrizes e eixos estratégicos para garantir atenção integral, humanizada e qualificada, abordando aspectos como aleitamento materno, prevenção de violências e promoção do desenvolvimento. A PNAISC é fundamentada em legislações e normas que orientam a atuação do Sistema Único de Saúde (SUS) na saúde infantil.

Enviado por

Alysson Brito
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O documento apresenta a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC), que visa promover e proteger a saúde de crianças de 0 a 9 anos, com foco em grupos em situação de vulnerabilidade. Inclui diretrizes e eixos estratégicos para garantir atenção integral, humanizada e qualificada, abordando aspectos como aleitamento materno, prevenção de violências e promoção do desenvolvimento. A PNAISC é fundamentada em legislações e normas que orientam a atuação do Sistema Único de Saúde (SUS) na saúde infantil.

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ÁLBUM SERIADO

POLÍTICA NACIONAL DE
ATENÇÃO INTEGRAL À
SAÚDE DA CRIANÇA
ÁLBUM SERIADO

POLÍTICA NACIONAL DE
ATENÇÃO INTEGRAL À
SAÚDE DA CRIANÇA

2024
ÁLBUM SERIADO
POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DA CRIANÇA

Dados Internacionais de Catalogação-na-Publicação (CIP)

Autores Sistema de Bibliotecas da UEPA / SIBIUEPA


___________________________________________________________

Política nacional de atenção integral à saúde da criança /Aline


Batista dos Santos...[et al.]. – Belém: UEPA, 2024.
64 p. : il.
Aline Batista dos Santos Álbum seriado elaborado por discentes e docentes da
Juliana Fonseca Ferreira Universidade do Estado do Pará (UEPA), Belém, 2024.
Produto do projeto de ensino institucionalizado intitulado:
Kaylane Isabelle da Costa Moura Desenvolvimento de tecnologias educacionais voltadas para
politicas públicas em saúde: uma visão dos acadêmicos do curso de
Gabrielly Blanco Veiga Fisioterapia.

Dayse Danielle de Oliveira Silva ISBN: 978-65-00-97114-9


George Alberto da Silva Dias 1. Sistema Único de Saúde. 2. Política Nacional de Atenção à
Saúde da Criança. 3. Tecnologia Educacional. I. Santos, Aline
Biatriz Araújo Cardoso Dias Batista dos. II. Universidade do Estado do Pará.

CDD [Link]. 613.0432


___________________________________________________________
Ficha Catalográfica elaborada por: Roselene Garcia Duarte Noguchi / CRB-2 1086
Esta obra é disponibilizada nos termos da Licença
Creative Commons - Atribuição - Não Comercial - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS – A reprodução total ou
CompartilhaIgual. parcial, de qualquer forma ou por qualquer meio deste
documento é autorizado desde que citada a fonte. A violação
dos direitos do autor (Lei nº 9.610/98) é crime estabelecido
pelo artigo 184 do Código Penal.
APRESENTAÇÃO

Bem-vindo ao nosso álbum dedicado ao estudo de políticas públicas na saúde,


projetado para tornar esse tema vital mais acessível a estudantes, profissionais da
saúde e interessados. Explore as páginas para compreender o impacto dessas
políticas na sociedade, nos sistemas de saúde e na vida das pessoas. Nosso objetivo é
proporcionar uma compreensão mais profunda das complexidades do cenário das
políticas de saúde, incentivando reflexões críticas e contribuindo para discussões
construtivas sobre aprimoramento e fortalecimento dos sistemas de saúde.

Boa leitura e aprendizado!


Política Nacional de Atenção Integral à Saúde
da Criança (PNAISC), considera:

Lei nº 8.069
Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente
(ECA) e dá outras providências;

Lei nº 11.265
Regulamenta a comercialização de alimentos para lactentes e crianças de
primeira infância e também a de produtos de puericultura correlatos;

Lei nº 12.845
Dispõe sobre o atendimento obrigatório e integral de
pessoas em situação de violência sexual;
4
Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da
Criança (PNAISC), considera:

Lei 8.080
Dispõe sobre as condições para:
Promoção, proteção e recuperação da saúde
Organização e o funcionamento dos serviços correspondentes,

Decreto nº 7.508
Regulamenta a Lei nº 8.080, de 1990, para dispor sobre a organização
do Sistema Único de Saúde (SUS), o planejamento da saúde, a
assistência à saúde e a articulação interfederativa, e dá outras
providências,

5
Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da
Criança (PNAISC), considera:

Decreto nº 99.710
Promulga a Convenção sobre os Direitos da Criança;

Decreto nº 6.286
Institui o Programa Saúde na Escola (PSE), no
âmbito dos Ministérios da Saúde e da Educação;

Decreto nº 7.958
Estabelece diretrizes para o atendimento às
vítimas de violência sexual pelos profissionais de
segurança pública e da rede de atendimento do SUS;

6
Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da
Criança (PNAISC), considera:

Portaria nº 737/GM/MS
Aprova a Política Nacional de Redução da
Morbimortalidade por Acidentes e Violências;

Portaria nº 1.058/GM/MS
Institui a disponibilização gratuita da
"Caderneta de Saúde da Criança"

Portaria nº 2.395/GM/MS
Institui a Estratégia Brasileirinhas e
Brasileirinhos Saudáveis e cria o Comitê Técnico-
Consultivo para a sua implementação;
7
Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da
Criança (PNAISC), considera:

Portaria nº 4.279/GM/MS
Estabelece diretrizes para a organização da
Rede de Atenção à Saúde (RAS) no âmbito
SUS;

Portaria nº 2.488/GM/MS
Aprova a Política Nacional de Atenção Básica,
estabelecendo a revisão de diretrizes e normas
para a organização da atenção básica para:
Estratégia Saúde da Família (ESF);
Programa de Agente Comunitário de Saúde
(PACS);

8
Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da
Criança (PNAISC), considera:

Portaria nº 930/GM/MS
Define as diretrizes e objetivos para a
organização da atenção integral e
humanizada ao recém-nascido grave ou
potencialmente grave e os critérios de
classificação e habilitação de leitos de
Unidade Neonatal no âmbito do SUS;

9
Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da
Criança (PNAISC), considera:

Portaria nº 2.362/GM/MS
Institui Comitê de Especialistas e de
Mobilização Social para o Desenvolvimento Integral
da Primeira Infância no âmbito do SUS;

Portaria nº 485/GM/MS
Redefine o funcionamento do Serviço de
Atenção às Pessoas em Situação de Violência
Sexual no âmbito do SUS;

10
Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da
Criança (PNAISC), considera:

Portaria nº 1.920/GM/MS
Institui a Estratégia Nacional para
Promoção do Aleitamento Materno e Alimentação
Complementar Saudável no SUS - Estratégia
Amamenta e Alimenta Brasil (EAAB);

11
Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da
Criança (PNAISC), considera:

Portaria nº 1.153/GM/MS
Redefine os critérios de habilitação da
Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC),
como estratégia de promoção, proteção e
apoio ao aleitamento materno e à saúde
integral da criança e da mulher, no âmbito do
SUS;

12
Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da
Criança (PNAISC), considera:

Portaria nº 2.446/GM/MS
Redefine a Política Nacional de
Promoção da Saúde (PNPS);

Portaria nº 371/SAS/MS
Institui diretrizes para a organização da
atenção integral e humanizada ao recém-nascido (RN) no
SUS;

13
Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da
Criança (PNAISC), considera:

As crianças de grupos populacionais em situação de


vulnerabilidade, como:

Crianças com deficiências


Indígenas
Negras
Quilombolas,
Residentes nas águas e nas florestas
Crianças em situação de rua e de violência;

14
Art. 1°

Institui a
Política Nacional de Atenção integral à
Saúde da Criança ao Sistema Unico de
Saúde (SUS)

15
Art. 2°
A PNAISC tem por objetivo:

Promover e proteger a saúde da criança;


O aleitamento materno;

Mediante atenção e cuidados integrais e integrados


desde a gestação até os 9 (nove) anos de vida;

16
Art. 3°considera:

I - Criança: pessoa na faixa etária de 0 (zero) a


9 (nove) anos;

II - Primeira infância: pessoa na faixa etária de 0


(zero) a 5 (cinco) anos;

Para fins de atendimento em serviços de pediatria


no SUS, a PNAISC contemplará crianças e
adolescentes até a idade de 15 (quinze) anos;
17
Art. 4°
A PNAISC é orientada pelos princípios:

I - direito à vida e à saúde;


II - prioridade absoluta da criança;
III - acesso universal à saúde;
IV - integralidade do cuidado; V - equidade em saúde;
VI - ambiente facilitador à vida;
VII - humanização da atenção; e
VIII - gestão participativa e controle
social.

18
Art. 5°
DIRETRIZES

I - gestão interfederativa das ações de saúde da criança;


II - organização das ações e serviços na rede de atenção;
III - promoção da saúde;
IV - fomento à autonomia do cuidado e da
corresponsabilidade da família;

19
Art. 5°
DIRETRIZES

V - qualificação da força de trabalho do SUS;


VI - planejamento e desenvolvimento de ações;
VII - incentivo à pesquisa e à produção de
conhecimento;
VIII - monitoramento e avaliação; e
IX - intersetorialidade.

20
Art. 6°
Eixos estratégicos:

I- atenção humanizada e
qualificada à gestação,
ao parto, ao nascimento
e ao recém-nascido;

II - aleitamento
materno e
alimentação
complementar
saudável;

21
Art. 6°
Eixos estratégicos:

III- Promoção e
acompanhamento do
crescimento e do
desenvolvimento IV - atenção integral
integral; a crianças com
agravos prevalentes
na infância e com
doenças crônicas;

22
Art. 6°
Eixos estratégicos:

V - atenção integral à criança VI - atenção à saúde de


em situação de violências, crianças com deficiência ou
prevenção de acidentes e em situações específicas e
promoção da cultura de paz; de vulnerabilidade;

VII - vigilância e prevenção do óbito infantil, fetal e materno;

23
Art 7°
Ações estratégicas qualificada à gestação, ao
parto, ao nascimento e ao recém-nascido:

I - Prevenção da transmissão vertical do HIV e da sífilis;

II - Capacitação dos profissionais de enfermagem e médicos para


prevenção da asfixia neonatal e das parteiras tradicionais;

III - Atenção humanizada ao recém-nascido prematuro e de baixo


peso, com a utilização do "Método Canguru";

24
Art 7°
Ações estratégicas qualificada à gestação, ao parto,
ao nascimento e ao recém-nascido:

IV - Qualificação da atenção neonatal na rede de saúde


materna, neonatal e infantil, com especial atenção aos
recém-nascidos graves ou potencialmente graves,
internados em Unidades Neonatais:
Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN)
Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal
Convencional (UCINCo)
Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal
Canguru (UCINCa);

25
Art 7°
Ações estratégicas qualificada à gestação, ao
parto, ao nascimento e ao recém-nascido:

V - Alta qualificada do recém-nascido da


maternidade, com vinculação da dupla
mãe-bebê à Atenção Básica, de forma
precoce, para continuidade do cuidado.

VI - O seguimento do recém-nascido de
risco, após a alta da maternidade, de
forma compartilhada entre a Atenção
Especializada e a Atenção Básica;

VII - Triagens neonatais universais.

26
Art. 8°
Ações estratégicas do eixo de aleitamento materno e alimentação
complementar saudável:

I - Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC);


II - Estratégia Nacional para Promoção do
Aleitamento Materno e Alimentação
Complementar Saudável no SUS - Estratégia
Amamenta e Alimenta Brasil (EAAB);
III - a Mulher Trabalhadora que Amamenta (MTA).

27
Art. 8°
Ações estratégicas do eixo de aleitamento materno e alimentação
complementar saudável:

IV - Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano;


V - Implementação da Norma Brasileira de
Comercialização de Alimentos para Lactentes, para
Crianças de Primeira Infância, Bicos Chupetas e
Mamadeiras (NBCAL);
VI - Mobilização social em aleitamento materno.

28
Art. 9°
Ações estratégicas do eixo de promoção e acompanhamento do
crescimento e do desenvolvimento integral:

I- Disponibilização da
"Caderneta de Saúde da
Criança", com atualização
periódica de seu conteúdo; II - Qualificação do
acompanhamento do
crescimento e
desenvolvimento da
primeira infância pela
Atenção
Básica à Saúde;

29
Art. 9°
Ações estratégicas do eixo de promoção e acompanhamento do
crescimento e do desenvolvimento integral:

III - Comitê de Especialistas e


de Mobilização Social para o
Desenvolvimento Integral da
Primeira Infância; IV - Apoio à
implementação do Plano
Nacional pela Primeira
Infância.

30
Art. 10°
Eixo de atenção integral a crianças com
agravos prevalentes na infância e doenças crônicas

I- a Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na


Infância (AIDPI);

II - a construção de diretrizes de atenção e linhas de


cuidado.

III - o fomento da atenção e internação domiciliar

31
Art. 11°
Eixo de atenção integral à criança em situações de violências,
prevenção de acidentes e promoção de cultura e paz

I - o fomento à organização e qualificação dos


serviços especializados para atenção integral a
crianças e suas famílias em situação de violência
sexual;

II - a implementação da "Linha de Cuidado para a


Atenção Integral à Saúde de Crianças, Adolescentes
e suas Famílias em Situação de Violência";

32
Art. 11°
Eixo de atenção integral à criança em situações de violências,
prevenção de acidentes e promoção de cultura e paz

III - a articulação de ações intrassetoriais e


intersetoriais de prevenção de acidentes,
violências e promoção da cultura de paz;

33
Art. 11°
Eixo de atenção integral à criança em situações de violências,
prevenção de acidentes e promoção de cultura e paz

IIV - o apoio à implementação de protocolos, planos e


outros compromissos sobre o enfrentamento às
violações de direitos da criança pactuados com
instituições governamentais e não-governamentais, que
compõem o Sistema de Garantia de Direitos.

34
Art. 12°
Eixo de atenção à saúde de crianças com deficiência ou em
situações específicas e de vulnerabilidade:

I - a articulação e intensificação de ações para inclusão, nas redes


temáticas, de crianças:
com deficiências;
indígenas;
negras;
quilombolas;
do campo;
das águas e da floresta;
crianças em situação de rua;
entre outras.

35
Art. 12°
Eixo de atenção à saúde de crianças com deficiência ou em
situações específicas e de vulnerabilidade:

II - o apoio à implementação do protocolo nacional para a


proteção integral de crianças e adolescentes em situação de
risco e desastres; e

III - o apoio à implementação das diretrizes para atenção integral


à saúde de crianças e adolescentes em situação de trabalho
infantil.

36
Art. 13°

Os comitês de vigilância do óbito materno,


fetal e infantil em âmbito local são ações
estratégicas do eixo de vigilância e prevenção
do óbito infantil, fetal e materno.

37
Art. 14°

A PNAISC se organiza a partir da Rede de Atenção à Saúde e


de seus eixos estratégicos, em especial aquelas
desenvolvidas na rede de saúde materna neonatal e infantil e
na atenção básica, está como coordenadora do cuidado no
território.

38
Art. 15°
Compete ao Ministério da Saúde:

I - articular e apoiar a implementação da PNAISC,


em parceria com os gestores estaduais e municipais
de saúde, o alinhamento das ações e serviços de
saúde da criança.

39
Art. 15°
Compete ao Ministério da Saúde:

II - desenvolver ações de mobilização


social;
informação;
educação;
comunicação;

40
Art. 15°
Compete ao Ministério da Saúde:

III - propor diretrizes, normas,


linhas de cuidado e
metodologias específicas
necessárias à implementação da
PNAISC;

41
Art. 15°
Compete ao Ministério da Saúde:

IV - prestar assessoria técnica e


apoio institucional aos Estados,
ao Distrito Federal e aos
Municípios; V- promover a capacitação
e educação permanente
dos profissionais de saúde,
em parceria com
instituições de ensino e
pesquisa

42
Art. 15°
Compete ao Ministério da Saúde:

VI - fomentar a qualificação de serviços


como centros de apoio e formação em
boas práticas em saúde da criança;

43
Art. 15°
Compete ao Ministério da Saúde:

VII - monitorar e avaliar os indicadores e as metas


nacionais relativas à saúde da criança;

VIII - apoiar e fomentar a realização de pesquisas


consideradas estratégicas no contexto da PNAISC;

44
Art. 15°
Compete ao Ministério da Saúde:

IX - promover articulação intersetorial


e interinstitucional com os diversos
setores e instituições governamentais
e não governamentais, com
organismos internacionais;

45
Art. 15°
Compete ao Ministério da Saúde:

X - estimular, apoiar e participar do processo de


discussão sobre as ações de atenção integral à
saúde da criança nas redes temáticas de atenção à
saúde; e

46
Art. 15°
Compete ao Ministério da Saúde:

XI - designar e apoiar sua respectiva representação política


nos fóruns, colegiados e conselhos nacionais, em especial no
Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente
(CONANDA).

47
Art. 16°
Compete às Secretarias de Saúde dos Estados e do
Distrito Federal:

I - coordenar a implementação da PNAISC no âmbito


do seu território, respeitando as diretrizes do
Ministério da Saúde e promovendo as adequações
necessárias;

48
Art. 16°
Compete às Secretarias de Saúde dos Estados e do
Distrito Federal:

II - desenvolver ações de mobilização


social,
informação,
educação,
comunicação,
no âmbito estadual e distrital;

49
Art. 16°
Compete às Secretarias de Saúde dos Estados e do Distrito Federal:

III - Prestar assessoria técnica e


IV - promover a capacitação e
apoio institucional aos
educação permanente dos
Municípios e às regiões de
profissionais de saúde;
saúde;

50
Art. 16°
Compete às Secretarias de Saúde dos Estados e do
Distrito Federal:

V - monitorar e avaliar os
indicadores e as metas estaduais e
distritais relativas à saúde da
criança;

51
Art. 16°
Compete às Secretarias de Saúde dos Estados e do
Distrito Federal:

VI - promover articulação intersetorial e


interinstitucional com os diversos setores e
instituições governamentais e não
governamentais, com organismos
internacionais;

52
Art. 16°
Compete às Secretarias de Saúde dos Estados e do
Distrito Federal:

VII - estimular, apoiar e participar do processo de


discussão sobre as ações de atenção integral à saúde
da criança nas redes temáticas de atenção à saúde; e

VIII - designar e apoiar sua respectiva representação


política nos fóruns, colegiados e conselhos estaduais
envolvidos com a temática da saúde da criança;

53
Art. 17°
Compete às Secretarias de Saúde dos Municípios;

I - implantar/implementar a
PNAISC, no âmbito do seu território,
respeitando suas diretrizes e
promovendo as adequações
necessárias;

54
Art. 17°
Compete às Secretarias de Saúde dos Municípios

II - promover a capacitação III - monitorar e


e educação permanente dos avaliar os indicadores
profissionais de saúde; e as metas
municipais relativas à
saúde da criança,
estabelecidas no
Plano Municipal de
Saúde;

55
Art. 17°
Compete às Secretarias de Saúde dos Municípios;

IV - promover parcerias intersetoriais e


interinstitucionais com os diversos setores e
instituições governamentais e não
governamentais e com organismos
internacionais;

56
Art. 17°
Compete às Secretarias de Saúde dos Municípios:

V - fortalecer a participação e o
controle social no planejamento,
execução, monitoramento e avaliação
de programas e ações de atenção
integral à saúde da criança; e

57
Art. 17°
Compete às Secretarias de Saúde dos Municípios;

ireitos daC
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an
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VI - designar e apoiar sua respectiva

e
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do Ad
representação política nos fóruns,

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colegiados e conselhos municipais.

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Co

58
Art. 18°
O financiamento da PNAISC é de responsabilidade
tripartite, de acordo com pactuação nas instâncias
colegiadas de gestão do SUS.

59
Art. 19°

O processo de monitoramento e avaliação da PNAISC


ocorrerá de acordo com as pactuações realizadas nas
instâncias colegiadas de gestão do SUS.

Parágrafo único;

O monitoramento e a avaliação deverão considerar os indicadores de


atenção à saúde da criança em âmbito federal, estadual, do Distrito
Federal e municipal.

60
Acesse para saber
mais informações
Art. 20°

A PNAISC contará com documento orientador para sua


implementação a ser disponibilizado pela Coordenação-
Geral de Saúde da Criança e Aleitamento Materno
(CGSCAM/DAPES/SAS/MS) no sítio eletrônico
[Link]/crianca.

Art. 21°
Esta Portaria entra em vigor em 05 de agosto de 2015.

61
Referências Consultadas
Este álbum seriado foi elaborado com fundamentos nas
Políticas Nacionais de Saúde:

Brasil. Ministério da Saúde. Portaria nº 1130, de 05 de agosto de 2015. Institui a Política
Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC) no âmbito do Sistema Único
de Saúde (SUS).. Brasília: Ministério da Saúde, 2015.

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações


Programáticas Estratégicas. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança :
orientações para implementação. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Brasília: Ministério da Saúde, 2018.
180p.
62
Álbum Seriado elaborado por discentes e docentes da Universidade do Estado do
Pará (UEPA). É um produto do Projeto de Ensino Institucionalizado (Resolução
Nº3915/2022 - CONSUN, 26 de Outubro de 2022) intitulado “Desenvolvimento de
tecnologias educacionais voltadas para as políticas públicas em saúde: uma visão
dos acadêmicos do Curso de Fisioterapia”.

Apoio:
Universidade do Estado do Pará - UEPA
Pró-reitoria de Graduação - PROGRAD
Centro de Ciências Biológicas e da Saúde - CCBS
Grupo de Pesquisa - Saúde, Ambiente e Movimento na Amazônia - SAMOVA

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