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2 - Control de Humos en Edificiod

O documento aborda o controle de fumaça e segurança contra incêndios em edifícios, destacando a proteção de ocupantes e bens materiais. Apresenta métodos de avaliação de risco de incêndio, categorização de locais de risco e medidas de mitigação. Também discute o desenvolvimento de incêndios, combustão de materiais e a importância da ventilação e escoamento em compartimentos.

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2 - Control de Humos en Edificiod

O documento aborda o controle de fumaça e segurança contra incêndios em edifícios, destacando a proteção de ocupantes e bens materiais. Apresenta métodos de avaliação de risco de incêndio, categorização de locais de risco e medidas de mitigação. Também discute o desenvolvimento de incêndios, combustão de materiais e a importância da ventilação e escoamento em compartimentos.

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Controlo de fumo em

edifícios

João Carlos Viegas


Segurança contra incêndio em edifícios

>Protecção das pessoas


Ocupantes do edifício
Agentes das equipas de combate ao incêndio

>Salvaguarda dos bens materiais


Avaliação do risco de incêndio em edifícios
(exemplo: Método de Gretner)
P
R = A×B B=
N × S× F
> R – Risco de incêndio
> A – Probabilidade de ignição
> B – Severidade do incêndio
> P – Potencial de risco (reflecte a carga de incêndio e as
características do edifício)
> N – Medidas de protecção correntes
> S – Medidas de protecção especiais
> F – resistência do edifício ao fogo
Mitigação prescritiva do risco de incêndio
> Medidas de mitigação
Carga de incêndio
o Limitação
o Fraccionamento
> Definição do potencial
convencional de risco Edificação
o Resistência à temperatura
Definição do cenário de o Limitação da propagação de incêndio
incêndio


o Limitação do escoamento do fumo
o Utilização-tipo do edifício
o Identificação dos locais de risco
Detecção e alarme
(carga de incêndio) Evacuação dos ocupantes
Consideração das o Sinalização e iluminação
consequências (categoria o Dimensionamento dos caminhos
de risco) o Protecção
o Altura do edifício Meios de extinção
o Identificação dos locais o 1ª intervenção
(ocupação humana) o (Acesso dos bombeiros)
o 2ª intervenção
o Meios automáticos
Utilizações-tipo

>É a classificação do uso dominante de qualquer


edifício ou recinto, incluindo os estacionamentos,
os diversos tipos de estabelecimentos que
recebem público, os industriais, oficinas e
armazéns.
Utilizações-tipo

> Tipo I «habitacionais»;


> Tipo II «estacionamentos»;
> Tipo III «administrativos»;
> Tipo IV «escolares»;
> Tipo V «hospitalares e lares de idosos»;
> Tipo VI «espectáculos e reuniões públicas»;
> Tipo VII «hoteleiros e restauração»;
> Tipo VIII «comerciais e gares de transportes»;
> Tipo IX «desportivos e de lazer»;
> Tipo X «museus e galerias de arte»;
> Tipo XI «bibliotecas e arquivos»;
> Tipo XII «industriais, oficinas e armazéns».
Local de risco

>Consiste na classificação de qualquer área de um


edifício ou recinto, em função da natureza do
risco de incêndio, com excepção dos espaços
interiores de cada fogo e das vias horizontais e
verticais de evacuação.
Local de risco A

>Local que não apresenta riscos especiais, no qual


se verifiquem simultaneamente as seguintes
condições:
i) O efectivo não exceda 100 pessoas;
ii) O efectivo de público não exceda 50 pessoas;
iii) Mais de 90 % dos ocupantes não se encontrem
limitados na mobilidade ou nas capacidades de percepção
e reacção a um alarme;
iv) As actividades nele exercidas ou os produtos,
materiais e equipamentos que contém não envolvam
riscos agravados de incêndio;
Local de risco B

>Local acessível ao público ou ao pessoal afecto ao


estabelecimento, com um efectivo superior a 100
pessoas ou um efectivo de público superior a 50
pessoas, no qual se verifiquem simultaneamente
as seguintes condições:
i) Mais de 90 % dos ocupantes não se encontrem
limitados na mobilidade ou nas capacidades de percepção
e reacção a um alarme;
ii) As actividades nele exercidas ou os produtos,
materiais e equipamentos que contém não envolvam
riscos agravados de incêndio;
Locais de risco C e D

> Local de risco C — local que apresenta riscos agravados de


eclosão e de desenvolvimento de incêndio devido, quer às
actividades nele desenvolvidas, quer às características dos
produtos, materiais ou equipamentos nele existentes,
designadamente à carga de incêndio;

> Local de risco D — local de um estabelecimento com


permanência de pessoas acamadas ou destinado a receber
crianças com idade não superior a seis anos ou pessoas
limitadas na mobilidade ou nas capacidades de percepção e
reacção a um alarme;
Locais de risco E e F

> Local de risco E — local de um estabelecimento destinado a


dormida, em que as pessoas não apresentem as limitações
indicadas nos locais de risco D;

> Local de risco F — local que possua meios e sistemas


essenciais à continuidade de actividades sociais relevantes,
nomeadamente os centros nevrálgicos de comunicação,
comando e controlo.
Enumeração de locais de risco C

> a) Oficinas de manutenção e reparação:


i) Sejam destinadas a carpintaria;
ii) Sejam utilizadas chamas nuas, aparelhos envolvendo projecção de
faíscas ou elementos incandescentes em contacto com o ar associados
à presença de materiais facilmente inflamáveis;

> b) Farmácias, laboratórios, oficinas e outros locais onde sejam


produzidos, depositados, armazenados ou manipulados líquidos
inflamáveis em quantidade superior a 10 l;

> c) Cozinhas em que sejam instalados aparelhos, ou grupos de


aparelhos, para confecção de alimentos ou sua conservação, com
potência total útil superior a 20 kW, com excepção das incluídas no
interior das habitações;
Enumeração de locais de risco C

> d) Locais de confecção de alimentos que recorram a combustíveis


sólidos;

> e) Lavandarias e rouparias com área superior a 50 m2 em que


sejam instalados aparelhos, ou grupos de aparelhos, para
lavagem, secagem ou engomagem, com potência total útil superior
a 20 kW;

> f) Instalações de frio para conservação cujos aparelhos possuam


potência total útil superior a 70 kW;

> g) Arquivos, depósitos, armazéns e arrecadações de produtos ou


material diverso com volume superior a 100 m3;

> h) Reprografias com área superior a 50 m2;


Enumeração de locais de risco C

> i) Locais de recolha de contentores ou de compactadores de lixo


com capacidade total superior a 10 m3;

> j) Locais afectos a serviços técnicos em que sejam instalados


equipamentos eléctricos, electromecânicos ou térmicos com
potência total superior a 70 kW, ou armazenados combustíveis;

> l) Locais de pintura e aplicação de vernizes;

> m) Centrais de incineração;


Enumeração de locais de risco C

> n) Locais cobertos de estacionamento de veículos com área


compreendida entre 50 m2 e 200 m2, com excepção dos
estacionamentos individuais, em edifícios destinados à utilização-
tipo I “habitação”;

> o) Outros locais que possuam uma densidade de carga de incêndio


modificada superior a 1000 MJ/m2 de área útil, associada à
presença de materiais facilmente inflamáveis e, ainda, os que
comportem riscos de explosão.
Enumeração de locais de risco F

> Centros de controlo de tráfego rodoviário, ferroviário, marítimo ou


aéreo;

> Centros de gestão, coordenação ou despacho de serviços de


emergência, tais como centrais 112, centros de operações de
socorro e centros de orientação de doentes urgentes;

> Centros de comando e controlo de serviços públicos ou privados de


distribuição de água, gás e energia eléctrica;

> Centrais de comunicações das redes públicas;

> Centros de processamento e armazenamento de dados


informáticos de serviços públicos com interesse social relevante;

> Postos de segurança.


Categoria de risco

>Consiste na classificação em quatro níveis de risco


de incêndio de qualquer utilização-piso de um
edifício e recinto, atendendo a diversos factores
de risco, como a sua altura, o efectivo, o efectivo
em locais de risco, a carga de incêndio e a
existência de pisos abaixo do plano de referência.
Categorias e factores do risco

> Utilização-tipo I “habitação” — altura da utilização-tipo e número


de pisos abaixo do plano de referência;

> Utilização-tipo II “estacionamento” — espaço coberto ou ao ar


livre, altura da utilização-tipo, número de pisos abaixo do plano de
referência e a área bruta;

> Utilizações-tipo III “administrativos” e X “museus e galerias de


arte” — altura da utilização-tipo e efectivo;

> Utilizações-tipo IV “escolares” , V “hospitalares” e VII “hoteleiros”


— altura da utilização-tipo, efectivo, efectivo em locais de tipo D
ou E e, apenas para a 1.ª categoria, saída independente directa ao
exterior de locais do tipo D ou E, ao nível do plano de referência;
Categorias e factores do risco

> Utilizações-tipo VI “espectáculos” e IX “desportivos” — espaço


coberto ou ao ar livre, altura da utilização-tipo, número de pisos
abaixo do plano de referência e efectivo;

> Utilização-tipo VIII “comerciais e gares” — altura da utilização-


tipo, número de pisos abaixo do plano de referência e efectivo;

> Utilização-tipo XI “bibliotecas” — altura da utilização-tipo, número


de pisos abaixo do plano de referência, efectivo e carga de
incêndio, calculada com base no valor de densidade de carga de
incêndio modificada;

> Utilização-tipo XII “industriais e armazéns”— espaço coberto ou ao


ar livre, número de pisos abaixo do plano de referência e
densidade de carga de incêndio modificada.
Combustão de um sofá e de uma cómoda
4000

3500

3000
Potência calorífica [kW]

2500
sofa
comoda
2000

1500

1000

500

0
0 200 400 600 800 1000 1200
Tempo [s]
Combustão de um colchão
1800

1600

1400
Potência calorífica libertada [kW]

1200

1000
Ignição no centro
Ignição no canto
800

600

400

200

0
0 500 1000 1500 2000 2500
Tempo [s]
Combustão de um posto de trabalho
1800

1600

1400
Potência calorífica libertada [kW]

1200

1000

800

600

400

200

0
0 500 1000 1500 2000 2500
Tempo [s]
Dados sobre a combustão

>Building and Fire Research Laboratory

>http://www.nist.gov
Potência calorífica libertada
Combustão

o Os vapores libertados, se houver ignição, queimam, ocorrendo uma


combustão com chama.

o Os vapores libertados, na ausência de uma fonte de ignição, não


sofrem um processo de combustão. O processo de vaporização pode
ser endotérmico ou exotérmico, podendo assim ser autosustentado.
Vaporização do combustível

>Vaporização sem combustão

q& e − q& r
G nf =
&
L
Gnf - caudal mássico de vapores
qe - fluxo de calor externo
qr - fluxo de calor perdido por radiação
L - calor de gaseificação do material
Vaporização do combustível

>Combustão

& = &
q e + &
q c − &
q r
G f
L
Gnf - caudal mássico de vapores
qe - fluxo de calor externo
qr - fluxo de calor perdido por radiação
qc - fluxo de calor transmitido pela chama
L - calor de gaseificação do material
Vaporização do combustível

Quadro I – Calor de gaseificação e fluxo de calor perdido por radiação

Material Calor de gaseificação L Perda de calor por radiação


[kJ/g] q& r [kW/m²]
Madeira (Douglas fir) 1,82 11
Polimetilmetacrilato 1,63 11
Polipropileno 2,03 18
Polietileno/36% Cl 2,95 12
Polietileno/25% Cl 2,12 12
PVC 1,68 10
Caudal de fumo
60

5,3 ×10 −4 (h − d ) Q 3f 5
MP =
ρ
[m / s]
3

50

40
6
Caudal [m3/s]

5
4
30
3
2
1
20

10

0
0 1 2 3 4 5 6 7 8
Altura da pluma[m]
Desenvolvimento de um incêndio confinado

> Ignição

> Período de crescimento; fase em que ocorre a evacuação

> Incêndio completamente desenvolvido (flashover)

> Período de extinção


Desenvolvimento de um incêndio confinado
Desenvolvimento de um incêndio confinado
>Pode ocorrer o seguinte:

o se não existem quaisquer outros materiais


combustíveis na proximidade, o foco de incêndio pode
extinguir-se;

o se a permeabilidade ao ar da envolvente for alta, o


foco de incêndio desenvolve-se.

& =m
Q & c ∆H
Desenvolvimento de um incêndio confinado
>Pode ocorrer o seguinte:

o se a permeabilidade ao ar baixa, o crescimento do foco


de incêndio é condicionado pela ventilação;

∆H
Q=m
& & ar
r
Desenvolvimento de um incêndio confinado

>Trocas de calor por radiação

aquecimento generalizado
incremento da taxa de combustão
inflamação de outros materiais
combustão generalizada
o temperatura entre 450ºC e 600ºC (aprox. 20 kW/m2)
Escoamento num compartimento
Escoamento num compartimento
Escoamento num compartimento
Escoamento num compartimento
Escoamento para compartimentos vizinhos
Escoamento num compartimento

>Processos mais relevantes:


convecção limitada pela forma e dimensões do
compartimento
envolvimento de ar novo na pluma
trocas de calor por radiação
interferência das paredes com o escoamento
Escoamento num compartimento

>Influência das aberturas

>Influência da posição da fonte de calor

>Influência da dimensão do compartimento


Instalação experimental
Evolução da temperatura
C aso 3 - Coluna B

3.0

2.5

2.0 00:10
prev 00:10
00:20
Cota [m]

1.5 prev 00:20


00:30
prev 00:30
1.0 01:00
prev 01:00
02:00
0.5 prev 02:00
30:00
prev 30:00
0.0
0 50 100 150 200 250
T em peratura [ºC]
Previsão do campo de temperatura na sala
Previsão do campo de velocidade na sala
Velocidade do escoamento na porta
2.5

1.5
Cota [m]

30:00
0.5
pre 30:00

0
-1 -0.5 0 0.5 1 1.5 2 2.5 3
Velocidades [m/s]
Temperatura do escoamento na porta
Caso 3 - Coluna J
3.0

2.5

2.0
C ota [m]

1.5
00:10
previsão 10
1.0 00:30
previsão 30
01:00
previsão 60
0.5
30:00
previsão 1800

0.0
0 50 100 150 200 250
T emperatura [ºC ]
Temperatura do escoamento no corredor
(junto da porta) Caso 3A - Coluna L
3.0

2.5

2.0
C ota [m]

00:10
1.5 prev 00:10
00:30
prev 00:30
1.0 01:00
prev 01:00
30:00
prev 30:00
0.5

0.0
0 50 100 150 200 250
T emperatura [ºC ]
Temperatura do escoamento no corredor (a
meio) Caso 3A - Coluna I
3.0

2.5

2.0
C ota [m]

00:10
1.5
prev 00:10
00:30
prev 00:30
1.0 01:00
prev 01:00
30:00

0.5 prev 30:00

0.0
0 50 100 150 200 250
T emperatura [ºC ]
Previsão do campo de temperatura no
corredor
Previsão do campo de velocidade no
corredor
Variação da pressão dentro e fora de um
compartimento a temperatura uniforme
3

2.5

2
Cota [m]

1.5
to
t1
1

0.5

0
100960 100965 100970 100975 100980 100985 100990 100995 101000
Pressão [Pa]
Escoamento através de aberturas

2  T 
u= 2g − 1H
3  T∞ 
Escoamento através de aberturas
2 1 T∞  T∞ 
& =
m ρ ∞ 2g  1 −  A H
3 ξ T  T 
2
1,8
Caudal mássico [kg/s]
1,6
1,4
1,2
1
0,8
0,6
0,4
0,2
0
0 500 1000 1500 2000
Temperatura [K]
Fumo proveniente de incêndios

> Quais as consequências? > Porque apresenta estes


Dificulta a evacuação problemas?
Impossibilita o combate eficaz Obscurece a visão
ao fogo Emite calor por radiação
É a maior causa de morte Integra gases tóxicos
(80%) Teor de oxigénio reduzido
2/3 das mortes ocorrem fora do
compartimento de origem do > Qual o efeito sobre o incêndio?
incêndio
Aumenta a temperatura
Acelera a combustão
Facilita a propagação
Critérios de sobrevivência

>Altura da zona fria (espaço livre de fumos) > 0,90 m


>Temperatura na zona fria < 80ºC
>Temperatura dos gases na camada quente < 180ºC.
>Existência de gases tóxicos em concentrações não-letais
>Concentração de oxigénio suficiente para a respiração
dos ocupantes
Acção do fluxo de calor radiado
sobre a pele 5
−1, 35
 F 
4.5
t dor = 85 ×  
 1000 
4
−1, 35
 F 
Fluxo de calor radiado [kW]

3.5 t queima = 223×  


 1000 
3

2.5

1.5 t_dor
t_queimadura
1

0.5

0
0 50 100 150 200 250 300 350 400 450 500 550 600
Tempo [s]
Concentração-limite de substâncias

Substância Exposição de 5 minutos Exposição de 30 minutos


Incapacitação Morte Incapacitação Morte
CO (ppm) 6000-8000 12000-16000 1400-1700 2500-4000
HCN (ppm) 150-200 250-400 90-120 170-230
CO2 (%) 7-8 >10 6-7 >9
HCl (ppm) 12000-16000 2000-4000
O2 (%) <10-13 <5 <12 <6-7
Condições de segurança dos ocupantes

∆t perigo ≥ ∆t det ecçao + ∆t alarme + ∆t evacuaçao

> Δtperigo – intervalo de tempo findo o qual podem ocorrer condições


letais para os ocupantes

> Os meios de mitigação do risco de incêndio têm por


objectivo forçar o cumprimento da inequação
Condições de segurança

>Regulamentação prevê:
definição de caminhos de evacuação
protecção dos caminhos de evacuação
o contra a acção directa do fogo
o contra o escoamento do fumo

>O escoamento do fumo ocorre numa fase prematura!!!


Condições de segurança

>Controlo de fumo

retarda incremento da temperatura


retarda aquecimento dos combustíveis
devem existir meios de activação/desactivação ao serviço dos
bombeiros
Acções que promovem o movimento do
fumo
>Impulsão
3

2.5

2
Cota [m]

1.5
to
t1
1

0.5

0
100960 100965 100970 100975 100980 100985 100990 100995 101000
Pressão [Pa]
Acções que promovem o movimento do
fumo
>Efeito de chaminé
Acções que promovem o movimento do
fumo
>Expansão térmica

Importante em espaços “estanques”

“Dilatação” do ar
Acções que promovem o movimento do
fumo
>Acção do vento
Acções que promovem o movimento do
fumo
>Acção do vento
Ação do vento
> Zonamento do território
> Rugosidade do terreno
> Cota da janela

67
Acções que promovem o movimento do
fumo
>Sistemas de ventilação e de ar condicionado
As infiltrações indesejáveis de fumo na rede de ar condicionado
ou de ventilação podem ser originadas da forma seguinte:
o a) a admissão do ar parcialmente recirculado no sistema é feita a partir
de um local contaminado por fumo;
o b) localmente a pressão dos gases quentes junto das grelhas de saída
do ar do sistema é superior à pressão de saída do ar da conduta.

Fornecimento do ar fresco através de bocas colocadas próximo


do tecto

Estes sistemas mecânicos devem ser imediatamente parados


assim que se verifica a ocorrência de um incêndio.
Técnicas de controlo de fumo

>Os meios de desenfumagem são tanto mais eficazes


quanto mais próximo do foco de incêndio é feita a
extracção dos gases.
>Os meios de desenfumagem só são verdadeiramente
eficazes quando postos em funcionamento
atempadamente
Técnicas de controlo de fumo

>Varrimento
Técnicas de controlo de fumo

>Hierarquia de pressão
Exigência de controlo de fumo
> As vias verticais de evacuação enclausuradas;
> As câmaras corta-fogo;
> As vias horizontais:
a) Vias, incluindo átrios, integradas nas comunicações comuns a
diversas fracções ou utilizações-tipo da 3.ª e 4.ª categoria de risco ou
quando o seu comprimento exceda 30 m;
b) Vias cujo comprimento seja superior a 10 m, compreendidas em
pisos com uma altura acima do plano de referência superior a 28 m ou
em pisos abaixo daquele plano;
c) Vias incluídas nos caminhos horizontais de evacuação de locais de
risco B, nos casos em que esse locais não disponham de vias
alternativas;
d) Vias incluídas nos caminhos horizontais de evacuação de locais de
risco D;
e) Vias, ou troços de via, em impasse com comprimento superior a 10
m, excepto se todos os locais dispuserem de saídas para outras vias de
evacuação;
f) Galerias fechadas de ligação entre edifícios independentes ou entre
corpos do mesmo edifício.
Exigência de controlo de fumo

> Os pisos situados no subsolo, desde que sejam acessíveis a público


ou que tenham área superior a 200 m2, independentemente da
sua ocupação;
> Os locais de risco B com efectivo superior a 500 pessoas;
> Os locais de risco C;
> As cozinhas ligadas a salas de refeições;
> Os átrios e corredores adjacentes a pátios interiores, no caso de
serem cobertos;
> Os espaços cobertos afectos à utilização-tipo II “estacionamentos”;
> Os espaços afectos à utilização-tipo XII “industriais e armazéns”;
> Os espaços cénicos isoláveis.
Sistemas de controlo de fumo

>Locais amplos de grande pé-direito


A envolvente não oferece resistência à passagem do ar
Normalmente usam-se sistemas passivos
Nem sempre há aberturas de admissão do ar
Cantonamento
Sistemas de controlo de fumo

>Locais amplos de grande pé-direito


Sistemas de controlo de fumo

>Locais amplos de grande pé-direito


Objectivo dos ensaios

> Avaliação da evolução das condições que ocorrem em edifícios


durante os incêndios e da sua implicação na segurança dos
ocupantes dos edifícios e na salvaguarda dos bens.

> Estabelecimento de uma metodologia de validação, apoiada nos


ensaios, que permita evidenciar qualitativamente e
quantitativamente o desempenho de programas de computador na
simulação de cenários de incêndio
Instalação experimental
Controlo de fumos nos pátios interiores
Caso 6 - Coluna C
3.0

2.5

2.0
00:10
prev 00:10
Cota [m]

00:20
1.5
prev 00:20
00:30
prev 00:30
1.0 01:00
prev 01:00
02:00
0.5 prev 02:00
30:00
prev 30:00

0.0
0 50 100 150 200 250 300 350
Temperatura [ºC]

Caso 7 - Coluna J
Caso 7 - Coluna C 3.0
3.0

2.5
2.5

2.0 2.0
00:10
00:10
prev 00:10 prev 00:10

Cota [m]
Cota [m]

00:20 00:20
1.5 1.5
prev 00:20 prev 00:20
00:30 00:30
prev 00:30 prev 00:30
1.0 01:00 1.0 01:00
prev 01:00 prev 01:00
02:00 02:00
prev 02:00 0.5 prev 02:00
0.5
30:00 30:00
prev 30:00 prev 30:00

0.0 0.0
0 50 100 150 200 250 300 350 0 50 100 150 200 250
Temperatura [ºC] Temperatura [ºC]
Controlo de fumos nos pátios interiores
•Caso 7

•Caso 6
Controlo de fumos nos pátios interiores
•Caso 7

•Caso 6
Simulação Tempo 2 s
Y

•Cenário 6 Z X

TEMPERAT
300
275
250
Y
2 225
200
175
150

Y
X 125
Z 1
100
75
50
TEMPERAT 25
0 0
300
0
275 1
250 1
2 225 2 Z
200 X 2
175 3
3
150
Y

125
1
100
75
50
25
0 0

•Cenário 7
0
1
1
2 Z
X 2

3
3
Simulação Tempo 4 s
Y

•Cenário 6 Z X

TEMPERAT
300
275
250
Y
2 225
200
175
150

Y
X 125
Z 1
100
75
50
TEMPERAT 25
0 0
300
0
275 1
250 1
2 225 2 Z
200 X 2

175 3
3
150
Y

125
1
100
75
50
25
0 0

•Cenário 7
0
1
1
2 Z
X 2

3
3
Simulação Tempo 7 s
Y

•Cenário 6 Z X

TEMPERAT
300
275
250
Y
2 225
200
175
150

Y
X 125
Z 1
100
75
50
TEMPERAT 25
0 0
300
0
275 1
250 1
2 225 2 Z
200 X 2

175 3
3
150
Y

125
1
100
75
50
25
0 0

•Cenário 7
0
1
1
2 Z
X 2

3
3
Simulação Tempo 10 s
Y

•Cenário 6 Z X

TEMPERAT
300
275
250
Y
2 225
200
175
150

Y
X 125
Z 1
100
75
50
TEMPERAT 25
0 0
300
0
275 1
250 1
2 225 2 Z
200 X 2

175 3
3
150
Y

125
1
100
75
50
25
0 0

•Cenário 7
0
1
1
2 Z
X 2

3
3
Simulação Tempo 13 s
Y

•Cenário 6 Z X

TEMPERAT
300
275
250
Y
2 225
200
175
150

Y
X 125
Z 1
100
75
50
TEMPERAT 25
0 0
300
0
275 1
250 1
2 225 2 Z
200 X 2

175 3
3
150
Y

125
1
100
75
50
25
0 0

•Cenário 7
0
1
1
2 Z
X 2

3
3
Simulação Tempo 17 s
Y

•Cenário 6 Z X

TEMPERAT
300
275
250
Y
2 225
200
175
150

Y
X 125
Z 1
100
75
50
TEMPERAT 25
0 0
300
0
275 1
250 1
2 225 2 Z
200 X 2

175 3
3
150
Y

125
1
100
75
50
25
0 0

•Cenário 7
0
1
1
2 Z
X 2

3
3
Simulação Tempo 20 s
Y

•Cenário 6 Z X

TEMPERAT
300
275
250
Y
2 225
200
175
150

Y
X 125
Z 1
100
75
50
TEMPERAT 25
0 0
300
0
275 1
250 1
2 225 2 Z
200 X 2

175 3
3
150
Y

125
1
100
75
50
25
0 0

•Cenário 7
0
1
1
2 Z
X 2

3
3
Simulação Tempo 25 s
Y

•Cenário 6 Z X

TEMPERAT
300
275
250
Y
2 225
200
175
150

Y
X 125
Z 1
100
75
50
TEMPERAT 25
0 0
300
0
275 1
250 1
2 225 2 Z
200 X 2

175 3
3
150
Y

125
1
100
75
50
25
0 0

•Cenário 7
0
1
1
2 Z
X 2

3
3
Simulação Tempo 30 s
Y

•Cenário 6 Z X

TEMPERAT
300
275
250
Y
2 225
200
175
150

Y
X 125
Z 1
100
75
50
TEMPERAT 25
0 0
300
0
275 1
250 1
2 225 2 Z
200 X 2

175 3
3
150
Y

125
1
100
75
50
25
0 0

•Cenário 7
0
1
1
2 Z
X 2

3
3
Simulação Tempo 40 s
Y

•Cenário 6 Z X

TEMPERAT
300
275
250
Y
2 225
200
175
150

Y
X 125
Z 1
100
75
50
TEMPERAT 25
0 0
300
0
275 1
250 1
2 225 2 Z
200 X 2

175 3
3
150
Y

125
1
100
75
50
25
0 0

•Cenário 7
0
1
1
2 Z
X 2

3
3
Simulação Tempo 1 min
Y

•Cenário 6 Z X

TEMPERAT
300
275
250
Y
2 225
200
175
150

Y
X 125
Z 1
100
75
50
TEMPERAT 25
0 0
300
0
275 1
250 1
2 225 2 Z
200 X 2

175 3
3
150
Y

125
1
100
75
50
25
0 0

•Cenário 7
0
1
1
2 Z
X 2

3
3
Simulação Tempo 2 min
Y

•Cenário 6 Z X

TEMPERAT
300
275
250
Y
2 225
200
175
150

Y
X 125
Z 1
100
75
50
TEMPERAT 25
0 0
300
0
275 1
250 1
2 225 2 Z
200 X 2
175 3
3
150
Y

125
1
100
75
50
25
0 0

•Cenário 7
0
1
1
2 Z
X 2

3
3
Simulação Tempo 30 min
Y

•Cenário 6 Z X

TEMPERAT
300
275
250
Y
2 225
200
175
150

Y
X 125
Z 1
100
75
50
TEMPERAT 25
0 0
300
0
275 1
250 1
2 225 2 Z
200 X 2

175 3
3
150
Y

125
1
100
75
50
25
0 0

•Cenário 7
0
1
1
2 Z
X 2

3
3
Sistemas de controlo de fumo

> Locais amplos de reduzido pé-direito


Não é possível usar painéis de cantonamento
Solução: compartimentação dos espaços
Aberturas posicionadas de forma a promover o varrimento
Usam-se correntemente sistemas mecânicos
o exaustão mecânica - admissão natural
o exaustão + insuflação mecânicas
caudal de exaustão 30% superior ao caudal de insuflação
hierarquia de pressões
Possibilidade de utilização de ventiladores de impulso
Controlo de fumos em parques de estacionamento
cobertos
Controlo de fumos em parques de
estacionamento cobertos
>Particularidades
Pequena estratificação
Eventuais pontos de estagnação do escoamento
Escoamento do fumo através da rampa de acesso
>Compartimentação
Acima do nível de referência: sectores de 6400 m²
Abaixo do nível de referência: sectores de 3200 m²
Vãos protegidos por portas de correr PC30
Controlo de fumos em parques de estacionamento
cobertos
Controlo de fumos em parques de estacionamento
cobertos
Controlo de fumos em parques de estacionamento
cobertos
Controlo de fumos em parques de estacionamento
cobertos
Sistemas de controlo de fumo em PEC

> Definição do cenário de incêndio (específico para


o controlo de fumo)
Incerteza devida à potencial utilização do parque e
condições de ocorrência do incêndio (características,
localização e número de veículos envolvidos, etc.)
Consideração de um cenário que represente um
equilíbrio entre a segurança e o custo das soluções de
engenharia
Sistemas de controlo de fumo em PEC

>Definição da solução construtiva do sistema tendo


em vista
Optimização dos meios (por exemplo, permitir a
transferência dos meios alocados às zonas não-afectadas
para o local sinistrado)
Redução dos custos através de
o Dispensa de meios desnecessários (por exemplo, na ventilação de
impulso dispensam-se as condutas)
o Agrupamento dos dispositivos (privilegiar a utilização de um número
reduzido de ventiladores de grandes dimensões em detrimento de
um número mais alargado de ventiladores mais pequenos)
o Adopção de medidas compensatórias para que seja atingido o
mesmo nível de segurança
Sistemas de controlo de fumo em PEC

>Dimensionamento do sistema com base na


previsão do escoamento do fumo por
Modelos integrais
Modelos de campo
>A um maior investimento no tempo de cálculo
corresponde uma redução da incerteza no
resultado final
Zonamento virtual do PEC
Planta da zona simulada
Simulação de incêndio
Z

X Y

10 m/s

250
225
200
175
150
125
100
75
50
25
Sistemas de controlo de fumo em PEC

>Execução dos sistemas


Maior detalhe no projecto corresponde a menores custos
da não-qualidade
Avaliação dos sistemas de controlo de fumo
em PEC
>Avaliação prévia do projecto
>Avaliação experimental do desempenho dos
sistema de controlo de fumo construído
Características do parque permitem a adopção de um
modelo isotérmico
Qualificação através de modelo com fonte de calor
Sistemas de controlo de fumo

>Locais de dimensões médias


Ventilação por meios activos ou meios passivos
Problema da destruição da estratificação
Implementação da técnica de varrimento
Compartimentação dos edifícios favorece o controlo de fumo
Normalmente a exaustão do fumo é feita por:
o aberturas nas paredes (problema do vento)
o condutas
Sistemas de controlo de fumo

>Locais de dimensões médias

Deve permitir evacuar os gases quentes sem que estes escoem


a compartimentos vizinhos.
Pode ocorrer uma limitação da entrada de ar fresco se a
insuflação for realizada por meios naturais.
Sistemas de controlo de fumo

>Locais de dimensões médias


A implementação de um sistema de desenfumagem num
compartimento de dimensões reduzidas ou médias só por si pode
não ser suficiente para evitar a propagação do fumo a locais
contíguos.
o Tal possibilidade aconselha que o problema da desenfumagem seja encarado
globalmente para uma zona do edifício bem definida e individualizada e não
para cada local "per si".
Sistemas de controlo de fumo

>Locais de dimensões médias


A desenfumagem de cada compartimento deve ser
compatibilizada com o sistema de desenfumagem das
circulações que com ele comunicam no sentido de
o ser estabelecida a hierarquia de pressões adequada ou
o os fluxos de ar desejáveis para o varrimento do fumo.
Sistemas de controlo de fumo

>Locais de dimensões médias


Sistemas de controlo de fumo

>Locais de dimensões médias


Sistemas de controlo de fumo

>Locais de dimensões médias


Extracção directa junto do foco de incêndio é vantajosa:
o a) ao executar a extracção do fumo junto do foco de incêndio o volume
de gás movimentado é menor;
o b) o fumo fica confinado à loja não provocando quaisquer danos nas
zonas limítrofes;
o c) quando ocorrem pequenos focos de incêndio, podem ser
controlados de forma a causarem inconvenientes menores à rotina do centro
comercial.
Sistemas de controlo de fumo

>Locais de dimensões médias


Todavia apresenta os seguintes inconvenientes:
o a) uma vez que o sistema de desenfumagem actua directamente no
espaço privado de cada proprietário podem surgir problemas quanto à
atribuição da competência relativa à manutenção regular do sistema;
o b) os elementos de decoração colocados no interior das lojas são mais
facilmente susceptíveis de afectar a eficácia do sistema;
Sistemas de controlo de fumo

>Locais de dimensões médias


o c) deve existir uma abertura que ponha em comunicação a loja com a
galeria, que tem de estar necessariamente aberta durante a operação do
sistema;
o d) este sistema de desenfumagem pode retardar a entrada em
funcionamento dos sprinklers, quando existam;
o e) sistema de desenfumagem e o respectivo controle são complexos e,
consequentemente, caros e pouco fiáveis;
Sistemas de controlo de fumo

>Locais de dimensões médias


o f) o sistema pode revelar-se insuficiente para o controle do fumo
originados por focos de incêndio de grande potência calorífica, obrigando em
simultâneo à previsão de sistemas de desenfumagem da galeria;
o g) o sistema é absolutamente ineficaz quando os incêndios ocorrem na
galeria.
Sistemas de controlo de fumo

>Locais de dimensões médias

Desenfumagem da galeria tem as seguintes vantagens:


o a) dada a sua simplicidade, o sistema é muito mais fiável;
o b) as aberturas de desenfumagem podem ser usadas como
ventiladores na estação quente.
Sistemas de controlo de fumo

>Locais de dimensões médias


As desvantagens práticas desta opção são:
o a) pode revelar-se ineficaz na extracção de fumo produzidos em
incêndios de fraca potência calorífica;
o b) o caudal de fumo extraído é maior.
Controlo de fumos nos locais sinistrados
Caso 5 - C oluna G
3.0

2.5

2.0
C ota [m]

00:10
1.5
prev 00:10
00:30
prev 00:30
1.0 01:00
prev 01:00
30:00
0.5 prev 30:00

0.0
0 50 100 150 200 250
T emperatura [ºC ]
Controlo de fumos nos locais sinistrados
Caso 5 - Coluna J
3.0

2.5

2.0
C ota [m]

00:10
1.5
prev 00:10
00:30
prev 00:30
1.0 01:00
prev 01:00
30:00
0.5 prev 30:00

0.0
0 50 100 150 200 250
T emperatura [ºC ]
Controlo de fumos nos locais sinistrados
2.5

1.5
Cota [m]

0.5

30:00
Previsão 30m

0
-1.5 -1 -0.5 0 0.5 1 1.5
Velocidades [m/s]
Controlo de fumos nos locais sinistrados
Controlo de fumos nos locais sinistrados
Controle de fumos em comunicações

>Tipos de comunicações
Comunicações horizontais (corredores)
Comunicações verticais (escadas)
>Necessidade de controlo de fumos
Comunicações que servem como caminhos de evacuação
Comunicações interiores
Caminhos de evacuação em edifícios entre
9 m e 28 m
Caminhos de evacuação em edifícios entre
9 m e 28 m
Caminhos de evacuação em edifícios >28 m
Caminhos de evacuação em edifícios >28 m
Caminhos de evacuação em edifícios >28 m
Controlo de fumos nas vias horizontais de
evacuação
Caso 12 - Coluna H
3.0

2.5

2.0
00:10
prev 00:10
Cota [m]

00:20
1.5 prev 00:20
00:30
prev 00:30
1.0 01:00
prev 01:00
29:00
prev 30:00
0.5
44:00
prev 45:00

0.0
0 50 100 150 200 250 300 350 400
Temperatura [ºC]
Controlo de fumos nas vias horizontais de
evacuação
Estudo da desenfumagem de corredores

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