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Patru Laaa

O documento aborda conceitos e práticas das operações terrestres, detalhando o conceito operativo do Exército, o espectro dos conflitos e a composição de forças. Discute também as operações ofensivas e defensivas, além da cooperação com agências civis e militares. O capítulo finaliza com uma introdução e conduta das patrulhas, incluindo suas características, responsabilidades e técnicas de assalto.
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O documento aborda conceitos e práticas das operações terrestres, detalhando o conceito operativo do Exército, o espectro dos conflitos e a composição de forças. Discute também as operações ofensivas e defensivas, além da cooperação com agências civis e militares. O capítulo finaliza com uma introdução e conduta das patrulhas, incluindo suas características, responsabilidades e técnicas de assalto.
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[30/07, 09:26] João Vitor: CAPÍTULO 1 – CONCEPÇÕES E CONCEITOS

DAS OPERAÇÕES TERRESTRES E OPERAÇÕES BÁSICAS

---

1.1 Conceito Operativo do Exército em Operações no Amplo Espectro


dos Conflitos

1.1.1. Definição do Conceito Operativo

Forma de atuação da Força Terrestre em toda a amplitude dos


conflitos.

Baseia-se na combinação simultânea ou sucessiva de:

1. Operações Ofensivas

2. Operações Defensivas

3. Operações de Cooperação e Coordenação com Agências

O tipo de operação predominante depende da situação (guerra ou


não guerra).

Características principais:
Abrangente e flexível;

Aplica-se no território nacional e no exterior;

Direciona operações de curto e médio prazo.

1.1.2. Espectro dos Conflitos

Representa a variação de estados possíveis:

1. Paz:

Sem conflitos internos ou externos graves.

Conflitos existentes não afetam interesses nacionais.

2. Crise:

Surge após desequilíbrio entre partes envolvidas.

Estado de tensão alta e risco de guerra.

Não se sabe como evoluirá.


3. Guerra:

Grau máximo de violência.

Pode exigir mobilização total do poder nacional, com predominância


militar.

1.1.3. Composição de Forças

Deve ser modular e adaptável.

Escalão brigada é o núcleo:

Combina elementos de manobra, apoio ao combate e apoio logístico;

Pode receber módulos adicionais conforme a ameaça.

1.1.4. Aplicação do Poder Militar

Sempre como parte de uma ação unificada do Poder Nacional.


Integra vetores civis e militares para atingir o Estado Final Desejado
(EFD) da campanha.

1.1.5. Condução das Operações

Deve ser abrangente, considerando aspectos militares e civis.

Emprega forças interdependentes, explorando iniciativa e


oportunidades.

1.1.6. Combinação de Atitudes

Exige que uma mesma força conduza pelo menos duas operações
básicas ao mesmo tempo.

Mínimo escalão capaz: Divisão de Exército.

1.1.7. Avaliação Contínua do Ambiente Operacional

Permite ao comandante ajustar planejamento, prioridades e


composição de meios.

Deve integrar ações e facilitar transições entre fases da operação.

1.1.8. Características do Emprego no Terreno


Pode ocorrer em áreas lineares ou não lineares, contíguas ou não,
conforme missão.

1.1.9. Integração Civil-Militar

Busca unidade de esforços em ambiente interagências;

Escala de violência é variável.

---

1.2 Fatores da Decisão

Fatores que orientam o processo decisório em operações militares:

1. Missão

Define o que, quando, onde e por que executar.

Normalmente prescrita pelo escalão superior.

O comandante pode reformular o enunciado após análise com seu


estado-maior.

2. Inimigo
Inclui:

Dispositivo (localização e organização);

Capacidades e vulnerabilidades;

Prováveis linhas de ação.

Base para identificar oportunidades e fraquezas.

3. Terreno e Condições Meteorológicas

Escalões altos: usam levantamento estratégico de área (LEA).

Escalões baixos: análise detalhada de:

Observação e campo de tiro;

Cobertas e abrigos;

Obstáculos naturais ou artificiais;

Corredores de mobilidade e vias de acesso;

Condições meteorológicas locais.


4. Meios

Humanos e materiais disponíveis.

Análise considera necessidade x disponibilidade e confronta com


deficiências do inimigo.

5. Tempo

Avaliar:

Planejamento;

Preparação;

Execução;

Movimentação e manobra.

A guerra moderna exige agilidade e aproveitamento de


oportunidades.
6. Considerações Civis

Fatores externos que influenciam a operação:

População e opinião pública;

Questões jurídicas e ambientais;

Infraestrutura e lideranças civis.

Legitimidade é fundamental para apoio interno e internacional.

---

1.3 Operações Ofensivas

1.3.1. Conceito

Ações agressivas, predominam movimento, manobra e iniciativa.

Buscam destruir ou neutralizar o inimigo com fogo, movimento e


choque.
Após o sucesso inicial:

Aproveitamento do êxito

Perseguição do inimigo.

1.3.2. Características e Finalidades

Requer superioridade de poder de combate no ponto decisivo.

Evitar ataque frontal contra ponto forte do inimigo, preferindo flancos


e retaguarda.

Finalidades principais:

1. Destruir forças inimigas;

2. Conquistar áreas estratégicas;

3. Obter informações;

4. Desorganizar o inimigo;
5. Fixá-lo e limitar sua liberdade de manobra;

6. Privá-lo de recursos essenciais.

1.3.3. Fundamentos da Ofensiva

Manutenção do contato;

Iniciativa;

Exploração das vulnerabilidades;

Controle de acidentes capitais;

Fogo e movimento;

Concentração do poder de combate;

Aproveitamento do êxito;

Segurança permanente.

1.3.4. Tipos de Operações Ofensivas


Marcha para o Combate: deslocamento agressivo até o contato.

Reconhecimento em Força: testar dispositivo e poder inimigo.

Ataque:

De oportunidade: rápido, aproveitando situação momentânea.

Coordenado: planejado e apoiado por fogos e manobra.

Aproveitamento do Êxito: avanço rápido após ataque bem-sucedido.

Perseguição: cercar e destruir inimigo em retirada.

1.3.5. Formas de Manobra Ofensiva

1. Desbordamento:

Atacar flanco/retaguarda;

Cortar itinerários de fuga.

2. Envolvimento:

Contornar força principal;


Tomar objetivos profundos, forçando deslocamento inimigo.

3. Penetração:

Romper posição defensiva;

Dividir e derrotar por partes.

4. Infiltração:

Deslocamento dissimulado para atacar na retaguarda.

5. Ataque Frontal:

Usado contra inimigo fraco ou desorganizado.

1.3.6. Outras Ações Ofensivas

Combate de Encontro: contato inesperado em deslocamento.


Incursão: ataque rápido para destruição ou coleta de informações.

---

1.4 Operações Defensivas

1.4.1. Conceito

Conservar ou negar território ao inimigo.

Visa ganhar tempo, proteger forças e preparar transição para


ofensiva.

1.4.2. Finalidades

Impedir acesso do inimigo a áreas-chave.

Destruir, canalizar ou desgastar forças inimigas.

Economizar meios.

Criar condições para retomar ofensiva.

1.4.3. Fundamentos da Defesa


Defesa é temporária e transitória.

Baseia-se em:

Uso adequado do terreno;

Defesa em profundidade;

Apoio mútuo;

Ações ofensivas dentro da defesa;

Segurança e flexibilidade.

1.4.4. Tipos de Operações Defensivas

1. Defesa em Posição:

Manter terreno e negar avanço inimigo.

2. Movimento Retrógrado:

Retirada organizada para preservar forças;


Inclui: retraimento, ação retardadora e retirada.

1.4.5. Outras Técnicas Defensivas

Ações Dinâmicas: contra-ataques, patrulhas agressivas.

Dispositivo de Expectativa: força principal em reserva para reação


decisiva.

Defesa Elástica: permite penetração para emboscada.

Defesa em Ponto Forte: posição fortificada em terreno decisivo.

Defesa Circular: 360°, usada em posições isoladas.

Contra Reconhecimento e Defesa Anti-Aeromóvel.

---

1.5 Operações de Cooperação e Coordenação com Agências

1.5.1. Conceito

Apoio do Exército a órgãos civis e militares, nacionais ou


internacionais.
Normalmente em situações de não guerra.

1.5.2. Características

Uso limitado da força;

Coordenação interagências;

Não há subordinação, mas sim cooperação;

Forte interação com população civil e atores não oficiais.

1.5.3. Tipos de Operações

1. Garantia dos Poderes Constitucionais (GPC)

2. Garantia da Lei e da Ordem (GLO)

3. Atribuições Subsidiárias:

Defesa civil, obras de engenharia, repressão a crimes específicos.


4. Prevenção e Combate ao Terrorismo

5. Sob Organismos Internacionais:

Operações de paz, estabilização, ações humanitárias.

6. Apoio à Política Externa

7. Outras Ações:

Segurança de grandes eventos;

Garantia da votação e apuração (GVA);

Patrulha fluvial;

Proteção de bens sob jurisdição brasileira.

---

[30/07, 09:27] João Vitor: Fico muito feliz que tenha gostado! 😃
Então vamos continuar no mesmo nível de detalhamento para o
Capítulo 2 – Introdução e Conduta das Patrulhas.

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CAPÍTULO 2 – INTRODUÇÃO E CONDUTA DAS PATRULHAS

(Baseado no Manual de Campanha C 21-75 Patrulhas, 1ª Ed 2005)

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2.1 Introdução ao Estudo de Patrulha

2.1.1. Conceituação

Patrulha:

Força destacada, de valor e composição variáveis;

Cumpre missões de reconhecimento, combate ou combinadas.

Tipos de Missão:

1. Reconhecimento:

Buscar ou confirmar informações sobre inimigo, terreno ou área


específica;
Evita engajamento com o inimigo.

2. Combate:

Ação militar restrita, com objetivo de hostilizar, destruir ou capturar;

Pode também proteger tropas e instalações amigas.

---

2.1.2. Classificação das Patrulhas

A) Quanto à Finalidade da Missão

1. Patrulhas de Reconhecimento:

Reconhecimento de ponto:

Investiga objetivo específico.


Reconhecimento de área:

Busca dados ou delimita área com características particulares.

Reconhecimento de itinerário(s):

Levanta informações sobre caminhos ou movimentação do inimigo.

Vigilância:

Observação contínua de local ou atividade.

Reconhecimento em força:

Patrulha de valor considerável para testar o poder do inimigo.

2. Patrulhas de Combate:

De inquietação:

Causar baixas e perturbar descanso do inimigo, abatendo moral.


De oportunidade:

Atua sobre alvos compensadores que surgem na área.

De emboscada:

Ataque de surpresa contra alvo em movimento ou parado.

De captura de prisioneiros ou material:

Objetivo: capturar inimigos ou equipamentos.

De interdição:

Impede uso de áreas, recursos ou instalações pelo inimigo.

De suprimento:

Transporta suprimentos a tropas isoladas ou distantes.

De contato:

Estabelece ligação física, visual ou por rádio com tropas amigas.


De segurança:

Protege flancos e itinerários, impede infiltrações ou ataques surpresa.

De destruição:

Visa eliminar materiais, equipamentos ou instalações inimigas.

De neutralização:

Tem como meta impedir temporariamente a ação de pessoal inimigo.

De resgate:

Recuperar pessoal ou material amigo em área inimiga.

B) Quanto à Extensão da Operação

Curto alcance: atua na área de influência do escalão que a lança.

Longo alcance: atua na área de interesse do escalão.


---

2.1.3. Responsabilidades

Do Escalão que Lança a Patrulha:

1. Formular a missão;

2. Designar o comandante;

3. Emitir ordens e medidas de controle;

4. Coordenar, apoiar e fiscalizar o cumprimento da missão;

5. Receber e divulgar resultados;

6. Esclarecer intenções próprias e do escalão superior.


---

2.2 Aspectos Gerais na Conduta das Patrulhas

2.2.1. Características Importantes da Patrulha

Mobilidade: deslocamento rápido e furtivo.

Sigilo: evitar detecção pelo inimigo.

Autossuficiência: capaz de operar de forma independente no


cumprimento da missão.

Flexibilidade: adaptar-se a mudanças de situação.

2.2.2. Fases da Atividade de Patrulha

1. Planejamento e Preparação

2. Execução

3. Retorno e Relatório

2.2.3. Formação Durante o Deslocamento


A patrulha varia a formação para equilibrar:

Segurança, rapidez e controle.

Formações principais:

1. Coluna

2. Linha

3. Em cunha

4. Com destacamento avançado e flancos

2.2.4. Cuidados Gerais

Evitar ruídos, luzes e marcas no terreno;

Controlar uso de rádio e comunicações;

Manter vigilância constante;


Evitar confrontos desnecessários se for patrulha de reconhecimento.

---

2.3 Peculiaridades de uma Patrulha de Reconhecimento

Objetivo principal: Obter informações precisas sem ser detectada.

Regras:

Evitar combate sempre que possível;

Registrar observações de terreno, itinerários e presença inimiga;

Usar esquemas de observação e pontos de controle;

Requer capacidade de camuflagem e silêncio absoluto.

---

2.4 Peculiaridades de uma Patrulha de Combate

Objetivo principal: Atacar ou hostilizar o inimigo.


Características:

Geralmente mais numerosa e equipada;

Exige planejamento detalhado de ataque e retirada;

Pode empregar armas de apoio e explosivos;

Sempre prevê rotas de escape.

---

2.5 Técnicas de Assalto

Assalto: ação ofensiva rápida e violenta, típica de patrulha de


combate.

Elementos-chave:

Surpresa e velocidade;

Cooperação entre elementos de fogo e movimento;

Ataque curto, buscando cumprir missão e sair rapidamente.


---

2.6 Infiltração

Tática furtiva de penetração em área inimiga sem ser detectado.

Pode ser usada por:

Patrulhas de reconhecimento (observação);

Patrulhas de combate (emboscada ou destruição).

Exige:

Movimento silencioso e camuflado;

Conhecimento de terreno;

Coordenação precisa de horários e sinais.

---
2.7 Bases e Áreas de Reunião

Base de combate: ponto inicial de onde a patrulha parte para ações.

Base de patrulha: local temporário de apoio durante a operação.

Área de reunião: local seguro para reorganização.

Área de reunião clandestina: usada para observação ou transição


furtiva, evitando detecção.

---

2.8 Técnicas de Ação Imediata

Conjunto de procedimentos rápidos para reagir a eventos


inesperados:

Contato com inimigo;

Emboscada;

Tiro de artilharia;

Necessidade de evacuação rápida.

Objetivo:
Sobreviver ao primeiro impacto,

Manter coesão da patrulha

Cumprir missão ou retirar-se em segurança.

---

✅ Este é o resumo detalhado do Capítulo 2, pronto para estudo,


seguindo o mesmo padrão do Capítulo 1.

Se quiser, posso continuar com o Capítulo 3 – Planejamento e


Preparação das Patrulhas no mesmo nível de detalhe.

Quer que eu siga e faça o Capítulo 3 agora?

[30/07, 09:34] João Vitor: Encontrei o conteúdo completo dos


Capítulos 3 e 4 no seu PDF, o que me permite criar um resumo ainda
mais detalhado e aprofundado. Aqui vai uma versão expandida que
mantém toda a estrutura técnica, exemplos e pontos críticos para
estudo:

---

CAPÍTULO 3 – Planejamento e Preparação das Patrulhas


Este capítulo trata do processo completo que antecede a execução de
uma patrulha, desde o recebimento da missão até a fiscalização final.

3.1 Normas de Comando

Etapas da missão de patrulha:

1. Recebimento da missão

2. Planejamento e preparação

3. Execução

4. Relatório final

Função das Normas de Comando:

Organizar o trabalho do comandante

Evitar esquecimentos e atrasos

Produzir linhas de ação exequíveis com base no estudo da situação


Estudo de situação:

Analisa missão, terreno, inimigo, meios disponíveis e condições


climáticas

Sequência POREOF (fundamental para a prova e aplicação prática):

1. Prov idências iniciais

2. Observação e planejamento do reconhecimento

3. Reconhecimento

4. Estudo de situação

5. Ordens

6. Fiscalização
---

3.2 Providências Iniciais

Planejamento de tempo: uso de quadro-horário detalhado

Estudo preliminar da situação: análise rápida de terreno, inimigo e


missão

Organização da patrulha:

Definição de escalões (segurança, reconhecimento, apoio)

Distribuição de armamento, munição, comunicações e explosivos

Ordem Preparatória (OPrep):

Antecipação de informações à tropa

Permite início de preparação antes da OPa definitiva

Ensaios e revisões de plano:

Simulam a execução real

Corrigem falhas e testam coordenação


---

3.3 Observação e Planejamento do Reconhecimento

Uso de carta topográfica para planejar rotas

Definição de postos de observação e setores críticos

Estudo de itinerários principais e alternativos para infiltração e


exfiltração

Identificação de áreas de reunião e pontos de emboscada

---

3.4 Reconhecimento

Confirma ou corrige o que foi planejado na carta:

Obstáculos, cobertas e abrigos

Movimentos do inimigo

Rotas seguras de aproximação e retirada


Reconhecimento real aumenta chance de sucesso e reduz risco de
surpresas

---

3.5 Estudo de Situação

Etapa decisiva do planejamento:

Analisa missão, terreno, condições meteorológicas, inimigo e meios

Objetivos:

Escolher a melhor linha de ação

Garantir exequibilidade e segurança

Produto final: concepção detalhada da operação

---
3.6 Ordens

Ordem à Patrulha (OPa):

Preferencialmente dada à luz do terreno

Deve conter: missão, execução, coordenação, apoio logístico e


comunicações

Ordem Preparatória (OPrep) agiliza início da preparação

---

3.7 Fiscalização

Ensaios finais garantem sincronismo e correção de falhas

Inspeção final:

Verificação de camuflagem, estado físico, armamento carregado e


travado

Conferência do material coletivo e itens críticos

Última checagem antes da partida


---

CAPÍTULO 4 – Patrulhas em Ambientes Especiais ou com


Características Especiais

Explica como adaptar patrulhas a ambientes desafiadores, exigindo


técnicas e equipamentos específicos.

---

4.1 Patrulha em Área Urbana

Emprego:

Garantia da Lei e da Ordem (GLO)

Combate urbano convencional e de resistência

Planejamento e preparação:

Treinamento técnico, material e psicológico

Preparação para inimigo oculto/homiziado

Uso de helicópteros de forma criteriosa (mobilidade vs. risco)


Organização:

Pessoal adestrado e comunicação eficiente

Necessidade de apoio e coordenação interforças

---

4.2 Patrulha Aeromóvel

Características:

Uso de helicópteros para infiltração, extração e apoio

Vantagens: rapidez, surpresa e mobilidade

Limitações: vulnerabilidade em pouso/decolagem

Planejamento:

Escolha de Zonas de Pouso (ZP) seguras e alternativas

Plano de contingência para pane, emboscadas e perda de sigilo


---

4.3 Patrulha Fluvial

Emprego:

Rios, lagos, áreas pantanosas

Embarcações para deslocamento e infiltração

Cuidados:

Sigilo do deslocamento

Ponto de desembarque seguro

Planos de evasão e manutenção de embarcações

---

4.4 Patrulha Motorizada


Emprego:

Deslocamentos rápidos em grandes distâncias

Geralmente em rodovias ou áreas abertas

Planejamento:

Rotas principais e alternativas

Medidas contra emboscadas

Coordenação com apoio aéreo/terrestre

---

Pontos-Chave do Capítulo 4

1. Adestramento específico para o ambiente operacional

2. Planejamento logístico detalhado e previsão de contingências

3. Coordenação com outros meios de transporte e apoio


4. Atenção às vulnerabilidades ambientais (urbanas, aéreas, fluviais
ou terrestres)

---

Se você quiser, posso transformar esses dois capítulos em um


quadro-resumo visual, com:

Tabelas de POREOF

Comparação entre tipos de patrulha especial

Esquemas de planejamento, reconhecimento e execução

Quer que eu faça esse quadro para estudo rápido? Isso ajuda muito
em provas e memorização.

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