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Maria Clara Machado

O documento apresenta adaptações de peças teatrais para crianças, incluindo 'Pluft, o Fantasminha', 'A Bruxinha que Era Boa', 'A Menina e o Vento' e 'O Rapto das Cebolinhas'. Cada peça é estruturada em cenas, com personagens e diálogos que promovem a participação de 15 crianças. As histórias abordam temas de amizade, coragem e bondade, proporcionando uma experiência divertida e educativa.
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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Maria Clara Machado

O documento apresenta adaptações de peças teatrais para crianças, incluindo 'Pluft, o Fantasminha', 'A Bruxinha que Era Boa', 'A Menina e o Vento' e 'O Rapto das Cebolinhas'. Cada peça é estruturada em cenas, com personagens e diálogos que promovem a participação de 15 crianças. As histórias abordam temas de amizade, coragem e bondade, proporcionando uma experiência divertida e educativa.
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PLUFT, O FANTASMINHA

Adaptação para 15 crianças de 9 anos

Personagens:

 Pluft (2 crianças) – Alternam as falas para dividir a participação.


 Maribel (2 crianças) – Alternam as falas para dar mais dinamismo.
 Capitão João (1 criança) – Mantido como está.
 Perna-de-Pau (1 criança) – Vilão principal.
 Piratas (3 crianças) – Ajudantes do Perna-de-Pau.
 Tia Gertrudes (1 criança) – A tia fantasma.
 Mães Fantasmas (3 crianças) – Criadas para aumentar a participação.
 Narradores (2 crianças) – Ajudam a contar a história.

Cena 1 – O Sótão Assombrado

(Luz baixa. Sons de vento. Pluft aparece, enrolado em um lençol, assustado.)

NARRADOR 1: No sótão de uma velha casa abandonada, vive um fantasminha


muito especial... Pluft!

PLUFT 1: Ai, ai... tenho tanto medo de gente! Já pensou se aparece uma por aqui?

PLUFT 2: Eu sairia correndo! (se encolhe assustado)

TIA GERTRUDES: Pluft, meu querido, humanos não são tão assustadores assim!

MÃE FANTASMA 1: Só se forem piratas! (Todas as mães fantasmas fazem cara de


medo)

Cena 2 – Maribel e o Mistério da Casa

(Barulho de ondas. Maribel entra na casa, assustada.)

NARRADOR 2: Enquanto isso, uma menina chamada Maribel cai do navio e acaba
nessa casa estranha...

MARIBEL 1: Onde estou? Que lugar é esse?

MARIBEL 2: Eu preciso sair daqui!

PLUFT 1 e 2: Ahhhh! Um humano!!!


(Pluft se esconde, mas Maribel olha curiosa.)

MARIBEL 1: Um fantasma? Mas você é tão... fofinho!

(Pluft sai devagar, surpreso.)

PLUFT 1: Eu? Fofinho?

PLUFT 2: Eu pensei que humanos fossem assustadores...

(Eles sorriem e viram amigos.)

Cena 3 – O Perigo se Aproxima

(Som de risadas malvadas. Os piratas entram procurando algo.)

PIRATA 1: O tesouro está aqui, chefinho?

PIRATA 2: Essa casa me dá arrepios!

PERNA-DE-PAU: Cale-se! O mapa diz que o tesouro está bem aqui! E aquela
menina sabe onde!(Maribel se esconde, mas os piratas se aproximam.)

Cena 4 – O Plano dos Fantasmas

(Pluft corre até sua família e pede ajuda.)

PLUFT 1: Mães! Precisamos salvar a Maribel dos piratas!

PLUFT 2: Vamos assustá-los de verdade!

MÃE FANTASMA 2: Isso vai ser divertido!

(Os fantasmas combinam um plano e se escondem.)

Cena 5 – O Susto dos Piratas

(Os piratas entram na sala e, de repente, os fantasmas aparecem fazendo barulhos


assustadores.)

MÃE FANTASMA 3: Uuuuuuuuuhhh!


TIA GERTRUDES: Quem ousa entrar na nossa casa?!

PIRATA 3: AHHHHHH! FANTASMAS!!!

(Os piratas saem correndo, tropeçando.)

MARIBEL 2: Conseguimos! Obrigada, Pluft!

Cena 6 – Um Novo Amigo

(O Capitão João chega para resgatar Maribel.)

CAPITÃO JOÃO: Maribel! Você está bem?

MARIBEL 1: Sim! E fiz um novo amigo. (olha para Pluft)

PLUFT 1: Você vai embora?

MARIBEL 2: Eu volto para visitar. Amigos não somem!

(Pluft sorri, feliz.)

NARRADOR 1: E assim, Pluft descobriu que não precisava ter medo de humanos...

NARRADOR 2: ...E ganhou sua primeira amiga!

(Todos sorriem e fazem uma reverência final.)

Fim!
A BRUXINHA QUE ERA BOA

Adaptação para 15 crianças de 9 anos

Personagens:

 Bruxinha Ângela (2 crianças) – Alternam as falas para maior participação.


 Bruxo Belzebu III (1 criança) – O diretor da Escola de Maldades.
 Bruxas Aprendizes (4 crianças) – Colegas de Ângela, ajudam a construir a
história.
 Pedrinho (1 criança) – O menino que descobre Ângela.
 Bruxo Chefe (1 criança) – Assistente de Belzebu III.
 Guardiões da Torre (3 crianças) – Criados para dar mais participação.
 Narradores (3 crianças) – Contam a história e ajudam a guiar as cenas.

Cena 1 – A Escola de Maldades

(Luz baixa. As bruxas aprendizes estão treinando feitiços.)

NARRADOR 1: No alto de uma montanha escura, existe a Escola de Maldades,


onde bruxas aprendem a ser terríveis!

NARRADOR 2: Mas nem todas as bruxas são assim... Conheçam Ângela, a


bruxinha que era boa!

(Ângela tenta fazer um feitiço, mas ao invés de algo assustador, cria flores.)

BRUXA 1: (rindo) Ângela, você nunca vai aprender a ser malvada!

BRUXA 2: O Bruxo Belzebu III vai ficar furioso!

ÂNGELA 1: Mas por que temos que ser más? Não podemos usar magia para coisas
boas?

(Todas as bruxas riem, enquanto o Bruxo Belzebu III entra com seu assistente.)

Cena 2 – O Teste Final

(Belzebu III anda pela sala, observando as bruxas.)

BELZEBU III: Muito bem, bruxinhas! Quem for a mais cruel ganhará o prêmio de
melhor aprendiz!

BRUXA 3: Eu consigo transformar um sapo em pedra!


BRUXA 4: E eu faço trovões assustadores!

BELZEBU III: E você, Ângela?

(Ângela hesita e acaba fazendo surgir borboletas.)

BELZEBU III: O quê?! Bruxa que não é má vai para a Torre de Piche!

(Belzebu ordena que os guardiões levem Ângela.)

Cena 3 – Pedrinho e a Bruxinha

(Na floresta, Pedrinho se aproxima da Torre.)

NARRADOR 3: Pedrinho era um menino curioso e ouviu falar de uma bruxinha


diferente...

PEDRINHO: Tem alguém aí?

ÂNGELA 2: Socorro! Estou presa aqui!

PEDRINHO: Mas você é uma bruxa... Não pode escapar com magia?

ÂNGELA 1: Não sou boa com feitiços ruins... Só sei fazer o bem.

(Pedrinho decide ajudá-la a fugir.)

Cena 4 – A Fuga e a Confrontação

(Ângela e Pedrinho tentam escapar, mas os guardiões aparecem.)

GUARDIÃO 1: Ninguém escapa da Torre de Piche!

(Ângela tenta usar magia e faz flores crescerem ao redor dos guardiões, que ficam
encantados.)

GUARDIÃO 2: Que lindo! Nunca vi magia assim...

(Os guardiões deixam Ângela passar. Belzebu chega furioso.)

BELZEBU III: Traição! Bruxas devem ser malvadas!

PEDRINHO: Mas a bondade também é poderosa!

(Belzebu tenta lançar um feitiço, mas Ângela o impede criando uma barreira de luz.)
Cena 5 – A Nova Bruxinha

(Belzebu foge, derrotado. As bruxas aprendizes aplaudem Ângela.)

BRUXA 1: Acho que também quero tentar feitiços do bem!

BRUXA 2: E eu também!

NARRADOR 1: E assim, Ângela mostrou que a magia podia ser usada para o bem.

NARRADOR 2: E que até uma bruxinha pode ser boa!

(Todos sorriem e fazem uma reverência final.)

Fim!
A MENINA E O VENTO

Adaptação para 15 crianças de 9 anos

Personagens:

 Maria (Sofia, Affia, Angelina)


 Vento (Antonia, João)
 Pai de Maria (John) – Preocupado com a filha.
 Mãe de Maria (Nina) – Apoia Maria, mas teme o Vento.
 Irmão de Maria (Dudu A) – Quer proteger Maria.
 Amigos de Maria (Gabriel) – Interagem e ajudam na história.
 Rainha dos Ventos (Leticia) – Representa a força do Vento.
 Guardas dos Ventos (Alicia, Dudu Z) – Servos da Rainha dos Ventos.
 Narradores (Nico, Ryzsard) – Contam a história e ajudam na transição das
cenas.

Cena 1 – A Menina e o Sonho de Voar

(Maria e seus amigos brincam no quintal.)

NARRADOR 1: Maria era uma menina que sempre sonhou em voar.

NARRADOR 2: Mas quem poderia imaginar que um dia ela voaria de verdade?

MARIA 1: Imaginem se pudéssemos voar como os passarinhos!

AMIGO 1: Isso é impossível, Maria!

AMIGO 2: Só se o Vento te carregasse!

(O som do vento aumenta. Maria olha para o céu, sonhadora.)

MARIA 2: Talvez o Vento possa me levar...

MARIA 3: Deve ser incrível voar com ele!

Cena 2 – O Vento Chega

(O Vento sopra forte, entrando em cena.)

VENTO 1: Maria, eu posso te levar para conhecer o mundo!

VENTO 2: Venha comigo, vamos voar para longe!


PAI DE MARIA: Maria, não brinque com o Vento!

MÃE DE MARIA: Ele é perigoso!

IRMÃO: E se ele não te trouxer de volta?

(Maria hesita, mas olha para o Vento com coragem.)

MARIA 1: Eu quero voar!

(O Vento envolve Maria e ela "voa" pelo palco.)

Cena 3 – A Terra dos Ventos

(Maria chega a um lugar mágico, onde encontra a Rainha dos Ventos.)

RAINHA DOS VENTOS: Quem ousa entrar no meu reino?

MARIA 2: Sou Maria! O Vento me trouxe até aqui!

GUARDA 1: Humanos não podem ficar aqui!

GUARDA 2: Mas ela parece especial...

RAINHA DOS VENTOS: Se quer ficar, deve provar que é digna de voar!

MARIA 3: Sim, eu aceito o desafio.

Cena 4 – O Desafio do Vento

(Maria deve mostrar sua coragem e bondade.)

RAINHA DOS VENTOS: Para ser livre como o vento, você precisa provar seu
coração puro!

MARIA 1: Eu não quero voar para fugir... Quero aprender a ser livre sem esquecer
de onde vim!

(O Vento sopra suavemente ao redor de Maria.)

RAINHA DOS VENTOS: Então você merece voltar!

(Os guardas aplaudem, e Maria se prepara para voltar para casa.)


Cena 5 – A Volta para Casa

(Maria volta ao seu quintal. Sua família corre ao seu encontro.)

PAI DE MARIA: Você voltou!

MÃE DE MARIA: Achamos que nunca mais te veríamos!

IRMÃO: Como foi?

MARIA 2: Foi maravilhoso! Mas percebi que voar não significa fugir... e sim
encontrar o caminho de volta!

(Todos sorriem. O Vento sopra suavemente, como uma despedida.)

NARRADOR 1: E assim, Maria aprendeu que a liberdade não está apenas no voo...

NARRADOR 2: ...Mas também no amor daqueles que nos esperam em casa!

(Todos fazem uma reverência final.)

Fim!
O RAPTO DAS CEBOLINHAS

Adaptação para 15 crianças de 9 anos

Personagens:

 Dona Régula (1 criança) – A dona das cebolinhas e do jardim encantado.


 Detetive Camaleão (1 criança) – O esperto investigador do caso.
 Sebastiãozinho (1 criança) – O neto de Dona Régula, curioso e corajoso.
 Cebolinas (3 crianças) – Personificam as cebolinhas falantes.
 Bandidos Raptores (3 crianças) – Sequestradores das cebolinhas.
 Jornalista (1 criança) – Relata o mistério das cebolinhas desaparecidas.
 Policiais (2 crianças) – Ajudam na investigação.
 Narradores (3 crianças) – Contam a história e guiam as cenas.

Cena 1 – O Jardim Encantado

(Dona Régula e Sebastiãozinho cuidam das cebolinhas.)

NARRADOR 1: Em um jardim muito especial, Dona Régula cultivava cebolinhas


mágicas...

NARRADOR 2: ...Mas algo muito estranho estava para acontecer!

DONA RÉGULA: Ah, minhas cebolinhas! Vocês crescem tão bonitas!

SEBASTIÃOZINHO: Vovó, por que essas cebolinhas são tão especiais?

CEBOLINHA 1: Porque podemos falar!

CEBOLINHA 2: E também pensar!

(De repente, um barulho misterioso. Os bandidos aparecem escondidos.)

Cena 2 – O Rapto das Cebolinhas

(Os bandidos se aproximam sorrateiramente.)

BANDIDO 1: Shhh! Vamos pegar essas cebolinhas!

BANDIDO 2: Elas valem muito dinheiro!

(Eles capturam as cebolinhas e fogem. Sebastiãozinho grita.)


SEBASTIÃOZINHO: Socorro! Roubaram as cebolinhas!

DONA RÉGULA: Temos que chamar a polícia!

(A cena escurece, e a notícia se espalha pela cidade.)

Cena 3 – O Detetive Entra em Ação

(O Detetive Camaleão e os policiais entram.)

JORNALISTA: Um grande mistério! Quem roubou as cebolinhas falantes?

POLICIAL 1: Precisamos de um especialista!

DETECTIVE CAMALEÃO: Este é um caso para mim!

(Ele examina pistas no jardim e encontra um chapéu perdido.)

DETECTIVE CAMALEÃO: Isso me dá uma pista... Vamos seguir o rastro!

Cena 4 – O Esconderijo dos Bandidos

(Os bandidos estão escondidos com as cebolinhas.)

CEBOLINHA 3: Vocês nunca vão escapar impunes!

BANDIDO 3: Hahaha! Quem vai nos parar?

(De repente, os policiais e Sebastiãozinho chegam.)

POLICIAL 2: Pegamos vocês!

(Os bandidos tentam fugir, mas são cercados.)

DETECTIVE CAMALEÃO: O mistério está resolvido!

Cena 5 – O Retorno das Cebolinhas

(As cebolinhas são devolvidas para Dona Régula.)

DONA RÉGULA: Vocês estão bem? Nunca mais nos separaremos!

CEBOLINHA 1: Obrigado por nos salvarem!


SEBASTIÃOZINHO: Que aventura! Agora somos heróis!

NARRADOR 3: E assim, as cebolinhas voltaram para casa, e a paz reinou no


jardim...

(Todos sorriem e fazem uma reverência final.)

Fim!

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