Flutriafolnortox
Flutriafolnortox
COMPOSIÇÃO:
● (RS)-2,4'-difluoro-a-(1H-1,2,4-triazol-1-ylmethyl) benzhydryl alcohol
(Flutriafol)................................................................................................................... 500 g/L (50% m/v)
● Outros Ingredientes.........................................................................................659,4 g/L (65,94% m/v)
GRUPO G1 FUNGICIDA
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Fungicida sistêmico do grupo químico Triazol
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada - SC
TITULAR DO REGISTRO:
NORTOX S/A
Rodovia BR 369, km 197 - CEP: 86700-970 - ARAPONGAS – PR; CNPJ: 75.263.400/0001-99
Fone: (43) 3274-8585 - Fax: (43) 3274-8500.
Registro Agência de Defesa Agropecuária do Paraná – ADAPAR/PR Nº 466.
FORMULADORES:
NORTOX S/A
Rodovia BR 369, km 197 - CEP: 86700-970 - ARAPONGAS – PR; CNPJ: 75.263.400/0001-99
VER 07 02.07.2021
1
JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO., LTD (Unit I)
Nº 28 Chengbei Road, 215600, Zhangjiagang, Jiangsu, China.
JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO., LTD (Unit II)
North Area Of Dongsha Chem-Zone, 215600, Zhangjiagang, Jiangsu, China.
RUDONG ZHONGYI CHEMICAL CO., LTD.
The Second Haibin Road Coastal Economic Development Zone, 226407 Rudong, Jiangsu, China.
WASION CROP SCIENCE AND TECHNOLOGY CO., LTD
1 Hedong Road, Xinshi Town, Deqing, Zhejiang, China.
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
– Aplicação Foliar
DOENÇA VOLUME DE
Dose NÚMERO DE
CULTURA NOME COMUM CALDA
mL/ha APLICAÇÕES
NOME CIENTÍFICO L/ha
Antracnose do abacateiro
VER 07 02.07.2021
Colletotrichum sp.
Cercosporiose do abacateiro
Abacate 250 a 375 2 500 a 1000
Cercospora perseae
Cercosporiose do abacateiro
Pseudocercospora purpurea
2
DOENÇA VOLUME DE
Dose NÚMERO DE
CULTURA NOME COMUM CALDA
mL/ha APLICAÇÕES
NOME CIENTÍFICO L/ha
Antracnose do abacateiro: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.
Cercosporiose do abacateiro: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.
Repetir se necessário com intervalo de 15 dias, dependendo da evolução da doença, sempre rotacionando
com fungicidas de diferentes mecanismos de ação segundo o FRAC.
Fusariose
Fusarium subglutinans
Abacaxi 250 a 375 2 800 a 100
Podridão-negra
Chalara paradoxa
Iniciar as aplicações foliares, e repetir se necessário com intervalo de 15 dias, dependendo da evolução da
doença, sempre rotacionando com fungicidas de diferentes mecanismos de ação segundo o FRAC.
Antracnose
Colletotrichum gloeosporioides
f.sp. cucurbitae
Abóbora Oídio das cucurbitáceas 187,5 a 250 4 400 a 100
Erysiphe cichoracearum
Oídio das cucurbitáceas
Sphaerotheca fuliginea
Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.
Oídio das cucurbitáceas: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.
Repetir se necessário em intervalos de 15 dias, dependendo da evolução da doença, sempre rotacionando
com fungicidas de diferentes mecanismos de ação segundo o FRAC
Oídio das cucurbitáceas
Sphaerotheca fuliginea
Abobrinha Antracnose 187,5 a 250 4 400 a 1000
Colletotrichum gloeosporioides
f.sp. cucurbitae
Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença
Oídio das cucurbitáceas: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.
Repetir se necessário em intervalos de 15 dias, dependendo da evolução da doença, sempre rotacionando
com fungicidas de diferentes mecanismos de ação segundo o FRAC.
Ramularia
Ramularia areola
Algodão 200 a 250 3 200
Ramulose
Colletotrichum gossypii
Iniciar as aplicações do 25º ao 35º dia após o plantio ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
e repetir se necessário em intervalos de 15 dias, dependendo da evolução da doença.
Antracnose-foliar
Colletotrichum gloeosporioides
f.sp. cepae
Antracnose-da-cebola-branca
Alho
Colletotrichum dematium f.sp.
Cebola 187,5 a 250 4 400 a 1000
circinans
Chalota
Ferrugem
Puccinia porri
Ferrugem
Puccinia allii
Antracnose foliar: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença e reaplicar com
VER 07 02.07.2021
3
DOENÇA VOLUME DE
Dose NÚMERO DE
CULTURA NOME COMUM CALDA
mL/ha APLICAÇÕES
NOME CIENTÍFICO L/ha
Antracnose
Anonáceas
Colletotrichum gloeosporioides
(Graviola,
Cercosporiose
Pinha,
Pseudocercospora annonae-
Cherimóia,
squamosae 250 a 375 2 500 a 100
Atemóia,
Ferrugem
Araticum e
Batistopsora crucis-filii
Fruta-do-
Podridão-seca
conde)
Lasiodiplodia theobromae
Cercosporiose: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.
Antracnose, Ferrugem e Podridão-seca: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da
doença.
Repetir se necessário em intervalos de 15 dias, dependendo da evolução da doença, sempre rotacionando
com fungicidas de diferentes mecanismos de ação segundo o FRAC.
Ferrugem-da-folha
Aveia 190 a 250 2 200 a 300
Puccinia coronata var avenae
A primeira aplicação deve ser feita quando a ferrugem-da-folha apresentar o nível de infecção 5%. O
intervalo entre as aplicações é de 15 dias.
Sigatoka-negra *UBV
250 a 375 15 L de óleo
Mycosphaerella fijiensis
Banana 4 mineral ou 15 L de
Sigatoka-amarela água + 5 L de óleo
250 a 310
Mycosphaerella musicola mineral/ha
Sigatoka-negra: iniciar as aplicações preventivamente com intervalos de 30 dias nos períodos de maior
incidência da doença.
Sigatoka-amarela: iniciar as aplicações preventivamente com intervalos de 14 dias nos períodos de maior
incidência da doença.
Evitar que o produto atinja o cacho, pois o óleo mineral é fitotóxico.
Pinta-preta
Batata 190 a 250 4 600
Alternaria solani
O início do controle deve ser no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, a partir do final do
desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos
tubérculos. O intervalo entre as aplicações é de 7 dias.
Ferrugem-branca
Albugo ipomoeae-panduratae
Sarna da Batata-Doce
Elsinoe batatas
Mancha-foliar-de-Phomopsis
Batata-doce 187,5 a 250 4 600
Phomopsis ipomoea-batata
Sarna da Batata-Doce
Sphaceloma batatas
Mancha-parda
Phyllosticta batatas
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros sintomas.
Pinta-preta
Batata-yacon 187,5 a 250 4 600
Alternaria alternata
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Reaplicar em intervalos de 15 a
VER 07 02.07.2021
21 dias, se necessário.
Antracnose
Colletotrichum sp.
Ferrugem
Berinjela 187,5 a 250 4 400 a 1000
Puccinia sp.
Mancha-foliar-de-cercospora
Cercospora melongenae
4
DOENÇA VOLUME DE
Dose NÚMERO DE
CULTURA NOME COMUM CALDA
mL/ha APLICAÇÕES
NOME CIENTÍFICO L/ha
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Reaplicar em intervalos de 7 dias,
se necessário.
Ferrugem
Uromyces betae
Mancha-de-Alternaria
Alternaria tenuis
Mancha-de-cercospora
Beterraba 187,5 a 250 4 600
Cercospora beticola
Mancha-de-phoma
Phoma betae
Oídio
Erysiphe betae
Mancha-de-cercospora, Mancha-de-phoma, Mancha-de-alternaria e Ferrugem: Iniciar as aplicações foliares
de forma preventiva à ocorrência das doenças.
Oídio: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.
Antracnose
Colletotrichum gloeosporioides
Cacau 250 a 375 2 500
Moniliase
Moniliophthora roreri
Iniciar as aplicações preventivamente. E reaplicar, se necessário, com intervalo de 15 dias.
Ferrugem-do-cafeeiro
Café 375 a 500 2 500
Hemileia vastatrix
Aplicar quando atingir nível de infecção de 5%, e repetir se necessário com intervalo de 30 dias, dependendo
da evolução da doença e respeitando-se o intervalo de segurança.
Mancha-de-alternaria
Alternaria brassicae
Canola 125 a 150 3 40 a 300
Canela-preta
Leptosphaeria maculans
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros sintomas.
Antracnose
Colletotrichum gloeosporioides
Cará 187,5 a 250 4 600
Queima-das-folhas
Curvularia eragrostidis
Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Reaplicar com
intervalo de 7 dias, se necessário.
Queima-das-folhas: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas. Reaplicar em intervalos
de 7 dias, se necessário.
Ferrugem-do-colmo
Centeio 187,5 2 200 a 300
Puccinia graminis
Realizar a primeira aplicação quando a doença apresentar nível de infecção de 5%, repetir com intervalo de
15 dias.
Ferrugem
VER 07 02.07.2021
5
DOENÇA VOLUME DE
Dose NÚMERO DE
CULTURA NOME COMUM CALDA
mL/ha APLICAÇÕES
NOME CIENTÍFICO L/ha
Mancha-zonada-da-folha
600 a 1000
Leandria momordicae
Oídio
300 a 800
Podosphaera xanthii
Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.
Mancha-zonada-da-folha e Oídio: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.
Vassoura-de-bruxa
Cupuaçu 250 a 375 2 500 a 1000
Crinipellis perniciosa
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros sintomas.
Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças, repetir, caso necessário em intervalo de 15 dias.
Mancha-angular
Ervilha 125 a 150 3 400
Phaeoisariopsis griseola
Iniciar as aplicações preventivamente ao redor de 30 dias após a emergência e repetir a cada 15 dias de
acordo com as condições climáticas e pressa da doença.
Mancha-angular
Feijão 125 a 150 3 400
Phaeoisariopsis griseola
Iniciar as aplicações preventivamente ao redor de 30 dias após a emergência e repetir a cada 15 dias de
acordo com as condições climáticas e pressão da doença. O intervalo é de 15 dias entre aplicações
Feijão-caupi Mancha-angular
125 a 150 3 400
Feijão-vagem Phaeoisariopsis griseola
Iniciar as aplicações preventivamente ao redor de 30 dias após a emergência e repetir a cada 15 dias de
acordo com as condições climáticas e pressa da doença.
Mancha-de-phyllosticta
Gengibre 187,5 a 250 4 600
Phyllosticta zingiberi
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros sintomas.
Realizar aplicação foliar e reaplicar em intervalos de 7 dias, se necessário.
Cercosporiose
Cercospora sesami
Mancha-de-alternaria
Alternaria sesami
Gergelim 125 a 150 3 600
Oídio
Sphaerotheca fuliginea
Oídio
Oidium erysiphoides
Cercosporiose e Oídio: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.
Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.
Mancha-de-alternaria: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início
dos primeiros sintomas, reaplicar em intervalos de 15 dias, se necessário.
Ferrugem
Puccinia helianthi
Mancha-de-alternaria
Alternaria spp.
VER 07 02.07.2021
6
DOENÇA VOLUME DE
Dose NÚMERO DE
CULTURA NOME COMUM CALDA
mL/ha APLICAÇÕES
NOME CIENTÍFICO L/ha
Mancha-castanha
Grão-de-bico 125 a 150 3 400
Cercospora arachidicola
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença, reaplicar com intervalo de 15 dias,
se necessário.
Antracnose do guaraná
Guaraná 250 a 375 2 300 a 600
Colletotrichum guaranicola
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.
Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade da doença, repetir, caso necessário em intervalo de 15 dias.
Antracnose
Colletotrichum gloeosporioides
Inhame 187,5 a 250 4 600
Queima-das-folhas
Curvularia eragrostidis
Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença, reaplicar com
intervalo de 7 dias, se necessário.
Queima-das-folhas: Realizar aplicação foliar e reaplicar em intervalos de 7 dias, se necessário.
Antracnose-dos-frutos
Jiló 187,5 a 250 4 400 a 1000
Colletotrichum gloeosporioides
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.
Mofo-cinzento
Botrytis cinerea
Mancha foliar
Phomopsis sp.
Kiwi Mancha foliar 250 a 375 2 400 a 1000
Glomerella cingulata
Mancha foliar
Alternaria alternata
Mancha foliar
Pestalotiopsis sp.
Mofo-cinzento: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos
primeiros sintomas, reaplicar em intervalos de 15 dias, se necessário.
Mancha foliar: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.
Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças, repetir, caso necessário em intervalo de 15 dias.
Antracnose
Lentilha 125 a 150 3 400
Colletotrichum truncatum
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença, reaplicar com intervalo de 15 dias,
se necessário.
Antracnose
Colletotrichum lini
Linhaça 125 a 150 3 200 a 400
Ferrugem do Linho
Melampsora lini
Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.
Ferrugem do Linho: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início
dos primeiros sintomas, reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário
VER 07 02.07.2021
Varíola
Mamão 250 a 375 2 200
Asperisporium caricae
Aplicar preventivamente ou logo após o início dos primeiros sintomas nas folhas mais velhas ou nos frutos,
dirigindo a pulverização para a face inferior destas folhas e para os frutos. Se necessário, repetir a aplicação
após 15 dias.
Antracnose
Mandioca 187,5 a 250 4 600
Colletotrichum gloeosporioides
7
DOENÇA VOLUME DE
Dose NÚMERO DE
CULTURA NOME COMUM CALDA
mL/ha APLICAÇÕES
NOME CIENTÍFICO L/ha
Cercosporiose
Cercosporidium henningsii
Ferrugem
Uromyces manihotis
Oídio
Oidium manihotis
As aplicações devem ser preventivas, ou no aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar, com intervalos
de 7 dias.
Mancha das folhas
Alternaria sp.
Mancha das folhas
Mandioquinha- Colletotrichum sp.
187,5 a 250 4 600
salsa Mancha das folhas
Septoria sp.
Oídio
Leveillula taurica
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência das doenças ou no início dos primeiros
sintomas, reaplicar com intervalos de 7 dias, se necessário.
Antracnose
Glomerella cingulata
Manga 250 a 375 2 1000 a 2000
Oídio
Oidium mangiferae
Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.
Oídio: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.
Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças, repetir, caso necessário em intervalo de 15 dias.
Antracnose
Colletotrichum gloeosporoides
Mancha-de-cercospora
Maracujá 250 a 375 2 500
Pseudocercospora passiflorae
Verrugose
Cladosporium cladosporioides
Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.
Mancha-de-cercospora: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.
Verrugose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos
primeiros sintomas, reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário.
Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças, repetir, caso necessário em intervalo de 15 dias
Mancha-de-Mirotécio
Maxixe 187,5 a 250 4 600
Myrothecium roridum
Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.
Mancha-de-alternaria
Nabo 187,5 a 250 4 600
Alternaria spp.
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros sintomas,
VER 07 02.07.2021
8
DOENÇA VOLUME DE
Dose NÚMERO DE
CULTURA NOME COMUM CALDA
mL/ha APLICAÇÕES
NOME CIENTÍFICO L/ha
Erysiphe cichoracearum
Oídio
Sphaerotheca fuliginea
Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.
Mancha-de-alternaria: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no
início dos primeiros sintomas, reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário.
Oídio: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.
Pimenta e Antracnose
187,5 a 250 4 300 a 800
Pimentão Colletotrichum sp.
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.
Cercosporiose do Quiabeiro
Cercospora hibiscina
Quiabo 187,5 a 250 4 300 a 800
Oídio
Erysiphe cichoracearum
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência das doenças.
Mancha-de-Alternaria
Rabanete 187,5 a 250 4 300 a 800
Alternaria spp.
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.
Antracnose
Colletotrichum gloeosporioides
Cercosporiose do Romã
Pseudocercospora punicae
Coração Negro
Romã Alternaria sp. 250 a 375 2 800 a 1000
Mancha-de-alternaria
Alternaria alternata
Sarna
Sphaceloma punicae
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência das doenças ou no início dos primeiros
sintomas, reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário.
Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças, repetir, caso necessário em intervalo de 15 dias.
Crestamento-foliar
Cercospora kikuchii
1
Mancha-parda
Soja 200 a 250 200
Septoria glycines
Oídio
2
Microsphaera diffusa
Doenças de final de ciclo (Crestamento foliar e Mancha parda): realizar uma única aplicação quando no
aparecimento dos primeiros sintomas.
Para o controle do oídio: iniciar a aplicação de acordo com o aparecimento dos primeiros sintomas e realizar
a segunda com intervalo de 20 dias da primeira, conforme monitoramento
Efetuar no máximo 2 aplicações por safra apenas para o controle de Oídio.
Ferrugem-da-folha
VER 07 02.07.2021
Puccinia triticina
Oídio, Cinza 187,5
Trigo Blumeria graminis 2 200
f.sp. tritici
Helminthosporiose
250
Bipolaris sorokiniana
9
DOENÇA VOLUME DE
Dose NÚMERO DE
CULTURA NOME COMUM CALDA
mL/ha APLICAÇÕES
NOME CIENTÍFICO L/ha
A primeira aplicação deve ser realizada quando qualquer uma das doenças apresentar os níveis de infecção:
Helmintosporiose 5%; Ferrugem-da-folha 5%; Oídio 0-20%. A segunda aplicação deve ser realizada 15 dias
após a primeira.
Ferrugem
Triticale 187,5 2 200 a 300
Puccinia hordei
Realizar a primeira aplicação quando a ferrugem apresentar nível de infecção de 5%, repetir se necessário
no intervalo de 15 dias.
Pinta-preta
Tomate 190 a 250 4 1000
Alternaria solani
Iniciar a aplicação preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando, se necessário,
a intervalos de 7 dias entre aplicações, conforme monitoramento.
*UBV – ultrabaixo volume.
Nota: um litro do produto comercial (p.c) contém 500 gramas do ingrediente ativo (a.i) FLUTRIAFOL.
Melão Oídio
20 a 40 3 1000
Melancia Sphaerotheca fuliginea
Aplicar preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas, repetindo as aplicações
semanalmente, conforme monitoramento.
Nota: um litro do produto comercial (p.c) contém 500 gramas do ingrediente ativo (a.i.) FLUTRIAFOL.
– Aplicação Localizada
DOENÇA VOLUME DE
Dose NÚMERO DE
CULTURA NOME COMUM CALDA
APLICAÇÕES
NOME CIENTÍFICO L/ha
0,5 mL/planta
Vide modo de
Sigatoka-negra ou
Banana 1 aplicação
Mycosphaerella fijiensis 400 a 1250
específico
mL/ha
Aplicar o produto com pistola dosadora com haste longa diretamente na axila da folha número 2 (a segunda
folha totalmente aberta, contando-se de cima para baixo), visando atingir a inserção das folhas.
Realizar uma única aplicação via axila. Se necessária nova aplicação, utilizar fungicidas de outros grupos
químicos.
As doses indicadas por ha, devem ser usadas de acordo com a densidade de 800 a 2500 plantas/ha,
utilizando a maior dose em cultivares de baixo porte.
Nota: um litro do produto comercial (p.c) contém 500 gramas do ingrediente ativo (a.i.) FLUTRIAFOL.
DOENÇA VOLUME DE
Dose NÚMERO DE
CULTURA NOME COMUM CALDA
VER 07 02.07.2021
mL/ha APLICAÇÕES
NOME CIENTÍFICO mL/planta
50mL de volume
de calda/planta
Ferrugem-do-cafeeiro distribuídos em
Café 875 a 1375 1
Hemileia vastatrix 25mL para cada
lado oposto da
planta
10
DOENÇA VOLUME DE
Dose NÚMERO DE
CULTURA NOME COMUM CALDA
mL/ha APLICAÇÕES
NOME CIENTÍFICO mL/planta
Aplicação via solo (“drench”)
Realizar uma única aplicação, quando a cultura estiver no estádio de floração (BBCH 55) e quando o solo
estiver úmido.
Pulverizar o produto no solo com jato ou bico, dirigindo a aplicação sob a projeção da copa.
Aplicar o produto percorrendo a entrelinha, com 50mL de volume de calda/planta distribuídos em 25mL para
cada lado oposto da planta.
Volume de calda: devido à possibilidade de variação no número de plantas por hectare em função da adoção
de diferentes espaçamentos de plantio, o volume total de calda por hectare é variável.
Nota: um litro do produto comercial (p.c) contém 500 gramas do ingrediente ativo (a.i.) FLUTRIAFOL.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
Para a aplicação do produto utilize uma tecnologia de aplicação que ofereça uma boa cobertura dos
alvos. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo
e a topografia do terreno. A pressão de trabalho deverá ser selecionada em função do volume de calda
e da classe de gotas.
Utilizar a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à
evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva.
Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (bicos, barra,
medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência
do produto sobre o alvo.
As maiores doses devem ser utilizadas em altas pressões de doenças e/ou em estádios vegetativos
avançados da cultura, bem como os volumes de calda recomendados.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar
outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Consulte
sempre um Engenheiro Agrônomo para flexibilizar caso necessário a aplicação mediante uso de
tecnologia adequada.
BANANA
Na aplicação com atomizador motorizado costal ou tratorizado, utilizar como adjuvante óleo mineral,
visando as folhas mais novas, principalmente as de número 0, 1 e 2, evitando que o produto atinja o
VER 07 02.07.2021
cacho, pois o óleo mineral é fitotóxico. A aplicação deverá ser em ultra-baixo volume.
Utilizar o volume de aplicação de 15 L de óleo mineral ou 15 L de água + 5 L de óleo mineral por
hectare.
APLICAÇÃO AÉREA:
Recomendada apenas para as culturas do algodão, aveia, cacau e trigo.
11
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aero agrícolas pela
ANAC.
A altura de voo não deve ultrapassar 4,0 m, para evitar problemas com deriva, a altura ideal é de 2 a
3 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do voo.
O volume de calda recomendado é de 20 a 40 L/ha.
INTERVALO DE SEGURANÇA
CULTURAS
(dias)
Algodão 21
Alho, Amendoim, Aveia, Batata, Batata-
doce, Batata-yacon, Beterraba, Canola,
Cará, Cebola, Chalota, Ervilha, Feijão,
Feijão-caupi, Feijão-vagem, Gengibre, 14
Gergelim, Girassol, Grão-de-bico, Inhame,
Lentilha, Linhaça, Mandioca,
Madioquinha-salsa, Nabo e Rabanete
Banana (aplicação foliar) 03
Banana (aplicação localizada) 60
Café (aplicação foliar) 30
Café (aplicação no solo) 120
Abacate, Abacaxi, Abóbora, Abobrinha,
Anonáceas, Berinjela, Cacau, Chuchu,
Cupuaçu, Guaraná, Jiló, Kiwi, Mamão,
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Manga, Maracujá, Maxixe, Pepino,
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1.4. INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
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- Utilizar cultivares de gene de resistência, quando disponíveis.
- Realizar rotação de culturas.
- Realizar manejo adequado de adubação.
- Semear/transplantar em época adequada para a região e com densidade de plantas que permita bom
arejamento foliar e maior penetração/cobertura do fungicida.
- Alternar a aplicação de fungicidas formulados em mistura rotacionando modos de ação sempre que
possível.
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Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro
mecânico classe P2/P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
NOCIVO SE INGERIDO
ATENÇÃO
PODE SER NOCIVO EM CONTATO COM A PELE
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.
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Grupo químico Flutriafol: Triazol
Classe toxicológica Categoria 4: Produto Pouco Tóxico
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética As informações disponíveis sobre a toxicocinética de Flutriafol são limitadas. A
cinética de absorção de Flutriafol seguida de exposição dérmica, oral ou inalatória
não é encontrada na literatura disponível. No entanto, dados disponíveis, embora
escassos, sugerem que o Flutriafol absorvido pela pele não cause efeitos tóxicos
sistêmicos.
O estudo de mecanismos de absorção, excreção e o metabolismo do Flutriafol com
animais em laboratório, indicam que o produto foi rapidamente absorvido e
excretado, predominantemente pelas fezes e urina, sendo que 90 a 96% foram
excretadas nas primeiras 48 horas. A análise do produto nos órgãos e tecidos
indicou baixa retenção do composto e seus metabólitos.
Toxicodinâmica O efeito tóxico mais consistente observado em mamíferos após a exposição é a
perda de peso, além disso, algumas informações sugerem que doses repetidas de
Flutriafol podem causar aumento no tamanho do fígado.
Sintomas e sinais Os efeitos adversos em humanos não foram relatados até o momento.
clínicos As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com animais
de experimentação tratados com a formulação à base de Flutriafol.
Exposição oral: animais tratados com a dose inicial de 2000 mg/kg peso corpóreo
vieram a óbito. No teste definitivo, animais tesados com a dose de 300 mg/kg peso
corpóreo não apresentaram nenhum sinal clínico de toxicidade durante e após a
exposição, ou mortalidade. Todos os animais apresentaram ganho de peso dentro
do esperado. Foram observadas alterações macroscópicas – focos hemorrágicos
no pulmão, congestão no fígado, conteúdo gasoso no estômago e conteúdo
sanguinolento nos intestinos.
Exposição inalatória: os animais expostos ao produto via câmara “nose only” não
apresentaram nenhum sinal clínico de toxicidade durante e após a exposição.
Todos os animais apresentaram ganho de peso dentro do esperado.
Exposição dérmica: animais tratados com a dose de 4000 mg/kg peso corpóreo
não apresentaram nenhum sinal clínico de toxicidade durante e após a exposição.
Todos os animais apresentaram ganho de peso dentro do esperado.
Os animais tratados no estudo de irritação dérmica não apresentaram sinais de
irritação durante todo o período de observação. O produto não é considerado
sensibilizante dérmico.
Exposição ocular: os animais testados apresentaram hiperemia e quemose
reverseis em 72 horas. Todos os animais apresentaram ganho de peso dentro do
esperado.
Efeitos crônicos: estudos de mutações genéticas e cromossômicas não
demonstraram efeito genotóxico relacionado ao produto.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico
compatível. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate
o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação
laboratorial.
Tratamento ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte
de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Estabilização do paciente: monitore sinais vitais (pressão sanguínea, frequência
cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabeleça via
endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória repentina,
convulsões, hipotensão e arritmias cardíacas. Usar vasopressores na hipotensão
severa (evitar adrenalina pelo risco de fibrilação). Avalie o estado de consciência
VER 07 02.07.2021
do paciente.
Proteção das vias aéreas: garanta uma via aérea patente. Sucção de secreções
orais pode ser necessário. Intubação e ventilação podem ser necessárias,
especialmente se o paciente tiver depressão respiratória ou comprometimento
neurológico. Administre oxigênio conforme necessário para manter adequada
perfusão tecidual. Se a intoxicação for severa, pode ser necessária ventilação
pulmonar assistida.
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Medidas de descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais.
Remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da pele
(incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão.
Exposição oral:
- O tratamento é sintomático e de suporte. Não há antídoto específico.
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
- Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessária. Somente considerar
a lavagem gástrica após ingestão da substância em uma quantidade
potencialmente perigosa à vida, se puder ser realizada logo após a ingestão
(geralmente dentro de 1 hora). Atentar para o nível de consciência e proteger vias
aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico
(paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal em cuff.
- Carvão ativado: Liga-se a maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a
absorção sistêmica, se administrado após a ingestão (1h). Avaliar a necessidade
de administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de
carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual -
adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos
de 1 ano de idade).
- Contraindicação: a indução do vômito é contraindicada em razão do risco de
aspiração e de pneumonite química. Não realizar lavagem gástrica em caso de
perda dos reflexos protetores das vias respiratórias, nível diminuído de consciência;
pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de
quantidades pouco tóxicas.
Exposição ocular: lave os olhos expostos abundantemente com água ou solução
salina a 0,9% à temperatura ambiente por cerca de 20 a 30 minutos. Assegure que
não fiquem partículas na conjuntiva. Evitar que a água da lavagem contamine o
outro olho. Pode-se utilizar colírio anestésico no início da descontaminação ocular.
Realizar avaliação oftalmológica de urgência. Se irritação, dor, inchaço,
lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
tratamento específico.
Exposição Dérmica: remova as roupas contaminadas e lave a área exposta, não
negligenciando unhas e dobras cutâneas, com água abundante e sabão por cerca
de 20 a 30 minutos para remover resíduos de agrotóxicos na pele e cabelo. Podem
ocorrer queimaduras químicas com a exposição ao sol. Tratamento dos sintomas
deve ser de acordo com as manifestações clínicas.
Exposição Inalatória: remova o paciente para um local arejado e forneça
adequadas ventilação e oxigenação. Muitos agrotóxicos possuem solventes
derivados de petróleo, e outras substâncias como surfactantes, agravando a
irritação de mucosas e os efeitos da intoxicação, podendo causar pneumonite,
pneumonia química, edema pulmonar, bronquite, alergias, asma ou dificuldades
respiratórias. Administre oxigênio, corticoides, broncodiladores, antagonistas H1
(anti-histamínicos), antibioticoterapia, e auxilie na ventilação, conforme necessário.
Medidas sintomáticas e de manutenção: realizar exames físico completo e
neurológico. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), gases arteriais,
eletrólitos, mioglobinúria, função renal e hepática. Corrigir distúrbios
hidroeletrolíticos e acidose. Realizar exames de imagem, ECG, endoscopias
conforme necessidade. Manter internação por no mínimo 24 horas após o
desaparecimento dos sintomas.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: a pessoa que presta
atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de
descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma
a não se contaminar com o agente tóxico. Remover roupas e acessórios e proceder
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e
VER 07 02.07.2021
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Contra-indicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das
vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; e
em casos de pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos sinérgicos Não são conhecidos.
ATENÇÃO Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT–
ANVISA/MS.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
Notifiquei ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as doenças e agravos
de notificação compulsória.
Centro de Controle de Intoxicações - Londrina - PR (43) 3371-2244.
Telefone de Emergência da empresa: (43) 3274-8585.
Endereço Eletrônico da Empresa: www.nortox.com.br
Efeitos crônicos:
Estudos de 90 dias com ratos, com flutriafol, na dose de 100 mg/kg, verificou-se que os mesmos
apresentaram diminuição no peso corpóreo e redução no consumo alimentar, bem como hipertrofia
associada à mudança utra-estruturais e dos níveis enzimáticos do fígado. Notou-se além disso,
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alterações na bioquímica do sangue e nos parâmetros hematológicos. NOEL 90 dias para ratos: 1
mg/kg/dia. Em cães (estudo de 90 dias na dose de 15 mg/kg) verificou-se redução no ganho de peso,
aumento no tamanho do fígado e na atividade de aminopirina-N-demetilase hepática e da fosfatase
alcalina do plasma. NOEL 90 dias para cães: 5 mg/kg/dia.
NOEL 2 anos para camundongos: 1,5 mg/kg/dia.
NOEL 2 anos para ratos: 1 mg/kg/dia.
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3 - DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE
uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá
ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua
devolução e destinação final.
.Solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, e adote os mesmos
procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada;
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.Corpos d’água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate
o centro emergência da empresa, visto que as medidas a s0erem adotadas dependem das proporções
do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use EXTINTORES DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
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Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
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A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
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