O QUADRIL E A PELVE NO ESPORTE FALTA 19/04
• A pelve e o quadril proporcionam uma base para o movimento, a marcha e a transferência
de forças entre o centro do corpo e o membro inferior.
• Queixa comum no esporte
• Acometimento traumático
• Contusões, Bursites, Pubalgias e Distensões Musculares
• Difícil diagnóstico pela complexidade anatômica e mecânica
Dores no Púbis
• Dores no púbis por fricção em 1/3 dos casos
• Raro paciente se queixar espontaneamente de dores nesta região
Lesão de Adutores
• Chutes laterais no jogador de futebol
• Treinamento intenso em trilhas
• Skate – movimento de adução da perna livre
Também é frequente em:
-Handebol
-Hockey sobre o gelo
-Esquiadores
-Levantadores de peso
-Corrida com obstáculos
-Salto em altura
-Pectineo
-Adutor Longo
-Grácil
-Adutor curto
-Adutor Magno
Abdominais
• Levantadores de peso
• Arremessadores
• Ginastas
• Remadores
• Jogadores braço-de-ferro
• Salto em altura
• Badminton
• Tênis
• Futebol
• Prática de abdominais
-Reto abdminal
-Transverso Abdominal
-Obliquo interno
-Obliquo externo
Iliopsoas
• Remo
• Corrida de montanha
• Praticando chutes intensivos no futebol
• Badminton
• Salto à distância
• Salto em altura
• Salto de obstáculos e degraus
• Treinamento de força com pesos e simultânea flexão de joelho
• Flexões abdominais
-Encurtamento do IlioPsoas , traz uma hiper lordose
Teste de thomas - Encurtamento de IlioPsoas
Posterior de Coxa
• CAUSA: ocorre com quadril em flexão e extensão de joelho, relacionado: má
flexibilidade, desequilíbrio muscular e má coordenação
Distensões Musculares ( estiramento ou rompimento )
• Estágio I – média 42 a 72 horas
• Estagio II – ADM
• Prevenção de contratura
• Prevenção de atrofia
• Limitar Espasmo
• Estagio III – Força
• Endurance
• Flexibilidade
• Estágio IV – retorno ao nível pré lesão
Fratura de colo de Fêmur
• Skate e esqui
• Corredores de longa distância (STRESS)
Ruptura do Lábio do Quadril
• Causa: movimentos repetitivos, como correr ou rodar em torno do eixo do
quadril, que causam degeneração e colapso do lábio. Ou lesão aguda com luxação.
Bursites
• Trocantérica: dor com RE e Ad, dor a palpação em trocânter maior. CAUSA:
hiperpronação do pé e terrenos irregulares
• Isquial: após contusão, confundia com dor decorrente da compressão do n. ciático
• Iliopectinea: dor sobre o aspecto anterior do quadril, podendo ter incapacidade para
manter o quadril flexionado e RE, estalido no tendão do psoas
JOELHO
Lesões Esportivas de Joelho
*Tem mais risco de lesoes , devido a istabilidade , recebe grande parte da
carga do corpo
Articulações
• Femorotibial ( femur+tibia )
• Femopatelar
• Tibiofibular
Lesões Meniscais
Função:
-suporte de carga
-estabilidade do Joelho
- Essa lesão alem de ser no corpo do menisco , também pode ser no corno do menisco e a
recuperação é mais rapida devido aos vasos que aceleram o processo .
-Menisco MEDIAL é maior
-Menisco Medial tem mais risco de lesão devido ele ter um tamanho maior e ainda é mais fixo , nãoo
consegue fugir da lesão .
-Quando á lesão no menisco ele não fica pretinho como na imagem , essa é uma lesão de menisco
lateral , que não esta tão pretinho na imagem .
Ruptura de Meniscos
• Mecanismo lesão: rotação com joelho em semiflexão , associada a rotação.
Hipotrofia de quadríceps
• Ocorre tanto pela dor, bloqueando a contração eficiente do quadríceps, quanto pela
simples presença de alteração intra-articular, bloqueando também a contração efetiva
do músculo.
Meniscectomias Artroscópias
Importante conhecer o método cirúrgico para saber se poder colocar carga ou não
nos exercícios .
• Carga total e Imediata
• O que limitará a intensidade dos exercícios, o retorno às AVD ́s e atividades
esportivas será o grau de atrofia ou limitação articular.
• Em caso de Sutura Meniscal, quando se avalia ser possível sua cicatrização, os
cuidados serão maiores. A marcha imediata só será permita sem carga sobre o
membro afetado. A carga parcial só será permitida após a 4 semana, a carga total por
volta da 6° semana
• Evitar flexão completa
• Exercícios isométricos e resistidos suaves até completa cicatrização
**uma lesão de menisco dá a sensação de estar com a articulação ‘’travada’’
Ligamentos
• Ligamentos Colaterais: Mais comum LCM
• LCM: Causa: Trauma com RI de fêmur e Tíbia fixa, em torno de 30 FL.
• LCL: Causa: Trauma associado ou não a mov. Rot.
Geralmente batendo na parte da panturilha , trazendo o movimento em varo ao joelho.
• Sintomas: instabilidade lateral, estalido, edema, dor
*Tríade infeliz do Joelho: LCM , MENISCO MEDIAL , LCA , todos em uma mesma
lesão
Em uma semiflexão e rotação externa.
LCM
Lesões Ligamentares
• Ligamentos Cruzados: mais comum no LCA, devido a movimentos bruscos de
torção em cadeia cinética fechada. A lesão do LCP é mais comum nos casos de
impacto direto (choques).
• Sintomas: instabilidade ântero-posterior (falha ao tentar levantar-se), estalido. Pode
não causar dor.
**mais comum em cruzado anterior
Mecanismo de Lesão LCA
LCP
Tratamento Cirúrgico LCA
• Enxertos: ( Ligamentos utilizados para a cirurgia )
• Ligamento Patelar
• Tendão Calcâneo
• Tendões Semitendíneo e Grácil (STGD)
• Desvantagens:
• Tendão STGD – incorporação mais lenta, enfraquecimento dos IQT
• Tendão patelar – Tendinite, ruptura do ligamento e fraturas patelares.
x-Reabilitação P.O. LCA
• Fase inicial:
• Objetivos
• Reduzir dor e edema
• Obter ADM
• Estabelecer marcha apoio parcial
Fase I –(1 a 4 sem e 5 a 12 sem)
• Objetivos:
• Reduzir quadro inflamatório
• Combater hipotrofia muscular
• Restabelecer ADM total
• Retomar a função muscular e a marcha normal
• Fase II – (13-20 sem)
• Objetivos:
• Continuar de forma progressiva o programa de resistência e força muscular
• Iniciar propriocepção
• Treino corrida – intensificar
• Fase III- (21-24 sem),
• Objetivos:
• Continuar o programa de resistência e força muscular de forma progressiva
• Intensificar o treino sensório-motor.
• Critérios para mudar de fase:
• Mínimo de derrame articular
• ADM compatível com a fase
• Deambulação
• Marcha- semanas 4 a 9
• Corrida – semanas 13-19 (esse tempo é necessario para a revascularização do
enxerto)
• Critérios para retorno ao esporte:
• Mínimo de derrame articular
• ADM completa
• FM de 90% de Quads e 80% de IQT (Isocinético)
• Salto monopodálico de 90% (horizontal)
LCP
• Frequência de 3 a 20%
• Mecanismo de lesão
• Hiperflexão com ou sem força anterior aplicada à tíbia
• Hiperflexão com força de posteriorização aplicada à coxa
• Hiperflexão associada a força de varo e valgo
• Hiperextensão
• Quadro clínico:
• Dor
• Derrame articular
• Instabilidade articular
indicativo de Lesão
ligamentares
• LCL: fortalecer tensor da fáscia lata, glúteo, tibial anterior e fibulares, com objetivo
de reduzir o
bocejo articular
• LCM: priorizar o fortalecimento do vasto medial, da pata de ganso (sartório, grácil e
semitendíneo) e tibial posterior
• LCA: fortalecer IQT e Tríceps sural
• LCP: total prioridade para o Quadríceps
OBS: complementar o trabalho com propriocepção e pliometria
Condromalácea Patelar
Causas:
• Alterações alinhamento patela
• Desequilíbrio muscular
• Microtraumas – esportes
• Idiopática
• Mecanismo: fricção repetida da patela sobre a saliência do Côndilo femoral medial.
• Graus:
• I – amolecimento da cartilagem
• II - fragmentação e fissura da cartilagem em uma área menor ou igual à
aproximadamente 1,5 cm
• III- fragmentação e fissura da cartilagem em uma área maior ou igual à
aproximadamente 1,5 cm
• IV- erosão da cartilagem com exposição do osso subcondral
Tratamento : fortalecimento
AULA DIA 04/05
Tendinopatia Patelar
• Causa: overuse
• Incidência: atletas saltadores, alterações femoropatelar
• Quadro clínico:
• Grau I- dor apenas após atividade sem limitação funcional
• Grau II- Dor início da atividade, desaparecendo com o aquecimento,
retornando após a atividade e/ou fadiga
Tendinopatia Pata de Ganso
• Músculos: SARTÓRIO , GRACIL , SEMITENDINEO
• Causa:
• Overtraining
• Gesto esportivo incorreto
• Aumento súbito corridas em aclives
• Obesidade
• Encurtamento de IQT
• Lesões menisco medial
• Deformidade em valgo
Síndrome da Banda Iliotibial
• Causas:
• Fricção excessivo do trato íliotibial com o epicôndilo lateral do fêmur.
• Fraqueza muscular
• Falta de alongamento muscular
• Pisada pronada
• Joelho em valgo
• Selim bike muito alto
• Uso sapatilha com RI
Lesões Esportivas Tornozelo e Pé
Entorse de Tornozelo
• Maior incidência em esportes de contato
• Principais responsáveis: saltos, corridas e as quedas ao solo.
• Os entorses correspondem a 75% das lesões e o mecanismo por inversão
atinge 85% a 90%
• Mecanismo de lesão: Inversão ou Eversão excessiva
• Inversão: lesão ou ruptura do Ligamento Talofibular anterior
• Eversão: lesão ou ruptura do Ligamento deltóide e tibiofibular
• Classificação:
• Grau I, II ou III
Fasceite Plantar
• MECANISMO DE LESÃO: Microtraumatismo de
repetição na origem da tuberosidade medial do
calcâneo.
A grande maioria das vezes relacionado a cervical do paciente (tensão
muscular )
Ruptura do Tendão do Calcâneo
• Mecanismo lesão: Parada brusca e arranque. Tendinopatia
• Quadro clínico:
• Sensação pedrada/ Estalido
• Dor
• Edema
• Incapacidade de marcha
• Teste Thompson +
Neuroma de Morton
• Causa:Compressão intermetatársica.
• Predisposição:Sapatos apertados na ponta, biomecânica ineficiente. Corrida, esqui e
escalada
(cisto no nervo , um neuroma) no nervo inter digital do 3° 4° e 5° dedo do pé
Hálux Valgo (a tal JOANET)
Acontece uma sobre carga na articulação , favorecendo a Joanet
Síndrome do Túnel do Tarso
• Fatores de risco: trauma, exercício repetitivo. Tênis apertado, esportes com corrida
e salto.
• Quadro Clínico:
-Dor planta pé
-Défict movimento FL plantar
-Fraqueza dos dedos
-Parestesia
Fratura por Estresse
• Lesão de Sobrecarga
• São fissuras microscópicas dos ossos causadas por uma soma de quantidade de
stress que não foi curada
• Causas: falta de alongamento, calçado inadequado, treino excessivo, falta de
descanso, posturas erradas e repetitivas.
• Acontecem por causa de esgotamento muscular excessivo e falta de absorção de
impactos acumulativos.
(MICRO FRATURA DENTRO DO OSSO)
AULA DIA 11/05
Afecções e reabilitação do ombro de Atletas
Lesões do Ombro no esporte
• Síndrome do impacto
• Lesões do lábio glenoidal
• Tendinopatias
• Bursites
.....causas ...
Síndrome do Impacto
• Síndrome dolorosa do ombro causada por uma compressão
contínua da cabeça do úmero ou do tubérculo maior contra os
conteúdos do espaço subacromial
Determinar qual a causa do problema!!!!
Causas
• Primárias:
• Trauma
• Hipovascularização
• Sobrecarga repetitiva
• Curvatura do Acrômio
• Secundárias
• Artrite
• Artrose
• Desequilíbrio Musc.
Quadro Clínico
• Dor acima de 90 graus
• Inflamação
• Instabilidade Ativa
• Diminuição da Força
• Diminuição da ADM
• Perda de Função
• Perda de Rendimento
Tendinopatias
• Processos inflamatórios ou degenerativos dos tendões.
• Acomentimento de qualquer músculo, mas principalmente os mais longos com
maior alavanca
Cada esporte acomete tendões especifico, dependendo dos movimentos do esporte
Diagnóstico
• Anamnese
• Inspeção (dificuldade de realizar determinados movimentos)
• Palpação (sinais inflamatórios e busca da posição anatômica)
• Testes específicos
• Testes musculares
Quadro clínico
• Dor
• Sinais inflamatórios
• Diminuição da ADM
• Diminuição da Força muscular
• Diminuição da eficiência esportiva
Tendinopatia do Bíceps Braquial
• Dor no sulco intertubercular
• Teste Yergason (+)
• Teste Speed (+)
• Sinais inflamatórios
• Limitação dos movimentos de flexão de cotovelo e de ombro
Cabeça Longa do Biceps
Tendinopatia do Supra Espinal
• Dor à palpação sub-acromial
• Teste de Jobe (+)
• Sinais inflamatórios pouco visíveis
• Limitação de ADM nos primeiros graus de ABD
IMPORTANTE
Identificar qual é a causa da tendinopatia
Por repetição de movimento ou por impacto????
Bursite
• Inflamação da bolsa sinovial
• Subacromial
• Subdeltóidea
Causas
• Diminuição do espaço subacromial X Excesso de movimento e atrito
Tratamentos diferentes
Diagnóstico
• Anamnese
• Inspeção
• Palpação
• Testes específicos
• Testes musculares (descarte de tendinopatias)
Quadro Clínico
• Dor
• Inflamação
• Dor na abdução forçada ou na diminuição do espaço subacromial ou excesso de contração
do deltóide
• Diminuição secundária de força muscular
Instabilidade Anterior de Ombro
• Trauma direto
• Mecanismo de lesão
• – Abdução
• – Extensão
• – Rotação externa
LUXAÇÃO
Tipos de Lesões
• Bankart- região anterior do lábio glenoidal
• Hill- Saches – fratura compressiva da cabeça umeral
• Slap – lesão na região superior e posterior do lábio glenoidal
Diagnóstico
• Instabildade
• Teste do Sulco
• Teste de Apreensão
• Teste de Gaveta
• Luxação ou subluxação recidivante
• Exames complementares
OVERHEAD E ARREMESSADORES
• Atletas com dor apresentaram deficiência na resistência dos músculos do core
ipsiliateral da dor. Ou seja, deficiência do core gera sobrecarga da articulação do
ombro
• Avaliaram velocidade de rotação da pelve, tronco, ombro e atletas que tinham deficiência
de core, apresentavam menor velocidade, gerando sobrecarga nos MMSS.
Obs. Foram analisados atletas assintomáticos
Afecções de Cotovelo no Esporte
Cotovelo relativamente estavel , devido a Ulna encaixar no Olecrano e ficar estavel
E o Radio Ficar Solto ( por isso é relativamented estavel )
Epicondilite
• É Uma inflamação ou irritação de origem mecânica, situada nas adjacências do
epicôndilo, onde se originam os músculos extensores e flexores respectivamente. A
dor localizada nesta região, irradia para o antebraço, ao longo deste músculos.
-Resulta de esforço intenso e repetitivos
dos músculos do antebraço e cotovelo.
O que levam a microtraumatismos pela sobrecarga de trabalho.
QUANDO É EPICONDILITE LATERAL É MUSCULATURA EXTENSORA (principal é extensor Radial Longo do
Carpo)
E EPICONDILITE MEDIAL É MUSCULATURA FLEXORA
-Idade media da epicondilite é de 35 á 55 anos
• Nas doenças osteomusculares relacionadas ao
trabalho, a epicondilite apresenta um predomínio em
mulheres de 40 à 50 anos, com acometimento
principalmente do extensor radial curto do carpo, por
fadiga devido atividade repetitiva
Quadro Clínico
• Dor em região do epicôndilo podendo irradiar para o punho e mão
• Algumas vezes apresenta Edema
• Diminuição da ADM de cotovelo e punho
• Fraqueza muscular
• Perda da força de preensão (epicondilite lateral)
• Irradiação neurológica
• Dificuldade nas AVDs
• Perda do rendimento esportivo
Epicondilite Lateral (cotovelo Tenista)
• No tênis origina-se por diversos mecanismos, entre eles, apertar o cabo
da raquete cortando a circulação sanguínea, portanto diminuindo o
suprimento nutricional do músculo. No saque, raquete pesada,
encordoamento tenso e até realizar movimentos incorretos.
• Cerca de metade dos jogadores profissionais ou amadores que praticam
com frequência o tênis sofreram de dores no cotovelo.
• Aumento de volume e densidade muscular (hipertrofia muscular), do diâmetro e
densidade óssea
Epicondilite Medial (cotovelo golfista)
• No golpe ocorre os esforços ao segurar o cabo do taco com força (grip),
traumatismo no momento em que o taco atinge a bola com violência, ou ainda,
quando atinge ao mesmo tempo o solo.
Entre 30% e 40% dos golfistas sofrem, sofreram ou irão apresentar sintomas de
epicondiite.
• FOREHAND
• Epicondilite Medial
• Erro de mecanismo
• BACKHAND
• Epicondilite lateral
• Tipo e qualidade da raquete
• O tratamento cirúrgico consiste em ressecção do tecido patológico do tendão extensor radial
curto, debridamento do epicôndilo e reinserção dos tendões.
Lesão Ligamentar
• O arremesso provoca umtensionamento do ligamento colateral medial por colocar
numa posição valga, podendo também apresentar compressão radiocapitular.
Testes
• Para Epicondilite
-Epicondilite lateral
-Epicondilite medial
• Para Bursite
-Palpação
-Flexão cotovelo
• Para lesão Ligamentar
• Gaveta
Objetivos de reabilitação
• FASE AGUDA
• Diminuir sinais e sintomas do processo inflamatório
• Estimular cicatrização tecidual
• Retardar atrofia muscular
• FASE SUBAGUDA
• Melhorar flexibilidade
• Aumentar força e resistência muscular
• Estimular retorno as atividades funcionais
FASE CRÔNICA
Melhorar força e endurance muscular
Manter flexibilidade
Retorno gradativo ao esporte nível elevado
AULA COTOVELO – 18/05
Lesão Muscular
• A tendinite de bíceps é menos comum que a epicondilite
• A ruptura do bíceps por vezes é confundida com entorses do cotovelo ou antebraço
• Apresenta dor, sensibilidade e equimose presentes na fossa cubital
• Tratamento cirúrgico: reparo de 7 a 10 dias
• 97% tendinopatias degenerativas e tendinite calcificada
Ruptura do tendão Bíceps Braquial
sinal de popye
• Ginasta, luta livre, halterofilista, arremesso
Objetivos da Reabilitação
• FASE PROTEÇÃO MÁXIMA (0-2 semanas)
• Diminuir dor
• Diminuir Edema
• FASE PROTEÇÃO MODERADA (3 a 4 semanas)
• Melhorar ADM
• Retardar atrofia muscular
• FASE PROTEÇÃO MÍNIMA (5 a 12 semanas)
• Melhorar força e endurance muscular
• Readquirir ADM total
• FASE DE RETORNO AO ESPORTE
• Restaurar força e endurance (normal)
• Retorno gradativo ao esporte (nível elevado)
PUNHO E MÃO 18/05
RETINACULO DOS EXTENSORES -
*Síndrome do Túnel do Carpo- escafoide , piramidal e trapezio 3 ossos que
segura o tunel
*Ali passa o NERVO MEDIANO , se tiver compressão desse nervo é sindrome
do tunel do carpo .
*Passa também os tendoes dos flexores , as tendinopatias também faz com que
tenha compressão do NERVO .
*CANAL DE GUION – Onde passa arteria e nervo Ulnar
ETIOLOGIA
• Qualquer alteração que provoque diminuição do túnel carpo
• Aumento da pressão intracarpal
• Tenossinovite do flexores
• Fratura de Colles
• Mais comum em esportes com força de flexão, como ciclismo e com raquetes.
Quadro Clínico
• Dor
• Alterações sensitivas (hiperestesia ou hipoestesia)
• Dormência noturna
• Hipotrofia tenar (casos mais crônicos): pinça debilitada
Diagnóstico
• Exame clínico
• Testes Específicos
• Teste de Força(dinamômetro)
• Teste de Sensibilidade (estesiometro)
• Exames Específicos
• Rx
• RNM
• ENM
Phallen
Phallen inverso
• DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL
• Radiculopatia cervical
• Aprisionamento do n. Mediano em outros locais (pronador redondo)
REALMENTE TA DIFICIL FALAR DE NERV
RAIZ TRONCO DIVISAO FASCICULOS NERVO
MARMU
m-Musculo cutaneo
a-Axilar
r-Radial
m-Mediano
u-Ulnar
Tenossinovite D’Quervain
• É um processo inflamatório (espessamento) da bainha do tendão do abdutor longo e
extensor curto do polegar.
• Causada por excesso de uso ou trauma direto no primeiro compartimento dorsal.
• Maior frequência em esportes com raquetes, ginastas e golfistas
Dedo em Martelo
(Inter falangiana Distal)
• Ocorre frequentemente em esportes que envolvem o manuseio de bolas, como
futebol americano, basquete, beisebol etc.
• Tipicamente uma bola ou algum objeto colide com a falange distal, forçando sua
hiperflexão enquanto o mecanismo extensor está ativo.
Quadro Clínico
• Déficit de extensão da articulação IFD
• ADM passiva maior do que ativa da IFD
• Dor e Edema focal na IFD
• Instabilidade articular
Ruptura do Tendão Flexor Profundo dos Dedos
• Comum ao tentar agarrar um oponente ou sua camisa enquanto este está
escapando
• A carga excêntrica sobre a falange distal força extensão enquanto o flexor profundo
dos dedos está ativo na execução da garra.
• Frequente em Jiu-Jitsu, Judô, Rúgbi, futebol americano
-Handeboll
-JIU-Jitsu
Fratura de Colles
• Fratura da extremidade distal do rádio com desvio dorsal
-Cair com mão estendida
Fratura de Escafóide
• O escafóide constitui-se no principal e maior elemento de conexão entre o
antebraço e a mão, devido a sua localização anatômica. Este fator contribui
para torná-lo mais susceptível a traumatismos , ocorrendo a fratura do
mesmo com frequência.
• Mecanismo de Lesão
• Queda com a mão espalmada e punho estendido como tentativa de absorver o
choque (proteção)
-Cair com a mão estendida
Fratura do Boxe
• Fratura do colo do quinto metacarpiano, causado pelo impacto direto do punho
fechado
OQUE CAI NA PROVA? dissertativa
ESPORTIVA – GRAU 123 Classificar lesoes
Lesões de Quadril – pubeite ..... Caso clinico
Lesoes joelho – ligamentar , menisco
Luxação de Ombro
Lesões muscularees
TRAUMATO