Leia o texto e responda às questões 1 a 3.
O texto fala sobre
Antes de começar a brincadeira, deve-se (A) as instruções de uma brincadeira.
escolher uma criança para ser a cabra-cega. (B) regras de convivência para crianças.
Põe-se um lenço tapando os olhos dela e, em
(C) uma história infantil de aventura.
seguida, ela fica ao lado das crianças do
grupo que vai brincar. Depois, o grupo (D) uma lenda do folclore brasileiro.
pergunta:
— Cabra-cega, de onde vens? ― Ela Leia o texto para responder às questões 4 e
responde: 5.
— Do moinho. Para ir à Lua
As crianças perguntam: Enquanto não tem foguetes
— O que trazes? ― A cabra-cega Para ir à Lua,
responde: Os meninos deslizam de patinetes
— Pão e Pelas calçadas da rua.
vinho. As
crianças: Vão cegos de velocidade:
— Me dá um pouquinho? Mesmo que quebrem o nariz,
A cabra-cega: ― Não dou, não. Que grande felicidade!
Uma das crianças dá uma batidinha de Ser veloz é ser feliz.
leve na cabra-cega e diz:
Ah, se pudessem ser anjos
— Então vai procurar quem te bateu.
Esta é a senha para as crianças correrem De longas asas!
e a cabra-cega terá que tentar pegar alguma Mas são apenas marmanjos.
delas. Se conseguir, a criança que ela pegar Cecília Meireles [et al.]. Organização e apresentação
passará a ser a cabra-cega e a brincadeira Ana Maria Machado. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,
2003. (Coleção literatura em minha casa)
continua.
Disponível em:
A pontuação usada para indicar as falas no O texto está organizado em
texto foi (A) estrofes.
(A) a interrogação. (B) lista.
(B) a vírgula. (C) parágrafos.
(C) o travessão.
(D) tópicos.
(D) os dois-pontos.
A senha para a cabra-cega tentar pegar Segundo o texto, enquanto não têm
uma das outras crianças é foguetes para ir à Lua, os meninos
(A) “― Cabra-cega, de onde vens?” (l. 6) (A) aguardam nas calçadas.
(B) “― Me dá um pouquinho?” (l. 14) (B) passeiam de patinetes.
(C) “― Não dou, não.” (l. 15) (C) perdem a visão e o olfato.
(D) “― Então vai procurar quem te bateu.”
(D) transformam-se em anjos.
(l. 18)
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Texto para as questões 6 a 8. Texto para as questões 9 e 10.
Poema
Machacalis, 3 de janeiro Levava eu um jarrinho
P´ra ir buscar vinho
Amigo Vicentão,
Levava um tostão
Estou com muitas saudades de você
P´ra comprar pão;
e de todos os amigos da Vila Finca-Pé. Vou
E levava uma fita
passar os meses de janeiro e fevereiro
Para ir bonita.
aqui, em Machacalis, na casa da tia
Candota. Semana que vem é aniversário do Correu atrás
Rodrigo. E eu queria inventar uma charada De mim um rapaz:
com a palavra CORAÇÃO. Será o meu Foi o jarro p´ra o chão,
presente. Ele gosta muito de charadas. Perdi o tostão,
Você me ajuda a inventar? Rasgou-se-me a fita...
Um abraço apertado e um beijo Vejam que desdita!
estalado da Marina.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis. Rio Se eu não levasse um jarrinho,
de Janeiro: José Olympio, 1985. Nem fosse buscar vinho,
Nem trouxesse uma fita P
O que levou Marina a pedir ajuda ao ´ra ir bonita,
Vicentão foi Nem corresse atrás
(A) as saudades que sentia dele. De mim um rapaz
(B) ela estar na casa de Candota. Para ver o que eu fazia,
(C) ele gostar de criar charadas. Nada disso acontecia.
(D) o aniversário de Rodrigo. PESSOA, Fernando. Poesias. Porto Alegre: L & PM,
1999.p. 30.
No texto, percebe-se que Marina está
A pessoa que se expressa nesse poema é
(A) distante de casa.
(B) esquecida dos amigos. (A) um menino.
(C) na companhia de Rodrigo. (B) um rapaz.
(D) zangada com o amigo Vicentão. (C) um velho.
(D) uma moça.
Esse texto tem a finalidade de
Os problemas no poema aconteceram
(A) conectar pessoas distantes.
porque
(B) convidar para um evento.
(C) dar instruções de um jogo. (A) a fita enroscou-se no pé da moça.
(D) relatar fatos de uma viagem. (B) a moça andava muito apressada.
(C) o jarrinho que a jovem levava caiu.
(D) um rapaz correu atrás da jovem.
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Leia o texto abaixo para responder às No trecho “(...) o tal Diário tem até um
questões 11, 12 e 13.
fecho com uma chave. Já pensou?” (linhas
Querido Diário, 15 e 16), a expressão destacada revela uso
Será que era assim que se fazia
da linguagem
antigamente?
Ganhei de minha tia esta coisa (A) científica. (C) informal.
meio ridícula – nem sei como chamar. (B) formal. (D) regional.
Caderno não é, porque tem uma capa
de couro, como se fosse um livro O propósito comunicativo desse texto é
antigo. Livro também não é, porque as
páginas estão em branco, como se (A) contar sobre a vida de alguém.
fosse um caderno. Ainda por cima, está (B) descrever um objeto pessoal.
escrito na placa, em letras douradas: (C) narrar uma história fictícia.
MEU DIÁRIO. (D) relatar fatos do cotidiano.
R-I-D-Í-C-U-L-O.
Pelo jeito, as mães deLeia o texto e responda às questões 14 e 15.
antigamente eram umas
Como inventar o mundo
bisbilhoteiras, como as de hoje, o tal
Primeiramente, invente uma bola e
Diário tem até um fecho com uma
deixe-a deslizar no espaço sideral. Depois
chave. Já pensou?
deixe que a água escorra nela, por inteiro,
Resolvi experimentar escrever um
para que ela não morra de sede. Em
pouco hoje, só para ver como é que é.
seguida, ponha montanhas e florestas para
Essa minha tia até que é bem
que ela possa respirar. E com o seu
legal (quando não fica chata e metida)
dedinho mágico vá arrumando as coisas:
e ela disse que, quando tinha a minha
uma montanha aqui, um rio ali, uma
idade, costumava escrever um diário
floresta acolá. A paisagem está pronta para
assim. Jurou que ajudava a desabafar,
ser habitada. Depois, muito depois, você
sempre que ela se sentia triste,
cria o homem e torça para ele não destruir
sozinha ou com raiva.
o seu mundo.
Como muitas vezes (quase
sempre) eu me sinto triste ou sozinha Ronald Claver. Como inventar o mundo. In: ALMEIDA,
Zélia. Alfa, Beta etc: Língua Portuguesa. Belo Horizonte:
ou com raiva (e até com os três ao Dimensão, 1999. V.4. p.26.
mesmo tempo), quero ver se ajuda
mesmo escrever um diário. Então,
vou começar de novo, desta vez para A palavra “ele” (linha 11) refere-se ao
valer. (A) dedo mágico. (C) homem.
Domingo, 7 de (B) espaço. (D) mundo.
abril. Querido
Diário,
Hoje, por incrível que pareça, No trecho “E com o seu dedinho mágico vá
não me sinto nem triste, nem sozinha, arrumando as coisas: uma montanha aqui,
No trecho “eu me sinto triste ou um rio ali, uma floresta acolá.” (l. 6 a 9),
sozinha ou com raiva” (linhas 27 e empregou-se a linguagem
28), o termo destacado dá ideia de
(A) formal. (C) poética.
(A) adição. (C) condição.
(B) informal. (D) regional.
(B) alternância. (D) oposição.
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Leia o texto e responda às questões 16 e 17. O objetivo desse texto é
(A) anunciar uma campanha de
proteção a ursos.
(B) convencer sobre a qualidade de
um produto.
(C) denunciar casos de maus-tratos a
animais.
(D) divulgar uma apresentação
artística.
Pode-se perceber o sentido de
“incômodo” na imagem
(A) do pinguim fazendo barulho.
Disponível em: (B) do uso polar dormindo.
<[Link] (C) da latinha de refrigerante.
2005/03/retorica_visual.html>. Acesso em: 12 de jan. de
2019.
(D) da marca RC Cola.
Leia a tirinha e responda às questões 18 e 19.
Disponível em: <[Link]
Acesso em: 15 de dez. de 2020.
Da leitura do texto, compreende-se que
(A) Cascão estava satisfeito em participar da brincadeira.
(B) Cascão não queria brincar de índio com os amigos.
(C) Cebolinha e Mônica fingiam ser índios de verdade.
(D) Cebolinha e Mônica pretendiam molhar o Cascão.
O fato que torna o texto engraçado é Cebolinha e Mônica
(A) estarem trajados a caráter da cultura indígena.
(B) não saberem fazer fogueiras, como os índios.
(C) simularem a brincadeira para molhar o Cascão.
(D) terem amarrado o caubói Cascão na árvore.
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