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O documento aborda a identificação de adjuntos adnominais e adverbiais em frases, além de discutir características de contos populares e a análise de personagens e conflitos. Também apresenta questões sobre a função dos adjuntos e a interpretação de um texto narrativo. O conto 'A Cumbuca de Ouro e os Marimbondos' é utilizado como exemplo para explorar esses conceitos.

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Bianca Brandão
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O documento aborda a identificação de adjuntos adnominais e adverbiais em frases, além de discutir características de contos populares e a análise de personagens e conflitos. Também apresenta questões sobre a função dos adjuntos e a interpretação de um texto narrativo. O conto 'A Cumbuca de Ouro e os Marimbondos' é utilizado como exemplo para explorar esses conceitos.

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T

Revisão t
Identifique os adjuntos adnominais das orações abaixo.

a) Os inscritos atrasados não puderam entrar


.

b) As consequências serão graves.


c) Os alunos calados estiveram atentos.

d) Os funcionários da recepção continuaram calados.

e) O romance da jovem escritora foi publicado.

Assinale a alternativa correta:

O adjunto adverbial tem a função de:

a) modificar substantivos;
b) modificar verbos, adjetivos e advérbios;
c) modificar sujeitos e predicados;
d) modificar orações e objetos.
Identifique o adjunto adverbial das frases abaixo e classifique-os:

a) Talvez seja melhor irmos embora.

b) Comprei uma bolsa feita de couro.

Reescreva a frase abaixo utilizando o tipo de adjunto adverbial indicado.

Eles realmente gostam de cantar.

Adjunto adverbial de negação: _____________________________________________


“Impossível dar cabo daquela praga. Estirou os olhos pela campina, achou-se isolado. Sozinho num mundo
coberto de penas, de aves que iam comê-lo. Pensou na mulher e suspirou. Coitada de Sinhá Vitória,
novamente nos descampados, transportando o baú de folha."

O narrador desse texto mistura-se de tal forma à personagem que dá a impressão de que não há diferença
entre eles. A personagem fala misturada à narração. Esse discurso é chamado:

a) discurso indireto livre

b) discurso direto

c) discurso indireto

d) discurso implícito

e) discurso explícito
A CUMBUCA DE OURO E OS MARIMBONDOS

Havia dois homens, um rico e outro pobre, que gostavam de pregar peças um ao outro. Foi o compadre pobre à casa do rico pedir
um pedaço de terra para fazer uma roça. O rico, para fazer peça ao outro, lhe deu a pior terra que tinha. Logo que o pobre teve o sim,
foi para a casa dizer à mulher, e foram ambos ver o terreno.
Chegando lá nas matas, o marido viu uma cumbuca de ouro, e, como era em terras do compadre rico, o pobre não a quis levar para
a casa, e foi dizer ao outro que em suas matas havia aquela riqueza. O rico ficou logo todo agitado, e não quis que o compadre
trabalhasse mais nas suas terras. Quando o pobre se retirou, o outro largou-se com a sua mulher para as matas a ver a grande
riqueza.
Chegando lá, o que achou foi uma grande casa de marimbondos; meteu-a numa mochila e tomou o caminho do mocambo do pobre, e
logo que o avistou foi gritando: “Ó compadre, fecha as portas, e deixa somente uma banda da janela aberta!”
O compadre assim fez, e o rico, chegando perto da janela, atirou a casa de marimbondos dentro da casa do amigo, e gritou: “Fecha
a janela, compadre!” Mas os marimbondos bateram no chão, transformaram-se em moedas de ouro, e o pobre chamou a mulher e os
filhos para as ajuntar.
O ricaço gritava então: “Ó compadre, abra a porta!” Ao que o outro respondia: “Deixe-me, que os marimbondos estão-me
matando!” E assim ficou o pobre rico, e o rico ridículo.

Conto popular da região de Pernambuco,


www.culturagenial.com (Acesso em: 04/06/2021 por TSA)
1. Quem são os personagens principais desse conto?

2. O texto que você leu é um conto popular. Isso se justifica porque:


a) é uma narrativa ficcional, com uma linguagem simples e com marcas de oralidade.
b) é um texto dissertativo, com opiniões dos personagens e com linguagem culta.
c) narra fatos do cotidiano, com uma linguagem clara e com autor conhecido.
d) ele traz uma notícia engraçada para entreter e informar à sociedade.

3. Qual o conflito que originou a história?

4. No texto, “pregar peças” significa:


a) trabalhar juntos.
b) discutir bastante.
c) realizar brincadeiras.
d) estudar um assunto.
5. Por que o compadre pobre foi à casa do rico?

6. No trecho: “Chegando lá nas matas...”, a palavra grifada indica ideia de:


a) tempo.
b) modo.
c) intensidade.
d) lugar.
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em:
pássaros.Disponível
dos
canto
o
ouvir
e
terra
na
trabalhar
poder
de
feliz
e
shoppings
dos
falta
sentir
sem
Pegoraro,
Marinaldo
diz
urbano”,
vida
de
modelo
desse
esgotamento
um
Existe
[…]
[…]
Gerais.
Minas
de
sul
extremo
no
Moreira,
Delfim
em
Dourada
Serra
Sítio
no
adolescentes
filhas
duas
as
e
mulher
a
com
viver
ir
para
anos,
11
últimos
nos
residiu
onde
(PR),
Curitiba
em
apartamento
o
deixar
para
muito
demorou
não
também
54,
Pegoraro,
Marinaldo
catarinense
O
[…]
jornalista.
e
fotógrafa
a
diz
cidade”,
da
loucura
da
e
consumistas
valores
dos
longe
natureza,
da
próxima
mais
infância
uma
ele
a
oferecer
Queríamos
desejo.
nosso
esse
reforçou
Tomé
do
nascimento
“O
Ruax.
Hugo
companheiro
do
lado
ao
autossustentável,
e
tranquila
mais
vida
uma
experimentar
finalmente,
e,
cidade
a
deixar
para
faltava
que
empurrão
o
foi
filho
primeiro
do
chegada
a
34,
Franco,
Melo
Manuella
mineira
a
Para
sobreviver.
de
modo
novo
um
descobrir
e
enxada
a
encarar
de
medo
têm
não
elas
saudável,
e
simples
mais
vida
uma
de
busca
Em
consumo.
de
excesso
o
e
trânsito
o
liberdade,
de
falta
correria,
a
mais
aguentavam
não
mas
cidade,
na
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certo
um
de
desfrutavam
faculdade,
cursaram
que
pessoas
São
mato.
do
meio
no
literalmente
viver
para
centros
grandes
os
deixando
inverso,
caminho
o
fazendo
estão
urbano,
caos
do
cansadas
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algumas
Porém,
comum.
mais
opção
a
foi
sempre
melhor
vida
uma
de
procura
à
cidade
pela
campo
o
Trocar
simples
vida
uma
ter
para
campo
pelo
cidade
a
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Famílias
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o
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urbano”,
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um
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11
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apartamento
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deixar
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muito
demorou
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Marinaldo
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O
[…]
jornalista.
e
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diz
cidade”,
da
loucura
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e
consumistas
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longe
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Queríamos
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Hugo
companheiro
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lado
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autossustentável,
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tranquila
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uma
experimentar
finalmente,
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deixar
para
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o
foi
filho
primeiro
do
chegada
a
34,
Franco,
Melo
Manuella
mineira
a
Para
sobreviver.
de
modo
novo
um
descobrir
e
enxada
a
encarar
de
medo
têm
não
elas
saudável,
e
simples
mais
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uma
de
busca
Em
consumo.
de
excesso
o
e
trânsito
o
liberdade,
de
falta
correria,
a
mais
aguentavam
não
mas
cidade,
na
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certo
um
de
desfrutavam
faculdade,
cursaram
que
pessoas
São
mato.
do
meio
no
literalmente
viver
para
centros
grandes
os
deixando
inverso,
caminho
o
fazendo
estão
urbano,
caos
do
cansadas
famílias,
algumas
Porém,
comum.
mais
opção
a
foi
sempre
melhor
vida
uma
de
procura
à
cidade
pela
campo
o
Trocar
simples
vida
uma
ter
para
campo
pelo
cidade
a
trocaram
Famílias
d) conto
a) crônica

c) reportagem

e) propaganda
b) artigo de opinião
literalmente no meio do mato.

Questão 1 – O texto acima é do gênero:

Questão 2 – Identifique o assunto do texto:


Dourada em Delfim Moreira, no extremo sul de Minas Gerais. […]

shoppings e feliz de poder trabalhar na terra e ouvir o canto dos pássaros.


saudável, elas não têm medo de encarar a enxada e descobrir um novo modo de sobreviver.
Famílias trocaram a cidade pelo campo para ter uma vida simples

da natureza, longe dos valores consumistas e da loucura da cidade”, diz a fotógrafa e jornalista. […]

[…] Existe um esgotamento desse modelo de vida urbano”, diz Marinaldo Pegoraro, sem sentir falta dos

Disponível em: <https://estilo.uol.com.br>.


(PR), onde residiu nos últimos 11 anos, para ir viver com a mulher e as duas filhas adolescentes no Sítio Serra
O catarinense Marinaldo Pegoraro, 54, também não demorou muito para deixar o apartamento em Curitiba
Ruax. “O nascimento do Tomé reforçou esse nosso desejo. Queríamos oferecer a ele uma infância mais próxima
a cidade e, finalmente, experimentar uma vida mais tranquila e autossustentável, ao lado do companheiro Hugo
mais a correria, falta de liberdade, o trânsito e o excesso de consumo. Em busca de uma vida mais simples e

Para a mineira Manuella Melo Franco, 34, a chegada do primeiro filho foi o empurrão que faltava para deixar
São pessoas que cursaram faculdade, desfrutavam de um certo conforto na cidade, mas não aguentavam
famílias, cansadas do caos urbano, estão fazendo o caminho inverso, deixando os grandes centros para viver
Trocar o campo pela cidade à procura de uma vida melhor sempre foi a opção mais comum. Porém, algumas
Questão 3 – Assinale o motivo que não leva as pessoas a se mudarem para o campo:
a) “[…] um certo conforto na cidade […]
b) “[…] a correria […]”
c) “[…] falta de liberdade […]”
d) “[…] o trânsito […]”
e) “[…] o excesso de consumo.”

Questão 4 – O texto apresenta o objetivo das pessoas que deixam a cidade rumo ao campo.
Identifique-o:

Assinale a alternativa na qual o antônimo está indicado corretamente.

a) ( ) único, especial – genérico.

b) ( ) desestimular, desanimar – ampliar.

c) ( ) diminuir, reduzir – incentivar.

d) ( ) calmo, tranquilo – merecimento.

e) ( ) incapacidade, incompetência – irritado.


Relacione as colunas de acordo com os sinônimos:
a) significativo, relevante
b) adversidade, dificuldade
c) criar, realizar
d) ideia, instrução
e) método, maneira
I. ( ) problema
II. ( ) conhecimento
III.( ) processo
IV.( ) importante
V. ( ) fazer

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