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Cap 5

O documento discute a relação entre a vida após a morte e as consequências das ações passadas, enfatizando que o sofrimento pode ser uma expiação de faltas anteriores. A expiação ocorre tanto na vida corporal quanto na espiritual, e o arrependimento é importante, mas não elimina a necessidade de expiação. Além disso, a percepção de felicidade e riqueza é subjetiva e pode ser enganosa, pois a verdadeira felicidade deve ser buscada em valores espirituais.

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Cap 5

O documento discute a relação entre a vida após a morte e as consequências das ações passadas, enfatizando que o sofrimento pode ser uma expiação de faltas anteriores. A expiação ocorre tanto na vida corporal quanto na espiritual, e o arrependimento é importante, mas não elimina a necessidade de expiação. Além disso, a percepção de felicidade e riqueza é subjetiva e pode ser enganosa, pois a verdadeira felicidade deve ser buscada em valores espirituais.

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Falando de algu�m que morreu, costumais dizer que deixou de

sofrer. Nem sempre isto exprime a realidade. Como Esp�rito, est�


isento de dores f�sicas; por�m, tais sejam as faltas que tenha cometido, pode estar
sujeito a dores morais mais agudas e pode vir a ser
ainda mais desgra�ado em nova exist�ncia. O mau rico ter� que
pedir esmola e se ver� a bra�os com todas as priva��es oriundas
da mis�ria; o orgulhoso, com todas as humilha��es; o que abusa
de sua autoridade e trata com desprezo e dureza os seus subordinados se ver�
for�ado a obedecer a um superior mais r�spido do
que ele o foi. Todas as penas e tribula��es da vida s�o expia��o
das faltas de outra exist�ncia, quando n�o a consequ�ncia das da
vida atual. Logo que daqui houverdes sa�do, compreend�-lo-eis.
(273, 393 e 399)
O homem que se considera feliz na Terra, porque pode satisfazer
�s suas paix�es, � o que menos esfor�os emprega para se melhorar. Muitas vezes
come�a a sua expia��o j� nessa mesma vida de
ef�mera felicidade, mas certamente expiar� noutra exist�ncia t�o
material quanto aquela.�

984 As vicissitudes da vida s�o sempre a puni��o das faltas atuais?


�N�o; j� dissemos: s�o provas impostas por Deus, ou que v�s
mesmos escolhestes como Esp�ritos, antes de encarnardes, para
expia��o das faltas cometidas em outra exist�ncia, porque jamais
fica impune a infra��o das Leis de Deus e, sobretudo, da lei de
justi�a. Se n�o for punida nesta exist�ncia, s�-lo-� necessariamente noutra. Eis
por que um, que vos parece justo, muitas vezes
sofre. � a puni��o do seu passado.� (393)
998. A expia��o se cumpre no estado corporal ou no estado espiritual?
�A expia��o se cumpre durante a exist�ncia corporal, mediante as provas a que o
Esp�rito se acha submetido e, na vida espiritual, pelos
sofrimentos morais, inerentes ao estado de inferioridade do Esp�rito.�

999. Basta o arrependimento durante a vida para que as faltas do Esp�rito


se apaguem e ele ache gra�a diante de Deus?
Parte Quarta � Cap�tulo II
446
�O arrependimento concorre para a melhoria do Esp�rito, mas
ele tem que expiar o seu passado.�
a) Se, diante disto, um criminoso dissesse que, cumprindo-lhe, em
todo caso, expiar o seu passado, nenhuma necessidade tem de se arrepender, que � o
que da� lhe resultaria?
�Tornar-se mais longa e mais penosa a sua expia��o, desde que ele
se torne obstinado no mal.�
923. O que para um � sup�rfluo n�o representar�, para outro, o necess�rio,
e reciprocamente, de acordo com as posi��es respectivas?
�Sim, conforme as vossas ideias materiais, os vossos preconceitos, a vossa ambi��o
e as vossas rid�culas extravag�ncias, a
que o futuro far� justi�a, quando compreenderdes a verdade.
N�o h� d�vida de que aquele que tinha cinquenta mil libras de
renda, vendo-se reduzido a s� ter dez mil, se considera muito
desgra�ado, por n�o mais poder fazer a mesma figura, conservar o que chama a sua
posi��o, ter cavalos, lacaios, satisfazer a
todas as paix�es etc. Acredita que lhe falta o necess�rio, mas,
francamente, achas que seja digno de l�stima, quando ao seu
lado muitos h�, morrendo de fome e frio, sem um abrigo onde
repousem a cabe�a? O homem criterioso, a fim de ser feliz, olha
sempre para baixo e n�o para cima, a n�o ser para elevar sua
alma ao infinito.� (715)
925. Por que favorece Deus, com os dons da riqueza, a certos homens que
n�o parecem t�-los merecido?
�Isso significa um favor aos olhos dos que apenas veem o presente, mas, fica
sabendo, a riqueza �, de ordin�rio, prova mais
perigosa do que a mis�ria.� (814 e seguintes.)

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