Exército Brasileiro
CFSd - Curso de Formação de Soldados
OBJETIVO DA FUNDAÇÃO: Criado para defender a soberania nacional e garantir a ordem interna, o
Exército Brasileiro é uma das três Forças Armadas do país. Atua com base na disciplina, estratégia e
prontidão, sendo capaz de operar em qualquer tipo de terreno, a qualquer hora, com alto nível de
preparo e força. Nosso objetivo principal é proteger a pátria, garantir a paz e atuar com firmeza
sempre que a segurança nacional for ameaçada.
ATUAÇÃO: O Exército Brasileiro atua em todo o território nacional, desde fronteiras e áreas urbanas
até locais de difícil acesso, como montanhas e regiões de conflito. No cenário interno, atua na
garantia da lei e da ordem, no combate ao narcotráfico, em ações de defesa civil, e em apoio à
população em situações adversas, sempre com foco em preservar vidas, manter a ordem e
proteger os interesses do Brasil.
É estritamente proibido o RP de miliciano/ilegal. Qualquer policial que violar essa regra será banido da cidade
Curso de Formação de Soldados
Objetivo Geral: O Curso de Formação de Soldados (CFSd) tem como objetivo capacitar o recruta para desempenhar funções
básicas de combate e apoio no Exército Brasileiro, desenvolvendo competências técnicas, físicas e éticas necessárias para o
exercício da função militar.
1 - Instrução Individual Básica (IIB)
Disciplina e Hierarquia: Esta instrução tem como objetivo formar a consciência militar do soldado, ensinando-lhe a
importância da hierarquia e da disciplina como fundamentos da vida no Exército Brasileiro. Esse conhecimento é essencial
para garantir a ordem, coerência no comando, coesão da tropa e a eficiência nas operações militares.
Hierarquia Militar: A hierarquia é a ordenação da autoridade dentro das Forças Armadas, estruturada em diferentes
postos e graduações. Cada nível hierárquico possui atribuições e responsabilidades próprias.
A hierarquia server para:
Garantir fluxo de comando claro e eficiente.
Assegurar a coordenação e controle em situações críticas.
Estabelecer responsabilidade e obediência nas ordens.
Cadeia Hierárquica:
- Oficiais Generais
Marechal:
Posto apenas em tempos de guerra | Mais alta patente do Exército. | Exerce comando supremo em
operações de guerra.
General de Exército:
Comanda áreas militares amplas, como comandos militares de área (CMAs). | Supervisiona divisões e
grandes unidades operacionais. | Terceira estrela de general.
General de Divisão:
Comanda divisões do Exército. | Participa de decisões estratégicas de alto nível. | Segunda estrela de
general.
General de Brigada:
Comanda brigadas ou grandes comandos regionais. | Responsável por tropas em grandes operações
militares. | Primeira estrela de general.
- Oficiais Superiores
Coronel:
Comanda regimentos, batalhões ou unidades administrativas. | Alta experiência, próximo de cargos
de Estado-Maior.
Tenente-Coronel:
Pode comandar batalhões ou subunidades. | Atua em planejamento tático e logístico.
Major:
Auxilia nos comandos de batalhões. | Atua em planejamento de missões e logística de operações.
- Oficiais Intermediários e Subalternos
Capitão:
Comanda companhias (cerca de 100 a 150 militares). | Figura central no treinamento e liderança direta
da tropa.
1º Tenente:
Pode comandar pelotões, ser instrutor ou oficial técnico. | Responsável por pequenas frações de tropa
ou por funções administrativas.
2º Tenente:
Posto inicial do oficial formado. | Comanda pelotões (30 a 50 militares). | Atua diretamente na formação
da tropa.
- Praças Especiais
Aspirante a Oficial:
Estágio final antes de ser promovido a Segundo-Tenente. | Exerce funções de liderança com
acompanhamento de oficiais superiores.
- Praças
Subtenente:
Mais alta graduação de praça. | Atua como auxiliar direto de oficiais superiores.
1º Sargento:
Responsável pela administração da companhia. | Atua como elo entre oficiais e praças.
2º Sargento:
Comanda grupos de combate. | Tem funções administrativas e operacionais.
3º Sargento:
Graduação inicial da carreira de sargento. | Pode liderar esquadras e executar instruções.
Cabo:
Ajuda na liderança e disciplina dos soldados. | Comanda pequenas frações como esquadras.
Soldado:
Base da estrutura militar. | Executa tarefas operacionais, de combate e apoio. | Entra como recruta e,
após formação, é declarado Soldado.
Regra de Ouro: "A ordem deve ser obedecida, e a autoridade deve ser respeitada."
Disciplina Militar: A disciplina é a base do comportamento militar. Trata-se da submissão consciente e voluntária às
regras, regulamentos e ordens superiores.
É expressa por meio de:
Pontualidade.
Apresentação pessoal (uniforme, higiene, postura).
Cumprimento rigoroso das ordens.
Respeito à hierarquia.
Conduta ética e moral.
Atitudes corretas mesmo fora do quartel.
A disciplina não é humilhação, mas sim organização e compromisso com o dever.
- Ordem Unida
Ordem Unida: É, além de um treinamento físico e técnico, um exercício de mentalidade militar, pois exige obediência
imediata, atenção aos detalhes e espírito de grupo.
A Ordem Unida visa desenvolver no militar:
Disciplina coletiva.
Prontidão no cumprimento de ordens.
Coordenação de movimentos.
Uniformidade e coesão.
Espírito de corpo e orgulho militar.
A Ordem Unida é considerada a espinha dorsal da disciplina externa da tropa. Através dela:
O soldado aprende a agir como parte de um todo.
Desenvolve a capacidade de reagir com precisão e rapidez a comandos.
Cria-se o hábito da prontidão e do respeito à autoridade.
É possível executar formaturas, deslocamentos e apresentações militares com ordem e precisão.
A instrução de Ordem Unida segue uma progressão técnica, onde o militar aprende desde os movimentos mais simples até
os mais complexos:
1. Posição Fundamental
"Sentido": postura de respeito, atenção e prontidão.
"Descansar" e "à vontade": posições de relaxamento com disciplina.
2. Marchas e Movimentos
Marcha ordinária: passo normal, usada no dia a dia.
Marcha acelerada: passo mais rápido, para deslocamentos rápidos.
Marcha cadenciada: usada em desfiles e solenidades.
3. Giros e Movimentos no Lugar
Meia-volta, direita/à esquerda volver: giros exatos e coordenados.
Permanência em posição sob comando.
4. Formações
Formação em linha, coluna por um, dois ou três.
Alinhamento e ajuste da tropa conforme a posição de comando.
5. Comandos Comuns
Os comandos são curtos, diretos e padronizados, como:
<Sentido=.
<Descansar=.
<Volver=.
<Cobrir=.
Esses movimentos são executados com precisão e sincronismo, sendo fundamentais em cerimônias e atos solenes.
2 - Instrução de Comunicação
Códigos Q
O uso dos Códigos Q na polícia é essencial para uma comunicação rápida e precisa entre os agentes, especialmente em
situações de emergência, facilitando a transmissão de informações via rádio de forma clara e padronizada.
CÓDIGO SIGNIFICADO
QRA IDENTIFICAÇÃO
QTX SAIR DE SERVIÇO
QAP NA ESCUTA
QRU OCORRÊNCIA
QRX SILÊNCIO
QSL ENTENDIDO
QSM REPETIR MENSAGEM
QTH LOCALIZAÇÃO
CÓDIGO SIGNIFICADO
QTO BANHEIRO
QTI A CAMINHO
QSV VIATURA
QTA SAIR DA AÇÃO
QSJ DINHEIRO
TKS OBRIGADO
QRR APOIO
QRV DISPONIBILIDADE
Alfabeto Fonético Militar
O alfabeto fonético militar serve para garantir a clareza na comunicação oral, especialmente em situações onde pode haver
confusão entre letras que soam parecidas, como "B" e "D" ou "M" e "N".
A = ALPHA J = JULIET S = SIERRA
B = BRAVO K = KILO T = TANGO
C = CHARLIE L = LIMA U = UNIFORM
D = DELTA M = MIKE V = VICTOR
E = ECHO N = NOVEMBER W = WHISKEY
F = FOXTROT O = OSCAR X = XRAY
G = GOLF P = PAPA Y = YANKEE
H = HOTEL Q = QUEBEC Z = ZULU
I = INDIA R = ROMEO
Por exemplo, se você quiser soletrar a palavra "RIO", usando o alfabeto fonético, diria:
ROMEO (R) INDIA (I) OSCAR (O)
Códigos de Patrulha
Os Códigos de Patrulha são utilizados para padronizar a comunicação entre as equipes em operação. Cada código
representa uma situação específica e seu respectivo nível de risco, facilitando a tomada de decisão e a resposta tática
adequada. O uso correto dos códigos garante agilidade, segurança e eficiência nas ações em campo.
Código 0 Código 1 Código 2 Código 3
Sem ocorrência Baixa Intensidade Média Intensidade Alta Intensidade
Código 4 Código 5 Código 6 Código 7
Sob Controle Fogo Letal Investigando Perímetro Incursão
Para dar início a um código 7 é necessário um contingente mínimo de 10 (dez) policiais de forças especiais (GRR,
NOE, CORE, BOPE, CHOQUE, COT OU COE)
Exemplos de Modulação
Código 0
QAP MARÉ/CENTRAL QSV NULO PRIMEIRO
INICIANDO O CÓDIGO 0.
Código 1
QAP MARÉ/CENTRAL SOLICITO QRR PARA
ABORDAR UMA BMW PRETA, QTH NA REDE.
Código 2
QAP MARÉ/CENTRAL QSV NULO PRIMEIRO
INICIANDO ACOMPANHAMENTO A UMA BMW
PRETA, SOLICITO QRR, QTH NA REDE, ORDEM DE Código 3
PARADA REALIZADA ÀS 13:00.
QAP CENTRAL/MARÉ, CÓDIGO 3 LIBERADO NA
BMW PRETA, JÁ SE PASSARAM 5 MINUTOS DA VOZ
Código 4 DE PARADA.
QAP MARÉ/CENRAL, CÓDIGO 4 NO
ACOMPANHAMENTO DA BMW PRETA, TKS A
TODAS AS UNIDADES. Código 5
QAP CENTRAL/MARÉ, CÓDIGO 5 LIBERADO NA
BMW PRETA, SOLICITARAM QRR NA RÁDIO, ESTÁ
Código 6 SALVO NA MINHA GOPRO.
QAP MARÉ/CENTRAL CÓDIGO 6 NO
ACOMPANHAMENTO DA BMW PRETA, ESTAMOS
VERIFICANDO O PERÍMETRO Código 7
Para solicitar um código 7, vocês devem enviar a
prova em: "Provas - Incursão", no email da polícia
geral. Com a prova avaliada e aceita, será solicitado
a formação para incursionar a organização/facção.
Motivos para Liberação de Códigos
Código 3
O acompanhamento exceder o tempo de 5 minutos.
O acompanhamento exceder o tempo de 3 minutos durante horário de assalto.
Suspeito colidir o veículo na viatura propositalmente.
Suspeito furar uma blitz.
Suspeitos utilizar o /fixvip durante ação.
Todos os motivos de um código 5.
Código 5
Se os suspeitos apresentarem risco à vida de terceiros.
Caso os suspeitos cometam Power Gaming.
Suspeitos com armas empunhadas.
Durante uma fuga limpa, os suspeitos atropelarem algum cidadão.
Suspeitos solicitarem QRR na rádio (Deve estar salvo na GoPro eles solicitando o QRR).
Suspeito cometer Cop Bait.
Código 7
Suspeitos armados dentro da favela/organização.
Suspeitos se evadirem para a favela/organização durante um acompanhamento.
Caso policiais sejam alvejados ao passar próximo de favelas/organizações por indivíduos que estejam dentro
dessas áreas.
Tipos de Apoios
QRR Básico QRR Máximo
O QRR Básico é utilizado para controlar situações sem O QRR Máximo é reservado para situações críticas, como
comprometer a cobertura de outras áreas da jurisdição. A emboscadas ou grande número de suspeitos armados.
viatura primária comanda o acompanhamento, podendo Nesse caso, não há limite de viaturas, todas as equipes
solicitar reforço ou retirada de viaturas conforme podem ser mobilizadas. Deve ser solicitado com cautela,
necessário. Em acompanhamentos pela beira-mar norte, a pois concentra todo o efetivo em um único ponto. Antes de
unidade Speed assume a liderança, devido à sua maior acioná-lo, recomenda-se anunciar perímetro fechado para
capacidade de desempenho. permitir o uso de Código 3 ou 5.
Ele permite até 3 viaturas (QSV) por veículo suspeito, com 1 Para fechar o perímetro, utilize o comando "/perimetro" no
helicóptero de apoio. 2 batedores equivalem a 1 QSV chat ou apenas "perímetro" no F8.
Pirâmide de Prioridades
A pirâmide de QRUs tem como objetivo organizar e definir a prioridade das ocorrências durante o patrulhamento,
garantindo que ocorrências mais urgentes sejam atendidas primeiro. Isso evita interferências na comunicação, melhora a
coordenação entre as equipes e reduz erros como sobreposição de modulação e atendimentos simultâneos indevidos. Dessa
forma, o patrulhamento se torna mais eficiente, seguro e alinhado com os protocolos estabelecidos.
1 QRR Máximo
2 QRR Básico
3 Acompanhamento
4 QTI de Ocorrências
5 Início de Patrulhamento
Obs.: A prioridade será sempre a situação de maior risco (mais alta na pirâmide).
Exemplo: Está tendo uma modulação de acompanhamento e algum outro policial modula QRR máximo, o QRR máximo
torna-se prioridade, ou seja, a modulação de acompanhamento deve ser cessada e a rede deve permanecer em total
QRX.
Níveis de Abordagem
Nível 1 - Rotina Objetivos:
Motivos comuns: Prevenção de Crimes: Realizar verificações aleatórias
para dissuadir atividades criminosas e aumentar a
Veículo na contramão.
presença policial visível.
Som alto.
Verificação de Documentos: Garantir que motoristas e
Transitando em calçada. veículos estejam em conformidade com as leis de
Farol queimado. trânsito, como portar identidade e documentações do
veículo em dia, e verificar se não há mandados
pendentes.
Exemplo de ordem na abordagem:
Patrulhamento Regular: Realizar verificações enquanto
"Cidadão, por gentileza, pode abaixar o som?" está em patrulha regular para manter a ordem e a
segurança na cidade.
"Cidadão, por gentileza, pode me informar o motivo
pelo qual você está transitando na calçada?"
Nível 2 - Suspeita Objetivos:
Motivos comuns: Identificar comportamentos suspeitos ou incomuns:
Observar atitudes estranhas ou evasivas que possam
Vidros escuros (INSUFILM).
indicar intenção criminosa ou tentativa de ocultação de
Uso de máscara. algo.
Uso de coldre. Reconhecer suspeitos com base em descrições: Abordar
Veículo batido, sem porta. pessoas ou veículos que se encaixam em descrições de
suspeitos envolvidos em crimes recentes.
Atuar diante de infrações ou crimes visíveis: Intervir
Exemplo de ordem na abordagem:
quando houver violação evidente da lei, como infrações
"Cidadão, por gentileza, saia do veículo com as mãos de trânsito, desordem pública ou porte ilegal de armas.
para cima." Aumentar a vigilância em áreas de risco: Abordar com
maior atenção em regiões de alta criminalidade,
principalmente quando o comportamento for fora do
comum.
Reagir a tentativas de evasão: Abordar pessoas ou
veículos que demonstrem tentativas de fuga ou evitem
contato com a guarnição policial
Verificar objetos suspeitos de uso criminal: Investigar a
presença de ferramentas, armas ou materiais que
possam indicar intenção de cometer crimes ou
atividades ilegais (Ex.: contrabando).
Confirmar identidade e informações pessoais: Realizar
abordagem quando houver recusa ou dificuldade em se
identificar, o que pode indicar intenção de ocultar
identidade ou pendências legais.
Nível 3 - Ostensiva Objetivos:
Motivos comuns: Intervenção imediata em crimes em andamento: Atuar
diretamente em situações onde o crime está ocorrendo
Indivíduo se evadindo de QRU de disparo.
ou acabou de ocorrer (Ex.: assaltos, furtos, violência
Indivíduo se evadindo de QRU de venda de droga. doméstica e etc&).
Identificação e abordagem de indivíduos armados:
Realizar abordagem quando houver suspeita ou
Exemplo de ordem na abordagem:
confirmação de que um indivíduo está portando arma
"Cidadão, saia do veículo com as mãos para cima." em público.
Atuação em áreas de risco (áreas vermelhas): Realizar
patrulhamento e abordagens em locais com forte
presença de organizações criminosas, visando prevenir
delitos.
Prevenção de crimes em regiões críticas: Aumentar a
presença policial em zonas com alta taxa de
criminalidade para inibir a ação de criminosos.
Mediação e contenção de conflitos: Intervir em
situações de conflito potencial, como brigas entre
gangues ou casos de violência doméstica grave,
evitando que evoluam para violência maior.
Códigos de Sirene
Código 1 Código 2 Código 3
Sem Ocorrências Ocorrências Médias Ocorrências Graves
Giroflex desligado. Giroflex ligado. Giroflex ligado.
Sirene desligada. Sirene desligada. Sirene ligada.
Deve-se respeitar todas as leis de Utilize o alerta sonoro para iniciar Pode inflingir todas as leis de
trânsito. uma abordagem. trânsito.
Pode infringir algumas leis de
trânsitos com cautela.
Ligar o Giroflex: Q | Ligar a Sirene: Alt | Alerta Sonoro: R
Funções na Viatura
Segundo Homem (P1): Responsável pela condução da viatura, garantindo a segurança dos ocupantes, o acionamento
adequado das sirenes e sinais luminosos, além de coordenar a ordem de embarque e desembarque da guarnição.
Primeiro Homem (P2): Responsável por comandar as abordagens, realizar a comunicação via rádio com a central, e manter
atualizada a localização da equipe (QTH) durante o patrulhamento.
Terceiro Homem (P3) e Quarto Homem (P4): Auxilia o Segundo Homem (P2) nas abordagens operacionais. Após a
contenção segura do indivíduo, o Terceiro Homem (P3) e Quarto Homem (P4) devem realizar a varredura e observação do
perímetro, com foco na segurança da equipe e prevenção de possíveis ameaças.
Lei de Miranda
"O(A) senhor(a) está sendo preso(a) pelo Exército Brasileiro. Você tem o direito de permanecer calado(a), tudo que você
disser poderá e será usado contra você no tribunal. Na delegacia, você terá direito a uma ligação de no máximo 1 minuto
assistida e a um advogado, o(a) senhor(a) entende seus direitos?"
Abordagem ao Sexo Oposto
Antes do método da caixinha ser feito, o policial ou a policial deverá solicitar no rádio por alguém do mesmo sexo do
abordado 3 (três) vezes na rádio com intervalos de 1 minuto antes de realizar o procedimento, caso as 3 (três) tentativas
não seja atendida o mesmo terá que explicar o método da caixa para o abordado, o método da caixa por regra da cidade
não poderá ser recusado, caso o local não seja seguro o oficial é permitido a conduzir o abordado para um local seguro
para que seja feito o procedimento sem colocar a vida de ninguém em risco.
1. Mentalizar o "e caixa" no F8 estando ao lado da viatura.
2. Segurar o abordado no "H" ou seja pelo braço para que você consiga ficar parado ao lado do abordado.
3. Após esses procedimentos acima, peça gentilmente que o abordado coloque seus pertences dentro da caixa, e no F8
digite "revistar".
É totalmente proibido, revistar o sexo oposto ao seu sem utilizar o método da caixa.