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Prova 2

O documento apresenta uma série de casos clínicos e questões relacionadas a diagnósticos e condutas médicas em situações de emergência e internação. Os casos incluem pacientes com varizes esofágicas, pneumonia, infecções do trato urinário, diabetes, e insuficiência cardíaca, entre outros. As alternativas discutem as melhores práticas e diretrizes para tratamento, destacando a importância da avaliação clínica e do manejo adequado dos pacientes.

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vicentevjr
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Prova 2

O documento apresenta uma série de casos clínicos e questões relacionadas a diagnósticos e condutas médicas em situações de emergência e internação. Os casos incluem pacientes com varizes esofágicas, pneumonia, infecções do trato urinário, diabetes, e insuficiência cardíaca, entre outros. As alternativas discutem as melhores práticas e diretrizes para tratamento, destacando a importância da avaliação clínica e do manejo adequado dos pacientes.

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PROVA DO INTERNATO DE CLÍNICA MÉDICA -

HOSPITAL ALBERTO NETO

1) Uma senhora de 57 anos, natural da Bahia, apresentou vômitos de aspecto sanguinolento, sem instabilidade
hemodinâmica. Foi submetida a endoscopia digestiva alta, diagnosticando-se varizes esofágicas. A paciente nega
etilismo. Refere emagrecimento recente, além de dores abdominais recorrentes, já há alguns anos, e aumento do
volume abdominal.

A respeito das hipóteses diagnósticas para o caso dessa paciente, é correto afirmar:

A) A causa mais provável da hipertensão portal da paciente é trombose de porta.

B) A presença de ascite sugere fortemente o diagnóstico de síndrome de Budd-Chiari.

C) Se a paciente tiver esplenomegalia e plaquetopenia, o diagnóstico mais provável é cirrose de Laënnec.

D) A investigação etiológica da doença poderá envolver exame parasitológico de fezes, testes imunológicos e biópsia
hepática.

E) Apesar de a paciente ser de zona endêmica de esquistossomose, o quadro apresentado é mais compatível com
cirrose de etiologia viral.

2) Homem, 19 anos de idade, apresenta tosse com expectoração amarela, sem sangue, há 3 dias, acompanhada de
dor torácica posterior direita e febre de 38,5ºC. Nega falta de ar, doenças associadas, tabagismo, etilismo ou viagens
recentes. Exame físico: FR 16 irpm, SatO2 97% ar ambiente, FC 95 bpm, PA 120 x 80 mmHg; estertores crepitantes
finos na base posterior do pulmão direito; restante sem alterações. Radiografa de tórax: consolidação segmentar em
lobo inferior direito. Quais são o diagnóstico e a conduta mais adequados?

A) Pneumonia adquirida na comunidade; tratamento em enfermaria (CURB-65 = 0); ceftriaxone e claritromicina;


controle clínico em 48-72 horas, e clínico e radiológico no final do tratamento.

B) Pneumonia adquirida na comunidade; tratamento ambulatorial (CURB-65 = 0); macrolídeo ou betalactâmico,


(amoxicilina ou amoxicilina + clavulanato); controle clínico em 48-72 horas, e clínico e radiológico no final do tratamento.

C) Pneumonia adquirida na comunidade; tratamento ambulatorial (CURB-65 = 3); quinolona respiratória; controle
clínico em 48-72 horas e clínico e radiológico no final do tratamento.

D) Pneumonia adquirida na comunidade; tratamento em enfermaria (CURB-65 = 2); ceftriaxone e claritromicina;


controle clínico e radiológico 48-72 horas e clínico e radiológico no fnal do tratamento.

E) Pneumonia adquirida na comunidade; tratamento em UTI (CURB-65 = 4); ceftriaxone e quinolona respiratória;
controle clínico e radiológico 24 horas e clínico e radiológico no fnal do tratamento.

3) Segundo as Recomendações Consensuais para infecções do trato urinário emanadas em conjunto pelas Sociedades
de Infectologia (SBI), Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), Urologia (SBU) e Patologia Clínica (SBPC/ML), em 2020,
são regimes antimicrobianos de primeira linha para o tratamento de cistite não complicada em mulheres não-grávidas:

A) Fosfomicina trometamol e Nitrofurantoina.

B) Ampicilina e Sulfametoxazol+Trimetoprima.

C) Ceftriaxona e Metronidazol.

D) Cefalexina e Levofoxacino.

E) Ciprofoxacino e Clindamicina.
4) Homem de 42 anos dá entrada na emergência apresentando vômitos com sangue em grande quantidade (1º
episódio) há 40 minutos. Portador de cirrose por hepatite B crônica há 5 anos. Exame físico: REG, descorado 2/4+,
pálido, PA = 95 x 65 mmHg; FC = 124 bpm; Sat. O2 = 95%. Toque retal: presença de fezes em “borra de café” sem
patologia orificial. Após monitorização e medidas de ressuscitação volêmica, qual o próximo passo na abordagem
terapêutica desse paciente?

A) Indicar propanolol, proteção das vias aéreas e sonda de Sengstaken Blakemore por 24 horas.

B) Indicar cirurgia de desconexão ázigo-portal imediata pelo alto índice de mortalidade neste tipo de sangramento.

C) Indicar terlipressina e endoscopia digestiva alta diagnóstica e terapêutica nas primeiras 24 horas.

D) Indicar proteção das vias aéreas, endoscopia digestiva alta e eletrocauterização das varizes esofágicas.

E) Indicar colonoscopia para terapêutica de sangramento por varizes retais com ligadura elástica.

5) O risco de trombose varia entre as causas de síndrome nefrótica, sendo o mais elevado nos pacientes com:

A) Nefropatia membranosa.

B) Nefropatia mesangial.

C) Glomeruloesclerose segmentar e focal.

D) Glomerulonefrite membranoproliferativa.

E) Nefropatia por IgA.

6) Mulher de 64 anos, com diagnóstico de diabetes mellitus tipo 2 (DM2) há 15 anos. Tem hipertensão arterial há 20
anos. Peso 85kg, IMC: 31,6 kg/m2, PA: 142x98 mmHg. Sem emagrecimento recente. Não aderente à dieta. Comparece
à UBS em consulta de rotina, trazendo, dentre outros exames, glicemia de jejum 235 mg/dL, hemoglobina glicada 8,4%
e creatinina 1,5 mg/dL (CKDEPI 38,1 mL/ min/1.73m2). Em uso de Losartana 50mg 2x ao dia, Metformina XR 2gr/dia,
Gliclazida MR 60 mg/dia. O médico assistente altera o tratamento da hipertensão e orienta quanto às mudanças de
hábitos de vida.

Em relação ao diabetes, recomenda-se:

A) Reduzir a Gliclazida MR para 30 mg/dia e suspender a Metformina XR.

B) Suspender a Gliclazida MR e reduzir a Metformina XR para 1 gr/dia.

C) Manter a Gliclazida MR 60 mg/dia e reduzir a metformina para 1 gr/dia.

D) Suspender a medicação oral para o diabetes e iniciar Insulina NPH.

7) Mulher, 16 anos de idade, diabética tipo 1, chega no Pronto Socorro desidratada com dor abdominal, náuseas e
vômitos. Sinais vitais e exames iniciais: FC = 130 bpm, FR = 30 irpm, PA = 100/70mmHg, glicemia capilar = 600 mg/dL,
potássio = 4,0 mEq/L, glicemia plasmática = 800 mg/dL, PH = 7,15 e HCO3 = 8 mEq/L. Após oito horas: glicemia
plasmática = 150 mg/dL (em uso bomba de insulina 2 UI//h), pH = 7,2 e HCO3 = 13 mEq/L.

Qual a conduta mais adequada neste momento?

A) Soro glicosado 5% 100 mL/hora e manter a bomba de insulina.

B) Desligar a bomba de insulina e bicarbonato de sódio 1mEq/Kg.

C) Desligar a bomba e aplicar 10 UI de insulina regular via subcutânea.

D) Bicarbonato de sódio 1mEq/Kg e aplicar 10 UI de insulina regular.

E) Desligar a bomba de insulina e aplicar 0,1U/Kg de insulina NP


8) O uso de succinilcolina na Intubação Assistida por Drogas é contraindicado em qual situação?

A) Trismo.

B) Hiperpotassemia.

C) Trauma complexo de face.

D) Trauma cranioencefálico grave.

E) Hipercalcemia.

9) É considerado como achado não desejável e significativo na avaliação das vias aéreas numa avaliação pré-
anestésica:

A) Distância tireomentoniana menor do que a largura de 3 dedos médios.

B) Pescoço longo.

C) Incisivos superiores curtos.

D) Distância interincisivos menor do que 3 cm.

E) Úvula visível com o paciente em posição sentada

10) Um paciente de 70 anos, com histórico de insuficiência cardíaca e AVC prévio, apresenta febre, tosse seca,
dispneia, diarreia, mialgia e confusão mental há quatro dias. Exames laboratoriais da admissão: Hb 13,2 / Ht 38 /
Leucócitos 15000 (predomínio de neutrófilos) / Cr 1,00 / Na 122 / K 3,8 / Ureia 64 / PCR 150. Qual é o agente etiológico
mais provável e o tratamento adequado?

A) Mycoplasma pneumoniae; macrolídeos.

B) Streptococcus pneumoniae; penicilina.

C) Legionella pneumophila; macrolídeos ou fluoroquinolonas.

D) Haemophilus influenzae; amoxicilina.

11) Uma paciente de 79 anos de idade, dislipidêmica, diabética, hipertensa, vai à primeira consulta no ambulatório de
clínica médica após alta hospitalar há 10 dias devido a um acidente vascular cerebral isquêmico (AVCI). Na ocasião, a
equipe de neurologia estabeleceu, como etiologia, a presença de aterosclerose carotídea significativa. Ela apresenta
NIHSS de entrada 3, sem melhora do déficit. A paciente está usando rosuvastatina, clopidogrel, AAS, metformina e
enalapril.

Para esse caso hipotético, entre as alternativas a seguir, assinale aquela que apresenta a melhor conduta acerca da
dupla antiagregação plaquetária.

A) manter DAPT pelo resto da vida

B) suspender clopidogrel e manter AAS até completar 21 dias

C) manter DAPT até completar 21 dias e, posteriormente, manter apenas um antiagregante

D) suspender ambos antiagregantes após 21 dias do evento, mantendo apenas tratamento para os fatores de risco

E) após o término de DAPT, iniciar anticoagulação profilática


12) Paciente do sexo feminina, 76 anos, deu entrada no PS no Hospital Alberto Neto com queixa de dispneia há cerca
de 3 dias, com piora progressiva. Ao exame clínico, apresentava-se desorientada, com dispneia importante em uso de
musculatura acessória. Ausculta cardíaca apresentava ritmo irregular e bulhas hipofonéticas, taquicardíca, FC 140
bpm. Ausculta pulmonar com finos estertores creptantes em base de ambos os campos pulmonares. O tempo de
enchimento capilar era > 3s. Os sinais vitais foram registrados FC 157 bpm PA 80x60 mmHg SpO2 90% em AA. FR
30 irpm. Tem antecedentes de hipertensão arterial, diabetes e AVCi há 1 ano.

O ECG foi solicitado na admissão.

Qual a conduta correta?

A) Iniciar beta bloqueador para controle de frequência arterial, iniciar anticoagulação oral com anticoagulante oral direto
e solicitar ecocardiograma para pesquisa de doença estrutural;

B) Iniciar amiodarona EV fase de ataque e manutenção;

C) Iniciar protocolo para sepse com expansão volêmica e antibioticoterapia;

D) Iniciar amiodarona via oral e anticoagulação que pode ser feita tanto com anticoagulante direto ou varfarina visto
que o CHADS2-VA2 é maior que 2.

E) Cardioversão elétrica sincronizada.


13) Paciente de 88 anos foi encaminhado ao hospital do Dirceu II com quadro de edema de membros inferiores,
ortopneia e dispneia paroxística noturna há cerca de 2 semanas. Ao exame clínico, apresentava-se com exame
neurológico sem alterações, turgência jugular, ausculta cardíaca com ritmo regular e presença de B3, ausculta
pulmonar com estertores creptantes até terço médio dos campos pulmonares, edema de membros inferiores 3+/4+,
TEC <3s. Tem histórico de etilismo importante. O ecocardiograma do mesmo dia evidenciava uma hipocinesia difusa
do VE com FE 25% e insuficiência mitral moderada. Fazia uso irregular de medicações.

Os sinais vitais foram os seguintes: PA 120x70 mmHG, FC 80 bpm, SpO2 96% em AA.

O ECG era o seguinte:

Assinale a alternativa mais correta:

A) Solicitar Cateterismo cardíaco com urgência;

B) Iniciar Furosemida, Carvedilol, Losartana, Espironolactona e Dapaglifozina como drogas de primeira escolha;

C) Indicar troca da valva mitral

D) Iniciar Furosemida, Atenolol, Enalapril, Espironolactona e Dapaglifozina como drogas de primeira escolha;

E) Iniciar diureticoterapia com diurético de alça para efeito vasodilatator e redução de pré-carga, e iniciar drogas
modificadoras de mortalidade na ICFEr, atingindo a dose máxima tolerada.
14) Suzyanne, médica do Hospital de Altos, recebeu um paciente um paciente com dor torácica anginosa há cerca de
2h. Paciente encontrava-se estável clinicamente. Sabidamente Suzyanne solicitou um ECG. No serviço havia
laboratório disponível.

Qual a conduta mais correra de Suzyanne?

A) Iniciar AAS, Clopidogrel, Heparina e aguardar uma vaga em hospital de Bairro;

B) Aguardar dosagem de troponina para fechar o diagnóstico;

C) Encaminhar para o Cardiologista com um pedido de Teste Ergométrico

D) Indicar reperfusão coronariana imediata;

E) Iniciar furosemida, entresto, aas, atorvatatina, dapaglifozina.

15) A fibrilação atrial (FA) é a arritmia crônica mais frequente na população, principalmente em idades mais avançadas.
Traz como consequências eventos tromboembólicos e pode acarretar taquicardiomiopatias. Sobre FA, assinale a
alternativa correta.

A) A FA é uma arritmia ventricular que tem origem no óstio das veias pulmonares;

B) A anticoagulação com quaisquer anticoagulantes orais diretos é segura em pacientes com doença renal crônica
dialítica.

C) A varfarina pode ser usada na anticoagulação de pacientes com FA por ser um antagonista dos fatores dependentes
de vitamina K sem necessidade de monitorização de dose.

D) O CHADS2-VA2 é um escore que prediz risco tromboembólico e ajuda na decisão terapêutica de anticoagulação
dos pacientes com FA.

E) Os únicos beta-bloqueadores que podem ser usados na FA são carvedilol, metoprolol, nebivolol e metoprolol.
16) Assinale qual droga não muda mortalidade nos pacientes com ICFEr.

A) Ramipril

B) Espironolactona

C) Clortalidona

D) Dapaglifozina

E) Metoprolol

17) Em relação a insuficiência cardíaca, assinale a alternativa correta:

A) ICFEp e ICFEr só distinguem em relação a fisiopatologia, visto que as drogas que mudam mortalidade são as
mesmas;

B) ICFEr de etilogia isquêmica é uma patologia rara e pouco prevalente.

C) Nos pacientes com Doença de Chagas na forma cardíaca crônica, há insuficiência biventricular e o eletro pode
apresentar mais comumente Bloqueio de Ramo Direito (BRD) e Bloqueio Divisional Postero Inferior (BDPI)

D) O perfil de ICFEr que mais se apresenta nas urgências é o perfil B (úmido e quente);

E) Como a furosemida diminui mortalidade na IC, sempre é prescrita das descompensações.

18) Dr. Ian, médico do Hospital Alberto Neto, recebe uma paciente do sexo feminino, 77 anos, 60 kg, trazida por SAMU
avançado proveniente de domicílio, com relato de ter iniciado há cerca de 3 dias quadro de tosse com expectoração
esverdeada, dispneia, dor torácica e sonolência. Sinais vitais: FC 110, PA 80x60 mmhg, FR 30, Sat O2 90% em ar
ambiente. Prontamente Dr. Ian suspeita de pneumonia adquirida na comunidade, inicia antibiótico, encaminha a
paciente para sala de observação, realiza medidas para estabilização clínica e solicita os exames a seguir: Hb 9,4 / Ht
25,9 / Leucócitos 17.890 (predomínio de neutrófilos) / Na 111 / K 4,3 / Ur 46 / Cr 0,9. Após uma hora do início do
tratamento, paciente evoluiu com um episódio de crise convulsiva com duração de 15 segundos. Diante do exposto,
qual a melhor conduta a ser seguida:

A) Administrar Diazepam endovenoso.

B) Administrar Fenitoína na dose de 15-20 mg/kg.

C) Administrar NaCl 3% na dose de 1000ml, para ser administrado em bomba de infusão contínua durante 24h.

D) Administrar NaCl 3% 500ml, para ser administrado em bomba de infusão contínua durante 24h.

E) Administrar NaCl 3% 100, para ser administrado em bolus.

19) Qual alternativa não apresenta um critério para definir exacerbação de DPOC?

A) Piora da dispneia.

B) Dessaturação de O2.

C) Aumento do volume do escarro.

D) Alteração da característica do escarro.


20) O sangramento em um paciente com uma contagem de plaquetas baixa é uma emergência médica, por isso é
imprescindível saber a indicação de transfusão em um quadro de trombocitopenia. Diante disso, analise as afirmações
a seguir:

l. Paciente com sangramento de SNC e contagem de plaquetas < 100.000/microL.

ll. Paciente com febre ou infecção e contagem de plaquetas < 20.000/microL.

lll. Paciente em programação de punção lombar e contagem de plaquetas < 100.000/microL.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente indicações para transfusão de plaquetas:

A) ll, apenas

B) l e ll, apenas.

C) l e lll apenas.

D) ll e lll, apenas.

E) l e lll, apenas.
GABARITO

1-D

2-B

3-A

4-C

5-A

6-C

7-A

8-B

9-D

10 - C

11 - C

12 - E

13 - E

14 - D

15 - D

16 - C

17 - D

18 - E

19 - B

20 - B

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