0% acharam este documento útil (0 voto)
17 visualizações8 páginas

09 Código de Ética Profissional

O Decreto 1171/1994 aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, estabelecendo princípios, deveres e vedações para o exercício da função pública. O documento também define a composição e competências das Comissões de Ética e enfatiza a importância da moralidade e da transparência na administração pública. Além disso, aborda a responsabilidade do servidor em manter a dignidade e a honra dos serviços públicos, tanto em sua vida profissional quanto pessoal.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
17 visualizações8 páginas

09 Código de Ética Profissional

O Decreto 1171/1994 aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, estabelecendo princípios, deveres e vedações para o exercício da função pública. O documento também define a composição e competências das Comissões de Ética e enfatiza a importância da moralidade e da transparência na administração pública. Além disso, aborda a responsabilidade do servidor em manter a dignidade e a honra dos serviços públicos, tanto em sua vida profissional quanto pessoal.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

DECRETO 1171

Professor Glauber Marinho


Objetivos

Conteúdo Objetivos específicos


1 Identificar princípios, deveres e vedações inerentes ao exercício
da função pública de acordo com o Decreto 1171/94

2 Descrever a composição e as competências das Comissões de


Código de Ética Profissional do Ética
Serviço Público

3 Especificar o conceito de servidor(a) e a penalidade de censura


Decreto nº 1.171/1994
Anexo: Código de Ética Profissional do Serviço Público.

Capítulo I : Capítulo II:

Seção I Seção II
Seção III Das comissões de
Das regras Dos principais ética(comitês)
Das vedações;
deontológicas deveres;
• Art. 1° Fica aprovado o Código de Ética Profissional do
Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, que com
este baixa.
• Art. 2° Os órgãos e entidades da Administração Pública
Federal direta e indireta implementarão, em sessenta dias, as
providências necessárias à plena vigência do Código de Ética,
Decreto nº inclusive mediante a Constituição da respectiva Comissão de
Ética, integrada por três servidores ou empregados

1.171/1994 titulares de cargo efetivo ou emprego permanente.


• Parágrafo único. A constituição da Comissão de Ética será
comunicada à Secretaria da Administração Federal da
Presidência da República, com a indicação dos respectivos
membros titulares e suplentes.
• Art. 3° Este decreto entra em vigor na data de sua
publicação.
SUBSÍDIOS PARA PUBLICAÇÃO:

Art. 37, caput, § 4º da Constituição Federal, art. 84, incisos IV e VI;

Lei 8429/92 – improbidade administrativa artigos 10,11 e 12;

Lei 8112/90 – regime jurídico dos servidores federais artigos116(deveres) e


117(proibições).
PRINCÍPIOS BÁSICOS
L egalidade

I mpessoalidade

M oralidade – II,III e IV

P ublicidade – VII

E ficiência
CAPÍTULO I, SEÇÃO I – DAS REGRAS DEONTOLÓGICAS
I - A dignidade, o decoro, o zelo, a eficácia e a consciência dos princípios morais são primados
maiores que devem nortear o servidor público, seja no exercício do cargo ou função, ou fora
dele, já que refletirá o exercício da vocação do próprio poder estatal. Seus atos,
comportamentos e atitudes serão direcionados para a preservação da honra e da tradição dos
serviços públicos.
II - O servidor público não poderá jamais desprezar o elemento ético de sua conduta. Assim,
não terá que decidir somente entre o legal e o ilegal, o justo e o injusto, o conveniente e o
inconveniente, o oportuno e o inoportuno, mas principalmente entre o honesto e o desonesto,
consoante as regras contidas no art. 37, caput, e § 4°, da Constituição Federal.
art. 37, caput § 4°, da Constituição Federal

III - A moralidade da Administração Pública não se limita à distinção entre o bem e o mal,
devendo ser acrescida da ideia de que o fim é sempre o bem comum. O equilíbrio entre a
legalidade e a finalidade, na conduta do servidor público, é que poderá consolidar a moralidade
do ato administrativo.
IV- A remuneração do servidor público é custeada pelos tributos pagos direta ou indiretamente
por todos, até por ele próprio, e por isso se exige, como contrapartida, que a moralidade
administrativa se integre no Direito, como elemento indissociável de sua aplicação e de sua
finalidade, erigindo-se, como consequência, em fator de legalidade.
VI - A função pública deve ser tida como exercício profissional e, portanto, se integra na vida particular de
cada servidor público. Assim, os fatos e atos verificados na conduta do dia-a-dia em sua vida privada
poderão acrescer ou diminuir o seu bom conceito na vida funcional.

VII - Salvo os casos de segurança nacional, investigações policiais ou interesse superior do Estado e da
Administração Pública, a serem preservados em processo previamente declarado sigiloso, nos termos da
lei, a publicidade de qualquer ato administrativo constitui requisito de eficácia e moralidade, ensejando
sua omissão comprometimento ético contra o bem comum, imputável a quem a negar.

VIII - Toda pessoa tem direito à verdade. O servidor não pode omiti-la ou falseá-la, ainda que contrária aos
interesses da própria pessoa interessada ou da Administração Pública. Nenhum Estado pode crescer ou
estabilizar-se sobre o poder corruptivo do hábito do erro, da opressão ou da mentira, que sempre aniquilam
até mesmo a dignidade humana quanto mais a de uma Nação.

IX - A cortesia, a boa vontade, o cuidado e o tempo dedicados ao serviço público caracterizam o esforço
pela disciplina. Tratar mal uma pessoa que paga seus tributos direta ou indiretamente significa causar-lhe
dano moral. Da mesma forma, causar dano a qualquer bem pertencente ao patrimônio público,
deteriorando-o, por descuido ou má vontade, não constitui apenas uma ofensa ao equipamento e às
instalações ou ao Estado, mas a todos os que dedicaram sua inteligência, seu tempo, suas esperanças e
seus esforços homens de boa vontade para construí-los.

Você também pode gostar