Gestão de Base
Gestão de Base
75
AUTORES
GESTÃO DE BASE
CURRÍCULO DE FORMAÇÃO,
COORDENAÇÃO TÉCNICA
E METODOLÓGICA
CAPÍTULO 7
GESTÃO DE BASE
CURRÍCULO DE FORMAÇÃO,
COORDENAÇÃO TÉCNICA E
METODOLÓGICA
4
GESTÃO DE BASE CURRÍCULO DE FORMAÇÃO,
COORDENAÇÃO TÉCNICA E METODOLÓGICA
77
5
GESTÃO DE BASE CURRÍCULO DE FORMAÇÃO,
COORDENAÇÃO TÉCNICA E METODOLÓGICA
78
6
GESTÃO DE BASE CURRÍCULO DE FORMAÇÃO,
COORDENAÇÃO TÉCNICA E METODOLÓGICA
79
CURRÍCULO DE FORMAÇÃO
DE ATLETAS
O sonho de muitas crianças e jo- riência, conhecimento e preferências
vens é um dia ser jogador de futebol, individuais de treinadores e olheiros
o que gera a necessidade, por parte (BERGKAMP et al., 2019), sendo es-
dos clubes, de detectar e selecionar ses últimos também chamados de
aqueles que possam se tornar um Scouters e/ou Analistas de Mercado.
futuro profissional destacado, a pon- Contudo, a competência de obter
to de representar as suas equipes informações, além de uma análise
(GONÇALVES, 2017). subjetiva, permite aos treinadores
Identificar Talentos em uma idade Identificar Jogadores que se encai-
precoce está longe de ser um pro- xem no estilo de jogo da equipe. As-
cesso estabelecido, sendo muito sim, alguns clubes podem buscar De-
mais complexo em esportes cole- tectar Atletas prospectos com base
tivos. Além disso, no Futebol, o su- em aspectos físicos, enquanto outros
cesso dependerá de uma série de clubes podem realizar essa busca
fatores externos, onde pode incluir- com maior ênfase na habilidade téc-
-se a possibilidade para praticar, a nica (UNNITHAN et al., 2012).
ocorrência ou não de lesões ao lon- Com isso, existem diferentes pro-
go do tempo, a qualidade dos treina- postas para a Identificação do Talento
mentos realizados que possibilitem no Futebol, visto que:
melhor desenvolvimento do jogador Reilly et al. (2000) propuseram uma
e, por último, mas não menos impor- bateria de testes com abordagem
tante, os fatores pessoais, sociais e multidisciplinar, onde foram abrangi-
culturais (REILLY et al., 2000). das medidas antropométricas, fisioló-
Historicamente, a Identificação de gicas, psicológicas e de desempenho.
Talentos no Futebol era feita de for- Unnithan et al. (2012), propuseram
ma subjetiva e se baseava na expe- um método mais holístico para Iden-
7
GESTÃO DE BASE CURRÍCULO DE FORMAÇÃO,
COORDENAÇÃO TÉCNICA E METODOLÓGICA
80
8
GESTÃO DE BASE CURRÍCULO DE FORMAÇÃO,
COORDENAÇÃO TÉCNICA E METODOLÓGICA
81
Uma vez que o talento seja identifi- Conduzido o Processo, sendo neces-
cado e selecionado, é hora de passar sário respeitar o período de desen-
ao processo formativo, começando volvimento dos atletas (faixa etária e
pela Iniciação Esportiva. o princípio da individualidade biológi-
De acordo com Prestes (2020), “o ca), bem como adaptar a metodolo-
processo de Iniciação Esportiva deve gia de treinamento as necessidades
ser qualificado e condizente, com a e possibilidades dos alunos/atletas,
exposição das crianças a boas prá- proporcionando que essa metodolo-
ticas e a contextos qualificantes que gia facilite o desenvolvimento dos jo-
potencialize o desenvolvimento dos vens, realizando-se para tal, as adap-
jovens Talentos e possa auxiliar no tações que sejam necessárias como:
crescimento da base de praticantes tamanho do campo, tamanho e núme-
da modalidade”. ro de bolas, estruturação do espaço,
Prestes (2020) ainda afirma que o tamanho e número de traves, número
ponto principal é a forma como será de jogadores, etc. (ver figura 1).
9
GESTÃO DE BASE CURRÍCULO DE FORMAÇÃO,
COORDENAÇÃO TÉCNICA E METODOLÓGICA
82
COORDENAÇÃO TÉCNICA E
METODOLÓGICA NA BASE
A coordenação técnica e metodo- partir disso, os coordenadores de-
lógica são funções que visam geren- vem dominar duas habilidades es-
ciar todo o processo de formação de senciais para a função: conhecimen-
jogadores de Futebol na base, in- tos técnicos e gestão de recursos
cluindo a identificação e seleção. A humanos (CARRAVETTA, 2012).
10
GESTÃO DE BASE CURRÍCULO DE FORMAÇÃO,
COORDENAÇÃO TÉCNICA E METODOLÓGICA
83
11
GESTÃO DE BASE CURRÍCULO DE FORMAÇÃO,
COORDENAÇÃO TÉCNICA E METODOLÓGICA
84
12
GESTÃO DE BASE CURRÍCULO DE FORMAÇÃO,
COORDENAÇÃO TÉCNICA E METODOLÓGICA
85
compõem) mantendo-os determinados a alcançar o objetivo estabelecido. Para cada
abordagem, quatro mecanismos devem ser controlados pelos profissionais da coordenação.
ou desenvolver a filosofia de jogo da do feito) aos treinadores, se o trabalho
Por exemplo, quanto ao mecanismo que aborda o comportamento do coordenador, o
equipe (abordagem da tarefa/obje- deles está de acordo com os estilos de
profissional deve criar e/ou desenvolver a filosofia de jogo da equipe (abordagem da
tivo). Já tarefa/objetivo).
em relaçãoJáa em abordagem da da
relação a abordagem jogo que oo clube
motivação, deseja
fornecimento implementar
de feedback
motivação, o fornecimento
(informações desendo
sobre o que está feedba- na sua se
feito) aos treinadores, categoria competitiva
o trabalho deles está de acordoé umas
com os estilos de jogo que o clube deseja implementar na sua categoria competitiva é umas
ck (informações sobre o que está sen- das demandas dos coordenadores.
das demandas dos coordenadores.
Quadro 1: Quadro
Funções1:doFunções
coordenador técnico no futebol
do coordenador de no
técnico base (adaptado
futebol de KATTUMAN;
de base
(adaptado
LOCH; KURCHIAN, 2019). de KATTUMAN; LOCH; KURCHIAN, 2019).
Estados Avaliação
emergentes individual
(estresse,
nível de
competição,
foco, etc.)
Figura 3: Conceitos e aplicações de comportamentos de interação que o coordenador técnico pode esti-
mular entre os diferentes profissionais que gerenciam o futebol de base.
14
GESTÃO DE BASE CURRÍCULO DE FORMAÇÃO,
COORDENAÇÃO TÉCNICA E METODOLÓGICA
87
15
GESTÃO DE BASE CURRÍCULO DE FORMAÇÃO,
COORDENAÇÃO TÉCNICA E METODOLÓGICA
88
GESTÃO DO TALENTO
DO FUTEBOL
O que é Talento? Para iniciarmos deravelmente complexo e que tem
o diálogo sobre esta temática, é sido realizado por meio dos cha-
preciso definir o que é talento. No mados “olheiros” ou observadores,
estudo de Paoli (2007), apresenta- que são profissionais encarregados
-se a ideia de que não há um mode- de acompanhar jogos das mais va-
lo definido para o perfil de craque riadas categorias, em diversas lo-
ou talento no futebol. Já Carraveta, calidades, para identificar jogado-
afirma que talento é um dom divi- res com potencial para se tornarem
no, que alguns indivíduos podem profissionais (MONTEIRO, 2001).
nascer com potencial desenvoltu- Por outro lado, o desenvolvimen-
ra para determinadas atividades, to do talento depende das condições
como por exemplo músicas, artes, oferecidas pelo ambiente, sendo o
matemáticas (CARRAVETA, 2012). resultado obtido pelo acompanha-
Dessa forma, o processo para iden- mento de um treinamento sistemá-
tificação dos jovens atletas deve ser tico, orientação intencional, ativa e
realizado com o objetivo de encontrar pedagógica (PAOLI et al., 2008). A se-
indivíduos que possam se tornar jo- leção envolve um processo contínuo
gadores de futebol profissional. Ob- de identificação de jogadores que de-
viamente que dentro desse processo, monstraram níveis iniciais elevados
encontra-se atletas que atingirão um para a inclusão em um determina-
nível muito elevado e acima da média. do clube e uma respectiva posição.
A seleção de talentos esportivos, Durante a identificação e seleção de
no caso específico do futebol, é, em talentos esportivos convém atentar
parte, pautada na experiência, e para as várias condições e fatores
também na intuição, um processo que podem caracterizar um bom de-
que, muitas vezes, pode ser consi- sempenho (PAOLI, 2007).
16
GESTÃO DE BASE CURRÍCULO DE FORMAÇÃO,
COORDENAÇÃO TÉCNICA E METODOLÓGICA
89
17
GESTÃO DE BASE CURRÍCULO DE FORMAÇÃO,
COORDENAÇÃO TÉCNICA E METODOLÓGICA
90
jogos e competições.
Além de todos estes pontos, os pre- Ainda, devem ser considerados al-
ditores são aspectos relevantes que guns critérios técnicos: Passe curto;
devemos levar em consideração no Passe longo; Domínio de bola; Con-
momento em que estamos avaliando dução; Finalização. Deve-se, ainda,
um jogador. Vamos montar e imagi- considerar alguns critérios compor-
nar um documento simples para a tamentais: Parte cognitiva; Seu per-
nossa primeira observação: fil extra campo; Tomada de decisão;
1. Qual o local do jogo; Agressividade; Competitividade.
2. Qual o nível da competição; Sintetizando, além de todo o proces-
3. Qual o nível da partida observada; so de identificação do talento, o mesmo
Aprofundando a análise individu- exige um planejamento para que este
al, deve-se ficar atento para alguns talento chegue ao seu maior nível de
aspectos: Qual é a posição do atleta; desenvolvimento técnico, tático e cog-
Qual é a sua perna dominante; Qual é nitivo. Para sucesso deste processo,
a sua estatura. além de toda a área de captação en-
Alguns aspectos físicos devem ser volvida no descobrimento do talento,
analisados: Velocidade; Agilidade; Po- a área técnica está diretamente ligada
tência. à sua evolução, assim como as áreas
Alguns aspectos táticos: de acompanhamento social e psicoló-
1. Como o atleta atua na organiza- gico, pois sem estes acompanhamen-
ção defensiva; tos, apenas o talento não basta.
2. Como o atleta atua na transição
ofensiva;
3. Como o atleta atua na organiza-
ção ofensiva;
4. Como o atleta atua na transição
defensiva;
5. Como o atleta atua nas bolas pa-
radas.
18
GESTÃO DE BASE CURRÍCULO DE FORMAÇÃO,
COORDENAÇÃO TÉCNICA E METODOLÓGICA
91
O IMPACTO DA GESTÃO
DA BASE NA EQUIPE
PROFISSIONAL
As categorias de base dos clubes de longo prazo. O efeito da idade relati-
futebol podem impactar de diferen- va se dá na preferência por jogadores
tes maneiras a equipe profissional do que nasceram no início do ano em de-
clube. Uma das maneiras mais claras trimento de atletas que nasceram ao
que podemos demonstrar esses im- final do ano em uma mesma catego-
pactos seriam do retorno esportivo. ria. Nos estágios iniciais de desenvol-
A totalidade dos atletas que estão vimento dos atletas, focando nas ca-
em categorias de base de clubes bra- tegorias de base (9-16 anos), devido à
sileiros tem como objetivo chegar na maturação dos indivíduos, jogadores
equipe profissional e acreditam que que nasceram no início do ano aparen-
passar por esse período de treina- tam maior desenvolvimento físico em
mento auxiliam nesse objetivo (FER- relação aos atletas que nasceram ao
REIRA; PAIM, 2011). Além disso, os final do ano. Essa diferença, traz im-
atletas que já se encontram no nível pactos na seleção de atletas, na qual
profissional também destacam que as comissões técnicas preferem se-
boa preparação nas categorias de lecionar atletas fisicamente mais de-
base auxiliam no seu desenvolvimen- senvolvidos e muitas vezes, acabam
to profissional, tanto em aspectos deturpando análises relacionadas ao
técnicos quanto em aspectos emocio- talento esportivo. Esse efeito já foi ob-
nais (CORRÊA et al., 2012). servado em estudos científicos, com
Um ponto importante que deve ser uma maior frequência de atletas que
analisado na seleção de talentos es- nasceram no início do ano em catego-
portivos seria o efeito da idade rela- rias sub-15 até o profissional (RABELO
tiva, que pode impactar os clubes no et al., 2016). Mas uma pergunta inte-
19
GESTÃO DE BASE CURRÍCULO DE FORMAÇÃO,
COORDENAÇÃO TÉCNICA E METODOLÓGICA
92
ressante que deve ser feita é: será que o clube. Um dos jogadores revelados
a gestão da base está atenta a esses pelo clube e que é um dos destaques
aspectos? Logicamente, atletas mais no campeonato, seria o Brenner, com
desenvolvidos fisicamente apresen- 9 gols no campeonato. Caso o clube
tam maiores chances de desempe- investisse em outros jogadores com
nhar melhor rendimento esportivo no números semelhantes e potencial
curto prazo. Mas será que muitos ta- pela idade, como o do atacante Pepê
lentos para a equipe profissional não (7 gols), do Grêmio, o clube teria de-
poderiam ter sido dispensados antes sembolsado cerca de 9 milhões de
mesmo de atingirem o seu ápice físi- euros, demonstrando também uma
co, que traria o nivelamento com os economia quando se desenvolve
outros atletas? Será que muitos clu- atletas na própria instituição.
bes abrem mão de resultados na base, Ainda sobre a equipe do São Paulo,
que realmente servem de vitrine para cerca de 50% da equipe é composta
negócios, para um desenvolvimento de jogadores formados nas escolas
a longo prazo de talentos para a sua de formação do clube, em um elenco
equipe profissional? avaliado em cerca de 57.9 milhões de
Passando agora para o impac- euros pelo transfermarkt. Levando
to esportivo na prática, um recente pelo lado numérico, desconsideran-
caso vem se destacando no futebol do aspectos de transações e valor
nacional que seria do São Paulo Fu- de cada atleta, pelo menos 28.95 mi-
tebol Clube. Como dito anteriormen- lhões de euros foram economizados
te, cerca de 37% dos gols da equi- na busca de uma equipe competiti-
pe no ano de 2020 foram feitos por va. Vale destacar que o jogador com
jogadores que passaram nas divi- maior valor de mercado, Igor Gomes,
sões de base do clube e garantiram 5 milhões de euros, é um jogador for-
a primeira colocação do time até o mado na categoria de base.
presente momento (25ª rodada do Outro clube que apresentou impac-
Brasileirão 2020). Esses resultados to esportivo da base na equipe profis-
demonstram também economia para sional na composição de seu elenco
20
GESTÃO DE BASE CURRÍCULO DE FORMAÇÃO,
COORDENAÇÃO TÉCNICA E METODOLÓGICA
93
21
GESTÃO DE BASE CURRÍCULO DE FORMAÇÃO,
COORDENAÇÃO TÉCNICA E METODOLÓGICA
94
REFERÊNCIAS
ANCHIETA, T. Quais os desafios da gestão desportiva enquanto gestor desportivo?
Lecturas, Educación Física y Deportes 13 (126), 2008.
BERGKAMP, Tom L. G.; NIESSEN, Susan M.; DEN HARTIGH, Ruud. J. R.; FRENCKEN,
Wouter G. P.; MEIJER, Rob R. Methodological Issues in Soccer Talent Identification Re-
search. Journal of Sports Medicine, 2019, 49:1317–1335.
COSTA I.T.; GARGANTA J.; GRECO P.J.; MESQUITA I.; MAIA J. Sistema de avaliação tác-
tica no Futebol (FUT-SAT): Desenvolvimento e validação preliminar. Motricidade, 2011,
vol. 7, n. 1, pp. 69-84.
FALK, PRA; PERREIRA, DP. Futebol: gestão e treinamento. São Paulo: Ícone, 2010.
FERREIRA, DDP; PAIM MCC. Estruturação das categorias de base no futebol. Lecturas,
Educación Física y Deportes 16 (158), 2011.
GAZETA ESPORTIVA. Você sabia? 50% do elenco do São Paulo é revelado pela base
22
GESTÃO DE BASE CURRÍCULO DE FORMAÇÃO,
COORDENAÇÃO TÉCNICA E METODOLÓGICA
95
GLOBOESPORTE. Made in Cotia: 37% dos gols do São Paulo no ano são de jogadores
formados no clube. Matéria publicada em 04/12/2020. Disponível em: https://globo-
esporte.globo.com/futebol/times/sao-paulo/noticia/noticias-sao-paulo-spfc-cotia-
-gols-base-profissional.ghtml.
HEINECK, LM; CASARIN, RV; GREBOGGY, DL. Formação do jogador de futebol brasi-
leiro: opiniões, sugestões e indicadores que revelam o abismo entre as categorias de
base e o futebol profissional. Lecturas, Educación Física y Deportes 15 (166), 2012.
JORGE, PEF. Futebol: dos alicerces ao telhado. Rio de Janeiro: Oficina do Livro, 2001.
LANCE. São Paulo é quem mais usa jogadores da base em 2020. Matéria publica-
da em 26/08/2020. Disponível em: https://www.goal.com/br/not%C3%ADcias/
sao-paulo-e-quem-mais-usa-jogadores-da-base-em-2020-veja/n46uk0uymn3k-
1c6atuymbufzd. 2020.
MAYER MM. Futebol: o negócio por trás do jogo – estudo de caso do São Paulo Futebol
Clube [dissertação]. Rio de Janeiro: Mestrado Executivo em Gestão Empresarial, Esco-
la Brasileira de Administração Pública e de Empresas, Fundação Getúlio Vargas, 2010.
23
GESTÃO DE BASE CURRÍCULO DE FORMAÇÃO,
COORDENAÇÃO TÉCNICA E METODOLÓGICA
96
OLIVEIRA, E. A.; REVERDITO, R. S.; BETTEGA, O. B.; GALATTI, L. R.; SCAGLIA, A. J. Currí-
culo de formação no futebol: Interface da teoria bioecológica e a pedagogia do esporte.
Corpoconsciência, Cuiabá-MT, 2017, vol. 21, n. 03 p. 97-108.
RABELO, Felipe Nunes et al. Efeito da idade relativa nas categorias do futebol brasilei-
ro: critérios de seleção ou uma tendência populacional? Revista Brasileira de Ciências
do Esporte, v. 38, n. 4, p. 370-375, 2016.
REILLY, T., WILLIAMS, A. M., NEVILL, A., & FRANKS, A. A multidisciplinary approach to
talent identification in soccer. Journal of Sports Sciences, 2000, 18: 695–702.
REIS, M.; ALMEIDA, M. Futebol, arte e ciência: construção de um modelo de jogo. Edito-
ra Primeiro Lugar, 2019.
TANI, G. Aprendizagem motora: uma visão geral. In. TANI, G.; CORRÊA, U. (Eds.). Apren-
dizagem motora e o ensino do esporte. São Paulo: Blucher, 2016. p. 19-38.
UNNITHAN, V.; WHITE, J.; GEORGIOU, A.; IGA, J. & DRUST, B. Talent identification in
youth soccer. Journal of Sports Sciences, 2012, 30(15): 1719–1726.
24
GESTÃO DE BASE CURRÍCULO DE FORMAÇÃO,
COORDENAÇÃO TÉCNICA E METODOLÓGICA
97
VERARDI, FAS; BURGOS, LT. Gestão e estrutura das categorias de base: uma visão no
interior do Rio Grande do Sul. Cinergis, 14(2):120-126, 2013.
25