Universidade Federal de Santa Maria
Departamento de Matemática
MTM 1039/1073
Geometria Analı́tica - Produtos entre vetores
Profa Dra Luciane Gobbi Tonet
A partir de agora, estudaremos produto escalar, vetorial e misto entre vetores e suas con-
sequências a partir das definições.
1 Produto Escalar
Vamos iniciar esta seção assistindo ao vı́deo disponı́vel aqui , o qual trata de produto escalar.
Dados os vetores →
−u = (x , y , z ) e →
1 1 1
−v = (x , y , z ) definimos que o produto escalar (ou produto
2 2 2
interno usual), representado por →
−
u .→
−
v ou < →
−
u ,→
−
v >, é o número real
<→
−
u ,→
−
v >= x1 x2 + y1 y2 + z1 z2 .
Exemplo 1.1. Dados →
−
u = (3, −1, −2) e →
−
v = (1, 1, −1), temos que
<→
−
u ,→
−
v >=< (3, −1, −2), (1, 1, −1) >= 3.1 + (−1).1 + (−2).(−1) = 3 − 1 + 2 = 4
Exercı́cio 1.2. Sejam →
−
u = (1, a, −2a − 1), →
−
v = (a, a − 1, 1) e →
−
w = (a, −1, 1). Determine o valor
de a tal que < →
−
u ,→
−
v >=< →−
u +→ −v ,→
−
w >.
Solução: Determinar →
−
u +→
−
v para depois calcular o produto escalar com →
−
w . A resposta será
a = 2.
Aplicação 1: Módulo de um vetor
Recordamos que o módulo de um vetor nada mais é do que o seu comprimento. Mas, como
podemos calcular esse comprimento? Vamos responder a esta pergunta estudando inicialmente o
R2 . Na figura a seguir, podemos determinar a medida do vetor →
−
u utilizando o famoso Teorema
de Pitágoras:
46
Ou seja, |→
−
u |2 = X 2 + Y 2 . No entanto, observamos que
<→
−
u ,→
−
u >=< (X, Y ), (X, Y ) >= X 2 + Y 2
e, portanto, |→
−
u |2 =< →
−
u ,→
−
u >, ou ainda,
|→
− <→
−
u ,→
−
p
u|= u >.
Podemos generalizar este resultado para o R3 . Denominamos de módulo de um vetor →
−
v =
→
−
(x, y, z), representado por | v |, o número real não negativo
|→
−v|= <→ −v ,→
−
p p
v > = x2 + y 2 + z 2 .
Exemplo 1.3. Seja → −u = (1, 0, −1) ∈ R3 . Então,
√
|→
− p p
u | = < (1, 0, −1), (1, 0, −1) > = 12 + 02 + (−1)2 = 2.
√
Exercı́cio 1.4. Determine o módulo do vetor → −u = (−2, 5) ∈ R2 .
Resposta: |→
−
u | = 3.
Sejam A(x1 , y1 , z1 ) e B(x2 , y2 , z2 ) pontos quaisquer. Recordamos que
−→
d(A, B) = |AB| = |B − A|
onde
B − A = (x2 − x1 , y2 − y1 , z2 − z1 ).
Logo,
p
d(A, B) = (x2 − x1 )2 + (y2 − y1 )2 + (z2 − z1 )2
é a distância entre dois pontos é A e B.
Exemplo 1.5. Sejam A(−1, 2, 3) e B(1, −1, m). Vamos calcular m para que d(A, B) = 7. Para
isso, observem que
p
d(A, B) = (x2 − x1 )2 + (y2 − y1 )2 + (z2 − z1 )2
p
= (1 − (−1))2 + ((−1) − 2)2 + (m − 3)2
√ √
= 4 + 9 + m2 − 6m + 9 = 22 + m2 − 6m = 7
Deste modo, 22 + m2 − 6m = 49, de onde obtemos a equação quadrática m2 − 6m − 27 = 0,
cujas raı́zes são m = 9 ou m = −3.
47
Propriedades do produto escalar: Para quaisquer vetores →
−
u ,→
−
v e→
−
w e α ∈ R, temos que
a) < →
−
v ,→
−
v >≥ 0, e < →
−
v ,→
−
v >= 0 se, e somente se, →
−
v =0
b) < →
−
u ,→
−
v >=< →
−
v ,→
−
u >
c) < →
−
u +→
−
v ,→
−
w >=< →
−
u ,→
−
w >+<→
−
v ,→
−
w >
d) < α→
−
v ,→
−
w >= α < →
−
v ,→
−
w >
Neste momento, não provaremos tais propriedades, as quais serão retomadas oportunamente
no curso. No entanto, para fins de compreendê-las, resolvam o exercı́cio proposto a seguir:
Exercı́cio 1.6. Verificar cada um dos ı́tens anteriores para os vetores →
−
u = (1, 2), →
−
v = (0, −2) e
→
−
w = (−1, 3) e α = 5.
Exemplo 1.7. Mostraremos que
|→
−
u +→
−
v |2 = |→
−
u |2 + 2 < →
−
u ,→
−
v > +|→
−
v |2 .
De fato, aplicando as propriedades de produto interno, obtemos:
|→
−
u +→
−
v |2 = < →
−
u +→−v ,→
−
u +→
−
v >
= <→−
u ,→
−
u +→ −
v >+<→ −
v ,→
−
u +→
−
v >
= <→−u ,→
−u >+<→ −
u ,→
−
v >+<→ −
v ,→
−
u >+<→
−
v ,→
−
v >
= |→
−
u |2 + 2 < →
−
u ,→
−
v > +|→
−
v |2
Aplicação 2: Ângulo entre dois vetores
Observemos a figura a seguir:
Seja θ o ângulo formado pelos vetores não-nulos →
−
u e→
−
v . Pela Lei dos co-senos, temos que
|→
−
u −→
−
v |2 = |→
−
u |2 + |→
−
v |2 − 2|→
−
u ||→
−
v |cosθ.
Pelo Exemplo 1.7, temos que
|→
−
u −→
−
v |2 = |→
−
u |2 − 2 < →
−
u ,→
−
v > +|→
−
v |2 .
48
Comparando estas duas igualdades, concluı́mos que 2|→
−
u ||→
−
v |cosθ = 2 < →
−
u ,→
−
v > e, portanto,
<→ −
u ,→−v >
cosθ = →
− →
− .
| u |.| v |
A partir disso, usando a função inversa do co-seno, podemos calcular o ângulo θ entre os vetores.
Exemplo 1.8. Vamos calcular o ângulo entre os vetores →
−
u = (1, 1, 4) e →
−
v = (−1, 2, 2). Obser-
vamos que √
<→ −
u ,→−v > < (1, 1, 4), (−1, 2, 2) > 9 2
cosθ = →− →
− = = √ =
| u |.| v | |(1, 1, 4)|.|(−1, 2, 2)| 3 2.3 2
π
e, portanto, θ = 4 .
Observação: Note que
π
1) Se < →
−
u ,→
−
v >> 0, então, cosθ > 0 e, com isso, 0 ≤ θ < .
2
π
2) Se < →
−
u ,→
−
v >< 0, então, cosθ < 0 e, com isso, < θ ≤ π.
2
π
3) Se < →
−
u ,→
−
v >= 0, então, cosθ = 0 e, com isso, θ = .
2
Para saber um pouco mais sobre este assunto, assistam ao vı́deo disponı́vel aqui , o qual trata
de ângulo entre vetores.
Vamos praticar um pouco?
Exercı́cio 1.9. O triângulo formado pelos vértices A(2, 3, 1), B(2, 1, −1) e C(2, 2, −2) é retângulo?
Solução: Formar vetores unindo os pontos dados dois a dois. A ideia é verificar se o produto
escalar entre dois desses vetores é nulo. Resposta: sim!
Exercı́cio 1.10. Determinar um vetor ortogonal aos vetores →
−
u = (1, −1, 0) e →
−
v = (1, 0, 1).
Solução: Considere →
−
w = (x, y, z) tal que < → −u ,→
−
w >= 0 e < → −v ,→
−
w >= 0. Disso obtemos um
→
−
sistema linear com 2 equações e 3 incógnitas, cuja solução é w = (x, x, −x), para todo x ∈ R.
Exercı́cio 1.11. Determinar α para que →
−
v = (α, − 21 , 41 ) seja um vetor unitário.
√
Solução: Um vetor é unitário se |→
−
v | = 1. Ou seja, < →
−
v ,→
−
v >= 1. A resposta é α = ± 11
4
.
−→
Exercı́cio 1.12. Sabendo que →
−
v = (2, 1, −1) forma um ângulo de 60o com o vetor AB, onde
A(3, 1, −2) e B(4, 0, m), determine m.
−→
1 <−
→
v ,AB> √−1−m 2
Solução: Use cos60o = = −→ = √ . A partir da manipulação desta equação,
2 |−
→
v ||AB| 6 (m+2) +2
obtemos uma equação quadrática cuja raı́z (dupla) é m = −4.
49
2 Produto Vetorial
Vamos iniciar esta seção assistindo ao vı́deo disponı́vel aqui , o qual trata de produto vetorial.
Chamamos de produto vetorial dos vetores → −
u = (x , y , z ) e →
1 1 1
−
v = (x , y , z ), tomados nesta
2 2 2
ordem, ao vetor
→
−
u ×→
−
v = (y1 z2 − z1 y2 , z1 x2 − x1 z2 , x1 y2 − y1 x2 ).
Uma outra maneira de escrevermos o produto vetorial, muito útil e mais simples de usar é
→
− → − →
−
i j k
→
−
u ×→−
v = det
x1 y 1 .
z1
x2 y 2 z2
Assim, aplicando o Teorema de Laplace a primeira linha deste determinante, obtemos
" # " # " #
→
− →
− y z →
− x z →
− x y
u ×→− 1 1 1 1 1 1
v = i det − j det + k det
y2 z2 x2 z2 x2 y2
Exemplo 2.1. Sejam →
−
u = (5, 4, 3) e →
−v = (1, 0, 1). O produto vetorial entre →
−
u e→
−
v é dado por
→− → − → −
i j k
→
− →
−
u × v = det 5 4 3
1 0 1
" # " # " #
→
− 4 3 →
− 5 3 →
− 5 4
= i det − j det + k det
0 1 1 1 1 0
= (1, 0, 0).4 − (0, 1, 0).2 + (0, 0, 1).(−4)
= (4, −2, −4)
Exercı́cio 2.2. Calcule o produto vetorial entre os vetores →
−
v = (1, 0, 1) e →
−
u = (5, 4, 3), nessa
ordem. Compare o seu resultado com o exemplo anterior. O que você pode observar?
Exercı́cio 2.3. Calcule o produto vetorial entre os vetores →
−
v = (4, 3, 1) e →
−
u = (2, −6, 3). Em
→
− →
− →
− →
− →
− →
−
seguida, determine < v , v × u > e < u , v × u >. O que você pode observar?
Podemos generalizar o resultado do exemplo anterior. É fundamental perceber que, para vetores
não-nulos e não colineares, temos que
<→
−
u ,→
−
u ×→
−
v >=< →
−
v ,→
−
u ×→
−
v >= 0.
Geometricamente, isso significa que os vetores →
−
u e→
−
v são ortogonais a →
−
u ×→
−
v e, portanto,
não faz sentido falarmos em produto vetorial de vetores no plano.
A partir de agora, vamos listar algumas propriedades do Propriedades do Produto Vetorial.
Para quaisquer →
−
u ,→
−
v ,→
−w e α ∈ R, temos que:
50
→
−
I) →
−
u ×→
−
u = 0
II) →
−
u ×→
−
v = −→
−
v ×→
−
u
III) →
−
u × (→
−
v +→
−
w) = →
−
u ×→
−
v +→
−
u ×→
−
w
IV) (α→
−
u ) × v = α(→
−
u ×→
−
v)
→
−
V) →
−
u ×→
−
v = 0 se, e somente se, um dos vetores for nulo ou ambos são colineares.
VI) →
−
u ×→
−
v é simultaneamente ortogonal aos vetores →
−
u e→
−
v.
Em linhas gerais, estas propriedades decorrem basicamente das propriedades dos determinantes.
Para entendê-las melhor, faça exemplos para cada um dos casos. Vamos lá?
Uma relação muito importante, chamada Identidade de Lagrange, é dada por
<→
−
u ×→
−
v ,→
−
u ×→
−
v >=< →
−
u ,→
−
u >< →
−
v ,→
−
v >−<→
−
u ,→
−
v >2 .
Ou seja,
|→
−
u ×→
−
v |2 = |→
−
u |2 |→
−
v |2 − < →
−
u ,→
−
v >2 .
A partir da identidade de Lagrange, podemos obter outra relação importante entre produto
vetorial e ângulo entre vetores. Observamos que
|→
−
u ×→
−
v |2 = |→
−
u |2 |→
−
v |2 − < →
−
u ,→
−
v >2 .
Mas, como já vimos anteriormente, < →
−
u ,→
−
v >= |→
−
u ||→
−
v |cosθ e, assim,
|→
−
u ×→
−
v |2 = |→
−
u |2 |→
−
v |2 − (|→
−
u ||→−
v |cosθ)2
= |→
−
u |2 |→
−
v |2 − |→
−
u |2 |→
−
v 2 |cos2 θ
= |→
−
u |2 |→
−
v |2 (1 − cos2 θ)
= |→
−
u |2 |→
−
v |2 sen2 θ
Ou seja,
|→
−
u ×→
−
v | = |→
−
u |.|→
−
u |senθ
51
Aplicação: Área
Estas relações nos permitirão obter uma interpretação geométrica do produto vetorial. Vocês
podem assistir a uma aula sobre isso clicando aqui .
Observemos o paralelogramo da figura a seguir
Sua área satisfaz A = b.h, onde b é o comprimento da sua base e h sua altura. Ou seja,
A = |→
− h
u |.h. Mas, senθ = |−
→
v|
de onde segue que h = |→
−
v |senθ. Com isso,
A = |→
−
u |.h = |→
−
u ||→
−
v |senθ = |→
−
u ×→
−
v|
Ou seja, o módulo do produto vetorial entre os vetores não colineares →
−
u e →
−
v nos
|−
→
u ×−→
v|
retorna a área do paralelogramo formado por estes dois vetores. Assim, 2
nos
retornará a área do triângulo formado por esses dois vetores (metade do paralelo-
gramo)
Agora, vamos praticar?
Exemplo 2.4. Vamos calcular a área de um triângulo equilátero ABC de lado 10. Para isso,
observamos que
−→ −→
|AB||AC|senθ
A=
2
−→ −→
onde, no caso do triângulo equilátero, |AB| = |AC| = 10 e θ = 60o . Logo,
−→ −→ √
|AB||AC|senθ 10.10.sen60o
A= = = 25 2.
2 2
Exercı́cio 2.5. Dados os pontos A(2, 1, 1), B(3, −1, 0) e C(4, 2, −2), determine:
a) A área do triângulo ABC;
b) A altura do triângulo relativa ao vértice C.
−→ −−→
Solução: Crie dois vetores a partir dos vértices dados e calcule AB × BC = (7, 1, 5). Daı́,
−→ − −→ √ √
A = |AB×2 BC| = 52 3. Use A = b.h para determinar h = 5 2 2 .
3 Produto Misto
Vamos iniciar a esta seção assistindo a uma aula sobre a definição de produto misto clicando
aqui .
52
Chama-se Produto Misto dos vetores →
−
u = (x1 , y1 , z1 ), →
−
v = (x2 , y2 , z2 ) e →
−
w = (x3 , y3 , z3 ),
tomados nesta ordem, o número real
x1 y1 z1
→
− →
− →
−
< u , v × w >= det x2 y2 z2
x3 y3 z3
também denotado por
<→
−
u ,→
−
v ×→
−
w >= (→
−
u ,→
−
v ,→
−
w)
Exemplo 3.1. O produto misto dos vetores →
−
u = (2, 3, 5), →
−
v = (−1, 3, 3) e →
−
w = (4, −3, 2) é dado
por
2 3 5
→
− →
− →
−
( u , v , w ) = det −1
3 = 27.
3
4 −3 2
Aplicação: Volume
A partir de agora, trataremos de uma consequência muito importante desta definição. Vocês
podem assistir a uma aula sobre isso clicando aqui .
−→ − −→ − −−→
Sejam A, B, C e D pontos não colineares e os vetores →
−
u = AB, →
v = AC e →
w = AD também
não colineares. Esses vetores determinam um paralelepı́pedo cujo volume é V = Abase × haltura .
A partir da figura, observamos que cosθ = |−
→
h
w|
, ou seja, h = |→
−
w |cosθ.
→
− →
− →
−
Como θ é o ângulo entre u × v e w , então
<→−u ×→−
v ,→−w >
cosθ = →
− →
− →
− .
| u × v || w |
Logo,
h = |→
−
w |cosθ
→
− <→ −u ×→−
v ,→−w >
= |w| → − →
− →
−
| u × v || w |
< u ×→
→
− −
v ,→
−
w >
= →
− →
−
|u × v|
53
e, com isso, sendo a Abase a área da base deste paralelogramo, a qual é um paralelogramo de lados
→
−u e→−v,
V = Abase .h
<→
−u ×→
−v ,→
−
w >
= |→
−
u ×→
−v| →
− →
−
|u × v|
→
− →
− →
−
= < u × v,w >
Ou seja, o produto misto nos retorna o volume do paralelepı́pedo formado a partir
de três vetores não coplanares. Vale ressaltar que, em se tratando de volume, podemos
colocar V = | < →
−u ×→−v ,→
−
w > | para garantir que o resultado seja positivo. Como o produto
misto é um determinante, o sinal do mesmo dependerá da ordem em que escolhemos os vetores,
o que não irá alterar o volume.
Exemplo 3.2. Vamos estudar o tetraedro 1 . Trata-se de um prisma triangular regular, conforme
ilustra a figura a seguir
Observem que o tetraedro é composto por 3 sólidos, cada um deles destacado nas figuras que
seguem
1
Fonte: http://www2.mat.ufrgs.br/edumatec/atividades_diversas/ativ_wingeo2/volpiramide.html
54
Ou seja,
a) 3 tetraedros preenchem um prisma triangular regular.
b) 6 tetraedros preenchem um paralelepı́pedo.
c) Volume do paralelepı́pedo: módulo do produto misto.
1
d) Volume do tetraedro: do módulo do produto misto.
6
Vamos praticar?
Exercı́cio 3.3. Determine o volume do tetraedro formado pelos pontos A(1, 2, −1), B(5, 0, 1), C(2, −1, 1)
e D(6, 1, −3).
Solução: V = 6.
Para encerrar esta seção....
Pensando na aplicação do produto misto para o cálculo de volumes, como poderı́amos aplicá-lo
para determinar a condição do coplanaridade de 3 vetores? Vocês podem assistir a uma aula
sobre isso clicando aqui .
3.1 Referências
O material aqui apresentado basea-se nas seguintes fontes:
55
• STEINBRUCH, Alfredo, Geometria Analı́tica. São Paulo, Makron Books, 1987.
• LIMA, Elon Lages, Geometria Analı́tica e Álgebra Linear. Rio de Janeiro, IMPA, 2005.
• BOLDRINI, José Luiz, Álgebra Linear. São Paulo, Habra, 1980.
56